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                  <text>NOVAS TECNOLOGIAS RENOVANDO A INTERAÇÃO DE VELHOS
ATORES: O CASO DA BIBLIOTECA CENTRAL DA UFRPE

Marleide Guedes
Pós-Graduanda em Marketing,
Bibliotecária da Biblioteca Central - UFRPE.
Recife, Pernambuco - Brasil.
marguedess@ufrpe.br
bcpt@ufrpe.br
Maria Auxiliadora Gonçalves da Silva
Professora do Departamento de Letras e Ciências Humanas - UFRPE
Doutoranda em Antropologia
Recife, Pernambuco  Brasil
maria-auxiliadora2004@ig.com.br

RESUMO

O objetivo deste estudo é recriar o site da Biblioteca Central da Universidade Federal
Rural de Pernambuco (BC/UFRPE), dentro dos princípios de marketing, a fim de
aproximar o cliente virtual do ambiente físico dessa Biblioteca. A exeqüibilidade partiu
das críticas, reclamações e pressões diretas dos usuários, para a inserção da BC no
mundo da automação. A metodologia foi realizada, através de pesquisa bibliográfica,
assim como de consulta à página de outras instituições. Desta forma, tomando por
base o acesso aos sites de outras bibliotecas universitárias, decidiu-se a partir do
aporte teórico do marketing, reestruturar o atual site da BC, de forma a torná-lo mais
eficiente, com respostas rápidas, com visual atraente, dinâmico e dotado de notícias,
assim como de informações atualizadas periodicamente. Para tanto, adotou-se como
estratégia, a reestruturação e a inclusão de novos links.
Palavras-chave: Biblioteca Universitária; Tecnologia da Informação; Cliente Virtual
Marketing; Arquitetura da Informação; Home page

�1 - INTRODUÇÃO

No mundo contemporâneo, as novas tecnologias de comunicação e
informação, as chamadas TCIs, se fazem presentes no ambiente de mudança
radical, onde imperam o computador, a internet e a intranet, que possibilitam o
acesso rápido à informação. Novos espaços de encontros proliferam,
fecundando as redes e os serviços.

Nesse lócus em mutação, a linguagem fragmentada e imediata dos
meios de comunicação vem substituindo o estático pelo dinâmico, onde o
homem interage com o real e tem suas relações cotidianas de permutas
determinadas pelas novas tecnologias e pelo mundo virtual. Por esta ótica,
constata-se que a informação direta vem sendo substituída pela indireta,
mediatizada pelos canais de informação.

Paralelamente, nos últimos anos, temos assistido cada vez mais a um
vertiginoso avanço dessa tecnologia em todas as áreas do conhecimento,
inclusive, nas áreas da Educação e da Ciência da Informação. Avanços estes,
que têm tornado mais fácil, sem sombras de dúvidas, as tarefas do cotidiano
incorporando em seu bojo, melhorias e facilidades no acesso à informação,
enquanto insumo mais importante e mais palpável em torno do qual se situa o
próprio conceito da universidade (SIMON, 1997).

Sob esse prisma, no contexto da universidade brasileira, vivemos
também um momento histórico de grandes transformações, onde o fazer
ciência que gera o conhecimento acontece em formas diversas, sendo esse
conhecimento distribuído em redes mundiais, acessíveis no ambiente virtual a
uma gama de pessoas que têm acesso à internet. No campus universitário
como em qualquer outro local, o vocabulário da informática é corriqueiro e faz
parte do dia-a-dia institucional. Professores e alunos navegam em sites e
trocam e-mails numa inter-relação natural, reflexo do cotidiano atual, onde cada
vez mais a sociedade incorpora a tecnologia em sua prática diária.

�Diante desse novo cenário, enquanto profissional da informação,
concordamos que as tecnologias da informação provocam impactos em vários
setores como o da educação, no processo de comunicação, assim como nos
serviços de informação e documentação. Lidar com redes, multimídia, internet,
intranet, chats, e-mails, etc representam novos conceitos que exigem um outro
aprendizado e leva à mudança de paradigma da biblioteca tradicional.

Em se tratando de biblioteca universitária a rapidez das atividades da
produção do conhecimento correlacionada aos requisitos das atividades
acadêmicas e, conseqüentemente da globalização do mercado, implica em
mudanças estruturais, partindo-se do princípio de que biblioteca, segundo
Cunha (2000), não é um ente isolado, estando, portanto, no contexto maior.

Há algum tempo, percebemos na Universidade Federal Rural de
Pernambuco (UFRPE) a crescente demanda da comunidade universitária pela
busca de uma informação mediatizada pela informática. Crescentemente, os
segmentos da nossa academia, a um só tempo, sentem necessidade das
facilidades que essas novas tecnologias proporcionam na busca e recuperação
da informação. Entretanto, ressentem-se das dificuldades e barreiras
gerenciais que acabam por retardar a disponibilização em larga escala desse
instrumento facilitador em seus locais de trabalho.

Particularmente,

focando

a

biblioteca

como

responsável

pela

recuperação, transformação, armazenamento e, principalmente, disseminação
dessa informação junto ao usuário, entende a questão, como geradora de um
novo tipo de usuário, este definido como cliente virtual, que é aquele usuário
da biblioteca que passa a utilizar seus serviços e produtos através da Internet,
passando a interagir no ciberespaço. A partir deste novo conceito de usuário,
surgiu para nós que fazemos a biblioteca, uma nova preocupação de como
manter esse cliente virtual atualizado com os serviços da biblioteca, uma vez
que, no momento o site a BC (Biblioteca Central) da UFRPE encontra-se
desatualizado.

�Nesse sentido, a BC vem buscando manter e validar os laços já
existentes com a nossa comunidade de usuários associando alternativas de
marketing, que visam à conquista desse usuário, enquanto cliente virtual, numa
espécie de jogo que usado conscientemente e com habilidade, pode manter a
biblioteca numa posição visível e relevante como afirma Conroy (1983).

Sendo assim, o objetivo geral dessa pesquisa é recriar o site da BC,
dentro dos princípios de marketing, a fim de aproximar esse cliente virtual do
ambiente físico dessa referida BC.

Como objetivos específicos: produzir produtos e serviços, para promover
o desenvolvimento do site e criar oportunidades de interação desse cliente com
o site, através de sugestões, críticas e opiniões.

A presente pesquisa foi desenvolvida na BC-UFRPE, considerando a
nossa vivência como profissional da área de biblioteconomia, como também,
por estar ligada especificamente ao serviço de alimentação de rede.

Sendo assim, a exeqüibilidade partiu das críticas, reclamações e
pressões diretas dos usuários para inserção da BC no mundo da automação,
tendo em vista ser a única Universidade dentro do Estado de Pernambuco, que
não tinha o seu acervo disponibilizado on-line. A metodologia constou de
pesquisa bibliográfica, bem como de consulta à página de outras instituições.

2 - REVISÃO DA LITERATURA

As bibliotecas eram locais reservados, de acesso restrito com a
função de colecionar e preservar o conhecimento então produzido. Ramalho
(1992) ao comentar sobre essa fase afirma que tais bibliotecas eram depósitos
do saber, confinadas em si mesmas, já que o conhecimento ali reunido não

�podia ser divulgado livremente. A transição do mundo medieval para o mundo
moderno tem a marca do movimento renascentista, considerado como
provocador de mudanças sociais e culturais importantes. Esse contexto de
transformação também atinge as bibliotecas, que segundo Martins (1957)
.começa a adquirir seu sentido moderno, a sua verdadeira natureza... ,
juntamente com o livro que adquire seu significado social.

Para cumprir o seu papel as bibliotecas tiveram que promover mudanças
e acompanhar as transformações vivenciadas no final do século XX e início do
século XXI, que assiste, aceleradamente, à passagem da sociedade industrial
para a sociedade da informação e comunicação. De acordo com Pimentel
(1996) estas transformações representam ... instrumentos capazes de
favorecer a capacidade do ser humano de ampliar seus conhecimentos e
produzir informações, armazená-las, organizá-las e difundi-las, englobando
assim todos os aspectos da sociedade humana. Tomando por base essas
afirmativas, buscamos como foco deste trabalho a modernização da home
page da BC-UFRPE.

Para a consecução de tal foco, no entanto, concordamos que há
algumas décadas, a área de Biblioteconomia vem trabalhando com a
informação independentemente de seu suporte físico (discos, patentes, cds,
vídeos, anais de congressos, manuscritos, cartazes, fotografias, histórias em
quadrinhos, mapas, relatórios técnicos, etc). Desta forma, as atividades
profissionais e o ensino na área deslocaram-se, historicamente, do eixo livro
(suporte) para informação (conteúdo), do controle do acervo de uma biblioteca
para o acesso à informação por meio de canais de comunicação formais
(documentos) e informais (pessoas, redes eletrônicas, colégios invisíveis).
Privilegia atividades voltadas para o acesso e o uso dos recursos
informacionais, em quaisquer formas ou locais em que se apresentem.

Segundo Lucas (2005)... O advento das novas tecnologias da
informação está mudando a noção de biblioteca neste século. Entretanto, a

�atividade primordial das bibliotecas - juntar pessoas com informações, não tem
sido alterada fundamentalmente.

Hoje a biblioteca tornou-se uma aldeia global de leitores, focalizando
suas funções na comunicação de idéias. A introdução de computadores
aumentou a capacidade das bibliotecas para manipular registros de informação
que, por sua vez, permitiu a expansão dos seus serviços através do trabalho
em rede.

Compreendendo este fato, as bibliotecas têm que estar atentas aos
novos paradigmas, procurando adaptar os seus produtos e serviços a essa
nova clientela que surge com esse novo momento. Dessa forma, a biblioteca
estará reforçando sua imagem perante os seus clientes, que são a mola mestra
da política universitária, firmando o conceito de biblioteca como pólo
transmissor de informações, muito mais do que como lugar de guarda de
documentos.

E como o marketing tem como finalidade analisar o mercado, identificar
oportunidades, formular estratégias, desenvolver tática e ações específicas,
propor orçamentos e estabelecer um conjunto de controles, além de ser
responsável em impulsionar toda a empresa para ser orientada para o
consumidor e para o mercado, tornou-se uma arma poderosa nas mãos das
empresas.

Inicialmente, marketing surgiu para resolver problemas de mercado junto
às empresas. Hoje ele existe para coordenar e direcionar as atividades de
qualquer empresa envolvida com a produção, que objetive criar serviços, bens
e produtos de modo a satisfazer o consumidor, inclusive, a biblioteca, cujo
consumidor são os usuários.

Acerca disso, Conroy (1983) considera o marketing um elemento vital na
função de planejamento do administrador e na criação do futuro. Para ela, o

�marketing como ferramenta de planejamento permite um melhor desempenho
das bibliotecas, antes, durante e depois das mudanças planejadas, ajuda a dar
forma a uma visão, testa sua viabilidade, inicia e depois modifica a sua
operação.

A recuperação automatizada da informação pode ser a saída para a
rapidez no atendimento aos usuários das bibliotecas. Entretanto, Cunha (1984)
em sua pesquisa sobre as bases e bibliotecas brasileiras afirma é de opinião
que o baixo nível de utilização desses serviços por parte dos usuários da
informação no Brasil pode estar ligado ao fato de poucas bibliotecas
desenvolverem atividades promocionais de suas bases de dados.

Muitos

bibliotecários

brasileiros

já

estão

conscientes

de

sua

responsabilidade no negócio da informação, seja ela manual ou automatizada.
Muitos já divulgaram seus produtos e serviços. É preciso, no entanto, entender
que o marketing vai além da divulgação. É preciso conhecer melhor os
usuários

como

consumidores

de

informação

para

poder

atendê-los,

satisfatoriamente. Afinal, é por causa deles e para eles que a biblioteca existe e
em função deles que sobrevivem. Conhecê-los, envolvê-los e atendê-los bem
só poderá contribuir para o reconhecimento da instituição biblioteca e o
bibliotecário como profissional da informação.

Neste contexto, surge a Arquitetura da Informação (A.I.) é responsável
por permitir que o usuário encontre o que procura com o menor número de
clique possíveis. Para conseguir isto, temos que organizar o conteúdo de
maneira clara e específica. A A.I. é um passo essencial na criação ou
reformulação de uma interface. Um bom planejamento de todos os fluxos de
informação e das funcionalidades de um site torna o produto final muito mais
usável e lucrativo.

�O dia-a-dia de um profissional de A.I. está muito mais para o trabalho de
um bibliotecário que um expert em internet, portanto o caminho do conteúdo na
rede está, muitas vezes, em olhar para o passado, no que foi feito até agora,
do que encarar o futuro como se dele viesse solução para tudo.

Diante

deste

contexto,

foi

observada

a

necessidade

de

uma

reestruturação na homepage da BC/UFRPE, pois a atual não está planejada de
modo a suprir as reais necessidades da comunidade acadêmica.

3 - CONSIDERAÇÕES FINAIS

A BC/UFRPE historicamente, vem buscando se incorporar aos
tradicionais contextos e paradigmas da informação, assim como as novas
tecnologias que definem o papel mutante da biblioteca. A complexidade e
abrangência do novo ambiente de informação, a crescente sofisticação das
demandas dos usuários e a rápida evolução da tecnologia, têm trazido para a
biblioteca problemas cuja solução normalmente transcende a capacidade dos
recursos que, até pouco tempo lhe eram indisponível.

Indiscutivelmente, é este o contexto que retrata a BC, na Universidade,
que com a criação de novos cursos e a ampliação significativa do número de
alunos, potenciais usuários da biblioteca, há muito exige a informatização e a
modernização dos serviços oferecidos, meta gerencial histórica ratificada
periodicamente,

a

cada

Plano

Anual

apresentado

aos

gestores

da

universidade.

Acerca desse grande desafio, a Reitoria acompanhando a complexidade
e a abrangência desse novo ambiente aliado a crescente sofisticação das
demandas e a rápida evolução dos suportes, vêm se empenhando a
implementar desde 2002 o Projeto de Modernização Administrativa e

�Informatização da BC. Empreendimento que vem atender a uma reivindicação
das três últimas gestões dessa biblioteca, cuja prioridade sempre foi a adoção
de um software que permitiria transcender do sistema manual para a
otimização da sua infra-estrutura técnico-operacional no que diz respeito ao
tratamento, processamento e localização da informação.

O surgimento de um novo paradigma no cerne do Projeto de
Informatização e Modernização da BC/UFRPE trouxe a mudança de métodos e
processos de trabalho e estimulou a equipe técnica, apesar dos medos e
inseguranças, a trabalhar em grupo possibilitando desta forma toda uma
integração que há muito não se percebia. Ratificando a afirmativa de Reinaldo
Filho ([1990) de que o homem sempre demonstrou uma tendência a reagir
contra o novo, o revolucionário, enfim, contra tudo o que num primeiro
momento, não esteja submetido ao seu domínio]. É quase como um
mecanismo de defesa, que dispara automaticamente quando alguma coisa
ameaça sua segurança.

Nesse sentido, a competência da Coordenação Administrativa do
Projeto, trouxe para o grupo uma experiência impar, com dinâmicas de grupo e
vivências que estimularam a participação de todos os envolvidos deixando o
ambiente descontraído, corrobora Lopes ( 2005).

Diante dessas observações e tomando por base o acesso aos sites de
outras bibliotecas universitárias, decidiu-se a partir do aporte teórico do
marketing, reestruturar o atual site da BC, de forma a torná-lo mais eficiente,
com respostas rápidas, com visual atraente, dinâmico e dotado de notícias,
informações atualizadas periodicamente.

Para tanto, adotou-se como estratégia, a reestruturação da citada
homepage, através da atualização e da inclusão de novos links

conforme

�sugestões apresentadas, em formato impresso e em cd-rom à direção da BCUFRPE

4 - REFERÊNCIAS

CONROY, B. Megatrends marketing; creating the librarys future. Journal of
Library Administration, New York, v.4, n.4, p. 7-18, Winter 1983.
CUNHA, M. B.

Marketing nas bases de dados. In: ___ Base de dados e

bibliotecas brasileiras. Brasília : Associação dos Bibliotecários do Distrito
Federal, 1984. p. 119-128.
LOPES, C. , Pereira,R. C. Saltando barreiras, lançando dardos, rompendo
limites, sujeitos em um contexto grupal de aprendizagem. In: SEMINÁRIO
NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 12, 2002, Recife. Anais
eletrônicos...
Disponível
em:
&lt;
http://www.sibe.ufrj.br/snbu2002/oralpdf/29.a.pdf&gt; Acesso em: 15jul. 2005.

LUCAS, C. R. O conceito de biblioteca nas bibliotecas digitais. Disponível
em: &lt;www.informaçãoesociedade.ufpb.br/151420401.htm-5k&gt;. Acesso em : 09
ago. 2005.
MARTINS, W. A palavra escrita. São Paulo : Anhembi, 1957. 130 p.
PIMENTEL, C. E. A biblioteca universitária e o sistema educacional. In:
SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 9., 1996,
Curitiba. Anais ...Curitiba : UFPR, Biblioteca Central, 1996. 1 disquete.

RAMALHO, F. A. Receptividade de las bibliotecas universitárias de
España y de Brasil ante las nuevas tecnologias de la Informacion. 1992.
Tese (Doutorado em Ciências da Informação)  Faculdade de Ciências de la
Informacion, Universidad Complutense de Madrid, Madrid,1992.
REINALDO FILHO, D. Tecnologias da informação: novas linguagens do
conhecimento. Disponível em : &lt;http://infojus/area1/democritofilho5.html-13k&gt;.

�Acesso em 02 de set. 2005. RIBEIRO, D. A universidade necessária. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 1969. 307p.
SIMON, I. A universidade diante das novas tecnologias de informação e
comunicação. Jornal da USP, São Paulo, 12 - 18 de maio 1997.
Opinião, p. 2

Seção

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          <name>Date</name>
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              <text>2006</text>
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          <description>An account of the resource</description>
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              <text>O objetivo deste estudo é recriar o site da Biblioteca Central da Universidade Federal Rural de Pernambuco (BC/UFRPE), dentro dos princípios de marketing, a fim de aproximar o cliente virtual do ambiente físico dessa Biblioteca. A exeqüibilidade partiu das críticas, reclamações e pressões diretas dos usuários, para a inserção da BC no mundo da automação. A metodologia foi realizada, através de pesquisa bibliográfica, assim como de consulta à página de outras instituições. Desta forma, tomando por base o acesso aos sites de outras bibliotecas universitárias, decidiu-se a partir do aporte teórico do marketing, reestruturar o atual site da BC, de forma a torná-lo mais eficiente, com respostas rápidas, com visual atraente, dinâmico e dotado de notícias, assim como de informações atualizadas periodicamente. Para tanto, adotou-se como estratégia, a reestruturação e a inclusão de novos links.</text>
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          <name>Language</name>
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