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                  <text>ORGANIZAÇÃO DA MAPOTECA DO SERVIÇO DE BIBLIOTECA E
DOCUMENTAÇÃO DA FACULDADE DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS
HUMANAS DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

Márcia Elísa Garcia de Grandi∗
Maria Célia Amaral
Maria Imaculada da Conceição
Sonia Marisa Luchetti

RESUMO
O Serviço de Biblioteca e Documentação da Faculdade de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (SBD/FFLCH/USP) mantém um
acervo de, aproximadamente, 14.000 mapas em sua Seção de Geografia/História.
Elaborou-se um projeto para tratamento do material, compreendendo a
organização física e inserção em bases de dados. A partir da literatura
especializada e experiências verificadas em outras instituições, foram
estabelecidos parâmetros e definidos instrumentos para catalogação, indexação e
armazenamento dos mapas. A base de dados desenvolvida está disponível para
consulta on-line, contando atualmente com 9067 registros. Os mapas estão
armazenados em arquivos deslizantes projetados especificamente para este tipo
de material. O acesso à base de dados e a nova disposição física dos
documentos tiveram reflexos imediatos na qualidade da pesquisa e do
atendimento aos pesquisadores em geral. A presente iniciativa inscreve-se dentro
da política de aprimoramento dos produtos e serviços oferecidos de acordo com
as necessidades dos usuários de uma biblioteca universitária.

1 INTRODUÇÃO

O Serviço de Biblioteca e Documentação da Faculdade de Filosofia, Letras
e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (SBD/FFLCH/USP) foi criado
em 1987, a partir da reunião dos diversos acervos e setores existentes na
instituição. Atualmente, o acervo é composto de 296.815 livros, 12.035 teses /
dissertações, 157.586 fascículos de periódicos e aproximadamente 15.000
multimeios.

�No acervo do SBD está incluída uma coleção de, aproximadamente,
14.000 mapas,

formada a partir das necessidades do curso de Geografia,

oferecido pelo Departamento de Geografia. O Departamento de Geografia teve
sua origem em 1934, na antiga sub-secção de Geografia e História da Faculdade
de Filosofia, Ciências e Letras. A partir de 1972 o Departamento oferece dois
cursos de Pós-Graduação com mestrado e doutorado, um de Geografia Humana
e outro de Geografia Física. Ao final do ano de 2003, contava com 44
professores, 1001 alunos de graduação e 487 alunos de Pós-Graduação.
Com o desenvolvimento das atividades de ensino e pesquisa do
Departamento, o acervo de mapas teve um crescimento acentuado, mas, devido
à especificidade do material, permaneceu armazenado, sem o devido tratamento
técnico. No ano de 2000, a partir de um diagnóstico inicial, foi delineado um
projeto para processamento do acervo de mapas, compreendendo a organização
física e inserção em bases de dados.

2 REVISÃO DA LITERATURA

A necessidade de atender melhor e com maior precisão os usuários que
utilizam mapas em suas pesquisas e trabalhos, levou ao estudo das
características

do

material

cartográfico

que

compõem

o

acervo

do

SBD/FFLCH/USP. O resultado desse estudo foi o aperfeiçoamento da descrição
bibliográfica, possibilitando a disseminação e recuperação da informação em
bases de dados.
Cartas e mapas são documentos que exigem procedimentos de
armazenamento, catalogação e manipulação diferenciados da maioria das obras
usuais de uma biblioteca.
O tratamento técnico de um mapa é peculiar, pois reúne características de
livros e imagens, o que torna sua descrição bibliográfica um pouco mais complexa
(TENNER; WEIMER, 1998). Enquanto que em um livro, os dados para sua
descrição serão obtidos essencialmente da página de rosto, o “mapa, todo ele é

�uma página de rosto, pois os dados estão impressos fora da área ocupada pelo
desenho, distribuídos pelos espaços vazios” (BASTOS, 1978, p.48).
A natureza física, frágil e, usualmente, em formato grande, torna
necessário que a descrição bibliográfica seja mais completa possível (TENNER;
WEIMER, 1998). Um registro detalhado, por acréscimo de notas, permitirá uma
seleção de material no próprio catálogo, manual ou on-line (BASTOS, 1978).
Dessa forma o catálogo torna-se vitalmente importante, atuando como substituto
para o próprio mapa, minimizando seu manuseio (TENNER; WEIMER, 1998).
Informações como escala, projeção, coordenadas geográficas, datas e
notas bibliográficas são tão importantes quanto o autor e o título.
A escala é uma fração que representa a relação entre uma distância no
mapa (em geral, 1cm) e a distância equivalente no terreno (x cm) (LE SANN,
1984). A escala é extremamente importante porque revela o nível de detalhe e a
área de cobertura de um mapa específico (TENNER; WEIMER, 1998).
A projeção refere-se ao sistema usado para representar informações sobre
a superfície esférica da terra em uma superfície plana, existindo vários tipos de
projeção (MOORE, 2001).
Coordenadas são grades de linhas geográficas usadas para determinar
com precisão localizações na Terra. Linhas de longitude, ou meridianos, correm
norte/sul entre os Pólos. Linhas de latitude, ou paralelos, correm leste/oeste
paralelas ao Equador (MOORE, 2001).
As notas bibliográficas são essenciais, pois servem para o duplo propósito
de esclarecer elementos do registro bibliográfico e fornecer informações sobre o
conteúdo do mapa (TENNER; WEIMER, 1998).
A questão das datas é outro ponto que merece destaque, pois existe a
data de publicação e a de reambulação. A data de reambulação geralmente é a
mais importante, pois refere-se ao período de pesquisa e coleta de dados.
Quanto à autoria, mapas antigos eram desenhados por cartógrafos que,
muitas vezes, faziam o levantamento, desenhavam o mapa e o gravavam. Já os
mapas modernos são produtos de uma série de operações, executadas por uma

�equipe de profissionais, pertencentes a uma instituição oficial ou empresa
especializada, aparecendo o cartógrafo-chefe, como responsável pelos trabalhos
em seu setor.
A determinação da autoria deve recair sobre o nome em maior
proeminência na sua feitura: pessoa ou entidade (BASTOS, 1978).
A classificação de mapas é aparentemente um processo simples. Em
contraste com livros, os quais são classificados por assunto e então por lugar, os
mapas são classificados primeiro pelo lugar e então pelo assunto (TENNER;
WEIMER, 1998).
A maioria dos códigos de classificação, como CDD e CDU, podem ser
utilizados ou adaptados para o uso em bibliotecas que possuam um acervo
pequeno de mapas. No entanto, para bibliotecas com grandes coleções esses
códigos mostram-se insuficientes ou inadequados, exigindo a adoção ou criação
de instrumentos auxiliares.

3 OBJETIVO GERAL
•

Realizar o processamento técnico do acervo de mapas do SBD/FFLCH/USP.

3.1 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
•

Proceder a catalogação do material, de acordo com a especificidade exigida;

•

Criar uma base de dados local para acesso on-line;

•

Aprimorar as condições de armazenamento dos mapas.

4 DESENVOLVIMENTO DO PROJETO

A preparação do projeto envolveu a realização de um diagnóstico inicial
das condições de armazenamento, organização e recuperação do material
disponível na Mapoteca do SBD/FFLCH/USP.

�Os mapas estavam armazenados em mapotecas horizontais, havendo sido
adquirido um arquivo deslizante que permitiu a disposição vertical de parte do
material. As mapotecas apresentavam uma divisão mista por grandes áreas
geográficas e tipos de mapas, seguidas pela ordem alfabética das localidades.
Alguns mapas já haviam sido tombados em uma base de dados interna de
patrimoniação, que contemplava apenas alguns elementos de identificação do
material.
A maior parte do acervo é composta por mapas referentes ao Estado de
São Paulo e, em menor número, outras localidades brasileiras e de outros países.

4.1 METODOLOGIA
•

Análise da literatura especializada na área de tratamento de material
cartográfico;

•

Levantamento de experiências conduzidas em instituições similares;

•

Consulta a especialistas.

4.2 CRITÉRIOS PARA DESCRIÇÃO DO MATERIAL

O SBD/FFLCH/USP não mantém bases locais ou arquivos manuais
referentes à catalogação do acervo bibliográfico. Os registros relativos a livros,
teses/ dissertações, periódicos e produção científica são inseridos no Dedalus –
Banco de Dados Bibliográficos da Universidade de São Paulo, implementado com
o sistema Aleph 300. O acervo de multimeios, por outro lado, é registrado na base
interna de Tombo / Patrimoniação, a partir da qual são emitidas etiquetas de
identificação para armazenagem.
Nas fases de planejamento e início do projeto, o cadastramento de mapas
ainda não estava previsto no Dedalus, motivo pelo qual optou-se pelo
desenvolvimento de uma base local para registro e recuperação do material.
Os parâmetros para catalogação foram estabelecidos a partir da
combinação das regras para a descrição bibliográfica de material cartográfico do
AACR2 – Anglo-American Cataloguing Rules, 2nd edition (Cap. 3) e os

�procedimentos para cadastramento de registros bibliográficos com o uso do
formato de intercâmbio de dados bibliográficos MARC – Machine Readable
Cataloging, adotado para o Banco Dedalus.
O formato bibliográfico MARC é constituído por campos e subcampos. Os
campos, áreas onde se cadastram sempre o mesmo tipo de informação
bibliográfica, podem ser fixos ou variáveis.
Para o AACR2, o material cartográfico compreende mapas, globos, atlas e
todo e qualquer ítem que, de alguma forma, ilustre uma representação gráfica de
qualquer parte da Terra, do Universo e até de lugares imaginários (FALDINI,
1987). Tendo em vista que: a escolha do ponto principal de acesso é um dos
grandes problemas na descrição do material cartográfico; a fonte principal de
informação para a descrição é qualquer parte do próprio mapa e que o usuário
geralmente procura o mapa pela área representada ou pelo assunto, definiram-se
os seguintes campos:

a) Campo de Autoria ou responsabilidade principal: entrada pela pessoa ou
entidade responsável pelo conteúdo geográfico
b) Campo do Título: o título pode ser retirado de qualquer parte da face do mapa.
Quando houver dois títulos, escolher o mais adequado e registrar o outro em
nota.
c) Campo da Designação Geral do Material: logo após o título principal, indica-se
a designação geral do material, na lista 2, da regra 1.1C1, do AACR2
d) Campo da Edição: transcrição da indicação de edição como aparece no ítem,
com o uso de abreviaturas normalizadas pelo Apêndice B, do AACR2
e) Campo de Dados matemáticos: é uma área típica do material cartográfico, dá
ênfase a informações importantes, como escala e projeção, latitude/ longitude
f) Campo de Publicação: indicar o local de publicação, o nome do editor e data
de publicação
g) Campo da Descrição física: onde se registra o número de unidades físicas (por
ex. 1 mapa), a cor, o material de que é feito o mapa, o formato
h) Campo da Série: quando o mapa faz parte de uma série

�i) Campo de Notas: onde pode constar notas gerais, notas de conteúdo, notas
de acervo, resumo, nota de idioma, notas locais, tais como, dados históricos
sobre o mapa, público a que se destina, se trata de cópia, etc
j) Campo de Assunto: o vocabulário controlado adotado para indexar os mapas
é o mesmo utilizado para os livros, teses e dissertações da FFLCH/USP
k) Campo

de

Informações

Complementares:

nesta

área

deve

constar

identificação da base; tipo de material; código do material
l) Campo local: usado para apresentação das informações de acervo. Deve
constar código da biblioteca, número de chamada, número de tombo, etc

Outros dados considerados importantes foram acrescentados, tais como:
tipo de mapa, data de reambulação, nomenclatura e código simplificado.
A tipologia dos mapas foi estabelecida conforme definições do Dicionário
Cartográfico, de Cêurio de Oliveira (1993), considerando a Cartografia dividida em
dois grandes campos: Cartografia topográfica e a Cartografia temática. “Esta
dualidade é amplamente aceite embora se reconheça ser artificial” (DIAS;
FEIJÃO, 1995, p.22).
Devido ao predomínio de mapas referentes ao Estado de São Paulo,
adotou-se a Tabela de Notação de Nomes de Municípios do Estado de São
Paulo, estabelecida pela Lei no. 8092, de 28.02.1964 (BASTOS, 1978). Para
entrada das demais regiões geográficas, utiliza-se a tabela Cutter.
Dessa forma, a notação referente a cada mapa é constituída pelos
seguintes elementos: notação para o Tipo de Material (MP=Mapa); Tipo de Mapa;
Região Geográfica; Subdivisão Geográfica; Escala; Indicação de Série ou
Exemplar. Ex:

MP (TOP) ⇒ Mapa Topográfico
F55

⇒ Franco da Rocha

Abreus

⇒ Região de Abreus

1:50.000

⇒ Escala

e.2

⇒ Exemplar 2

�A base de dados foi inicialmente desenvolvida em Access e para acesso
on-line foi implementada na linguagem PHP (Hypertext Preprocessor), adotando o
sistema Firebird para constituição das bases de dados relacionais. Prevê-se a
imigração futura da base para o Dedalus.

4.3 OPERACIONALIZAÇÃO DO PROJETO

Estabeleceu-se uma equipe para implementação do projeto formada por: 1
(um) bibliotecário do Processamento Técnico e 1 (um) bibliotecário da Seção de
Atendimento onde os mapas estão armazenados, 1 (um) técnico envolvido com o
atendimento e guarda do material e um estagiário da área de Geografia.
Inicialmente, foram estabelecidas duas frentes de trabalho, uma em cada setor.
Os mapas eram planilhados no local de armazenamento e registrados no setor
interno, responsável pela emissão das etiquetas, que eram fixadas nos mapas
pela Seção de Atendimento. No caso de mapas ainda não incorporados ao
acervo, as atividades relativas ao planilhamento, inserção na base de dados,
emissão de etiquetas e preparo físico eram executadas pelo setor de
Processamento Técnico.
No decorrer do trabalho, algumas alterações foram efetuadas, mantendose atualmente o seguinte fluxo:

QUADRO 1 - FLUXO DO PROCESSAMENTO DE MAPAS

Seleção do grupo de mapas para processamento

Emissão e colagem de etiqueta de tombo

Planilhamento do mapa

Cadastramento na Base Interna de Mapa

Emissão de etiquetas com o número de chamada

�Preparo físico (colagem de etiquetas e de tarjas de cristal

Armazenamento do mapa

5 ARMAZENAMENTO E CONSERVAÇÃO

A maioria dos mapas estão armazenados em arquivos deslizantes
verticais, enquanto que outros permanecem nas mapotecas horizontais, por
apresentarem condições físicas mais precárias.
Os mapas não podem ser retirados por empréstimo domiciliar, estando o
acesso restrito à consulta local. A medida foi adotada tendo em vista a fragilidade
do material e a dificuldade de reposição do mesmo.
O SBD/FFLCH/USP mantém uma Oficina de Reparos do Material
Bibliográfico, para onde são encaminhados os mapas danificados que demandam
intervenções, as quais são realizadas dentro de padrões que minimizem a perda
de precisão geográfica.

6

CONCLUSÕES

Devido

ao

número

significativo

do

acervo

de

mapas

(14.000,

aproximadamente), o projeto ainda não está finalizado. Entretanto, a base de
dados já conta com mais de 9000 registros, um panorama considerado
extremamente positivo, tendo em vista a totalidade do trabalho de processamento
técnico da Biblioteca, que compreende, em média, a inserção anual de 6.600
livros, 600 teses e 1.900 itens da produção científica.
A implementação da base de dados com possibilidade de consulta on-line
e a nova disposição física dos documentos tiveram reflexos imediatos na
qualidade da pesquisa e do atendimento aos pesquisadores em geral.

�A presente iniciativa inscreve-se dentro da política de aprimoramento dos
produtos e serviços oferecidos de acordo com as necessidades dos usuários de
uma biblioteca universitária.

REFERÊNCIAS
BASTOS, Z.P.S.M. Organização de mapotecas. Rio de Janeiro : BNG/Brasilart,
1978.
CÓDIGO de catalogação anglo-americano. 2.ed. São Paulo : FEBAB, 1985. 2v.
DIAS, M.H.; FEIJÃO, M.J. Glossário para indexação de documentos
cartográficos. Lisboa : IBL, 1995.
FALDINI, G.(Org.) Manual de catalogação: exemplos ilustrativos do AACR2. São
Paulo : Nobel/ EDUSP, 1987.
LE SANN, J.G. A noção de escala em cartografia. Revista Geografia e Ensino,
v.2, n.1, p.56-66, 1984.
MOORE, S.M.; HALL, L.M. Map cataloging: learning the basics. San Francisco,
California, 2001. Disponível em: &lt;http://www.sunysb.edu/libmap/basics.pdf&gt;.
Acesso em: 2 jul. 2004.
OLIVEIRA, C. Curso de cartografia moderna. 2.ed. Rio de Janeiro : IBGE, 1993.
OLIVEIRA, C. Dicionário cartográfico. 4.ed. Rio de Janeiro : IBGE, 1993.
PEROTA, M.L.L.R. (Org.) Multimeios: seleção, aquisição, processamento,
armazenagem, empréstimo. 4. ed. Vitória : EDUFES, 1997.
TENNER, E.; WEIMER, K.H. Reference service for maps: access and the catalog
record. Reference &amp; User Services Quarterly, v.38, n.2, p.181-6, 1998.
∗

megrandi@usp.br
mcamaral@usp.br
imak@usp.br
luchetti@usp.br
Serviço de Biblioteca e Documentação. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas.
Universidade de São Paulo (SBD/FFLCH/USP), Av. Prof. Lineu Prestes, trav. 12, 350, 05508-900
– São Paulo, SP Brasil

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              <text>O Serviço de Biblioteca e Documentação da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (SBD/FFLCH/USP) mantém um acervo de, aproximadamente, 14.000 mapas em sua Seção de Geografia/História. Elaborou-se um projeto para tratamento do material, compreendendo a organização física e inserção em bases de dados. A partir da literatura especializada e experiências verificadas em outras instituições, foram estabelecidos parâmetros e definidos instrumentos para catalogação, indexação e armazenamento dos mapas. A base de dados desenvolvida está disponível para consulta on-line, contando atualmente com 9067 registros. Os mapas estão armazenados em arquivos deslizantes projetados especificamente para este tipo de material. O acesso à base de dados e a nova disposição física dos documentos tiveram reflexos imediatos na qualidade da pesquisa e do atendimento aos pesquisadores em geral. A presente iniciativa inscreve-se dentro da política de aprimoramento dos produtos e serviços oferecidos de acordo com as necessidades dos usuários de uma biblioteca universitária.</text>
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