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                  <text>GERÊNCIA DO CONHECIMENTO NO AMBIENTE DA BIBLIOTECA DE
INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR

Guilhermina de Melo Terra∗

RESUMO
Discorre sobre a gestão do conhecimento para direção das bibliotecas
universitárias. Aborda os conceitos, funções e sistemas de gestão no campo da
administração, bem como as concepções e funções da biblioteca universitária.
Apresenta a prospecção de um modelo de monitoramento de informação para
unidades de informação de instituições de ensino superior, a partir das variáveis
que envolvem as concepções da função de gestão, considerando os
pressupostos assumidos pela gestão do conhecimento.
PALAVRAS–CHAVE: Gestão. Gestão do conhecimento. Funções gerenciais.
Bibliotecas universitárias.

1 INTRODUÇÃO

Em virtude do considerado aumento do conhecimento técnico-científico, as
bibliotecas de instituições de ensino superior, concebidas como unidades de
informação e, conseqüentemente, organizações, com o intuito de satisfazer os
usuários, hoje clientes, deverão oferecer seus serviços de forma cada vez mais
seletiva, ou seja, direciona à real necessidade da sua clientela.
Para isso, tais bibliotecas não podem deixar de apresentar, em sua
estrutura organizacional um sistema gerencial, pois “as funções gerenciais [...]
serão aquelas responsáveis pela ativação de todas as funções [...] e pelo seu
direcionamento e ajuste aos objetivos e metas do sistema” (MACIEL;
MENDONÇA, 2000, p.40).
Nesse

sentido,

o

bibliotecário

administrador

deverá

desenvolver,

juntamente com as atividades de processo técnico as funções gerenciais, no

�sentido de planejar, organizar, dirigir e controlar, uma vez que a gestão do
conhecimento, para as bibliotecas de instituições de ensino superior, vistas como
unidades de informação, agregará às mesmas maior competitividade no mercado
atual.

2 GESTÃO DE BIBLIOTECAS DE INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR

As bibliotecas de instituição de ensino superior, para interagirem com a
realidade onde atuam, seus gerentes deverão ter conhecimento não só da função
e missão apresentados no planejamento institucional, mas também dos conceitos
gerenciais discutidos no campo da administração, conforme visto a seguir.
Segundo Souza (2004), a biblioteca que se volta para a clientela de nível
superior deverá pensar na informação como um produto, bem como os usuários
como clientes, portanto, deverão satisfazer a clientela, mas sem visar obter lucros
financeiros com isso.
Com base em A BIBLIOTECA... (1995, p.15 apud ARRUDA; CHAGAS,
2002, p.41), verifica-se que a biblioteca de instituição de ensino superior deve
“atender a estudos, consultas e pesquisas de alunos e professores universitários.
Deve funcionar como verdadeiro centro de documentação, e estar integrada à
universidade”, ou seja, dando suporte tanto às atividades de ensino, quanto de
pesquisa e extensão.
Nesse sentido, o oferecimento das informações existentes nesse tipo de
biblioteca deve ser estabelecido de forma cada vez mais seletiva, a fim de permitir
que os clientes consigam encontrar em seus acervos a informação desejada, no
que tange ao acesso, disseminação, recuperação, preservação e socialização da
informação.
Vale frisar que tal preocupação é nitidamente visível, desde 1976, através
da documentação fornecida pela UNESCO, uma vez que a partir dessa época as
bibliotecas de instituições de ensino superior são aquelas que se dedicam “[...] ao

�serviço dos estudantes e do pessoal docente das universidades e outras
instituições de ensino superior. Podendo estar abertas ao público”.
Tais bibliotecas, para atingirem este grau de importância, necessitaram
passar por uma trajetória histórica que perpassa do status de organismos
isolados, refletindo a tendência da formação das próprias universidades, sem
qualquer interação entre si até à implantação da internet como instrumento
facilitador para o processo de recuperação da informação, permitindo a
concretização da mudança no perfil deste tipo de biblioteca.
Afirma-se isso, pois independentemente da biblioteca pertencer ao sistema
público ou privado de ensino, esta passou a ser concebida como uma
organização, com a finalidade de atingir uma meta, com fins não-lucrativos, a
partir da qualidade de seus serviços, sendo que para isso a figura do bibliotecário
administrador tornou-se fundamental para a sobrevivência da mesma.
Por ser concebida como uma organização, a biblioteca de instituição de
ensino superior, conforme Dante (s.d.) é vista como o conjunto de pessoas que
visam atingir um objetivo específico, a partir do desenvolvimento de atividades,
habilidades, enfoques e técnicas que possibilitem atingir a meta proposta, sendo
que tais ações são definidas como gestão.
Por gestão, entende-se, portanto, como sendo o processo que utiliza uma
variedade de recursos, com a finalidade de apoiar os objetivos propostos pela
organização, cujo processo é constituído pelas seguintes funções gerenciais ou
administrativas:

2.1 PLANEJAMENTO

Barbalho; Beraquet (1995, p. 18) afirmam que esta função apresenta a
finalidade de determinar
a direção a seguir, mensurando os recursos disponíveis e os
necessários, implicando na compreensão da dinâmica das
mudanças oriundas do mercado, bem como da sensibilidade

�para identificação e canalização destas mudanças de forma
positiva para a Unidade de Informação.

Isso implica frisar que a biblioteca de instituição de ensino superior, por ser
concebida como unidade de informação, deverá como toda organização traçar
metas, a fim de satisfazer sua clientela em todas as suas necessidades, no caso
universitário, no que se refere ao ensino, pesquisa e extensão. Assim, esta serve
de apóio ao processo decisório, trazendo maior racionalidade à execução das
atividades propostas.
O processo de gestão, na visão de Dante (s.d.) exige uma ordem e
método, sendo necessário, desta forma, ser entendido a partir de uma
determinada lógica, a qual coloca o planejamento como o primeiro componente,
pois para permitir que os objetivos traçados sejam atingidos verdadeiramente,
apresenta os seguintes documentos: planos, programas,prognósticos e políticas.
Isso implica frisar que atividade de planejar ocorre em diversos níveis da
administração, não pertencendo exclusivamente à Alta Administração.
Em concordância com a autora supracitada, destaca-se Ferreira (1983,
p.13 apud MACIEL;MENDONÇA, 2000, p.44) onde afirma que o planejamento
corresponde a prática inversa à improvisação, ou seja, nesse momento, os
gerentes deverão escolher quais os objetivos que serão atingidos primeiro e
assim sucessivamente, ou seja, “planejar consiste, portanto, em preparar e
organizar bem a ação necessária ao alcance dos objetivos fixados, somado ao
seu acompanhamento e revisão para confirmar ou corrigir o que foi decido
anteriormente”.
Por fim, a função planejamento, conforme Maximiano (2000), é
estabelecida, com a finalidade de permitir que a organização estabeleça as metas
que pretenderá atingir e, sobretudo, de que forma obterá seus objetivos.
Mediante o exposto, pode-se conceber a função planejamento como sendo
o processo que irá permitir que a organização consiga atingir os objetivos
desejados de uma modo mais eficiente, eficaz e efetivo.

�2.2 ORGANIZAÇÃO

Dante (s.d) destaca que a função organização, correspondendo ao
processo de dividir o trabalho a ser realizado, é desenvolvida nos diversos níveis
da administração. Ou seja, através desta, a organização permitirá não só a
determinação do que se espera atingir, mas também quem se responsabilizará
pelas atividades, com o intuito de permitir que se obtenha o desejado.
Segundo o ponto de vista de Chiavenato (1999, p.360), verifica-se que a
organização
[...] significa agrupar, estruturar e integrar os recursos
organizacionais, definir a estrutura de órgãos que deverão
administrá-los, estabelecer a divisão do trabalho através da
diferenciação, definir os níveis de autoridade e de
responsabilidade [...] para atingir os objetivos traçados no
planejamento.

Nessa etapa, com base no autor, o trabalho será distribuído conforme a
especificidade de cada setor da organização, garantindo, desta forma, o
cumprimento das atividades determinadas.
Nesse mesmo sentido, destaca-se Maximiano (2000) o qual destaca que
esta função é aquela que visa, como objetivo maior, estabelecer um cronograma
de ação, com base nos objetivos traçados na etapa anterior, a fim de determinar
quem irá desenvolver as atividades necessárias para o alcance das metas
traçadas.
Vale destacar também que, apresentando os objetivos da organização,
bem como demonstrando a situação real da mesma, a função organização
“[...] se propõe estabelecer a necessária estrutura organizacional para o
funcionamento de uma empresa, assim como a determinação dos recursos
necessários ao empreendimento [...]” (MACIEL; MENDONÇA, 2000, p. 46).
Enfim, através desta função, a biblioteca de instituição de ensino superior,
na qualidade de unidade de informação poderá definir, com precisão, quem irá

�realizar as atividades específicas e necessárias para se atingir as metas traçadas,
através da função planejamento.

2.3 DIREÇÃO

Como terceira função gerencial, destaca-se que a direção encontra-se
diretamente relacionada à função planejamento, já que a direção só será
estabelecida qualitativamente, caso o planejamento tenha ocorrido de forma
semelhante, estando portanto, em todos os níveis organizacionais.
Esta deve ser estabelecida, no sentido de melhorar, integrar, desenvolver,
orientar e coordenar a equipe, a fim de obtinham os resultados esperados.
Isso implica afirmar que a direção, cuja função se volta para a motivação
das pessoas para assegurar o cumprimento das atividades estabelecidas,
conforme

Maximiano

(2000),

é

dita

como a função responsável pela

implementação dos planos e acompanhamento dos mesmos.

2.4 CONTROLE

Concebida como a última atividades dentre a função gerencial ou
administrativa, percebe-se que para Maximiano (2000) esta etapa corresponde
ao processo de monitoramento das atividades que estão sendo desenvolvidas
para possíveis correções.
Estando,

também,

em

todos

os

níveis

pertencentes

às

função

administrativa, podendo ser um orientador e motivador da equipe. Seguindo esse
raciocínio Barbalho;Beraquet (1995) destacam que esta função assegura que as
atividades sejam executadas de acordo com os planos.
Para Dante (s.d.), esta é definida como o processo de supervisão das
atividades traçadas, com o intuito de permitir a realização dos serviços

�necessários, bem como detectar possíveis erros para a providência de soluções,
quando necessário.
Como se pode perceber, as bibliotecas de instituições de ensino superior
se engajam no âmbito da administração, no sentido de contar com as quatro
funções gerenciais ou administrativo.

3 GESTÃO DO CONHECIMENTO NAS BIBLIOTECAS DE INSTITUIÇÃO DE
ENSINO SUPERIOR

Conforme a discussão que será vista a seguir, a gestão do conhecimento
corresponde ao processo que permite que a biblioteca de instituição de ensino
superior consiga obter maior competitividade no mercado que se encontra,
atualmente, tão competitivo.
Isso

implica afirmar que a gestão do conhecimento visa estabelecer o

processo de manutenção do conhecimento no interior da organização, sendo que
se faz necessário frisar a diferenciação entre as variáveis que correspondem às
etapas de geração do conhecimento, ou seja:

Inteligência
Conhecimento
Informação

Novas Experiências e Conhecimentos

Novos Produtos e Processos
Análise e Compreensão / Faz Sentido

Dado

Figura 1 – Etapas de geração do conhecimento
Fonte – Adaptação de DANTE (s.d.)

Sem valor / Sem sentido

�Com base na figura 1, tais variáveis encontram-se presentes no cotidiano
de toda e qualquer organização, portanto, faz parte das bibliotecas de instituições
de ensino superior, já que é com conhecimento que transformamos dados em
informações e, posteriormente, por meio da análise e compreensão das
informações é se chega a novos produtos e processos que, conseqüentemente,
resultarão em novas experiências e conhecimentos à organização.
Isso implica frisar que os dados correspondem a algo sem valor para o
indivíduo, portanto, sua existência não é concebida como algo relevante. Já a
informação são os dados informacionais que estão relacionados ao que se
denomina potencial significativo. O conhecimento é concebido como sendo
estruturas informacionais que, ao internalizarem, interam-se ao sistema simbólico
de mais alto nível e permanência. Por fim, a inteligência é a estrutura do
conhecimento que sendo contextualmente importante permite a intervenção
vantajosa da realidade (DANTE, s.d.).
Essas concepções, no que tange ao ambiente organizacional são
concebidas como sendo o processo de inteligência empresarial. Por esta razão,
destaca-se o quanto o conhecimento é relevante para as bibliotecas de
instituições de ensino superior, uma vez que não se pode conceber as unidades
de informação como sendo um conjunto de pessoas, mas sim como o processo
que gera, devido as ações compartilhadas, novas formas de interagir com a
realidade.
É por esta razão que se reafirma que a gestão de conhecimento garantirá
às unidades de informação o processo de competitividade, através da promoção e
motivação das pessoas, permitindo a mudança organizacional, a fim de assegurar
o sucesso esperado.
Para isso, faz-se necessário a construção de um modelo de gestão que
garanta às bibliotecas de instituição de ensino superior estabelecer princípios de
gestão para as mesmas, já que estas são concebidas como organização. Nesse
sentido, utilizou-se como base a obra de Dante.

�Conforme a autora, a gestão para bibliotecas deve resultar em um plano de
ação, apresentando, para isso, os seguintes elementos: visão, missão, objetivos,
elaboração de uma estratégia, implantação da estratégia e avaliação dos
resultados obtidos.
A visão, representa a imagem que se pretende que a organização atinja,
sendo que deve ser descrita em tempo presente, cuja visão compartilhada faz
com que um grupo de pessoas decidam o futuro da organização.
A missão refere-se ao que se espera da organização, servindo como guia
para o que está sendo estabelecido e o que se pretende chegar, uma vez que
esta sendo bem estruturada, expressará o propósito distinto estabelecido pela
organização.
Dante (s.d.) destaca que os objetivos são

as metas definitivas e

determinadas a curto ou a longo prazo, diferenciando-se, entretanto, dos objetivos
financeiros e estratégicos.
A elaboração e a implantação de uma estratégia correspondem aos
processos de, primeiro, estabelecer um padrão dos movimentos da organização e
dos enfoques da direção que estabeleceu os objetivos, bem como garante o seu
desenvolvimento.
Por fim, a avaliação dos resultados é apresentada, devido esta servir como
subsídio para a identificação não só do cumprimento das atividades, mas também
a identificação da satisfação dos objetivos perante à clientela.

4 CONCLUSÃO

Conforme visto no texto anterior, as bibliotecas de instituições de ensino
superior, devido serem unidades de informação, devem ser concebidas como
uma organização propriamente dita, apesar de não se voltar para fins-lucrativos.
Afirma-se

isso,

pois

visar

retorno

financeiro

junto

às

atividades

biblioteconômicas não deve representar uma prática, uma vez que a função do

�bibliotecário administrador é fornecer a informação certa, rápida e precisa para a
sua clientela, a fim de atender suas necessidades informacionais.
Por esta razão, faz-se necessário que as unidades de informação, na figura
do recursos humanos, deverão compreender os conceitos gerenciais clássicos, já
que desta forma as mesmas poderão interagir com a realidade a qual encontra-se
inserida, obtendo verdadeiramente a satisfação da clientela que se destina
atender não só no âmbito do ensino, mas também pesquisa e extensão.

REFERÊNCIAS
ARRUDA, Susana Margareth de; CHAGAS, Joseane. Glossário de
biblioteconomia e ciências afins: português – inglês. Florianópolis: Cidade Futura,
2002.
BARBALHO, Célia Regina Simonetti; BERAQUET, Vera Silvia Marão.
Planejamento estratégico para unidades de informação. São Paulo: Polis, 1995.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos novos tempos. Rio de Janeiro:
Campus, 1999.
DANTE, Gloria Ponjuán. Gestión de información las organizacionesI: principios,
conceptos y aplicaciones. Prorrectória: Universidad de Chile, [s.d.].
FERREIRA, Francisco Whitacker. Planejamento: sim ou não. 4. ed. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 1983 apud MACIEL, Alba Costa; MENDONÇA, Marília
Alvarenga Rocha. Bibliotecas como organizações. Rio de janeiro: interciência /
Niterói: Intertexto, 2000.
MACIEL, Alba Costa; MENDONÇA, Marília Alvarenga Rocha. Bibliotecas como
organizações. Rio de janeiro: interciência / Niterói: Intertexto, 2000.
MAXIMIANO, Antônio César Amaru. Teoria geral da administração: da escola
científica à competitividade na economia globalizada. 2. ed. São Paulo: Atlas,
2000.

�SOUZA, Marta Alves. Gerenciamento de bibliotecas universitárias segundo
enfoque sistêmico: uma nova maneira de pensar organização, sistemas e
métodos dentro das bibliotecas. Disponível em: &lt;http://www.google.
Com.br/search?q=cache:kNoAJJEUhLgJ:snbu.bvs.br/snbu2000/docs/pt/doc/poste
r013.doc+%22gerenciamento+de+bibliotecas+universit%C3%A1rias%22&amp;hl=pt-B
R. Acesso em: 15 jun.2004.

∗

Mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia. Professora Assistente do Departamento de
Biblioteconomia. Universidade Federal do Amazonas. guilhermina@ufam.edu.br

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Documentação&#13;
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          <description>An account of the resource</description>
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              <text>Discorre sobre a gestão do conhecimento para direção das bibliotecas universitárias. Aborda os conceitos, funções e sistemas de gestão no campo da administração, bem como as concepções e funções da biblioteca universitária. Apresenta a prospecção de um modelo de monitoramento de informação para unidades de informação de instituições de ensino superior, a partir das variáveis que envolvem as concepções da função de gestão, considerando os pressupostos assumidos pela gestão do conhecimento.</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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