<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="569" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/569?output=omeka-xml" accessDate="2026-08-18T01:25:17-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="125">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/11/569/C749_4_CE_V_24.pdf</src>
      <authentication>628c5ce466f44756eeae6d000d659fdb</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="12347">
                  <text>Digitalizado
gentilmente por:

��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA B DOCIJMKMTAÇAO

Os Sistemas Regionais de Bibliotecas Publicas e seu
entrosaraento com o "Serviço Nacional de Bibliotecas"
por
Esmeralda Maria de Aragão

Fortaleza
1963

Digitalizado
-gentilmente por:

�IV

GOííGREbSO

BILISILEIRO

7 n 14 cio

julho

DE

BIBLIOTSGOlíOMIA
c^c

E

DOCUMEilTAg.'TO

1965

TEMA 2 - BIBLIOTECAS HÍBUCAS, INFANT|-JUVENIS, AMBULANTES

E

ESCOLARES

Os Sistemas Regionais de Bibliotecas Publicas e seu entro«
samento com o"Servlço Nacional de Bil)liotecas".
por
Esmeralda Maria d&lt;J Arag5o(*)

0 3«:
Uice.

(*) Professora da Escola de Biblioteconomia e DocumentaçKc\
da Univeriidad^ da Bahia e Chefe do Serviço de Biblioteconomia^
e DocumeXitaçâí da Faculdade de Direito.

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st ei

14

15

16

17

lí

�SINOPSE

Os sistemas de Bibliotecas Péblicas do País. Q Serviço Nacional de
Bibliotecas e o seu entrosamento com os Estados e MunicípioSj para criaçSo ou
reorganização dos sistemas. Colaboração das Universidades.

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
st em
14

15

16

17

1^

�I

INTRtDüÇÂi

A Importância da biblioteca como "agência educativa" é um tema pac^
fico dado os reais serviços que presta numa comunidade. Seu aprimoramento
difusão no entainto, nao têm sido encarados com objetividade, entre nós,

e

daí

se verificar em todo o país, um número ainda inexpressivo de bons serviços,em
função da população e das necessidades culturais. Ha em verdade, bibliotecas
especializadas e universitárias com instalações e acervos preciosos, em número
muito reduzido, todavia.
• tipo de biblioteca que vamos tratar neste trabalho, é porém, aque_
le mais carente de estudos e difusão por todo êste imenso território brasileir: a Fiblioteca Pública Municipal.
Sentimos o problema como fator de máxima importância para o desenvol_
vimento do Plano Nacional de Educação em bases mais realísticas.
De fato, a Biblioteca Pública, com todas as suas inúmeras atividades
não pode estar ausente de um plano educacional. Sem

leitura não se forma

a

mentalidade de um povo. Pode-se pensar em Educação de Adultos sem leitura para os recém-alfabetizados? E a educação infantil poderá ser completa só com aprendizagem ministrada pelos mestres?
Atestam esta necessidade e a importância os estudos que tem empreendido a UNESC6 criando uma série de projetos para instalação de Bibliotecas Públicas nos Países subdesenvolvidos, especialmente da Xsia, África e América
latina.
•s estudos, antes de serem transformados em projetos^ situam, desde

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a n
Syst em
14

15

16

17

lí

19

20

�XI

as possibilidades econômicas das regiões, as condições sociais, os cos
tumes, a política governamental, preparo do pessoal através bolsas de
estudos, comunicações e convênios com instituições culturais e planejamento publicitário.

De estudos e projetos semelhantes carecemos nós, a fim de entrosar
através o binSmio Escola-Biblioteca a ação de educadores, povo e bibliotecários com o plano governamental.

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em

NN|III
15

16

17

lí

19

20

�III

SISTimS REGIONAIS DE BIBLIOTECAS PUBLICAS

Nvim estudo da situação real das bibliotecas públicas brasileiras, vemos, como em tantos outros aspectos, que há regiões privilegiadas ou melhor
servidas. E, logo se imagina que estão no sul e leste os melhores serviços.Con^
tribuem, sem dúvida, para esta situação, as condições econômicas, a maior apl^
cação de verbas federais nessas áreas e um maior avanço técnico de tais centros.
Iniciando por S. Paulo, onde se localiza a maior biblioteca pública
municipal da América do Sul, podemos considerar o bem aparelhado Serviço

de

Bibliotecas públicas funcionando em rede, com uma extensão aos bairros e

al-

guns municípios. Além disso, há legislação regulando o serviço.
Saindo de S. Paulo, vamos encontrar a capital do Paraná com uma moder_
na Biblioteca Municipal, também com serviço de extensão aos bairros, Bibliobus etc.
Na região leste. Belo Horizonte vem de inaugurar uma ampla Biblioteca pública, cujo projeto esteve paralizado por longo tempo. A Guanabara,

sem

contar a Biblioteca Nacional, possui também uma Biblioteca Pública Municipal
com extensão de Bibliotecas infantis e alguns bairros. A Bahia, cuja Biblioteca pública criada em I81I pelo governo do Estado é, por força da lei, estadual, nSo atende às mínimas condições de funcionamento de uma biblioteca pública,
tem organização ainda do tempo do

flestacar apenas as Sec-

ções de"Referência" e de "Periódicos" organizadas pelos bibliotecários

I Digitalizado
-gentilmente por:

que

I Sc a n
Syst em
14

15

16

17

lí

19

�IV

ali servem, mas, nos últimos anos desatualizados por falta de entendimento e
compreensão da parte dos diretores leigos que por lá têm passado, especialmente
o atual, responsável pelo deserviço da instituição à população baiana (*).
Desde que foi criado o Município de Salvador, a Escola de Biblioteconomia apresentou projeto ao primeiro

prefeito eleito, para a criação da Bi-

blioteca Municipal de Salvador, acompanhado de estudo das condições sociais da
cidade e densidade demográfica dos bairros, onde o serviço instalaria, inicial^
mente, as primeiras sucursais e das zonas rurais que deveriam ser servidas pelas bibliotecas ambulantes. Infelizmente, o projeto ficou engavetado ficando
a cidade privada de realizar, em benefício de sua população, trabalho de vulto. As esperanças renascem agora, quaxido temos à frente da Prefeitura um jovem
Idealista, conhecedor dos problemas da comuna neste setor e, cujo Secretário de
Educação é pessoa de ampla visão.
Contudo, Feira de Santana, próspero município vizinho da Capital baiana, está agora com uma moderna biblioteca pública, servindo de modelo e incentivo aos demais municípios. Seu planejamento, construção e organização esteve, desde os primeiros passos, sob a orientação da Escola de Biblioteconomia
e Documentação da Universidade da Bahia.
No nordeste, há o sistema Biblioteca Pública Municipal de Recife e,
cogita agora a SUDENE por em execução ura projeto para criação de um Serviço

(*) As associações de classe baianas, com a Escola de Biblioteconomia, visitaram o Governador do Estado, recém-empossado, e lhes fizeram ver

a

situação dos cargos de direção de Bibliotecas depois da regulamentação da pro^
fissão através a Lei 4.084 de 3O/6/1962. Até agora porém, apesar das promessas
de atendimento, continua à frente da B.P. um bacharel em direito.

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em
14

15

16

17

lí

19

20

�V

de Bibliotecas Publicas para as zonas rurais da região nordestina, depois de
i &gt;
aprovar estudo do Jovem bibliotecário José Mussolini Brandão, recém diplomado
/ '
^
^
pela Escola de Biblioteconomia da Universidade; da Bahia.
Nos demais Estados do norte e nordeste, apesar da existência de Bibliotecas públicas, necessitam, todas elas, de reaparelhamento, e assistência
técnica, dinamização

dos serviços, enfim.

Vale salientar a informação que nos dá o "Guia das Bibliotecas "Espe^
cializadas" a respeito da situação de pessoal nas Bibliotecas brasileiras.

C

quadro é desolador: das 4o8 que relaciona, 102 não possuem bibliotecários.

A

maior parte tem apenas um biliotecário e, só as grandes bibliotecas do sul e
leste em S. I^ulo e no Rio de Janeiro, têm o privilégio de possuirem mais de
6 bibliotecários (1). As que nao possuem bibliotecários estão localizadas
I

no

norte, nordeste e região centro-oeste. Pode-se imaginar o funcionamento de tais
serviços, suas condiçSès, possibilidades de progresso e eficiência. É louvável,
sobretudo, o esforço dêsses abnegados que querem servir á cultura trabalhando
sem a mais mínima assistência material e técnica. Num país de extensão territo_
rial como o nosso, não" é para se admirar que exista, apesar do rádio, citamos
apenas este, porque a televisão é ainda privilégio das populaçSes das grandes
capitais, quem ignore'a existência de Escola Superior para a formação de biblio
tecarios e, que deve ser privativo de bibliotecários a organização e direção
de bibliotecas.
Mas, não somos daqueles

que descreem do progresso e desenvolvimento

deste País, juntamo-nos, pelo contrário, aos que encaram a realidade nacional

(l) BRASIL. Instituto Brasilèiro de Bibliografia e Documentação. Bibliotecas
especializadas brasileiras; guia para intexvjâmbio bibliográfico.

Rio

de Janeiro, 1962

Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em
14

15

16

17

lí

19

�VI

como promissora e em evolução, embora nos debatamos cora problemas mais sérios
e inadiáveis. Entre as grsindes reformas que precisamos encaminhar, a educaci£
nal é das mais urgentes. Precisamos juntar as energias, fazer o que estiver
dentro, e até mesmo além das nossas forças crentes no fim a que nos propOTios
que é a elevação do nosso povo.

e SERVIÇO NACIONAL DE BIBLIOTECAS

Em boa hora, criou o governo, através o decreto n9 51-S25 de 22 de
agSsto de I961, o Serviço Nacional de Bibliotecas com as finalidades, entre
outras,

■

de "estimular a criação de bibliotecas públicas e, especialmente,

os sistemas regionais de bibliotecas" e "colaborar na manutenção dos sistemas
regionais de bibliotecas" (*).
Diz o decreto ainda, que ao setor de Assistência Técnica "caberá a
organização de serviços regionais de bibliotecas e bibliotecas públicas em to_
do o País ..."

É, realmente de grande importância o funcionamento deste setor,

pois, como vimos, estão à espera de ajuda e assistência a grande maioria das
bibliotecas públicas do País.

(*) - Tal decreto surgiu de uma solicitação da Associação Baiana de
Bibliotecários ao Presidente jânio Quadros, para entrosar, com a campainha Nacional de Educação, um plano nacional de Bibliotecas públicas.

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
s t e .O"
14

15

16

17

lí

19

20

�VII

Indispensável também^ para que se concretizem essas aspirações,

a

celebração de convênios com os Estados e Municípios de que nos fala o art. 1?
do decreto n? 51«224 de 22 de agosto do mesmo ano, que aprova o regulamento dos
Serviços Regionais de Bibliotecas.
Temos a lembrar no entanto, que também as Universidades Brasileiras
devem celebrar, além dos Estados e Municípios, convênios para esse fim, especialmente porque sSo elas que dispõem dos técnicos e dos recursos para a pesquisa. E, como o nosso pensamento é o de que se congreguem todos os esforços
para a execução de bons projetos, torna-se inadiável esta participação.
Ao que nos consta a.Universidade da Bahia é pioneira nesta questão
pois, iniciou tais atividades em janeiro de 19^2, quando, através a Escola de
Biblioteconomia e Documentação enviou ofício circular a todos os prefeitos baianos, convidando-os para um entendimento com sua Direção a respeito de ajuda
técnica que a Universidade daria àqutles que desejassem criar, ou reorganizar
Biblioteca Publica em seus municípios.
Desde 1959j vinha a Universidade da Bahia prestando colaboração ao
Município de Feira de Santana que inaugurou a sua modelar Biblioteca Municipal
em abril de 1902.
Ainda em 19^2, Jacobina, o distinte município do sertão baiano pedia
auxílio à Universideide, pois, possuia um acervo trancado, inútil, com algumas
obras de valor, doadas, a maioria, por um bibliófilo da terra.
Para lá nos dirigimos, por indicação da Diretora da Escola e, em duas semanas, realizamos trabalho técnico indispensável à circulação dos livros.

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em
14

15

16

17

lí

�VIII

A Biblioteca, uma pequena sala no andar térreo da Prefeitura, foi assim aberta ao público, nSo com inaugurações pomposas porque nSo se tratava, de fato,de
por ao alcance do mesmo um serviço de vulto, mas, dinamiaar um acervo inacessível, morto.
Os resultados foram excelentes, e, lá está em funcionaimento uma pequena sala de leitura, com uma freqüência diária de 40

a 50 leitores no turno

da tarde e à noite, até as 9 horas. La estSo os jornais da Capital, do próprio
município e de municípios vizinhos, a informar um sem niímero de cousas que o
nosso pacato tabaréu deseja saber. Ha também revistas, algumas obras de refe-»'
rência e boas coleções literárias de autores nacionais e portugueses.
A receptividade da populaçSo ao serviço, já está a exigir do novo
prefeito, recém-empossado, providências para a transferência do mesmo para me_
Ihores instalações e, quem sabe, a constmição definitiva de prédio próprio.
Outros municípios baianos seguindo o exemplo de Feira, e dessa pequena biblioteca de Jacobina, desejam que a Escola designe um bibliotecário
para ver as possibilidades de criação ou reorganização de Bibliotecas Publicas.
EstSo em pauta, Tanquinho de Feira, município novo, recentemente desmembrado
de F ira de Santana, Canavieiras, Cipó e Joazeiro, situados nas mais diversas
regiões do Estado.
O plano do "Serviço de Bibliotecas do Interior", sob a direçSo da
E.B.D. UB. é tornar a Biblioteca Municipal de Feira uma biblioteca central na
sua zona, entrando em convênio com municípios vizinhos mais novos e com menores dotações orçamentárias, que poderSo se valer daquele serviço enquanto não

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em
14

15

16

17

lí

�IX

se encontrem em posição de instalar os próprios.
Ha ainda em estudos, o projeto de ser criada uma outra biblioteca,
nos moldes da de Feira, em Alagoinhas, destinada a servir outras zonas, era
convênio com importante empresa nacional.
Â medida que chegsim as solicitações das prefeituras do Interior, vã©_
se procedendo

aos estudos das regiões, registrando-se em fichas padrões,to-

das as informações a respeito do município.
Os dados dessa ficha são, em resumo, os seguintes: área, população,
densidade demográfica, produção, tipos de vida, situação educacional, recursos
econSmicos, comércio, etc.
Evidentemente, essas bibliotecas instaladas ou reorganizadas pelo
Serviço, ainda não dispõem de bibliotecários efetivos, pois, apesar da Escola
já haver diplomeido mais de uma centena de alunos, não há nenhum em disponibil^
dade para assumir esses postos. A biblioteca de Feira distante duas horas da
Capital, está sendo assistida semanalmente por uma professora da Escola e, já
está era entendimentos em convênio para que esta dê um curso intensivo, visando
o preparo de pessoal até que um bibliotecário possa vir a assumir a direção,
de acordo com a Lei nv 4.084.
Para Jacobina porém, distante 10 horas

de viagem de ônibus da Ca-

pital, o Serviço não poude estabelecer o mesmo critério, tais as dificuldades
de acesso e disponibilidade de pessoal. No entanto, a orientação dada quando
da reorganização, vem sendo cumprida e tem havido comunicações constantes da
Prefeitura com a Escola.

ft

�Mas, se os problemas baianos, neste setor, idênticos e semelhantes
aos das demais regiões,têm soluções próprias,especialmente porque conta com a
Escola na Universidade, não podemos deixar de acentuar a necessidade imperiosa
que tem, a vasta região norte e nordeste, de ura plano para instalação ou reor^
fc^sinização de bibliotecas, cursos intensivos para ura imediato funcionamento das
mesmas, o que requer, obrigatoriamente, recursos financeiros a serem fornecidos pelo Serviço Nacional de Bibliotecas, como órgão criado especialmente para tal fim.
Consideramos ainda de grande importância para um funcionamento eficiente do Plano Nacional, que se estude e divulgue iim planejamento publicitário sobre a importância da Biblioteca Piáblica, suas atividades e colaboração
com o plano educacional, afim de que se concentrem esforços de toda sorte para a criação e difusão destas instituições por toda a extensão dêste imenso e
rico território.
E façamos com que toda gente pense e sinta como Maurois: "nada importa tanto à humanidade como pôr à disposição de todos os homens esses instrumentos de superação, de evasão e de novidade, que transformara a vida e incrementam o valor social do indivíduo. O único meio de consegui-lo é a biblio_
teca pública" (2).

(2) UNESCO.

La biblioteca pública y su misión.

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em
14

15

16

17

lí

�CONCLUSÕES

O debate de problemas nacionais, naturalmente, requer a mais ampla
discussão em tômo das condições brasileiras e recursos de que dispõe.

Daí

porque achamos de todo conveniente que não se destinem verbas a um serviço
sem que se estude, inicialmente, as possibilidades efetivas da região para
aplicação das mesmas.
Sintetizamos

nosso trabalho então, nas seguintes conclusões

a

serem aprovadas por êste Congresso:
1.- Que o Serviço Nacional de Bibliotecas organize uma Comissão
cional, composta de i?epresentantes de todas as regiões do País, para que rel^
tem o real estado das mesmas, nêste setor.
2 - Que elabore um plano nacional publicitário, aplicando-o às possibilidades regionais sôbre a "biblioteca pública" e sua missão na comunidade
brasileira.
3 - Realize convênios com Estados e Municípios como prevt o decreto
para a organização ou reorganização de sistemas regionais.
4 - Que a distribuição de verbas se faça dentro de um esquema

das

necessidades regionais.
5 - Que se entrose com as Universidades brasileiras para a criação
de cursos intensivos de Biblioteconomia, através das Escolas de Bibliotecono^
mia e com o Instituto Nacional do Livro, como ficou estabelecido no 3' Congresso de Curitiba.
6 - Que se realizem reuniões periódicas para que se divulgue os
sultados e se mantenha t8da a população brasileira atenta ao que realiza
Serviço.

Digitalizado
-gentilmente por:

o

�Referências

H^SIL-

Bibliográficas

Instituto BrasilGiro de Bibliografia e Documentação.

Bibliotecas especializadas brasileiras; guia para intercâmbio.
BRASILI

Rio de Janeiro, 19^2.
Leis, decretos.

Serviço Nacional de Bibliotecas,dec.

n? 51.225 de 22 de agosto de 19^1.

MAUROIS, André - La Biblioteca Publica e su misión;
Unesco.

1961.

Digitalizado
-gentilmente por:

Paris,

�I

■
ii'ti

i^Ä»-

kií
.■-»r-

"'■

'^1'^
-

1^

-

K siíkí;'

cm

1

Digitalizado
gentilmente por:

st e m
^ £T.Ä

TE/W

iiii|iiii|iiii|iiii|iiii|iiii|iiii|iiii|iiii|iiii|iiii|iiii|iiii|^^
I
I
I
I
I
I
I
14
15
16
17
18
19
20

���</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="11">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8099">
                <text>CBBD - Edição: 04 - Ano: 1963 (Fortaleza/CE)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8100">
                <text>Biblioteconomia</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="48">
            <name>Source</name>
            <description>A related resource from which the described resource is derived</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8101">
                <text>IV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8102">
                <text>FEBAB</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8103">
                <text>1963</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8104">
                <text>Fortaleza/CE</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8554">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="48">
          <name>Source</name>
          <description>A related resource from which the described resource is derived</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="8271">
              <text>IV Congresso Brasileiro de Bblioteconomia e Documentação</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="8272">
              <text>Os Sistemas Regionais de Bibliotecas Públicas e seu entrosamento com o "Serviço Nacional de Bibliotecas"</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="8273">
              <text>Aragão, Esmeralda Maria de</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="8274">
              <text>Fortaleza</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="8275">
              <text>FEBAB</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="8276">
              <text>1963</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="65189">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
  <tagContainer>
    <tag tagId="8">
      <name>cbbd1963</name>
    </tag>
  </tagContainer>
</item>
