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                  <text>���IV CONGRESSO BRASILtílRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

'Bibliotecas departamentaiô
por
Elton Eugênio Volpini

Fortaleza
1963

Digitalizado
-gentilmente por:

�UNIVERSIDADE DO CEARÁ
IV CONGRESSO BRASILEIRO DE B1BLlOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
FORTALEZA,

TEMA

III

-

7 A

U DE JULHO DE

19^3

INFORMAÇÃO CIENTfFICA

BIBLIOTECAS DEPARTAMENTAIS
POR
ELTON EUGEN 10 VOLPINI '

CDU 027.7:022

0.9^;

V.A ^ »7C. í

•Professor da Escola de Biblioteconomia de Minas Gerais
Vice-Presiden+e da Associaçao de Bib1iotederios'de Minas Gerais
Bibliotecário da^Faculdade de Medicina da U.M.G,
Membro da Comissão Brasileira de CIassif1caçao Decimal Universal

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�SINÖPSE

Bibliotecas departamentais
desenvolvido

porque as

têm se

bibliotecas cen-

trais freqüentemente têm falhado ao procu
rar atender as necess idade-S dos
listas,

Bibliotecas departamentais conti-

nuarão a crescer nos

locais onde es

des.de pesquisa estão amplamente
tes,

especia-

Entretanto,

min Istrraçao,

no que diz

unid£

distan-

respeito à a^

a experrienc ia demonstra que

o controle econSmlco e o trabalho efetivo
s&lt;5 sao obtidos quando o b ib I iotecfár Io tem
sob sua supervisão e controle direto todo
o acervo,

qualquer que seja a forme como

ele esteja distribuído,
cas departamentais,
coieçoes de
hospitais,

seja em bibliote-

coleçoes

laboratórios,
ou outras.

especiais,

bibliotecas de

�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
FORTALEZA,

7 A

l4 DE JULHO DE

I963

BIBLIOTECAS DEPARTAMENTAIS
POR
ELTON EUGEN 10 VOLPINI

Há tempos que bibliotecários e educadores
discutem os

problemas admln'strativos. e educacionais

surgem quando se separam as
trais.

coleçoes das bibliotecas cen-

Embora sejam fortes os argumentos pr&lt;5 e contra a

centralizaçao ou descentraIizaçao da coleção,
pontos de vista
várias formas

predomina sSbre o outro.

pelas quais

as

nenhum dos

Isto devido às

universidades estão,

administrando suas bibliotecas departamentais
cais e

que

hoje,

em clínl-

laboratórios,
A finalidade

deste trabalho é a de apre-

sentar alguns aspectos da organizaçao,
também,

administrraçao

e,

aspectos educacionais deste tipo de biblioteca,

ao mesmo tempo que se propõe alguns

pricípios

para

uma

organizaçao futura,
A divisão de uma biblioteca em
mentos é,
atividades,

como a divisão de trabalho,

a distribuição de

tendo a homogeneidade como base,

trole de um administrador.
partamentos sao várias,

mas

As bases
as mais

departa-

sob o con-

para a formação de de
Importantes numa

bi-

blioteca universitária sao principalmente quanto a

cm

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�-2-

função

(processamen+ostécn Ico,

comodidade

(divisão em departamentos,

localIzaçao
clientela

circuloçoo etc.)
por assunto)

(bibliotecas departamentais)

(leitores

a servir)

Desta forma localizamos as bibliotecas de
—
y/
partamentets dentro ou fora da biblioteca central,
mas
sob um mesmo controle administrativo.
Recentemente a
coleçoes em um único prádio.

tendencla é centralizar os

Entre outros fatores que têm

contribuído para esta centralização temos a construção de
novos e amplos
técnicos e de
mentoi
-

edifícios,

o desenvolvimento dos serviços

Interdependencia de vários

Entretanto ê pouco provável

ramos do conhecJ_

mesmo

lnVer*oss iml l

que desapareça^! as bibliotecas departamentais,
Embora as b Ib1 iotecasdepartamentaIs criem

problemas mais

complexos do que as bibliotecas centrais ,

aquelas sao administradas de forma semelhante a estas, E^e
um modo geral,
de

uma biblioteca departamental

livros e outros materiais

é uma coleção

ligados ao departamento

de

Instrução,

ßode estar situada dentro ou fora da blbllot^e

ca centrai,

se bem que,

to ao departamento,
As

comumente,

clínica,

esteja

local Iz-ada ]un—

laboratório etc.

relações das bibliotecas departamen-

tais com a biblioteca central

variam de

Instituição

para

Instituição,

Observamos que bibliotecas de assuntos tais

como Direito,

Medicina,

Odontologia,

Engenharlq e Farmá-

cia estão mais sujeitas a se separarem da administração
de uma biblioteca central

do que bibliotecas de assuntos

como História e Filosofia,

que,

controle direto.

estão sob seu

Será feito pela biblioteca central

o processamento técnico:
çao,

comumente,

catalogação etc,.

aqu^stçao,
Após

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registro,

todo

classlflca-

Isso as obras serão enviadas

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�paira o departamento, Alf um bibliotecário
ou mais de um,

(e um auxiliar,

dependendo do movimento da blbliotéca)
$

se

encarregará da circulaçao e empréstimo, A biblioteca central
das

enviará também cópia das

fichas das obras cataloga -

para o catálogo da biblioteca departamental^ 3 Dessa

forina,

no catálogo geral

se todos as
tes,

da biblioteca central

Informaçoes sobre todas as obras

assim como

encontram

alf existeji

Informaçoes sobre as obres existentes nas

bibliotecas departamentais. Nestas,

as

Informaçoes se

rje

sumem às obras alf existentes. Os métodos de classiflcaçao e de catalogpçao serão os mesmos da biblioteca cen —
trai,

visto que af será feito o processamento técnico.

Centra 1Izaçao X DescentralIraçao

Consideremos alguns

aspectos

pró e con -

tra a centralização sob o ponto de vista educativo,^
Interpelação de assunto,
db materIa I
Argumentos

acesso,

custo,

eficiência,

de
uso

etc.:
pfó centra 1izaçao1- A grande

tfos no uso das obras. As

Interrelaçao dos departamen-

ciências sao

interdependentes e

uma mesma obra é usada em vários departamentos,
2- As obras

gerais sao

Igualmente acces-

sívels a todos os departamentos,
3- Um catálogo geral,
sfvel

igualmente

acces—

a todos os departamentos é superior aos catálogos

dos departamentos e o hábito de consultar um catálogo g_e
ral

constitue amplo melo educacional,
4- A manutençao dos catálogos

é menos

dispendiosa,
5- Conversas

Informais entre pesquisado-

�res de vários departamentos estimula a pesquisa, A bibllo
teca central

proporciona excelente oportunidade para

es-

tes contiactos,
é- Melhor supervisão por bibliotecários
espeale1Izado» contribue e auxilia nos

trabalhos de pe£

quisa,
7- Acesso
peclalmeAèe útil
vel

Imediato a toda a coleção«

ao serviço de

ao trabalho de

referência,

imprescindí-

pesquisa.

8- A administração da biblioteca
tral

E_s

cen-

ê mais eficiente e econômica. A descentra1Izaçao

separa as obras que podem servir a mais de um departa mento,

e a dupllcaçao destas obras acarreta maiores de_s

pesas,

maior número de funcionários para atender às

dj_

versas bibliotecas e várias outras desvantagens de or dem administrativa,
9- O sistema de empréstimo é mais simples e menos dispendioso,

e,

ao mesmo tempo,

de ser controlado,

mais fácil

t

10- Com a centralização,

o espaço gasto

com bibliotecas departamentais serda utilizado para ojj
tros fins,
11- A construção de grandes

prédios

pa-

ra bibliotecas centrais dá as seguintes oportunidades;
a- mostra uma bela obra arquitetônica,
b- simboliza a unidade de conheclmen
to e de esforço educacional,
c- a biblioteca e considerada como o
coração da máquina educativa,
d- estimula doaçoes e ofertas.
I2- A ampllaçao de um prédio central
for planejado tendo em vista esta possibilidade,

que

é mais

�-5-

viável

e mais econSmica do que pequenas

mos em vários

prédios,

reformas

e acresci^

com a finalidade de ampliar as bi-

bliotecas departamentais.
l3- A duplícaçao de prédios,

funcionários

e serviços é cara e desnecessária»

Argumentos

pró descentraIIzaçao1- £ de grande vantagem a facilidade de se

consultar as obras no momento em que sao necessárias,
2- A centra 1izaçao tem muitas vantagens
sob o ponto de vista administrativo,

mas a conveniência da

administração bibIiotecárlannao deve se sobrepor à convenJ_
êncla dos
xlste

pesquisadores. A administração bibliotecária e-

para facilitar a

recursos

pesquisa e o ensino,

colocando

os

para este fim onde possam 0©èx:usados com maior

faci I Idade.
3- É
menta-i

Inevitável

fique separada dos

que a biblioteca departra-

laboratorlos,

mas as obras devem

ser colocadas tao próximo quanto possível
guIdadJe da biblioteca e
o

Interesse da

deles. A contí-

laboratório aumenta sensivelmente

pesquisa,

além de facllltá-la.

Em certas

clrcunstânc1 as devem-se agrupar as coleçoes de assuntos
re1 acionados,
4- Um prédio multo grande sacrifica os

Iii

terêsses educacionais de muitos departamentos, O tempo ga_s
to em

locomoção de uma parte a outra do prédio e,

o tempo gasto com a espera de elevadores sao

tambwm,

Inconvenlên-

alas d« um grande edifício,

Destes

argumentos

I
chegamos a conclusão de

que a centralização é favorecida nos
ao custo,

cm

1

Interre1açao,

poijtos que se

referem

eficiência e na parte educativa.

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�Ês+es dois

últimos argumentos

- eficiência e educaçao -

favorecem tiambém a descentralização,
tuiçao possua,num orçamento tal

contanto que a

!nstj_

que possa oferecer um ser-

viço adequado para manter tanto a biblioteca central

quaji

to as bibllotrecas departamentais.

Princípios para uma açaó futura. O problema da centra Itz^a
çao ê uma questão que nao pode ser respondida categoricamente, Os fatored a serem ponderados em cada
e as despesas que acarretam,

sao variáveis

Instituição,

Importantes

queddlfleultam a generalização, A tendência entre bibliotecas que construíram recentemente,
oonstruçao de novos
novas

prédios,

ou que planejam a

ê trazer para dentro dessas

Instalações o maior número possível

de unidades d^

partamentaIs,
Nas organ Iziaçoes antigas
sistemas departamentais,

mas ê possível

sam ser~ agrupadas as bibliotecas
tos rre Iaclonados,

e tenham,

blioteca para todas as
bibliotecas separadas
nica,

predominam os
que no futuro po^

departamentais de assun-

por exemplo,

somente uma bi-

ciências biológicas,
para biologia,

ao

Invés de

antropologia,

botâ-

zoologia etc.
Dados

estatísticos de bibliotecas

unlve£

sltírlas que tivemos oportunidade de visitar nos Estados
Unidos da América provam que uma considerável
mlnlstrativa e maior eficiência educacional

economia a^

podem ser obtJ_

das pela centralização do serviço bibliotecário.
Os

princípios básicos de organlraçao e a^

ministraçao de bibliotecas

centrais sao os mesmos de bi-

bliotecas departamentais. Novas coieçoes departamentais cfe
veriam ser estabelecidas e mantidas fora da biblioteca
central

cm

1

somente com a aprovaçao do diretor da

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instituição

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e do bibliotecário. As despesas com bibliotecas departamentais deveriam ser controladas

pela bíblloteco centrai,

assim como toda a parte administrativa, A duplicação do
matierlal

já existente na biblioteca central,

doreconhecido seu

Interesse para o ensino,

mesmo quan-

deve ser fei-

ta sòmente em casos de extrema necessidade,

observando-

se o controle das despesas,
O controle da
ve ser feito de tal

local izaçao do material

forma que permita atender aos

d_e

Interê_s

sesdos consulentes da melhor forma possível.
Sempre que houver garantia de economia e
de eficiência,
SOS

o bibliotecário deve centralizar os

proce^

técnicos e outros serviços.
As conclusoes obtidas

pela American LIbr_o

ry Association ao estudar este problema nao oferecem uma
solução positiva. Depois de acaloradas discussões,
te aprovou,

por" unanimidade,

ra a organização das

a seguinte declaraçao;

cels de se resolver e,

cm

1

Imediata,

é

"Emb_o

relações entre as bibliotecas cen-

trais e as departamentais seja um dos

ção

somen-

problemas mais dlf_f

como até agora nao haja uma solu-

indispensável

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perseverar no seu estudo".

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