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                  <text>AUDITORIA INTERNA DO SISTEMA DE GESTÃO PELA QUALIDADE

Adriana Bueno Moretti∗
Geraldo Pereira Junior∗∗

RESUMO
O trabalho faz uma abordagem teórica ao enquadramento da Auditoria Interna,
começando por definir Auditoria, enumerando os tipos, enquadrando-a na
classificação. Abordamos, dada a sua importância para a Auditoria, o controle
interno: fatores que o influenciam, tipos de controle, métodos, relação com a
Auditoria, avaliação e relatório. A Auditoria Interna fornece análises, apreciações,
recomendações, sugestões e informações, relativas às atividades examinadas,
incluindo a promoção do controle eficaz a custo razoável. O auditor interno deve
revelar as fraquezas, determinar as causas, avaliar as conseqüências e encontrar
uma solução de modo a convencer os responsáveis a agir. Em suma, sem
pretender compilar um manual acerca de Auditoria Interna, este trabalho visa
demonstrar que o auditor interno não é um "polícia", mas um profissional que
pretende responder às expectativas da Administração sobre os maiores riscos da
empresa: observando, aconselhando e esclarecendo os responsáveis envolvidos,
persuadindo-os a implantar as ações corretivas necessárias. Além disso, que a
Auditoria Interna é uma função de apoio à gestão, baseada num processo
sistemático, utilizando as técnicas de Auditoria apropriadas.
PALAVRAS-CHAVE: Auditoria interna. Gestão. Qualidade

A auditoria interna é ferramenta chave de Gestão para atingir os objetivos
estabelecidos dentro de uma política organizacional, pois determina se os
requisitos estão adequados, e é também um instrumento usado pela supervisão
para melhorar o desempenho da organização. Deve ser entendida como uma
atividade de assessoramento à administração, quanto ao desempenho das
atribuições definidas para cada área, mediante diretrizes, políticas e objetivos.
Requer um exame sistemático e independente para determinar se as
atividades da qualidade e seus resultados estão de acordo com as disposições

�planejadas e se estas foram efetivamente implementadas em função dos
objetivos propostos para o Sistema de Gestão pela Qualidade da empresa.
A auditoria interna realizada na Divisão de Biblioteca e Documentação
(DIBD) da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (ESALQ), da
Universidade de São Paulo (USP), é do tipo Sistêmico, isto é, desempenha suas
atividades de planejamento estratégico, tático e operacional, sendo as mesmas
executadas pela própria biblioteca.
É feita mediante o exame da adequação e eficácia dos controles,
integridade e confiabilidade das informações e registros, e sistemas estabelecidos
para assegurar a observância das políticas, metas, planos, procedimentos e sua
efetiva aplicação pela DIBD.
A DIBD pratica a auditoria classificada como de Conformidade, que trata
sobre o sistema documentado, implantado e estabelecido na organização, e já se
encontra no segundo ano de realizações de auditorias internas. Atualmente é
aplicada em doze processos de trabalho nas doze UGBs (Unidade Gerencial
Básica) e três bibliotecas setoriais a cada trimestre, desde que foi implantado o
Sistema de Gestão pela Qualidade.
Para se realizar uma auditoria interna, é elaborado no final de cada ano o
Planejamento de Auditorias (ANEXO 1) que contém todos os processos que
serão auditados, as técnicas, a periodicidade (a cada três meses, março, junho,
setembro e dezembro), o nível da estrutura (estratégico, tático, operacional, e
gerência), as diretorias/UGBs que são: Diretoria de Tratamento da Informação
com as UGBs Conservação do Acervo, Produção Intelectual, Seriados,
Monografias, Seleção e Aquisição; Diretoria de Acesso à Informação com as
UGBs Circulação e Empréstimo, Cópias, Referência, Comutação Bibliográfica e
Publicação e Divulgação; Diretoria Técnica com as UGBs Tecnologia da
Informação e Apoio Administrativo e as 3 Bibliotecas Setoriais e os 7 auditores. O
Planejamento de Auditorias é como um cronograma onde se assinala quando,
quem e auditores que realizarão as auditorias a cada trimestre.

�Atualmente na DIBD são auditados doze Processos (ANEXO 2) que são
Gestão Sistêmica que gera a análise crítica e as técnicas resultados e melhorias
planejadas; Política Básica que dá a noção de amplitude, isto é, como ela se
espalha pela empresa e profundidade, isto é, o conhecimento delas pelas
pessoas; Informação e Documentação que produz indicadores (resultados) e
sistema de informação, que é a distribuição de registros e controle de documentos
externos; Desenvolvimento de Política e Planejamento que traz o planejamento
(planejamento estratégico), profundidade (conhecimento que a UGB tem sobre as
políticas do ano) e amplitude (como a política do ano é divulgada na empresa);
Gerenciamento Geral Específico que consiste na execução (PDCA nas áreas,
eficácia e workshop); Cobertura e Alteração no Mercado que mostra a satisfação
(pesquisa com o cliente) e análise do contrato (análise crítica de contrato);
Definição de Produto Adequado que gira em torno dos produtos (definição dos
produtos e matriz P.O. x colaborador); Produção Enxuta que traz os requisitos da
qualidade (uso das ferramentas de controle da qualidade); Envolvimento das
Pessoas que gera rastreabilidade dos produtos, inspeção (ensaios realizados no
processo), identificação do produto (sistemática de identificação do produto bom),
identificação do produto não conforme (sistemática de identificação do produto
com problema) e instrumento de inspeção e ensaio (calibração dos instrumentos
de inspeção); Ambiente Propício ao Desenvolvimento de Talentos que checa a
competência (matriz de competência para contratação), o planejamento (matriz de
certificação), a realização (matriz de certificação) e a avaliação (provas e
gráficos); Liderança que mostra a administração visível (quadro analisado e
perambulação); e por último e não menos importante o Shake Down e Auditoria,
que gera planejamento (montagem do planejamento de auditoria), execução
(roteiros de auditoria preenchidos) e análise crítica (relatório final de auditoria).
O Roteiro de Auditoria Interna (ANEXO 3) foi elaborado com a finalidade de
guiar o auditor no momento em que está realizando uma auditoria. É nele que são
anotadas as observações e onde os vistos (assinaturas) e datas vão constar. Há
também, o nome do auditor, o nome do(s) auditado(s), o nível/UGB, o número e
nome do processo que traz o item observado, questões, evidência, constatação,
pontos positivos a serem considerados, e não conformidades emitidas.

�As não conformidades que forem encontradas durante a auditoria gera um
relatório chamado Relatório de Não Conformidades (ANEXO 4) que é preenchido
pelo próprio auditor e onde apresentam a constatação, a ação corretiva e o
acompanhamento de ações.
Depois de feita a auditoria, os Roteiros e os Relatórios de Não
Conformidades, são entregues ao auditor líder para que este possa elaborar o
Relatório de Auditoria (ANEXO 5), onde o auditor sintetiza as informações
fornecidas pelos Roteiros.

Consta neste Relatório,

os comentários e

observações, os níveis auditados, as UGBs auditadas, os processos auditados, o
número de Não Conformidade, a carga horária, os pontos críticos dos processos,
pontos positivos dos processos, a data e a assinatura.
Posteriormente o auditor líder deve envia-lo imediatamente à Diretora Ténica
que agendará uma data para a reunião com as outras Diretoras, para analisar e
elaborar a Análise Crítica a fim de assessorar a administração e constituir um
controle gerencial que atue através do exame e avaliação de adequação e
eficácia de outros controles. A natureza da auditoria interna é uma atividade de
avaliação independente dentro da organização.
Objetivo e Escopo
O objetivo da Auditoria Interna é assessorar a organização no
desempenho efetivo de suas funções e responsabilidades, fornecendo-lhe
análises, apreciações, recomendações, pareceres e informações relativas às
atividades examinadas, promovendo, assim, um controle efetivo a um custo
razoável.
O escopo da Auditoria Interna está voltado ao exame e à avaliação da
adequação e eficácia do sistema de controle interno dentro da organização,
bem como à qualidade do desempenho no cumprimento das atribuições e
responsabilidades. Nos seus trabalhos a Auditoria Interna examina e avalia os
seguintes aspectos:
- a integridade e confiabilidade das informações gerenciais e os meios utilizados
para identificar, avaliar, classificar e comunicar tais informações;

�- os sistemas estabelecidos para assegurar observância das políticas, planos,
procedimento, leis e regulamentações que possam ter um impacto significativo
sobre as operações e informações, bem como verificar se a organização os
segue;
- os procedimentos para salvaguardar dos ativos e comprovar a existência de
tais ativos, se for o caso;
- a eficiência, a eficácia e a economia na utilização dos recursos;
- as operações ou programas para verificar se os resultados são compatíveis
com os objetivos e meios estabelecidos e se estão sendo executados de acordo
com que foi planejado.
Responsabilidade e Autoridade
O objetivo, autoridade, responsabilidade e atribuições da Auditoria
Interna devem estar definidos em um documento formal (Manual de
Organização), aprovado pela Diretoria Técnica.
O referido documento deve deixar claro os objetivos da Auditoria Interna,
especificar o escopo de seu trabalho, esclarecer que a competência a ela
atribuída não exclui a responsabilidade dos setores envolvidos.
Essa responsabilidade compreende a coordenação das atividades da
Auditoria Interna com as das demais unidades, visando atingir com maior
facilidade seus objetivos, assim como os da organização.
Independência
Os auditores devem ser independentes das atividades que auditam. Os
auditores internos são independentes quando podem exercer suas funções livre
e objetivamente. A independência permite aos auditores fazer julgamentos
neutros e imparciais, o que é essencial para a realização de uma boa auditoria.
Esta é obtida através do "status" organizacional e objetividade.
O "status" da função de Auditoria Interna na organização deve ser
suficientemente elevado para assegurar um amplo alcance na cobertura de
auditoria, visando garantir a aceitação e ação efetiva sobre os achados e
recomendações.

�A objetividade requer que os auditores internos tenham uma atitude
mental independente e plena convicção no resultado de seu trabalho.
O auditor não deve elaborar procedimentos, assim como desenvolver,
implantar, ou operar sistemas (ou as partes dos mesmos) pertencentes aos
auditados, zelando, porém, para que existam os controles-chave. Caso isto não
seja observado, a objetividade da Auditoria Interna poderá ser comprometida.
Em suma, sem pretender compilar um manual acerca de Auditoria Interna, este
trabalho visa demonstrar que o auditor interno não é um "polícia", mas um
profissional que pretende responder às expectativas da Administração sobre os
maiores riscos da empresa: observando, aconselhando e esclarecendo os
responsáveis envolvidos, persuadindo-os a implantar as acões corretivas
necessárias. Além disso, que a Auditoria Interna é uma função de apoio à
gestão, baseada num processo sistemático, utilizando as técnicas de Auditoria
apropriadas.

REFERÊNCIAS

ANDRIANI, C.S. Quality Quadrinhos: programa de educação em
desenvolvimento pessoal. São Paulo: COMMIT, 2000.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Diretrizes para
auditorias de sistema de gestão da qualidade e/ou ambiental - NBR ISO
19011. São Paulo: ABNT, 2002.
ATTIE, W. Auditoria interna. São Paulo: Atlas, 2003.
CALEGARE, A.J. de A. Como avaliar a implantação da Qualidade Total em
organizações. Barueri: Inter-Qual International Quality Systems, 1999.
GIL, A. de L. Auditoria da qualidade. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1999.
GIL, A. de L. Auditoria operacional e de gestão. São Paulo: Atlas, 2003.

�JUND, S. Auditoria: conceitos, normas, técnicas e procedimentos. São
Paulo: 2001.
SILVA, J.L.R.da at al. Auditoria interna.
http://www.resumosconcursos.hpg.com.brT (21 maio 2004).

�ANEXO 1

PLANEJAMENTO DE AUD

RESULTADOS
1. GESTÃO SISTÊMICA

ANÁLISE CRÍTICA
MELHORIAS PLANEJADAS
AMPLITUDE

COMO A POLÍTICA BÁSICA SE ESPALHA PELA
EMPRESA

PROFUNDIDADE

O CONHECIMENTO DAS POLÍTICAS BÁSICAS
PELAS PESSOAS

2. POLÍTICA BÁSICA

3. INFORMAÇAO E
DOCUMENTAÇÃO

4. DESENV. DE POLÍTICA E
PLANEJAMENTO

INDICADORES

RESULTADOS

SISTEMA DE DOCUMENTAÇÃO

DISTRIBUIÇÃO, REGISTROS, CONTROLE DE
DOCUMENTOS EXTERNOS

PLANEJAMENTO

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E
DESENVOLVIMENTO

PROFUNDIDADE

Conhecimento que a UGB tem sobre as políticas do ano e seu
relacionamento com elas (políticas).

AMPLITUDE

Como a política do ano é divulgada na empresa.
PDCA NAS ÁREAS

5. GERENCIAMENTO GERAL
ESPECÍFICO

EXECUÇÃO

EFICÁCIA
WORKSHOP

6. COBERTURA E ATUAÇÃO
NO MERCADO

7. DEFINIÇÃO DE PRODUTO
ADEQUADO

SATISFAÇÃO

PESQUISA COM O CLIENTE (SATISFAÇÃO)

ANÁLISE CRÍTICA CONTRATO

ANALISE CRITICA DE CONTRATO
DEFINIÇÃO DOS PRODUTOS

PRODUTOS
MATRIZ P.O. X COLABORADOR
REQUISITOS DA QUALIDADE

8 PRODUÇÃO ENXUTA

USO DAS FERRAMENTAS DE CONTROLE DA
QUALIDADE

OPERACIONAL

TÁTICO

NÍVEL DA
ESTRUTURA

ESTRATÉGICO

DEZEMBRO

SETEMBRO

JUNHO

MARÇO

TÉCNICAS

PROCESSO

PERIODICIDADE
(3 MESES)

�ANEXO 2

PROCESSOS
1. Gestão Sistêmica
2. Política
3. Informação e Documentação
4. Desenvolvimento de Política e Planejamento
5. Gerenciamento Geral Específico
6. Cobertura e Alteração e Alteração no Mercado
7. Definição de Produto Adequado
8. Produção Enxuta
9. Envolvimento das Pessoas
10. Ambiente Propício ao Desenvolvimento de Talentos
11. Liderança
12. Shake Down e Auditoria

�ANEXO 3

Roteiro de Auditoria Interna
Data:

Auditado

Local

Evidência:

Analise Critica
Resultados: As metas almejadas pela organização foram alcançadas no
período.

Observação

Gestão Sistêmica

01

Questões

Processo:

Item Observado

Auditor:

Melhorias planejadas:As mudanças de rumo detectadas na análise crítica
foram efetivamente implementadas e acompanhadas para determinar sua
eficácia?

O que deve ser verificado nesse item é a capacidade da organização de cumprir os
planejamentos prgramados demonstrando sua capacidade de atingir metas

Neste processo são checados os requisitos 4.2.1.c e 5.4.2.b da Norma NBR ISO 9001:2000
Observações e Pontos Positivos a serem considerados:

Não Confromidades Emitidas:

Vistos e Datas:

Constatação

�ANEXO 4

.
N.º

DIVISÃO DE BIBLIOTECA E DOCUMENTAÇÃO

RELATÓRIO DE NÃO CONFORMIDADES
( ) Auditor Interno__________:_____________________
ORIGEM:
( ) Membro do Comitê da Qualidade:_________________
Interna
( ) Outros Funcionários :_________:_________________
Colaborador

(

) Auditoria

(

) Obs. de

(

)

(

) Processo

Reclamação de Cliente
de Operação
Departamento: __________________
Auditados:______________________
Endereço:_______________________

Nome:_________________________
Data:
___/____/____
Tel. Contato: ____________________

Constatação: ( ) Não conformidade grave

( ) Não conformidade não grave

( )

Observação
___________________________
( Assinatura do Auditor)

Ação Corretiva:
_________________
Resp.:

Prazo:

(Assinatura do Responsável )

Necessita de Ação Preventiva? ( ) Sim (Preencher no verso)

(

) Não

Acompanhamento de Ações:
Data

Ocorrência

Auditor

Laudo:___________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
A Não Conformidade está encerrada ____/____/_____

Resp.

�ANEXO 5

Relatório de Auditoria

DATA DA AUDITORIA: 29/03/04

AUDITOR LIDER: Geraldo Pereira Jr.

EQUIPE DE AUDITORES: Eduardo, Roseli,
Adriana.

TIPO AUDITORIA: Sistema de

Gestão

Comentários e Observações:
A 1ª Auditoria de Sistema de Gestão de 2004 ,os auditores internos realizaram sem a presença do
consultor Pedro da DIAGRAMA, gerando o seguinte relatório:

Níveis auditados:
Operacional, Gerencial, Estratégico e Tático.
UGBs auditadas:
Diretoria, GAI, GTI, Seleção e Aquisição, Circulação e Empréstimo, BSE, BST,
Tecnologia da Informação, Conservação, Monografias, Comutação e Cópias
Processos auditados:
Política Básica, Desenvolvimento de Políticas &amp; Planejamento e Produção Enxuta.
N.º de Não Conformidade: 2
Carga Horária: 08 h
Pontos Críticos:
Política Básica: não houve
Desenvolvimento de Políticas e Planejamento:
Falta de registro da evidência da realização do desdobramento das políticas do
ano;
Desconhecimento da participação nas políticas do ano da Biblioteca Setorial da
Tecnologia.
Produção Enxuta: Não cumprimento de meta da Biblioteca Setorial da Economia

�Pontos Positivos:
Política Básica:
Todas as UGBs auditadas mostraram conhecer a Política Básica respondendo
todas questões corretamente;
Desenvolvimento de Políticas e Planejamento:
Conhecimento dos auditados sobre o processo;
Desdobramento das Políticas do Ano de 2004;
PDCAs para atender as políticas.
Produção Enxuta:
Uso das ferramentas da qualidade para checar o cumprimento das metas;
Os produtos das UGB´s auditadas foram identificados, constatando-se que há
sistemática para identificá-los.

Data : 29/03/04
Assinatura: ____________________

Auditor Líder

∗

USP/Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” Divisão de Biblioteca e Documentação Av.
Pádua Dias, 11, 13418-900 Piracicaba, SP – Brasil abmorett@esalq.usp.br
∗∗
USP/Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” Divisão De Biblioteca e Documentação
Av. Pádua Dias, 11, 13418-900 Piracicaba, SP - Brasilgpereira@esalq.usp.br

�</text>
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        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                <text>SNBU - Edição: 13 - Ano: 2004 (UFRN - Natal/RN)</text>
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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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                <text>Tema: Bibliotecas universitárias: (Re) Dimensão de bibliotecas universitárias: da gestão estratégica à inclusão social.</text>
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                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
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            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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                <text>Português</text>
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            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
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                <text>Evento</text>
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            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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                <text>Natal (Rio Grande do Norte)</text>
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  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
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              <text>Auditoria interna do Sistema de Gestão pela Qualidade. (Pôster)</text>
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              <text>Moretti, Adriana Bueno; Pereira Junior, Geraldo </text>
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              <text>O trabalho faz uma abordagem teórica ao enquadramento da Auditoria Interna, começando por definir Auditoria, enumerando os tipos, enquadrando-a na classificação. Abordamos, dada a sua importância para a Auditoria, o controle interno: fatores que o influenciam, tipos de controle, métodos, relação com a Auditoria, avaliação e relatório. A Auditoria Interna fornece análises, apreciações, recomendações, sugestões e informações, relativas às atividades examinadas, incluindo a promoção do controle eficaz a custo razoável. O auditor interno deve revelar as fraquezas, determinar as causas, avaliar as conseqüências e encontrar uma solução de modo a convencer os responsáveis a agir. Em suma, sem pretender compilar um manual acerca de Auditoria Interna, este trabalho visa demonstrar que o auditor interno não é um "polícia", mas um profissional que pretende responder às expectativas da Administração sobre os maiores riscos da empresa: observando, aconselhando e esclarecendo os responsáveis envolvidos, persuadindo-os a implantar as ações corretivas necessárias. Além disso, que a Auditoria Interna é uma função de apoio à gestão, baseada num processo sistemático, utilizando as técnicas de Auditoria apropriadas.</text>
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