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                  <text>OPERAÇÃO DE HIGIENIZAÇÃO DE UM ACERVO APÓS UM PRINCÍPIO DE
INCÊNDIO: RELATO DE EXPERIÊNCIA
Josiane Gonçalves da Costa1
RESUMO
Este trabalho descreve a metodologia adotada pela Biblioteca Setorial de Matemática da
UFRGS no processo de limpeza do seu acervo, afetado completamente por fuligem após um
princípio de incêndio provocado pela explosão de um aparelho de ar-condicionado, ocorrido
em junho de 2005. Também chama a atenção para a importância de um plano de emergência
eficiente nas bibliotecas com vistas à prevenção de acidentes e preservação informacional e
focaliza ainda as ações do profissional bibliotecário, enquanto gestor em uma situação de
emergência.
Palavras-chave: gestão em serviços de informação. conservação e preservação de
documentos.

1 INTRODUÇÃO
Na noite de 23 de junho de 2005, um princípio de incêndio de causas não
especificadas, ocorrido pela explosão de um aparelho de ar-condicionado localizado dentro da
Biblioteca Setorial de Matemática da UFRGS, deixou todo o ambiente coberto de fuligem,
incluindo o acervo (composto de aproximadamente 22.200 monografias, 13.800 folhetos e
15.000 periódicos). Somente as capas dos livros mais próximos ao aparelho danificado foram
atingidas pelo fogo, que foi controlado pelos seguranças da Universidade e também pelo
corpo de bombeiros. O fogo foi controlado com extintor de pó químico seco.
No dia seguinte ao ocorrido, foi realizada uma revisão de literatura, com o intuito
de obter informações que pudessem complementar e aprimorar os conhecimentos sobre
técnicas de limpeza e normas de conservação de acervos. Em seguida, foi elaborada uma
metodologia para a retirada da sujidade depositada sobre o material bibliográfico, de forma a
evitar que pessoas despreparadas pudessem causar danos ainda maiores ao material atingido

1

Bibliotecária – UFRGS/ Instituto de Matemática/ Biblioteca Setorial de Matemática
Av. Bento Gonçalves, 9.500 – Prédio 43124 – Bairro Agronomia. Porto Alegre/RS
josiane@mat.ufrgs.br

�pela fuligem na hora de limpá-lo. Também foram definidas diretrizes para se estabelecer uma
política de preservação e conservação documental para a Biblioteca, com o objetivo de
nortear ações em caso de catástrofes e mau acondicionamento físico.
2 METODOLOGIA
A primeira etapa da metodologia de trabalho foi definir qual parte da coleção seria
inicialmente higienizada, pois conforme CASSARES (2000), a poeira acumulada na
superfície das obras, além de prejudicar seu aspecto estético, constitui-se em uma fonte
contínua de acidez e degradação.
A sujidade escurece e desfigura o documento, prejudicando-o do ponto de vista
estético. As manchas ocorrem quando as partículas de poeira se umedecem, com a
alta umidade relativa ou mesmo por ataque de água,e penetram rapidamente no
papel. A sujeira e outras substâncias dissolvidas se depositam nas margens das
áreas molhadas, provocando a formação de manchas. A remoção dessas manchas
requer a intervenção de um restaurador. Os poluentes atmosféricos são altamente
ácidos e, portanto, extremamente nocivos ao papel. São rapidamente absorvidos,
alterando seriamente o PH do papel. (CASSARES, 2000, p. 27)

A segunda etapa constituiu-se na elaboração de uma lista do material necessário
para o processo de limpeza, bem como as medidas necessárias para sua aquisição:
a) luvas descartáveis para procedimentos tamanhos médio e grande;
b) máscaras descartáveis para proteção contra pó;
c) máscaras descartáveis com filtro para proteção contra pó;
d) aspirador de pó;
e) sacos para aspirador;
f) sacos de lixo;
g) óculos de proteção;
h) borracha tk branca tamanho grande;
i) ralador de alumínio;
j) fraldas;
k) tecido morin;

�l) tecido filó;
m) fita lacre;
n) caixas grandes;
o) escovas de mesa;
p) pincéis largos e médios;
q) lona preta;
r) sílica gel azul;
s) sílica gel branca;
t) caixas de papelão grandes.
Enquanto a compra do material era providenciada pelo Instituto de Matemática, foi
realizada a limpeza do saguão da Biblioteca, que foi utilizado como uma ilha de trabalho. O
local foi escolhido por se situar próximo à porta de entrada, que se manteve sempre aberta
durante as atividades, assim como as janelas. Depois de limpo, acomodamos todo o
mobiliário necessário para iniciar o trabalho: mesas, cadeiras, um computador, impressora e
estantes.
Após a aquisição do material, os funcionários foram divididos em dois grupos para
atuar na limpeza do acervo em turnos distintos de quatro horas. O treinamento de cinco
funcionários e cinco estagiários foi realizado pelas duas bibliotecárias da instituição: Josiane
Gonçalves da Costa e Cristina Gibrowski.
Os itens que primeiro receberam a limpeza, foram os da coleção reserva, consulta
local e retidos, por serem de grande procura entre os usuários. No próprio saguão,
organizamos esse acervo de livros limpos, prontos para o empréstimo e recebimento de
devoluções. A biblioteca optou por não fechar suas portas para os usuários, apesar das
condições precárias de atendimento. O horário de atendimento ao público foi reduzido, a fim
de não atrapalhar o processo de limpeza do restante do material.

�2.1 Técnicas de Higienização de Acervos
2.1.1 Higienização mecânica a seco
COSTA (2003, p.12) considera esta técnica como a mais simples para a remoção
do pó e demais sujidades a seco.
Este procedimento consiste na remoção do pó das lombadas e partes externas dos
livros com aspirador de pó, utilizando-se baixa potência, com proteção na sucção.
Para a limpeza das folhas utilizam-se trinchas, escovas macias e flanelas de
algodão.

Antes de usar o aspirador de pó para remover a fuligem da estante, o saco do
aparelho deve ser revestido com um saco de lixo para evitar a recirculação do pó através do
exaustor. O bocal do aspirador deve ser forrado com o tecido filó para evitar que fragmentos
soltos de capas deterioradas sejam sugados para dentro do aparelho. O bocal do aspirador não
deve

entrar

em

contato

com

os

livros,

evitando

riscá-los

com

a

fuligem.

2.1.2 Limpeza das capas com a técnica da borracha ralada
Para COSTA (2003, p.12), a limpeza com pó de borracha ralada é uma técnica
eficiente que não oferece riscos ao material:
Uma limpeza mais eficiente e sem riscos poderá, deve ser feita com pó de
borracha, que é aplicado em pequenas quantidades, fazendo suaves movimentos
circulares sobre as superfícies desejadas. Em seguida, deve-se removê-lo, com um
pincel ou trincha, que deverá ser manuseada no sentido de baixo para cima,
direcionando todos os resíduos, para que seja feita a sucção existente na mesa
própria de higienização de livros. Nesta etapa, deverão ser removidos os corpos
estranhos à obra, tais como: prendedores metálicos, etiquetas, fitas adesivas, papéis
e cartões ácidos, etc.

A técnica da limpeza com a borracha é muito eficaz para higienizar livros de capas
cartonadas que foram atingidas pela fuligem. A borracha é ralada até se converter em pó e
depois é introduzida dentro de uma trouxinha feita de tecido denominado morin. Essa
trouxinha deve ser passada sobre o local atingido pela sujidade em movimentos circulares.

�2.1.3 Limpeza das capas com a técnica da fralda úmida
A técnica da limpeza com a fralda úmida é muito eficaz para higienizar livros de
capas duras que não são cartonadas. Deve-se aplicar algumas gotas de alvejante num
recipiente com água e umedecer levemente uma fralda limpa. Depois de torcer bem, já pode
ser utilizada na limpeza dos livros. Após passar a fralda úmida sobre a capa do livro, deve-se
passar uma fralda seca até retirar toda a umidade do item.
2.2 Etapas do Processo de Limpeza dos itens
2.2.1 Aspiração
Equipado de máscara com filtro para proteção contra poeiras incômodas e luvas,
um funcionário começa a limpeza sempre da última estante até à primeira. Depois, retira a
fuligem depositada ao redor dos livros com o aspirador de pó e após passar o aspirador, ainda
retira o excesso de fuligem próxima às páginas dos livros com um pincel largo de cerdas
macias ou flanela, tomando cuidado para não espalhar fuligem. Após a limpeza da estante, os
livros são cuidadosamente retirados em blocos e colocados no carrinho. Depois são aspirados
e levados para a mesa para a escovação.
2.2.2 Escovação na mesa
Equipado de máscara para proteção contra poeiras incômodas e luvas, um
funcionário realiza a escovação, segurando o livro pelo centro com a lombada voltada para
cima, evitando que a fuligem penetre por entre as folhas durante o processo de limpeza. A
escova é passada na área da cabeça (parte superior), no pé (parte inferior) e na goteira (parte
lateral). Depois de escovado, o livro é aberto para receber oxigenação nas páginas.
2.2.3 Limpeza com o pó de borracha ralada e fralda úmida

�Após a escovação, o livro passa pelas mãos dos funcionários responsáveis pela
eliminação total da fuligem, aplicando a técnica do pó de borracha ou fralda umedecida com
alvejante líquido.
2.2.4 Guarda do material higienizado
Nesta etapa, os livros são encaixotados, com o cuidado de armazenar numa mesma
caixa, livros com o mesmo código de classificação. Depois de cheia, a caixa recebe um sachet
de sílica branca (para conter a umidade dentro da caixa) e uma pedra da naftalina (para evitar
a ação de insetos) e só então é lacrada, identificada e levada para um depósito limpo e arejado.
Após a conclusão da higienização de todo o acervo de monografias, solicitou-se a
limpeza da área que comportava o acervo e o setor de circulação, incluindo móveis, estantes e
por último, equipamentos eletrônicos, para que a Biblioteca pudesse, enfim, voltar a
emprestar parcialmente, haja visto que a limpeza dos periódicos ainda não havia sido feita,
impedindo não só do empréstimo deste tipo de material, como também o serviço de
comutação bibliográfica, que ficou inoperante até março de 2006, quando foi concluído todo o
processo de limpeza e reformas da biblioteca.
3 A REFORMA
A Bibliotecária Cristina Gibrowski elaborou no final de 2004, um projeto de
reestruturação do espaço físico da biblioteca, contemplando entre outras melhorias, melhor
visibilidade da mangueira de incêndio e extintores, que se encontravam em locais de difícil
acesso. O projeto foi levado a conhecimento da direção do Instituto e aprovado, porém, não
foi executado rapidamente, pois a reforma não foi encarada como prioridade naquele
momento.

�Após a limpeza e armazenagem total dos periódicos, o local onde se encontrava o
acervo também foi limpo e em janeiro de 2006, iniciou-se a reforma da biblioteca, concluída
em março do mesmo ano.
Durante a execução das obras, os livros foram retirados novamente para troca de
piso, derrubada de paredes e reestruturação do lay-out.
4 MEDIDAS DE SEGURANÇA ANTI-INCÊNDIO
Atualmente, a Biblioteca redobrou os cuidados com medidas de segurança contra
catástrofes, principalmente, em caso de incêndios. A seguir são apresentadas algumas
medidas preventivas que fazem parte da rotina:
a) não fumar nas dependências da biblioteca;
b) solicitar inspeção e manutenção periódica dos extintores, colocados em locais
estratégicos dentro da biblioteca de modo a facilitar o seu acesso e retirada;
c) solicitar periodicamente, a revisão da rede elétrica, evitando sobrecarga nas tomadas;
d) desligar todos os equipamentos elétricos ao sair;
e) guardar produtos inflamáveis em armários especiais longe de áreas de trabalho e
circulação de pessoas
Algumas ações devem ser tomadas em casos de alerta antecipados:
a) entrar em contato imediatamente com o corpo de bombeiros;
b) entrar em contato logo em seguida com o responsável pela biblioteca no caso do
acidente ocorrer fora do expediente;

�c) reunir a maior quantidade de extintores de deixá-los todos próximo à entrada da
biblioteca;
d) salvar todos os cds de back-ups dos arquivos da biblioteca;
e) providenciar a maior quantidade possível de caixas de papelão para remover o
material passível de dano da biblioteca;
f) definir uma ordem de prioridade para a retirada e salvamento de material
bibliográfico.
CONCLUSÃO
Qualquer instituição está sujeita a uma catástrofe, em maior ou menor proporção.
Entretanto, é de suma importância ter um plano de emergência periodicamente atualizado e
que seja de conhecimento de todos para que assim, danos maiores, e, talvez, irreversíveis,
sejam evitados.
Se o fogo do extintor de incêndio fosse controlado com água ao invés do póquímico, teriam se perdido vários livros, danificados pela água. Se a responsabilidade pela
limpeza do material bibliográfico recaísse sobre a empresa terceirizada que atende à
Universidade, teriam utilizado técnicas incorretas que poderiam danificar mais ainda o
material.
O papel do profissional bibliotecário em todo o processo foi primordial para a
preservação da integridade física do material que compõe a coleção, pois só este profissional
tem condições de definir quais ações devem ser tomadas para não prejudicar o acervo a curto,
médio e longo prazo.
ABSTRACT

�This work describes all the methodology adopted by the Math Sectorial Library of UFRGS in
the process of cleanness of its collection, completely affected by the soot after a fire
beginning caused by an explosion of an air-conditioning supply, occurred in June, 2005. It’s
also claims attention to the importance of an efficient emergency plan in all libraries, to
prevention of accidents and information files preservation, focused in the action of the
librarian professional , as a manager in emergency situation.
Key-words: Library planning preservation.
REFERÊNCIAS
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bibliotecas. São Paulo : Arquivo do Estado e Imprensa Oficial, 2000. (projeto como fazer,
v.5). Disponível em &lt;http://www.saesp.sp.gov.br/cf5.pdf&gt;, acesso em: 30 maio 2006
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maio 2006

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              <text>Este trabalho descreve a metodologia adotada pela Biblioteca Setorial de Matemática da UFRGS no processo de limpeza do seu acervo, afetado completamente por fuligem após um princípio de incêndio provocado pela explosão de um aparelho de ar-condicionado, ocorrido em junho de 2005. Também chama a atenção para a importância de um plano de emergência eficiente nas bibliotecas com vistas à prevenção de acidentes e preservação informacional e focaliza ainda as ações do profissional bibliotecário, enquanto gestor em uma situação de emergência.</text>
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