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                  <text>Eixo temático: O impacto das tecnologias eletrônicas e sua mediação
- A educação continuada dos profissionais da informação

GESTÃO DOCUMENTAL, DA INFORMAÇÃO E DO CONHECIMENTO: as
práticas das empresas excelentes em gestão empresarial para bibliotecas
universitárias*
Emeide Nóbrega Duarte

Profa. do DBD/UFPB. Dra. em Administração/UFPB.

emeide@hotmail.com
Alzira Karla Araújo da Silva

Profa. do DBD/UFPB. Ms. em Ciência daInformação/UFPB

alzirakarla@click21.com.br
Suzana Queiroga da Costa
Aluna Bolsista PIBIC/UFPB.

suzanaqueiroga@yahoo.com.br
Bernardina Maria Juvenal Freire

Profa. do DBD/UFPB. Ms. em Ciência da Informação/UFPB.

Resumo
A gestão documental objetiva o tratamento de documentos, tornando-os
importantes nos processos de negócios das empresas. A gestão da informação e
do conhecimento facilita o uso da informação empresarial para tomada de
decisões, gerando conhecimentos organizacionais. O Estado da Paraíba lançou o
desafio “Excelência em Gestão Empresarial” oferecendo o Prêmio Paraibano de
Qualidade (PPQ) e o Prêmio Revelação Empresarial (PRE) às empresas que se
destacaram. Entre os critérios de excelência considerados para premiação
ressalta-se informação e conhecimento. Essa iniciativa despertou o interesse em
diagnosticar em empresas paraibanas – com sede em João Pessoa – PB consideradas “excelência em gestão empresarial” as práticas de gestão
documental, da informação e do conhecimento para adequá-las às bibliotecas
universitárias. Dentre o universo de oito empresas, selecionou-se àquela
considerada de grande porte e com sede em João Pessoa – PB, formando a
amostra a ser trabalhada. Após realização de entrevista constata-se que uma das
empresas destaca-se em práticas de gestão da informação e do conhecimento.
Os dados foram coletados por entrevista semi-estruturada. Os resultados
demonstram que não se percebeu práticas de Gestão Documental, enquanto as
diversas práticas de Gestão da Informação e do Conhecimento diagnosticadas
poderão ser extensivas às bibliotecas universitárias promovendo aprendizagem.

Palavras-chave: Gestão Documental. Gestão da Informação. Gestão do
Conhecimento. Biblioteca Universitária

Artigo originado da pesquisa “A biblioteca universitária como organização do conhecimento: do
modelo conceitual às práticas”, financiada pelo PIBIC/CNPq.

*

�1 INTRODUÇÃO
Diante da mudança de foco da sociedade - do agrícola para o industrial, deste
para o informacional e agora para o conhecimento - e dos novos modelos
administrativos - participativo, democrático e misto - as empresas passaram a
perceber a importância dos documentos e da informação, preocupando-se com a
sua gestão e buscando uma maior organização, guarda e destinação. Dessa
forma, o tratamento da informação passou a constar do planejamento estratégico
das organizações do conhecimento em busca do acompanhamento das
mudanças da atual Sociedade do Conhecimento.
A gestão documental (GD) como uma metodologia de tratamento de documentos
e informações tem como objetivo maior mantê-los bem organizados e acessíveis,
tornando-os peças importantes nos processos de negócios das empresas, uma
vez que oferece as condições necessárias para uma correta avaliação da
documentação da empresa de acordo com suas reais necessidades. Nesse
sentido, a GD tem como principal tarefa a avaliação e classificação dos
documentos, para identificá-los hierarquicamente e dar a eles um prazo de guarda
e destinação (JORNAL do GED, 2004). Nesse sentido, uma gestão documental
adequada, conseqüentemente irá facilitar o uso da informação empresarial para
tomada de decisões.
A importância da informação para as organizações é universalmente aceita,
constituindo, um dos recursos mais importantes, cuja gestão e aproveitamento
estão diretamente relacionados ao sucesso desejado. A informação também é
considerada e utilizada como um instrumento de gestão (TARAPANOFF, 2001). A
Gestão da Informação (GI) é considerada como um “conjunto de conceitos,
princípios, métodos e técnicas utilizados na prática administrativa e colocados em
execução pela liderança de um serviço de informação [...] para atingir a missão e
os objetivos fixados” (DIAS; BELUZZO, 2003, p.65).
Para uma tomada de decisão mais acertada, o gestor necessita não só de
informações relevantes, como também de conhecimento organizacional. O

�conhecimento também começou a ganhar uma redobrada atenção, recentemente.
Não só teóricos socieconômicos como Peter Drucker e Alvim Toffler chamaram
atenção para a importância do conhecimento como recurso e poder gerencial,
assim como um número crescente de estudiosos nas áreas de organização
industrial,

gerenciamento

da

tecnologia,

estratégia

gerencial

e

teoria

organizacional começou a teorizar sobre a administração do conhecimento. De
forma que o conhecimento pode ser gerenciado no entendimento de constituir um
“conjunto de atividades que busca desenvolver e controlar todo tipo de
conhecimento em uma organização, visando à utilização na consecução de seus
objetivos” (TARAPANOFF, 2001).
Nem sempre a Gestão do Conhecimento (GC) requer instrumentos sofisticados. A
partir de um arquivo bem organizado, de um sistema de gestão eletrônica de
documentos, ou mesmo programas eficazes de educação, as empresas
provavelmente já estarão fazendo algo que pode estar sendo direcionado para a
GC. Os arquivistas, administradores, bibliotecários e jornalistas, para citar
algumas categorias, começam a desempenhar importante papel na GC.
(BARRETO, 2001).
Recentemente no Estado da Paraíba foi lançado o desafio “Excelência em Gestão
Empresarial” oferecendo o Prêmio Paraibano de Qualidade e o Prêmio Revelação
Empresarial às empresas que se destacaram. Entre os critérios de excelência
considerados incluem-se: liderança, estratégias, clientes, sociedade, informação
e conhecimento, pessoas, processos e resultados. Daí o interesse para
realização deste artigo resultante de um projeto de pesquisa que objetivou
diagnosticar

as

empresas

paraibanas

sediadas

em

João

Pessoa,

PB

consideradas “excelência em gestão empresarial”, quanto às práticas de GD,GI e
GC.
2 GESTÃO DOCUMENTAL (GD)
Diante das necessidades da excelência mercadológica, competitividade e da
redução de custos, as empresas estão presenciando um retorno valorativo da GD,
se forem consideradas do ponto de vista administrativo, como produtoras

�permanentes de documentos indispensáveis à ação administrativa, como
correspondência, relatórios, projetos, planos de custos, documentos contábeis,
dossiês

de

servidores

entre

outros

documentos

indispensáveis

ao

acompanhamento da vida funcional dos que compõe ou já compuseram o quadro
Institucional.
As organizações devem se preocupar com a GD, buscando preservar como
também aumentar de certo modo sua produção com qualidade, com o
reaproveitamento de informações e aprimoramento do fluxo documental, tomando
como estratégia básica à organização interna de seus arquivos, favorecendo além
do cumprimento legal e administrativo, a redução de tempo X custos, facilidade de
acesso ao estoque documental, melhor aproveitamento dos espaços disponíveis,
valorização da imagem institucional e manutenção do nível de qualidade.
Destaca-se no cenário nacional e internacional, de que há uma rápida
obsolescência do material e dos softwares necessários à interpretação e
disseminação de documentos, bem como a preservação de documentos por meio
digital que inclui uma série de requerimentos distintivos, que consistem na
habilidade de serem copiados e acessados sem custos. Outra questão latente é o
da autenticidade documental que em relação ao Brasil tem-se gerado esforço na
discussão da matéria, uma vez que, documentos preservados digitalmente ainda
podem sofrer alteração de forma casual ou intencional, causando perdas
irreparáveis, portanto a preservação digital pressupõe infra-estrutura e políticas
institucionais.
É imperativo afirmar que para se armazenar magneticamente o documento faz-se
necessário uma organização física da massa documental, principalmente da
documentação já acumulada, com forte presença de depredadores de
documentos. Essa preocupação também parece estar refletida sob o ponto de
vista legal e arquivístico ao utilizar-se do termo conservação, assim como do
entendimento digital ou eletrônico que significa preservação de informação,
associadas com a renovação, migração e segurança à integridade do documento.

�A necessidade de organização documental nas empresas, também tem passado
por uma preocupação das instituições fiscalizadoras, que têm recomendado a
organização interna da documentação produzida, como elemento facilitador dos
trabalhos daqueles órgãos. O estabelecimento de uma política empresarial
voltada para a gestão e gerenciamento de arquivos, contribui para a efetivação da
qualidade empresarial, tendo em vista que o importante é manter a qualidade,
uma vez que “tudo pode ser substituível... INFORMAÇÃO NÃO”.
Diante desses argumentos constituem objetivos da GD: a) garantir que a
informação esteja disponível quando e onde seja necessária a empresa e aos
cidadãos; b) assegurar a eliminação que não tenham valor administrativo fiscal e
legal; c) assegurar o uso adequado do gerenciamento eletrônico da informação;
d) contribuir para o acesso e preservação dos documentos de caráter
permanente.
São consideradas fases básicas da GD: a produção, utilização e destinação dos
documentos. Na última fase engloba-se o procedimento de atividade de protocolo,
cujo objetivo consiste no controle dos documentos que ainda tramitam na
empresa, de modo a assegurar a imediata localização e recuperação dos
mesmos, garantindo, assim, o acesso à informação (INDOLFO et al, 1995, p. 16).
Tendo em vista a relevância da GD como geradora de informações e
conhecimentos que propiciam uma tomada de decisão mais segura nos níveis
estratégico, intermediário e operacional das organizações, é imprescindível um
investimento nesse sentido.
3 GESTÃO DA INFORMAÇÃO (GI)
Para atender com efetividade, eficiência e eficácia as solicitações informacionais
oriundas desta sociedade é preciso adotar a filosofia da GI, definida como um
conjunto de conceitos, princípios, métodos e técnicas usadas na prática
administrativa que auxiliam no processo de tomada de decisão e alcance da
missão e objetivos, quando colocados em prática pelos líderes das organizações
(DIAS; BELLUZZO, 2003). Nesse sentido, a GI passa a ser um elemento
indispensável às empresas que almejam um diferencial competitivo.

�Na atualidade, a GI tem o objetivo de garantir que a informação seja gerenciada
como um recurso indispensável e valioso e que esteja alinhada com a missão e
os objetivos do serviço de informação. Seu principal objetivo é, portanto,
“identificar e potencializar os recursos informacionais de uma organização e sua
capacidade de informação ensiná-la a aprender e adaptar-se às mudanças
ambientais” (TARAPANOFF, 2001, p.44).
Para alcançar esse foco, Beluzzo (2003) cita que a GI deve contemplar o
processo de fluxo, aquisição, processamento, armazenamento, disseminação e
utilização da informação. Para tanto, é preciso seguir as etapas de sensibilização,
estruturação adequada ao plano de GI, não compreendida como um fim em si
mesmo, mas como um apoio indispensável para a gestão de uma organização,
devendo ser desenvolvida numa perspectiva de “negócio” e sob a ótica do cliente.
Deve contemplar as necessidades de informação dos clientes e da organização,
permitir uma integração das atividades e dos recursos disponíveis, esclarecer e
divulgar claramente os níveis de responsabilidade, políticas e procedimentos a
serem adotados e ser desenvolvido de modo a facilitar o alcance da missão e dos
objetivos da organização.
Para entender os processos de GI é preciso compreender a definição de processo
como um conjunto de tarefas, conectadas logicamente que de um modo geral
cruzam limites funcionais e o conceito de processo de GI como aquele que
focaliza seus aspectos dinâmicos (McGEE; PRUSAK, 1994). É oportuno lembrar
que não existe um único modelo para a GI e que o modelo apresentado a seguir é
uma tentativa de reunir todas as etapas buscando sua amplitude, tais como: a)
Identificação das necessidades, requisitos e exigências de informação; b)
aquisição/obtenção, organização/tratamento e armazenamento da informação; c)
desenvolvimento de produtos e serviços de informação; d) distribuição e
disseminação da informação e; e) uso da informação.
Considerando a circularidade desse processo de GI, vale salientar que as
organizações que pretendam se inserirem no modelo de organizações do
conhecimento precisam segui-lo para que haja o acesso e o uso das informações

�desejadas e existentes na organização, de forma que sejam alcançados os
resultados desejados pela organização.
4 GESTÃO DO CONHECIMENTO (GC)
Sempre que se aborda o processo de GC, é recomendável fazer a distinção entre
dado, informação, conhecimento, para que não haja confusões conceituais. Neste
processo, dados entendidos como valor sem significado são componentes de
informação, como figuras e letras. A informação é o dado com significado, que
está organizado, processado ou estruturado. Conhecimento é a informação com
valor agregado, elemento habilitador da decisão, é tudo que deve ser conhecido,
antecipadamente, para iniciar o curso de uma ação.
Para Davenport e Prusak (1998) podem-se transformar dados em informação,
agregando valor pelos seguintes métodos: contextualização (finalidade dos
dados); categorização (componentes essenciais dos dados); cálculo (dados
podem ser analisados estatisticamente); correção (erros são eliminados dos
dados); condensação (dados podem ser resumidos). Seguindo o pensamento
deste autor, é possível transformar informação em conhecimento agregando
valor, por meio da comparação (de que forma as informações relativas a esta
situação se comparam as outras situações conhecidas?); das conseqüências (que
implicações estas informações trazem para as decisões e tomadas de decisão?);
das conexões (quais as relações deste novo conhecimento com o conhecimento
acumulado?) e conversação (o que as outras pessoas pensam desta
informação?).
Não se pode, em princípio, tomar boas decisões, baseando-se somente em
informações,

não

importando

quão

acurada

ou

abrangente

ela

seja.

Conhecimento, como coleção de informações filtradas, destiladas e analisadas,
agrega valor para a tomada de decisão. Conhecimento, não informação,
conseqüentemente é o que o responsável pela tomada de decisão necessita para
a eficiência do seu trabalho. Nessa discussão, acrescenta-se ainda a diferença de
que dados e informações são constantemente transferidos por meio eletrônico,

�mas o conhecimento parece transitar com mais eficiência em redes humanas
(DAVENPORT; PRUSAK, 1998, p 193).
Há inumeráveis conceitos de GC, por este motivo, alguns deles encontram-se
explicitados para facilitar a compreensão e delimitação deste entendimento. GC
organizacional pode ser entendida como um “conjunto de processos que governa
a criação, a disseminação e a utilização de conhecimento no âmbito das
organizações” (ANGELONI, 2002, p.16). Em pesquisa de tese, onde foi
demonstrada a prática da GC nas organizações, em nível nacional, Duarte (2003,
p.283) conclui que a “GC consiste na integração de processos simultâneos desde
a criação ao uso pleno do conhecimento, viabilizado pela cultura de aprendizado
e de compartilhamento no ambiente das organizações”.
Os processos de GC, identificados por Tarapanoff (2001) constam da seguinte
descrição: a) Identificação das questões estratégicas, como a de identificar que
competências são críticas para o sucesso da organização; b) captura - representa
a aquisição de conhecimentos, habilidades e experiências necessárias para criar
e manter as competências essenciais; c) organização e armazenagem para
garantir a recuperação do conhecimento, por meio da utilização de sistemas de
armazenagem efetivos; d) compartilhamento para garantir acesso e distribuição
de informações e conhecimentos; e) aplicação para destacar a importância do
registro das lições aprendidas com a utilização do conhecimento e; f) criação de
conhecimento, envolvendo aprendizagem, externalização do conhecimento, lições
aprendidas, pensamento criativo, pesquisa, experimentação, descoberta e
inovação.
5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A escolha do ambiente onde se realizou a pesquisa, a caracteriza quanto ao
delineamento, como estudo de campo. Quanto à natureza caracteriza-se como
pesquisa qualitativa. O estudo é de nível exploratório e descritivo, uma vez que,
foi desenvolvido com o objetivo de proporcionar visão geral, de tipo aproximativo
de determinado fato; que corresponde à existência de práticas de GD, GI e GC
nas empresas e descrever as variáveis que identificam essas práticas.

�Para a definição do universo e da amostra da pesquisa foi considerado o
Programa Paraibano de Qualidade (PPQ) que busca estabelecer um sistema
referencial nacional em gestão da qualidade. Os critérios de excelência
considerados para as premiações são: liderança, estratégias e planos, clientes,
sociedade, informação e conhecimento, pessoas, processos e resultados (PPQ,
2004). Foram Consideradas como universo de pesquisa, as empresas premiadas
pelo PPQ.
Entre as cinco (05) empresas e escolhidas para visitas, duas (02) não se
disponibilizaram ao atendimento, justificando falta de tempo. Destas, uma enviou
um relatório sobre as práticas realizadas em GD, GI e GC. Outras duas (02)
empresas não atendem as especificidades da pesquisa, portanto, a amostra deuse de forma intencional ao direcionar como campo de pesquisa mais adequado a SAELPA - como ambiente onde se vivencia as práticas do objeto de estudo, ou
seja, GD, GI e GC.
Os gerentes de nível intermediário da empresa foram os sujeitos da pesquisa,
como segmento mais significativo e de maior envolvimento com as questões
ligadas à gestão documental, da informação e do conhecimento; objetos de
estudo em pauta. Além desses sujeitos, foram abordadas as pessoas–chave da
organização, apontadas pelos diretores gerais.
6 RESULTADOS
Para possibilitar a análise qualitativa foram feitas transcrições das falas dos
sujeitos, com destaques tipográficos nos indicadores que caracterizam as práticas
de GI e GC, apresentados em forma de quadros.
6.1 Gestão Documental (GD)
As questões formuladas para identificar as práticas de GD não foram respondidas
pelos entrevistados por não se considerarem indicados. Por conta disto, os
entrevistadores se dirigiram ao arquivo geral da organização para conhecer as
instalações e não identificaram os responsáveis; sendo constatado que a GD
ainda é projeto da empresa� Tendo em vista a relevância da GD como geradora

�de informações e conhecimentos que propiciam uma tomada de decisão mais
segura nos níveis estratégico, intermediário e operacional das organizações,
conforme recomendado pela literatura, a empresa está se furtando deste recurso.

6.2 Gestão da Informação (GI)
PERGUNTAS

RESPOSTAS

01- O SI foi desenvolvido pelo Os sistemas são desenvolvidos pelo CPD corporativo
centro de processamento de (Sistema Gataguazes - MG) plano diretor de informática que
dados da SAELPA?
consta das principais necessidades das empresas.
02-Os sistemas de informação Sim. São cerca de quarenta sistemas corporativos divididos nas
são satisfatórios?
mais diversas áreas como obras, administrativos, contábeis,
financeiros, manutenção, materiais etc. Quando há necessidade
de alteração ou novos aplicativos a solicitação é repassada ao
DEIN e se pertinente é alterado.
03- Quais outros canais de Materiais impressos (procedimentos, manuais, relatórios);
comunicação estão disponíveis Revista Energia Positiva (o setor de comunicação entrega junto
aos setores além do SI?
com o contra-cheque mensal, notícias da empresa); eventos
como reuniões (atas), intranet.
04- Com que freqüência são
atualizadas as informações
que circulam na intranet?
Estão sempre atualizadas?
05- Qual a periodicidade das
reuniões?
06- Quais os critérios para
agendar reuniões?
07- As reuniões são setoriais e
os objetivos das reuniões?
08- De que forma são
comunicadas
as
decisões
tomadas nas reuniões para os
demais
colaboradores
da
empresa?
09- Quanto ao programa
gestão à vista foi elaborado
com a participação de todos?
10-Qual o nível de aceitação
do programa gestão à vista?

Diariamente. Sim até pelo fato de ser uma forma de
comunicação que visa informar o hoje.
Depende do departamento. Mensal, quinzenal ou semanal e
por equipes, diária.
As reuniões podem ser de reflexão (avaliar resultados e pontos
problemáticos); informativa; planejamento.
A empresa possui diversas formas de reuniões, em sua maioria
são setoriais, com horário marcado de inicio e término seguindo
um pauta prévia.
Todas as reuniões possuem atas de acordo com os critérios do
PNQ as quais são disponibilizadas para os demais colaboradores
se necessário. Se tiver alcance para todos os colaboradores, é
divulgado na intranet.

A Gestão à Vista faz parte do programa de gestão estratégica
como forma de divulgação dos resultados corporativos. (Ação:
quadro como meio de divulgação).
100% pelo fato de que no treinamento da gestão estratégica
todos foram treinados para interpretarem a didática dos
gráficos.
Quadro 1: Questões e respostas sobre Gestão da Informação
Fonte: Pesquisa direta, 2006

Ao analisar o Quadro 1, percebe-se que

os sistemas de informação são

desenvolvidos pela própria empresa de acordo com as necessidades, de forma
que os mesmos podem ser adequados de modo a atender diversas áreas como
obras, administrativos, contábeis, financeiros, manutenção, materiais entre outros.

�A empresa adota como canais de comunicação, os impressos, eventos e a
intranet com informações atualizadas diariamente. As reuniões são realizadas
em conformidade com as necessidades, tais como: reflexão de pontos
problemáticos, de natureza informativa e para planejamento, sendo setoriais na
maioria das vezes; cujos resultados são divulgados na intranet.
Os programas de gestão são elaborados pelo nível estratégico com ampla
divulgação nos quadros dos ambientes da empresa, inclusive nos corredores de
circulação coletiva. Os programas de gestão têm aceitação de todos por serem
treinados para interpretarem a didática dos gráficos que os demonstram,
tornando-os acessíveis. Estes resultados se identificam com as recomendações
de Tarapanoff (2001, p.44) ao sugerir a GI como potencializadora dos recursos
informacionais de uma organização, assim com Beluzzo (2003) destaca que a GI
deve contemplar as necessidades de informação dos clientes e da organização,
permitindo uma integração das atividades e dos recursos disponíveis.
6.3 Gestão do Conhecimento (GC)

PERGUNTAS

RESPOSTAS

01- Quais os programas de Além dos eventos da CIPA, o programa segurança máxima
(divulgado por meio de campanhas e eventos), a fiscalização
prevenção de acidentes?
(que supervisiona e controla as vestimentas de segurança do
pessoal que trabalha na externa), os treinamentos (do uso do
material de segurança), diálogo com as equipes.
02- Quais os passos que são Diálogo diário de segurança trata-se de uma conversa com
observados
na
preparação as equipes de campo antes de saírem em campo
psicológica
dos funcionários
sujeitos a acidentes?
03- Quais as formas de Depende do cargo. Todos são extremamente treinados de
treinamento por ocasião de novo acordo com funções e periculosidades.
contrato pessoal?
04- Como funciona o incentivo a O funcionário inscreve sua idéia, esta é encaminhada ao
criatividade por meio do registro comitê de avaliação o qual premia as melhores e reconhece a
no Banco de Idéias? Quais as importância das demais (prêmio com eletro-eletrônico, carta
formas de aproveitamento e o de reconhecimento para quem não ganha).
retorno ao criador?
05-Como funciona o Programa Bolsa de estudo, Programa de desenvolvimento de líderes
de retenção de talentos?
– FGV, Programa de desenvolvimento gerencial – MBA/FGU,
gerente (in company), externo (Hotel Litoral).
06- Quais os procedimentos Reestruturação de cargos – está incluso o mapa – sai esse
para elaborar o mapa de ano.
competências?
07- Qual o estilo de liderança Aberto, participativo: conversa c/ os diretores, e-mail/
adotado pelos lideres para intranet. Gestão Estratégica, modelo de sistema de gestão,

�promover integração entre os propor metas, assessora unidade, consulta, planejar e
colaboradores?
coordenar etc. Plano de ação, Causa e efeito, gráfico, etc.
08- Quais as outras formas de Treinamentos, bolsas de estudos, viagens (passeio/
motivação além da participação trabalho).
nos lucros?
09- Além do acesso ao Tem conhecimento, recebe no treinamento.
regulamento que informa a
gestão estratégica da empresa,
existe outra forma de acesso?
10- Além do Resultado Mensal SIAGE (Sistema de Apoio à gestão estratégia) através dos
de Operação (RMO) existe outra anexos (gráficos e reflexão - relatório) indicadores da rotina
forma de controlar?
diária
Quadro 2: Questões e respostas sobre Gestão do Conhecimento
Fonte: Pesquisa direta, 2006

Ao analisar o Quadro 2, visualiza-se que o estilo de liderança adotado pela
Empresa para promover integração entre os colaboradores predomina o
democrático, com abertura de diálogo e participação.

Nas iniciativas de

prevenção de acidentes para segurança das pessoas consta um programa
segurança máxima: a fiscalização e os treinamentos do uso do material, além da
preparação psicológica com diálogo diário de segurança, que corresponde a uma
conversa com as equipes antes de saírem ao campo.
Quanto às formas de treinamento por ocasião de novo contrato de pessoal, estes
são contínuos de acordo com as funções e periculosidades. A empresa oferece
bolsas de estudo para o desenvolvimento de líderes na sua programação de
retenção de talentos. As pessoas recebem treinamentos constantes para
acessarem as informações sobre os programas de gestão estratégica da
empresa. Entre os procedimentos adotados para elaborar o mapa de
competências destaca-se a reestruturação de cargos, que se encontra em
andamento. Incluem-se entre as formas de motivação, além da participação nos
lucros, oferta de treinamentos, viagens e passeios em serviços.
O incentivo à criatividade é feito por meio do registro no Banco de Idéias, onde
o funcionário inscreve sua idéia, esta é encaminhada ao comitê de avaliação o
qual premia as melhores e reconhece a importância das demais, oferecendo
sorteio de prêmios como eletro-eletrônico, além de carta de reconhecimento para
os que não forem sorteados. Para o exercício da função de controle adotam um
Sistema de Apoio à Gestão Estratégica - SIAGE – operacionalizado por meio de

�gráficos, reflexões e relatórios como indicadores para a rotina diária, subsidiando
o Resultado Mensal de Operação (RMO) .
As práticas adotadas na Empresa estão em consonância com as recomendadas
pela a literatura que aborda a GC, visto que para criação de conhecimento é
necessário

desenvolver

a

aprendizagem,

compartilhar

conhecimentos,

desenvolver o pensamento criativo, identificar competências, enfim investir com
mais eficiência nas pessoas. (NONAKA; TAKEUSCHI, 1998; DAVENPORT;
PRUSAK,1998; TARAPANOFF, 2001; ANGELONI, 2002; e DUARTE, 2003).
7 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Retornando aos aspectos introdutórios, ao referencial teórico que embasa a
pesquisa e ao desenho percorrido para o alcance dos objetivos, podemos inferir
que os resultados permitiram identificar práticas de gestão da informação e do
conhecimento na empresa estudada para adequá-las às bibliotecas universitárias,
tais como:
Referente às praticas de gestão da informação sugerimos: a) planejar sistemas
de informação gerencial que possibilite agilidade, divulgação, controle dos
serviços meios e fins; b) manter as pessoas informadas intensificando a
comunicação interna por meio de documentos impressos, recursos eletrônicos e
de forma presencial visando divulgar as decisões de nível estratégico; c)
intensificar as reuniões para identificar os problemas e buscar soluções em
equipe, promovendo a gestão participativa e incentivando a criatividade de idéias;
Referente às práticas de gestão do conhecimento sugerimos: a) planejar um
programa de segurança de prevenção de acidentes causados por microorganismo
para as pessoas que trabalham diretamente com o acervo; b) elaborar um
programa de treinamento para os ingressantes em execução de novas funções;
c) criar um banco de idéias com premiação para incentivar a criatividade; d)
promover e incentivar treinamentos com os lideres e os demais colaboradores
visando a aprendizagem continua para formação de líderes democráticos; e)
elaborar um mapa de competências para aproveitamento dos conhecimentos das

�pessoas; f) oferecer incentivos para motivar as pessoas oportunizando
treinamentos fora do local de serviço; g) criar um sistema de controle da rotina
diária das operações para despertar o comprometimento das pessoas.
Conclui-se que as práticas da informação e do conhecimento adotadas na
empresa paraibana premiada como “excelência em gestão empresarial” podem
ser adotadas em Bibliotecas universitárias.
ABSTRACT
DOCUMENTARY MANAGEMENT, OF THE INFORMATION AND THE
KNOWLEDGE: the excellent companies practices in enterprise management as
learning for university libraries
The documentary management directs the document treatment, becoming
important in the business-oriented processes of the companies. The knowledge
and information management facilitates the use of the enterprise information for
decisions making, generating organizational knowledge. The State of Paraíba
launched the challenge “Excellency in Enterprise Management” offering the
‘Paraiban Quality Prize’ (PPQ) and Enterprise Revelation Prize (PRE) to the
detached companies. The considered criteria of excellency for awarding stands
out for information and knowledge. This initiative woke the interest in diagnosising
paraibans companies - with headquarters in João Pessoa - PB - considered
“excellency in enterprise management” the documentary management of
information and knowledge practices to adjust them in the university libraries.
Amongst the universe of eight companies, it was selected that one considered of
great transport and with headquarters in João Pessoa - PB, having formed the
sample to be worked. After interview accomplishment evidences that one of the
companies is distinguished in practical of information and knowledge
management. The data had been collected by half-structuralized interview. The
results demonstrate that it was not perceived Documentary Management practical,
while diagnosised that diverse Management of the Information and the Knowledge
practical ones could be extensive to the university libraries promoting learning.
Key-Words: Documentary management. Information Management. Knowledge
Management. University library
8 REFERÊNCIAS
ANGELONI, M. Terezinha. (coord). Organizações do conhecimento: infraestrutura, pessoas e tecnologia. São Paulo: Saraiva, 2002. 215p.
BARRETO, Auta Rojas. Os trabalhadores do conhecimento - um novo
profissional. In: ISKM, 2, 2001. Anais… Curitiba, PUCPR/CITS, 2001. 586p.

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              <text>A gestão documental objetiva o tratamento de documentos, tornando-os importantes nos processos de negócios das empresas. A gestão da informação e do conhecimento facilita o uso da informação empresarial para tomada de decisões, gerando conhecimentos organizacionais. O Estado da Paraíba lançou o desafio “Excelência em Gestão Empresarial” oferecendo o Prêmio Paraibano de Qualidade (PPQ) e o Prêmio Revelação Empresarial (PRE) às empresas que se destacaram. Entre os critérios de excelência considerados para premiação ressalta-se informação e conhecimento. Essa iniciativa despertou o interesse em diagnosticar em empresas paraibanas – com sede em João Pessoa – PB - consideradas “excelência em gestão empresarial” as práticas de gestão documental, da informação e do conhecimento para adequá-las às bibliotecas universitárias. Dentre o universo de oito empresas, selecionou-se àquela considerada de grande porte e com sede em João Pessoa – PB, formando a amostra a ser trabalhada. Após realização de entrevista constata-se que uma das empresas destaca-se em práticas de gestão da informação e do conhecimento.Os dados foram coletados por entrevista semi-estruturada. Os resultados demonstram quenão se percebeu práticas de Gestão Documental, enquanto as diversas práticas de Gestão da Informação e do Conhecimento diagnosticadas poderão ser extensivas às bibliotecas universitárias promovendo aprendizagem. </text>
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