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                  <text>Digitalizado
gentilmente por:

�. j.'
f!k,- i

16

17

18

19

2Í

��IV

CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA S DOCUMENTAglO

4

Conferência Internacional de Catalogação
Relatório oficial preliminar

Traduzido por
Maria Luisa Monteiro da Cunha
"I

£? 9.loé f-3 C?i3, jj
c=hm
11

.

'•

Fortaleza
1963

�T

ri '
'

f^A^O'v^^ßjUx^
cÁo^
CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE CATALOGAÇÃO
PELATÓRIO OFICIAL PRELBÍINAR

Introdução

A Conferência Internacional de Catalogagao patrocinada pela F.I.A.B.
(Federação Internacional de Associações de Bibliotecários - I.F.L.A.) e com o
auxílio de subvenção do American Council on Library Resources, de Washington,
realizou-se na UNESCO (edificio das conferências), em Paris,

de 9 a 18 de ou

tubro de 1961.

O objetivo da Conferência, expresso na Reunião Preliminar levada

a

efeito em Londres em julho de 1959, foi "alcançar acordo nos princípios basi
r
f
COS que governam a escolha e forma de entrada no catalogo alfabético de auto
res e títulos".

Com esta finalidade em vista, foi solicitado as

associações

de bibliotecários e outras associações interessadas em todos os países com os
quais poderia ser estabelecido contacto, que instituíssem comissoes nacionais
a fim de que seus respectivos delegados fossem designados e instruídos quanto
aos objetivos do certame.

Varias organizações internacionais

convidadas a participar da Conferência.

foram

Documentos de trabalho

também

sobre

assun

tos sugeridos na Reunião Preliminar foram elaborados e distribuídos amplamen
^
A
f
te para estudo e comentários. Baseando-se nesses trabalhos e nos comentários
recebidos, o Sr. Secretário Executivo preparou um projeto de

Exposição

dos

princípios que foi distribuído aos participantes e as suas organizações antes
do inicio da Conferencia.

As sessões da Conferência foram principalmente dedicadas

a

discus

são do projeto de Exposição dos princípios e respectivas emendas.

Depois

discussão geral sobre cada secção do projeto, durante

delegações

a qual

as

de

aprevsentavam emendas, era constituído um grupo de trabalho que juntamente cora
membros da Comissã» Organizadora ampliada, considerava as emendas e os proble
mas ressaltados durante a discussão geral, preparando, então, um texto
to da sessão que era submetido a votaçao no decorrer de uma
da Conferência.

sessão

revis

ulterior

O texto da Exposição final decorrente desse procedimento

cebeu aprovaçao de grande maioria dos participantes.

re

Além das sessões gerais

concernentes a Exposição dos princípios e Resoluções gerais, alguns grupos es
peciais se reuniram durante a Conferência elaborando relatórios que serão

pu

blicados mais tarde juntamente com o relatório completo do Certame.

O texto da Exposição de princípios e outras Resoluções aprovadas pe
Ia Conferência, as listas dos delegados e dos grupos especiais, bem
resumo da votaçao figuram

como

um

a seguir.

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�2.

RESOLUÇÕES
Resolução I

De acordo com os votos registradosj a Conferencia anrova

a Exposi

çao de princípios abaixo transcritos.
Solicita aos delepados nacionais oficiais e as CoMssoes nacionais;
(1)

que dêm a mais ampla publicidade ao texto da

Expo-sição

pios entre bibliotecários, editores, livreiros e

de princi

autoridades

res

ponsaveis nos seus respectivos paises;
(2)

que tomem as necessarias medidas no sentido de (a) serem as regras
de catalogação em seus paises estabelecidas ou revistas

e

postas

em prática tao logo quanto possivel e de conformidade com os
cípios adotados pela Conferência; (b) que esses mesmos

p^^in

princípios

sejam tomados em consideragao na compilaçao das bibliografias

na

cionais.
Pede, ainda, aos delegados oficiais de organizações internacionais,
que tornem o texto da Exposição de princípios conhecido dos

membros

nacio-

*
Solicita a Secretaria aue divulgue o texto da Exposição de

í
princi

nais de suas organizações.

pios em todos os países e organizações internacionais nao representados

na

Conferência, mas que se presume tenham interesse na Catalogaçao.

EXPOSIÇÃO DOS PRINCÍPIOS
adotados pela Conferência Internacional
sobre Princípios de Catalogaçao
Paris, outubro de 1961.
1. Alcance dos princípios
Os princípios aqui formulados se aplicam unicamente a
forma de cabeçalhos e palavras de entrada - i.e., aos

escolha

e

principais

elementos
1
que determinam a ordem das entradas nos catalogos de livros impressos
nos
quais sao combinadas numa só ordem alfabética as entradas peloa nomes de
tores e, quando estas sao insuficientes ou inadequadas, pelos titulos
obras.

au
das

No estabelecimento desses princípios foram particularmente considera

das as grandes bibliotecas gerais, mas sua aplicação aos catalogos de outras
bibliotecas e listas alfabéticas de livros também se recomenda com as modifi
cações exigidas pelas finalidades desses catálogos ou listas.

1.

cm

1

Nesta Exposição de princípios a palavra "livro" abrange nao so o livro
propriamente dito como também outros documentos da mesma natureza.

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�o catalogo deve ser um infitruraento eficente para determinar;
2.1,

se a biblioteca contém determinado livro caracterizado
(a)

pelo seu autor e pelo titulo,

.gu

(b)

pelo título apenas, . se o autor não fifrura no livro,

(c)

por um substituto apropriado quando tanto o autor como

ou
o

título são inadequados ou insuficientes,
2.2.

(a)

quais as obrns de determinado autor

(b)

quais as edições de determinada obra

o.
existem na biblioteca.

Estrutura do Catalopo
Para cumprir essas funções o catalogo deve conters
3.1.

no mínimo uma entrada para cada livro catalopado e

3.2.

mais de uma entrada para cada livro, sempre que o interesse dos lei
tores ou as características do livro o exijam, como por exemplos
3.21. quando o autor é conhecido sob mais de um nome ou
nome,

forma

de

ou

3.22. quando o nome do autor foi identificado mas nao figura na
gina de rosto do livro,

ou

3.23. quando vários autores ou colaboradores contribuíram
produção do livro,

pa

para

a

ou

3.24. quando o livro e atribuido a diversos autores

ou

3.25. quando o livro contém uma obra conhecida sob vários titulos.
Tipos de entradas
às entradas podem ser; principais, secundarias, e remissivas.
4.1.

Cada livro deve ser objeto de uma entrada completa - a entrada prin
cipal - dando todos os pormenores necessários a identificação da
bra.

o

Outras entradas podem ser feitas quer sob a forma de entradas

secundarias (i.e. entradas adicionais baseadas na principal e repro
duzindo total ou parcialmente sob outros cabeçalhos

a

inforraaçao

contida nesta últiraa), quer como remissivas (que orientam o

leitor

levando-o a outros lugares no catálogo).

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�4.
5. Uso de entradas múltiplas
As duas funções do catalogo (vide 2.1. e 2.2.) sao mais eficientemen
te executadas por meio de
5.1.

una entrada para cada livro sob um cabeçalho derivado do nome
tor ou do título tal como impresso livro

5.2.

do au

e

quando ocorrem varias formas do nome do autor ou do titulo, por uma
2
entrada para cada livro sob um cabeçalho uniforme
constituído por
/
determinada forma do nome do autor ou determinado titulo, ou, no ca
so de livros não Identificados pelo autor ou pelo titulo, um

cabeça

lho uniforme constituído por un substituto adequado do titulo
5.3.

e

entradas secundárias e/ou remissivas adequadas.

6• Função dos diferentes tipos de entradas
6.1.

à entrada principal para obras catalogadas pelos nomes do autores de
ve ser um cabeçalho uniforme.

A entrada principal das obras

catalo

gadas pelo titulo poder ser o titulo tal como impresso no livro com
f
f
/
entrada secundaria sob um titulo uniforme ou um titulo uniforme com
entradas secundarias ou remissivas para os outros titulos.

Esta

ul

tima prática é a recomendada para a catalogaçao de obras muito conhe
cidas, especialmente as que se identificam por um titulo de uso

cor

rente (vide 11.3.)^
6.2.

Entradas sob outros nomes ou formas de nome para ura mesmo
vera, em geral, ter a forma de remissivas; todavia, entradas
4
rias podem ser adotadas em casos especiais.

6.3.

autor

de
/
secunda

Entradas sob outros títulos para a mesma obra devera em geral ser

en

tradas secundárias; entretanto, remissivas podem ser empregadas quan
A
^
/
do uma referencia pode substituir um numero de entradas secundarias
sob um so cabeçalho
6.4.

Entradas secundárias (ou, segundo o caso, remissivas)

deveriam

ser

feitas sob nomes de co-autores, colaboradores etc. e sob titulos de
/
/
obras cuja entrada principal e o nome do autor sempre que o titulo
constitui alternativa importante para identificação.

2. O termo "cabeçalho uniforme" foi adotado en substituição ao termo "cabeçalho
padronizado" empregado no texto submetido à inferência tendo em vista
a
objeção que se segue: "cabeçalho padronizado" poderia fazer crer tratar-se
de cabeçalho aprovado por um organismo de normalização.
3. Os princípios^estabelecidos para a catalogaçao de obras entradas pelo titu
Io podem tamben ser seguidos para o arranjo de entradas sob um cabeçalho de
determinado autor.
4. Por exemplo, quando determinado grupo de obras está associado a determinado
nome.
5. Por exemplo, quando determinada variante do título foi usada em certo
ro de edições.

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nume

�5.
'7» Escolha do Cabeoalho Uniforme
O cabeçalho uniforme deve em geral ser o nome (ou e forma do nome)
ou o titulo que mais freqüentemente figura em edições das obras catr.logadas
ou em referencias a seu respeito encontradas em fontes autorizadas.
7.1.

Guando há edições em várias linguas deve ser preferido

un cabeça-

lho baseado na língua original; entretanto, se essa lingua nao for
/
&lt;
A
usualmente empregada no catalogo, o cabeçalho poderá ser de acordo
com edições e referências em uma das línguas utilizadas no

catalo

go.
8. Autor Individual
8.1.

A entrada principal de cada edição de uma obra identificada como
/
sendo de autoria de uma so pessoa deve ser o nome do autor indivi
dual.

Faz-se uma entrada secundária ou uma remissiva sob o título

de cada edição na qual o nome do autor não figure na página de ros
to.
8.2.

O cabeçalho uniforrae deve ser o nome pelo qual o autor é freqüente
6
mente identificado nas edições de suas obras,
na forma corrente
e mais completa sob a qual comumente apareça, salvo

nos

casos se

guintess
8.21.

um outro nome ou forma de nome poderá ser usado como
çalho uniforme desde que se tenha consagrado

cabe

pelo uso

ral quer em referências feitas ao autor em obras

ge

biográfi

cas, históricas ou literarias, quer em relaçao cora

suas

atividades publicas distintas das que tem como autor;
8.22.

uma característica para identificação

suplementar

deverá

ser acrescentada, caso necessário, para distinguir o autor
de outros que tenham o mesmo nome.
9. Entrada de Entidades Coletivas
9.1.

k entrada principal de uma obra deve ser o nome da entidade coleti
va (i.e. uma instituição, entidade constituída ou assembléia
pessoas conhecida
9,11.

de

por um nome corporativo ou coletivo)

quando, por sua natureza, a obra e necessariamente a
ex
~ do pansamente ou atividade coletiva da entidade 7 ,
pressão

6. Sujeito à Secção 7.1.
7. Por exemplo, relatorios oficiais, regras e regulamentos, manifestos,
gramas e registros do resultado de obras coletivas.

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pro

�ainda que assinada por uma pessoa na capacidade de
nario ou servidor do orgao em questão,
9.12.

funcio

ou

quando os dizeres do título ou da página de

rosto conside

rados era relaçao com a natureza da obra indicam
f
/
claro que a entidade e coletivamente responsável

de

modo

pelo con

teúdo da obra
.9.2.

Em outros casos, quando uma entidade coletiva exerceu

função subsi

diária a do autor (tal como a de editor intelectual) uma entrada se
cundária devera ser feita sob o nome da entidade.
9.3.

Em casos passíveis de dúvida a entrada principal pode ser quer pelo
nome da entidade coletiva, quer pelo titulo ou o nome do autor indi
vidual, com entrada secundária em cada caso sob a" alternativa

nao

escolhida para a entrada principal.
9.4.

O cabeçalho uniforme para as obras que têm entrada pelo nome de uma
entidade coletiva, deve ser o nome sob o qual a entidade e

freqüen

temente Identificada em suas publicações, exceto nos casos

seguin-

tes:
9.41.

quando em suas publicações ocorrem

freqüentemente

varia

çoes da forma do nome, o cabeçalho uniforme deve ser a for
ma oficial do nome;
9.42.

quando a entidade coletiva tem nomes oficiais em
varias
/
/
línguas, o cabeçalho deve ser na língua que melhor se adap
te aos interesses dos utilizadores do catalogo;

9.43.

quando a entidade coletiva e geralmente conhecida por
A
/
f
nome corrente, este nome (numa das línguas usualmente

um
em

pregadas no catálogo) deve ser o cabeçalho uniformo;
9.44

para as publicações dos Estados e outras autoridades terri
toriais, o cabeçalho uniforme deve ser a forma sob
/
rs» f
O territorío em questão e comumente designado na

a qual
/
língua

que melhor se adapte aos interesses dos utilizadores do ca
talogo;
9.45.

se a entidade coletiva usou sucessivamente nomes

diversos

que nao podem ser considerados pequenas variações do mesmo
nome, o cabeçalho para cada obra deve ser o

rome

adotado

pela entidade no momento da publicação da obra, relacionan
9
do-se os diferentes nomes por meio de remissivas ;
Por exemplo, publicações seriadas cujos títulos consistem num termo gene
rico (Boletim, Transactions etc.) precedido ou seguido do nome de uma en
tidade coletiva e que incluem algum relato ou descrição das atividades do
orgao.
Desde que se estabeleça com certeza que os nomes sucessivos se aplicam ao
mesmo organismo, todas as entradas podem ser reagrupadas sob o nome mais
recente, com remissivas dos demais.

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lí

�9.46.

acrescenta-se uma caracteristicn suplementar,de identifica
gao, quando ha necessidade de distinguir a entidade coloti
va de outras com o mesmo nome.

9.5.

As constituições, as leis a os tratados, e outras obras da mesma n^
tureza, devem ter entrada pelo nome do Estado ou da autoridade
ritorial apropriada com títulos formais ou convencionais
quem a especie do documento.

que

ter
indi

Entradas secundarias pelo titulo

ver

dadeiro devem ser estabelecidas sempi-e que sejam necessárias.
9.6.

Uma obra de orgao subordinado a entidade superior terá entrada pelo
orgao subordinado salvo nos casos seguintes;
9.61.

se o próprio nome implica subordinação ou função subordina
/
f
da ou e insuficiente para identificar o orgao subordinado,
a entrada principal se faz pela entidade superior, seguida
da subordinada comr sub-cabeçallio;

9.62.

se a entidade subordinada é um órgão administrativo, judi
*
A
/
ciario ou legislativo de um governo, a entrada principal e
o nome do Estado ou da autoridade territorial

apropriada

seguido do nome do orgao como sub-cabeçalho.
10.

Autores múltiplos
Quando dois ou mais autores

colaboraram na criaçao de uma obras

10.1. se um dos autores figura no livro como autor principal,

tendo

demais papel subordinado ou auxiliar, a entrada principal da

os
obra

se faz pelo nome do autor principal;
10.2. se nenhum dos autores figura no livro como autor principal,

a

en

trada principal se faz
10.21.

pelo nome do autor citado em prirrieiro lupar na pagina
^
/a
/
rosto quando ha dois ou tres autores, com entradas secunda
rias pelo(s) nome(B) do ou dos outro(s) autor(es)5

10.22.

pelo titulo da obra quando o numero dos autores e superior
A
f
a tres, fazendo-se entrada secundaria pelo nome do autor
citado em primeiro lugar na pagina de rosto bem como pelos
outros autores desde que se julgue necessário.

10.

Nesta secçao, a pala' ra autor e empregada de modo a se aplicar igualmente
a uma entidade coletiva sob o nome da qual se fazem entradas (vide 9).

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�8.
10.3. Coletâneas

^ entrnda principal pw.rn una coletanea enfeixondo obras, independen
tes ou pertes de obras de diversos autores deve ser feita

10.31.

pelo titulo da coletanea, se se trntar de um titulo geralf

10.32.

pelo nome do autor ou pelo título da primeira obra,

caso

nao haja título geral;
10.33.

Nestes dois casos, deve ser feita entrada secundaria
none do compilador (isto e, a pessoa que assumiu a
snbilidade de reunir os textos da coletanea

pelo
respon

recorrendo

a

fontes variadas), se este for conhecido?
10.34.

Exceção; Se o none do compilador aparece en evidência

na

pagina de rosto, a entrada principal pode ser pelo compila
dor, com entrada secundaria pelo titulo.

10.4. Quando paitp sucessivas de una obra sao atribuidas

a

autores, a entrada principal deve ser feita pelo autor da

diferentes
primeira

parte.

11.

Houve minoria importante da Conferência qu.e não aceitou o texto que figu
ra sob (10.3.) e se pronunciou a favor do seguinte;
10.3.

10.31.

cm

1

k entrada principal de uma coletanea enfeixando obras independen
tes ou partes de obras de autores diversos deve ser feita
quando a coletanea tem um titulo geral;
10.311

pelo none do compilador (isto é, a pessoa que assumiu
a
responsabilidade de reunir os textos da coletanea^recorren
do a fontes variadas), se o seu nome figurar na pagina de
rosto;

lO.BlS.

pelo titulo da coletanea se o nome do compilador não figu
rar na pagina de rosto;

10.32.

quando a coletanea nao tem título geral, pelo none do autor ou
Io titulo da primeira obra da coletanea.

10.33.

Uma entrada secundaria deve ser sempre feita pelo nome do compilador (se for conhecido), caso ele nao seja escolhido como
entrada
principal; e pelo ;ytulq quando p pntrada p'-incipal e pelo nome do
compilador.

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pe

�Obras cataloradas pelo título
11.1.

Tem entrada principal pelo titulos
11.11.

obras cujos autores nao foram identifiçados|

11.12,

obras de mais de tres autores nao sendo nenhum o au
tor principal (vide 10.22.)

11.15.

coletaneas de obras independentes ou de partes
obras de diversos autores publicadas sob um

de
/
titulo

geral,
11.14.

obras (inclusive as publicações periódicas e as

o

bras pertencentes n uma série) conhecidas principal
mente mais pelo título do que por un noíne de autor.
11.2. Uma entrada secundária ou uma remissiva deve ser feita pelo título
para s
11.21.

edições anônimas de obras cujos autores foram identificadosj

11.22.

obras cuja entrada principal e pelo nome do autor ,
quando o título é outro elemento importante de iden
tificaçao;

11.23.

obras cuja entrada principal e polo nome de ui'aa

en

tidade coletiva, mas que tem titulos característicos
que nao incluem o nome da entidade;
11.24-.

coletaneas cuja entrada principal e feita excepcionalmente polo nomo do compilador.

11.3. O cabeçalJho uniforme (no concernente às entradas principais ou

as

secundarias, vido 6.1.) para as obras cuja entrada o polo
titulo
/
deve ser o titulo original ou o mais freqüentemente usado nas edi
12
çoes da obra
, exceto no caso seguintes
11.31.

se o obra for geralmente conhecida sob um título

do

uso

corrente, esto deve ser escolhido cono cabegalho uniforme.
11.4. O c^'becalho uniforme para obras cujrs partos sucessivas ou os volu
A
/
/
mes tem titulos diferentes devo ser o titulo da primeira parte, a
nao ser que a maioria das partos ou volumes tenha um outro título.

12.

Sujeito a Secção 7.1.

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st e m
&lt;/

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lí

�11.5. Quando uma publicação era sério é publicada sucessivamente sob dife
rentes títulos, uma entrada principal deve ser feita para cada
tulo abrangendo a serie de fasciculos que tem esse titulo,

ti

mencio

nando-se pelo nenos o imediatamente anterior e imediatamente pos/
/
terior. Uma entrada secundaria pode ser feita para as series em a
A
r
13
prego sob un só título preferencial
. Se, entretanto, as variações do título são mínimas, a forma empregada mais

freqüentemente

pode ser usada como cabeçalho uniforme p«tra todos os fascículos.

11.6. Os tratados e as convenções internacionais multilaterais,

e

cer

tas categorias de publicações que não têm título característico ,
14
podem ter entrada
sob um cabeçalho uniforme, convencional, asco
Ihido com o objetivo de tornar conhecida a forma da publicaçao.

12.

PALAVRA DE ENTRADA PARA OS NOMES DE AUTORES INDIVIDUAIS

Quando o nome de um autor individual inclui varias palavras, a
colha da palavra de entrada é determinada, tanto quanto possível, pelo '

es
uso

consagrado no pais do qual o portador do nome e cidadao, ou, se isso nao

pu

der ser feito, pelo uso admitido na língua que êle em geral emprega.

13.

14.

y
/
^
se se julgar desejável, a^fim de reunir num so lugar do catalogo
as informações relativas a publicação inteira,

A
todas

se se julgar desejável, a fim de reunir num sn lugar do catálog;o
estas publicações.

todas

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�11.
RESOLUÇÃO II

A Conferencia decide;
1.

que a Comissão organizadorn, tal cono foi ampliada, permneçf em função
ato a próxima reunião anual do Concelho da F.I.u.B., a fim dos
a) assegurar aos textos adotados pela Conferenci-^ as correções

redacio

nais que se fizerem necessárias;
b) incumbir-se da difusão destes textos a todos os delegados e

ob serva

dores, a todas as comissoes nacionais e outras organizações

partici

pantes, bem como aos periódicos profissionais;
A
editar e publicar o relatorio da Conferencia;
d) garantir a execução de todas as resoluções da Conferência;
e) assegurar o proseguimonto dos trabalhos iniciados no decurrer da Con
ferenda pe^los grupos especializados;
f) conservar o aproveitar o material documentário reunido no decorrer
da preparaçao da Conferência e durante a própria Conferencia;
g) submeter a secretaria da F.I.A.B, uma lista dos assuntos

que

pode-

riam ser objeto do estudos ulteriores c.o domínio da catalogaçao;

2.

que se encarregue a secretaria da F.I.â.B. de estudar os meios que
mitam continuar o tr'^balho encetado pela Conferencia e os

per

assuntos

estudo ulterior no domínio da catalogaçao, e de esforçar-se por

de

encon

trar os recursos financeiros que assegurem a execução dos projetos apro
vados pela Conferência e dos projetos justificados por todo programa fu
turo.

RESOLUÇÃO III
!
k Conferencia julga necessário que, no interesse do tr íbalho internacio
nal futuro, as coraissões nacionais

criadas em função da

Conferência

sejam

mantidas o continuem a cooperar com a Comissão organizadora.

RESOLUÇÃO IV

Pro.ietos a empreender.
a) a Conferência propoe que os seguintes projetos sejam empreendidos sob
a direção da Comissão organizadora;
1.

a publicaçao, dentro de \im prazo mínimo, de uma súmula da prática
da em cada país, para as entradas relativas aos nomes
procedentes;

cm

1

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de

pessoas

adota
dele

�2.

a preparação e publicação das listas seguintes:
a) uma lista dos nomes'de Estados e outras autoridades territoriais, sob
a forma adotada para as entradas nos catálogos,

em conformidade

os nomes oficiais usados por estas próprias autoridades, 9

com

consignan

do os equivalentes nas principais línpuas do mundo?
b) uma lista dos titulos uniformes para os clássicos anonimos

de

cada

país, cora os equivalentes adotados nas línguas de outros países;
c) uma lista limitada de categorias de publicações que podem ser

catalo

gadas sob um cabeçalho convencional, correspondendo a forma da obra.
B) A Conferencia, reconhecendo ser desejável a elaboragao de certas

lis

tas de càboçQlhcs" uniforno3"(por exe-plo dTS ncnes de autores clapnicos

gre

gos e latinos, dos nomes das principais entidades coletivas existentes em

ca

da país, bem como das organizações internacionais importantes), propoe, a
A
t
tulo de experiencia, que se estabeleça um numero limitado destas listas.

tí

RESOLUÇÃO V
A
^
A Conferencia recomenda que os paises que pertençam, integral ou parcial
mente, a u'a mesma area lingüística procedam as consultas necessárias,

com o

fim de unificar suas praticas respectivas concernentes a forma de entrada dos
nomes de pessoas na língua comum,

RESOLUÇÃO VI

A Conferência recomenda que a F.I.A.B», em conjunto com as outras
nizações internacionais interessadas, estude as incidências que

orga-

poderia

sobre as regras de catalogaçao a utilizaçao das maquinas eletrônicas e,

ter
de

maneira geral, de todo processo mecânico, especialmente nas grandes bibliotecas gerais.

RESOLUÇÃO VII

A Conferencia deseja que seja estudada a possibilidade de

se

posteriormente a Exposição dos princípios, em relaçao a um certo

completar
número

do

pontos susceptíveis de merecer um acordo internacional.

RESOLUÇÃO VIII
A Conferencia congratula-se pela vontade de cooperação reafirmada
delegado da ISO e deseja que a mris estreita ligaçao seja mentida

pelo

entre

a

F.I.A.B, e a ISO, especialmente no que concerne as referencias bibliográficas
%
»S*
e a transliteraçao.

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Syst em
14

15

16

17

lí

�13
RESOLUÇÃO IX

A Conferencia faz questão de lembrnr que,

uc

pode atingir com suces

so seus objetivos e chegar a um acordo muito exterivso sobre os princípios

de

catalogaçao, deve este sucesso aos recursos muito importantes postos a dispo
siçao da F.I.à.B.

pelo "Council on Library Resources".

Esta ajuda

tiu assegurar a preparação da Conferência em condições excelentes e

permi
reunir

especialistas responsáveis de un grande numero de paises e de organizações
internacionais.

A Conferencia 'exprime sua gratidao ao "Council on Library Resources"
por sua ajuda generosa.

Apêndice I
DE LBC-AÇÕES

O numero de participantes foi de 105, ou sejas as delegações de 53 pai
ses e de 12 organizações internacionais, alem dos membros da Comissão organizadora designada em Londres em 1959 e dos autores de documentos de trabalho nomeados pela Comissão.

Assistiram iguelmente a Conferência 104 obser-

vadores de 20 países.
Delegações nacionais;

Alemanha (República federal)
Argentina
Austrália
Áustria
Belgioa
Brasil
Bulgária
Canada
Ceilão
Checoslovaauia
Chile
^
China (Republica)
Colombia
Coréia (República)
Dinamarca
Espanha
Estados Unidos da America
Finlândia
França
Grã-Bretanha
Guatemala
Holanda (V, Paises Baixos)
Hungria
índia
Indonésia
Ira
Israel
Itália

cm

1

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Iugoslávia
Jamaica
Japao
Líbano
Luxemburgo
Mexico
Nigeria^ Ghana, Sierra Leone (Asso
ciaçao dos bibliotecários da
Africq Ocidental)
Noruega
Nova-Zelandia
Paquistão
Paises Baixos (Holanda)
Perú
Polonia
Portugal
República Sul-Africana
Eodssia e Niassalandia (Federação)
Rumenia
Si^apura
Suécia
Suíça
Tailandia
Turquia
URfS
Uruguai
Vietnam (Republica)
Vietnam (Republica democrática)

�Organizações internacionaisi
ássociagão das biblioteco.s de Judaica e Hebraica na Europa?
Associagf^o internacional dos bibliotecários o docamentalistas agricolasi
Associação das bibliotecas juridicas;
Associação internacional das bibliotecas musicais?
Associaçao internacional dos editores;
Bibliotecas das Nações Unidas, Nova York|
Bibliotecas das Nações Unidas, Genebra,
Federação internacional de docunentagaoi
Federação internacional das associaçoes de bibliotecários^
Organizaçao das Nações Unidas para a alimontaçno e a agricultura (biblioteca)
Orç-anização internacional de normalização;
Unesco.
As delerações seguintes, que haviam sido designadas, nao puderam participar da
Conferência;
Cuba;
Alemanha (Republica democratica);
Republica árabe Unida;
Comunidade internacional das associaçoes de livreiros.
Apendice II
COMISSÃO ORGANIZADORA

Designada na Reunião Preliminar de Londres (julho, 1959)s

M. Paul Poindron, Conservador Chefe - Direction des Bibliothèques de France,
Paris (Vice-presidente)
Senhorinha N. A. Lavrova, Secretaria Cientifica e bibliófrafa chefe - Gamara
do Livro da União, Moscou.
Dr. Ludwip Sickmann, Docente - Bibliothekar-Lehrinstitut des Landes
Nordyhein-Westfalen, Colônia.
Mr. A. H. Chaplin, Conservador - Department of Printed Books, British Museum,
Londres (Secretario executivo).
Membros que ampliaram a Comissão tendo sido desipnados
durante a Conferência em Paris (outubro, 1961);
S.ra Maria Luisa Monteiro da Cunha - Biblioteca Central da Universidade de
Sao Paulo, Brasil.
Dr, Adrew Osborn, Bibliotecário - University of Sydney, AustralJ.a.
Shri Benoyendra Senpupta, Bibliotecário Assistente - Biblioteca Nacional,
Calcutá.
Mr. Wyllis E. V/rÍ£'ht, Bibliotecário - V/iiliams College, Williarastown,
Massachusetts.

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.O"
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15

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lí

�Apendice III
VOTOS

Äs resoluções I a IX for.am adotadas por unaninidado.

A votação concernente ao texto da Exposição dos princípios se processou
segundo o solicitado pelos dalepndos, ou seja, secção por secgao.

Para

tô

das as secções, a maioria dos votos se pronunciou a favor do texto submetido
pelos e-rupos de trabalho; as cifras do cada votação figuram abaixo (a especi
ficação dos votos de oposição e de abstenção, com as explicações fornecidas
^
A
por algumas delegações, serão publicadas no relatorio completo da Conferen cia).

Os representantes da F.I.A.B, e da Associação Internacional de Edito-

res não participaram da votação.

Pro

Contra

TOTAL

Abstenção

Secção 1

62

1

63

Secçao 2

61

2

63

Secção 3

63

63

Secçao 4

62

63

Secção 5

59

4

63

Secçao 6

60

3

63

Secçao 7

58

4

1

63

Secçao 8

58

3

2

63

Secção 9.1

56

7

63

Nota de rodapé
da pagina da
secçao 9.12

50

6

58

Secçao 9.2

59

3

1

63

Secçao 9.3

57

3

3

63

Secção 9.4

54

3

6

63

Secçao 9.5

47

3

11

61

Secçao 9.6

59

3

1

63

Secçao 10-10.21

58

2

Secçao 10.22

44

14

1

59

Secção 10.3

35

22

2

59

Secçao 10.3 Texto
alternativo (vide
nota de rodapé,
pagina 10).

25

26

3

54

Secgao 10.4

57

1

60

Secgao 11.11

adotada por unanimidade.
Não houve votos por boletins.

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60

I Sc a n
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14

15

16

17

1

�16.
Pró
Socçao 11.12-11.13

Contra

Abstenção

TOTAL

Não houve votos (a decisão
decorre dos votos sob 10.22
e 10.3 respectivamente)

Secçao 11 .'14

55

3

2

60

Secçao 11.2-11.23

60

—

—

60

Socgão 11 .'24

Não houve votos (a decisão
decorre do voto sob 10.3)

Secçao 11 .'3

57

2

1

60

Secçao 11.4

60

—

—

60

Secçao 11.5

54

4

2

60

Secçao 11.6

52

5

3

60

Secçao 12.

54

5

2

61

Apêndice IV
GRUPOS ESPEClàLIZ/IDOS

Terminologia
Transliteração
Bilingüismo
Nomes indianos
Nomes muçulmanos n." índin e no Paquistão
Nomes árabes
Nomos hebreus
Nomes persas
Liturpia

àpondice V

DOGUÍÍENTOS DE TRABALHO

cm

1

1.

Relação entre os princípios de cntalogaçao e os aplicaveis a outras for
mas de trabalho bibliog^rnfico.
Andrew D. Osborn.

2.

Função da entrada principal no catalogo alfabético.

Seyiaour I.ubetzky.

3.

Função da entrada principal no catalogo alfabético.

Eva Verona«

4.

Função da entrada principal no catálogo alfabético; comentário das opiniões emitidas por Seymour Lubetzky e Eva Verona.
Leonard J. Jolley.

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st e m
&lt;/

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15

16

17

lí

�17.
5.

Entidades coletivas.
(1)
(2)

I.

V. A» Vasilewska.in.

Limites ao'uso de entradcTS de autores coletivos.
Ce,talo£:açao de leia e trntndos.

G.

Entidades coletivos»
II.
Suznnne Honoré.
(1)
Fom'i de ccbeçalho p&lt;jrn autores coletivos.
(2)
Tratamento dispensado a orpaos subordinados.

7.

Entrada de obras anônimas sob títulos padronizados ou de forma.
Pierrot.

8.

Problemas da catalogação de publicações periódicas.

9.'

Catalogação de liturgias e textos religiosos no catalogo alfabético.
Ruth C. Eisenhart.

Roger

Paul S. Dunkin.

10.

Autores múltiplos.-

Hellmut Braun.

11."

Escolha da entrada para autores cujos nomes variam.

12.

Relatorio sobre nomes compostos e sobre nomes com prefixos.
Ascarelli.

13.

Nomes brasileiros e portugueses? problemas e soluções.
Monteiro da Cunha.

14é

Tratamento de nomes de autores individuais indianos nas entradas do
catalogo.
Shri Benovendra Senrupta»

15.

Entradas de nomes arabes.

16è

Tratamento de nomes era caracteres hebraicos e entrada pelo título de
livros hebreus.
R. Edelmann»

17.

O impacto da eletrônica no concernente às regras de catalogaç-ão.
C» D» Gull.

Pavle Kalan.
Fernanda

Maria Luisa

Mahmud Shenlti.

8 de novembro de 1961.
Distribuido por:
A» íi» Chaplin
Secretario Executivo C.I.P.C.
a/c The National Central Library
Malet place, London, WC 1.
Traduzido por

Maria Luisa Monteiro da Cunha
Presidente
Comissão Brasileira de Catalogação
Sao Paulo, fevereiro de 1962.

cm

1

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17

18

19

20

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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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