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                  <text>SI ^sarsüsris cs

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��TEHCEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DS BIBLIOTECONOMIA E DOCU!;IENTAÇÃO

Informaçoes sobre bibliotecas escolares da
Secretaria de Educação e Cultura do Rio Grande do Sul
por
Elvira Barcelos Sobral

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6.
V.8

Curitiba
1961

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Tema VI - Tipos de "bibliotecas

INPOmtAÇÕ JS SOBRE BIBLI0T5CAS ESCOLARES
SECRETARIA DE EDUCAClO E CULTURA DO

RIO GRANDE

DA
DO

SUL

POR
Elvira Barcelos Sobral

Sinopse
1» PARTE: CURSO BÁSICO DE BIBLIOTECONOMIA PARA PROPESSORJJSÍ
a) Criação b) Finalidades c) Programa d) Candidatos e) Duraçao f) Horário g) Professores h) Matérias i) Certificados»

2» PARTE: ORI.ÜlNTAÇlO DE BIBLIOTECAS ESCOLARES s
a) Criação b) Como se processa c) Atividades das bibliotecas
escolares d) Plano de trabalho para o ano de I96I.

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♦

�III C0FGR.a5S0 BR/VSIL IIR ' ^ BIBLIOTBCOHOMIA B DOOUMXaJTAg3LO
Curitiba - 1961

INFORMAyOES SOBRE BIBLIOTECAS ESCOLARES
M
3ECR-1TARIA BE EBUCAÇSO E CULTURA ^ MO GRAITBE BO SUL
Por Elvira Barcelos Sobral
Orientadora de biblioteca escolar do
Centro de Pesquisas e Orientação Educaionais
da
Secretaria de Educação e Cultura do Rio Grande do Sul

i?. parte
CURSO BÁSICO M BIBLIOTECOITOMIA PARA PROFESSORES
O Centro de Pesquisas e Orientação Educacionais, órgão técnico
da Secretaria de Educaçao e Cultura, dentro do que lhe compete, de acordo com o
artigo 12, inciso 111, letras a e b, do Becreto n^ 420?, de 10 de outubro de 1953y
realiza um curso de especializaçao em Biblioteconomia, bem como, mantém atividades de orientação especializada junto às bibliotecas dó escolas Primárias, Normais o Secundárias do Estado.

,

a) Criação

curso

Em 1956, a S.E.C., por iniciativa da então Diretora do C.P.O.E.,
Exma, Srta, Alda Cardozo Kremer, foi solicitado, â Associação Rio-Grandense de Bifeliotec
bliotecários, colaboração técnica^ com a finalidade de emprender um curso especializado em Biblioteconomia, destinado aos professores que exercem suas fimçoes Junto às bibliotecas escolares.
A, então, presidente da A.R.B,, Srta. Sully Bjcodbeck, prontamente atendendo à solicitação do C.P.O.E., estudou e preparou o programa e, assim, te
ve início em I956, o CURSO BÁSICO DE BIBLIOTECONOMIA PARA PROFESSORES, da S.E.C.,
supervisionado pelo C.P.O.E.
Este ano, o curso foi destinado, somente, aos professores da
capital. Em 1957, estendeu-se aos professôros do interior do Estado e, em 1953»
passou a atender, também, professôros de escolas particulares.
Até a presente data já foram entregues, pelo C.P.O.E., 87 certificados de aproveitamento.
b) Finalidades do curso
O curso dá o preparo técnico especializado aos professores encar
regados das bibliotecas escolaros&gt; procurando dotar estas entidades com elementos
aptos no desempenho da função bibliotecária, Pois que, do acordo com os princípios
que regem a direção da aprendizagem era todos os níveis, as bibliotecas escolares
devem constituir verdadeiros centros do estudos para os alunos, necessitando apresentar organização atualizada e acorde aos seus fins.
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c) PrO;2T£una
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�um troinamento completo nesse campo de estudo&gt; hatiiiitando-os, a bem resolver as
necessidades dos diversos serviços da "biblioteca escolar.
d) Candidatos
Os candidatos devem ser óloiaôntOB indicados pelas Delegacias Regionais
de Ensino ou Direções das escolas, entrotanio, sondo observadas as seguintes condições?
a) apresentar diploma de professor5
b) efetividade no magistdrioj
c) gosto o entusiasmo polo trabalho em biblioteca;
d) possibilidade do permanência na capital, durante o período de um
ano letivo, exceptuando-se o período de férias de inverno;
e) integração social;
f) compromisso da parto da Escola e do professor indicado, de permanência, após o Curso, na biblioteca da Escola de origem, que no interior do Estado, servirá do centro de observação e orientação no que se refere às modernas técnicas bibliotocônômicas.
o) Duração
O curso tem a duraçao do 8 meses, compreendendo o período de abril â
dezembro, com interrupção cm Julho, durante as férias de inverno,
f) Hordrio
As aulas sao diárias, exceptuando-se quartas-feiras c sábados, em número do 8 horas semanais.
g) Professôir&amp;aLocionam no curso professoras com o curso do Biblioteconomia.

h) Matérias
Organização £ Administração do Bibliotecas
Esta matéria ostá organizada de forma a dar aos alunos as noções básicas para a organizaçao o administraçao do bibliotecas escolares, desenvolvendo um
estudo completo sobre os vários serviços do rotina.
1. Princípios geraiss
a) Histórico da evolução das bibliotecas.
b) Tipos de bibliotecas
c) Depósito legal o Direitos autorais.
2. Finalidades da biblioteca escolar. Conceito moderno da biblioteca"(função social e educativa.
3. Bibliotecário escolar ( e da biblioteca infantil)t conhecimento e
qualidades essenciais.
4. Atribuições do professor o do bibliotecário no processo de aprendizagem.
5. Instalaçao da biblioteca escolar: local, decoração, mobiliário,
6. Acorvo da biblioteca escolar ( o da biblioteca infantil);
a) Princípios de seleção de livros.
b) Apreciaçao e crítica do revistas, jornais e suplementos infantis.
c) Aquisição; verbas, duplicatas, intercâmbio.

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�7. Tratamento do matoriais ospcciaiss pcriódicos, folhetos, gravuras
G rocortoa do jornr.is, mapas, diapositivos, filmes, etc,
8» Colaboração dos alunos na organização da bitliotoca.
9. O uso dos livros o da biblioteca.
10» Orientação do leitura. Atividade da hilsliotecária para medir o
acompanhar a evolução da apreciação da criança.
11. Atividades q.ue a biblioteca escolar ( e infantil) podo organizar
e dnsonvolver.
12. Rodo do bibliotecas infantò-juvonís de São Paulo.
13. Empréstimo domiciliar.
14. Restauração, encadernação, desinfocção das coleções.
15. Publicidade, llstatísticas. Estatutos.
16. Organizações nacionais e internacionais relacionadas com biblioteconomia e bibliografia.
Catalogação
Ssta matíria comprcende \ima das partes fundamentais da Biblioteconomia o 30 destina a dar '^aso sólida para o conhecimento da catalogação sob seus
vírlos aspectos. As aulas serão teóricas e práticas.
a) Teoria
1. Catalogação? função, definição, material o objetivo,
2. História dos catálogos.
3. Tipos do catálogos: impressos o cm fichas. Para o público o o
bibliotecário.
4. Código do catalogação da Biblioteca Vaticana, Partes em quo se
divide.
b) Prática
1. Partes impressas do livros sou uso em catalogação; colação, imprenta o conteúdo,
2. Catálogo dicionário.
3. Catálogos auxiliaros do bibliotecário: topográfico, identidade
(nome certo)&gt; cabeçalhos do assunto.
4. Técnica de fichagem. Ficha continuação. Continuação do conteúdo.
Ortografia o pontuação de fichas.
5. Formas do autores; anônimos, pseudônomis; individuais, coletivos
sociedades o governo como autores, etc. Fichas secundárias de
autores. Autor como assunto (biografias).
6. Formas de títulosí títulos como entrada principal o secundária,
7. Assunto. Sugestões práticas para a escolha dos cabeçalhos de
assunto, Romissivas; sinônimas d relaciona,des. Uso das listas
do cabeçalhos do assunto,
8. Finhas analíticas.
9« Fichas do sório.
10, Catalogação simplificada.
11« xilfaoetaçoo do catálogo dicionário.
c) Especialização
Sugestões para escolh? de eaboçalliorj í.i

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�OlassificaQEo
3sta raatória comproondo o ostudo dos diversos sistomas do /
classificaçã», Emprego do Sistema Decimal do Molvil Dcwoy, com aulas teóricas,
suplementadas com aulas práticas, dadas nas "bibliotecas escolares.
a) Teoria.
1. Introdução â classificação? definição, finalidades, ofoito.
2. Rosiimo dos sistèmaff do classificação bibliográfica mais co■ nhecidos, antigos o modernos.
3. ClassifiÊação Decimal do Molvil Dowey. Histórico o caracto,

rísticas. Vantagens.
b) Prática
1. Leitura técnica do livro. Regras básicas para a escolha da
classificc,ção adequada.
2. Estudo o aplicação da Classificação Decimal de Molvil Dowoy
(até o 3° sumário).
3. Número de chamada. Sua exposição. Tabela do Cuttor.
4. Colocação dos livros nas estantes do acordo com o sistema de
classificação adotado.
c) Especialização

I
1. Finalidades da classificação na Biblioteca escolar ( o in-

'

, fantil).
2. Classificação Decimal do Dewey abreviada para o uso das bibliotecas escolares ( o infantis)
3. Livros infantis do ficção. Como classificá-los.

Referência o_ Bibliografia
Esta matôria comproondo os princípios fundamentais do Serviço
do RoforSncia, o estudo do material empregado e a prátifia do sou manuseio. Sendo
observadas o estudadas, obras de referência indispensáveis à biblioteca escolar
( o infantil).
1. O serviço do roforôncia, característica da bibliotoca moderna,
2. Características das obras do refercncia. Critórios para aprociaçao dos diferontoo tipos do obras de referência.
3. Conhecimento prático dos mais credenciados dicionários da lín, gua portuguesaI bilingües? tipos especiais de dicionários.
4. As mais conhecidas enciclopédias.
5. Bibliografias brasileiras. Fontes para cstudp de geografia,
história, educação, literatura (naciona.1^ riograndonso o infantil), etc,
6. Fontes biográficas para o Brasil&lt; Coleção do biografias em
fiÉhas.
7. Livros do referência indicados para bibliotecas escolares ( o
infantis). Atlas. Mapas,
8. Documentação nas osöOlas.
9. Compilar bibliografias. Roforonvias bibliográficas.

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�o aproveitamento do Cursp Básico do Bibliotoconomia para profossôros, á verificado por moio do sabatinas monsais c oxamoss cm julho o cm dozcmtro; apresentação do lom trabalho sobro organização o administraçao do biblioteca escolar5 apresentação do Catálogo dicionário e catálogos aiixiliaros relativo às obras estudadas durante o ano; apresentação do catálogo das obras do reforônffiia observadas no docorrer do curso.
E considerado, tambóm, a freqüência às aulas, outrossim a freq_ti6ncia o o aproveitamento no estágio.
O estágio 6 obrigatório durante todo o por-iodo do curso. B
feito em bibliotecas escolares, prèviamento designadas pelo coordenador do curso.
Aos alunos 6 conferido um certificado de aproveitamento o freqüência.
Este certificado dá ao aluno, direito do exercer.a função de
bibliotecário em escolas PrimáriaSj Secundárias o Normais, da S.E.C. e de escolas particulares.

^ PARTE

0RIEITTAg]l0 DE BIBLIOTECAS ESCOLARES

a) CRIAÇjlO
Simultânoamento , à criação do Curso Básico de Biblioteconomia
para professores, em 1956, o C.P.O.E, deliberou que, as bibliotecas escolares fossem orientadas por um elemento especializado. Assim, pela primeira voz cm nosso
Estado, esta instituição escolar passou a receber assistência de uma orientadora
bibliotecária.
Iniciamos a orientação, visitando as escolas que haviam enviado
olomentos ao Curso de Biblioteconomia do C.P.O.E.
Em 1957, nosso trabalho foi muito ampliado, atendíamos às solicitações, tanto de escolas mantidas pela S.E.D. como do escolas particulares. Foi
iniciado, Tambóm, neste período, as reuniões monsais de orientação, congregando
elementos que trabalhem em bibliotecas osdolc,rcs.
Atualmente, somos duas orientadoras para o a,tendimento dêste
trabalho na Capital e arredores.

b) COMO SE PROCESSA
A orientação junto às bibliotecas escolares se processa da seguinto maneirai

t
1. Visitas às bibliotecas
Todas as bibliotecas das escolas, da S.S.C,, são orientadas,
cabendo a, cada escola, no mínimo, dua.s visitas mensais.
Estas visitas visam orientar e observar o trabalho realizado
na biblioteca, cooperando para sou desenvolvimento.
As bibliotecas de escolas particulares, tambóm, são visitadas,
quando solicitam a orientação ao C.P.O.E.
ões com os

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bibliot;;!^'r;l .

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�são congregados mensalmente oara uma reunião àe orientação,
Essas reuniões são realizadas -nas "bibliotecas das escolas
da capital e das cidades próximas, com a finalidade des orientar5
solucionar problemas, esclaöecer dúvidas; atualizar a ampliar conhecimentos de biblioteconomia; trocar experiências; conhecer o acervo e criticar construtivamente a organização da biblioteca onde
se realiza a reiinião.
Dá-se, ainda, notícias sobre acontecimentos de relevância
da bibliote conomia nacional e internacional 5 sugestões paôa melhor
desenvolvimento do trabalho; bibliografias referentes à Educação
compiladas pelo C.P.O.E. e o trabalho que deverá ser desenvolvido.

3. Reuniões com _o corpo docente da escola
Periodicamente, aão feitas reuniões com os professores
de cada escola, tendo como objetivos! esclarecê-los sobre o trabalho que a biblioteca est^ realizando; solicitar sugestões para um
melhor entrosamento entre o trabalho da biblioteca e o de classe;
criar e desenvolver uma consciência biblioteconômica no magistério,
destacando o valor e importância dos serviços bibliotecários.
4. Palestras nas reuniões do Círculo de pais _e mestres
Aproveitando a presença dos pais dos alunos na escola,
por ocasião das reuniões realizadas pelo C-írculo de pais e mestres,
sao feitas palestras, nas quais são dados esclarecimentos relativos
à finalidade das bibliotecas oscolases.
Pretendemos, através dêste contacto, criar uma compreensão mais clara da missão educativa da biblioteca escolar, incentivando-os a cooporarem com esta instituição da escola.
5• Publicações
O C.P.O.E. mantém orientação às bibliotocas escolares, por
meio de artigos publicados na Revista do Ensino, periódico editado
pela S.E.C., do Ri:o Grande do Sul.
^ • Correspondência
A orientação às bibliotocas escolares do interior do IDstado.
é feita por corrospondôncia.
E enviado, tamb'm, cópia da ata relativa às reuniões mensais, realizadas com os professores bibliotecários e, em outubro,
do cada ano, um Relatório em forma do questionário, para ser preenchido o devolvido em dezembro.
7• Atendimento no C.P.0.E.
As orientadoras de biblioteca escolar fazom sou expediente
junto ao C.P.O.E., duas v"zos na semana, para o atendimento das soli
citações dirigidas a esto órgão, relativas à instituição quo orien^
tam.

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�c) ATIVIDADES DAS BIBLIOTiPCAS BSCOLARUiS
1. Organização
As bibliotecas oscolarcs ostão sondo instaladas em salas apropriadas, com mobiliário adequado, conforme modelos fornocidos polo C.P.O.Ej
organizadas do acordo com sua finalidade educativa o pedagógica5 classificadas
ficadas pelo sistema decimal do Mclvil Dewey, usando a catalogação simplificada no Catálogo dicionário, lofialização relativa o do livre acesso.
Permanecem abortas durante o horário escolar e fazem empróstimo
domiciliar aos àiunos, professores c olomentos relacionados à escola.
2. Regulamentação
As bibliotecas escolares são regidas por Estatutos, distribuídos
polo C.P.O.E.
Cabe ao professor bibliotecário registrar as atividades diárias
da biblioteca, elaborar a estatística mensal relativa a estas atividades o apresentar o Relatório anual dos trabalhos desenvolvidos pela
mesma.
3• Recursos financoiros
As bibliotecas escolares lutam com grandes dificuldades financeiras. As verbas do Orçamento da S.E.C., destinadas a esta instituição, são doficiontcs.
Contam com doações do Instituto Nacional do Livro, do Centro Rogional de Pesquisas Educacionais, da contri^ição dos professores o
alunos, da ajuda das demais instituições escrolaros o auxílios dc soclodados, como Ratary-Club o outras.
4» Atendimento das classes
O atendimento das classes 6 feito quando solicitado pelo professor,
q;uo indica o horário e o assunto cm estudo,
são atendidas todas as classes da escola, inclusive o Jardim de
Infância.
No desenvolvimento do trabalho, alJm do material bibliográfico,
S usado a Hora do conto, dramatizações, projeções, concursos do perguntas o respostas, jogos educativos, etc,
5* Participação dos alunos na organização da Biblioteca
Os aluhos participam ativamente da organização das bibliotecas escolares.
Orientados pelos profossCres bibliotecários, cm horário ospecia}
prestam sua colaboraçao, realizando trabalhos do acordo cora suas capacidades .
Estos, organizados por equipes, oncarrogam-se dos recortes, montagens de gravuras, carimbagem, rostauraça.o de livros, desdobramento
do fichas, etc,
Familiarizam-so, ainda, cora ■&gt; acervo, aprendera a atender ao eraprós

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�tinjo, auxiliando o professor bibliotecário, q.uando nocossário.
6. Outras átividados
A fim do melhor colaborar com a escola, no dosonvplvimonto intelectual da criança, as bibliot4cas escolares vêm promovendo o desenvolvendo diferentes atividades, tais como;
a) organização o manutenção do Jornal mural|
b) campanhas educativas 5
c) palestras relativas à Educação, Literatura o Artes;
d) entrevistas com intelectuais!
à) visitas â bibliotecas, museus e exposições culturaisf
f) exposições bibliográficas;
g) feira do livro nas escolas,
7 • Bibliotecas orientadas
Rocçbom, atualmente, orientação do C.P.O.E. , 107 bibliotecas
escolares,
d) PLANO m TRABALHO P/JIA O M[0 L3TIV0 ÇS 1061
Aguardando aprovação do C.P.O.E,, nosso planodo trabalho para o
ano letivo de 1961, prevê o seguihtej

a) elaborar e manter um Catálogo centralizado da rode de bibliotecas escolares do Estado, na capital, junte ao C.P.O.E,,2o,
ne interior, junto às Delegacias Regionais de Ensino;
b) estimular a fundaçn.o de Clubes do leitura;
c) orientar e regulamentar um Concurso literário infantil;
d) solicitar â S.E.C. , quo promova, através do C.P.O.E. , tun
curso do revisão para 03 professores bibliotecários;
e) solicitar do C.P.O.E. , que sejam tomadas providências, para o registro das bibliotecas escolares do Estado, juhto a
esto 5rgão;
f) solicitar da S.E.C., o-reconhecimento oficial das Recomendações da tese; PLANO DE UKÍIPICAÇÍIO E DESENVOLVIMENTO DAS BIBLIOTECAS ESCOLxiRES, trabalho em equipe das prodossôras bibliotecárias Dulce Silveira, Nelcy Nascimento o Yeda Castro,
orientadora Elvira Barcelos Sobral, apresentado o aprovado
no III Congresso Naci -nal de Professores Primários, 1958*

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              <text>Informações sôbre bibliotecas escolares da Secretaria de Educação e Cultura do Rio Grande do Sul</text>
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