<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="5389" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/5389?output=omeka-xml" accessDate="2026-05-28T06:34:51-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="4456">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/47/5389/SNBU2006_202.pdf</src>
      <authentication>cf5c3c38e6c8bcec099b630da6dd9e89</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="58405">
                  <text>MAPEAMENTO DE COMPETÊNCIAS DOS FUNCIONÁRIOS DA DIBD
Kátia M. de Andrade Ferraz∗
Thais Cristiane Campos de Moraes∗∗
Vilma Sarto Zeferino∗∗∗

RESUMO
A Divisão de Biblioteca e Documentação da ESALQ/USP, através do Sistema de
Gestão, decidiu implantar a gestão de competências. A primeira etapa deste
processo é a identificação das competências individuais e institucionais,
registrada através de uma matriz. Essas são estratificadas em competências
conceituais (conhecimento), interpessoais (atitudes) e técnicas (habilidades), de
acordo com as atribuições de cada funcionário e com o grau de domínio que cada
função requer. Informações com evidências concretas, dados extraídos do
sistema de informação da biblioteca e avaliação de resultados são essenciais
para a análise do desempenho do funcionário. A partir disso, critérios são
definidos para a qualificação de cada funcionário como forma de reconhecimento,
valorização de sua competência e estímulo à sua capacitação e desenvolvimento.
Como conseqüência, é possível aplicar e compartilhar o conhecimento adquirido
(como agente multiplicador), acompanhar os avanços tecnológicos e estar
inserido no cenário atual.
PALAVRAS-CHAVE: Matriz de competências – Profissional da informação;
Indicadores de desempenho; Qualificação profissional; Capacitação de
funcionário; Compartilhamento de conhecimento;
1 INTRODUÇÃO
A Divisão de Biblioteca e Documentação da ESALQ/USP, através do Sistema de
Gestão, decidiu implantar a “gestão de competências”, um sistema gerencial que
busca motivar os funcionários em suas competências através da capacitação
profissional, da valorização e do reconhecimento das atividades desenvolvidas
por sua equipe.
A motivação está relacionada à valorização do talento e do trabalho desenvolvido,
ao compartilhamento e à aplicabilidade do conhecimento, à confiança para a
∗

Bibliotecária chefe da Seção de Circulação e Empréstimo, Divisão de Biblioteca e Documentação - ESALQ/USP, Caixa
Postal 9, Piracicaba, SP, Brasil - kmaferra@esalq.usp.br
∗∗
Analista de Sistema – Técnica de Documentação e Informação, Divisão de Biblioteca e Documentação - ESALQ/USP,
Caixa Postal 9, Piracicaba, SP, Brasil - tcmoraes@esalq.usp.br
∗∗∗
Técnica de Documentação e Informação, Divisão de Biblioteca e Documentação - ESALQ/USP, Caixa Postal 9,
Piracicaba, SP, Brasil - vaszefer@esalq.usp.br

1

�realização

de

atividades

mais

complexas

e

ao

ambiente

harmonioso

proporcionado aos funcionários.
A competência é definida Fleury; Fleury (2001), como a capacidade para
iniciativas, ir além das atividades prescritas, ser capaz de compreender e dominar
novas situações no trabalho, ser responsável e ser reconhecido por isso.
De acordo com Farias (2004), as competências podem ser desdobradas em:
a) Competências conceituais: conhecimento e domínio de conceitos e teorias que
dão suporte às técnicas;
b) Competências interpessoais: atividades que envolvem a comunicação entre as
pessoas e a interação eficaz entre elas (atitudes e valores pessoais);
c) Competências técnicas: desenvolvimento de atividades que envolvem a
tomada de decisão e o domínio de métodos e ferramentas específicas para
determinada área de trabalho.
A gestão de competências, de acordo com Leboyer1 (1997) apud Lara (2004),
requer um processo sistematizado, com metodologias específicas, passíveis de
mensuração e comparação de performances entre os funcionários quando se
deseja identificar pessoas dentro do perfil desejado.
Conforme afirma Messina Ramos (2004), o mapeamento é um recurso utilizado
para identificar as competências institucionais e individuais, através do registro
das informações curriculares das pessoas.
Mapear as competências existentes e as requeridas é fundamental em uma
organização, identificando as lacunas e elaborando um plano de ação para a
melhoria do desempenho que contemple treinamentos, cursos, palestras,
reciclagens nos procedimentos, dinâmicas de grupo, “benchmarking”, entre
outros.
Com o mapeamento de competências, a DIBD pretendeu desenvolver os recursos
humanos, estimular a independência, a motivação para a realização do trabalho e
1

LEBOYER, C.L. Gestion de las competências. Barcelona: Acliciones Gestões, 1997.
2

�o desempenho de alta performance, visando a melhoria da força de trabalho da
biblioteca.
O sucesso da organização depende do desempenho de sua equipe e por isso é
necessário o seu acompanhamento.
Com esta postura administrativa é possível observar funcionários motivados e
alinhados às estratégias, processos eficientes, clientes satisfeitos e bons
relacionamentos interpessoais.

2 DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO
O trabalho foi desenvolvido a partir da apresentação de um modelo teórico de
gestão de competências específico para a DIBD, com indicadores de
desempenho a serem utilizados no processo de qualificação de seus
funcionários. Estes indicadores foram determinados, tendo como formato o
requisito e a sua evidência, abrangendo todas as competências descritas no
mapeamento: o conhecimento, as atitudes e as habilidades do funcionário,
conforme exemplo abaixo.
Conhecimento:

Atitudes:

Requisito: Graduação
Evidência: diploma

Requisito: Planejamentos (nível operacional ou tático)
Evidência: meta alcançada

Habilidades: Requisito: Qualidade na operacionalização das rotinas
Evidência: Número mínimo de falhas (metas pré-estabelecidas) no
sistema de informação

Os indicadores de desempenho devem ser relacionados de forma sistemática às
atividades de planejamento e avaliação de uma biblioteca, conforme afirma Igami
(2003). O princípio básico é facilitar o controle no processo de gestão, servir de
parâmetro para a negociação e para a análise comparativa do desempenho de
3

�seus funcionários. Com base nesta afirmação, estabeleceram-se indicadores
quantitativos e qualitativos.
Os dados quantitativos envolveram a produtividade, a agilidade (prazos), o
número de cursos, o número de treinamentos assistidos e ministrados pelos
funcionários, o cumprimento das metas assumidas por cada setor, entre outros.
Os indicadores qualitativos foram relacionados ao cliente interior (a própria
pessoa, as suas expectativas, a sua motivação e o seu equilíbrio), ao cliente
interno (relacionamento interpessoal no ambiente de trabalho), e ao cliente
externo (atendimento), sendo explicitados através das atitudes do funcionário.
A etapa seguinte para a implantação da gestão de competências foi elaborar um
documento com a discriminação das atribuições específicas de cada Unidade
Gerencial Básica (UGBs), denominação esta, utilizada para setores de atividades
específicas da biblioteca, de modo que a qualificação ocorresse de acordo com os
requisitos da função exercida pelo funcionário.
Decorrentes disso, critérios foram definidos para a qualificação, juntamente com a
definição das responsabilidades das diretoras, por estarem relacionados às
decisões administrativas no contexto do Programa de Educação, considerando
que seriam as avaliadoras da equipe de trabalho com a participação das chefias.
A participação pessoal e ativa da alta direção permite que a organização direcione
as pessoas na busca da excelência. Por meio de seu comportamento ético, de
suas

habilidades

para

planejamento, capacidade de análise

crítica

de

desempenho e de motivação das pessoas, reforça a liderança em todos os níveis,
e mantém o engajamento da equipe na causa da organização.
Os critérios para a qualificação envolvem o conhecimento, a liderança, a
experiência profissional, a capacitação técnica, o domínio da atividade, as noções
de informática e de língua estrangeira, conforme a área de atuação, e a
competência do funcionário, que pode ser desdobrada em alta competência,
média e baixa competência.

4

�Ex.: Q (qualificação) = D (domínio) + A (aplicação)
Para o registro das informações pertinentes às competências de cada funcionário,
foi elaborada uma matriz, denominada “Mapeamento de competências dos
Profissionais da Informação” (Figura 1) cujo conteúdo abrangeu o seu
conhecimento, as suas atitudes e as suas habilidades, incluindo o grau de
domínio que a função exercida requer.

��!����� ��������!� "�� ����������� �� ��� �����#������

4�� �����������
4�/�� �

� �����

5�6�

%��&amp;� &amp;

�4�!

�1� �� �

+���� ����2 �� � ��
-� �� ���
-���
� ��3���� � ��� �� �/����.

���� ���

!� � ���

��
! � �

��� � �����

����� ��� �������

!� ��� �

��

�� � ���� ��� �� ��� ��
+��� �&amp;�� �.

��� � �/�

$ � ���

�+����� �/ .
��"#! �/�

$ � �� �� ��� ��
+���� , -��� �.

�*� ������ ����������� �

����� ' ��

���( ��)����� � � ����
� � ���� � �

%��&amp;� ��� � �&amp; ��

������� ���� �
��������

������ ���� � ��������� �� �
����� � �
��!����"�#$� � � ����
���������� ��� �
������� �! � �� � � ����
��� �� ��� � ����� � �� � �

���������� ����

� �

�

��������� �����
���������� ��� �

���

����������

���!� "�� ��

�
��������� ����

0� � ���� ��� � ��

�� � ������������� � ��
��� �� ��� �

�

�

�2 �� �� �� � ��
������
�2 �� �� �� � �
������ �'����
�������� �
4��� � � �� �
����� � �
!�*��� �� �
4��� � � �� �
����� � �
����� ���

�

�� � ��������� � ��

�

Figura 1 Mapeamento de Competências dos Profissionais da Informação
Os dados quantitativos, relacionados aos indicadores mensuráveis, foram
registrados em uma planilha específica (Figura 2), e servirão de parâmetro para a
qualificação por função.

5

�Figura 2 - Planilha para dados quantitativos do mapeamento
Como ferramenta de estímulo à capacitação, foi elaborada uma planilha “on line”,
(Figura 3) com o cronograma de atividades anuais de interesse para a área de
atuação da biblioteca.
Período

Treinamentos da Qualidade

Título/Tema

Ministrado por:

20/out

Programa de Educação

14/out

Programa de Educação

Motorista do Destino
Explanação: Programa de
Eduacação

22/nov

Programa de Educação

Exibição do filme "O cliente interno" Márcia Saad

Período
Jan./Fev./Abr.
Abr.

Treinamento Interno

Título/Tema
Sistema Automatizado de
Empréstimo - Aleph
Bases de Dados

UGB Circulação e Empréstimo

Período

Certificação

Horário

Público Alvo
(Opcional)

Kátia, Thais e Vilma 9:00 as 10:30

DIBD

Kátia, Thais e Vilma 9:00 as 10:30

DIBD

Ministrado por:

8:00h e 14:00h DIBD
Horário

Thais
Kátia

Título/Tema

Ministrado por:

Horário

Título/Tema

Ministrado por:

Horário

Local
Auditório
DIBD
Auditório
DIBD
Auditório
DIBD

Público Alvo
Local
(Opcional)
GAI - Estagiários Setoriais
SCE
Estagiários
SCE
Público Alvo
(Opcional)

Local

5s
Monitoria
PO
Postura de Atendimento
Período

Agente Multiplicador
Transferencia de
realizado no SIBi

mar.
09/11

conhecimento:

curso Trabalho em equipe e
comprometimento

Transferencia de conhecimento
Período

Cursos Externos

03, 10, 17 e 24/05
maio a outubro
28 e 30/09
abril/maio
11 a 22/04
25 a 28/10
Período

Título/Tema

Ministrado por:

Técnicas de Redação Empresarial
Comunicação escrita

Informática
Conservação do Acervo
Palestras / Eventos

a definir

Melhoria pessoal/profissional

13/dez

II Seminário de Compartilhamento de
Experiências das Bibliotecas do CRUESP

Período

Airton

Conservação preventiva: pequenos
reparos para obras documentais
Roseli

Benchmarking

Técnico em Secretariado
Etiqueta empresarial
PHP
ACCESS 2000
Conservação preventiva: pequenos
reparos para obras documentais
Mirdza C.Sichmann
Título/Tema

Ministrado por:

14 horas
Horário

Público Alvo
(Opcional)
Referência /
Comut
Amábile
(TEC),
Silvana Gregório,
Alvaro, Josué
Público Alvo
(Opcional)

28 horas
6 horas/
semana de aula
8 horas
60 horas
20 horas

Horário

Motivação, auto-estima e qualidade
de vida

Local
Auditório
DIBD
Seção de
Conservação
do Acervo
Local
Ciagri
a definir
a definir
Ciagri
Ciagri

Roseli
Público Alvo
(Opcional)

Local

DIBD
Auditório da
Poli/USP

Título/Tema

Ministrado por:

Carga Horária

Público Alvo
(Opcional)

Local

Interno (UGBs/Campus)
Externo

Figura 3 – Cronograma de atividades anuais da DIBD
A partir deste cronograma, elaborou-se um procedimento operacional para a
participação das atividades. Um formulário (Figura 4) foi elaborado contendo
informações sobre o interesse do funcionário e a justificativa do treinamento

6

�escolhido. O seu preenchimento é necessário para que o treinamento seja
aprovado pela chefia, que irá verificar as prioridades institucionais e a
disponibilidade de recursos.
REQUISIÇÃO PARA PARTICIPAÇÃO EM
CURSOS / TREINAMENTOS / EVENTOS
Nome do colaborador: _______________________Nº USP: _________
UGB: ______________________________________________________
Título do evento: ____________________________________________
Palestrante: ________________________________________________
Local: _____________________________________________________
Período: ____________________________ Carga horária:__________
Motivo do interesse: ___________________________________________
______________________________________________________________
______________________________________________________________
______________________________________________________________
______________________________________________________________
Aprovação do chefe imediato: ___________________________________
Aprovação da Diretora da DIBD: _________________________________

Data: ____/_____/_____

Figura 4 – Formulário para solicitação de cursos
Elaborado o cronograma e o procedimento, a etapa seguinte foi definir uma
ferramenta para a avaliação da participação nessas atividades e o controle de sua
aplicabilidade no ambiente de trabalho.
A avaliação de desempenho é um procedimento sistemático feito pelos
supervisores familiarizados com as rotinas e demandas do trabalho, que,
conforme afirma Lara (2004), auxilia na estruturação de uma visão mais objetiva
do potencial da força de trabalho.
A partir dessa afirmação, diretrizes foram traçadas para que o conhecimento
adquirido fosse aplicado nas atividades da biblioteca e transferido aos outros
funcionários, de forma sistematizada.
A aplicação de um questionário de avaliação (Figura 5) foi sugerida e
implementada, de modo a evidenciar a assimilação do conteúdo do treinamento.

7

�PROGRAMA DE EDUCAÇÃO:
AVALIAÇÃO TEÓRICA DOS CURSOS/TREINAMENTOS

Curso/Treinamento:
Palestrante:
Período:
Colaborador:
Carga horária:
1 Quais são as inovações que o curso/treinamento apresentou?
2 Como este conhecimento e/ou inovação podem ser aplicados em sua atividade da biblioteca?
3 As informações transmitidas lhe agregaram conhecimento e/ou valor? Por que?
4 Você indicaria este curso? Quais as razões? E em caso positivo, para qual UGB especificamente?
5 Comentários:_____________________________________________________

Figura 5 – Questionário de avaliação de cursos
Para a transferência do conhecimento, definiu-se que o funcionário participante
atuaria como “agente multiplicador”, com autonomia para escolher a dinâmica da
aula (palestra, debates, leitura de textos, “brainstorming”, dramatização, entre
outras), respeitando suas características, o tipo de atividade assistida e o públicoalvo.
Este treinamento, embora interno, deverá constar do cronograma de atividades
anuais da DIBD para que os interessados possam participar.
Para a aplicabilidade do treinamento recebido na sua área de atuação, o
funcionário deverá ter o acompanhamento de seu chefe, que poderá verificar o
seu desenvolvimento, cobrá-lo pelo investimento e reconhecê-lo através da
avaliação periódica de desempenho.

3 RESULTADOS E DISCUSSÃO
A partir do mapeamento de competências dos funcionários da DIBD será
possível identificar a contribuição dos programas de treinamentos, fornecer
subsídios para definir o perfil requerido dos ocupantes dos cargos e sua
promoção, definir os planos de ação para desempenhos satisfatórios e mensurar

8

�objetivamente a competência, identificando o grau de contribuição de cada
funcionário.
A estrutura do mapeamento relacionou as funções dos funcionários com as suas
competências e registrou seu conhecimento, as suas habilidades, a sua postura e
a sua qualificação.
Para o registro das informações na matriz de competências foi imprescindível a
utilização dos indicadores de desempenho quantitativos e qualitativos.
Para cada item descrito nessa matriz foi determinado o grau de exigência de cada
função, ou seja, o domínio necessário para o exercício de suas atividades, com
níveis diferenciados, conforme exemplo da Figura 6.

4

4 4
4
8
4
4
4
4

4
4
4
4
4
4
4

�
��
��
� 8 ��

4
4
4
4
4
4
4

8
8
4
4
�
8

$ � �� �� ��� ��
+���� , -��� �.

�*� ������ ����������� �

����� ' ��

8 8
4
4
� �
�

���( ��)����� � � ����
� � ���� � ������ � �2���
�� ����
�

%��&amp;� ��� � �&amp; ��

� � �� � ��������

����������� ��
� ����������
+7� ��
.

����������� ��
� ����������
+�� ��
� � �.

����������� ��
� ����������
+'� � � � � �.

8
8
8
4
4
4

�

4
8
8
8
8
8
8

� � � � �����/ � ���
! � ��� � �

������� ���� �

���������� ����

� �

4

��!����"�#$� � � ����
��� �� ��� � �

� �
� �

������ ���� � ��������� �
����� � �

������ �'����
�������� �4��� � � �� ������
!�*��� �� �4��� � � �� ������
4�� ����������� �4�/�� �
4�� ����������� �� �/���
�2 �� �� �� � ��������
�2 �� �� �� � �

��������

�

����������������� ��� �

���

����������

���!� "�� ��

��������� ��

�

��� �� ��� �

8
8
4
4
4
4

8 � ��� �4� �� �
8 � ��� ����2 ��

� ���� ��

8 � ��� ����2 ��

� ������ �

����� � � ���� � �7� ����� � �

Figura 6 – Legenda da matriz de competências
A qualificação do funcionário (Figura 7) foi identificada, independente da função
exercida, considerando que pode ser aproveitada ou não em outras atividades
(característica interdisciplinar).

9

��
�
�

7� �����

�

7� ����� � ����� ����� ����� �� �������
����9/ �� � ���� � ��� ������� �
7� ����� � ����� ����� ����� ������������
���� �� �� ����'/ ��� ������� �

�

8 � ��� �7� ����� � �

�

8 ��8 � ��� �7� ����� � �

�

� ����� ����

�7� ����� � �

Figura 7 – Níveis de qualificação da matriz de competências
Para os dados quantitativos, a proposta consistiu em trabalhar com os indicadores
mensuráveis, extraídos do sistema de informação da DIBD (Figura 8).
Destacaram-se

os

cursos

e

treinamentos

recebidos

(capacitação),

os

treinamentos ministrados, as consultorias e as atividades de técnicas de gestão e
planejamentos.
DIVISÃO DE BIBLIOTECA E DOCUMENTAÇÃO
RELATÓRIO EXTRA-ROTINA

1- Treinamento

UGB: Empréstimo

Resp.: Kátia

julho/06

Atividade(s)

Pessoa(s)

Hora(s)

Atividade(s)

Pessoa(s)

Hora(s)

Atividade(s)

Pessoa(s)

Hora(s)

Atividade(s)

Pessoa(s)

Hora(s)

Atividade(s)

Pessoa(s)

Hora(s)

Treinamento

0:00

Difusão

0:00

1
2

2- Difusão

1
2

3- Monitoria

1
2

4- PDCA

1
2

Técnicas
de Gestão

1
2

TOTAL

Monitoria

0:00

PDCA

0:00

Técnicas de Gestão

0:00

Figura 8 – Sistema de informação da DIBD (parcial)
Esta possibilidade irá neutralizar a subjetividade e o pré-julgamento do avaliador e
evitará interferências na avaliação do funcionário.
Para os dados qualitativos, evidências objetivas referentes às atitudes dos
funcionários, atreladas aos objetivos da biblioteca, foram sugeridas. As
ferramentas que podem ser utilizadas, para obter as evidências deste método,
10

�são as reuniões periódicas e individuais, os projetos profissionais e as propostas
implantadas.
Para a avaliação dos cursos e treinamentos, a utilização do questionário, a
técnica de “agente multiplicador” e o acompanhamento da aplicabilidade do
conhecimento adquirido na área de atuação possibilitaram mensurar o
desempenho, de acordo com o trabalho realizado e identificar o potencial dos
funcionários referentes à função exercida e à transferência desse conhecimento.
Para a avaliação da eficácia do treinamento, medidas corretivas podem ser
aplicadas pela diretoria e pela gerência do Programa de Educação, através de
reciclagens, de “benchmarking”, de novos treinamentos ou de rodízio de funções
ou atitudes de reconhecimento e valorização do profissional, através de sua
qualificação, de sua certificação nos itens da qualidade, de sua progressão na
carreira, de estímulo para a divulgação dos trabalhos elaborados ou de novas
oportunidades profissionais.
4 CONCLUSÃO
O investimento na capacitação pessoal é o diferencial competitivo das
organizações que estão mudando os seus conceitos e alterando as suas práticas
gerenciais.
A DIBD, através de seu Sistema de Gestão, vem contribuindo para que o
profissional da informação tenha um perfil flexível, esteja apto a monitorar as
constantes mudanças impostas pelos avanços tecnológicos e a desenvolver
projetos, produtos e serviços com foco no cliente.
A DIBD pretendeu, através do mapeamento, evidenciar o potencial do indivíduo,
de modo que ele tenha consciência de sua atuação profissional e busque um alto
grau de desempenho e sucesso nas estratégias e metas estabelecidas,
procurando identificar os pontos fortes, que tornam o funcionário apto para
determinadas tarefas, e os pontos fracos, que devem ser aperfeiçoados para que
o profissional possa autogerenciar a sua carreira e investir no desenvolvimento
que considera importante para o campo que pretende atuar.

11

�A partir do mapeamento das competências de seus funcionários e do
compartilhamento de suas aptidões, competências, e habilidades, busca a
construção de seu capital intelectual. O seu desafio é gerenciar este capital, fator
primordial para impulsionar o crescimento do profissional e da biblioteca.

ABSTRACT
Division of Libraries and Documentation - ESALQ/USP trough the Management
System decided to implement the Competence (Aptitude) Management. The first
step is the identification of individual and institutional competences, registered
trough a matrix. These matrixes are subdivided in competences: conceptual
(knowledge), interpersonal (attitudes) and techniques (abilities), according to the
attributions of each collaborator and with the dominion level that each occupation
requires. Information showing real evidences, data obtained of the Information
Library System leading to further evaluation of results is essential to analyze
collaborators performances. From that, criteria are defined to indicate the
qualification of collaborators and a way to recognize their work, to valorize their
competence and to stimulate their personal development and qualification. As a
consequence it will be possible apply and share the acquired knowledge
(multiplying agent), to follow the technology advances and to be inserted to the
actual scenery.
REFERÊNCIAS
FARIAS, E.C.B.; LIMA, D.C.S.; LUCENA, M.I.R. Gestão de competências: um
olhar sobre o profissional bibliotecário que atua em bibliotecas de instituições de
ensino superior privado. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS
UNIVERSITÁRIAS, 13., 2004. Anais. Natal: UFRN, 2004. 1 CD-ROM.
FLEURY, A.; FLEURY, M.T.L. Estratégias empresariais e formação de
competências: um quebra-cabeça caleidoscópico da indústria brasileira. 2.ed.
São Paulo: Atlas, 2001. 169p.

12

�IGAMI, M.P.Z. A avaliação de desempenho na gestão das bibliotecas
especializadas nos institutos públicos de pesquisa. Dissertação - (Mestrado
em Ciências da Comunicação) Escola de Comunicações e Artes, Universidade de
São Paulo, 2003.
LARA, J.F.; SILVA, M.B. Avaliação de desempenho no modelo de gestão por
competência: uma experiência de utilização. 2004.
MESSINA-RAMOS, M.A.F.; FERREIRA, M.A.T. Gestão de conhecimento no
sistema de bibliotecas da universidade federal de Minas Gerais: mapeamento
de competências. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS
UNIVERSITÁRIAS, 13. 2004. Anais. Natal: UFRN, 2004. 1 CD-ROM.

13

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="47">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51378">
                <text>SNBU - Edição: 14 - Ano: 2006 (UFBA - Salvador/BA)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51379">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="41">
            <name>Description</name>
            <description>An account of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51380">
                <text>Tema: Acesso livre à informação científica e bibliotecas universitárias.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51381">
                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51382">
                <text>UFBA</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51383">
                <text>2006</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51384">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51385">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51386">
                <text>Salvador (Bahia)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="58379">
              <text>Mapeamento de competências dos funcionários da DIBD.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="58380">
              <text>Ferraz, Kátia M. de Andrade: Moraes, Thais Cristiane Campos de; Zeferino,Vilma Sarto</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="58381">
              <text>Salvador (Bahia)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="58382">
              <text>UFBA</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="58383">
              <text>2006</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="58385">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="58386">
              <text>A Divisão de Biblioteca e Documentação da ESALQ/USP, através do Sistema de Gestão, decidiu implantar a gestão de competências. A primeira etapa deste processo é a identificação das competências individuais e institucionais, registrada através de uma matriz. Essas são estratificadas em competências conceituais (conhecimento), interpessoais (atitudes) e técnicas (habilidades), de acordo com as atribuições de cada funcionário e com o grau de domínio que cada função requer. Informações com evidências concretas, dados extraídos do sistema de informação da biblioteca e avaliação de resultados são essenciais para a análise do desempenho do funcionário. A partir disso, critérios são definidos para a qualificação de cada funcionário como forma de reconhecimento, valorização de sua competência e estímulo à sua capacitação e desenvolvimento. Como conseqüência, é possível aplicar e compartilhar o conhecimento adquirido (como agente multiplicador), acompanhar os avanços tecnológicos e estar inserido no cenário atual.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="68891">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
</item>
