<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="5892" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/5892?output=omeka-xml" accessDate="2026-03-13T03:55:48-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="4956">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/49/5892/SNBU2012_031.pdf</src>
      <authentication>7d5888f55f346031960ca82512a4fe67</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="62906">
                  <text>i
;:li

Produção e comunicação científica e tecnológica: medição, mapeamento, diagnóstico
e avaliação da informação)

S!mWrio

/IbooroaIde

=

IiWitt_

:.

U-,""lIIMbs

Trabalho completo

SOFTWARE LIVRE PARA BIBLIOTECA: UM ESTUDO NA ÁREA
DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO NO PERíODO DE 2000 A 2010

Alexander Willian Azevedo 1, Jefferson Renato Azevedo2
1 Docente na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Recife, Pernambuco
2Bacharel em Ciência da Informação, Instituto Educacional Imaculada, Campinas, São Paulo

Resumo
O Software Livre tem sido, nos últimos anos, objeto de atenção por parte das
empresas privadas e órgãos públicos, devido à otimização da autonomia,
liberdade e custos. A tecnologia de informação e comunicação tornou algo
primordial para as organizações disponibilizarem seus conteúdos (informações
institucionais, produtos e serviços) objetivando atender demanda de sua
necessidade informacional. Neste alicerce que o estudo teve como objetivo de
identificar as pesquisas sobre Software Livre desenvolvido para bibliotecas,
analisando as iniciativas brasileiras de adoção do software livre como
estratégia de democratização do acesso as tecnologias da informação e
alternativa para a dependência tecnológica em bibliotecas. O principal
resultado do estudo apresenta o crescimento na produção científica na área da
biblioteconomia e gestão da informação sobre Software Livre desenvolvido
para bibliotecas.
Palavras-chave:
Software Livre, Biblioteca, Incentivo do Governo, Programa Livre.

Abstract
The Free Software has been in recent years, the object of aUention from private
companies and public organization , by optimizing autonomy, freedom and
costs. Information technology and communication has become something
essential for organizations to make available its contents (institutional
information, products and services) in order to meet demand for their
informational needs. The study aimed to identify research on open source
libraries developed for analyzing the Brazilian initiatives for adoption of free
software as a strategy of democratizing access to information technologies and
alternative to dependence on technology in libraries. The main result of the
study shows the growth in scientific production in the area of library and
information management software developed to free libraries.
Keywords:
Free Software; Library; Government Incentives; Free Program o

259

�i
;:li

S!mWrio

Produção e comunicação científica e tecnológica: medição, mapeamento, diagnóstico
e avaliação da informação)

/IbooroaIde

=

IiWitt_

:.

U-,""lIIMbs

Trabalho completo

1 Introdução
Nos dias atuais, as instituições em suas esferas públicas e privadas
estão constantemente se inovando com as novas tecnologias de informação e
comunicação (TIC) para adquirir informações dos mais variados níveis,
obtendo vantagens competitivas. Com os avanços das TIC, há uma
necessidade generalizada das organizações em minimizar seus problemas
usando alternativas que atendam às suas expectativas a partir da utilização de
programas de computadores para auxiliar os seus processos, gerando uma
enorme demanda por softwares.
Nesta premissa o Software Livre apresenta-se como objeto de atenção
por parte das organizações privada e pública , devido à otimização da
autonomia, liberdade e custos que o Software Livre proporciona. (OSORIO,
2009)
Preocupado com a questão da implementação e uso do Software Livre,
em 2008, o Governo Federal Brasileiro elaborou um documento intitulado:
Protocolo de Brasília (PB), a fim de incentivar a utilização do Software Livre.
O Protocolo de Brasília foi estruturado pelo Ministério de Ciência e
Tecnologia (MCT) em parceria com o Serviço Federal de Processamento de
Dados (SERPRO), com o intuito de firmar compromisso entre instituições
públicas, privadas e organizações não governamentais (ONGs) para a adoção
de Software Livre de formatos de documentos abertos (ODF - Open Document
Format) na geração de banco de dados, armazenamento, disponibilização e
troca de documentos eletrônicos entre seus signatários. O Protocolo de Brasília
também tem como propósito incentivar instituições de pesquisas na produção
científica sobre Software Livre . (BRASIL, 2008)
Modesto (2003) retrata que o Software Livre tornou-se uma ferramenta
cada vez mais presente em diversos segmentos institucionais inclusive em
bibliotecas, seja esta universitária, pública, escolar, comunitária ou
especializada, como uma alternativa de autonomia em criar, produzir, copiar
um programa e principalmente ao seu custo final. Portanto, o Software Livre no
universo biblioteconômico, é uma ferramenta abrangente que pode ser
adequado com a realidade de diferentes tipos de bibliotecas, permitindo
também a criação de uma infraestrutura de colaboração entre bibliotecários e
demais funcionários das bibliotecas, no gerenciamento de seus respectivos
acervos.
Para Tuchê (2010), Rodrigues (2011) e Modesto (2003), existem dois
elementos fundamentais que contribuem para abordagem sobre Software Livre
em unidades informacionais: (1) tradicional carência financeira de grande parte
das bibliotecas; (2) pouco entendimento dos profissionais sobre a alternativa do
software livre para informatização de biblioteca .
Portanto, desde que o governo federal brasileiro implantou o processo
de modernização da área administrativa vem encontrando dificuldades na
implementação dos Softwares Livre entre os diferentes segmentos
governamentais devido à proliferação de recursos computacionais.
Com esse fato, determinou que fossem realizados estudos, objetivando
a tomada de decisão sobre procedimentos científicos e tecnológicos que
seriam adotados, visando à utilização e produção de software livre

260

�i

Produção e comunicação científica e tecnológica: medição, mapeamento, diagnóstico
e avaliação da informação)
S!mWrio

;:li

/IbooroaIde

:.

IiWitt_
U-,""lIIMbs

=

Trabalho completo

Neste âmbito o estudo se justifica na temática sobre Software Livre que
tem sido objeto de pesquisas em diversas instituições e áreas do
conhecimento, sobretudo, nos campos da tecnologia da informação e
comunicação. Na área da biblioteconomia e ciência da informação, através do
levantamento bibliográfico do presente estudo, e com base em Modesto (2005),
aponta que existem poucas pesquisas cuja temática abordasse Software Livre
para bibliotecas.
Nesse sentido, estabeleceu como objetivo geral analisar os estudos
desenvolvidos sobre o uso do Software Livre em bibliotecas, tendo como
objetivos específicos: (a) analisar as produções científicas sobre SL antes e
depois do Protocolo de Brasília (2008) ; (b) identificar as regiões e autores que
promovem as discussões técnicas científicas sobre o uso SL em bibliotecas; (c)
identificar quais são os SL criados para bibliotecas que mais são citados na
literatura.

2 Software Livre: liberdade e economia
Segundo Hauben (2007), a gênese do Software Livre teve suas bases
conceituais estruturada pelo pesquisador Richard Matthew Stallman do
Laboratório de Inteligência Artificial do MTI (Massachusefts /nstitute af
Techna/agy) quando o mesmo necessitava conhecer o funcionamento de uma
impressora em suas pesquisas acadêmicas.
Entretanto, as solicitações feitas por Stallman junto aos fabricantes de
impressora, visando liberação dos códigos-fontes 1 do equipamentos foram
negadas. A partir deste momento Stallman passou a pensar em uma forma de
tornar acessíveis os programas e seus respectivos códigos-fontes, surgindo à
ideia de software livre.
A partit deste prisma , no início do ano 1984 Stallman largou seu
emprego no laboratório do MIT, para dedicar-se em tempo integral ao
movimento de software livre, fundando a Free Software Foundatian (FSF) e
introduziu os conceitos de software livre e "copy/eef'.
Cabe ressaltar que posterior a iniciativa da FSF, Bruce Perens e Eric S.
Raymond iniciaram também outro movimento código aberto denominado Open
Saurce /nitiative (OS I), criada para incentivar uma aproximação de entidades
comerciais com o software livre.
Segundo Free Software Foundation (FSF) e Open Source Initiative
(OS I), a filosofia do software livre está baseada em quatro conceitos básicos:

Código-Fonte é o conjunto de palavras ou símbolos escritos de forma ordenada, contendo
instruções em uma das linguagens de programação existentes, de maneira lógica. Existem
linguagens que são compiladas e as que são interpretadas. As linguagens compiladas , após
ser compilado o código fonte , transformam-se em software , ou seja , programas executáveis .
Este conjunto de palavras que formam linhas de comandos deverá estar dentro da
padronização da linguagem escolhida , obedecendo a critérios de execução. Atualmente, com a
diversificação de linguagens , o código pode ser escrito de forma totalmente modular, podendo
um mesmo conjunto de códigos ser compartilhada por diversos programas e, até mesmo,
linguagens. (REZENDE , 2004)
1

261

�i
;:li

S!mWrio

Produção e comunicação científica e tecnológica: medição, mapeamento, diagnóstico
e avaliação da informação)

/IbooroaIde

=

IiWitt_

:.

U-,""lIIMbs

Trabalho completo

a) A liberdade de executar o programa, para qualquer
propósito.
b) A liberdade de estudar como o programa funciona ,
e adaptá-lo para as suas necessidades. O acesso
ao código-fonte e um pré-requisito para esta
liberdade.
c)A liberdade de redistribuir cópias de modo a ampliar
as possibilidades de acesso de pessoas e
instituições a tais programas.
d) A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os
seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a
comunidade se beneficie, sem gastos adicionais.
O Software Livre tem como objetivo garantir a liberdade de executar,
modificar, copiar, estudar entre outras liberdades. Não se trata de uma questão
de preço, mas sim de liberdade de acesso ao código-fonte e de uso.
(NOGUEIRA,2004)
Para Amadeu (2004) com a utilização de software livre, o usuário de
maneira geral pode redistribuir as cópias dos softwares desenvolvidos de
maneira que as pessoas possuam livre escolha para decidir como distribuir um
programa, alterá-lo , sem ter que pedir permissão a ninguém, não havendo
obrigação de pagar as licenças de uso.
Já o software proprietário (pago) estabelece regras na utilização das
licenças do software e também visam lucrar com as licenças adquiridas. São
estabelecidas licenças pelas quais é necessário pagar por cópia instalada, não
sendo permitida a alteração e distribuição do código fonte (NOGUEIRA, 2004).
Com o objetivo de incentivar o uso do Software Livre em órgãos
públicos federais, o governo federal tem como principal foco disseminar os
benefícios da tecnologia digital a amplos setores da sociedade. Além da
macroeconomia (o Brasil exporta mais de US$ 1 bilhão por ano em licenças de
software), o governo espera um aumento da autonomia tecnológica e a
formação de uma massa crítica, tanto de desenvolvedores quanto de usuários.
(OSORIO, 2009)
Estamos optando por modelo de desenvolvimento de uso de
software. Mais do que as vantagens macroeconômicas, o
governo tem como objetivo a ampliação da autonomia
tecnológica e da formação de massa crítica , tanto de
desenvolvedores quanto de usuários. (CYRANEK, 2005, p. 8)

Através do governo brasileiro, diferentes repartições públicas vem
gradativamente tendo reflexos na iniciativa no uso do Software Livre. Assim , o
SL já esta sendo utilizado há algum tempo em diversos ministérios e empresas
estatais.
O governo também aguarda incentivar a produção de Software Livre
no país através de políticas públicas, pois no mercado software proprietário as
chances de empresas nacionais entrarem no mercado para competir de igual
para igual com empresas de maior porte são pequena . (SEGET, 2005)

262

�i
;:li

S!mWrio

Produção e comunicação científica e tecnológica: medição, mapeamento, diagnóstico
e avaliação da informação)

/IbooroaIde

=

IiWitt_

:.

U-,""lIIMbs

Trabalho completo

No âmbito público, a utilização de Software Livre está sendo uma
questão de prioridade. O governo brasileiro vem deixando claro a utilização e a
produção de Software livre como um novo foco para o fortalecimento e o
crescimento da indústria, gerando empregos e renda .
Com base na iniciativa do governo, segundo ITI (2004) além das
empresas públicas envolvidas no processo de migração ao software livre é de
extrema relevância a participação efetiva das iniciativas privada neste processo
como co-responsável pelo desenvolvimento e infraestrutura necessária à
utilização do software livre. (ITI , 2004)

2.1 Software Livre em Bibliotecas Universitárias
Com os avanços da tecnologia da informação e comunicação (TIC), os
novos modelos de mercado voltado para essas tendências, há uma
necessidade generalizada das organizações em minimizar seus problemas
usando alternativas que atendam às suas expectativas, sendo fundamental que
essas soluções sejam economicamente viáveis em tempos de crise. Grandes
empresas utilizam os meios tecnológicos para combater as dificuldades do
mercado desestabilizado no cenário mundial. (ITI , 2003)
Os órgãos públicos e iniciativa privada buscaram nas soluções de
Software Livre e de código aberto uma forma para racionalizar seus custos e
despesas, pois quando adquiridas não há , na quase totalidade dos casos, a
necessidade de pagar um valor para licenças de uso.
As bibliotecas universitárias aderiram ao uso intensivo das novas
tecnologias da informação e vêm-se apresentado com um conjunto de
mecanismos eletrônicos, buscando dentre outros objetivos: facilidade e
agilidade na localização de informação, interligando recursos e usuários e
minimizando os problemas de localização; eficiência dos próprios processos
biblioteconômicos de aquisição, catalogação, classificação, e armazenamento
dos documentos, todos eles enfrentados pelas bibliotecas. (KRYZANOWSK,
1996)
As tecnologias alteraram e facilitaram os serviços prestados nas
bibliotecas universitárias, tanto para os funcionários como para os usuários, e
dentro deste novo contexto surgiram vários softwares de automação de
bibliotecas. O software é um componente indispensável de elevado custo na
implantação de um Sistema de Automação de Bibliotecas (SAB) tornando-se
em alguns casos inviável a compra ou a atualização de softwares para
bibliotecas.
Através do incentivo do governo federal na utilização de Software Livre,
com o propósito em reduzir custos e ao mesmo tempo manter a qualidade e
segurança no gerenciamento de acervos, Bibliotecas Universitárias estão
usando essa ferramenta livre, na migração do software proprietário, para
software livre. (RODRIGUES, 2011)
No âmbito federal, uma das primeiras universidades brasileiras que
adotou como instrumento livre foi Universidade Federal de São Carlos
(UFSCar) em seu sistema de bibliotecas utiliza-se do Software Livre como
sistema de gerenciamento de seu acervo . (OLIVEIRA, 2010)

263

�i

Produção e comunicação científica e tecnológica: medição, mapeamento, diagnóstico
e avaliação da informação)
S!mWrio

;:li

/IbooroaIde

:.

IiWitt_
U-,""lIIMbs

=

Trabalho completo

Outras universidades públicas que também já possuem o Software
Livre em seus sistemas de bibliotecas são: Universidade de Federal de Espírito
Santo (UFES), a Universidade federal do Ceará (UFC) , a Universidade Federal
de Juiz de Fora (UFJF) , a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a
Universidade Federal de São João Del Rei (MG) , Universidade Estadual de
Montes Claros, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), entre outros
diversos órgãos de ensino superior privadas. (OLIVEIRA, 2010).
Para Modesto (2007), o Software Livre em Bibliotecas Universitárias é
uma questão de tempo para estarem presentes em todas as universidades
brasileiras, principalmente no que se referente a custo e autonomia .
(MODESTO, 2007).

3 Procedimentos metodológicos
Com o intuito de levantar as pesquisas desenvolvidas sobre Software
Livre para as bibliotecas, este estudo atingiu seus objetivos por meio de
abordagens decorrentes de revisões bibliográficas e documentais sobre o
tema .
Através dos resultados obtidos pelo levantamento bibliográfico, buscouse recuperar documentos na base de dados referenciais de artigos de
periódicos em Ciência da Informação (BRAPCI) , biblioteca digital brasileira de
teses e dissertações (BDTD), nos anais: Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação (CBBD) e no
encontro nacional de pesquisas em Ciência da Informação (ENANCIB), através
de filtragem com fundamento nos seguintes descritores empregados nas
estratégias de busca : Software Livre, biblioteca, Biblioteconomia; incentivo do
governo na utilização de Software Livre, recurso livre, instrumento livre e
programa livre.
Foram feitas as análise dos títulos, para verificação da adequação à
temática da pesquisa ; leitura dos resumos e palavras-chave, com o objetivo de
identificar a discussão proposta pelos documentos, como seus objetivos,
métodos, resultados e conclusões; leitura dos documentos completos, no caso
de estudos pertinentes à pesquisa .
Os dados necessários para a elaboração desta pesquisa foram
coletados por meio dos seguintes instrumentos: (a) seleção dos periódicos
impressos e eletrônicos através das bases de dados de classificação de
periódicos Qualis A e B, disponibilizada pela CAPES - Coordenação de
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (b) filtragem de artigos de
periódicos, teses e dissertações através das bases de dados: BRAPCI e BDTD;
(c) anais do CBBD e ENANCIB, que abrangeu conteúdos da ciência da
informação e da biblioteconomia, como também do Software Livre.

264

�i

Produção e comunicação científica e tecnológica: medição, mapeamento, diagnóstico
e avaliação da informação)
S!mWrio

;:li

/IbooroaIde

:.

IiWitt_
U-,""lIIMbs

=

Trabalho completo

4 Resultados
Foram levantadas nas bases de dados consultadas (BRAPCI, BOTO) e
anais do CBBO e ENANCIB um total de 157 (cento e cinquenta e sete)
trabalhos, sendo que no período de 2000 a 2007 recuperou 19 trabalhos, no
período de 2008 a 2010 recuperou 138 (centro e trinta e oito) trabalhos. Com
isso, o Gráfico 1 aponta a relação entre períodos, o crescimento na produção
científica de estudos de Software Livre na área da biblioteconomia e ciência da
informação.
No Gráfico 1, constata-se que na BRAPCI no período de 2000 a 2007
antes do incentivo do governo federal na utilização do Software Livre, foram
recuperados 6 (seis) artigos científicos na área da Ciência da Informação,
conforme abordado na problemática da pesquisa, aponta que existem poucas
pesquisas de Software Livre para bibliotecas.
No período de 2008 a 2010, com criação do Protocolo de Brasília (2008)
foram encontrados 45 (quarenta e cinco) artigos, período importante na qual
podemos observar que os incentivos de políticas públicas do governo brasileiro
refletiram positivamente na produção cientifica na área da Ciência da
Informação sobre a temática: Software Livre.

Gráfico 1 - Trabalhos recuperados sobre Software Livre nas fontes consultadas

Na BOTO entre 2000 a 2010 recuperou 42 (quarenta de dois) estudos
sobre Softwares Livre para Bibliotecas, sendo que no período de 2000 a 2007
apenas 3 (três) pesquisas, depois do Protocolo de Brasília de 2008 a 2010,
foram encontrados 39 (trinta e nove) estudos.

265

�i
;:li

S!mWrio

Produção e comunicação científica e tecnológica: medição, mapeamento, diagnóstico
e avaliação da informação)

/IbooroaIde

=

IiWitt_

:.

U-,""lIIMbs

Trabalho completo

Vale ressaltar que no período de 2000 a 2007 existem várias
possibilidades para que os dados levantados tivessem a freqüência baixa ,
como exemplo, as iniciativas das bibliotecas digitais são recentes e não foram
todas as bibliotecas universitárias que adotaram no período mencionado o
processo de digitalização de suas teses e dissertações.
Já em congressos na área da biblioteconomia e ciência da informação, o
CBBO organizado pela FEBAB, aponta que entre 2000 a 2010 ocorreram 38
(trinta e oito) trabalhos apresentados em congresso, sendo que de 2000 a 2007
somente 6 (seis) trabalhos foram apresentados, já no período de 2008 a 2010
foram apresentados 32 (trinta e dois) trabalhos que refletiam o uso e melhoria
efetiva dos Software Livre nas unidades informacionais.
No ENANCIB, no período de 2000 a 2007 foram apresentados 4 (quatro)
trabalhos, de 2008 a 2010 foram apresentados 22 (vinte e dois) trabalhos. Com
os resultados obtidos, o estudo constatou o crescimento na produção científica
depois do incentivo do governo federal na utilização de Software Livre a partir
de 2008, na área de Ciência da Informação, como representado no Gráfico 2.

BRA PCI 2008
2010

à

BOTO 2008
20 10

à

CBBO 2008
20 10

à

ENA NCIB 2008
2010

à

Gráfico 2 - Crescimento na produção científica sobre Software Livre

Nota-se no Gráfico 2, que no período de 2008 a 2010 tanto na BRAPCI
(crecimento de 76%), na BOTO (crescimento de 64%), na CBBO (crescimento
de 68%) e no ENANCIB (crescimento de 60%), que depois da iniciativa do
governo federal na utilização de Software Livre e fundamentalmente depois da
assinatura do protocolo de Brasília em 2008 , houve um aumento considerável
na produção científica nas bases de dados pesquisadas.
No entanto, Modesto (2005) já prévia que o Software Livre era uma
tendência em estar presente em todas as unidades de informação seja ela
pública ou privada e que o crescimento em pesquisas relacionadas ao Software
Livre para bibliotecas era questão de tempo .
Hoje o Software Livre é uma realidade na área da biblioteconomia e
ciência da informação como constatado nos resultados obtidos no estudo e
com o aumento na produção científica nas bases de dados estudadas.
Também foram identificados os programas de gerenciamento de acervo
de bibliotecas desenvolvidos a partir do Software Livre, que foram citados nos
trabalhos recuperados nas bases de dados pesquisadas.
O Gráfico 3, retrata os Software Livre desenvolvidos para biblioteca com
maior freqüência de citações em artigos nacionais, dos 157 estudos

266

�i

Produção e com unicação científica e tecnológica: medição, mapeamento, diagnóstico
e avaliação da informação)
S!mWrio

;:li

/IbooroaIde

:.

IiWitt_
U-,""lIIMbs

=

Trabalho completo

recuperados, entre 2000 a 2010, 62 (setenta e dois) trabalhos tiveram como
foco de pesquisa programas de gerenciamento de acervos de bibliotecas, a
partir do instrumento livre.
Com 29 (vinte e nove) trabalhos o Biblivre é o Software Livre mais
citados nos títulos (que apresentam maior número de citação no campo titulo) ,
palavras-chave e resumos dos trabalhos especializados na CI , o PHL aparece
com 21 (vinte e um) trabalhos, Openbiblio com 7 (sete) trabalhos e o Gnuteca
com 5 (cinco) trabalhos. Os 95 (noventa e cinco) estudos são de assunto geral
Software Livre em biblioteca , não abordando especificada mente uma análise
de um software livre.
2660 à 2010 - dos 157 trabalhos recupe rados, 62 estudos
aborda um programa criado com SL, são e las:

95

PHL

Biblivr e

Openbiblio

Gnunt ec,a

Abord aSL

em
bibli ot eca

Gráfico 3 - Software Livre com maior de freqüência nas citações em artigos nacionais

Em relação à abrangência geográfica dos estudos levantados, na Figura
representa uma análise comparativa entre as regiões do Brasil onde foram
produzidos os 157 trabalhos, cujo foco do estudo é relacionado ao Software
Livre para biblioteca.
Conforme podemos observar no período de 2000 a 2010 constata-se
que a região sudeste é que apresenta maior número de pesquisas com 75
(setenta e cinco) trabalhos. Em seguida, a região sul consta com total de 41
(quarenta e um) trabalhos produzidos. Com 22 (vinte e dois) trabalhos, a região
do Nordeste é a terceiro pólo que mais produz pesqu isas sobre temática .

* dos 157 t rabalhos recuperados

�i
;:li

S!mWrio

Produção e comunicação científica e tecnológica: medição, mapeamento, diagnóstico
e avaliação da informação)

/IbooroaIde

=

IiWitt_

:.

U-,""lIIMbs

Trabalho completo

Figura 1 - Regiões geográficas com os estudos recuperados sobre Software Livre

A região centro-oeste aparece com 10 (dez) trabalhos realizados. E por
fim a região norte, com 9 (nove) estudos já desenvolvidas. Observa-se que em
todas as regiões do Brasil, o Software Livre vem sendo discutido os estudos na
área da Biblioteconomia e Ciência da informação, foram apresentadas em
forma de artigos, dissertações, teses e anais de congressos. Dentre os autores
que mais publicaram , aparecem :

127 e studos com aut ores que publicara m 1
vez

AMADEU, $ , - 2 plI blica\ões
TU CHÊ, H. - 6 pll blic3\ÕeS
SILVEI RA, 5, A. -5 plI blica\õe,
NOG UEI RA , A. C. A. - 2pll blic3\Õe ,

•

SILVA. R. L. - 4 plI blica\ õe,

'

OSÓRIO, T.L,G. - 3 pll blic3\Õe ,
MODESTO. L F, - 8 plI blica\ões

Gráfico 4 - Autores que mais publicaram na área da Biblioteconomia e da Ciência da
Informação sobre Software Livre

Na representação do Gráfico 4 mostra os autores com maior número de
freqüência de publicação de artigos cujo o foco da pesquisa foi Software Livre
para bibliotecas. Podemos constatar que o pesquisador professor José
Fernando Modesto da Universidade de São Paulo (USP), foi autor com maior
número de publicação de trabalhos sobre a temática, com 8 artigos
correlacionas ao Software Livre . Com isso, Modesto contribui significamente
para que região do sudeste lidere em comparação com as demais regiões do
Brasil.
Em seguida , na segunda posição aparece o pesquisador professor
Hamilton Tuchê, da Universidade Federal do Ceará (UFC) com 6 artigos
publicados. Observa-se que Tuchê se destaca na região nordeste com
trabalhos sobre Software Livre na área da Biblioteconomia.
O terceiro que mais publicou sobre a temática é o Professor Sérgio A. da
Silveira da USP com 5 publicações. Já Roosewelt Lins Silva, pesquisador da
Universidade Federal do Maranhão (UFMA), é o quarto quem mais publicou
sobre a temática com 5 artigos. Em quinto, com 3 artigos publicados com o
foco da pesquisa foi Software Livre para bibliotecas, é o professor Tito Lívio
Gomes Osório, da Universidade de Volta Redonda (UNIFOA).

268

�i
;:li

S!mWrio

Produção e comunicação científica e tecnológica: medição, mapeamento, diagnóstico
e avaliação da informação)

/IbooroaIde

=

IiWitt_

:.

U-,""lIIMbs

Trabalho completo

Com 2 publicações, aparece o analista de sistema e mestre da Ciência
da Informação Sandro Silveira, da Universidade de Brasília (UnB) , contribuindo
com a região centro-oeste . Com um total de 30 estudos relacionados no gráfico
4, os 127 estudos restantes recuperados, são autores que publicaram 1 (uma)
vez.
Com os resultados obtidos com as análises de dados, além de constatar
o aumento na produção científica em pesquisa sobre Software livre na área da
biblioteconomia e ciência da informação, observou-se que a iniciativa do
governo federal , através com a criação do Protocolo de Brasília em 2008 , vem
incetivando órgãos públicos e privados na utização do Software Livre .
Cada vez mais instituições estão aderindo e migrando para o Software
Livre, em muitas das Universidades Federais, em suas respectivas bibliotecas,
já utilizam do recurso livre no gereciamentos de seus acervos.
Com os resultados obtidos no estudo, observa-se que Software Livre é
uma tendência estar presentes em muitas unidades de informação.

5 Considerações Finais

o software livre embora seja uma alternativa ao mercado comercial, não
é sinônimo de facilidades, mas de liberdade de uso. Entretanto, a principal
dificuldade enfrentada pelas bibliotecas deve ser a mudança cultural. Migrar de
plataforma de sistema fechado e suportado por fornecedor para sistemas
abertos e coletivamente gerenciado pode ser um grande desafio. O Software
Livre requer investimento de tempo e treinamento no domínio das operações,
manutenção e aprimoramento.
A escolha de uma ferramenta livre é um processo cooperativo e
participativo entre analista de sistemas e o profissional bibliotecário, ambos
precisam estar aptos a acompanhar as inovações fazendo diagnósticos e
estudos sistematizados de sua realidade organizacional.
A economia gerada na utilização do Software Livre e a consequente
possibilidade da aplicação dessa economia em novos investimentos em áreas
ainda consideradas carentes, o domínio da tecnologia do Software Livre, a
partir do envolvimento das empresas desenvolvedoras de aplicativos e,
especialmente, das universidades pelo envolvimento na pesquisa científica e
na formação de multiplicadores de conhecimento e da formação de novos
técnicos, é um fator de peso considerável na análise da iniciativa
governamental.
A existência de Software Livre de qualidade e disponíveis no mercado,
pode se tornar uma solução para as bibliotecas em geral, especialmente nas
bibliotecas públicas e escolares que no âmbito nacional a verba disponibilizada
para tais investimentos é comumente escassa .
Referências
AMADEU, S. Software livre é o eixo da política de TI do Governo Brasileiro Entrevista. São Paulo: Linux Professional Institute, 2004. Disponível em:

269

�i

Produção e comunicação científica e tecnológica: medição, mapeamento, diagnóstico
e avaliação da informação)
S!mWrio

;:li

/IbooroaIde

:.

IiWitt_
U-,""lIIMbs

=

Trabalho completo

&lt;http://www.lpi.org.br/mod ules.ph p?name= Content&amp;pa=showpage&amp;p id= 2&gt; .
em: 20/12/2011.

Acesso

BRASIL. Ministério Ciência e Tecnologia. Implantação do software livre. Disponível
em: &lt;http://www.mct.gov.br/sofwarelivre.htm&gt; . Acesso em 19/12/2011 .
CARVALHO, M. C. R. Estabelecimento de padrões para bibliotecas universitárias.
Fortaleza: UFC, 1981 . 71p.
CYRANEK, G., Conferência internacional sobre software livre é lançada em
Brasilia,
UNESCO/Brasil,
2005.
Disponível
em:
&lt;http://www.softwarelivre.gov.br/noticias/News_ltem.2005-04-28.4027&gt;. Acesso em:
16/12/2011 .

°

FSF, Free Software Foundation .
que é o software livre? Tradução Fernando
Lozano, Boston: USA, 2000. Disponível em : &lt;http://www.gnu.org/philosophy/freesw.pt.html&gt; . Acesso em: 15/12/2011 .
R.
Unix
history.
2007.
Disponível
HAUBEN,
&lt;http://www.unixsup.com/unixlinux/historiaunixin.html&gt;. Acesso em 20/08/2011 .

em :

ITI, Instituto Nacional de Tecnologia da Informação. Objetivos da implantação de
software livre. Brasília - DF: Gabinete Civil da presidência da República, 2003.
Disponível em: &lt;http://www.softwarelivre.gov.br/documentos/ObjetivosPlanejamento
/view&gt; . Acesso em: 16/12/2011
KRZYZANOWSKI, R F. et aI. A modernização da biblioteca universitária para a sua
interação adequada à universidade na Era da Informação. Ciência da Informação,
Brasília, v26, n.2, p. 168-175, maio/ago. 1997.
MODESTO, J. F. Software Livre: alforria para bibliotecas, 2003. Disponível em:
&lt;http://www.eca.usp.br/prof/fmodesto/textos/2007FMODESTOCBBD.pdf&gt; . Acesso em:
15/12/2011 .
MODESTO, J. F. Software livre pede licença na biblioteca. São Paulo, 2005.
MODESTO, J. F. Software livre: modelos de seleção como subsídio à gestão
bibliotecária. In: Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da
Informação,
22,
2007,
Brasília,
DF.
Disponível
em:
&lt;http://www.febab.org .br/XXII_CBBD/xxii_cham_trab.html&gt;. Acesso em : 01/12/2011
NOGUEIRA, A. C. A. Software livre: uma nova alternativa ao processo de automação
de bibliotecas. 2004. 45 f. Monografia. Departamento de Ciências da Informação,
Universidade Federal Fluminense, 2004.
OLIVEIRA, E. M. S. Ciência e tecnologia no tratamento e disseminação da
Informação: Soluções de alta tecnologia e baixo custo em XML IsisScript com fontes
abertas (Open Source). São Paulo, 2010. Disponível em: &lt; http://www.elysio.com .br/&gt;
Acessado em 28/12/2011 .
OSÓRIO, T.L.G.; et aI. Utilização dos software livre em orgãos públicos, Seget. Rio
de
Janeiro,
2009.
Disponível
em:
&lt;http://www.aedb.br/segetlartigos05/360_Artigo_SL_Completo.pdf&gt;
Acesso
em:

270

�i
;:li

S!mWrio

Produção e comunicação científica e tecnológica: medição, mapeamento, diagnóstico
e avaliação da informação)

/IbooroaIde

=

IiWitt_

:.

U-,""lIIMbs

Trabalho completo

24/12/2011 .

PROTOCOLO
DE
BRASíLIA.
Disponível
&lt;http://www.softwarelivre.gov.br/protocolo-brasilia-1/protocolo-5&gt; .
Acesso
18/12/2011 .

em:
em:

RODRIGUES, A. C. Processo de automatização de Bibliotecas Públicas
Brasileiras Através do Software Livre. Universidade de Brasília, 2011 .
SEGET, 11 Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia - SEGeT'2005. Instituto
Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) . Diretrizes para a implantação de
software livre. Brasília - DF: Gabinete Civil da presidência da República, 2005.
Disponível em: &lt;http://www.softwarelivre.gov.br/documentos/DiretrizesPlanejamento&gt;
Acesso em: 21/08/2011 .
TUCHÊ, H. Softwares para gerenciamentos de acervos. 2010. Disponível em
&lt;http://hamiltont.blogspot.com/2009/03/softwares-livres-e-softwares-gratu itos.htm I&gt; .
Aesso em 27/12/2011 .

271

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="49">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51396">
                <text>SNBU - Edição: 17 - Ano: 2012 (UFRGS - Gramado/RS)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51397">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="41">
            <name>Description</name>
            <description>An account of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51398">
                <text>Tema: A biblioteca universitária como laboratório na sociedade da informação.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51399">
                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51400">
                <text>UFRGS</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51401">
                <text>2012</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51402">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51403">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51404">
                <text>Gramado (Rio Grande do Sul)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="62898">
              <text>Software livre para biblioteca: um estudo na área de Ciência da Informação no período de 2000 a 2010.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="62899">
              <text>Azevedo, Alexandre Willian; Azevedo, Jeferson Renato</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="62900">
              <text>Gramado (Rio Grande do Sul)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="62901">
              <text>UFRGS</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="62902">
              <text>2012</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="62904">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="62905">
              <text>O Software Livre tem sido, nos últimos anos, objeto de atenção por parte das empresas privadas e órgãos públicos, devido à otimização da autonomia, liberdade e custos. A tecnologia de informação e comunicação tornou algo primordial para as organizações disponibilizarem seus conteúdos (informações institucionais, produtos e serviços) objetivando atender demanda de sua necessidade informacional. Neste alicerce que o estudo teve como objetivo de identificar as pesquisas sobre Software Livre desenvolvido para bibliotecas, analisando as iniciativas brasileiras de adoção do software livre como estratégia de democratização do acesso as tecnologias da informação e alternativa para a dependência tecnológica em bibliotecas. O principal resultado do estudo apresenta o crescimento na produção científica na área da biblioteconomia e gestão da informação sobre Software Livre desenvolvido para bibliotecas.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="69391">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
</item>
