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                  <text>“A Biblioteca Universitária como fonte da produção do conhecimento científico”

Cicília Conceição de Maria1
Doracy Custódio Rossini2
A Biblioteca Central da Universidade Estadual de Maringá foi criada em 1974,
atende por ano aproximadamente cinco mil usuários reais, entretanto o número
de usuários que freqüentam a bce (biblioteca central) por dia é de
aproximadamente 2986.
A missão principal desta denominada instituição é contribuir efetivamente junto
instituição, a qual é subordinada, através do ensino, pesquisa e extensão.
Os produtos oferecidos para a comunidade cientifica local é: empréstimo,
catalogação na publicação (livros, dissertações, teses, cds, revistas),
normalização documentária, pesquisas em bases de dados, treinamentos em
fontes de pesquisas.
Pretende com esta pesquisa verificar se a informação prestada pela Biblioteca
Central da Universidade Estadual contribui efetivamente com a produção do
conhecimento cientifico de seus usuários.
Numa sociedade global, aonde o avanço tecnológico cresce em segundos em
paralelo às informações especificas de todas às áreas. A unidade de informação
(biblioteca), continua ser fonte de conhecimento dinâmico?
Inúmeras transformações passam instituições públicas, e obviamente a sociedade
sócio-econômica, sócia-política e tecnológica. Neste contexto, insere-se a
unidade de informação, que age, transforma e influência paulatinamente seu
processo evolutivo local. Conseqüentemente, a biblioteca como um dos
proponentes para a gênese da produção do Conhecimento Cientifico produzido
pelos seus usuários é fonte propulsora que emana a comunicação cientifica.
Destarte, os usuários interagem sendo co-responsáveis pela existência e a
manutenção e avaliação dos serviços prestados pela unidade de informação
(biblioteca), uma vez que estes são agentes essenciais de produção na cadeia
documental.
A metodologia para essa pesquisa é de natureza qualitativa e quantitativa. O
instrumento para mensuração dos dados será um questionário com perguntas
abertas e fechadas com intuito de verificar parcialmente os produtos de
conhecimento cientifico realizado pelos usuários. A tabulação destes dados será
feita pelo acess. A população a ser investigada será com os usuários que
freqüentam a biblioteca diariamente, através de uma amostra simples aleatória.
Palavras chave: Bibliotecas Universitárias, Formação do Conhecimento Cientifico,
Tipos de publicações Cientificas, Fonte de Informação.

1

Bibliotecária do Processamento Técnico da Biblioteca Central - Universidade Estadual de Maringá. Mestre
em Ciência da Informação pela Puccamp. Professora da disciplina de METEP da FAISA.
2
Técnico em Assuntos Universitários, da Biblioteca Central – Universidade Estadual de Maringá.
Especialista em Morfologia.

�INTRODUÇÃO

Falamos que as Universidades Públicas são “lócus” onde inicia
toda a pesquisa básica para prover a pesquisa aplicada. Ela é o ápice para toda
produção cientifica de nosso país.
Em nossa pesquisa, averiguamos se A unidade de informação
(biblioteca), continua sendo fonte de conhecimento cientifico?
Hoje ela age, transforma e influência paulatinamente o processo
evolutivo local e muitas vezes global, através de seus serviços de comutação
bibliográfica,

empréstimo

inter-bibliotecário,

empréstimo,

levantamento

bibliográfico, treinamento em fontes de informação.
Destarte, os usuários interagem sendo co-responsáveis pela
existência e a manutenção e avaliação dos serviços prestados pela unidade de
informação (biblioteca). Este estudo apresenta, a formação dos métodos
científicos, os tipos mais conhecidos de publicações cientificas e por ultimo o
resultado de nosso estudo.
Caracterização da Biblioteca Central
A Biblioteca Central ( BCE ) da Universidade Estadual de Maringá
tem como objetivo: apoiar as unidades universitárias e demais órgãos em suas
atividades de ensino, pesquisa e extensão. Criada em 1974, no campus
universitário, inicialmente contando com um prédio de 1.050 m2. Em virtude do
aumento expressivo do número de usuários, em 1977, foi necessária uma
ampliação de 400 m2. no espaço físico. Novamente, em 1981, ocorreu nova
ampliação da biblioteca, com mais 600 m2., totalizando uma área de 2.050 m2.
Em outubro de 1990, foi concluída a construção do primeiro módulo do novo
prédio para abrigar a BCE, com modernas instalações e um área de 4.472,98
m2. Por dia atende cerca de 3.000 usuários da comunidade interna e 1500 da
comunidade externa. Atualmente dentro da instituição está ligada diretamente a
Pro-reitoria de ensino e pesquisa. Possuindo aproximadamente um quadro de
aproximadamente 70, funcionários.

�Breves facetas da formação do Conhecimento Cientifico

Para Mattar (1999,),

a necessidade constante no homem por

aprender e conhecer pode ser satisfeita através de quatro diferentes formas de
adquirir conhecimento: popular, religiosa, filosófica e cientifica.
Conhecimento

popular:

É

o

modo

comum,

corrente

e

espontâneo de obtenção do conhecimento no trato direto com os seres humanos
e com as coisas. Ex.: do pai para filho, do professor para o aluno, da autoaprendizagem.
Conhecimento religioso: consiste em explicações sistemáticas
sobre os fenômenos e fatos do mundo, e compreende proposições e dogmas
sagrados, revelados por seres sobrenaturais.
Conhecimento filosófico:

parte da experiência e através de

processos de racionalização, indutivos ou dedutivos, procura estabelecer
hipóteses coerentes para a explicação dos fatos e fenômenos. No entanto, essas
hipóteses não são passíveis de verificação, pois não podem passar por
experimentações e, por isso, não podem ser aceitas nem rejeitadas.
Conhecimento cientifico:

é real (factual) porque lida com

ocorrências ou fatos, Isto é, com toda forma de existência que se manifesta de
algum modo...É sistemático já que se trata de um saber orientado logicamente,
formando um sistema de idéias (teoria) e não conhecimentos dispersos e
desconexos. Constituem-se um conhecimento falível, em virtude de não ser
definitivo, absoluto ou final, e, por este motivo, é aproximadamente exato: novas
proposições e desenvolvimento técnico podem mudar o acervo da teoria
existente. Precisa de um método cientifico. Por outro lado, quando o homem
sentiu a necessidade do conhecimento? Contudo sabemos que antes dos Présocráticos tudo era explicado a partir de forças sobrenaturais. Com os filósofos
pré-socráticos : Tales de Mileto, Anaximandro, Pitágoras, Heráclito, Parmênides,
Empédocles, Anaxágoras e Demócrito, precursores da ruptura com a mitologia.
Sendo estes, responsáveis por uma nova visão epistemológica, cujo os
fenômenos da natureza não poderiam ser simplesmente interpretados por
desencadeamento de forças espirituais sobrenaturais, mas , sobretudo pela
inteligência humana. Os pré-socráticos foram um dos primeiros a contribuírem

�com teorias racionais, que subjacente a ela estava o homem como sujeito de sua
própria história.
Platão (429-347 aC) , eu continuidade a essa visão racional, ele
foi um dos filósofos a dar forma ao Método cientifico racional, substancialmente
direcionado pela metodologia dialética. Segundo ele, o real é o pensado, o intuíto.
Nem a imaginação e nem a razão discursiva possibilitaria trabalhar com os
conceitos de números e quantidade, proporcionaria o verdadeiro conhecimento.
Platão refutava o valor da experiência empírica como fonte e critério de
julgamento da verdade, e valoriza a intuição racional como mecanismo para se
apropriar da essência do real, do ser.
Aristóteles (384 a 322 aC), discípulo de Platão, acreditava que a
ciência é o produto de uma elaboração do entendimento em íntima colaboração
com a experiência sensível. Cria o método Aristotélico (Método silogístico), que
consistia em analisar a realidade através de suas partes e os princípios que
poderiam ser observados, para em seguida, postular seus princípios universais. O
método Aristotélico é de natureza qualitativa, pois, desenvolvia a partir da
essência das coisas e das causas, este método está impregnado da dedução
propriamente dita. Foi um dos filósofos adeptos da teoria metafísica que rejeitou o
mundo platônico das idéias; Contrapondo com seu mestre, no que diz a respeito
da valoração da experiência sensível.
Mas, é Francis Bacon (1561-1626), o denominado pai do método
cientifico, que parte do pressuposto que o conhecimento não se dá somente do
racional, mas sim de um método, cujo o laboratório científico a natureza são
objetos fundamentais para o desenvolvimento cientifico. Conhecido como criador
da teoria da Interpretação da Natureza (Método Cientifico), isto é, ele interpretava
que a natureza é a grande mestra do homem. Para dominá-la era necessário
também obedecer à natureza. O caminho a percorrer seria: a) o homem deveria
libertar seu intelecto dos pré-conceitos, livres de todas as visões distorcidas,
poderia dedicar-se exaustivamente e metodicamente a observação dos
fenômenos. O caminho seria a indução experimental. Fases do seu Método
Cientifico compreendia: a) experimentação: é a fase em que o cientista realizaria
os experimentos sobre o problema investigado, para poder registrar metódica e
sistematicamente todas as informações que pudesse coletar. B) formulação de
hipótese, fundamentadas na análise dos resultados obtidos dos diversos

�experimentos, tentando explicar a relação causal dos fatos entre si; c) repetição
da experimentação por outros cientistas, em lugares distintos, com a finalidade de
acumular dados que pudessem servir para a formulação de hipóteses; d)
repetição do experimento para a testagem das hipóteses, procurando obter novos
dados

e

novas

evidências

que

as

confirmassem;

e)

formulação

das

generalizações e leis: pelas evidências obtidas, depois de seguir todos os passos
anteriores, o cientista formularia a lei que descobrir, generalizando suas
explicações para todos os fenômenos da mesma espécie. Segundo Boff (1998)
Bacon foi autor da expressão: saber é poder.
Já R Descarte (1596-1650), inverte a posição de Bacon, e cria o
Método racional-dedutivo. O mundo natural ou físico é objeto da ciência – nível do
sensível (fatos); o mundo humano ou espiritual seria objeto da filosofia – nível do
supra-sensível, em suma o ser humano deve ser dono da natureza.
Bacon da forma ao conhecimento cientifico, quando elabora o
manual de como aplicá-lo. Enquanto Descartes já possui uma visão mais
generalista, vê o conhecimento a partir da dedução.
Porém,

Galileu

(1564-1642),

responsável

pela

chamada

Revolução Científica Moderna, consegue estabelecer o diálogo experimental
como o diálogo da razão com a realidade, do homem com a natureza. Na
concepção de Galileu, a razão construiria uma armadilha experimental capaz de
forçar a natureza a fornecer respostas concretas, mensuráveis quantitativamente.
Essas respostas seriam utilizadas para avaliar a veracidade empírica do modelo
hipotético-quantitativo racionalmente construído. A realidade poderia, ser
resposta, através de seus números, dizer um sim ou não.

Galileu denominou de

Método quantitativo-experimental.
Newton (1642-1727), A interpretação newtoniana se aproxima da
interpretação de Bacon no que diz respeito ao método cientifico, ele parece ser
indutivista e positivista. Totalmente oposto a Galileu, recusava a hipótese
apriorística. Defendia, que suas leis e teorias eram tiradas dos fatos, sem
interferência da especulação hipotética. A ciência caberia aceitar apenas as que
evidenciam a certeza confirmada pelas provas empíricas produzidas pelo método
experimental. Seu método experimental, também conhecido por indutivoconfirmável. Para ele, as etapas que consolidavam seu método era: a) o sujeito
deveria ter as mentes limpas, livres de preconceitos, para que recebesse e se

�impregnasse das impressões sensoriais recebidas pelos canais da percepção
sensorial; b) as hipóteses seriam decorrentes do processo indutivo de uma
meticulosa observação das relações quantitativas existentes entre os fatos e o
conhecimento cientifico seria formado pelas certezas comprovadas pelas
evidencias experimentais de casos analisados.
Augusto Comte de Montpellier (1798-1857), Criador da teoria
positivista, sendo o positivismo uma filosofia determinista, de um lado, o
experimentalismo sistemático e, de outro, considera anticientífico todo o estudo
das causas finais. O método utilizado é o histórico genético indutivo, que o
denomina de Método subjetivo (dedução, indução, observação, analogia, filiação
histórica). Para os positivistas as sentenças que não puderem ser verificadas
empiricamente estariam fora da fronteira do conhecimento, ou seja, seriam
sentenças sem sentido. Portanto, os positivistas não estariam preocupados como
os cientistas pensavam, isto seria tarefa da psicologia ou sociologia, o que
interessavam eram relações lógicas entre enunciados científicos. A lógica da
ciência fornecia um critério ideal de como o cientista ou a comunidade cientifica
deveria agir, ou pensar, tendo, portanto, um caráter normativo em vez de
descritivo, objetivo central não era, portanto, o de explicar como a ciência
funcionava, mas justificar ou legitimar o conhecimento cientifico, estabelecendo
seus fundamentos lógicos e empíricos.
Pierre Duhem (1861-1916), Para ele o cientista constrói
instrumentos, ferramentas – suas teorias – para se apropriar da realidade,
estabelecendo com ela um diálogo permanente. A aceitação da validade dos
instrumentos de observação e quantificação, a seleção das observações de
manifestações empíricas e sua interpretação dependem da aceitação da validade
ou não dessas teorias. Os critérios utilizados no fazer cientifico, enquanto método,
para Duhem, devem ser entendidos, como condicionados historicamente. São
convenções articuladas no contexto histórico-cultural. E como tal, permite a
renovação e progresso das teorias, revelando o Carter dinâmico da ciência e a
historicidade dos princípios epistemológicos do fazer cientifico. A analise da
historia da ciência permite que Duhem discorde de Newton, desmistificando o
positivismo calcado no empirismo e na indução do método newtoniano.
Karl Popper (1902-1994), constrói sua visão a partir do método
cientifico

racionalismo crítico, que o denomina de Método das conjecturas e

�refutações.

Defende a idéia que a busca do conhecimento se inicia com a

formulação de hipóteses que procuram resolver problemas e continua com
tentativas de refutação dessas hipóteses, através de testes que envolvem
observações ou experimentos. As hipóteses, leis e teorias que resistiram aos
testes até o momento são importantes porque passam a fazer parte de nosso
conhecimento de base: podendo ser usadas como verdades provisórias, como um
conhecimento não problemático, que, no momento, não esta sendo contestado.
Mas a decisão de aceitar qualquer hipótese como parte do conhecimento de base
é temporária e pode sempre ser revista e revogada a partir de novas evidencias.
Popper, defende a posição que para o conhecimento progredir é necessário que
as leis e as teorias estejam abertas à refutação, ou seja, que sejam
potencialmente refutáveis. Portanto, para ele, para acelerar o progresso do
conhecimento devemos buscar leis cada vez mais gerais, uma vez que o risco de
refutação e o conteúdo informativo aumentam com amplitude da lei, aumenta a
chance de aprendermos algo novo. Portanto, a ciência deve buscar leis e teorias
cada vez mais amplas, precisas e simples, já que , desse modo, maior será a
refutabilidade, conseqüentemente, maior a chance de aprendermos com nossos
erros. Responsável pela criação do método denominado Racionalismo Critico
Popperiano , ou, Método Hipotético dedutivo.
E por último vamos lembrar de alguém do nosso século XX
Thomas Kuhn (1922-1996), este critica a visão proposta pelos positivistas lógicos
como o racionalismo critíco de Popper. Foi bastante criticado por defender uma
visão relativista da ciência. Mas mostrou ao mundo que toda avaliação cientifica
esta impregnada de influencia de fatores psicológicos e sociais de seus
pesquisador. Que toda teoria é formada por leis, conceitos, modelos, analogias,
valores, regras pra avaliação de teorias e formulação de problemas, princípios
metafísicos e ainda pelo que ele chama de exemplares, que são soluções
concretas de problemas ,isto é, Paradigmas. O paradigma é construído a partir do
consenso entre os cientistas.

Comunicação Cientifica e Publicações Científicas

�O termo comunicação cientifica, foi cunhado pela primeira vez
pelo físico, historiador irlandês John Bernal, por volta dos anos 40.
As associações criadas no século XVII, tiveram um papel
fundamental no fortalecimento da comunidade cientifica e sobretudo na
divulgação do conhecimento cientifico. Segundo Biojone (2001, p.14), relata que :

As primeiras sociedades foram a Academia dei
Lincei em Roma (1600 a 1630), a Academia
Del Cimento em Florença (de 1651 a 1657), e
depois a Royal Society de Londres (criada em
1622) e Académie Royale dês Science que
depois passou a ser chamada de Académie
dês Science na França. Essas academias
tinham como principal objetivo reunir os
especialistas de uma determinada área para
reuniões e discussões, favorecendo assim a
comunicação
entre
os
diversos
pesquisadores.[..] a Royal society de Londres
teve um papel importante na institucionalização
da comunicação cientifica, ao preocupar-se
tanto com a divulgação dos trabalhos de seus
associados quanto em mantê-los atualizados,
buscando informações em outros paises e
outras sociedades similares.

Como Biojone citou, o objetivo reunir os especialistas, as
associações eram um canal, onde novos conhecimentos eram partilhados. Foi
neste período que iniciou a estrutura que hoje temos das comunidades cientificas,
bem como a produção cientifica

�Tipos de publicações científicas:
Tipo

Conceituação

Estrutura

Classificação

Artigo Científico

trata-se de problemas científicos,
bem
como,
apresentam
abordagens atuais, às vezes
temas novos

Título do trabalho, autor,
credenciais do autor,resumo,
palavras – chave, corpo do
texto
(introdução,
desenvolvimento
e
conclusão) e parte referencial
(referencias,
apêndice,
anexos).

Formal

Artigo Analítico

descreve, classifica e define o
assunto, leva em conta a forma e
o objetivo que se têm em vista.
Sua característica principal está
em apresentar os aspectos
relevantes e irrelevantes do tema
estudado
existe
uma
ordenação
de
aspectos de determinado assunto
e a explicação de suas partes.

partes: definição do assunto,
aspectos
relevantes
e
irrelevantes,
partes,
e
relações existentes

Formal

Sua estrutura é a seguinte:
definem
o
assunto,
explicação
da
divisão,
tabulação
dos
tipos
e
definição de cada espécie
(
partes:
definição
do
assunto,
explicação
da
divisão, tabulação dos tipos e
definição de cada espécie).

Formal

Exige uma pesquisa profunda do
tema. Após
cada
enfoque
procede uma argumentação
A comunicação cientifica definese como a informação que se
apresenta
em
congressos,
simpósios , reuniões, academias,
sociedades cientificas.

( partes: exposição da teoria,
apresentação
dos
fatos,
síntese dos fatos, conclusão
introdução (formulação do
tema, justificativa, objetivos,
metodologia, delimitação do
problema,
abordagem
e
exposição exata da idéia
central). Folha de rosto(nome
do congresso,simpósio etc...,
local, data, titulo do trabalho,
nome do autor e suas
credenciais).

Formal

é uma exposição metódica dos
estudos
realizados
e
das
conclusões originais a que se
chegou após apurado exame de
um assunto.
Caracteriza-se
como
relato
escrito que divulga os resultados
parciais ou totais de pesquisa

Podendo ser escrito pela
primeira pessoa. Com intuito
de sobressair o espírito
crítico
do
autor
e
a
originalidade
É o mais breve dos trabalhos
científicos, pois se restringe à
descrição dos resultados
alcançados através de
pesquisa.

formal :seriedade dos
objetivos e lógica do texto;
Informal: marcado pela
liberdade criadora e da
emoção
informal

Artigo classificatório

Artigo argumentativo
(PAPER)

ENSAIO

INFORME
CIENTIFICO

Informal

Fonte: elaborado pelas autoras
Metodologia
Essa pesquisa é de natureza qualitativa e quantitativa. O
instrumento utilizado para coleta de dados foi um questionário com perguntas
abertas e fechadas com intuito de verificar parcialmente os produtos de
conhecimento cientifico realizado pelos usuários. Esta pesquisa foi realizada nos
dias 15 e 16 de julho e nos dias 20 e 21 de julho, no período da manhã e tarde,

�com os usuários que adentrava em nossa biblioteca. A tabulação destes dados foi
feita através do software Acess. O tipo de amostra não probabilística realizada foi
amostra aleatória simples.
A Biblioteca Universitária como fonte da produção do Conhecimento
Científico
O Conhecimento Cientifico e a biblioteca surgiu antes da
imprensa de Gutemberg, coexistem em sua gênese histórica. As bibliotecas
aparecem desde os anos de 250 aC. Calímaco de Cirene foi um dos primeiros
bibliotecários a se preocupar em registrar e armazenar o conhecimento humano.
Além de bibliotecário era poeta e professor. As bibliotecas coexistiam com as
primeiras escolas.
As primeiras bibliotecas nacionais
séculos XVII

surgiram na Europa nos

e XVIII. No continente americano elas surgiram no século XIX:

Library of Congress (1800), em Buenos Aires (1810). As bibliotecas estaduais, ou
chamadas bibliotecas circulantes apareceram no século XVIII tanto na Europa
como nos Estados Unidos. No Brasil, as bibliotecas estaduais começaram a surgir
no século XIX. A primeira foi na Bahia (1811), depois Sergipe (1851), Pernambuco
(1852), Espírito Santo (1855), Paraná (1857), Paraíba (1858), Alagoas (1865),
Ceará (1867), Amazonas e Rio Grande do Sul (1871) (FONSECA, 1979).
Fonseca (1979) relata também que no Brasil as bibliotecas
escolares, a exemplo da Europa, precedem
universitárias.

Os

primeiros

bibliotecários

as bibliotecas públicas e

foram

religiosos

Franciscanos,

Beneditinos e Jesuítas entre estes destacamos: Antônio Gonçalves (1550-1616,
ensinava

aritmética e cuidava dos livros), Mateus Afonso (1660-1729,

conservador e encadernador de livros), Manuel Pires (1669-1757, bibliotecário

�nos colégios da Bahia e Espírito Santo), Manuel da Mota (1696-1768 professor e
encadernador).
Em suma, se hoje podemos tomar ciência de como pensava os
filósofos pré socráticos, os filósofos que viveram antes e depois de Cristo, foi em
virtude que já na antiguidade já existiam bibliotecas. Como podemos constatar
através de Martins (2002, p.71) :

As bibliotecas medievais são , na realidade,
simples prolongamentos das bibliotecas
antigas, tanto na composição, quanto na
organização, na natureza, no funcionamento:
não se trata de dois tipos de biblioteca, mas de
um mesmo tipo que sofreu modificações
insignificantes decorrentes de pequenas
divergências de organização social. Mais
diferença existe, materialmente, na própria
antiguidade, entre as bibliotecas `minerais`,
compostas de tabletes de argila, e as
bibliotecas ´vegetais´e ´animais´, constituídas
de rolos de papiro ou de pergaminho[...]

Com o perpassar dos tempos as bibliotecas, foram se laicizando,
saindo das mãos do clero, indo paulatinamente se democratizando, chegando
mais perto do cidadão até então considerado “profano”.
Contudo, para nós, a biblioteca hoje não é simplesmente um
repositório de livros, mais é dinâmica, uma das fontes essenciais para a
produção de conhecimento cientifico.
Em nossa pesquisa, primeiramente levantamos a quantidade de
usuários que freqüentaram a biblioteca de janeiro a junho de 2006, cujo o
resultado foi:

�3176

3500
3000

2609

2561

2200

2500
2000
1500
1000

547

577

500
0
JANEIRO (26 FEVEREIRO MARÇO (27
DIAS)

(24 DIAS)

DIAS)

ABRIL (23

MAIO (26

JUNHO (25

DIAS)

DIAS)

DIAS)

Gráfico : 1 Quantidade de alunos que freqüentaram a biblioteca de jan. a jun. 2006

Participaram desta pesquisa 150 alunos sendo 8% mestrandos,
este grupo freqüenta a biblioteca

semanalmente, 0,6% alunos de doutorado

também utiliza a biblioteca semanalmente. Observamos que a a parcela mais
expressiva em nossa pesquisa foram alunos de graduação, chegando um
percentual de 82%. A comunidade externa atingiu um percentual de participação
equivalente aos alunos de mestrado de 9,4%, freqüentando a biblioteca
diariamente e semanalmente. Conforme ilustramos no gráfico 2 :

NÚMERO DE USUÁRIOS
UTILIZAM A BIBLIOTECA
49
45

50
40

29
30
20
10

2

55

010

5 54

diariamente
semanalmente
ocasionalmente

0
MestradoDoutorado
Graduação
Comunidade
Externa

Gráfico 2: Freqüência de uso da biblioteca

�Dos alunos pesquisados chegamos ao seguinte resultado: área
de Ciências Biológicas 9,5%,(14) , área de tecnológicas

9,5%(14),

área de

ciências exatas 13% (19), comunidade externa 13% (19), na área de ciências
humanas 26%,(39) ,Ciências da saúde 7%(10), Ciências Sociais Aplicadas
15%(22), Ciências agrárias 7%(10).
Uma das questões elaboradas foi para verificar qual o primeiro
passo frente a uma pesquisa, qual seria o comportamento dos alunos?
Constatamos, primeiramente os alunos buscam informação

na Internet,

perfazendo um percentual de 54%(80), enquanto àqueles que recorrem por
primeiro aos catálogos da biblioteca é de 40%(60), e uma pequena parcela, vai
primeiro buscar ajuda a um funcionário da biblioteca, este o percentual é de 3%
(5) e os que procuram outros recursos são 3% (5).
Atualmente a distância

é inexistente na rede mundial de

computadores, que por sua vez recebe sites novos por segundos, colocando a
disposição do mundo informações variadas em diversos níveis de compreensão.
Entre elas jornais de renome, revistas, livros, teses digitalizados, prontos para
serem lidos. O preço das assinaturas de jornais e revistas é hiper atrativo e
acessível, pois dispensa encargos financeiros dos custos dos serviços de correio
e outros. Por outro lado, nos chamou atenção o hábito dos alunos que freqüentam
nossa biblioteca, os dados coletados revelaram em nossa pesquisa, que o livro
impresso é o mais utilizado em nossa biblioteca. Como podemos observar:
MATERIAL MAIS UTILIZADO PELOS USUÁRIOS DA BCE
Tipo de Material
Livro
Jornais
Periódicos Especializados
Dicionários
Relatórios, Periódicos Gerais, Vídeos e DVD,

Material mais consultado
Primeiro Lugar
Segundo Lugar
Terceiro Lugar
Quarto Lugar
Quinto Lugar

Sumários Correntes
Normas técnicas e Microfichas
Sexto Lugar
CDS
Sétimo Lugar
Quadro: Rank de materiais utilizados pelos nossos alunos pesquisados

O sistema de biblioteca possui serviços para comunidade interna
da Instituição e para comunidade externa. Assim, escolhemos os 7 mais
procurados, para verificar sob a visão dos usuários.

�Dos serviços prestados pelo sistema de bibliotecas, temos os
seguintes resultados:
UTILIZAÇÃO DOS SERVIÇOS POR ÁREA
SERVIÇOS
C.
PRESTADOS
C. Bio
C.Tec.
Humana C. Exata
Com. Ext
Empréstimo
2º lugar 1º lugar
1º lugar 1º lugar
Não
Normalização
de Doc.
Não
Não
Não
4º lugar
2º lugar
Levantamento
Bibliográfico
3º lugar 3º lugar
3º lugar 4º lugar
1º lugar
Comut
4º lugar 3º lugar
4º lugar 3º lugar
3º lugar
Xerox
1º lugar 2º lugar
2.º lugar 2º lugar
4º lugar
Treinamento no
Portal/Capes
Não
Não
Não
4º lugar
Não
Catalogação na
Publicação
Não
Não
Não
4º lugar
Não
Quadro 2: Serviços utilizados pelos nossos usuários em relação a área.

C.
Ci. Soc.
Saúde
Apl
C. Agra
1º lugar 1º lugar 1º lugar
Não

Não

Não

2º lugar
Não
3º lugar

3º lugar
4º lugar
2º lugar

Não
3º lugar
2º lugar

Não

Não

Não

Não

Não

Não

Como observamos no quadro acima, sob visão dos pesquisados,
a prioridade é o empréstimo e o xerox. Para nós, o ponto crítico, incide sobre os
serviços que no nosso ponto de vista seriam importantes como: levantamento
bibliográfico, normalização e portal da capes. Dizemos ponto crítico, em virtude
para nós, serem serviços contundentes para o desenvolvimento da produção
científica.
Os dados demonstram que somente na área da Saúde, utiliza-se
o levantamento bibliográfico como prioridade para sua produção científica

�QUADRO GERAL DOS SERVIÇOS PRESTADOS
TIPOS DE SERVIÇOS
Empréstimo e Xerox
Levantamento Bibliográfico
Comut
Normalização
Treinamento no portal da capes
Catalogação na Publicação

RANK
Primeiro Lugar
Segundo Lugar
Terceiro Lugar
Quarto lugar
Quinto lugar
Sexto lugar

Quadro 3: Visão geral dos serviço sob os olhos dos pesquisados

O empréstimo e xerox para os nossos alunos são atividades
precípua para o estudo, provas e produção cientifica. Notamos que a fase
elementar de um estudo cientifico tem-se prioridade para esses usuários. Como
retrata o quadro acima, que mostra o levantamento bibliográfico como o segundo
colocado. Serviço este que faz parte inerente de qualquer estudo cientifico que as
denominamos

de

pesquisa

bibliográfica,

ou,

levantamento

bibliográfico.

Sucessivamente a busca nas redes de comutação, a importância em padronizar,
para propiciar ao conhecimento cientifico uma linguagem universal, e por ultimo
vem a Catalogação na Publicação, que dependendo do material dá um teor de
credibilidade para o material produzido. Para visualizarmos este quadro,
ilustramos com o gráfico 3:

�SERVIÇOS OFERECIDOS PELA BIBLIOTECA:

Catalogação na Publicação

Treinamento no Portal/Capes

Xerox

Comut

Levantamento Bibliográfico

Normalização de Doc.

Empréstimo
0

20

C. Bio

C.Tec.

C. Humana

40

C. Exata

60

Com. Ext

C. Saúde

80

Ci. Soc. Apl

100

120

C. Agra

Gráfico 3: Serviços oferecidos pela Biblioteca, grau de importância para o usuário

A biblioteca contribui para produção cientifica? Carvalho (2004),
responde adequadamente essa questão, quando relata que a universidade é um
dos elementos centrais para o desenvolvimento da pesquisa, da ciência e da
tecnologia; e que as bibliotecas universitárias incorporam modelos e tecnologias,
tendo um papel expressivo e decisivo no desenvolvimento do país.
Destarte, que o acesso á informação é um elemento facilitador
para gerar novos conhecimentos. No gráfico 4, observamos que de fato a
biblioteca é uma fonte para a produção cientifica:

9.25%

90.75%

NÃO CONTRIBUI
PARA PRODUÇÃO
CIENTÍFICA
CONTRIBUI PARA
PRODUÇÃO
CIENTÍFICA

Gráfico 4: Biblioteca como fonte da produção do conhecimento cientifico.

�Popper e Kun eram unânimes sobre a importância de que todo
trabalho cientifico, precisa ser colocado para avaliação de outros pesquisadores.
Para Popper as conjecturas precisavam passar pelos olhos críticos de inquiridos,
caso fosse refutadas, surgiriam novos problemas. E Khun com muita coragem,
expressa que os paradigmas se incorporam através da comunidade cientifica,
fortalecendo os canais formais e informais. Os que os dois tem de comum? Que o
conhecimento se solidifica quando é apresentado à crítica de outros profissionais.
O que seria então os canais formais e informais? Formais são
todas as publicações vinculadas nos veículos formais , que são comercializados.
Já os informais uma de suas essências que ainda não são comercializados.
Segundo Mueller (2003), a produção cientifica, engloba a comunicação formal e
informal. As que utiliza os chamados canais informais, inclui normalmente
comunicações de pesquisa em andamento, trabalhos de congressos. As formais
são publicações como livros e periódicos.
Corroboramos que os trabalhos dos participantes de nossa
pesquisa, faz parte na sua maioria da literatura cinzenta, mas, existem trabalhos
publicados nos canais formais.
Os trabalhos produzidos pelos alunos pesquisados, foram
eventos, tais como: Reunião anual Sociedade Brasileira de Zootecnia, Encontro
Anual de Iniciação Cientifica, Semana de Geografia, Encontro de Trabalhos
Científicos, Programas de energias alternativas, Congresso de Ciências
Biológicas, Projeto de Extensão – Direito da Criança e do adolescente, Semana
de História, Seminários de Ciências Sociais, Semana da Pedagogia, Encontro do
PIBIC, Semana de Letras, Jornada de Políticas Públicas,Semana da Biologia,
Semana

da

Educação

Física,

Congresso

de

Zoologia,

Congresso

de

Microbiologia, Congresso Brasileiro de Matemática, Congresso Brasileiro de
Engenharia Agrícola, Congresso Nacional de Irrigação e Drenagem, Seminário de
física.
Produziram também, Artigos Científicos nas seguintes revistas:
Revista Brasileira de Zootecnia, Acta Scientinarum, Boletim de Geografia,
Topologia, Revista do Mestrado de Direito(Universidade Estadual de Maringá),
Revista Brasileira de Analises Clínicas, Brazilian Journal of Microbiology, Arquivos
Venezuelanos de Nutrição, Revista Brasileira de Matemática. E um livro na série

�Cadernos de metodologia de pesquisa (Universidade Estadual de Maringá). No
gráfico abaixo, ilustra bem a publicação de nossos pesquisados:

70

60

50

40

30

20

10

0
Artigo Cientifico

Eventos
Área Técn

Com. Ext.

Ci. Saúde

Livro
Ci. Exatas

Ci.Soc. Apl

Ci. Bio

Agrarias

Gráfico 5: Produção Cientifica dos participantes de nossa pesquisa

Considerações Finais

Esta pesquisa constatou o que vários estudiosos comenta, sobre
a importância da biblioteca no desenvolvimento da pesquisa de um país.
Procuramos, através dessa pesquisa sob o olhar de quem está usando o serviço,
a importância ou não de nossos serviços. Porém, não com o intuito de avaliação
da qualidade total de nossos serviços, e nem com o olhar de gestão dos serviços
prestados pela biblioteca. Não era aqui nosso interesse. Porém, precisavamos
averiguar se de fato a biblioteca além de um organismo vivo e dinâmico ela é
fonte para produção do conhecimento cientifico.
Esta pesquisa teve algumas limitações por ser em período de
férias dos alunos, e o fator tempo incidiu sobre nosso trabalho, nos
impossibilitando testar nosso instrumento para validação do mesmo.
Contudo, nos impulsionou a continuar a estudar o assunto.Mas,
com uma nova proposta, mensurando não só conhecimento cientifico, mas o
conhecimento intangível? Por outro lado, temos que retificar nossa amostra, de

�aleatória simples para uma amostra estratificada com os professores da
instituição que possui uma vasta produção cientifica formal.

�REFERENCIAS

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documentos: NBR 10520. Rio de Janeiro, 2001.
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MAINGUENEAU, D. Elementos de Lingüística para o texto literário. São Paulo, Martins Fontes,
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Paulo : Atlas, 2004. 96 p.

�Apêndice
Ao responder este questionário você estará contribuindo com um estudo que será apresentado no
Seminário Brasileiro de Bibliotecas Universitárias. Cujo título deste trabalho é “Bibliotecas
Universitárias como fonte do conhecimento cientifico”.
1) Você esta cursando:
() graduação () pós-graduação () outros ano de ingressou?...
2) Com que freqüência você utiliza a biblioteca?
() diariamente () Semanalmente () ocasionalmente () nunca
3) Quando o professor solicita um trabalho de pesquisa, sobre um determinado assunto,
você pesquisa primeiro em:
() Internet () Cataloga da biblioteca () Pede ajuda aos funcionários da Biblioteca () outros
meios, quais? ...
4) Dos serviços oferecidos pela biblioteca, assinale os serviços que você utilizou:
() Empréstimo () Normalização de documentos
() Levantamento Bibliográfico () Como () Xerox
() Treinamento no Portal da Capes () Catalogação na Publicação
5) Utilização do Material Bibliográfico:
Livros () Sempre () Nunca () outros
Jornais () Sempre () Nunca () outros
Relatórios Científicos () Sempre () Nunca () outros
Dissertações e teses () Sempre () Nunca () outros
Periódicos Especializados () Sempre () Nunca () Outros
Periódicos Especializados do Portal da Capes () Sempre () Nunca
Periódicos Gerais () Sempre () Nunca () Outros
Normas técnicas () Sempre () Nunca () outros
Vídeos e DVDS () Sempre () Nunca () outros
CDS () Sempre () Nunca () outros
Dicionários () Sempre () Nunca () outros
Material cartográfico () Sempre () Nunca () outros
Sumários correntes () Sempre () Nunca () outros
Microfichas () Sempre () Nunca () outros
6) Dos Materiais Bibliográficos acima, os quais você utilizou, ajudou a:
() Estudar para provas () Projetos de pesquisa () Produção Cientifica
7) Você já escreveu um Artigo Científico? () sim () não. Qual a Revista(s)?

8) Você já apresentou trabalhos em eventos de sua área? () sim () Não. Qual(s) os
eventos................................................................................................

�</text>
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        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                <text>SNBU - Edição: 14 - Ano: 2006 (UFBA - Salvador/BA)</text>
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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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                <text>UFBA</text>
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  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
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              <text>A Biblioteca Universitária como fonte da produção do conhecimento científico</text>
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          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
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              <text>Maria, Cicília Conceição de</text>
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          <name>Coverage</name>
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          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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              <text>Essa pesquisa é de natureza qualitativa e quantitativa. O instrumento utilizado para coleta de dados foi um questionário com perguntas abertas e fechadas com intuito de verificar parcialmente os produtos de conhecimento cientifico realizado pelos usuários.</text>
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