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gentilmente por:

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19

20

�CONGRESSO BRhdILEIRO DS BIBLIOTECONOMIA E DOGUI.fáNTÁÇÃO

Bibliotecas especializadas
O especialista em informação científica
por
Heloisa Medeiros

Fortaleza
1963

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16

17

lí

�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSIDADE DO CEARA
7 a 14 ãe julho de 1963

TEMA III - Informação Cientifica

BIBLIOTECAS ESPECIALIZADAS

O especialista em infomaçao científica
por
Heloisa Medeiros (»)

CDU 002.007

SÃO PAULO
„ h

oy

M:

(♦) Bibliotecária do IBBD
2a« Secretária da FEBAB

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&lt;/

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16

17

�SINOPSE

Definição dos termos: bibliotecário, bibliotecário especializado,

especialista em informação científica, e especialista em infor-

mação documentária

(documentalista).

seus serviços específicos nos
mentaçãcfi

campos

A biblioteca especializada

e

da informação científica e da docu

o catálogo analítico de artigos de periódicos técnico-cientí-

floos e a sua importância na biblioteca espeoialiaaãa.
blbllote cas especializadas e sua formação.

Pessoal

Proposta para loma

para as
campanha

no sentido da criação de cursos e disposição de maiores recursos pelas
bibliotecas especializadas para a formação e aproveitamento dos especi_a
listas em informação cientifica na assistência aos tecnicoa,
e estudiosos em geral.

cientistas

Importância e necessidade dessa assistência té-

onlco-cientifica nas

instituições de pesauisa e culturais ou nas organ_l

zações Industriais,

Programas dos cursos

já existentes e propostos pa-

ra a formação do especialista em informação científica e documentária.

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�TEMA III - Informaçao Cientifica
BIBLIOTECAS ESPECIALIZADAS
0 especialista em informaçao cientifica
Neste trabalho pretendemos expor algtimas opiniões pessoais sobre
■ a formação de pessoal para as bibliotecas especializadas que tem como
finalidade precípua servir a institutos de pesquisa,

instituições cul

turais governamentais ou não, e organizações industriais. Estas opin^
ões se baseiam na experiência de serviço na Seção de Pesquisas Biblio
gráficas e Traduções do Serviço de Informações Tecnico-Científicas do
Instituto Brasileiro de Bibliografia e Dociomentação

(IBBD),

em obser-

vações de bibliotecas especializadas como a do Instituto de Pesquisas
Hidraulicas da Universidade do Rio Grande do Sul onde estivemos colaborando em 1962, além de informações de técnicos e cientistas.
1

-

Definições; Desejamos definir,
ta,

1»1

-

segundo o nosso ponto de

vis-

alguns termos que usaremos nesta exposição:

Bibliotecário - aquele que tem o Curso Superior de Biblioteco_
nomia pela Biblioteca Nacional ou escolas de

biblioteconomia

do país.
1.2

-

Bibliotecário especializado - aquele que além do Curso Super^
or de Biblioteconomia possui noções de um assunto especializa
do adquiridas ri\im cvirso de extensão universitária do tipo dos
cursos que o IBBD vem realizando desde 1955
sas Bibliográficas em Ciências Naturais,
Matematicas,

Ciências Médicas,

(Cursos de Pesqu^

Ciências Pisicas

Tecnologia,

Ciências

e

Agríco-

las ).
1«5

-

Especialista em informação científica - aquêle que além de um
curso superior técnico-clentífIco como Engenharia, Medicina,
Química, possui noções de biblioteconomia e documentação

ad-

quiridas em cursos de extensão universitária a serem criados,
/s
de preferencia, nas universidades e institutos de pesquisa.As
bibliotecárias Terezine Arantes Ferraz e Célia Ribeiro
ja vem dando cursos de iniciação deste tipo,

Digitalizado
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Zaher

respectivamente

^Scan
^ ... ur...».,.,.

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16

17

1^

�na Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo e no
Centro Nacional de Informaçao Cientifica em Microbiologia
Universidade do Brasil;

da

os programas destes cursos encontram-

-se em Anexo 6.3 e é.Ij. a este trabalho e,

ainda, o projeto pa-

ra um programa que foi aprovado no Seminário sobre

Bibliote-

cas Médicas realizado no IBBD em novembro de 19é2.(Anexo 6,5)
Observação;

O termo "especialista em informação

científica "

foi proposto pelo bibliotecário Edson Nery da Fon
^ seca em comimicação apresentada à XIXI Revinião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso
Ciência,

da

em julho de 19él.

Especialista em informação documentária

(documentalista) - a-

quêle que além do Curso Superior de Biblioteconomia possui
maiores conhecimentos de Documentação adquiridos num curso do
tipo prescrito pelo Dr. S.

R.

Rangsmathan no seu " Course

of

training for documentalist" apresentado na 26^ Conferencia Ge_
ral da Federação Internacional de Documentação, realizada
Rio de Janeiro em julho de 1960.

no

(ver Anexo é.6)

Observaçao; No Brasil ha muitos documentalistas

improvisados

pois não existe um curso oficializado para a formação de documentalistas, mas existe a carreira
de documentalista no serviço publico.

Por issonao

podemos chamar aos especialistas em informaçao c^
entifica de documentalistas.
Serviços da biblioteca especializada:

Os serviços técnicos de

rotina são comiins a todas as bibliotecas especializadas

ou

não, mas estas últiraas têm suas funções principais nos campos
da documentação e da informação científica.
A biblioteca especializada se situa entre a biblioteca geral
e o centro de documentação ao qual passa pela ampliaçao
seus serviços. Pelas

suas funções esta biblioteca

I Digitalizado
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dos

compreende

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ste
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17

lí

19

�serviços como o de

cpmpilaçao de bibliografias especializa-

das, elaboração de resumos

(abstracts),

traduções,

serviços

de reprodução^ e impressão de docvimentos, de que pode prescindir ixtna biblioteca geral. Mesmo serviços atribuídos a centros
de documentação como a organizaçao de catalogos coletivos
a programação de cursos e assistência técnica,

podem

e

também

existir nesse tipo de bibliotecas.
Um serviço específico de bibliotecas especializadas qúe acha
mos da maior importancla e o da elaboraçao de catalogos analíticos de artigos de periódicos técnicos e científicos.

Os

trabalhos publicados em periódicos nacionais e estrangeiros
especializados, nos chegam por inter^nédio de obras de

refe-

renoia como Índices e resvimos bibliográficos com bastante atraso e o material nacional muitas vezes permanece
pela falta de obras de referencia nacionais»

ignoz»ado

Para servir

ao

estudioso e ao pesquisador na atualização permanente do campo da sua especialidade ou para a elaboração de toses e
balhos,

tra-

com a informação mais recente do que foi publicado

sobre o assvinto,

a biblioteca especializada deve

complemen-

tar a coleção de periodicos especializados com o catalogo analitico dos seus artigos,permitindo assim a rápida

compila

ção de bibliografias e a localização e consir.lta a este material que so então se tornará realmente acessivel aos que dele necessitam, Quando a revista especializada, nacional
estrangeira,

chega a biblioteca,

diatamente transportados,

ou

seus artigos devem sei' ime-

sob a forma de referencias blblio-

' JT» •
'
'
*
grafxcas, para o catalogo analitico e se possivel com o resu
/
/
mo, mesmo porque a maioria dessas revistas técnicas e cient^
ficas

ja trazem resumos ou sinopses dos seus artigos e

mui-

^
A
tas vezes em fichas destacaveis. Ainda haveria a grande vantagem de tornar opcional a compra de obras de referencia

de

custo elevado pelas bibliotecas especializadas de poucos re-

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-gentilmente por:

�- ij. cursos. Ja no

Congresso Brasileiro de Biblioteconomia,rea-

lizado em 195^ ein Recife, a bibliotecária Sully Brodbeck

do

Instituto de Pesquisas Tecnológicas da Universidade do
Grande do Sul,

Rio

em trabalho apresentado ao Congresso, ressalta

va entre as deficiências registradas cora maior freqüência
biblioteca especializada,

na

a necessidade e importância da cata

logação analítica dos artigos de revistas, desejo de 100^ dos
pesquisadores de todo o mundo.
Pessoal da biblioteca especializada:

Para os serviços técni-

cos com\ins a todas as bibliotecas bastará a orientação
bibliotecário,

de um

de preferência especializado no caso da blblio_

teca especializada que também necessitará para bem cumprir

a

sua finalidade do especialista em infomação científica.
Se bem que

já relativamente grande o número de bibliotecas es_

pecializadas no pais,

como podemos verificar pelo "Guia

bibliotecas especializadas",
em 1962,

das

organizado e publicado pelo IBBD

ainda muito poucas contam com bibliotecários especia

lizados sem falar no especialista em informaçao cientifica que
Q uma profissão ainda a ser criada.

O bibliotecário especial^

*&gt;*
P
zado ou nao, em geral com acximulo de serviços e falta de aux^
liares,

atende com a maior boa vontade e na medida

das

suas

possibilidades aos estudiosos, mas urge a complementação

do

pessoal da biblioteca especializada pelos especialistas em in
íV
' è
formaçao cientifica

/
(ou documentalistas no caso de bibliotecas

especializadas em documentação) não só para a orientação
ral dos serviços técnicos da biblioteca,

ge-

como ainda,

e sobre-

tudo, para os serviços especificados era 2.1 e 2.2 na

função

de auxiliares diretos do técnico e do cientista na seleção,
pesquisa, corapileção, localizaçao e obtenção do material
bliografico para os seus estudos e trabalhos,
traduções e resumos,
teses,

colaboraçao

biem

apresentação padronizada de relatórios e

e sua divulgação.

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llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll
]_4
]_5
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1

�Para a formação destes especialistas em informação cientifica
achamos que os cursos de extensão universitária devem ter uma
feição própria. Assim sugerimos dois programas
em Anexo

e 6.2,

apresentados

sendo que o último é do tipo dos de inicia

ção já mencionados em

I.3 e que nos parecem muito úteis quan-

^
0
do nao ha possibilidade de realizar xm curso mais extenso.
Proposta: Em vista da urgência na formação desse pessoal espe_
cializado em informação cientifica, fazemos -um apelo aos cien
tistas,

técnicos, pesquisadores e bibliotecários para que, no

/A
N
seu proprio interesse, promovam uma campanha junto as adminis_
trações das viniversidades e instituições culturais e de
quisa,

administrações essas muitas vezes ignorando as

pesreais

necessidades dos estudiosos, para que providenciem;
A criaçao de cursos nessas instituições e iiniversidades
a fomaçãc

para

de pessoal especializado em informação científica,

com candidatos selecionados entre os estudantes do ultimo ano
dos cursos das faculdades e profissionais

já formados,

A disposição de maiores recursos pelas bibliotecas especializadas para permitir o aproveitamento dos bibliotecários especiollaados e dos eapeclalistfts em Informarão cientifica na assistência aos técnicos,

cientistas e estudiosos em geral.

Conclusões: A árvore da ciência tem como ramos a ciência e

a

/
/
MM
técnica, e como raizes a experimentação e a documentação. Segundo Wilson "Seis horas na biblioteca podem economizar

seis

^
tf
meses no laboratorio
evitando a duplicaçao de trabalhos
realizados,

^
ja

aproveitando a experiência acumulada e utilizando

ao máximo a capacidade do material humano e bibliográfico,

O

M
/
especialista em informaçao cientifica vem livrar o estudioso,
o técnico,

o cientista das dificuldades da informação especia

lizada e da pesquisa bibliográfica pelo volume do material pu
blicado,

em línguas diversas,

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sob a forma de livros,

artigos

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lí

�de periódicos, folhetos,

teses, relatórios,

separatas,

etc.,

0
A
sobretudo a partir da ultima guerra com a Iraportancla crescen
te da energia nuclear e da astronáutica.

Pela compilação

de

bibliografias ele contribui de modo decisivo na ação cultural
da bibliografia pela difusão de conhecimentos, homogeneização
cultural e crescimento do saber hmano. Assim vemos que o especialista em Informação científica pelo domínio da

produção

bibliográfica técnica e científica é imprescindível às instituições de pesquisa,

culturais,

e aos serviços de

documenta-

ção das organizações industriais, para bem. servir aos que ser
vem a ciência.
Anexo:
Programa de ixm curso para a formação de especialistas em

in-

formação cientifica que poderia se entitular "Informação den
tíflca especializada".

Os temas sugeridos seriam cadeiras

curso numa estrutura semelhante a dos cursos do IBBD

do

(em cer-

ca de 60 aulas) mas dando maior enfase aos campos da Documentação e da Informação Científica.
Catalogação e classificação; Tema que será tratado segundo
A
interesse das bibliotecas especializadas,

o

^
ou seja catalogaçao

simplificada e catalogos sistemáticos por assunto,

sendo dis-

pensáveis o catalogo alfabético dicionário ou o alfabético de
autor e título. Quanto à classlfIcaçao o conhecimento

das

principais classificações utilizadas comumente em bibliotecas
como a classificação decimal universal e a decimal de

Dewey,

e o estudo da possibilidade de ura desdobramento maior c3as olas_
ses para permitir uma classificação mais detalhada de

assun-

tos muito especializados comuns a este tipo de bibliotecas. O
especialista em informação científica irá orientar e colaborar com o bibliotecário especializado ou não, na catalogação
e classlficaçao do acervo da biblioteca.

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�- 7 6•1*2 - ServlQos técnicos de bibliotecas e centros de documentação;Te
ma que Informará sobre a organização de bibliotecas e centros
de doc\jmentação e os serviços que poderão prestar sobretudo
como fontes de Informação especializada.

O especialista em in

formação cientifica contribuirá com a sua orientação

para

a

organização desses serviços na biblioteca especializada e conhecerá as fontes de informação de que se poderá valer
suas pesquisas,

resumos,

traduções,

etc.,

para

fontes essas nacio-

nais ou estrangeiras.
é.1.3 - Informação especializada; Este será um tema que abrangerá todas as

tarefas que caberao ao especialista em informaçao den

tífica,

com exceção da pesquisa bibliográfica que deve const^

tulr um tema independente pela^ sua Importancla na

biblioteca

especializada. Neste tema da informação científica serão consideradas as tarefas como a informação técnlco-clentífica geral sobre assunto especializado, elaboração de resumos
stracts) o traduções,

localização e obtenção de

(

ab-

publicações

por meio dos catalogos coletivos e dos serviços de reprodução
fotograflca, normalização, padronização e indexaçao de relato
rios e trabalhos tecnlco-cientifIcos para fins de impressão e
divulgação,

intercâmbio com outras bibliotecas

especializadas

no mesmo assunto e centros de documentação nacionais e estran
geiros,

organlzaçao de cursos para formar bibliotecários espe_

cializados ou especialistas em informação científica, utiliza
ção e elaboração de processos de recuperação da inforraação.
Este tema exige trabalhos práticos como sejam a
de flcharios analíticos de artigos de periódicos,
de resumos, padronização de relatórios,
6,1,1; - Pesquisa bibliográfica
fias):

cas

cm

1

elaboraçao

etc.

(pesquisa para elaboração de bibliogra

Tema que compreenderá as

é
grafica,

organlzaçao

técnicas da pesquisa biblio-

/
com o conhecimento profundo das fontes bibliografi-

(Índices e resumos bibliográficos,

'I Digitalizado
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catalogos, guias,

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bi-

lí

�bliograflas.

Instituições,

etc») na especialização.Ainda

co-

nhecimento da nomallzaçao das referencias bibliográficas
citações. Este tema exige também iima parte prática

e

intensiva

para famlliarlzação com as fontes bibliográficas especializadas .
Programa de um curso de

"Introdução a infomaçao

científica

especializada" abrangendo os mesmos temas do curso em 6,1 mas
resxomidos nma só cadeira

(em cerca de 10 aulas) com a seguin

te distribuição de matéria:
Docvimentaçao. Centros de documentação e serviços bibliográficos. Federação Internacional de Documentação
Brasileiro de Bibliografia e Documentação

(PID). Instituto

(IBBD).

Bibliotecas e sua organizaçao. Bibliotecas especializadas.
•N*
talogaçao e classlficaçao.

/
/
*
Catalogos dicionário e sistemático.

o especialista em informação científica e a sua contribuição
aos estudos técnicos e científicos.
formação

científica

Valor e importancla da In

e da pesquisa bibliográfica. Histórico

da bibliografia.
As técnicas da pesquisa bibliográfica. Metodos de pesquisa b^
bllograflca tradicionais e os sistemas modernos de organizaçao, registro e seleção bibliográfica mecanica.
Material bibliográfico especializado. Pontes gerais e especia
lizadas para a pesquisa bibliográfica. Guias de periódicos

e

/
catalogos coletivos.
Reprodução g impressão de documentos. Laboratórios de reprodu
çao fotografica.
Preparo e apresentaçao de originais. Normalização das referen
cias bibliográficas. Federação Internacional de Normalização
(ISO). Associação Brasileira de Normas

Técnicas

Serviços de tradução. Elaboração de resiimos

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(ABNT).

(abstracts).

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�r
- 9 6»3

-

Programa do curso "Iniciação à pesquisa bibliográfica"

dado

pela bibliotecária Terezine Arantes Ferraz na Faculdade de 0dontologia da Universidade de São Paulo:
6«3*1 - Noções sobre a organização da Biblioteca da Fac. Farra. Odont.
da USPAcervo
Catálogos
Noções de classificação
Noções de catalogação
Alfabetaçao das fichas nos catalogos
A publicação periódica
é.3«2 - Pesquisa bibliográfica
Definição
Identificação
índices e bibliografias
"Abstracts"
Localização
Técnica da referencia blbliograficia

*

Í#3*3 ~ O catálogo do aluno
- Programa do curso "Técnica Bibliográfica" dado por Célia

Ri-

beiro Zaher no Centro Nacional de Infomaçao Cientifica em
crobiologla da Universidade do Brasil:
A utilização da Biblioteca especializada
Função da biblioteca especializada
Tipos de catalogos
Exs:

-

seu manuseio

dicionário
sistemático
Kardex

Tipos de material bibliográfico
Exs:

livros
teseç
perlodlcos

tsâ
0
Arranjo e apresentaçao do material bibliográfico
CDU
CDD

cm

1

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]_'4

^5

16

11

18

19

20

�- 10 Descrição do material bibliográfico - catalogaçao
r
j
.entrada
Catalogação

(individual

I
•&lt;f titulo
dados tipográficos
dados bibliográficos

Serviço de empréstimo e referência
obrigaçoes do leitor
auxilio leitura
^
pesquisa bibliográfica
localizaçao material
Serviços de Docvunontagao Especializado no Brasil
IBBD

( C.CO
)BIBLIOIECA
SI TC
) SB

CENIM

■ilnformaçao bibliográfica
[microfilme
/ localização
1 biblioteca especializada
/biblioteca brasileira de ral^
^
crobiologia

Teminologia Bibliográfica
T.
.
Dooumentaçao

Bibllograrla

ReproduçSes

Partes de um
trabalho

(divisões
(definição

(=™árlo
(^ítllografIa
(Índice

Guia de microbiologia
Manuais ^
Bibliográficos
Livros de texto
Apresentação de trabalhos Científicos
Capa
Legenda
Corpo
(estilo
(clareza
Çlbliografia
índice
Elaboraçao
Pesquisa bibliográfica
Projeto para um programa aprovado no Seminário sobre Bibliot^
cas Médicas,

e que poderá ser adaptado a outras ciências:
I

PARTE

O livro e as bibliotecas médicas da antigüidade

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lí

�- 11 As grandes contribuições bibliográficas no campo da mediei
na
Histórico da Biblioteca da Instituição
Organização
Classificação
Catalogação
Acervo da Biblioteca
Livros.

Periódicos.

Teses. Folhetos. Separatas

Material áudio-visual
Obras de referência
índices. Bibliografias. Resijmos analiticos
Catalogos do publico
Arranjo e consulta
Facilidades oferecidas pela Biblioteca
Consulta» Empréstimo. Empréstimo entre-bibliotecas
Aparelhagem áudio-visual da Biblioteca
Aparelhos para reprodução de documentos da Biblioteca
Deveres e responsabilidades dos consulentes
Bibliotecas médicas e biológicas nacionais e estrangeiras
II PARTE
A pesquisa bibliográfica. Definição. Finalidades
Fases da pesquisa bibliográfica
Identificação. Estudo teorico-pratico de serviços de indexaçao e de resumos analiticos
Bibliografias - Catálogos impressos de bibliotecas
A contribuição brasileira
Localização - Catálogos da biblioteca - Catálogos coletivos. Listas de publicações periódicas nacionais e

estran-

geiras
Obtenção dos documentos.

Centros e serviços de docijmenta-

ção nacionais e internacionais. Facilidades oferecidas

ao

consulente

I Digitalizado
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1

�- 12 Barreira lingüística e os serviços de tradução
O catálogo do aluno
A ficha bibliográfica:

a referencia e o resumo

Normas da A.B.N.T.
O arranjo do catálogo
Alfabético de pequeno e grande assunto
Sistemático. Sistemas de classificação p/ medicina
Fichas perfuradas nas margens
A elaboração do trabalho científico
Relatórios
y
M
0
Trabalhos p/ publicaçao em revistas cientificas
A tese
Divulgação do trabalho científico
Instituições internacionais de interesse p/ a documentação
dica.
Programa do "Course of Training for documentalist" pelo

Dr.

S. R. Ranganathanz
UNIVERSE OP KNOWLEDGE: ITS DEVELOPMENT &amp; STRUGTÜRE
The various subjects having knowledge as the field of study •
Their interrelation.
Primary senses. Association. Intellection.Imagination. Intuition.
Sensory experience. Intellectual experience.

Private.Externai

ized

and Socialised memory.

Thought-Term relation. Nomencla-

ture.

Terminology. Fundamental terms and their standardizatdm.

Pact. Empirical law. Descriptive formulation. Fundamental law.
Interpretative explanation. Hypothesis. Normative Principie

.

Deduction. Empirical verification. Abstraction. Generaliza —
tion.

Particularisation.

Concretisation. Spiral of Scientific

Method.

I Digitalizado
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s t e .O"
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lí

�- 13 Positivistic, Speculative,

and Authority-centred modes

thlnklng. Methods of pure sciences,
sciences,

applied sciences,

of
social

and fine arts.

Universal knowledge as mapped in schemes of library Classification. Its demarcation into sections and sub-sections.

Uni-

verse of knowledge as a static continuiam.
Inter-relation of sections. Modes of inter-relation and crosasection. Pormatic of new sections. Modes of formation.

Dis-

section. Denudation. Laraination. Loose assemblage.Universe of
knowledge as a dynamic continuum.
LIBRARY CLASSIFICATION

(THEORY)

General theory of Classification.
knowledge Classification.
plane,

Canons for it.

Theory
the

idea

and the notational plane. Basic class. Isolate.

Pacet

Analysis.

Canons for it. Work in

of

Phase Analysis. Pocus. Simple,

Compound,and ccmplex

foci. Intra-facet and intra-array relation.
The five fundamental categories and the facets corrresponding
to them.

Rounds and leveis of manifestation of the fiindamen-

tal categories.

Postulates for idea plane.

Principies for de-

terraining the helpful sequence of any two facets.
Array.

Telescoping of arrays.

Telescoping of facets.

Common

isolates - anteriorising and posteriorising. Special isolates.
Quasi isolates. Environmented isolate. Superimposed isolate»
Enumerative Classification. Analytico-synthetic

Classifica-

tion. Enumeration of isolates in a facet. Formation of

iso-

late by alphabetical chronological geographical or subject d^
vice. Zone Analysis. Abstract Classification.
Notational plane.

Postulates for notational plane.

Co-exten-

sive class nvimber. Individualising class nijraber. Mixed nota\
tion. Group notation. Hierarchical and non-hierarchical notation within a facet.

�- Iii Macro-thought.
thought.

Classification for book arrangement.

Mlcro-

Classification for docimientation work. Depth Classi-

fication. Other uses of library Classification in a library ,
Use of Classification in arranging concrete materiais.Classification and coding for machinery for search.
Evolution of classificatory technique.
Bibliographie Classification.
Congress Classification,

Gomparative study

of

Colon Classification,Library of

and Universal Decimal Classification,

Standards for the elements needed in Classification

schemes.

Universal and special schemes of Classification.
LIBRARY CLASSIFICATION

(PRACTECAL)

Classification of books, monographs, and articles, by

Colon

Classification and Universal Decimal Classification.
LIBRARY CATALOGUE
Canons for cataloguing. Layout of a catalogue code. Standards
for the elements needed in catalogue codes at the internation
al, national, linguistic, and local levei.
Classified catalogue. Dictionary catalogue. Kinds of

entries.

Specific entry. General entry. Main entry. Added entry.
Choice of heading for main entry and book index entry for sim
pie, multi-volumed, and composite books,

periodical

publica-

tions and micro documents.
Rendering of personal, geographical,

corporate,

and

series

names and titles of books in headings of entries.
Title section in main entry and in other specific entries«
Choice and rendering of headings in subject entries.Chain pro
cedure. List of subject headings.
Author analytical. Subject analytical.
Class index entry. See and See also subject entries.Cross ref
erence

index entry.

I Digitalizado
-gentilmente por:

llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|
]_4
]_5
16
17
Ii

�- 15 Gomparatlve study of the latest editlons of the
eatalop;ue oode,

the ALA Code,

Classlfled

Rules for the dlctlonary

cata-

logue, and the rules for the dictionary catalogue given

in

the Classlfled catalogue oode»
Alphabetisatlon and its problems. Abbreviation of

titles

of

periodical publicatlon. Bibliographical references. Layout and additional rules for union catalogue,
and Indexing periodicals,

abstracting

and national bibliography»

Cataloguing of non-conventional forms of documents.
DOCUMENTATION
Book versus document; Macro thought versus Micro thought:Nascent thought; Generalist and specialist readers.

Bibliography

and docviraentation list.
Documentation work.

On demand. In anticipation.

On a specific

subject. On all subjects. National versus world coverage. Re;t
rospective versus current.
Leveis of Organisation for Documentation:

International:

tional: Local. Role of PID and Unesco as co-ordinatlng
proraoting agencies.

Varieties of documentation list.

Naand

Princi-

pies of selection for national and local docxjimentation work •
Layout of documentation list«
Documentation service: Pacet analysis in helping the readerii
the exact emonciation of his subject of interest at the

mo-

raent. Finding the needed document. Pinding the needed data.
Pinding entities having several specified properties or

val-

ues and mechanical searcbing aids for the same.
Search methods:

Conventional methods - classified

catalogue

using depth Classification and subject headings by chain procedure; Mechanical methods - pvinched cards,
ery, and coding for machinery.

I Digitalizado
-gentilmente por:

electronic machin

Relation of depth classifica-

llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|
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17
Ii

�- lé tion to coding. Comparlson of conventional and raachine meth —
Ods.

(Note:

The engineerlng and technological aspects of

me-

chanical methods are excluded).
Procurement of documents: From local, national and

Interna-

tional sources.
Types of document reproduction from the point of vlew cfusers
and top management of docvimentatlon centres.
largement. Mlcrofilrti

Photos tat.

En-

(roll or strlp). Mlcroflche. Microcard •

Preservation. Reading apparatus.

(Note:

The englneering

and

technological aspects are excluded).
%
Translation servlce: Pull time translators. Panei of

trans-

lators with füll time editors. Information about progress towards machine translation.

(Note; Excluding engineerlng

as-

pects ).
Abstracting: Abstracting personnel.

Competence in subject

field and depth Classification. Use of author synopsis.

Need

for abstracting one and the same docviment in the abstracting
media of several subjects.

Canons of abstracting.Language

Sentence versus kernel form;

technical versus popular

terms«

Use of standard fundsimental constituent terms. Lenght of
stract. International co-ordination of abstracting
Social factors making documentation necessary.

■

:

ab-

service.

Population pres_

sure. Supplementing natural and near-natural commedities,

by

artificial commodities made from unconsumable raw materiais
with the aid of technologyj Reference service to
/

research

workers. Gonservation of the research potential of the world.
Research-in-parallel versus Research-in-Series.

Plough-back

of nascent micro-thought into the minds of the research team,
docuMentation PROJECT
Preparation, during the year,

of a Documentation List

approved subject on the basis of an approved set of

I Digitalizado
-gentilmente por:

on

an

periodi-

llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|
]_4
15
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17
lí

�- 17 cais for one year.
BUSINESS LIBRARY SYSTEM
Types of business llbrariea. Industrial librarles* Coramercial
libraries. Newpaper office librarles. Libraries of Government
Departments. Libraries of Research Instltutlons.
Kinds of business librarles. Libraries of individual Institutions.

Central librarles at national and regional leveis. In-

ter-library Cooperation, Science library. Dlstrlbutry library.
/
Place of library In business Organisation.

Correlation

with

the activlties of the departments of the parent body.Relation
with the staff of the departments of the parent body.
Organisation of the different typ3S and klnds of business librarles. Library finance, Library building,

and equlpment.Li-

brary statistics and librametry.
Classification and filllng of fugltlve materiais llke prospec_
tuses, leaflot".

T&gt;;;;^incrR. Help In the Classification and

arrangement of commodltles.
%
Library admlnlstratlon. Selection and acquisltion of books and
periodical publlcations. Accession work. Maintenance,
tion,

and display of books,

Standards,

specifIcations,

circula

periodical publlcations, patents,
drawings,

pamphlets,

cllpping

ml-

Intema+"' '^■nal, national and local sources and centres of

In-

cro-fIlling and similar materiais.

formation.

Rfcfcronce ^prvlce, Bibllographical service»

Ab-

stractlng service, Library bulletin. Extension service

to

workers.
REPORT ON LIIERATURE SUR^/EY
Report on an assigned project carrled out during the year

in

surveying the trends in current llterature and the bibliograh
ical tools in an approved subject«

Digitalizado
-gentilmente por:

��V

'—

�Digitalizado
gentilmente por:

�</text>
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