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                  <text>INDEXAÇÃO NO COTIDIANO
CÉLIA MARIA GOMES MAIA1

RESUMO
O Sistema de Bibliotecas da Universidade do Rio de Janeiro SIBI/UFRJ,
disponibiliza o acervo das quarenta e três bibliotecas na rede internet por meio da
base de dados MINERVA que roda no software ALEPH. Como a base de
autoridade de assunto ainda não foi instalada, a Biblioteca do Museu
Nacional/UFRJ, criou uma base de autoridades interna própria, com assuntos
peculiares às áreas de assunto do Museu Nacional, adotando como respaldo a
base de autoridade da Biblioteca Nacional, utilizada como parâmetro para grande
parte de bibliotecas da América Latina. “Indexação no cotidiano” apresenta
ferramentas que facilitem o processamento técnico de documentos bibliográficos
no que tange a indexação de assuntos. Define teoricamente o que vem a ser
indexação, e a partir daí, elabora-se uma síntese de critérios básicos que auxiliam
o bibliotecário indexador na tomada de decisão quanto ao assunto a escolher, com
amostras da diferença de alguns conceitos da terminologia utilizada. Como
resultado, desmistifica-se a indexação de assuntos, importante agente na
recuperação da informação.
Palavras-chaves: Indexação, Processamento Técnico.

1 INTRODUÇÃO

Com o avanço tecnológico vivencia-se uma nova era não só nas funções do
profissinal bibliotecário como de outras profissões, repleta de certezas e
incertezas.
Indexação no cotidiano, surgiu de uma série de dúvidas do bibliotecário indexador,
sem recursos, tendo que decidir o melhor caminho a seguir. De uma maneira
simples, vem mostrar, passo a passo, o dia-a-dia da indexação de documentos
bibliográficos, aplicando o básico que se faz necessário para servir de respaldo e
1
Bibliotecária/Documentalista. Especialista em Ciência da Informação. Biblioteca do Museu Nacinal- Quinta
da Boa Vista s/ no. – São Cristóvão – Rio de Janeiro,RJ.- celiamar@acd.ufrj.br

1

�consistência padronizada para o indexador.
Collison, ao fazer uma analogia da classificação bibliográfica com o cotidiano,
afirma que se classifica tudo na vida, como exemplo disso cita “dentro de um
armário, coloca-se ROUPAS (o termo mais amplo), depois as CALÇAS e
CAMISAS (termos específicos)”2, o mesmo princípio usado nas classificações
bibliográficas e na construção de thesaurus.
A realidade e que não há classificação certa e classificação errada de forma
absoluta porque ela é um processo subjetivo.
Quando o bibliotecário da Instituição X faz uma descrição de um assunto,
estabelecendo um código (a classificação) ou uma palavra (indexação por meio de
uso de descritores, de cabeçalhos de assuntos, unitermos etc), ele obedece o
momento e o contexto em que está inserido.
Provavelmente, se outro, da Instituição Y, com o mesmo documento nas mãos e
utilizando os mesmos instrumentos, fará uma descrição diferente daquela da que
foi feita pela da Instituição X.
Isso ocorre, pela subjetividade da ação de classificação/indexação que depende
do critério de avaliação, visando principalmente o público alvo e a missão da
instituição de cada um para a recuperação do documento, isto é, o “conteúdo é
que vai ser resumido naquele código ou conjunto de palavras, de acordo com a
prioridade que tenha um ou outro assunto dentro de sua biblioteca”3.
Importante é registrar que o bom profissional da informação preocupa-se com a
qualidade na filtragem da informação para agilizar a sua recuperação, e que, o
campo da indexação, é o principal gestor da qualidade neste processo.
Nesse trabalho procura-se tornar essa atividade mais simples para o bibliotecário
indexador.

2
3

COLLISON, 1972.
FOSKETT, 1973.

2

�2 OBJETIVOS
•

Apresentar ferramentas que facilitem o processamento técnico de
documentos bibliográficos no que tange à indexação.

•

Resgatar os princípios básicos da indexação na literatura, para o
bibliotecário indexador obter segurança na tomada de decisão.

3 O QUE É INDEXAÇÃO

O dicionário Aurélio, define indexação (de indexar + ção) s.f. como o “ato ou feito
de fazer índice para livros ou de pôr em ordem alfabética, ou outra, qualquer série
de palavras ou frases destinadas a auxiliar a localização de informações
específicas.4 Destaca-se nessa definição para a área de Biblioteconomia,
especificamente de indexação de assuntos, a expressão “auxiliar a localização de
informações específicas”.
Para Collison indexação é pôr a casa em ordem. Quase todos fazem,
simplesmente para encontrar as coisas quando delas precisam. É naturalmente, a
eliminação de todas as entradas desnecessárias e a concentração naquelas que
serão úteis definitivamente na recuperação do documento5.
Lancaster (1993) no seu trabalho “Indexação e resumos: teoria e prática”
estabelece que indexação seja a “representação do conteúdo temático dos
documentos, empregando um ou vários termos, comumente selecionados de
algum tipo de vocabulário controlado.” 6
Com base nessas definições pode-se dizer que o principal objetivo da indexação é
sintetizar o conteúdo do documento indicando os assuntos de que ele trata.

4

FERREIRA, 1997.
COLLISON, 1972.
6
LANCASTER, 1993.

5

3

�3.1 Terminologia da indexação de assuntos

As definições da terminologia usada comumente na indexação são essenciais
para selecionar os instrumentos a serem utilizados na escolha dos termos.
•

Palavras-chave - termos ou grupo de termos retirados do título ou do texto
de um documento e que indicam o conteúdo dos mesmos, sem
compromisso de especificação da prioridade de assunto.

•

Cabeçalho de assunto - palavra ou grupo de palavras sob os quais livros e
outros materiais são representados por assunto principal (cabeçalho
principal) e secundário (subdivisão de assunto do cabeçalho principal).

•

Unitermos - Confunde-se com a definição de palavra-chave, entretanto,
como o nome indica, constitui-se de um único vocábulo.(palavras isoladas,
soltas retiradas do texto).

•

Descritor – palavra ou grupo de palavras que designam um conceito ou um
assunto preciso descritos em cadeia, relacionando-os entre si (termo geral
(TG), termo específico (TE), termo relacionado (TR)).

Dependendo dessa terminologia vai variar o instrumento a ser utilizado na
indexação de assuntos. Por exemplo, se for escolhido o cabeçalho de assunto,
será selecionada uma lista de cabeçalhos de assuntos. A mais comumente
utilizada, é a da Library of Congress dos Estados Unidos, cita-se também a
Medical Subject Headings na área médica. Se for escolhido o descritor, usar-se-á
os thesaurus que geralmente são especializados. Pode-se citar como exemplo o
ERIC (educação), o Maths Thesaurus (matemática) e o SPINES Thesaurus
(ciência e tecnologia).

4

�4 METODOLOGIA DA INDEXAÇÃO

Os termos atribuídos pelo indexador servem como pontos de acesso, mediante
os quais, um item bibliográfico é localizado e recuperado, durante uma busca por
assunto num índice publicado ou numa base de dados. Esse é o princípio que
deve nortear o bibliotecário indexador.
Deve ser observado também, na escolha dos termos, a missão da instituição, a
missão da biblioteca e o perfil do usuário.
Como exemplo cita-se o caso do Museu Nacional/UFRJ.

4.1 Missão da instituição
A missão do Museu Nacional/UFRJ é o ensino, a pesquisa, a educação e a
divulgação das ciências naturais e antropológicas.

4.2 Missão da biblioteca
A Biblioteca do Museu Nacional/UFRJ tem como principal missão dar suporte para
a realização de estudos básicos da fauna, flora e de recursos naturais , além de
estudos do homem como ser vivo da natureza e como ser social, procurando
atender as necessidades de informação das linhas de pesquisa da comunidade
acadêmica do Museu Nacional e da comunidade científica nacional e
internacional. Também oferece apoio bibliográfico aos programas de ensino de
pós-graduação em nível de Especialização, Mestrado e Doutorado do Museu,
além de contribuir também com os programas de extensão da instituição.7

4.3 Perfil do usuário
No perfil do usuário deverá ser levado em conta o nível intelectual: se
pesquisador, professor, aluno do ensino médio etc...
(Obs. A importância desta análise é colocar-se no lugar do usuário para a escolha

5

�dos termos) Ex. Formicídeos e/ou Formigas.
No caso da Biblioteca do Museu Nacional/UFRJ, por exemplo, os usuários estão
classificados em duas categorias:
● Usuários Internos – professores, alunos, pesquisadores, estagiários e
funcionários do Museu Nacional.
● Usuários Externos – professores, alunos e pesquisadores da UFRJ, bem como
de outras instituições nacionais e estrangeiras ligadas ao ramo das ciências
naturais e antropológicas.
A maioria dos usuários portanto, são especializados.
A partir dessa análise é que se vai determinar o tipo de instrumento a ser utilizado.
É importante observar que o que for determinado seguir como padrão, deve ser
obedecido em cada indexação, especificando com clareza regras e decisões a fim
de obter uma consistência padronizada. Cada documento deve ser analisado
como um problema em si e precisa ser encarado como tarefa individual.

4.4 Etapas da indexação
1ª etapa - Análise do documento
Nessa etapa leva-se em conta o perfil do usuário a que se destina a informação.
Para determinar os assuntos do documento a serem indexados são analisados:
•

Título

•

Palavras-chave (quando houver)

•

Resumos (quando houver)

•

Ficha catalográfica (quando houver)

•

Sumário e índice

•

Gravuras

•

Instituição, idiomas, etc...

São utilizadas diversas fontes de pesquisa para a determinação do assunto, tais
7

SANTOS, 2000.

6

�como, dicionários especializados, catálogos on line de instituições congêneres e o
próprio especialista quando disponível.

2ª etapa – Escolha do assunto e padronização das entradas
Comumente, quando o catálogo da biblioteca já está informatizado, tem-se uma
base de autoridades para as entradas e para os assuntos, padronizados e
definidos pela base de dados.
Quando o assunto não consta da base de autoridades segue-se todas as etapas
da indexação.
No caso do catálogo manual também seguir sempre o mesmo padrão e utilizar o
método antigo de remissivas ver e ver também para conseguir a uniformização.
Esse método facilita a escolha do assunto no singular ou no plural, o uso de
sinônimos, siglas e assuntos correlatos, etc.

3ª etapa – Pesquisa do assunto nas fontes
A pesquisa do assunto pode ser feita em diversas fontes:
•

Bases de autoridades (internet).

•

Livros de referência.

•

Consulta a especialistas da área tratada.

•

Sites do tipo google etc...

A escolha não deve ser de cunho pessoal deve ter sempre respaldo em uma fonte
de pesquisa para se obter segurança quanto ao termo escolhido.
Abaixo um exemplo de pesquisa de autoridades de assunto em Português:

7

�Abaixo um exemplo de pesquisa de autoridades de assunto em outros idiomas:

8

�9

�5 CONCLUSÃO

A proposta desse trabalho foi apresentar ferramentas que facilitem o
processamento técnico de documentos bibliográficos no que tange à indexação e
resgatar os princípios básicos dessa matéria na literatura, para o bibliotecário
indexador obter segurança na tomada de decisão.
Acredita-se que os objetivos propostos foram cumpridos tendo em vista a
apresentação resumida dos princípios teóricos da indexação de assuntos, e a
adoção de práticas básicas, necessárias para a desmistificação desta atividade.
Com isso, o bibliotecário indexador vem a se sentir mais seguro no momento da
tomada de decisão, tanto na escolha do termo representante do conteúdo da obra
(assunto), quanto na lista que se apresenta para recuperá-lo. Escolha que deve
estar antenada com os padrões, e/ou critérios adotados pela biblioteca, o que
garantirá uma gestão de qualidade ideal e uma confiabilidade no resultado final de
indexação, um dos agentes mais importantes na disseminação e recuperação da
informação.

REFERÊNCIAS

AITCHISON, Jean. &amp; Gilchrst, A. Manual para construção de tesauros. Rio de Janeiro:
BNG/ Brasilart, 1979.
BARSOTI, Roberto. A informática na biblioteconomia e na documentação. São Paulo:
Polis, APB, 1990.
BRASIL, Maria Irene et al. Vocabulário sistematizado: a experiência da Fundação Casa
Rui Barbosa. Rio de Janeiro.
CAVALCANTI, Cordélia R. Indexação &amp; tesauro: metodologia e técnica. Brasilia: ABDF,
1978.
COLLISON, Robert Lewis. Índices e indexação: guia para indexação de livros e coleções
de livros, periódicos, partituras musicais, discos, filmes e outros materiais. Trad. Briquet de
Lemos. São Paulo: Polígono, 1972.

10

�DAHLBERG, Ingretraut. O futuro das linguagens de indexação. In: CONFERÊNCIA
Brasileira de Classificação Bibliográfica, Rio de Janeiro, 1972. Anais. Brasília, 1979. v.1,
p.323.
ESTEVÃO, Silvia Nnita de Moura (coord.) Dicionário brasileiro de terminologia
arquivística. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2005. (Publicações técnicas, 51)
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Dicionário da língua portuguesa. Rio de
Janeiro: Nova Fronteira, 1997.
FOSKETT, A. C. A abordagem temática da informação. São Paulo: Polígono, 1973.
GOMES, Hagar Espanha. Informação científica. Palavra Chave, São Paulo, n.1, p.19-20,
1982.
LANCASTER, F. W. Indexação e resumos: teoria e prática. Trad. Briquet de Lemos.
Brasília, 1993.
PIEDADE, M. Requião. Introdução à teoria da classificação. 2.ed.rev.aum. Rio de Janeiro:
Interciência, 1983.
ROSAS, Patrícia. Instruções redatoriais e a indexação em publicações periódicas. In:
GOLDENBERG, S., Guimarães, C.A. Elaboração e apresentação de documentação
científica. São Paulo: Metodologia, 2001.Disponível em: www.metodologia.org/ Acesso:
fev.2006
SANTOS, M.J.V. da C. A Biblioteca do Museu Nacional: 136 anos
disseminando o conhecimento científico. Informal: informativo do Sistema de
Bibliotecas e Informação – SIBI/UFRJ, 2001.
ZAMBEL, Miriam Mani. Glossário de
documentação. São Carlos, FTS, 1978.

termos

usuais

em

biblioteconomia

11

e

�</text>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
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