<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="5831" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/5831?output=omeka-xml" accessDate="2026-05-26T09:11:23-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="4896">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/50/5831/SNBU2018_229.pdf</src>
      <authentication>70027b879a450c52fac28d95b48ac056</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="62364">
                  <text>Eixo III - Ensino
EDUCAÇÃO DO USUÁRIO E COMPETÊNCIA INFORMACIONAL: NOVOS APORTES
PARA O TREINAMENTO DE USUÁRIOS EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS
USER EDUCATION AND INFORMATIONAL COMPETENCE: NEW CONTRIBUTIONS FOR
USER TRAINING IN UNIVERSITY LIBRARIES

Resumo: A valorização da informação, a grande quantidade de dados disponíveis na atualidade e
os avanços tecnológicos auxiliaram a mudança de comportamento dos usuários de bibliotecas
universitárias em relação à autonomia e busca de informação. Estas mudanças também refletiram
em transformações na atuação da biblioteca universitária e no planejamento de suas ações, que
podem ser sentidas de diferentes maneiras em suas atividades, em especial nas unidades que se
propõem a ser agentes de sustentabilidade institucional. O bibliotecário, como educador, deve
auxiliar o usuário a lidar com as novas tecnologias existentes e também estimular a aprendizagem
contínua. Com o intuito de capacitar os novos usuários de graduação sobre o uso da biblioteca e
seus serviços, bem como introduzi-los ao uso dos recursos e ferramentas que lhe serão úteis para as
necessidades imediatas e também pela vida toda, a biblioteca reformulou o seu tradicional
treinamento de ingressantes, adotando novos conceitos de educação do usuário e competência em
informação, além de usar como meio a educação à distância. Como resultados, o número de
ingressantes cadastrados aumentou, a inserção destes usuários no ambiente da Biblioteca foi mais
rápida e foi observada maior autonomia entre os alunos treinados no uso dos recursos da
Biblioteca.
Palavras-chave: Educação do usuário. Treinamento de usuários. Competência em Informação.
Ensino a distância.
Abstract: The value given to information, the huge quantity of data recently available and the
technological advances helped to change universit
and planning of its actions, which can appear differently in its activities, especially in the units
which aim at being institutional sustainability agents. The librarian, as an educator, should help the
user to deal with the new existing technology and should also stimulate the continuous learning.
Aiming to enable the new undergraduate users to use the library and its services and introducing
them to the use of resources and tools which will be useful for their immediate necessities and also

�new concepts of u
environment was faster and it was observed a greater autonomy among the students trained in the
Keywords: User education. User training. Information literacy. Distance learning.
Introdução
A valorização da informação, a grande quantidade de dados disponíveis na atualidade e os
avanços tecnológicos auxiliaram a mudança de comportamento dos usuários de bibliotecas
universitárias em relação à autonomia e busca de informação. Estas mudanças também refletiram
em transformações na atuação da biblioteca universitária e no planejamento de suas ações, que
podem ser sentidas de diferentes maneiras em suas atividades, em especial nas unidades que se
propõem a ser agentes de sustentabilidade institucional.
Uma das atividades impactadas diretamente por estas mudanças foi a educação do usuário
que, de forma irrestrita, foca na preparação do usuário para o uso dos recursos disponíveis em uma
unidade de informação, mas, e também, em uma preparação mais ampla e complexa, que
compreende o desenvolvimento da competência em informação, para atender uma determinada
necessidade informacional e para a aprendizagem ao longo da vida.
As bibliotecas têm se valido de diversas alternativas para efetivar suas ações de educação
de usuários e desenvolvimento da competência em informação em suas comunidades acadêmicas.
Uma das modalidades utilizadas pelas bibliotecas universitárias, com eficiência, é educação à
distância, que prevê a mediação didático-pedagógica, dos processos de ensino e aprendizagem, que
precisam ser realizados pelas unidades de informação, ocorrendo, deste modo, com o uso das
tecnologias de informação e comunicação.
Mas, ao destacar as necessidades do usuário e os benefícios que o ensino a distância
oferece, os bibliotecários precisam buscar, integrar e compartilhar os recursos informacionais e
tecnológicos (PIZZANI, 2011) e promover o desenvolvimento da competência em informação
também para si mesmos, ou seja, desenvolver-se melhor, para assim ter plenas condições de
oferecer boas ações em sua comunidade.
Consciente desta situação, a Biblioteca da Faculdade de Ciências em Letras (FCLAr), da
Universidade Estadual Paulista (Unesp), Campus de Araraquara, foi realizando, no decorrer dos
anos, algumas ações para capacitar sua equipe no desenvolvimento da competência em informação,
para que os mesmos estivessem preparados para realizar as ações com vistas ao desenvolvimento
de competências em sua unidade.

�promoção das fontes de informação científicas e desenvolvimento da competência em
Gabriela Belmonte de Farias, da Universidade Federal do Ceará. Além desta capacitação,
introdutória e generalista, outras formas de desenvolvimento foram estimuladas. A diretora,
responsável pela atual gestão, tornou-se doutoranda em Ciência da Informação, com foco na área
de estudo da Competência em Informação e foi convidada a fazer parte do Grupo de trabalho de
Competência Informacional, vinculado a Coordenadoria Geral de Bibliotecas (CGB) da
Universidade e do Grupo de Estudos de Comportamento e Competências Informacionais da Unesp
Marília, responsável por estudar e estabelecer políticas de competência em informação para a
rede de bibliotecas da Unesp.
Ou

oferecido pelo NEaD (Núcleo de Educação a Distância) da Universidade Estadual Paulista (Unesp)
(BATISTA, et al, [20--]).
Com os conhecimentos adquiridos, a equipe da Biblioteca desenvolveu, para o treinamento
de ingressantes de 2015, um curso a distância, utilizando como objeto de aprendizagem a
plataforma Moodle. O objetivo do curso era capacitar os novos usuários de graduação sobre o uso
da biblioteca e seus serviços, bem como introduzi-los ao uso dos recursos e ferramentas que lhe
serão úteis para as necessidades imediatas e também pela vida toda.
Esse trabalho apresentará o curso desenvolvido pela equipe da Biblioteca da FCLAr,
detalhando suas etapas de desenvolvimento, execução e avaliação, a experiência com o usuário e as
oportunidades futuras.
Iniciaremos pelo embasamento teórico que sedimentou a proposta.
Revisão de literatura
As bibliotecas universitárias têm um papel fundamental na educação dos usuários,
desenvolvendo programas de educação para promover habilidades relacionadas com localização,
seleção, acesso e utilização da informação (MELO et al., 2014).
O bibliotecário deve auxiliar na capacitação do usuário para lidar com a explosão
informacional e com as novas tecnologias existentes, ou seja, precisa ser muito mais que ponte
entre a informação e o usuário, precisa além de tudo, estimular a sua aprendizagem contínua.

�Melo et al. (2014) destaca que o bibliotecário, em frente a essa nova realidade, passa a ser
um mediador da informação, no qual ele ensina o usuário a utilizar as ferramentas informacionais,
possibilitando assim a busca e recuperação da informação e desenvolvendo a competência em
informação. Carvalho (2008) ressalta que nesse sentido o papel do profissional da informação
mudou, e passou a ser de educador, porque ele ensina os usuários a lidar com a informação de
forma efetiva.
competências que uma pessoa possui para identificar a informação, manipular fontes de
informação, elaborar estratégias de busca e localizar a informação, bem como avaliar as fontes de
-Lahera (2007) expõe que as competências informacionais são formadas por um
conjunto de conhecimentos, atitudes e habilidades imprescindíveis para o trato informacional e
para o processo formativo do indivíduo. Além disso, essas são indispensáveis para o
desenvolvimento contínuo ligado ao conceito de aprender a aprender e para formar o pensamento
crítico deste mesmo indivíduo. Sendo assim, as competências informacionais podem ser
consideradas fundamentos da vida prática e produtiva na Sociedade da Informação, conforme
descrito por Alves (2016, p. 46):
[...] podemos concluir que, em linhas gerais, a Competência Informacional pode
ser descrita como um processo de ensino-aprendizagem que abrange o indivíduo
ou determinado coletivo e tem como objetivo a otimização de conhecimentos, de
habilidades e de atitudes (informáticas, comunicativas e informativas) para lidar
de forma adequada e eficiente com a informação em diferentes contextos e
formatos. Para tal, é necessário realizar operações mentais complexas, capazes de
equilibrar as dicotomias advindas da prática e da teoria, da técnica e da
sensibilidade, dos direitos e dos deveres, do individual e do coletivo e do cidadão
e da sociedade. O indivíduo, competente em informação, deve ser capaz de usar
uma gama de recursos disponíveis de forma crítica, consciente e comprometida
para satisfazer suas necessidades informacionais em diferentes contextos.

A American Library Association (ALA) apresenta os requisitos básicos para a pessoa ser
competente em informação são: saber buscar, avaliar, filtrar e usar a informação (FARIAS, 2014).
Além disso, a American Associations School Librarians (AASL) destaca que a competência em
informação capaci
2014, p.21).
Essa nova realidade da sociedade e o novo perfil dos usuários, foi ratificada em diversos
documentos, como a Declaração de Maceió sobre a Competência em informação (2011), Manifesto
de Florianópolis sobre a Competência em Informação e as populações vulneráveis e minorias

�(2013) e Carta de Marília (2014) e aos novos documentos da ALA e ACRL (2015). Nesse contexto
a competência em informação e a criatividade assumiram uma importante função na sociedade do
conhecimento (FARIAS, 2014) e estimularam as bibliotecas a agir de maneira diferenciada para
atender esta nova demanda.
A biblioteca universitária é um ambiente que deve constantemente reavaliar as suas
atividades para estar sempre em sintonia com as necessidades de sua comunidade usuária
(SANTOS; GOMES; DUARTE, 2014). Dessa forma, deve ser um espaço ideal para as ações que
propiciem o desenvolvimento da Competência Informacional e de mediação da informação.
Segundo Caregnato (2000, p.48):
Bibliotecas acadêmicas desempenham um papel central no processo educacional;
além de apoiar a pesquisa, o ensino e o aprendizado através da provisão do acesso
a informação, elas também devem oferecer serviços voltados para o aprendizado
de métodos e técnicas de uso da informação e exploração dos recursos
informacionais, tanto para atividades relacionadas ao curso imediato de estudo
quanto para as necessidades da vida profissional futura.

Como dissemos as bibliotecas têm utilizado várias alternativas para realizar suas ações de
educação de usuários e desenvolvimento da competência em informação e, dentre elas, destaca-se
educação à distância.
A utilização do ensino a distância visa a democratização do ensino, frente a explosão
informacional. Dessa forma, as bibliotecas conseguem ter apoio na educação a distância para
capacitar seus usuários e estimular a autoaprendizagem (RONCHESEL; PACHECO, 2008). De
acordo com Moran (1998) é importante educar para a autonomia, porque dessa forma, cada pessoa
encontrará seu próprio ritmo de aprendizagem.
informação e comunicação e o uso da Internet como ferramenta do processo de ensinoaprendizagem, as bibliotecas devem considerar a educação a distância como uma oportunidade
capazes de pesquisar os recursos informacionais à sua disposição, desenvolvendo assim,
competências e habilidades que resultem na construção de conhecimentos (CÓRDOBA
GONZÁLEZ, 1998).
Conscientes da importância da educação de usuários, do desenvolvimento das competências
em informação e com o intuito de tornar o usuário independente em suas pesquisas e atividades
informacionais, a Biblioteca da FCLAr elaborou o treinamento de calouros de 2015 num ambiente
digital, através do software Moodle (Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment),

�que é um ambiente de aprendizagem a distância que foi desenvolvido pelo australiano Martin
Dougiamas em 1999. O sistema é um software livre e gratuito e possui várias ferramentas como:
fóruns, diários, chats, questionários, textos wiki, etc. O uso destas tecnologias, como aponta Torres
e Silva (2008) apresenta vantagens como: independência geográfica do aluno, flexibilidade
temporal, aprendizagem ativa e auto-avaliação.
Na seção seguinte, apresentaremos brevemente a Biblioteca da FCLAr e o modo como o
novo serviço foi desenvolvido.
Materiais e métodos
A Biblioteca da FCLAr atualmente está vinculada administrativamente à Direção da
Faculdade e tecnicamente à Coordenadoria Geral de Bibliotecas (CGB) da Unesp. Possui,
aproximadamente, 9100 usuários cadastrados (sendo 3576 ativos) e conta com um acervo de
aproximadamente 241.000 itens. São efetuados aproximadamente 90.000 empréstimos e 100.000
renovações on line por ano.
Além do acervo geral, a Biblioteca da FCLAr, possui salas especiais e acervos particulares
que foram doados e que contribuem para atender as necessidades dos usuários da instituição, são
eles: Sala de Estudos Clássicos Professora Gilda Reale Starzynski; Centro de Estudos Portugueses
Jorge de Sena; Sala de Estudos Sociais - Coleção Octavio Ianni; Sala de Cultura Africana: ÁfricaAfrobrasilidades-Diáspora Negra; Sala de Estudos Pedagógicos; Coleção Yedda &amp; Augusto
Frederico Schmidt; Biblioteca Sônia Sterman Ferraz e José Bento Faria Ferraz;, Coleção de obras
raras e reservadas e atualmente foi incorporada a Biblioteca Heleieth Saffioti, com a doação das
obras desta importante socióloga.
Como principais produtos e serviços oferecidos pela Biblioteca da FCL destacam-se:
consulta local; empréstimo domiciliar; empréstimo unificado; empréstimo entre bibliotecas (EEB);
comutação bibliográfica nacional e internacional (COMUT); orientações para pesquisa e
levantamentos bibliográficos em bases de dados on-line; acesso a bibliotecas eletrônicas nacionais
e internacionais; normalização bibliográfica, orientações e treinamentos; exposições; videoteca;
catalogação na fonte da produção científica da Unidade; assessoria para publicações periódicas e
monográficas; gerenciamento do Portal de Periódicos FCL; Laboratório de Acessibilidade e
Desenvolvimento (LAD).
A rede de bibliotecas da Unesp oferece um grande e variado acervo que é acessível pelo a
catálogo unificado da instituição (Parthenon e Athena). Os usuários cadastrados em uma das
bibliotecas da instituição podem utilizar o acervo de todas as Bibliotecas de forma presencial

�(empréstimo unificado) ou ter acesso a itens, fora de sua biblioteca de origem, via serviço de EEB
(BATISTA et al., [20--]).
A Biblioteca da FCLAr considera como usuários cadastrados, docentes, discentes e
servidores técnico-administrativos vinculados a Unesp. No caso dos alunos ingressantes, para se
tornarem usuários dos serviços da Biblioteca devem, obrigatoriamente, participar de um
treinamento inicial.
Anteriormente esse treinamento era oferecido presencialmente, em sala de aula. A Direção
da Biblioteca entrava em contato com os coordenadores de curso e agendava uma aula de duas
horas para passar o conteúdo do treinamento para os alunos. As atividades se dividiam em duas
etapas: uma sessão teórica, de cerca de uma hora, e uma sessão prática, também com cerca de uma
hora, na qual era realizada uma visita guiada e um teste prático de busca de um item no acervo.
Posteriormente era realizado o cadastro de cada aluno no sistema (Aleph).
No final de 2014, a equipe da Biblioteca, mais instruída sobre os conceitos de
desenvolvimento da competência em informação, iniciou uma reformulação de suas ações
vinculadas a educação do usuário e, estabelecer um novo formato ao tradicional treinamento de
calouros, foi a opção mais viável de iniciar as novas ações, valendo-se, agora, das vantagens do
ensino à distância, por meio do uso do software Moodle, já adotado pela Faculdade de Ciências e
Letras.
A opção por iniciar esta nova fase da educação de usuários da Biblioteca da FCLAr pelo
treinamento de calouros foi porque este é o primeiro grande contato da equipe da Biblioteca com
os discentes. A equipe também observou que muitos estudantes chegavam à Universidade sem uma
anterior com uma estrutura semelhante foi
mínimo e a experiência em realizar pesquisas da maneira adequada ainda menor... Com a nova
proposta, esperava-se que este primeiro contato se estreitasse, o novo treinamento já estimularia a
autonomia do estudante e, com o novo formato, os alunos já teriam contato com o programa
Moodle, sistema muito usado pelos professores da Faculdade.
O novo modelo de treinamento170 foi criado com o objetivo de apresentar para os discentes
recém-ingressos da FCLAr a Biblioteca, o uso do catálogo e fornecer subsídios para a autonomia
dos mesmos no processo de pesquisa e busca de obras acervo, além de demonstrar serviços
170

Segundo Beluzzo (2007) podemos definir educação do usuári
interioriza comportamentos adequados em relação à competência de acesso e ao uso da informação, desenvolvendo
o são ações e/ou
acesso e de uso da informação. Envolve-se, especificamente, o conhecimento de um conjunto de meios necessários
pesar do novo escopo de atividade proposta pela equipe da Biblioteca da FCLAr adotar o conceito de
educação do usuário, esta atividade específica, ainda pode ser caracterizada como um treinamento. O termo também
foi mantido por ser de melhor aceitação na comunidade.

�oferecidos pela Biblioteca. O treinamento continua obrigatório e é composto por vídeos de
apresentação, tutoriais e, para processo de a avaliação da aprendizagem, foi usado a ferramenta de
questionário disponível pelo sistema Moodle. A visita guiada e a atividade prática não são mais
obrigatórias, mas a visita guiada ainda é oferecida na semana de recepção aos calouros.
O treinamento
Para fazer o treinamento o aluno deve, em primeiro lugar, se inscrever na plataforma
Moodle, o link e informações para o curso estão disponíveis no site da Biblioteca 171. Depois de
receber o e-mail de confirmação ele acessa o curso com a chave de acesso. Caso o aluno tenha
dificuldades durante a realização do curso foi elaborado um tutorial para auxiliá-lo.
O curso é formado, como se pode ver na figura 1, por dois vídeos e seis tutoriais:
Figura 1

Treinamento para o uso da Biblioteca

Fonte: Unesp (2015).

sobre a Biblioteca com informações como: descrição da infraestrutura física do prédio, enumeração
e descrição das salas especiais e em quais delas os materiais podem ser emprestados; dados do
acervo; entradas e saídas da biblioteca, com destaque para a porta de entrada única e as postas de
emergência; objetos que o usuário não pode entrar no acervo; como emprestar uma chave para
guardar os pertences nos armários; como os livros são dispostos nas prateleiras e estantes; como é
formado o número de chamada; onde o aluno deve procurar se o livro não estiver na estante e não
estiver emprestado; localização dos microcomputadores para consulta do acervo; tabela com os

171

Está disponível em: &lt;http://www.fclar.unesp.br/#!/biblioteca/&gt;. Acesso em: 15 jan. 2018.

�tipos de materiais, prazos e quantidade de empréstimos, multas e orientações gerais como horário
de funcionamento e sinal sonoro no fechamento da biblioteca.
deo que
já era demostrado para os calouros em sala de aula. Esse vídeo foi mantido porque apresenta
informações importantes das salas especiais e dos doadores, conduta dos alunos no acervo
(silêncio, limpeza, preservação, proibição para consumo de bebidas, alimentos ou fumo; destaques
para vigilância e prevenção ao vandalismo, como rabiscar, esconder ou roubar itens, etc.) e
serviços prestados (empréstimo domiciliar, empréstimo unificado, pesquisa bibliográfica, EEB,
Comut, Orientação quando ao uso das normas da ABNT).
Depois de ver os vídeos, o calouro deve assistir os tutoriais para uso do catálogo Parthenon.

o aluno quer retirar um item para o empréstimo domiciliar. Além disso, nesse tutorial é indicado
onde encontrar o número de chamada do item e se o mesmo encontra se na estante ou se está
emprestado. Vale ressaltar, também, que a Unesp investe bastante em recursos eletrônicos como ebooks e periódicos on line que podem ser acessados via o catálogo Parthenon.
O tutorial 2 ensina a fazer a renovação on line dos empréstimos, recurso bastante utilizado
pelos alunos, no qual apresenta uma média de 100.000 transações por ano. O aluno não conseguirá
renovar seus empréstimos se tiver algum impedimento (atraso ou multa) de algum material de
qualquer biblioteca da rede ou se o material tiver reserva para outro usuário.
O próximo tutorial apresenta a opção de reservar um material, que pode ser feito quando o
material desejado está emprestado para outro usuário. O usuário só consegue reservar itens de sua
biblioteca de origem. Assim que o exemplar é devolvido no balcão de atendimento o usuário é
avisado automaticamente pelo sistema por e-mail, esse material ficar separado para o usuário que
reservou por um dia e caso não venha retirá-lo a reserva expira.
O tutorial 4 ensina a solicitar obras por EEB. O tempo de empréstimo é estabelecido pela
biblioteca fornecedora do material. Para complementar as informações deste tutorial, na página da
biblioteca, no link Serviços

EEB, há disponível um passo a passo, para auxiliar os usuários em

caso de dúvidas. Tanto para renovar, reservar ou pedir EEB para a rede de bibliotecas da Unesp o
ambém verá os dados dos empréstimos e solicitações.
A Unesp tem convênio com a USP, Unicamp e UFSCar para EEB. Desta forma, o
penúltimo tutorial ensina o aluno a pedir obras destas universidades.

�O último tutorial traz uma tabela com os tipos de materiais disponíveis, quantidades que
podem ser emprestadas, prazos de empréstimos e multas.
A duração, total, dos vídeos disponíveis no treinamento, é de 26 minutos.
Depois de ver todo o conteúdo do treinamento o aluno deve responder um questionário com
10 questões (vide figura 2). Para ter o certificado e direito a fazer o cadastro na biblioteca, o aluno
deve acertar 7 ou mais questões.
Figura 2 Questionário de avaliação

Fonte: Unesp (2015).

Esse questionário substituiu a fase prática do formato antigo do treinamento, onde se
entregava uma referência de um livro ao aluno e esse tinha que pesquisar no catálogo e buscar o
livro na estante. Para a avaliação foi montado um banco de dados com 30 questões que são
distribuídas aleatoriamente para cada questionário gerado. A média de acertos e notas do
treinamento de 2015, dos alunos aptos para fazer o cadastro na biblioteca, foi 8,48. Esta avaliação,
mas do que uma prova da realização do treinamento, também é um feedback do que foi apreendido
pelo usuário a respeito do conteúdo exposto e elaborado pela equipe da Biblioteca. Por meio desta
avaliação também poderemos avaliar nosso trabalho e fazer alterações necessárias para anos
seguintes.
Após a avaliação o usuário deve imprimir o certificado de conclusão do treinamento e
trazê-lo na Biblioteca munido de seu documento CPF para realização do cadastro biométrico na
Biblioteca. Com a realização do cadastro biométrico, o usuário já pode realizar empréstimos dos
materiais e/ou solicitar os demais serviços oferecidos pela Biblioteca.

�Resultados
Todo ano a Faculdade de Ciências e Letras recebe em média 500 calouros, o primeiro
treinamento on line que foi realizado em 2015, totalizou 501 pessoas que efetuaram o treinamento.
Desse número, 482 pessoas realizaram o cadastro biométrico. O treinamento ficou disponível na
página da Biblioteca durante os meses de março até junho de 2015.
Em uma breve comparação, com os anos anteriores, usaremos como exemplo o ano de
2014. Em 2014 realizamos o treinamento presencial, em um total de 18 sessões. Para atender todas
as turmas ingressantes da Unidade, 10 treinamentos foram em sala de aula no período diurno e
noturno e 8 treinamentos foram oferecidos posteriormente, em dias e horários alternados,
realizados na própria Biblioteca.
Desse modo, foi observado que antes de 2015 com o treinamento presencial, um número
expressivo de alunos não realizavam o treinamento, por diversos motivos, deixando para fazê-lo
nos anos seguintes do seu curso.
No ano de 2015, se compararmos a quantidade de alunos que ingressam na Faculdade
(500), somente 18 alunos não realizaram o cadastro. Em 2016 um total de 409 alunos realizou o
treinamento, e no ano de 2017, 482 alunos realizaram o treinamento. Observa-se, assim, que 96,4%
dos ingressantes realizaram o curso durante o último ano. Contabilizando uma média de mais de
90% de ingressantes que realizaram o curso nos últimos 3 anos.
A Faculdade, nos últimos 5 anos, realiza a Semana de Recepção de Calouros e a Biblioteca
participa ativamente das atividades, com visitas guiadas e na apresentação das áreas da Faculdade.
A visita guiada é a apresentação da Biblioteca para o calouro e ao final da atividade é realizado um
sorteio de livros para os ingressantes. Aproveitamos o momento para informar sobre o treinamento
e sobre sua característica on line. O cadastramento dos alunos é iniciado uma semana após a
realização da Semana de Recepção de Calouros.
Percebemos que os usuários, no momento do cadastro na Biblioteca, ao ser abordado pelo
funcionário sobre o que achou do treinamento on line, a maioria respondeu que gostou e que as
informações foram pertinentes para ele entender os serviços e recursos da Biblioteca.
Com esses resultados, a equipe percebeu que o treinamento agilizou e otimizou a inclusão
dos calouros para utilização dos serviços da Biblioteca. O principal ponto destacado pelos alunos é
a facilidade de realizar o treinamento em qualquer local e horário, sem a necessidade de agendar
um dia e horário específico. Por isso, para verificarmos essa percepção, no ano de 2018, será
elaborada uma avaliação do treinamento, na qual iremos diagnosticar a receptividade e a qualidade
do curso, junto aos usuários, agora com o período maior de tempo de aplicação.

�Considerações
A biblioteca, em especial a biblioteca universitária, tem um papel fundamental na formação
do usuário, no que tange a competência em informação. E o bibliotecário, como mediador da
informação, necessita capacitar o usuário a lidar com a informação, bem como com recursos e
serviços informacionais, possibilitando assim a busca e recuperação da informação e
desenvolvendo as competências em informação.
para o desenvolvimento de competências em informação que deve atuar de modo integrado ao
Com relação ao desenvolvimento da competência em informação, consideramos, conforme
ão de conhecimentos, habilidades

pela Biblioteca da Faculdade de Ciências e Letras é uma ação inicial e preparatória, para que os
usuários consigam realmente acessar e dominar os processos do microambiente biblioteca e,
principalmente, uma ação que promove a autonomia dos mesmos, para o uso pleno e adequado dos
produtos, recursos e serviços desenvolvidos por essa unidade de informação.
A equipe percebeu que o treinamento on line agilizou e aperfeiçoou a inclusão dos calouros
no ambiente da Biblioteca, além da conveniência de poder ser realizado no dia, horário e local mais
apropriado para cada usuário.
O próximo passo da equipe da Biblioteca da FCLAr consiste na realização de uma
avaliação mais complexa, que nos permita um diagnóstico da aceitação e da aprendizagem do
conteúdo exposto nesta primeira iniciativa.
Em paralelo, também finalizaremos as propostas de novos cursos, formalizando um
programa de competência em informação da Biblioteca para as ações de educação do usuário. O
uso da ferramenta de educação à distância mostrou-se muito válido e certamente será o meio
adotado para a continuidade do programa. Outro objetivo a ser incorporado nas novas ações é
melhorar o método didático, a partir dos resultados do curso de Didática para Bibliotecários,
realizado pela diretora da Biblioteca, junto ao Grupo de Competência Informacional da CGB.
De modo geral, as novas iniciativas irão focar no desenvolvimento de competências em
informação de forma mais complexa, além de explorar conteúdos que abordem ferramentas e usos

�de recursos informacionais para otimizar e divulgar a produção científica na unidade e outras
demandas que venham a surgir.
Referências
ALVES, A. P. M. Competência informacional e o uso ético da informação na produção
científica: o papel do bibliotecário na produção intelectual no ambiente acadêmico. 2016. 287f.
Tese - (Doutorado em Ciência da Informação) - Faculdade de Filosofia e Ciências, Universidade
Estadual Paulista, Marília, 2016.
ASSOCIATION OF COLLEGE AND RESEARCH LIBRARIES [ACRL]. Framework for
Information Literacy for Higher Education. Chicago: ALA, 2015. Disponível em:
&lt;http://www.ala.org/acrl/standards/ilframework&gt;. Acesso em: 18 mar. 2015.
BATISTA, E. M. T. et al. Treinamento de usuários em bibliotecas universitárias. In:
INFORMAÇÃO, CONHECIMENTO E COMPETÊNCIA: DIFERENCIAIS DE GESTORES
NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS. [S.l.]: MMH Cursos, [20--]. No prelo.
BELUZZO, R. C. B. Construção de mapas: desenvolvendo competências em informação e
comunicação. 2. ed. rev. ampl. Bauru: Cá entre Nós, 2007.
CAREGNATO, S. E. O desenvolvimento de habilidades informacionais: o papel das bibliotecas
universitárias no contexto da informação digital em rede. Revista Biblioteconomia &amp;
Comunicação, Porto Alegre, v.8, p.47-55, jan./dez. 2000.
CARTA de Marília. Marília, 2014. Disponível em:
&lt;http://www.valentim.pro.br/GICIO/Textos/Carta_de_Marilia_Portugues_Final.pdf&gt;. Acesso em:
8 jun. 2015.
CARVALHO, F. O. de. Educação e estudos de usuários em bibliotecas universitárias
brasileiras: abordagem centrada nas competências em informação. 2008. 145f. Dissertação
(Mestrado em Ciência da Informação) Universidade de Brasília, Brasília, 2008.
CÓRDOBA GONZÁLEZ, S. La formación de usuários com métodos participativos para
estudiantes universitários. Ciência da Informação, Brasília, v.27, n.1, p.61-65, jan./abr. 1998.
CUNHA, M. B. da; CAVALCANTI, C. R. O. Dicionário de biblioteconomia e arquivologia.
Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 2008.
DECLARAÇÃO de Maceió sobre a Competência em informação. Maceió, 2011. Disponível em:
&lt;http://www.febab.org.br/declaracao_maceio.pdf &gt;. Acesso em: 8 jun. 2015.
FARIAS, G. B. de. Competência em informação no ensino de Biblioteconomia: por uma
aprendizagem significativa e criativa. 2014. 183f. Tese (Doutorado em Ciência da Informação) Faculdade de Filosofia e Ciências, Universidade Estadual Paulista, Marília, 2014.
MANIFESTO de Florianópolis sobre a Competência em Informação e as populações vulneráveis e
minorias. Florianópolis, 2013. Disponível em: &lt;http://competenciainformacional.blogspot.com.br/2013/11/manifesto-de-florianopolis-sobre.html&gt;. Acesso em: 8 jun.
2015.

�MARTÍ-LAHERA, Y. Alfabetización informacional. Buenos Aires: Alfagrama, 2007.
MELO, A. C. A. U. et al. Ações de educação de usuários no sistema de bibliotecas da UFC: rumo à
competência em informação. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS
UNIVERSITÁRIAS, 18., 2014, Belo Horizonte. Anais... Belo Horizonte: UFMG, 2014.
Disponível em: &lt;https://www.bu.ufmg.br/snbu2014/wp-content/uploads/trabalhos/121-1741.pdf&gt;.
Acesso em: 28 maio 2015.
MORAN, J. M. Internet no ensino universitário: pesquisa e comunicação na sala de aula. Interface
Comunicação, Saúde, Educação, Botucatu, v.3, p.125-129, 1998.
PIZZANI, L. et al. A educação à distância e o treinamento de usuários de bibliotecas universitárias:
a percepção dos acadêmicos. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, São
Paulo, v.7, n.2, p.156-171, jul./dez. 2011.
RONCHESEL, M. H. S.; PACHECO, L. K. Diretrizes para cursos a distância de capacitação de
usuários em bibliotecas universitárias. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação,
São Paulo, v.4, n.2, p.233-243, 2008.
SANTOS, R. R.; GOMES, H. F.; DUARTE, E. N. O papel da biblioteca universitária como
mediadora da informação para a construção de conhecimento coletivo. DataGramaZero, Rio de
Janeiro, v. 15, n. 2, abr. 2014. Disponível em: &lt;http://www.dgz.org.br/abr14/Art_04.htm&gt;. Acesso
em: 14 jun. 2014.
SILVA, L. V. da. Competências em Informação dos estudantes de graduação para a
elaboração dos trabalhos acadêmicos: a contribuição das bibliotecas universitárias da UFBA.
2009. 144f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) - Instituto Ciência da Informação da
Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2009.
TORRES, A. A.; SILVA, M. L. R. da. O ambiente Moodle como apoio a educação a distância. In:
SIMPÓSIO HIPERTEXTO E TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO, 2., 2008, Recife. Anais
eletrônicos... Recife: UFPe, 2008. Disponível em:
&lt;https://www.ufpe.br/nehte/simposio2008/anais/Aline-Albuquerque-Torres-e-Maria-LuziaRocha.pdf &gt;. Acesso em: 11 maio 2015.
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA [UNESP]. Faculdade de Ciências e Letras.
Biblioteca. Treinamento de calouros. Disponível em:
&lt;http://master.fclar.unesp.br/#!/biblioteca/calouros/&gt;. Acesso em: 08 jun. 2015.

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="50">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51405">
                <text>SNBU - Edição: 20 - Ano: 2018 (UFBA - Salvador/BA)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51406">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="41">
            <name>Description</name>
            <description>An account of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51407">
                <text>Tema: O Futuro da Biblioteca Universitária na Perspectiva do Ensino, Inovação, Criação, Pesquisa e Extensão.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51408">
                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51409">
                <text>UFBA</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51410">
                <text>2018</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51411">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51412">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51413">
                <text>Salvador (Bahia)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="62356">
              <text>Educação do usuário e competência informacional: novos aportes para o treinamento de usuários em bibliotecas universitárias.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="62357">
              <text>Silva, Sandra Pedro da; Alves, Ana Paula Meneses; Batista, Elaine Martiniano Teixeira; Nascimento, Luiz Borges Gomide do; Serrador, Camila Domingos Peres</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="62358">
              <text>Salvador (Bahia)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="62359">
              <text>UFBA</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="62360">
              <text>2018</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="62362">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="62363">
              <text>A valorização da informação, a grande quantidade de dados disponíveis na atualidade e os avanços tecnológicos auxiliaram a mudança de comportamento dos usuários de bibliotecas universitárias em relação à autonomia e busca de informação. Estas mudanças também refletiram em transformações na atuação da biblioteca universitária e no planejamento de suas ações, que podem ser sentidas de diferentes maneiras em suas atividades, em especial nas unidades que se propõem a ser agentes de sustentabilidade institucional. O bibliotecário, como educador, deve auxiliar o usuário a lidar com as novas tecnologias existentes e também estimular a aprendizagem contínua. Com o intuito de capacitar os novos usuários de graduação sobre o uso da biblioteca e seus serviços, bem como introduzi-los ao uso dos recursos e ferramentas que lhe serão úteis para as necessidades imediatas e também pela vida toda, a biblioteca reformulou o seu tradicional treinamento de ingressantes, adotando novos conceitos de educação do usuário e competência em informação, além de usar como meio a educação à distância. Como resultados, o número de ingressantes cadastrados aumentou, a inserção destes usuários no ambiente da Biblioteca foi mais rápida e foi observada maior autonomia entre os alunos treinados nouso dos recursos da Biblioteca.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="69331">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
</item>
