<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="5455" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/5455?output=omeka-xml" accessDate="2026-05-28T07:13:33-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="4522">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/47/5455/SNBU2006_226.pdf</src>
      <authentication>a5fb6640d074d14a2c28278129f88d6f</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="58999">
                  <text>EIXO TEMÁTICO: O Impacto das Tecnologias Eletrônicas e sua Mediação
- A educação continuada dos profissionais da informação

O BIBLIOTECÁRIO NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO E DO
CONHECIMENTO: perfil, competências e habilidades

Izabel França de Lima1 - belbib@ig.com.br
Janete Duarte da Silva - janetesd@yahoo.com.br
Jovirene Joaquim Pereira - jovirenepdrtpb@mte.gov.br
Maria Meriane Vieira - meriane.vieira@gmail.com
Mônica de Paiva Santos - monikkah@yahoo.com.br

1

Todas alunas do curso de Especialização em Gestão de Unidades de Informação da
Universidade Federal da Paraíba, Brasil

�2

1 INTRODUÇÃO

Os profissionais da informação, em especial os bibliotecários, estão sendo
bombardeados, por novos paradigmas culturais e sociais, em decorrência da nova
sociedade da informação e do conhecimento, na qual as realidades são
interpretações e construções de significados que por sua vez, dependem de um
contexto multideterminante e polissêmico, ou seja, contempla mais de um
significado.
Aliado a isso, temos a globalização da informação que impulsionada pelas
tecnologias da informação e comunicação tem exigido desses profissionais
adequações aos novos paradigmas que estão colocados em pauta a partir do
impacto destas tecnologias sobre os sistemas e serviços de informação.
Miranda (2000) relaciona os seguintes paradigmas, novas tecnologias;
organização vertical; acesso â informação; cooperação; qualidade e
produtividade. Que são desafios para os profissionais da informação. Nessa
perspectiva, fica evidente a necessidade de estudos sistemáticos na tentativa de
compreender o emaranhado de determinantes, especialmente os currículos, que
se enroscam para formar o contexto em que se dá a formação do profissional da
informação, neste texto referindo-se ao bibliotecário.
Os cursos de formação de bibliotecários no Brasil têm buscado modificar
seus currículos, preocupados em formar profissionais com perfil que atenda as
demandas do mercado, dando ênfase aos paradigmas da informação, formando
profissionais mais humanistas e não apenas técnicos (VALENTIM, 2000).

�3

2 ABORDAGEM CONCEITUAL DAS COMPETENCIAS E HABILIDADES

Se os conceitos de competência e habilidade não são unívoco, mais ainda,
varia o modo como estão sendo tratadas na prática. Apresentamos primeiramente
as definições retiradas do dicionário:

a) Competência - Qualidade de quem é capaz de apreciar e receber certo
assunto, fazer determinada coisa, capacidade, habilidade, aptidão,
idoneidade.
b) Habilidade - Competente, apto, capaz. Que tem capacidade legal para
certos atos, conveniente. Que tem aptidão para alguma coisa.

Buscamos um conceito que melhor se aproxima da nossa concepção de
competências e habilidades e na literatura encontramos vários tipos de
competência e diferentes níveis de abordagens. Inicialmente apresentamos o de
competência profissional que é o foco deste artigo.
Competência profissional é uma combinação de conhecimentos, de
saber-fazer, de experiências e comportamentos que se exerce em um
contexto preciso. Ela é constatada quando de sua utilização em situação
profissional, a partir da qual é passível de validação.(JORNADAS, 1998
apud FARIA et al, 2005).

O conceito de habilidade que apresentamos tem implicações ativas e
individualistas:
Habilidades são atributos apreciados dos indivíduos, estes diferem em
tipos e em graus de habilidade, e está aberto a cada um aperfeiçoar as
habilidades ou acrescentar novas habilidades (BARRETO, 2003.).

Nessa perspectiva, o novo profissional da informação deve ter habilidade
de

solucionar

problemas,

de

aprender

a

aprender,

de

aprender

independentemente, de aprender ao longo de toda sua vida, de questionamento,
de pensamento lógico, dessa forma deve-se insistir que esse profissional chame
atenção com esse novo perfil, para desenvolver esse potencial na biblioteca, pois
isso irá demonstrar que o novo profissional da informação é também um
educador, deixando para trás suas características de passividade e isolamento.

�4

3 FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Alguns

autores

brasileiros

afirmam

que

o

primeiro

Curso

de

Biblioteconomia teve início em 1911, porém apenas em 1915 teve suas atividades
efetivadas. Enquanto outros autores dizem que seu início foi por volta de 1910.
Martins (2002, p. 01), afirma que o primeiro Curso de Biblioteconomia no
Brasil, realizado na Biblioteca Nacional, foi em 1910.
De acordo com Fonseca (apud SOUSA; CARVALHO; MARINHO, 1995).
O Curso de Biblioteconomia, no país, foi criado em 1911, como parte do
decreto nº 8.835 que estabelece o regulamento da Biblioteca Nacional, o
Curso adotou como parâmetro o da Ecole Nationale des Chartes, de
Paris. Apesar de todo o esforço empreendido o mesmo não foi iniciado
antes de 1915.

Para fins desse estudo, apesar das contradições ou controvérsias
cronológicas optaremos pelo ano de 1915, como sendo o marco do surgimento do
ensino

da

Biblioteconomia

Brasileira

e conseqüentemente

da

formação

bibliotecária no Brasil.
No Rio de Janeiro, seu surgimento foi por volta de 1915, pois o mesmo não
havia um número suficiente de inscritos para dar início ao Curso. Algumas
pessoas que já estavam inscritas desistiram do mesmo e na sua maioria eram os
próprios funcionários da Biblioteca Nacional. Já em São Paulo, foi em 1929, onde
suas atividades foram desenvolvidas no Instituto Mackenzie, porém na Divisão de
Biblioteca da Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal de São Paulo foi em
1936.
O objetivo inicial do Curso de Biblioteconomia era sanar as dificuldades
existentes na Biblioteca Nacional, pois os funcionários não apresentavam
nenhuma qualificação na função exercida.
Em São Paulo, o objetivo era oferecer uma formação que fosse aplicável a
todas as bibliotecas, cujas características era da escola norte-americana,
enfatizando técnicas modernas de tratamento e organização de documentos.
Após esse período alguns fatos mereceram destaque:
De 1915 até 1922 o Curso funcionou regularmente, porém em 1923 ele
deixa de funcionar por falta de professores. Mesmo com um número de quatorze
pessoas matriculadas.

�5

Em 1931, através do Decreto nº 20.673, de 17 de novembro, o Curso volta
a funcionar, com o intuito mencionado anteriormente, como também para
regulamentar o quadro de pessoal daquela instituição, ou qualquer outra
instituição federal.
Em 1944 há a implantação do modelo americano nas Escolas Brasileiras
de Biblioteconomia.
Em 1955, surge o Curso de Pesquisas Bibliográficas no Instituto Brasileiro
de Biblioteconomia e Documentação.
Em 1960, já havia dez escolas de Biblioteconomia em funcionamento no
Brasil. Ao final desta década o Brasil já possuía dezoito Cursos de Graduação em
Biblioteconomia e um curso de especialização regulamentado pelo Instituto
Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação (IBBD).
Em 1970, surge o primeiro Curso de Mestrado em Ciências da Informação,
no Brasil. Seu início foi no dia 07 de maio, tendo com o órgão responsável o
IBBD.
Em 1988, doze novos Cursos de Graduação em Biblioteconomia foram
criados. Em sua maioria estavam localizados no interior do Estado de São Paulo.
Mesmo passando por sérias dificuldades, no Brasil, o Curso de Biblioteconomia
objetiva formar profissionais para atuarem em qualquer tipo de biblioteca, além de
serem responsáveis pela reorganização de algumas delas.
A procura pelo Curso cresce, e um leque considerável se abre, surgindo
novas oportunidades de empregos para os recém formados, além do surgimento
de novas escolas, em diversas capitais brasileiras.
Na Paraíba, o Curso de Graduação em Biblioteconomia foi criado de
acordo com a Resolução nº 01/69 de 06 de Janeiro de 1969, pelo Conselho
Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão, da UFPB. Segundo Diniz, (1998, p. 62)
O Curso funcionava como departamento no Instituto Central de Filosofia
e Ciências Humanas, e contava com quatro professores. A partir de
1974, o Curso de Biblioteconomia na Paraíba, separa-se do referido
Instituto vinculando-se a Coordenação ao Centro de Ciências Sociais
Aplicada (CCSA), ligada ao Departamento de Administração e
Contabilidade. Na Paraíba este Curso foi reconhecido pelo Decreto-Lei
nº 76.178 de 01 de setembro de 1975.

Apresentando as mesmas características do modelo norte-americano, o
Curso se limitava em passar para seus alunos as técnicas, direcionando-se

�6

basicamente ao conteúdo de classificação, catalogação, indexação, dentre outras,
não havendo a preocupação em traçar o perfil do usuário. Em conseqüência disso
a aquisição dos documentos das bibliotecas basicamente estava longe da
realidade daqueles usuários, contudo havia pouca demanda por livros e a
freqüência nas bibliotecas também era baixa.
O Curso de Biblioteconomia no Brasil era desenvolvido em três níveis:
a) Curso Fundamental de Biblioteconomia;
b) Curso Superior de Biblioteconomia;
c) Cursos Avulsos.
Cada curso tinha seu objetivo específico, o Curso Fundamental de
Biblioteconomia, por exemplo, preocupava-se em formar pessoas para atuarem
como Bibliotecários auxiliares, para serem responsáveis pelos trabalhos técnicos
da biblioteca.
Já o Curso Superior de Biblioteconomia, tinha como objetivo, formar
profissionais, prontos para administrar, organizar e dirigir serviços técnicos
essências às bibliotecas. Enquanto que os Cursos Avulsos destinavam-se a
atualizações de conhecimentos direcionados aos Bibliotecários e Bibliotecários
auxiliares. Era na verdade um curso de especialização, cuja carga horária
dependia da finalidade de cada pessoa.
Apesar do esforço aparente das Escolas de Biblioteconomia, o perfil foi
sendo estabelecido à medida que se estabelecia também o currículo das Escolas.
Assim coloca Barbosa (2002, p. 19)
Do início do século XX até a década de 30, o bibliotecário possuía uma
visão humanista, ligada a cultura e as artes, sob forte influência da Ècole
Nationale des Chartes, em Paris, berço da origem do Curso de
Biblioteconomia brasileiro.

Continuando a autora ressalta que o direcionamento do currículo até então
estabelecido, convergia para uma política profissional voltada para uma prática
humanista, que nos anos trinta passou a receber também forte influência da
formação norte americana, por conta da criação dos Cursos estabelecidos em
São Paulo, conforme mencionado nos itens anteriores.
O surgimento desses cursos vai impulsionar também a criação da
Associação Paulista de Bibliotecários, com o objetivo de estimular a participação
profissional, bem como contribuir na valorização da profissão. Todavia, apesar

�7

dos esforços o profissional bibliotecário continuou a ser visto como mero guardião
de livros, apesar do seu aguçado esforço tecnicista.
Outros esforços foram registrados, no sentido de delinear um perfil, ou até
mesmo construir uma imagem positiva do profissional bibliotecário, a exemplo da
realização do 1º Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
realizado em 1954, na cidade de Recife, momento que parecia ter causado uma
espécie de frisson profissional. Os Bibliotecários foram instigados a uma maior
participação nas decisões da categoria, contribuindo para o reconhecimento
oficial da profissão, em nível superior, com o estabelecimento da legislação e a
criação dos órgãos de classe, favorecendo do ponto de vista legal o exercício da
profissão.
Já os anos 70, surgem como um novo referencial para a categoria, não mais
como um exercício apenas técnico, mas voltada para o campo da pesquisa,
conforme coloca Barbosa (2002, p. 20):
Um significativo desenvolvimento da pesquisa na área, por força da
criação dos primeiros cursos de pós-graduação, e o surgimento dos
primeiros periódicos nacionais da área como: Ciência da Informação,
publicado pelo IBICT; Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG,
hoje Perspectiva em Ciência da Informação [...] Revista Brasileira de
Biblioteconomia e Documentação, publicada pela Federação Brasileira
de Associações de Bibliotecários e a Revista de Bibliotecários do Distrito
Federal, hoje Revista de Biblioteconomia de Brasília, publicada pela
UNB.

A medida em que as inovações iam sendo implementadas na profissão, a
mesma

ia

se

configurando

com

roupagens

diferenciadas,

requerendo

atualizações e reformulações que atentassem para as questões do mercado de
trabalho. Entendido neste estudo como sendo o campo de atuação profissional
e/ou oportunidades de emprego. Nessa perspectiva, entre os anos 80 marcados
por reformas curriculares, propiciando o surgimento de um novo profissional que
emerge como agente cultural e de informação. Nesta ótica os conteúdos vão
provocar uma mudança de perfil e conseqüente de sua imagem, expresso pelas
atitudes frente à nova proposta de atuação, voltando-se também para atividades
intelectuais, com capacidade seletiva, investigadora-pesquisadora, dinâmica,
criatividade (OLIVEIRA, 1983), atuando muitas vezes como educador, agente
social, além de preservador.

�8

Apesar das incisivas mudanças ocorridas nos anos 80, a década de 90,
revela um crescimento exponencial das práticas editoriais, associados também ao
avanço das novas tecnologias de informação, que vão exigir do profissional
bibliotecário uma nova retomada de posição e enfrentamento, face às novas
exigências do mercado profissional, requerendo desse mesmo profissional, novas
formas de ação bibliotecária, conforme podemos conferir no item que se segue.
Atualmente, as estruturas dos cursos para formação do profissional da
informação, buscam um profissional dinâmico e competitivo, direcionado para o
paradigma da informação, mas não podemos deixar de lembrar que ainda existe
no Brasil muitos cursos que precisam fazer uma reformulação dos seus
currículos, e incluir um mínimo de cultural geral e disciplinas que ressaltem não
apenas os conteúdos técnicos, mas também os humanistas (TARGINO, 2006;
VALENTIM, 2000).

4 O PERFIL DO BIBLIOTECÁRIO DO FUTURO

O crescimento assustador das produções científicas, os avanços
tecnológicos, programas informacionais com eficiência e rapidez, bibliotecas
virtuais, internet, o surgimento de novas áreas profissionais além de outros
fatores, tornam indispensável a presença de um bibliotecário.
As informações estão sendo produzidas com muita rapidez e os programas
computadorizados modernizam-se com freqüência, com isso muitas pessoas, não
acompanham essa evolução científica e tecnológica, ou seja, o avanço de novas
tecnologias. Em conseqüência disso, essas pessoas sentem a necessidade de
recorrerem

a

um

profissional

capacitado

e

com

visão

interdisciplinar,

profissionalismo, especialização, domínio de pelo menos uma língua estrangeira,
dentre outras qualidades profissionais encontradas no bibliotecário.
O bibliotecário do futuro deve ser seguro e muito capaz, deixando de lado
aquela relação de intermediador entre o usuário e a informação escrita, dando
espaço aquele intermediador entre o usuário e a informação eletrônica. O
bibliotecário do futuro deixou de ser um guardião dos livros e passou a ser um

�9

consultor ou gerente informacional, abrindo espaço para as informações
automatizadas.
Assim, independente da época em que atuou, atua ou atuará o profissional
bibliotecário, existe uma certa distinção de suas atribuições profissionais, que o
caracterizam como tal, ora retrógrados, como tem sido classificado por alguns
(SILVA apud BARBOSA, 2002), ora como agentes culturais, gerentes de
informação, arquiteto da informação, improdutivo, ultrapassados e apáticos
guardiões do saber (ALMEIDA JÚNIOR, 2002) entre outras denominações que
ao longo tem surgido. Essas atribuições bem ou má executadas tem sido
distinguidas como atividades profissionais e não profissionais. Essa última
exercida quase sempre por auxiliares de bibliotecas, cujas atividades estão
regulamentadas na Resolução nº 75 de junho de 1973, que em alguns casos,
exercem cargos de chefias, administrando unidades de informação, atribuição
segundo a Lei 4.084, de 30 de junho de 1962, exclusiva do

Bacharel em

Biblioteconomia.
O profissional da informação é entendido neste estudo como sendo todo o
indivíduo, formado em Biblioteconomia, o qual está regido pela lei nº 4.084 de
30\06\1962, esta lei está regulamentada pelo decreto nº 56.725 de 16\08\1965.
No Brasil o profissional formado nessa área recebe o título de Bacharel em
Biblioteconomia, isso na graduação, porque na pós-graduação recebe o grau de
mestre e conseqüentemente de doutor, atualmente em Ciência da Informação,
tendo em vista a inexistência de Cursos de pós-graduação em Biblioteconomia no
país.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

O bibliotecário necessita ter um perfil empreendedor, expandir seu campo
de atuação, participar efetivamente do processo de geração e transferência da
informação, uma vez que as oportunidades do mercado de trabalho são para o
profissional que tem a educação continuada como meta permanente. (VALENTIM,
2000).

�10

Nessa perspectiva, o bibliotecário deve perceber claramente seu papel de
processador e mediador da informação, e que deve fazer esta filtragem de forma
coerente e eficiente, voltada para o usuário/cliente. Precisa antever as mudanças
nos canais de distribuição de informação, é necessário que esteja preparado para
as mudanças e buscar adequar-se e desenvolver modelos eficazes que atendam
a nova realidade.

REFERÊNCIAS

ALMEIDA JÚNIOR, Oswaldo Francisco. A imagem do bibliotecário. 2002
Disponível em http://www.andsantana.hpg.ig.com.br/palestra02.html. Acesso em:
15 abr. 2003.
BARBOSA, Ana Luiza Candido. O perfil do bibliotecário na concepção de
outros profissionais. 2002, 79 f. Monografia (Graduação em Biblioteconomia) 
Centro de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Federal da Paraíba, João
Pessoa, 2002.
BARRETO, Raquel Goulart. Tecnologias na formação de professores: o discurso
do MEC. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 29, n.2, p.271-286, jul./dez. 2003.
Disponível em: &lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S151797022003000200006 &amp;lng=es&amp;nrm=iso&gt;. Acesso em: 11 abr. 2006.
DINIZ, Edileuda Soares. Currículo e Sociedade: uma análise do ensino de
Graduação em Biblioteconomia da UFPB. 1998, 103f. Dissertação (Mestrado em
Biblioteconomia)  Centro de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Federal da
Paraíba, João Pessoa, 1998.
FARIA, Sueli et al. Competências do profissional da informação: uma reflexão a
partir da Classificação Brasileira de Ocupações. Ciência da Informação, Brasília,
v. 34, n. 2, p. 26-33, maio/ago. 2005. Disponível em:
http://www.ibict.br/cienciadainformacao/viewarticle.php?id=715&amp;layout=abstract.
Acesso em: 10 abr. 2006.
FERREIRA, Danielle Thiago. Profissional da informação e a gestão do
conhecimento: perfil de habilidades demandadas por empresas de recrutamento e
seleção de recursos humanos. In: SOUTO, Leonardo Fernandes(Org.). O
profissional da informação em tempos de mudanças. Campinas: Alínea,
2005. Cap. 1, p. 13-27.

�11

MARTINS, Robson Dias. Perfil do Bibliotecário: uma realidade brasileira.
Disponível em : http://biblioteca.estacio.br/artigos/0004.htm. Acesso em: 13 jul.
2002.
MIRANDA, Antônio L. C. A. Profissionalização da ciência da informação no marco
da globalização: paradigmas e propostas. In: LUBICCO, Nídia M. L.; BRANDÃO,
Lídia M. B. (Orgs). Informação &amp; informática. Salvador: EDUFBA, 2000. p. 6580.
OLIVEIRA, Zita Catarina. O bibliotecário e sua auto-imagem. São Paulo:
Pioneira, 1983, 98 p.
RODRIGUES, Mara Eliane Fonseca. Relação Ensino-Pesquisa: em discussão a
formação do Profissional da Informação DataGramaZero, v.3, n.5, out. 2002.
Disponível em: http://www.dgz.org.br/out02/Art_05.htm&gt; Acesso em: 30 mar. 2006
SANTOS, Jussara Pereira. O perfil do profissional bibliotecário. In: VALENTIM,
Marta Lígia. (Org.). Profissional da informação: formação, perfil e educação
profissional. São Paulo: Polis, 2000. Cap. 5, p. 107-117. (Coleção Palavra-chave,
11)
SETZER, Valdemar W. Dado, Informação, Conhecimento e Competência.
DataGramaZero, n. zero, dez. 1999. Disponível em: &lt;
http://www.dgz.org.br/dez99/Art_01.htm&gt; Acesso em: 30 mar. 2006.
SOUSA, Francinete Fernandes; CARVALHO, Rosires de Andrade; MARINHO,
Vanildo Mousinho.Modernidade e formação de bibliotecários no Brasil.
Informação &amp; Sociedade: estudos, João Pessoa, v. 5, n. 1, 1995. Disponível em:
&lt;http://www.informacaoesociedade.ufpb.br/pdf/IS519505.pdf&gt; Acesso em: 10 abr.
2006
SOUTO, Leonardo Fernandes. Biblioteconomia em reflexão: cenários, práticas e
perspectivas. In:______(Org.). O profissional da informação em tempos de
mudanças. Campinas: Alínea, 2005. Cap. 1, p. 13-27.
TARGINO, Maria das Graças. Biblioteconomia e ciências da informação: exercício
profissional. In: ______. Olhares e fragmentos: cotidiano da biblioteconomia e
ciência da informação. Teresina: EDUFPI, 2006. Parte 3, p. 117-178.
TEIXEIRA FILHO, Jayme. Profissionais da informação. Insight informal. N. 12,
ago. 1998. Disponível em: &lt;http://www.informal.com.br/pls/portal/docs/PAGE/
GESTAO
DOCONHECIMENTOINFORMALINFORMATICA/INSIGHTS/INSIGHTSGESTAO
DOCONHECIMENTOTI/INSIGHT_1908.PDF&gt; Acesso em: 30 mar. 2006.
VALENTIM, Marta Lígia. Atuação e perspectivas profissionais para o profissional
da informação. In: _______ (Org.). Profissional da informação: formação, perfil
e educação profissional. São Paulo: Polis, 2000. Cap. 7, p. 133-152. (Coleção
Palavra-chave, 11).

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="47">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51378">
                <text>SNBU - Edição: 14 - Ano: 2006 (UFBA - Salvador/BA)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51379">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="41">
            <name>Description</name>
            <description>An account of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51380">
                <text>Tema: Acesso livre à informação científica e bibliotecas universitárias.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51381">
                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51382">
                <text>UFBA</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51383">
                <text>2006</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51384">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51385">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51386">
                <text>Salvador (Bahia)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="58973">
              <text>O bibliotecário na sociedade da informação e do conhecimento: perfil, competências e habilidades.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="58974">
              <text>Lima, Izabel França de; Silva, Janete Duarte da; Pereira, Jovirene Joaquim; Vieira, Maria Meriane; Santos, Mônica de Paiva </text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="58975">
              <text>Salvador (Bahia)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="58976">
              <text>UFBA</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="58977">
              <text>2006</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="58979">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="58980">
              <text>O bibliotecário necessita ter um perfil empreendedor, expandir seu campo de atuação, participar efetivamente do processo de geração e transferência da informação, uma vez que as oportunidades do mercado de trabalho são para o profissional que tem a educação continuada como meta permanente. (VALENTIM, 2000). Nessa perspectiva, o bibliotecário deve perceber claramente seu papel de processador e mediador da informação, e que deve fazer esta filtragem de forma coerente e eficiente, voltada para o usuário/cliente. Precisa antever as mudanças nos canais de distribuição de informação, é necessário que esteja preparado para as mudanças e buscar adequar-se e desenvolver modelos eficazes que atendam a nova realidade.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="68957">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
</item>
