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                  <text>UNIDADES DE INFORMAÇÃO COMO LUGARES DE APRENDIZAGEM: A
TENDÊNCIA MAKER
INFORMATION UNITS AS LEARNING PLACES: THE MAKER TREND

Resumo: A Biblioteca universitária é um organismo de extrema importância para a produção
do conhecimento junto à comunidade acadêmica. O panorama atual não comporta mais a
atuação de bibliotecas que tenham suas práticas focadas apenas nas tradicionais tarefas
técnicas voltadas à organização da informação e conservação de acervos, aliados ao
atendimento de usuários que procuram a biblioteca. Faz-se necessário apresentar uma
biblioteca viva e dinâmica e que ofereça ferramentas que auxilie na solução de problemas,
bem como possibilite o empoderamento de criação, não só como infraestrutura mas também
como parte do processo de aprendizagem. Os objetivos do presente trabalho são: embasar,
discutir e relatar as experiências no desenvolvimento de projetos em espaço maker no
ambiente da biblioteca universitária. Também apresenta resultados de dois projetos
implementados e faz considerações sobre o papel das bibliotecas universitárias e a quebra de
paradigma da imagem de bibliotecas estáticas e desatualizadas com as demandas dos usuários.
Palavras-chave: Bibliotecas Universitárias. Makerspaces. Espaço Maker. Movimento Maker.
Inovação em biblioteca.
Abstract: The University Library is an organism of extreme importance for the production of
knowledge within the academic community. The current panorama no longer includes the
performance of libraries that have their practices focused only on the traditional technical
tasks focused on the organization of information and conservation of collections, allied to the
service of users who seek the library. It is necessary to present a lively and dynamic library
that offers tools that aid in the solution of problems, as well as the empowerment of creation,
not only as infrastructure but also as part of the learning process. The objectives of the present
work are: to base, discuss and report the experiences in the development of projects in space
maker in the environment of the university library. It also presents results of two projects
implemented and makes considerations about the role of university libraries and the paradigm
break of the image of static and outdated libraries with the demands of users.The abstract
should be written using Times New Roman font, size 12, single line spacing, containing a
minimum of 150 and a maximum of 250 words.

345

�Keywords: University Libraries. Makerspaces. Space Maker. Motion Maker. Innovation in
library.
1 INTRODUÇÃO
As novas formas de organização e gestão da informação, bem como o emprego de
novas tecnologias, estabelecem novos paradigmas, que transformam os processos de
comunicação da informação. Neste contexto, a profissão de bibliotecário é impactada por
algumas transformações significativas, especialmente relacionadas às novas práticas da
informatização e seus avanços, que ampliam os espaços de atuação das Bibliotecas e, em
consequência, de seus profissionais.
Apesar de tratarmos as unidades de informação como espaços para a coletividade e
com foco no usuário, as mudanças observadas no cenário nacional e internacional não
impactam as bibliotecas de forma ágil, prevalecendo, ainda, o contexto tradicional.
ias de todo o
A edição de 2017 do NMC Horizon Report Higher Education
Edition, publicou o Horizon Report 2017 Library Edition51, relatório que nos remete e nos
sinaliza para mudanças de curto prazo. Em média no prazo de (3-5 anos), as bibliotecas
uma mudança está ocorrendo em torno da
prática pedagógica que ocorre nas universidades. Alunos, professores e pesquisadores de
todas as disciplinas estão aprendendo, fazendo e criando, em vez de apenas consumir
conteúdo. Criatividade, como evidenciado pelo crescimento de vídeos gerados por usuários,
games, comunidades de produtores e projetos de crowdfunding nos últimos anos, são cada vez
mais os meios mais eficazes para a aprendizagem ativa. As pessoas agora consideram as
bibliotecas para ajudá-los e para fornecer ferramentas para desenvolver habilidades nessa
área. As bibliotecas são ambientes ideais para a criação. Esta função é uma extensão natural
de seu tradicional papel como facilitadores de criação de conhecimento e espaços onde é
possível conectar-se a outros estudantes e professores. Para catalisar a criatividade, bibliotecas
estão emergindo como makerspaces, habilitando serviços e tecnologias como impressoras
3D, displays flexíveis, ferramentas de produção de mídia, etc. As bibliotecas serão cada vez
mais responsáveis pela gestão do volume e variedade das criações que materializam.
51

O Horizon Report é um esforço colaborativo liderado pelo New Media Consortium (NMC) e a Iniciativa de
Aprendizagem EDUCAUSE (ELI). Esta 14ª edição descreve os resultados anuais da pesquisa em andamento
desenhada para identificar e descrever as tecnologias emergentes que possam ter um impacto na aprendizagem,
no ensino e na pesquisa. Tendências chave e importantes desenvolvimentos na tecnologia educacional são
colocados diretamente no contexto de seu provável.

346

�: Em um momento em que a
descoberta pode acontecer em qualquer lugar, os alunos não se restringem mais à biblioteca
como a única fonte de acesso à informação e para encontrar um lugar para ser produtivo.
Como resultado, os líderes institucionais estão começando a refletir sobre como o desenho
dos espaços de biblioteca podem ser renovados para propiciar novas interações e atividades.
Nesse contexto a Biblioteca Central Cesar Lattes da Unicamp (BCCL), através de suas
áreas de Difusão da Informação e Coleções Especiais e Obras Raras, implementou dois
projetos de pesquisa52, cuja proposta foi de estabelecer uma reconexão com nossos impulsos
coletivos e mais profundos para criar, inventar e transformar, através de Espaços maker, o
ambiente da biblioteca, onde o usuário pudesse dar vida as ideias e trazer o empoderamento
de criação em um ambiente que faz parte do processo do ensino, da pesquisa e da extensão,
não como infraestrutura, mas como parte desse processo de aprendizagem.
Os projetos implementados são:
1.1 A MEMÓRIA DEPENDE DE SEU PAPEL: APRENDENDO BOAS PRÁTICAS DE
CONSERVAÇÃO DE LIVROS NO LABORATÓRIO DE PRESERVAÇÃO DA BCCL
Os materiais bibliográficos de uma biblioteca representam importantes fontes de
pesquisa para a compreensão e o conhecimento. Para valorizar a sua riqueza, tornou-se
necessário encontrar formas para conservá-los e, assim, garantir a sua existência por um
período mais longo.
O desgaste desses materiais é um processo inevitável e indica, na maioria das vezes,
que eles estão sendo muito usados pela comunidade acadêmica, mas infelizmente, o dano não
é só causado pelo uso frequente, mas também, resultado de encadernações frágeis e
inadequadas, de armazenamento inadequado, do mau uso feito pelo homem e de
características intrínsecas do material, como por exemplo, os componentes químicos oriundos
da fabricação do papel, que provocam sua acidez, tornando-os amarelos e quebradiços.

52

O Programa Ciência e Arte nas Férias é promovido pela Pró-Reitoria de Pesquisa da UNICAMP e tem como
objetivo despertar jovens talentos para a pesquisa científica e atividades artísticas e envolvê-los, desde cedo, em
atividades práticas onde haja contato com os desafios atuais da ciência, a metodologia do trabalho científico, o
ambiente humano dos laboratórios de Pesquisa e as diferentes formas de expressão artística. O público alvo são
os estudantes de ensino médio de escolas públicas da região de Campinas, Limeira e Piracicaba. Seu período de
vigência é de aproximadamente um mês, durante as férias escolares de verão.

347

�Atualmente, dentre os vários tipos de suportes utilizados para registrar o conhecimento
humano, o papel, no formato de livro impresso, é o mais comum, porém, está mais suscetível
às ações já mencionadas, deixando-os frágeis e danificados.
A Diretoria de Coleções Especiais e Obras Raras é responsável pela avaliação,
aquisição e preservação dos acervos, com um volume de aproximadamente 100 mil itens
bibliográficos, entre as diversas coleções de especial significado para a universidade por ser
constituído de uma coleção de obras raras e acervos de renomadas personalidades do meio
científico ou de destacada atuação na vida acadêmica.
Desse modo, nosso acervo constitui-se de precioso laboratório para conduzir o
presente projeto.
1.2 3D: LEITURA EM MOVIMENTO
A passagem do meio impresso para o meio eletrônico nos faz refletir acerca de uma
nova relação que se estabelece entre autor, leitor e obra. Com o advento do computador e da
internet, a leitura não se restringiu apenas à materialidade do papel, mas também se estendeu
para outros suportes digitais.
Um novo acesso aos textos e um novo modo de ler se estruturou. O manuseio de cada
página do livro impresso se transfigurou em uma relação virtual; tela a tela o leitor se insere
em um ciberespaço. Assim, frente às tecnologias eletrônicas uma nova relação entre leitor e
texto se configura. O hipertexto entra em cena e o caráter integral do texto impresso perde o
seu espaço.
A leitura do mundo e do pensar transcende os formatos e encanta os jovens que
possuem uma forma especial na compreensão do significado acessados através das imagens,
filmes e os vídeos. Essa forma do indivíduo estar em contato com o mundo, de ter acesso a
outras formas de informação, associa-se ao aprendizado e interligam sua atuação como
cidadão.
As imagens sejam elas de qualquer natureza como filmes, computação gráfica,
pinturas, propagandas e outros, tem nelas um significado. As representações da mídia são
apenas mais um contexto em que estão inseridas no cotidiano, sendo construídas para facilitar
a comunicação.
Fora dos limites da escola a visualização como a percepção vai cada vez mais sendo
ampliadas através da propagação visual contemporânea. As imagens com as quais estamos
348

�constantemente em contato são um referencial importante que deverá ser cada vez mais
explorado.
Nesse contexto, destacamos a realidade virtual como uma dessas novas tecnologias
que possibilitam cada vez mais o acesso à informação, assim como uma ferramenta ou
instrumento de exploração a novos conhecimentos. A realidade virtual proporciona vivenciar,
conhecer, aprender novos saberes, conhecer novos lugares, vivenciar situações de uma
maneira bem próxima da realidade.
Desta forma, pretende-se explorar as possibilidades que a tecnologia dos óculos 3D, de
realidade virtual, proporciona na experiência da leitura das imagens em movimento, assim
como essa tecnologia impacta à área de difusão da informação.
2 REVISÃO DE LITERATURA
Originado nos Estados Unidos, os makerspaces têm sido objeto estudos e pesquisas no
Brasil, com a missão de materializar ideias com o apoio de técnicas manuais e todo tipo de
tecnologia.
Para conceituar Makerspaces,
se fundamenta em uma tradição frequentemente
revisitada. Trataações destes coletivos consiste na constituição de grupos de sujeitos, amadores e / ou
profissionais atuando nas diferentes áreas ligadas a ciência e a tecnologia, que se organizam
Complementado por Gasque e Casar
flexibilidade necessária para ser utilizado por diferentes professores e classes; espaços para
tarefas de aprendizagem em grupos baseadas em projetos e atividades multimídia; áreas para
contação de histórias, apresentações ou performances; áreas para leituras ou estudo
Diante disso, evidencia-se uma grande oportunidade para as bibliotecas oferecerem um
novo serviço aos usuários que queiram desenvolver habilidades, e adquirir e utilizar a
informação para criação de algo.

349

�espaços de criação permite à biblioteca expandir e estender as interações com organizações
comunitárias e de aprendizagem, empresas, famílias e mentores em todo o mundo .
A IFLA, em seu Trend Report
opening maker-spaces, where users are able to use 3D printing to create tehir own things,
including life-changing devices such as prosthetics. 3D printing offers a major opportunity for
libraries to take on a new role in their communities, helping users not just be readers, but also
Santos Neto e Zaninelli (2017) nos faz reflet

infere-se que o movimento maker

nas bibliotecas objetiva não somente dar acesso à tecnologia como também capacitar os
usuários em relação as suas competências informacionais e digitais, para que os mesmos
possam tangibilizar suas ideais e seus projetos. Neste conceito inovador é imprescindível que
haja uma relação direta entre a comunidade - real e potencial - e a tecnologia, que a cultura
maker seja incorporada pelos profissionais que trabalham no espaço e que a criatividade das
pessoas seja incent
Finalizando tal revisão, concluímos que projetos inovadores encontram um espaço
acolhedor e adequado para seu desenvolvimento nos makerspaces, o que certamente atrai
usuários e resignifica as bibliotecas.
3 METODOLOGIA
A metodologia proposta para o desenvolvimento dos projetos de pesquisa foi dividida
em etapas, mediante a necessidade apresentada, conforme explanação a seguir:
1 Primeira etapa:

350

�2 Segunda etapa:
Estabelecer os aspectos de segurança dos projetos/alunos
Projeto 1

Projeto 2

Em se tratando de um minilaboratório de Os materiais utilizados para a confecção
conservação/encadernação,

existem dos óculos não apresentam nenhum tipo de

alguns materiais cortantes e outros risco aos estagiários. Mesmo assim, toda a
bastante pesados no seu manuseio.

execução do trabalho será monitorada

Porém toda a execução do trabalho será pelos funcionários que os acompanharão
monitorada pelos funcionários técnicos neste projeto.
que trabalham na área, que se revezarão
na atenção e detalhamento das etapas do
serviço, assim também como a utilização
dos

equipamentos

de

proteção

individuais quando se fizer necessário,
tais como máscaras, aventais e luvas.
3 Terceira etapa:
Estabelecer formas de acompanhamento e avaliação
Projeto 1

Projeto 2

Exposição dos trabalhos realizados pelos Exposição dos óculos confeccionados e
estudantes

no

prédio

da

biblioteca demonstração dos experimentos

(caixas, invólucros produzidos para a realizados/vivenciados e das propostas de
preservação do material) e apresentação uso da realidade virtual.
de seminário com os relatos dos alunos.

Ao final do estágio, os alunos terão
adquiridos novos conhecimentos sobre as
diversas formas de leitura utilizando a
realidade virtual e suas possibilidades,
assim como a confecção de óculos
cardboard que permite ter acesso a essa
realidade.

4 Quarta etapa:
Provisionamento de materiais de consumo ou permanentes.
351

�Projeto 1

Projeto 2

Papéis e materiais específicos para Papelão, lentes, velcros, imãs e outros
produção dos invólucros e confecção de materiais específicos para produção dos
banners para os alunos que participarão óculos cardboard e confecção de banners
do Programa.

para os alunos que participarão do
Programa.

4 RESULTADOS
Destacamos alguns resultados obtidos na execução dos projetos:
Projeto 1:
O projeto proporcionou às alunas uma experiência enriquecedora que possibilitou a
conscientização sobre a importância de se preservar os bens culturais; aprender através das
ações e técnicas as várias maneiras de cuidar de um livro, bem como salientou os diversos
impactos negativos que afetam a preservação de livros.
Figura 1

Aula de encadernação

352

�Figura 2: Material encadernado pelas alunas

Projeto 2:
Os alunos tiveram a oportunidade de adquirir novos conhecimentos sobre as diversas
formas de leitura utilizando a realidade virtual e suas possibilidades, assim como a confecção
de óculos cardboard que permite ter acesso a essa realidade.
Também puderam fazer experimentos com softwares de realidade virtual e aumentada
que possibilitaram a criação de ambientes alternativos, tendo como base a produção de
simulações a fim de explorar suas mentes e as novas formas de leitura.

353

�Figura 3: Testes em impressora 3D

•

354

�Figura 4

Cardboard

Figura 5

Estrutura física

Projeto 1

355

�5 DISCUSSÃO
Consideramos que os projetos obtiveram êxito devido à estrutura física adequada,
empenho por parte dos colaboradores e minucioso planejamento para a execução das ações,
conforme ilustrado pelas imagens.
Figura 6

Estrutura física

Projeto 2

Figura 7: Cronograma das ações

CIÊNCIA E ARTE NAS FÉRIAS 2018
CRONOGRAMA CONJUNTO CEOR E DINF

Data

Atividade

Local

Responsável

03/01 10h30

Cerimônia de abertura CAF

Auditório V FCM

Valéria

04/01 8h30

04/01 14h

Recepção dos alunos; apresentação do cronograma de atividades,

Auditório V - FCM

Valéria,

dos orientadores e dos educadores; explanação sobre os projetos e

e

Helena

atividades planejadas

Sala de Treinamento

Tour pela biblioteca com a apresentação do funcionamento; Oficina

Sala de Treinamento

Eliane

de pesquisa de livros e localização no acervo; Breve história sobre a
evolução dos registros do conhecimento.
05/01 9h

Visita às coleções especiais e obras raras

CEOR

Helena e Jair

05/01 14h

Conceitos de preservação de materiais bibliográficos

Sala de Treinamento

Helena

08/01 9h e 14h

Apresentação do LAB (equipamentos, produtos e serviços)

DINF/LAB

Valéria, Fernanda LAB,

356

�Eliane
09/01 9h

Informação: noticiários, jornais e revistas de divulgação

Sala Santander e área de

Natália

09/01 14h

Aspectos ambientais e seus impactos no dia a dia

Sala de Treinamento

Rafaela

Literária: Gosto estético e percepção do belo / Passatempo: Revista

Sala de Treinamento

Marcos

Sala de Treinamento

Marcos

Sala de Treinamento

Marcos

estudos DINF
11/01 9h

em quadrinhos, romances, ficção, etc.
11/01 14h

Acadêmica: linguagem científica que se caracteriza pela clareza,
precisão e objetividade informativa e técnica

12/01 9h

Científica: Pré-leitura (visão global do texto), leitura rápida, leitura
analítica, leitura crítica e profunda

12/01 14h

Elaboração do pôster

Sala de Treinamento

Helena

15 a 26/01

Execução dos projetos CAF

CEOR, DINF/LAB e DTI

Equipes CEOR,DINF/LAB
e DTI

29/01
30/01
01/02 14h30

Elaboração do pôster

Sala Santander

Alunos dos projetos

Impressão do pôster e elaboração da apresentação para os

Empresa externa

Valéria

orientadores e educadores

Sala Santander

Alunos dos projetos

Apresentação dos trabalhos

Sala de Treinamento

Orientadores, educadores e
alunos dos projetos

02/02 14h

Encerramento do CAF

Auditório V FCM

Orientadores, educadores e
alunos dos projetos

Todas as quartas-feiras: oficinas externas.

6 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Consideramos que em ambos os projetos os seguintes resultados foram alcançados:
Incentivado o processo criativo dos alunos na apropriação do conhecimento;
Propiciado diferentes experiências com o uso da realidade virtual para a leitura,
assim gerando novos aprendizados;
Estimulado posturas de respeito ao patrimônio histórico e cultural;
Conscientizado os alunos sobre a importância de se preservar os bens culturais;
Desenvolvido hábitos e ações de cidadania.
Resignificação do conceito de biblioteca para os alunos dos projetos;
Empoderamento de criação nos alunos dos projetos.
Além dos resultados acima mencionados, cabe ressaltar que os projetos estão alinhados ao
357

�necessidades de inovação e mudanças parecem ser ainda mais evidentes no ambiente
universitário, já que esse deve ser um lugar de vanguarda quanto à produção de

Assim, este relato intenta ter trazido algumas considerações importantes sobre ações
práticas, inspiradoras e inovadoras no âmbito da biblioteca.
Agradecemos aos alunos e colaboradores dos projetos.
REFERÊNCIA
FREIRE, Raquel. Aprenda como fazer um Google Cardboard: siga as dicas. Disponível
em: http://www.techtudo.com.br/dicas-e-tutoriais/noticia/2015/06/aprenda-como-fazer-umoculus-rift-caseiro-siga-dicas.html. Acesso em 08 set. 2016.
GASQUE, K. C. G. D.; CASARIN, H. de C. S. Bibliotecas escolares: tendências globais. Em
Questão, Porto Alegre, v. 22, n. 3, p. 36-55, set/dez. 2016.
IFLA Trend Report 2017. Disponível em:
https://trends.ifla.org/files/trends/assets/documents/ifla_trend_report_2017.pdf. Acesso em 08
jan. 2018.
SAMANGAIA, R; NETO, D. D. Educação científica informal
ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS
2015.

São Paulo.

SANTOS NETO, J. A.; ZANINELLI, T. B. Biblioteca escolar com makerspace: um estudo de
caso na Biblioteca Abraham Lincoln. Revista Brasileira de Biblioteconomia e
Documentação. v. 13, 2017. Disponível em: https://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/1005.
Acesso em 02 jan. 2018.

358

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
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              <text>Unidades de informação como lugares de aprendizagem: a tendência Maker.</text>
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          <name>Creator</name>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Salvador (Bahia)</text>
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          <name>Publisher</name>
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          <name>Date</name>
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          <name>Description</name>
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              <text>A Biblioteca universitária é um organismo de extrema importância para a produção do conhecimento junto à comunidade acadêmica. O panorama atual não comporta mais a atuação de bibliotecas que tenham suas práticas focadas apenas nas tradicionais tarefas técnicas voltadas à organização da informação e conservação de acervos, aliados ao atendimento de usuários que procuram a biblioteca. Faz-se necessário apresentar uma biblioteca viva e dinâmica e que ofereça ferramentas que auxilie na solução de problemas, bem como possibilite o empoderamento de criação, não só como infraestrutura mas também como parte do processo de aprendizagem. Os objetivos do presente trabalho são: embasar, discutir e relatar as experiências no desenvolvimento de projetos em espaço maker no ambiente da biblioteca universitária. Também apresenta resultados de dois projetos implementados e faz considerações sobre o papel das bibliotecas universitárias e a quebra de paradigma da imagem de bibliotecas estáticas e desatualizadas com as demandas dos usuários</text>
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          <description>A language of the resource</description>
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