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                  <text>BIBLIO CHATBOT: UM ROBÔ PARA A BIBLIOTECA
BIBLIO CHATBOT: A ROBOT FOR THE LIBRARY

Resumo: O entendimento e uso correto das normas da Associação Brasileira de Normas
Técnicas para trabalhos acadêmicos muitas vezes é desafiador tanto para alunos quanto para
professores, nos mais diversos níveis de ensino. Algumas bibliotecas oferecem sistemas
informatizados que ajudam as pessoas na construção de ficha catalográfica, na elaboração de
uma referência ou recursos mais simples. Entretanto, não há recursos disponíveis que
permitem a comunicação do usuário mais interativamente. Na perspectiva de suprir esta
lacuna, um grupo de pesquisa de uma faculdade criou o Biblio Chatbot destinado a ser
utilizado como apoio nas bibliotecas para tirar dúvidas sobre normas de trabalhos acadêmicos.
O robô criado para este fim é retroalimentado, periodicamente, à medida que permite ao
usuário formular perguntas que, se não respondidas de imediato, são incorporadas ao banco de
dados posteriormente. Assim, é colocada em prática neste projeto a ideia central de machine
learning. Metodologicamente, a criação deste robô é fruto de uma pesquisa participante, pois
ela responde de maneira direta à finalidade prática a que se destina e serve como instrumento
dialógico de aprendizado partilhado. Como resultados são neste trabalho o funcionamento do
chatbot, sua forma de implementação e sua utilidade para amparar os profissionais da
informação para casos de dúvidas como estas de normalização. As conclusões mostram que
projetos desta natureza podem ser incorporados às bibliotecas e que outros podem ser criados
também para funcionalidade como pesquisas em bases de dados.
Palavras-chave: chatbot. Normalização de trabalhos. Assistente virtual.
Abstract: The understanding and correct use of the norms of the Associação Brasileira de
Normas Técnicas for academic jobs is often challenging for both students and teachers at the
most diverse levels of teaching. Some libraries offer computerized systems that help people in
the construction of catalogs, in drawing up a reference or simpler resources. However, there
are no resources available that allow the user to communicate more interactively. In order to
fill this gap, a research group from a university created the Biblio Chatbot to be used as
support in libraries to raise doubts about standards of academic work. The robot created for
this purpose is periodically backed up as it allows the user to ask questions that, if not
109

�answered immediately, are later incorporated into the database. Thus, the central idea of
machine learning is put into practice in this project. Methodologically, the creation of this
robot is the result of a participant research, since it responds directly to the practical purpose
to which it is intended and serves as a dialogical instrument of shared learning. As results are
in this work the operation of chatbot, its way of implementation and its usefulness to support
information professionals in cases of doubts like these of normalization. The findings show
that projects of this nature can be incorporated into libraries and that others can also be
created for functionality such as database searches.
Keywords: chatbot. normalization of works. virtual assistant.

1 INTRODUÇÃO
Algumas bibliotecas universitárias possuem recursos digitais que os alunos e
professores podem utilizar como auxílio na produção dos trabalhos científicos (como artigos
ou publicações de eventos) e nos trabalhos acadêmicos (como Trabalhos de Conclusão de
Curso, Dissertações e Teses). Os próprios sistemas informatizados para gerenciamento de
dados em bibliotecas, dentre eles o Pergamum, possuem mecanismos nos quais o usuário
pode copiar a referência e colar em seu texto acadêmico. Existem outros recursos, como é o
caso de universidades que disponibilizam algum tipo de sistema no qual o usuário insere os
dados e são geradas as referências, como o Mecanismo Online para Referências, da
Universidade Federal de Santa Catarina4 ou mesmo alguns casos em que há programas que
geram a ficha catalográfica de trabalhos acadêmicos, como é o caso do aplicativo Ficha de
Identificação da Obra, disponibilizado pela mesma universidade5.
Mas os mecanismos de interação do usuário com as mídias disponibilizadas
geralmente encerram aí a ajuda. Não há mecanismos no qual ele possa inserir perguntas como
resposta. Visando cobrir essa lacuna é que foi desenvolvido este trabalho. A proposta foi criar
um robô, que na literatura é conhecido como chatbot ou simplesmente bot, que permite a
interação com o usuário de tal forma que as perguntas por ele apresentadas são respondidas e,
mais que isso, há um aprendizado de máquina à medida que as novas perguntas são
armazenadas para que em interações futuras o chatbot possa respondê-las.
Este artigo apresenta os fundamentos de sua criação, utilização e análise das práticas
de uso do Biblio chatbot, um robô criado para responder dúvidas sobre as normas da
4
5

Disponível no endereço eletrônico http://www.more.ufsc.br/
Este modelo está disponível no endereço http://ficha.bu.ufsc.br/.

110

�Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para trabalhos acadêmicos, colocado em
uso em uma biblioteca universitária. Nesta versão do artigo, em função das regras do evento,
não podemos disponibilizar o endereço eletrônico do Biblio chatbot para que não seja
identificada a autoria do trabalho. Esperamos que os avaliadores façam a recomendação que o
texto final contenha tais informações, pois, a partir de tais sugestões, poderemos alterar este
parágrafo com as informações devidas. O acesso ao site tem não apenas o efeito de
divulgação do mesmo, como também serve de instrumento para que outros estudantes ou
professores possam, a partir da leitura deste artigo, conhecer o trabalho realizado e começar a
fazer uso.
2 O CHATBOT OU ASSISTENTE VIRTUAL
chatterbots (ou chatbots), são
sistemas computacionais que possuem a capacidade de se comunicar com seus usuários
incrementada de forma regular e facilitada em ambiente web. Embora a palavra seja
americana, o chatbot já vem se tornando um velho conhecido de quem faz compras pela
internet, inclusive em empresas brasileiras. As figuras seguintes apresentam dois exemplos de
chatbot. Na Figura 1 está a Lu, uma assistente virtual da loja Maganize Luiza. Na Figura 2
está a Gal, assistente virtual da empresa Gol Transportes Aéreos Inteligente.

111

�Figura 1 Chatbot da loja Magazine Luiza

Fonte: Magazine Luiza (2017).

Fonte: Gol linhas aéreas inteligentes (2017).

112

�Conforme pode ser observado nas Figuras 1 e 2, as empresas brasileiras têm nomeado
os chatbots por assistentes virtuais que, na verdade, é o trabalho realizado por esses
mecanismos. O que está por trás destes objetos é a ideia de machine learning, que é traduzido
no Brasil como aprendizagem de máquina, definida por Mitchell (1997) como um programa
de computador que aprende com uma experiência em relação a sua tarefa, podendo ter seu
desempenho medido e melhorado ao decorrer da própria experiência.
Os chatbots ou assistentes virtuais como a Lu e a Gal respondem às perguntas mais
frequentes postadas pelos usuários, porque tais perguntas estão armazenadas em um banco de
dados. Quando elas não sabem responder a uma pergunta, o que foi digitado fica armazenado
nesses bancos de dados e, posteriormente, alguém da empresa insere as respostas nos
sistemas, de tal forma, que o chatbot é considerado inteligente à medida que consegue guardar
omento.
Com base nesta ideia, um grupo de pesquisa de uma faculdade criou e colocou em
prática um chatbot para dar assistência aos alunos e professores sobre dúvidas em relação às
normas da ABNT para trabalhos acadêmicos. O chatbot consegue responder perguntas
relativas às citações, referências, formatação do trabalho acadêmico, entre outras.
3 O BIBLIO CHATBOT

A PARTE VISÍVEL

O Biblio Chatbot aparentemente é bem simples, porque possui uma interface na qual o
usuário digita seu questionamento e recebe a resposta armazenada no banco de dados. O
chatbot não apenas mostra a resposta na forma escrita, como lê (fala) com o usuário. Os
mecanismos que permitem a integração com o banco de dados e a fala do chatbot estão
descritos no próximo capítulo. Para que ele possa responder aos questionamentos do usuário,
há um banco de dados com perguntas e respostas, alimentado com base nas normas ABNT
NBR 10520, NBR 6023, NBR 14724, NBR 6024, NBR 6027 e NBR 6028. A Figura 3
apresenta a interface com o usuário, sem a identificação da faculdade, excluída
propositalmente para este artigo.

113

�Figura 3 Tela inicial do Biblio Chatbot

Fonte: Elaborado pelos autores (2017).
Assim que o chatbot é acionado, ele busca no sistema operacional o horário local e
apresenta a mensagem, que também é falada para o usuário, cumprimentando-o, conforme
pode ser visto na Figura 3. A partir daí qualquer pergunta pode ser lançada para o chatbot. A
Figura 4 mostra uma interação na qual o Biblio Chatbot tem a resposta (à esquerda) e outra na
qual ele ainda não sabe responder (à direita).

Fonte: Elaborado pelos autores (2017).
114

�resposta correta. Já na parte esquerda, é possível ver que o usuário fez uma pergunta sem
resposta e, neste caso, o chatbot avisa que ela poderá ser respondida mais tarde. Portanto,
quando é feita uma pergunta que o chatbot não sabe responder, ela fica gravada na base de
dados e em outro momento o grupo de pesquisa insere as respostas no banco.
A trajetória da pesquisa participante, no sentido apontado por Brandão (1999, p. 12)
constituiu no fio condutor dessas mediações citadas assim como para a pesquisa aqui relatada.
A ideia de ter um companheiro que assume o compromisso na trajetória de pesquisa, que faz
pesquisador e o sujeito da pesquisa pensar o objeto, se fez presente também neste trabalho,
idealizado para atender a uma demanda de maior interação para a calculadora do cidadão,
pensada pelos sujeitos.
4 O BIBLIO CHATBOT

O QUE TEM POR TRÁS

Para o desenvolvimento do Biblio Chatbot foram utilizadas tecnologias básicas na
programação, a exemplo das linguagens de marcação HTML5 6 e CSS7 que preparam os
conteúdos estáticos e aplicam estilos de formatação nas páginas web.
Sabe-se que tanto em dispositivos móveis, quanto em alguns ambientes web existem
aplicativos que utilizam a comunicação oral para a interação entre os sujeitos, como exemplos
o Google Now incorporado ao sistema Android, o assistente virtual Cortana da Microsoft e da
mundialmente conhecida Siri da Apple, sendo todos estes, softwares que permitem o
reconhecimento de voz. No caso do Biblio Chatbot foi pesquisado um projeto de código
aberto que utiliza linguagem de programação conhecida pelo grupo de pesquisa deste
trabalho. Este software
O Artyhom.js foi criado com a linguagem de programação Javascript e atualmente é
distribuído como uma biblioteca adicional que pode ser incorporado às páginas web. Por ser
um projeto de código aberto pode ser obtido por meio de um cadastro no repositório intitulado
GitHub que é amplamente utilizado por desenvolvedores da área de programação. Para
acessar o código fonte do projeto, basta acessar a página do Artyom.js no ambiente GitHub8 e

6

HTML5 é a abreviatura de HiperText Markup Language, ou linguagem de marcação de texto, utilizada para
construção de sites. O número é a versão.
7
CSS é a abreviatura de Cascading Style Sheets, ou planilha de estilo em cascata. É uma forma de criar um
padrão para a formatação do site, como estilos de fontes, entre outros.
8
O endereço eletrônico do Artyom.js é https://sdkcarlos.github.io/sites/artyom.html.

115

�realizar o download de toda a biblioteca. Lá existe uma boa documentação que subsidia os
desenvolvedores com orientações desde o básico até o avançado.
Em conjunto com as técnicas citadas anteriormente, ativou-se apenas as rotinas
automáticas de conversão de textos para voz e a sua reprodução, ambas disponíveis pelo
Arytom.js, tendo como objetivo principal fornecer acessibilidade desde o momento que se
inicia o uso do Biblio Chatbot, até o processo interativo de perguntas e respostas sobre as
normas da ABNT que o chatbot incorpora.
A proposta idealizada para estruturar o armazenamento das perguntas e respostas, o
sistema utiliza o Mysql, um Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD)
distribuído livremente e sem necessidade de aquisição de licenças comerciais. O motivo da
escolha foi pautado, principalmente, no que diz o próprio fabricante do SGBD, a Oracle
(2017), que é um banco de dados muito conhecido, com excelente desempenho e
confiabilidade, além de ser gratuito.
O Diagrama de Entidades e Relacionamentos (DER), que contém a estrutura do banco
de dados, é apresentado na Figura 5. A tabela de perguntas foi identificada por suas
expressões chaves e estas podem ser individuais ou compostas, dependendo da interação dos
usuários, porém, cada uma delas é registrada na tabela EXPRESSSÃOCHAVE.
A tabela de respostas possui uma quantidade, pré-cadastrada, de respostas válidas
incluídas pelos pesquisadores, com base nas normas da ABNT para trabalhos acadêmicos, que
permitem interagir como uma resposta a pelo menos uma expressão registrada. A tabela de
respostas foi definida da base de dados com o nome RESPOSTA.
A tabela de perguntas cadastradas para posterior validação foi definida como as
expressões candidatas a se transformar em expressões válidas após análise dos pesquisadores.
Para esta tabela a nomenclatura ficou EXPRESSÃOCANDIDATA.

116

�Figura 5 - Diagrama de Entidades e Relacionamentos do Biblio Chatbot

Fonte: Elaborado pelos autores (2017).

A tabela que armazena a relação entre as expressões chave e as respostas válidas para
cada uma delas, indica o relacionamento de muitas expressões para muitas respostas, ou seja,
o relacionamento de ligação entre as duas tabelas principais fica armazenado na tabela
EXPRESP. O significado disso é que para uma expressão chave há dezenas de respostas
possíveis, pois a expressão pode ser composta de uma palavra, parte de uma frase ou mesmo
r
expressões podem conduzir a uma resposta, mas o contrário também é verdadeiro, ou seja,
mostra

Futuramente serão implementadas no sistema funcionalidades que permitam ao
usuário informar sua satisfação com a resposta (tabela SATISFAÇÃO) e seu cadastro no
sistema (tabela USUÁRIO). Assim, a experiência de uso do chatbot pelos usuários anteriores
pode trazer respostas mais aproximadas ao que os novos usuários solicitam.
Esta estrutura aqui apresentada foi utilizada pelo grupo de pesquisa para a criação de
um outro chatbot que teve como objetivo o ensino de cálculo de juros compostos, que foi
117

�colocado em prática em uma escola de ensino fundamental, com alunos do nono ano. A base
foi a mesma para que o Biblio Chatbot pudesse ser construído.
5 CONCLUSÃO
Chatbots podem ser grandes aliados dos bibliotecários no auxílio às dúvidas dos
usuários da biblioteca, sobretudo no que diz respeito às normas da ABNT para trabalhos
acadêmicos.
No caso específico do Biblio Chatbot ele foi desenvolvido para que as dúvidas
pudessem ser sanadas diretamente no computador da biblioteca, para que as pessoas
pudessem resolver seus problemas com pouca ou nenhuma necessidade de intervenção da
bibliotecária. No caso desta pesquisa, os exemplos armazenados no banco de dados foram
extraídos de um livro de um professor da faculdade, que é também um dos pesquisadores do
projeto, o que implica não haver problema com direitos autorais dos exemplos utilizados.
O sucesso do uso do Biblio Chatbot trouxe outros desafios para o grupo de pesquisa,
sendo que o principal deles é desenvolver um mecanismo como esse que possa ajudar às
pessoas a fazer pesquisas nas bases de dados com as quais a biblioteca mantém convênio.
Entre elas estão a Biblioteca Virtual Cengage, que permite acesso para leitura e download de
livros eletrônicos, com cadastro de feito na Biblioteca, a EBSCO, que dá acesso a artigos
científicos e ao portal de periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível
Superior (CAPES). Sabe-se, pela experiência do grupo e da bibliotecária da faculdade, que há
também algum grau de dificuldade de uso destas bases tanto por alunos quanto por
professores. Neste sentido, a criação de um chatbot que se prestasse a apoiar nestas atividades
seria bem-vindo.
Entretanto, há muito que se aprender ainda com esse chatbot, pois há casos em que o
usuário digita uma frase inteira na qual não é possível buscar uma resposta no sistema. Cada
experiência de uso do Biblio Chatbot é sempre um aprendizado, tanto para os usuários que
interagem com o sistema, quanto para os desenvolvedores que vão aprendendo a lidar com os
tipos de perguntas formuladas por eles. A certeza é de um trabalho inovador e comprometido
com o usuário da biblioteca.
Trata-se, portanto, de uma ferramenta desenvolvida para agregar qualidade e valor nos
serviços oferecidos pela biblioteca, pois poupa o tempo do bibliotecário e torna o usuário mais
independente quanto à utilização das normas ABNT.
118

�REFERÊNCIAS
ARAÚJO, José Paulo de.
: apropriação de tecnologia à luz da
Teoria da Atividade Tese. 2013. Tese (Doutorado em Linguística Aplicada) - Universidade
Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2013.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Participar-pesquisar. In: BRANDÃO, Carlos Rodrigues
(Org.). Repensando a pesquisa participante. São Paulo: Brasiliense, 1999. p. 7-14.
GOL LINHAS AÉREAS INTELIGENTES. Olá! Eu sou a Gal, posso ajudar? [2017].
Disponível em: &lt;www.voegol.com.br&gt;. Acesso em: 16 dez. 2017.
MAGAZINE LUIZA. Lu explica. [2017]. Disponível em:
&lt;http://www.magazineluiza.com.br&gt;. Acesso em: 16 dez. 2017.
MITCHELL, Tom Michael. Machine learning. Singapore: McGraw-Hill, 1997.
ORACLE. Oracle MySQL. [2017]. Disponível em:
&lt;https://www.oracle.com/br/mysql/index.html&gt;. Acesso em: 7 nov. 2017.

119

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              <text>Evento</text>
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          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
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              <text>O entendimento e uso correto das normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas para trabalhos acadêmicos muitas vezes é desafiador tanto para alunos quanto para professores, nos mais diversos níveis de ensino. Algumas bibliotecas oferecem sistemas informatizados que ajudam as pessoas na construção de ficha catalográfica, na elaboração de uma referência ou recursos mais simples. Entretanto, não há recursos disponíveis que permitem a comunicação do usuário mais interativamente. Na perspectiva de suprir esta lacuna, um grupo de pesquisa de uma faculdade criou o Biblio Chatbot destinado a ser utilizado como apoio nas bibliotecas para tirar dúvidas sobre normas de trabalhos acadêmicos. O robô criado para este fim é retroalimentado, periodicamente, à medida que permite ao usuário formular perguntas que, se não respondidas de imediato, são incorporadas ao banco de dados posteriormente. Assim, é colocada em prática neste projeto a ideia central de machine learning. Metodologicamente, a criação deste robô é fruto de uma pesquisa participante, pois ela responde de maneira direta à finalidade prática a que se destina e serve como instrumento dialógico de aprendizado partilhado. Como resultados são neste trabalho o funcionamento do chatbot, sua forma de implementação e sua utilidade para amparar os profissionais da informação para casos de dúvidas como estas de normalização. As conclusões mostram que projetos desta natureza podem ser incorporados às bibliotecas e que outros podem ser criados também para funcionalidade como pesquisas em bases de dados</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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