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��TERCEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUIdNTAÇAO

Conservação e restauração de livros e documentos
por
Lindaura Alban Corujeira

t&gt;2«. Oô». 3
SÃO PAULO
x-. ■'O-Cjto

°

à.
\l. 4 ^

Curitiba
1961

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TEMA I - Processos técnicos

CONSERVAÇÃO E RESTAURAÇÃO DE LIVROS E DOCUMENTOS
por
LINDAURA ALBAN CORUJEIRA

SINOPSE:
O Documento e seu valor como fonte de inforinaçao. Agentes físicos, químicos e biológicos que e_s
tragara os livros e documentos. Meios de combatê-los.
A necessidade da restaurf.ção de livros e docunientos.
Qualidades do restaurador. Fases da restauração.
Conclusões.

Trabalho apresontrado ao III Congresso Brasileiro
de
BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Janeiro de I96O
Curitiba - Paraná

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í

�SONS RVÃ.01ÍO .1 R' STAmiAO^o m LivRQg E DOCIM;:NTOS

Lindaur-'i Alban Oomjoira - Bib3.1otGc^~
ria da Faculdade da Filosofia da Unlver
r-;idade ds. Bahia,

D.Jsdo quo o honiorn teve iicc }38Idade do exprimir,
ou palavras o quo sentia,
mais tardo oscrlta,

surgiu a linguagem, a princípio oral

o

Gom a linguagem oscrlta aparccou o documento,

Na sua acopção geral,
(manuscritos o Improssos),

documcnto coraprocndo não sd livros

revistas,

duçõos gráficas do toda ospçícloí
culturas,

com gostos

Joir^nals como tambí5m as ropro

desenhos, gravuras, pinturas, cs_

fotografias, microfilmes, otc,

Documonto, portanto, â tudo aquilo que podo comprovar a
evidencia dc algiim fato ou alguma coisa» .Na reconstrução do um a~
contoclmnnto hlstcSrlco, llt.;r&gt;:'^rlo ou flloldglco tem o documcnto
papel primordial,
Dí.?sso modo toda a civilização nos foi legada atrav^ís dos
documentos, íst^-s, porfím,
rações,
dade,

com o t :.mpo começaram a sofrer deterio-

Surgiu assim a necessidade de consorvá~los para a postori

consequ mtomonto a restauração,
A tradição da restauração do livros e doeujrientos é antl-

quísslma.

Os primeiros exemplos

mcontram-se nos papiros egípcios

o nos manuscritos cm pcrgamlnho do ápoia remota,
No puríodo humanístlco,

o cri:^sclmonto do comercio librári

rio o sobretudo a valorização filoláglca dos toxtos antigos,

con-

tribuíram para dar novo impulso, à arte de restaurar.
Neste prlm.^iro período e,

depois, atd a primeira metade

do s(5culo XVIII, a te5cnica de restaurar permaneceu empírica. As
receitas para limpar o po.pel, para reavivar as tintas,

dependiam

do talento o destreza de amanuenses, miniaturlstas ou do encador-*
nadores, deixando nos cddices traços

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indolc^vols por danos produ-

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�zldos polo abuso quo so fca dolcis.
Um dos pioneiros do. ros'Gauiv-ção química foi o frr.,ncoa
Cho-ptcil, o qual, por voltp, do 1785 iniciou as "orova.s do limpo^ja
das antigas estampas, m.'dianto roaç5.:.s o lavagens quo sulomotou,
dois vanos depois, à aprovação da Acadomia do Ciências do Paris,
}i]m 1797f

o flor.-.uitino Fabroni propuiilica um aporfoiçoamon-

to.na tdcnica do mc5todo do Ohcaptal ".;mbaraç030 o do díficil conservação", o, cm 1806 deu notíciis do remédios empregados por o«
Io para combator os insotos dí.-s ostant-s»
A primeira obra fundam.jn,tai sÖbrc a arte do. restauração
foi o, do Bonnardot,
dois o.nos depois,

surgida ';.:m primoir-i. edição no ano do 184S o,

a segunda,

D"-í por diante vctrios procossos so ensa.iar.a:n, e.t^ quo a.
restauração d'-i:cou do 3 ir uma tfícnica empírica para 30 tornar um
comploxo do operações de cura que tondem a estagnar procossos do
deterioração das mo/t,;5rias,

o,ssegure,ndo ao livro ou docuracnto suo^

ultorior conservação,
:em lßo8 foi fundado o Instituto do Patologia do Livro
por Alfonso &amp;:^llo, em Roma,

umo. instituição línica c comploto. no

que se rofore o.os ostudos do laboratório e Jl ü,rte do restaurar.
Está dividido om cinco sccções que corrspondem r^-sp..etivãmente:
Ia.) ~ Bibliografia, a qual, por sua vez,
sou;

b) Bibliotocc;.;

c)

Fototecaj

subdivido«se^ om:

a)Mu-

d) Laboratório do r: sto.uração

(onde o livro JíÍ clioga dio-gnosticado e prognostico.do das outro,s
SOOÇOGS ).,
2a.,) - Biologia,

compro.-ndendo;

Co.mpo experimental

a) Biologia,; b) rJntomologia:

c)

(cultivam~sc o estudam-.se quaso todas e,s esp^

cies vogetais com alta porconto-gom do celulose),
3a,) " Química., possuindo um lo.borat(5rio de química, o quartos do
isolamento o dosinfeção para livros infectos q uo pertençam a bi
bliotecas piíblicas o particulares,
4a«)

Física» abrangendo os seguintes departamentosí

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a) Labora-

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l'í

�^ o —
tdrlo do dtica

(instruni^/ntoi? do obsorv.'^.gno o pcoquisc. o:ra

fondtrlc a, mlcroRcdplc:'., otc», aparoultrc.~violO"
tc-s, infr-:i-v;^rmolhos,

raios X; b) Laboratório foto^lfico.- (roall.'

aa tro.balhoB para as coleçocs da fòtotoca o outr-'-s socçoos do In^
tituto o p;\ra outr.'s imtituiçõo'5 ciontíficas, ric.o s(5 nacionais
como ostransoiras,
5a,) - TocnolORia,
a) R'ibrica do papol

Tom osta socção os. sG[;uintc.s departamentos;
(toda a aparolliagem nocossd!ria para a produ-

ção do papol antigo; b) Laboratório do toonolo^ia do papol
trumentos de medição para a preparação da-pasta do papel;);

(insc)

Laboratório, de calco^rafia J^ot^do- do-'xima pjxxnsa^-calco^rífica;
controla o papel prodi^'l''do na f.ííbrica o as tintas v.mprj3adas);
d)

Imprensa,
Voltando ao documento, porgxintarcmos;

Por que restaurar?

Valeríí a pona restaurar todos os livros c docuiii-ntos? Não, A res
tauração deve ser considerada como um romddio cxcepcionrl, adota
do nos casos em que esteja gravomonto comprometida a conservação
do material raro o de valor» Antes de dcixíí^lo perecer,

tem-so o

dovor do salvíí-lo,
Hdf por outro lado, o problema financeiro, pois,

trata-

so do processos austosos o que pedem empregos do matórias primas
nom sempre encontradas nos mercados locais,
Ä irnltil realizar restaurações de livros comuns que fa«
cilmonto poderão sor substituídos por outros.

Somente rasões pro

filífticas Justificam intervenções de tal gênero para evitar o con
tá?gio quo olos possam trazer ao material bibliográfico de valor,
No entanto,

seríl mais econômico e prudente, afastar radicalmente

as ®ausa-s que dotoroinam os danos.
Quais StÇo as causas que determinoju esses danos?
Sntro elas podemos considerar as se^uintesi
dadO| luz, ventilação e o toßo) químicas
tintas da escrita) biol&lt;ißlcaa

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(insetos,

físicas

(umi

(ácidos do papel e as
ratos e o próprio homem).

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�^ 4 "

Entro as físlcr:-s, a ação mais ostondida, Ó a. ■uiiiido.dc;

r,

umlda,do amblontc ^era,! da cldado ou rosi^o o a umidado particulár d© odifício ou lugar do edifício om quo so guardem ou arqui^
vom livros o documontos. A unidade, penetrando no iDanol, origina
a formaç^So do oolôniaa de fungos que se nutrem, principalmente,
dos.matoriais que oonstituom o prdprio papel.
As -vezios n2o ^ um estado de umidade permanente o que dos
tr&lt;5o um livro ou documonto, o sim Tnolhn-^uran

"i''cT''n«+.'^nclrÍBi uma

gotoira no teto, um acidente que tiiz ca.ir muito, .'íguo, sSbre as eg'
tc^ntes, intervenções de bombeiros num incêndioj,

inund'"&gt;,çooQ, etc,

PÔstos a salvo do-s goteiras ou molhaduras e, atendidos depois,
03 livros e documentos sofrem um dano mínimo,

Poriím,

se os pa-

pais empapados de íígua sao deixados enquocidos num canto, a umidade,

existente noleSy antes qunochogue a evaporar-3c devido ao

volume do material,

terei feito seu trabalho destruidor •

Outra das causas que prejudicam os livros e documentos
6 a luz natural intensa.. ]\^o serít necessiírlo descrever a alteraçao que sofre um papel quando se mantém constantomontc h. lua for
to do'dia. As gravuras, por exemplo,

se cscurocoir de tal modo que.

Os', traçoâ finos que la-vrou o buril ficajn ocultos^ a,parccendo

à

vista nada mais que os rasgos fortes«,
A vcntilaçao, por pou lado, muito intenda podo produsir
desftblpamontos da matdria org.^nic". quo constituo o papel,
O fogo

(gorcalmonte nas bibliotecas S proúu:3ido por inoân

dios*) é outro inimigo dos livros e documcntos«
tròít complotamonte,

contra^; o papel,

Q,aando não os dos

tornando-os fracos,

Nao devemos esquecer a poeira que 6 nuito prejudicial,
O pulvíscolo atmosférico 6 uma mistura de detritos de subs"^

-j

orgolnicas o inorganicas entro an quais se encontram agentes bio1(5 gicos

(microorganismos)

tidos om suspensão ou postos em movi-

mento pela,s correntes aéreaso
nocivos que contdm,

3ua constituição revela os fatores

especialmente se provem do estações ferroviá

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�~ 5 "
rl.^-3,

oricin:i3,

ostaboleoluientos indunbriain ou run.s poolront:^n.

As c"usc-B químicr.B podem ser do duas espáciosj

por c-oi-

do2 do p.:'.pol ou pelas tlnt.is do escrever.
A ácidos do pr.pel, geralmonte se verifica nos livros an
tigos, naqueles cujo papel foi fabricado "à mão", pois, na fabricaçao do mesmo colooa,vn.m-so matí^riaisácidas que não sendo do
vidamento neutralizadas,

com o correr do tempo e em contaoto com

o ar oxidavam o papel, d::.ndo-lhe uma cor meia roxa.
Outra classe do destruição química do papel a reallsa.l?
algumas tintas de escrever que se usarcjn at6 o síículo passado,
No onpenho do encontrar uma f(5rmula de tinta que não se apagasse, utilizavam-se íCcidfiJs corrosivos, os quais, queimavam o papel.
Fina,lmonto,

temos as causas biol&lt;5sicas que produzem

mais extensos e profundos danos nos livros o documentos.

os

Tomos

a salientar entre elas, oa insetos.
A faima ontomoldsioa que vive entre os livros, íilimcntando-se da mataria que os constituem e da

'amadcira das estan-

tes, 6 muitp numerosa.
Q,uant:;s são as espí^cios que devoram os livros? Pelas
pesquisas do Houlbort,
t^pteros(4),

são as seguintesJ

coledpteros

(52),

or-

tisaniiros(9), psoudoneur(5pteros(6), himen(5pteros(1),

lopld(5ptoros(7), aracnídeos(2),

outros (s).

Total:

67 espícies.

Os danos produzidos por eles são de gríliu e intensidade
diversa. Alguns mostram-se ?l vista e ouvido de quom vivo entre
os livros,

outros tom um desenvolvimento silencioso e inadverti«^

do» A alguns pi^dclusem galerias, em cujas extremidades depositam
os ovos;

outros abrem taminhos ramificados, cm cujas paredes dei

xam seoreções que fazem aderir as folhas, umas h.s outras,

soldando

do-as de modo a transformar o livro om vm bloco compacto,
Podemos adUidid dividir os insetos libr.'Hrios cm dois grupos, ocasionais e habituais. Os primeiros vivem na madeira, enquanto que os segundos se aliment.am da própria madeira, pergaminho e papel.

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�« Q/a

Entre os primeiros tencsí

p. falsa trriç."- dr. roup:^ que se

encontra em muitos pn,ísos do oliíiiia t ■:mpor^dOe As larvas se alimonta,m des objetos mais iietercgeneos e, nas bibliotooas roem 0,3
e*»ademaç3os,

com certa preferencia pelas

Os sogimdos,

peles de beserrOo

ou sejam us habituais^

Peixes do prata ou lepisma saçarosa

são mais noaorosos;

'

(tlsanuros,) - são pequenas

Itiaetos .cíptoros de loma de comprimonto,

RocorJieocr:-^se faailmen"

te pelaa antenas Xargas e pontea^udas e pelos filamo?:.tr.G em que
termina#

Tom um brilho metálicíOa Fogem da luz e saio rrípidos de

m^vimontPSo

^■3nctrain nos livros do dÔr-.c p..,x'"i '■"'«ínr/vvi

-jornem n- - •

papel longitudinalmente o Vivem am temperatura do 16 a g44.grííus
e uaiidade de 55^ cr-íuso
Termitas
t.

(ls(5pteros) - -Tri'nbö'm oh.u:ia..d'"s formicíis biv.ncr.:: c que :;e

podem olassific.ar eu duas oatei^oi-i-así

as subterrr^xeas e o.s da ma

deira.
As termitas vivem oni colÔnias;

extrem;■.monto interessan-

tes e crganiaadasa Uma rainh-a podo por at,ò° 30o000 ovo-, diíírios»
Desse modo multiplicam-ríO vom .xi-^ndc rapidoí:» Nnj.va biblioteca
atr-.^ada polas termitr s 6 neco,:'^.'^r.''c iaip.p; oionar diarln,mento rs
lOíií^.s,

Oonvem evitar o emprGgo do o.rn.'^Jrion do madivira,

d«^, apciados em paredes^ polsj

sobretu

as tornitar. devoram tudo que contem

oelulrse.
Carcomas

(andbidos) " È3303 inrí jtos '-V'.o aorJo.oeidOB dosdc que

xistem Os livroso N...
sãf

"""O'-i „rna a

^;l^•..nd;^3 p-'o.jn.ir,os,, pois

tão vorazes que dovorcuai at6 üliuiiibon A.'i larvas desses insetos

sEo as mais prejudiciais, porciuej pcoa-e-a ovos noa cantos dos li
vros e a--; na^rr-or as larvas,, pen^-tram no interior dos mesmosj

en-

'hendc- :: • de ijoquonas
Barata

(blat^doos) ■ • 3crá áoniico :;'.síírío din-i' o estrago que es

se ins

:

.usa»; nos livros e docJUiiontüs, Há tros esp&lt;íoies de ba
;
'f
ratgsl ^&gt;er,'^^ilaneta ' lentalisp blatta gormânioa e blatta amerioa
na* A r„iental 6 nol.uma, esconde—se entro as resin.^'- df s paredesl
sí-í
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�^ 7 „
A aloma 6 muito voraz o seu ciclo vital 6 rapldfnslmo, Finalmon^to a amcrioana quo tom 28 a SSiam,

Tom uma cor vermelha o:tidad.a,

Al(ím dossosimnsèèos do maior iniportãncia,
tros,

oxistom ou~

oomo por o:cemplo as vespas de barro que costumam construir

seus ninhos do barro endurecido, nos cantos dos livros, no interior dos mapas enrolados,
vros, por^m os estraga,

etc. Nao ataca sistoma.ticamente os li-

sujando-os de barro-s

Ao lado dos insetos, temos a considerar os ratos e o prd
prio homem como outros elementos do destruição;
seando um livro, não possui o necessá!rio

o homem que manu

cuidado cora o mesmo.

Dobra suas folhas, umedocendo-as com saliva pax-a passar as págiw
nas e muitas vezes com mãos

sujas e gordurosaso

Ifcixa como marcas,

folhas o pedaços do papol nem sempre do boa qualidade,
timo,

E, por líl-

furta páginas e gravuras e às vezes livros completos,
Oonhooidas, portanto, as causas que danificam os livros

e documentos devemos estudar os moios de combatSiäss«
para dcfondo-loa contra a unidade, primr.ira condição reside na instalação dos mesmos na bibliotecao
livros em estantes nem armários frchadosj
des que tonhiim manchas de unidade^

I^Iao se devo colocar

cm contactos com pare-

Dovc&lt;-.L'e

cul'^ado para que

não haja filtraçoes de onoanamcntcs no depdsito de livros,

enfim,

que não haja unidade.
Segundo o Guia de um dos mais autorizados corpos tf^cnicos americanos que se ocupa do a.condi-íionamonto atmosfi^rico,

(The

American society of heating and ventilating enginners), as bíblia
tocas não devom ter uaia uinidade relativa inserier a 40 gráus e
superior a VO,
As gra,ndes bibliotecas instaladas cm rogiSos como, portos do mai», proximidade do lagos e rios,

terrenos pantanosos, de-

vom empregar o sistema do ar condicionado, pois o pa.pel se conser
va melhor em clima soco.
Outro fator importante 6 a luz solar que,

cm

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direta,

em gra^

�- 8 -

do quantidade o constiinto, prejudica a oscrlta dos llvron e docu■-.nt03, dj,3corando~a,

Não acontccc o mesmo com a luz difusa, bra^

da o suave que nenhtmiâpr'.:Juízo--l".raz aos papfjls*
IXtvg-so Impedir quo a lus Incida dlx^^i uamsníbe nos livros o
documentos, cmproßando-se para isto vidros apropriados que filtram
a luz ou cortinas niis tonalidades brancag e vorde.
O arejamento, por outro lado, 6 um fator do r^rande Impor
tríncla,

dcv..ndo gor estudado quando a Instalação de Uina blblloto

ca, A falba do r..novação do ar propicia o apar'. cim.-.nto do mofo
ou bolor onde h.ouv.':r substancias orsanlcas,
Para protr.g.jr os livros e doçura^ ntos conora s. ação destruldora do fogo,

o ideal será instalar-se numa biblioteca;,

tintores a seco, não sondo rocomendíüveis aqueles h água,

ex-

os quais,

quando necessários, vão causar danos.
Seriam eflca-zos as oegulntes medldasl
a)

instalar as blblloteca^s em edifícios isolados»

b)

separações interna/, por maio do p;?.rcdorí espo'ssas e portas Incandccentcs,

Isol^xr o deposito dos livros do r:.'jto do odifício»

c) evitar a pacísag-m de linhas a^r -a-'. de fÔrça ou luz elétrica por
qualquer part^.' do cdlfíclo,
d) proteção da-

In - talaçõ:

eldtrlca^-»

Inspeção frequ-nte,

e) não usar nem deposita-r álcool, gasolina,

etc»

Tiintro as causas bioló^lc".". que mais estudos tem requerido,

esoão os Insetos»

No seu combauc, provavelmente, não ■ x.lsi"":

um míjtovlo que p' rmita e::t^.rmlná-los definitivamente.
lher os meios que dev':m empr gar-se,
as características próprias

Para esco-

6 necessário ter em conta

(costumes,

alimentação, etc.),

assim

como sou niímero,
São as temiltas cs ma.is important';s.
dois hábitos que permitem .^nvencná-las,
to

cm

1

(com tanta enersia que às vozes,

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Por sort :,

In to 6,

elas tem

•■;.usam-so muivua.m.:;n

ferem-se e a que morre 6 ácvc

�mita f ri-orti

con^'ricüo coa pó fio gamaz-ianoj, v rdo 0.^ Ferir.» ar:?.c~'

nico bratiüo ou pds DDT, norr-;-,

■■■.-■ rá chupada-por- outra guo ■br..iP.b'^n:

morcríl o a^Rin huo ;-.''3Ívaiir.;nt-j ■viiiun.rLi.o duiMr a '^i.jvldado do Ycnc_
no,
Podeiii-To ovitai- as invanõoí-s d?,r~i

'c rmibar)

borranoas^

tomando-«GO al3Ui-iag pi-^cauç'5of:&gt; híí- .íOíih bruçSo àm iocaia®. Quando
Já Invadiram o edli"íoiOj 6 iicoo^.r.árl.o or.i.c:ríiui'l&lt;?la3 par m-.iü de
i
■produtorj,, nuíüLi.íiOso ..FulV'.rl2;a"8o aom DDT íi projsão ira in^^rodu-í.indo
o-funo do 5aao-xan.c

(rira do dopá'"ito pol:

dc .

cv-traß-a c papel)o
i

Ö pd

-;. dljaZa
ôori.tíra-as tornit

o "dnloo -T/.tüdo ofioas do luta,
mofiquitulro's o,
"íugajg—Os ».T1
or,

o&lt;xa'-l:VGf.&gt; oß prob :&lt;jor 0.3 mo sinas com

os objetos dc nado ira -co:- uiria

do

-ubrbiíncia insoti-

rJolmanj, coiapoptoa de uma mistura «^oltSvel de flu

crono a.diniJtroí^nol, par^Joom mair? adequados para o int^rrtor—

do bibliotvjcaa pcrc;u;; sao inodorO'-, o nao jr.anchain«

Quando,

numa

bibllobooa de .r.j^iOüc. tropicais não se po-i^a dinporir:ar a aad^ira^
deve—B o o-::, o olhe r ujn tipo quo /o ia r-s latent:;- àr? tcnnitasc
Na Aiiiíricap para dosinfotar 'ain
t.-rraitas,

difíoloj

inva,dido"pclap

cmpr!-&gt;ga«se a furo Ilação oom ácido cianídricoo

inco-;\,ni-.-nto

O único

que c locai tem dc c^;rrar'-río honn'■ tioain.;nto duran^

to 48 horas o lo^,c - •ntilív-lo on:.rGicamonbo durante outras tantas»
Tmprogando--"se o bromuro do ra~-i."l.Uf o. operação c.6 requer um dia»
Essas oporaçoos- ní5 deverão ser rc-oj,Í7.ari.a&amp; pöF'ipi^jtss'lonais5 os
quais tomarão as prcoauç3--.G n''COB?.ái'ia3c
Szistomp polo monos quatro procoos do furaicação
utilizam em divorcos paíacs?

ho

fumisaçEo 'do bibliotooas inteiras.,

fumlgação de alguns livrc^ em um fuai^atário ospeoialj,

f';iaiÍ5aQao

rcf^ular do toda a coleção dn. biblioteca que so far' om v:íria3 vo--"^""
zos om uma câmara do
U2a pcquono

&gt;

3

e^

funißacäo do um o'ã vários livr-os em

armário ou caixão j. h&gt;:;rmetl/'-amcnt«^fohaão,

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�-10Atualmente,

já se encontram no comércio diversos verni-

zes insericidas que parecem superar os demais produtos usados nas bi
bliotecas para acabar com os insetos. Entre eles temos, O Insecta Lac, a base de dieldrina.
Quanto aos inseticidasj

os fa bricantes advertem que não

ha tipo universal pois e preciso ter-se em contra os costumes e habi
tos alimentícios dos insetos que se querem destruir,

O mais comumen-

te usado é o DDT,
Pronto o diagnostico do livro ou documento,

conhecido

os meios de conbater os elementos destruidores, precisamos aplicar
medidas curativas para que o mesmo possa continuar vivendo.
medidas seãp essas? Gomo tratar um documento gujo

ííiue

e estragado

?

Como restaurá-lp?
Restaurar, reparar,
vro ou documento,

por em estado de conservação ujn M

significas deter a ação dos fatores que o

destr£

emj eliffiina-loj recompor o destruído. É dar ao livro uma pararência
de Jiovo sem danifica- Io.
IIa execução de todo esse trabalho,
ter entre outras as qualidades dei
iniciativa e,

improvisação,

o restaurador deve
intuição, dotes de

as vezes, rapidez nas intervenções e--sempre vaseadas

^
A
no conhecimento dos recursos aplicaveis e nas reações da matéria so
bre que trabalha. Deve meditar bem antes de aplicar um recurso deter
minado ou seja, não exe cutar nada qae não possa ser desgeito.
várias operações têm então na técnica de restaurar.
A São as seguintes;
Ia.) DESaNCADERHAÇÃO - um dos p.':imerios passos no traba'ho da restauração de uma livro e separar suas folhas, repassar a neEeração
^
^
^
A.
^
para verificação devendo anota-las a lápis, por ser esüe, inatacavel,

colocar essas folhas,
Muitas folh^.s,

uma por uma, para serem lavadas.
porem, não se soltam com facilidade, de-

vido à cola líquida que deslisou pelo orifício da costura.

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Podem-

�sc dcixá-^lan do mSllio um pouco abi no äospogarom,
2a,-) LAVAG-EM « A lava.^'^-m do uni papol roqu-r multo cuidado o aton^
çao não a&lt;5 no tipo do papolquo p.c lava como n-^s substancias quo
so empregam pr.ra limpd!~lo«

Em c;xaor-', do paióis muit«* sujos devemos

deixá-los de mSlhO dur.'.nto al^ims minut n para doiainuir a sujeira
o tomarcm-se mais ponotrávois 5, substiancia cl irificad#3fa.
Os papeis muito est rag.-.dos, muitas verdes desfasom-so numa lavagem,

Podom-se então^

r^. staurá-los antes,

emprt"gando-se g_o

Ias espociais que não se dissolvem na íí;-;;ua.3arf 3RANQ.UEA.I/IENTO - Para branquear o p.apel e tirar-lhò as ma-ncha.s,

temos de empre2:ar substancias que não ataquem a tinta». En-

tre estas substâncias podemos salientar o cloreto do ár.l, hipoclorito/ etc*

Todo O cuidado S péaêo no branquea.monto d-as papdis,

poiS| muitas vêzos,

a qualidade,^ 0 estado em que se encontram 6

tao precáriô' tão d^il que nãfíf se pode insistir aiuito na limpeza..
Ouidados espociais/ por exemplo,
apresentam mancha-s do mugre,- azoito,
erevor«

requerem os livros que

cora,

forr&lt; o tintas do os--

Eüi algims casos ó preferível desistir do eliminá-las pa--

ra não perder § documentòè
Alguns liA'-ros,
tas marginais,

em.maior ou menor niiiicro,

desenhos;

fin^ias,

apresentam no-

otOi Na^ querendo óonserv?I-lag,

com um simples banhÃ olarificanto dado no papol, dosapareierãd;
eíaso édntrárif, pido^so recobrir a parte escrita com DUOO,

antes

da lavagemi
Terminadi ^ traballl| de limpeza da fÖllia colòca-se a mes
ma para seoar^

d que se dá dessa maneirai

éaj)

Podeiso socar um papol rocorrondo-se ao ar livre

3EQAG-EM

èu em secadores especiais^ numa temperatura não superior a 30
gráusi Nê castk do sotá«lô aò ar livro deve-se ter cuidado para
nSò ox^ÉWlas

cdrrontes multfl fÇrtos que poderão rasgar % mesnljj^»

Bop^ia que a folha d| papel está completamente sê^a, ayc
.
r
^
sa»so còm um fori'il tãò mui1% quoiito» Tem erttãfc liigar a restaura-

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^

&lt;5-

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...o
guio jpropriamonbo cllt'a quo,'

co:.viO já ficou claro,.'^ o trabalho do

roparoí3 o r.-rionäOB no ot'i.3d do papolp. r^^?,g•Ado•í:,
traça,
5o,,)

crcomldo?, pela

do^pcdaçadc-! e ohamu'^Cc.'u.-l.on,

Pi!SFAR&amp;.^3Í0 &gt;- REMENDO3 « A reparação de? estragos que alí%

das manchas e do sujo te3nh\ sofrido um livro,
ou estampa

cTocuraonto, gravura

tarefa que roq.uor como elementos principais: habll^

dade manual^ paolencia e capacidade de Iniciativa,
vV
Uma das principais necessidades para. o trabalho da restauraçãcé jiosBUir uma variada coleção do papdis brancos do todas as #^cas e classes que seja po^-;sível, Muitas vezes d preci«
/
so substituir por outro um pedaço de papel que falto.,

o,*a(|onte-

oe que lião temos » ,papel d.a mesma cor, Podemos clareá-ld.èu õscu
reo^lo,

.(

4^^.

"Ho, duas espdcles de rasgadurasj

as rocontos ou não mal-

'•i' '
tlbati^das o às antigas, ou mltrafladas. As primeiras s.ão aqUelas
que^dep#is &lt;äe produzidas não ^freram fricções nem manusõios e,
em SGUS dois^fios conservam as

"barbas"

da pasta de papol.

As

outras, pelo contrario', n^ comorvam Ssses fios e uní-las requer mais' trabalhe"que as primeiras»
Os papdis estradados, aqueles que tem as mar^ensp frag^
V'
mehtfs pordidips e^»3 carcomidos polas traças requeriam também,
operações ospociais,
No ca^ de papdis furados pelas traças ou carcomidos,
nã© â na,da .prátlcç-^tapar tedos #s buracos, pois, muitas vezes
3les estão distanoiad^ys uns dos outros e sã» penuelÄs, a ní^
(9
j' •
I ,
ser que se desejo * faze«l,pr p^r questão de gostsH.
se p papol

incontra-se muito «arcomid^ ou se o

•Vflumo o Qjinsldcr^.d^ obra rara, uma relíquia, podo-se aplicar
acetato de celulose ou n''v6u de s$da,
' ' V
' O "a.ce.tiatc ;de celulasc pode-se aplicar ao docuracnto de
d®is mçdòsj eíQ solução tU::'por mel# de máquinas plastiflca.doras»
!
*
Nò primei^i^ oas®^ 'tprívar-so um tro.balho majtual muito difícil, po-

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rôm n~o 6 impotásívcl,

?ondo c'o srf.ndo auxili r p .r:\ bibllotocas

ouc n~.o t^ni r : cur no 3 fln'Mic:lroB p'.rc';, GOjnpr'r 'uiia m.^qtilnc, plc^stific.idora ou laminarlorii dovldo ao preço oxorblo-.vnbn da mosma,
A larain^ção deve aor adotrida sem v.^cilaçSos para os papais noclorn03, prlncipalraonto 03 jornais pcln, lul! n;ar,.lldr.dc dos
mosmos.

Fígmii .iggim 03

Iocum;-:nbos com esse olomonto protetor que

6 o acetato con'iorv.do'^ indefinidamente,

nem que possam afetá-

los circunstancias ambiontaisrmon de uso,
Uma maquina plagtifioadora ou 1 ..u-iinadora 6 o que se pode
exigir de melhor p.^rr. imi trabalho de rost.-.ur'^ç~,o do do'auraentos
enfraquecidos o corroidos, pois cconomirja tempo e dft verdadeira,monto,

consistência ao documento,

:orotesondo-o contra danos futu

ros,
Nos SstadOB Unld.os o em :il2;umaB bibliotecas c museus eu
ropeus empregasse muito uma m:íoulna l.i-min.'doríi que foi idoalisada o patenteada por William J. Barrow,
do Estado do Virginia,

Richjnonf«

restaurador d.a Biblioteca

H jv fv.-i'^-'on-.^^-'^nto 6 muito sim-

ples.
Na Italia, no Instituto de Patolopâ.;. do Livro 6 empregada ura mitro tipo de mítquino.' plastlficadorr,, uma prenso, lildráluliea esouontada por vapor e esfriada pela ■'ígua,
Al6m do -acetato pode-se usp.r outro tipo de restauração,
que 6 cba.mada de v6u do süda,

Oonslste em recobrir o documento

con m v6u do seda muito fino o transparente
Resumindo,

(cropelina ou nylon)

todas as operações om-pregadas na tócnica do

restaurar, podem obedecer ou não r\ ord~m estabelocida

(pode-se

lavar antes de remendar), depois de tndo pronto, prensa-se todo
material e ontrega.-so ao oncademador.
Atd aqui tratamos do pap6ls impressos*

F.\laremo3 agora

do pap(5is manuscritos»
Um manuscrito, geralmente 6 uma peça ilnica,
duções.

Dovo-so porisso,

N^.o h-ü repro^

fotograf.ir ou melhor microfilmar todos

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lí

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os docuniGiitos dossa ospdcio,
Acontoco, porám, -quo niuit.^s

docmicnto não ostá

om condiçoos do r^or fotografado devido '10"b&lt;^ catado,

É nocos-

sírio limpar c rocompor os pr.poiug -^Jites do. d3.r ao fot(5:3rafo para roprodu:":il«lo,
A limpeza e remoção do manchcas sônoro um manuscrito,
trabalho multo delicado o que e^ilgc muita rospon^^abllldade.

6
Ge-

ralmente, a tinta do um íjmpresso roslgto â llmpesa do manchas
n^.o gucodondo o mesmo com /,.s tintas do oscrovor.
Durante v.'^.rlos sáculos essas tintas estaveim compostas
com no^ro de fumo

(fuligem) para dar cor;

para dar fluidos o consistência o,
fiirlco para flxíC-las, Hoje,

cola vegetal ou animal

sulfato do,forro ou ácido sul

as tintas são feitas h. base de gaiato

do ferro ou outros produtos químicos,

Dovldo, portanto,

â sua

composição são sensíveis aos produtos que se usam para limpar
o branquear o papel',
O caso mais simples 6 o empr%o da água;

se a escrita so

mantém relativamente clara o Intensa a dificuldade 6 mínima;
perdou essa intensidade o aparece amarelada,

so

indica que desapare

cou o corante o s(í se conserva a oxidagão mçtíClicaJ

ê tratamento

oom água requer oerta atenção o a aplicação do um banho detorgon
to, nosso caso,

â fatal,

Quando o papel

oncontra-se muito onfraquecido e a tinta

do. escrita doscolerida devido â ação da umidade,
acetato de folulose,

rocorro-so a#

©btondo-se assim a nGccss:írla consist^ncífa

para a.pllc2.r compressas ou mesmo banhos detergentes, A ação da
água s3bre estas folhas 6 mais lenta por6m eficaz,
gintetiaando, devemos ter multo cuidado ao limpar manuscritos, pôls multas vezes as manchas não desaparecem a não ser
quo se queira estragar a escrita o que não S o no:-so caso, DiMè
nulr a intensidade da mancha será o suficiente,
por outro lado, muitos manuscritos oncontram-se tãj apa~

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II

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SS-dos que não se pode ler o quo contonif,

Com o correr dos tempos o

cor:mte das tintas desapareceu ficando tão somente a parte motáli
ca, incrustada no papeli

Submetendo as folhas St luz ultra-violeta

S possível ler o seu conteúdo, e,aos raios infra- --^rffiollios, podemse fotografar.
Existe,

tambdm a possibilidade de reavivar as tintas, ten-

do-go o cuidado de investigar se estão feito-s à base de ferro, pois,
somente 5sse tipo é passivel de reavivamento

Outros pap6is - Tomos a consideapsr tanbdm,

outros tipos de documen-

tos que não sejam papdis impressos ou manuscritos,
restaurados«
ch^" ,

São elesí desenhos, pinturar,

que poderão ser

fotografia.s, papel "cou-

selos e Jornais,
Êsses dooumentoa, em

.-n-^c^r-oe, operações

empregadas nos impressos - ou manuscritos com certas restrições, prin
cipalmente no que se refere aos banhos clarificadores.
Por exemplo,

tSdas as publicações periódicas,

diítrios ou revistas, podem-se reparar«
dade ou de outra natureza,

trate-se do

Se apresentara manchas de uni

eliminam-se igv^^.rente que os livros.

Se

o papel está debilitado ou em decorapo::ioã:i„ reccrro--sc ao acetato
do celulose em solução ou em laminas.
O ideal será insta^lar numa hemeroteca u'-iia Inminadora, plana
ou de rotação para dar o rendimento que

a quantidade do mate-

riais acumulados o em cí^esoente aou""'i"''ãc,
OonclUsSea: A restauração de livros o documer:

deverá aer fei-

ta, quando existir realmente, necessidade imperiosa o-.i. seja, quando
•v
^
se tratar de livros e docximentos raros o de valora Caso contrário,
não compensará o esfáfrço empregado, pois, a restauração,
dissemos antes toniar»se mult.r»

•

como já

devido nao so ao material '

como ?ls substâncias empregadas•
Sugerimos que em t5da biblioteca e arquivo, seja instalado
.1 ■
um pequeno laborati5rio de roste.uração e, nas Escolas de Biblioteconomia,

seja acrescentada ao seu currículo escolar a cadeira de RES-

TAURACTÍO DE LIVROS E DOCUMENTOS« preparando assim tdonicos no assimto.

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�— 16 —

BayiJiv;::ciA3 ijULioGRÍFicAa

ALMELA MELIA, Juan. Hisiene y terapeutlca dol libro,
Fondo do cultura econdralca, 1956. 219p»

Uêxíoo,

AROHIVUM; rovuo International des archlves.
Paris, Presses
Universitalros, 1953,
•í
GALLO, Alfonse« Patologia e terapia dei libro»
Roma, Biitr^ce Raggio, 1951«
PLUMBE. Wilfrod J. La consorvaoidn y lá protecöi(5n do libros,
revistas y pcrii5dicos en Ias rogipnes tropicales» (Eoletin
do Ia Unesco para Ias bibliotecas, 12(7)» 15&amp;-1CL, jul» 1958«

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