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                  <text>O BIBLIOTECÁRIO NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO E DO
CONHECIMENTO: habilidades e competências requeridas
Antonio Genésio de Sousa Filho
Bibliotecário - Biblioteca Setorial do CCSA/UFPB
Especialista em Gestão de Unidades de Informação.
E-mail: tonigenesio@yahoo.com.br

Adriana Moura de Pontes
Especialista em Gestão de Unidades de Informação.
E-mail: adypink@yahoo.com.br

Leonardo de Oliveira Cavalcante
Administrador
Especialista em Gestão de Unidades de Informação.
E-mail: leo.oc@ig.com.br

João Allison de Brito Moura
Especialista em Gestão de Unidades de Informação
E-mail: allisonpmpb@ig.com.br

Nadígila da Silva Camilo
Bibliotecária – Universidade Estadual da Paraíba
Especialista em Gestão de Unidades de Informação
E-mail: nadigila@yahoo.com.br

RESUMO
Aborda algumas das necessidades e habilidades requeridas para o bibliotecário
exercer as suas atividades na era da informação e do conhecimento. Traça o
perfil desejado para este profissional, destacando a necessidade do
comprometimento ético com a profissão e o desenvolvimento da área, procurando
tomar consciência da importância da educação continuada em decorrência das
exigências da sociedade moderna e das inovações tecnológicas. Destaca ainda
as diretrizes curriculares a serem seguidas no processo de formação acadêmica e
profissional, ressaltando as habilidades e competências essenciais aos gerentes
do conhecimento.
Palavras-chave: Perfil profissional. Profissional da Informação. Bibliotecário.

�1

INTRODUÇÃO

Os novos desafios determinados pela globalização dos mercados, pela evolução
das tecnologias da informação e comunicação, aliados aos novos padrões
exigidos pelas organizações modernas no tocante ao compartilhamento do
conhecimento, impõem a necessidade do desenvolvimento de novas habilidades
e estilos gerenciais.

Neste sentido, muitos aspectos precisam ser aprofundados, aspectos esses que
dizem respeito à importância que os bibliotecários devem dar à educação, à
capacitação profissional e ao contínuo aprimoramento de suas habilidades numa
perspectiva de adaptação às modificações da sociedade moderna e as exigências
mercadológicas.

Há duas décadas prevalecia ainda a tecnicidade. Bastava ter competência,
conhecer bem o assunto e empenhar-se no trabalho. Hoje, os padrões mudaram.
O que importa agora é o casamento das competências com as habilidades dos
profissionais com as necessidades das empresas.

Fundamentalmente, as atividades principais desempenhadas pelos profissionais
bibliotecários destacam aspectos relacionados ao planejamento e organização
dos acervos impressos, por meio da utilização de técnicas tradicionais da
biblioteconomia. Trabalham com documentos e suportes dos mais variados tipos,
tendo como atividades técnicas a seleção, aquisição, registro, classificação e
catalogação desses documentos. No entanto, por se tratar de um curso
relacionado à comunicação, assim entendido como o mediador entre o fornecedor
e o receptor, alguns autores designam o bibliotecário como o gerente da
informação. E, para que o bibliotecário faça jus a esta denominação, ele precisa
acreditar que existe uma forma mais eficiente de fazer as coisas. Precisa inovar,
motivar e ter disposição para fazer a coisa de maneira diferente. Enfim, o
bibliotecário precisa saber construir caminhos alternativos e flexíveis para se
desenvolver pessoal e profissionalmente.

�2

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Grandes descobertas proporcionam profundas mudanças nos processos de
comunicação na civilização. O surgimento da escrita, a invenção da imprensa, do
rádio e da televisão são exemplos disso. Na última década do século XX, o
aparecimento das telecomunicações e da informática direcionou o homem para
uma realidade nunca vista antes que passou a ser chamada de sociedade da
informação.

Segundo Gonzáles de Gómez (1999, p.17), a sociedade da informação poderia
ser entendida como aquela em que o regime de informação caracteriza e
condicionam todos os outros regimes sociais, econômicos culturais, das
comunicações e do estado.

São muitas as denominações utilizadas para se referir aos profissionais que lidam
com a informação. Profissional da informação, agente de informação, profissional
do conhecimento, trabalhador do conhecimento, entre tantas outras. Dentre os
profissionais da informação, está o bibliotecário que historicamente resgata as
origens da área. Ele é cada vez mais o mediador, entre a informação e o usuário,
representa o elemento humano nas relações com o meio no mundo em
transformação com um modelo de economia global baseada no conhecimento.

Vários estudos na área da Ciência da Informação apontam para os novos
mercados e novas posturas atinentes ao profissional da informação, constatandose uma intensa mudança na função e no perfil deste profissional.

�3

FORMAÇÃO PROFISSIONAL

A globalização, a abertura do mercado, as novas tecnologias, com a chamada
“Era da Informação” ou “Sociedade da Informação”, fizeram com que a profissão
do bibliotecário sofresse ou, ao menos precisa sofrer, profundas mudanças nas
relações mercadológicas. O mercado passou a exigir um profissional com
conhecimentos

mais

abrangentes,

flexível,

sensível

às

mudanças,

com

habilidades para enfrentar momentos decisórios e que tenha domínio sobre os
equipamentos tecnológicos, pois essas ferramentas são seus verdadeiros
instrumentos de trabalho.

Essas exigências na capacitação profissional do bibliotecário decorrem da
necessidade de uma formação complexa que abrange o saber-conhecer, o saberfazer e o saber-ser. Segundo Cavalcanti (2005): “o saber-conhecer refere-se à
necessidade de aprendizagem, não somente do saber de hoje, mas também do
saber do amanhã, isto é, a necessidade de atualização contínua do bibliotecário”.

Mas o saber, sem o saber fazer, logo ficaria no passado, ultrapassado pelo
surgimento de novas tecnologias. O saber oriundo de experiências feitas é, talvez,
o mais importante. Mas o saber da experiência deve sempre acompanhar os
novos conhecimentos.

E por fim, o saber-ser, que é também de fundamental importância, pois o trabalho
de bibliotecário é realizado em equipe, e por isso o diálogo e a comunicação com
os profissionais das outras áreas, como informática, telemática e outras se faz
necessário para o êxito na realização do trabalho do bibliotecário. O convívio com
as novas tecnologias são pontos fundamentais na estruturação necessária ao
profissional bibliotecário para alcançar as competências exigidas pelo mercado.

3.1

Diretrizes Curriculares

�Os cursos têm que investir mais na parte prática da aprendizagem, incluindo
disciplinas que no seu conteúdo dêem a oportunidade aos alunos de adquirirem
experiência com as ferramentas para que fiquem íntimos do seu uso e aplicação
no seu campo de atuação. O novo currículo tem que conter uma visão ampliada
da profissão de bibliotecário, que objetive a formação de verdadeiros profissionais
da informação, isto é, criativos, flexíveis, participativos, dotados de base teórica e
prática, conscientes da transdisciplinaridade, interdisciplinaridade e pluralidade da
profissão.
Para formação desse novo bibliotecário moderno e preparado para o futuro, o
currículo pleno deve observar os seguintes elementos:

•
•
•
•

Definir a área de competência específica, isto é, qual seria o núcleo básico
do currículo?
Como relacionar o conhecimento interdisciplinar com o conhecimento
específico?
De que forma se liga o conhecimento teórico com o conhecimento prático?
Seria possível a Universidade gerar e desenvolver um profissional criativo?

E assim, observando essas variáveis, o currículo pleno deve abrir caminhos para
a formação de bibliotecários inovadores para um mercado em constantes
transformações.

3.2

Currículo

A visão moderna do novo profissional bibliotecário requer medidas gerais de
transformação curricular necessárias, isto inclui: o aliviar os currículos
sobrecarregados de conhecimentos convencionais e teóricos, modificação dos
métodos de ensino colocando o aluno em posição ativa de aprendizagem e que
lhes oferecem experiências e vivências de cunho formativo e que desenvolva no
aluno o espírito crítico e interpretativo. Outro ponto que torna inviável o atual

�currículo, é que o desenvolvimento das novas tecnologias tornou o processo de
recuperação e transmissão da informação muito rápido e acessível a um grande
número de pessoas.

O currículo deve conter uma fundamentação teórica própria e de grande
profundidade, tendo assim o objetivo de integrar os conhecimentos afins como
apoio ao currículo da área de Biblioteconomia e da Ciência da Informação, como
também tem a finalidade de formar uma geração de bibliotecários conscientes da
produção de uma biblioteconomia transdisciplinar.

3.3

Competências

Em meados dos anos 80, com a ocorrência da globalização, com a evolução e
modernização das estruturas sociais, a ampliação do mundo das pesquisas
científicas e do desenvolvimento das tecnologias voltado juntos para a abertura
de um mercado mais competitivo, a informação passou a ser o foco central que
faz a diferença entre seus competidores. Por conta dessa evolução, houve uma
explosão de informações, gerando uma necessidade de gerenciamento desses
conhecimentos para disponibilizá-los para a sociedade. Com isso tudo, cresceu o
papel desempenhado pelo bibliotecário, pois não bastava só a informação ou
atualização dos profissionais da área de informação, mas também dar-lhes
subsídios como sensibilidade e flexibilidade para se adaptarem as mudanças que
ocorram na sociedade.

3.4

Terminologias

A literatura referenciada sobre o profissional da informação apresenta o
surgimento de novos termos e novas designações, formadas muitas vezes por
aglutinação e justaposição de palavras. O bibliotecário deve se moldar às
evoluções que se baseiam dentro de uma conjuntura tecnológica e os termos

�assim o acompanham, como atualmente acontece em alguns pré-estabelecidos
em normas da ABNT, editados na NBR (Normas Brasileiras Revisadas) 13289/97,
padronizando terminologias, princípios, métodos de elaboração e apresentação
de normas de terminologia, bem como a NBR 13790/97 estabelecendo a
apresentação de terminologia, princípios e métodos de harmonização de
conceitos e termos.

O quadro 2, mostra algumas das designações mais freqüentes para referenciar o
“profissional da informação”.

NOME DO PROFISSIONAL

BIBLIOTECÁRIO

NOVAS DESIGNAÇÕES
Documentólogo
Ciberotecário
Designer do conhecimento
Engenheiro da Informação
Gerente da Informação
Cientista da Informação

Quadro 2 – Designações do profissional da informação
Fonte: Adaptado de Almeida Junior (2000 apud SILVA; RIBEIRO, 2000)

4

HABILIDADE DE LIDERANÇA

O termo liderança confunde-se um pouco com o termo gerência, a diferença está
em sua aplicabilidade, ou seja, a gerência busca estabelecer relações com
produtos e serviços, enquanto que a liderança é aplicada às pessoas.

Hunter (2004) classifica liderança como “a habilidade de influenciar pessoas para
trabalharem entusiasticamente visando atingir aos objetivos identificados como
sendo para o bem”. Ele ainda acrescenta que a tarefa de exercer a influência
sobre os outros é a verdadeira liderança que requer uma enorme doação pessoal.

Para liderar não é preciso deter o poder, mas sim de autoridade. Vejamos os
conceitos de poder e autoridade segundo Hunter (2004, p. 26):

�Poder é a faculdade de forçar ou coagir alguém a fazer sua
vontade, por causa de sua posição, mesmo que a pessoa
preferisse não o fazer. Autoridade é a habilidade de levar as
pessoas a fazerem de boa vontade o que você quer por causa de
sua influência pessoal.

O poder exercido por alguns líderes, tende amedrontar os seus subordinados,
pois, os mesmos são forçados a desempenhar suas atividades para não ser
penalizados com a perda do emprego, advertências e demais punições.

O papel do líder é identificar e satisfazer as necessidades de seus funcionários,
no entanto atendendo estas necessidades que é a exigência física ou psicológica
para o bem-estar, eles irão receber estímulos para estarem mais motivados e se
tornarem o melhor que pudessem ser.

Com o abandono dos modelos empíricos que estão direcionados para a
preocupação com a produção, o novo líder passa a se basear em conceitos e
práticas

das

ciências

humanas,

devendo

ter

as

seguintes

habilidades

indispensáveis para o êxito do empreendimento:

•
•
•
•
•
•
•
•
•

Flexibilidade e abertura para as mudanças;
Atitude positiva, entusiástica;
Honestidade e confiabilidade;
Comprometido em atender as necessidades dos seus empregados;
Competências para os relacionamentos acolhedores e saudáveis;
Reconhecimento do trabalho do empregado através de elogios,
encorajamento, premiação;
Trabalho em equipe utilizando uma visão sistêmica;
Aprendizagem contínua;
Visão especialista e generalista.

Todas estas habilidades possuem traços em comum com o líder democrático,
cuja responsabilidade consiste em motivar a participação da equipe na tomada de
decisões, interagindo com a equipe e buscando definir democraticamente as
diretrizes de trabalho.

�5

PERFIL PROFISSIONAL

Silva e Arruda (2005), conceitua o ambiente “Unidades de Informação como todo
o local que objetiva coletar, selecionar, trabalhar tecnicamente e disseminar a
informação”. Em se tratando da informação, não podemos esquecer deste
profissional que tem a informação como o seu objeto de estudo e trabalho: o
bibliotecário “[...] profissional que organiza e gere a informação nos mais diversos
contextos [...]”.

Para Silva e Arruda, o profissional da informação é considerado:
Aqueles bibliotecários que apresentam por opção uma mudança de
postura através da consciência da importância para a comunidade, uma
vez que sua missão e papel continuarão os mesmos, ou seja,
desenvolver a comunidade através da informação certa e a um custo
baixo e, sobretudo, de forma rápida, segura e eficaz.

De acordo com Martins (2005), o profissional tradicional divide-se em três partes
distintas:

•

Visto com um preservador – aquele profissional que atua como organizador
do conhecimento registrado para garantir seu acesso, ou seja, aquele
profissional que se limita a guardar o seu acervo e disponibilizá-lo o menos
possível. Esse profissional possui característica de manipular a informação
ao invés de disseminá-la;

•

Visto como educador – ele age como professor, fornecendo informações e
preparando os indivíduos para buscá-la de forma autônoma, ou seja,
devido, principalmente, a falta de uma estrutura educacional eficiente, esse
profissional torna-se um “professor”, substituindo quem deveria exercer
esta função;

•

Como agente social - onde ele deve ser um comunicador, organizador da
informação para a sua informação, medidor de informações entre o acervo
e o publico, pesquisador, educador, líder, gerente etc.

�Para Colombini (1999, p.61), as habilidades mais requisitadas são: “trabalho em
equipe, sabedoria para ouvir, criatividade, arrojo, espírito inovador, liderança,
motivação e carisma”. O quadro 3 apresenta comparação entre os perfis do
profissional tradicional com o bibliotecário moderno.

BIBLIOTECÁRIO TRADICIONAL
Práticas
interdisciplinares
pouco
representativas
Pesquisas centradas nas abordagens
quantitativas
Estudo das necessidades de informação
dos usuários e avaliação de coleções de
bibliotecas
Relação biblioteca e sociedade

BIBLIOTECÁRIO MODERNO
Ativas práticas interdisciplinares
Fusão entre as abordagens qualitativas e
quantitativas
Estudo das necessidades de informação
dos clientes e avaliação dos recursos dos
sistemas de informação
Relação informação e sociedade

Domínio
acentuado
nos
saberes
biblioteconômicos.
Preocupação
e
gerenciamento
de
bibliotecas e centros de documentação
Educação continuada esporádica

Planejamento e gerenciamento de sistemas
de informação
Preocupação na análise, comunicação e
uso da informação.
Intenso processo de educação continuada

Treinamento de recursos bibliográficos

Treinamento de recursos informacionais

Tímida participação em políticas sociais, Ativa participação nas políticas sociais,
educacionais, cientificas e tecnológicas.
educacionais, científicas e tecnológicas.
Quadro 3 – Comparação entre o perfil tradicional e moderno
Fonte: Castro (200, p. 151-152)

6

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A sobrevivência das organizações será determinada pela agilidade com que se
enfrentam as mudanças e pela capacidade de alteração e adaptação nos padrões
de desempenho.

Segundo Neves (2002), o mercado exige do profissional da

informação, novas competências para adaptação ao trabalho, portanto, às
universidades fica a missão de desenvolver novas estratégias que permitam
mudar os currículos, procurando adequar o programa docente com a demanda do
mercado. Neste sentido, na formação do profissional da informação é preciso
haver uma preocupação em prepará-lo para atuar num mercado que procura, nos
profissionais, habilidades comportamentais.

�Ao profissional da informação fica o papel de refletir e assumir o seu compromisso
ético com a profissão e o desenvolvimento da área, procurando tomar consciência
de que a educação continuada, o maior envolvimento nos eventos da área e a
procura constante por capacitação profissional têm que partir dele, não apenas
esperar atitudes dos órgãos de classe.

O perfil que a literatura mundial confere ao profissional da “Era do Conhecimento”
se diversifica em várias competências profissionais, com ênfase na necessidade
da combinação de experiências, conhecimentos, habilidades, competências e
posturas pessoais, assim como a necessidade de sua capacitação e conseqüente
possibilidade de atuação como gestor do conhecimento.

THE LIBRARIAN IN THE SOCIETY OF THE INFORMATION AND THE
KNOWLEDGE: required abilities and abilities

ABSTRACT: This work approaches some of the necessities and required abilities
it librarian to exert its activities in the age of the information and the knowledge. It
traces the profile desired for this professional, detaching the necessity of the
ethical compromise with the profession and the development of the area, looking
for to take conscience of the importance of the education continued in result of the
requirements of the modern society and the technological innovations. It still
detaches the curricular lines of direction to be followed in the process of academic
and professional formation, standing out the essential abilities and abilities to the
controlling of the knowledge.
Key Words: Librarian profile. Librarian - education continued. New Technologies

�REFERÊNCIAS

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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                <text>Salvador (Bahia)</text>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
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              <text>O bibliotecário na sociedade da informação e do conhecimento: habilidades e competências requeridas.</text>
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              <text>Sousa Filho, Antonio Genésio de; Pontes, Adriana Moura de; Cavalcante, Leonardo de Oliveira; Moura, João Allison de Brito; Camilo, Nadígila da Silva</text>
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              <text>Salvador (Bahia)</text>
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          <name>Date</name>
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              <text>2006</text>
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              <text>Aborda algumas das necessidades e habilidades requeridas para o bibliotecário exercer as suas atividades na era da informação e do conhecimento. Traça o perfil desejado para este profissional, destacando a necessidade do comprometimento ético com a profissão e o desenvolvimento da área, procurando tomar consciência da importância da educação continuada em decorrência das exigências da sociedade moderna e das inovações tecnológicas. Destaca ainda as diretrizes curriculares a serem seguidas no processo de formação acadêmica e profissional, ressaltando as habilidades e competências essenciais aos gerentes do conhecimento.</text>
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