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                  <text>Digitalizado
gentilmente por:

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^v-JK" ^

§SáS.^

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3

��TERCEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUiiFENTAÇÃO

Cabeçalhos de assunto
por
Cordelia Robalinho de Oliveira Cavalcanti

o2 •.

C^O

3.
U. H

Curitiba
1961

cm

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^

«C

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�1/

f\r
I

TMk I - ÍWCE3303 TÉCNICOS

Cabeçalhos de Assunto
por
Cordélia Robalinho de Oliveira Cavalcanti

ginopse
Orientftção para a esoolha dos cabeçalhos de
assunto» incluindo definição, objetivo, organizaçao
do catálogo dt oa.beçalhos de assunto,

3 para a

determinação 9 forma dos cabeçalhos de assunto.

Associação PaiToambucana de Bibliotecários

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II

�SUMARIO

Página
0 - INTRODUÇÃO E FONTES

1

1 - DEFINIÇÃO

2

2 - OBJETIVO

2

3 - NOMENCLATURA^

• • •

^

4 - ORa\NIZAÇÃO DO CATALOGO DS
CAB3ÇALH0S DE ASSUNTO

2

5 - T?.\T0RS3 \ CONSIDERAR NA SSLSÇx^O
DOS CABEÇALHOS D3 ASSUNTO •

5

6 - QU\NDO DAR 3ÍTTH'\D\ DE ASSUNTO,
QU\NDO OMITI-IA

;
........

7 - NOmüS PAR.\ \ DETERMINAÇÃO DOS
CABEÇALTOS DE ASSUNTO

,

6

6

8 - NORM;\S PARA A FORM\ DOS CABEÇALHOS '
DE Í^SSUNTO ^

10

9 - BIBLIOGRAPH

13

10 - GLOSSÁRIO

.

17

�- 1 -

CABSÇALH03

DE

ASSUNTO

O - INTRODUÇÃO
O trabalho ora apresentado, nao foi elaborado especialmente para êste
Congresso e sim para a Cadeira de Catalogação e Classificação, do Curso Superior de Biblioteconomia, da Universidade do Recife. As fontes utilizadas
para a sua corapilaçao encontram-se indicadas em 0,1 e mencionamos, de modo
particular, o esplêndido livro de Carmen Rovira Bertrán, Los Epígrafes
en
el Catalogo Diccionario.
Do Plenário do III Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação esperamos receber as críticas e sugestões que venham a melhorar o nosso
trabalho.

0,1 - Fontes utilizadas na organizaçao do trabalho.
0,1,1 - BIBLIO, 3D.
236 p,

LjirSte de yedottes matibre.

jparis| Hachette, 1954.

0,1,2 - HAYKIN, David J, Subject headings; a practical guide.
U.S.G-ovt ,Print .Off,, 1951.
140 p,
0,1,3 - MANN, Margaret.
books. 2.ed,

Washington,

Introduction to cataloging and the Classification of
Chicago, American Library Association, 1943,
276 p,

0,1,4 - NSRT DA FONSECA, Edson. Cabeçalhos de assunto.
|Recife| Associação
Pernambucana de Bibliotecários, Curso Rápido'-deMiT^lioteconomia,
1951,
5, f,
mimeogr«
0,1,5 - RECIFE, UNIVERSrj'iDE. CURSOS DE BIBLI0TEC0N0ML\, CURSO SUPERIOR.
beçalhos de assunto Ipor] C. R, Cavalcanti,
Recife, 1952,
4 f,
mimeogre
0,1,6 -

r
15 f,

j2,ed, por| C, R, Cavalcanti,
mimeogr,

Ca-

Recife, 1953,

0,1,7 - ROVIRA B3RTR.tN, Carmen. Los epígrafes en el catálogo diccionario,
La Habana, Cultural, 1952,
224 p,
0,1,8 - VATICANO, BIBLIOTECA V\TICANA. Norme per il catalogo degli stan^sati.
3. ed.
Città dei Vaticano, 1949.
396 p.

A,Pe»B,

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JJJj-LJ

�1 - DEFINIÇÃO
"CJaábeçalho de assunto 5 a palavra ou frase usada nas fichas de catalO'*
gaçãõ para indicar a matéria ou tópico de um livro |ou de qualquer outro mate
rial bibliográficoI. Pode haver tantos cabeçalhos quantos forem necessários
para indicar o ou os objetivo(s) de um livro, evitando-se porém uma multiplicação indiscriminada", (Mann, Margaret. Introduction to the cataloging and
the Classification of books, 2.ed. p.l4l)

2 - OBJETIVO
O cabeçalho de assunto usado nas fichas de catalogação tem por objetivo
reunir no catálogo, dicionário, alfabético de assuntos, ou alfabeto-classificado, todo o material bibliográfico existente na biblioteca sôbre determi- "
nado assunto.

3 - NOMSMCLATURi\
3.1 - PoriTUguêsa
Cabeçalho de assunto
Epígrafe
Rubrica
Rubrica de assunto
3.2 - .Memã
Schlagwort
Sacheintragung
3.3 - Espanhola
Encabezamiento de matéria
Epígrafe
3.4 - Francesa
Mot de classement
Mot souche
Mot vedette
Rubrique
Vedette
Vedette analytique
Vedette de sujet
"edette matière
3.5 - Inpilêsa
Subject heading
3.6 - Italiana
Intestazione per matéria
Intestazione per soggetto

4 - ORGANIZAÇÃO DO CATALOGO DE CABEÇALHOS DE ASSUNTO
4.0 - Embora não oxista,realmente, uma regra fixa para a determinação dos
cabeçalhos de assunto, é conveniente que a seleção dos mesmos se processe
de acôrdo com algumas nomas gerais, usadas por grande número de bibliotecas. "A designação do assunto geral, ou da palavra ou expressão usada como
cabeçalho das fichas do assunto se chama, na terminologia biblioteconômica,
ASSUNTO e, à prfipria ficha, dá-se a designação de FICHA DE ASSUNTO. O conjunto das fichas de assunto com as referências e remissivas correspondentes,
A .Pe «B.
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�é chamado de C\TALOGO DS ASSUNTO". (Vat.37l)
4,1 - "O assunto deve ser aquele que indique o conteúdo específico do livro,
mas a palavra de ordem escolhida não se baseia no título, adotando-se a locução que melhor corresponda ao assunto, de acôrdo com a linguagem atual,
sem levar em consideração as palavras do título e redigindo-a precisa e concisamente como o exige o catálogo de assunto. Atenção especial deve ser dada aos títulos imaginários ou fantásticos, vagos e imprecisos, prolixos e
arcáicos. ^ exatidão das indicações do título deve ser confirmada através
do índice, do prefácio e, se necessário, do texto," (Vat.377)
Cajrpeaux, Otto Maria. A cinza do purgatório
ASSUNTO; uIT3Il'\TURA MODERNA - DISCURSOS, 3NS.\I0S E
G0N?SR3NCLAS
Ponvielle, Wilfrid de, Lea merveilles du monde invisible,
ASSUNTO; MICR03CÖPI03 .3 MICROSCOPIA
Preyre, Gilberto. Guerra, gaz e ciência.
ASSUNTO; 1, COOPJRAÇAO BtTJlRNACIONÀL.
SOCL'ilS

2. CIÊNCIAS

4.2 - Uso das listas de cabeçalhos de assuntos A fonte consultada pelos bibliotecários para indicaçao de um cabeçalho de assunto, deve ser uma lista
conhecida e bem aceita. Assim procedendo, o bibliotecário estará certo de
que o têrmo empregado foi bem estudado, antes de ser aplicado. As listas mais
consultadas são;
a) Biblio, ed. Liste de vedettes matifere,
1954,
236 p,

jParis| Hachette,

b) Estados Unidos, Library of Congress» Sub.ject Cataloging
Division» Subject headings used in the dictionary catalogs of the Library of Congress, 6. ed,, edited by Marguerite V, Quattlebaum.
Washington, 1957,
1357 p,
c) Ferraz, Wanda, Relação de assuntos para cabeçalhos de fichas, 2, ed, rev, e aum,
são Paulo, Saraiva, 1949,
270 p,
d) Sears, Minnie E, List of subject headings. 6. ed. by Bertha
Margaret Frick,
New York, V/ilson, 1950,
558 p.
e)

Lista de encabezamientos de matéria para bibliotecas
menores ... Trad. y adaptación de Ia 5. ed. por Maria
Luisa Gâlvez de Niklison e Isabel Betbedor Avellaneda,
bajo Ia direcciôn de Carlos Victor Penna.
Buenos Aires, Acme Agency, 1949.
406 p,

4.3 - Correlaçao entre a classificaçao _e _o cabeçalho de assunto.
4.3.0 - A classificaçao e o cabeçalho de assunto estão intimamente relacionados, pDrque encaram o livro sob o aspecto da matéria nele contida, Uma
obra classificada em 025,3, p.ex,, terá como cabeçalho de assunto geral, o
têrmo CaT;íLOGi\ÇÃO .
4.3.1 - O catálogo dicionário, através dos cabeçalhos de assunto, permite
o conhecimento sistemático de ura assunto gorai, por meio das referências,
A indicaçao ver também, no catálogo, corresponde um pouco ^s subdivisões
do esquema de classificação, partindo do geral para o específico, p,ex,;
FILOSOFIA
ver também
AIMA; CAUSALIDÃDE; C0NH3CBIENT0, TEORIA DO; DEUS;
ESTETICA; EXISTENC:\LI3!M0; MORAL» PSICOLOGIA; REALISMO;
VIDA
Do têrmo FILOSOFIA, que é mais geral, o leitor é remetido a têrmos específicos nele contidos,
A,Pe.3.

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�- 4 4.4 - Fontes para íiovos cabegalhos. t
4.4.0 - Quando imprescindível o estabelôcimento de um novo cabaçalho, devem
ser consultadas as obras de referência, a literatura atual sibre o assunto,
assim como os técnicos e especialistas. O técnico e o especialista, neste
caso, sao aquelas pessoas que mais entendem da matéria e não, como acusam
alguns críticos apressados, os técnicos em biblioteconomia. \ biblioteca
pode e deve recorrer aos técnicos Tiara atribuir cabeçalhos a assuntos novos,
contanto que considere os pontos seguintes:
a) Os cabeçalhos de assunto sao determinados independentemente
da terminplogia do livro a catalogar, baseando-se no uso corrente do têrmo, no Brasil, entre as autoridades naquele campo especifico;
b) A preferência pessoal do especialista e sua concepção da conveniência do termo, devem se"" conformar, tanto quanto possível, ao tipo da bibli.-)teca e íl classe de leitor que a freqüenta;
c) Os cabeçalhos de assunto devera representar o conteúdo do livro, ou material bibliográfico cm geral, por intermédio da
terminologia mais especifica permitida pela língua;
d) A forma dos cabeçalhos de assunto, quando compostos, deve ser
dada considerando-se as entradas semelhantes porventura jâ
existentes no catálogo;
e) Serão feitas remissivas dos têrmos sinônimos de uso corrente,
para o cabeçalho de assunto escolhido;
f) ?£ir-se-ão também ficha.s de referência dos assuntos correlatos
já usados na biblioteca, para o novo cabeçalho e vice-versa.
4.5 - Consulta ao catálogo topo;^ráfioo; Numa biblioteca cujos catálogos
estejam em dia, a observação do catálogo topográfico permite relacionar o
livro sendo catalogado, com outros já catalogados, fazendo-se a comparação
entre o cabeçalho de assunto já existente e aquele que será atribuido ao
livro, ou material bibliográfico em geral,
4.6 - Referências, remissivas _e notas explicativas,
4.6.0 - As fichas remissivas, de referência e explicativas, são auxiliares
valiosos para os leitores, porque reúnem informações úteis e indicam as relações entre os assuntos.
4.6.1 - Remissivas (Reconhecidas pela indicação ver, ou vide, ou veja)
a) Selecionado um cabeçalho de assunto, de ao5&gt;rdo ocm os princípios estabelecidos pela biblioteca e levando-se em consideração o fato de ser um termo usado geralmente pelos autores
quando tratam daqueletépico, assim como a expressão mais
conhecida pelos leitores interessados na matéria, êste cabeçalho será sempre utilizado para material bibliográfico relativo ao mesmo assunto, ficando assim reunidos no catálogo-dicionário, ou alfabético de assunto, ou alfabeto-classifiçado.
b) Uma vez que existem palavras diversas para indicar o mesmo
assunto, ou têianos usados como significando aquele tópico, em
artigos, ensaios etc. e, portanto, conhecidos dos leitores, é
natural que, para tais tôrmos, sejam preparadas remissivas, i.
e., fichas que remetam o leitor do vocábulo sob o qual procurou o assunto, para o vocábulo usado na biblioteca,
c) Far-se-ão também remissivas para os têrmos sinônimos visto
que o assunto pode não aparecer sob o têrmo ocorrido ao leitor e sim sob o sinônimo selecionado pela biblioteca, p.ex,:
PRÉDIOS
ver
edifícios
Â ^Pe^

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�4,6,2 - Referências (reconhecidas pela indicaçao ver também, ou vide também
ou ve.ja também)
a) O catálogo alfabético de assuntos, quer incluido no catálogo
dicionário, quer isolado, ignora a iSgica na ordenaçao de seus
componentes, substituindo-a "pelas referências, que agrupam os
assuntos relacionados entre si;
b) A referência é feita, em ^eral, de um determinado assunto
1? - para assuntos mais específicos (ver exemplo anterior
em *1,3.1)
22 - para coordenar assuntos inter-relacionados
?3IC0L0(JL\
ver também
.?3IC\NALI3£]
P3ICANALI3S
ver também
PSIDOLO'^xI^
4-,6,3 - Referências eierais; são aquelas que remetem o leitor
classes determinadas e nao a um cabeçalho especifico. Usadas freqüentemente para os
termos que indicam membros individuais de uma classe ou categoria, remetendo
o leitor, não para o indivíduo, mas para a classe, apresentando exemplos.
PLOxQS
ver tajnbém DáC0R;iÇ\0 ]?LOR;\Lj ?LD3ICULTUR/i e nomes
de flores, p.ex,: GIÍAV03; R03A3j jITC.
A referência geral, raramente, talvez nunca, aparece isolada. Sempre acompanha as referências especificas e sempre vem dppois das mesmas.
4,6,4 - Notas explicativas; Informações que indicam o campo abrangido por
determinado cabeçalho de assunto, p.ex.:
CIVILIZi\ÇÃO

i
usar para trabalhos s&amp;bre oivilizaçao em geral. Material bibliográfico sòbre a civilização de um pais,
entra sob o ncme do pais, seguido da subdivisão CIVILIZAÇÃO. P.ex,; BRASIL - Cr/ILmçÃO

5 - PAI0RE3 A C0N3ID3RAR NA 31:L3Ç\0 DO CABEÇALHO D3 ASSUNTO.
5^1 - k biblioteca; tamanho £ tipo.
5.1.1 - As pequenas bibliotecas, as bibliotecas populares, as bibliotecas
escolares e infantis, não exigem cabeçalhos tão específicos quanto as médias,
grandes e especializadas,
5.1.2 - As bibliotecas especializadas exigem cabeçalhos técnicos.
5.2 - O leitor.
5,2,0 - Os cabeçalhos de assunto devem ser dados de acSrdo com o tipo de leitor que freqüenta a biblijteca, freqüência esta que decorre, é claro, do tipo
de biblioteca. As preferências pessoais do catalogador sao secundárias. A
regjra básica para o bibliotecário será, portanto, a de procurar o cabeçalho
provável sob o qual o leitor irá consultar o catálogo para encontrar ura determinado assunto,
5.3 - O catalo;^ador.
5«3,0 •• O bibliotecário encarregado da catalogação deve possuir conhecimentos
profundos de biblioteconomia e uma razoável cultura geral, assim como deve dominar perfeitamente o idioma pátrio e conhecer a terminologia cientifica em
geral. 3 conveniente que, a par da cultura geral, domine,também, três ou mais
idiomas-,estranaieiros, assim como um, ou vários dos assuntos que compoem o
acervo da biblioteca,
A »PeB,
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�- 6 5»3«1 - O principal dafeito apontado nos cabeçalhos de assunto 6 o uso inadequado dos tomos que indicam determinadas matérias, quando escolhidos de
acôrdo com a experiência pessoal -e conseqüentemente limitada- do catalogador. Naturalmente, os termos variam com o tipo de leitores, sua idade e
conhecimentos específicos, ocupaçao, local onde residem e trabalham, em resumo, com o meio ambiente dos leitores. Tü mesmo assim, embora consicja o catalogador determinar claramente o termo ideal, de acírdo com o uso do catálogo pelos leitores, ainda terá que levar era consideração os problemas lincjuísticos em suas relações com a idade, educação e especializaçao dos leitores. 3e os vocábulos científicos são claros e precisos em seus significados,
o mesmo nao se dá cora os têrraos usuais, preferidos aos científicos nas bibliotecas populares. Divergências ocorrem quando palavras idônticas são empregadas cora significados diversos, por classes distintas de leitores. Ante a
palavra "POÇO, por exemplo, reagirão diversamente um médico e um físico.

6 - QUANDO DAR jNTRADi\3 03 ASSUNTO, QUANDO OMITI-LAS.

(Vat.373)

6.1 - 3ao dadas entradas de assunto;
a) "Para obras biblibgríificamente independentes, com assunto
definido e definlvel";
b) "Para monografias, dissertações e investigações particulares,
publicadas em coleçoes ou misceláneas, se o valor intrínseco
do trabalho o justifica";
6»2 - 3ao omitidas as entradas de assunto;
a) "^m se tratando de obras literárias que, tendo valor artístico,
nao se prestam poróm, por seu caráter, a uma determinação de
assunto";
b) "Sm se tratando de iDublicaçoes que careçam de valor real, ou
que tenham se originado de circunstâncias de momento, sendo
portanto de interesse passageiro ou de pouco relêvo";
c) "3ra se tratando da colaboração particular (artigos, ensaios
dissertações) em periódicos, trabalhos acadêmicos etc., a nao
ser que se publiquem sob a forma de separatas, ou nos casos
especiais em que sao feitas fichas analíticas".

7 - mvms PARi\ A DSTWilNAÇÃO D03 C■\3i:ÇALH03 D3 ASSUNTO.
7.1 - Usar o termo mais especifico, fugindo às palavras vagas o indicando
clara e concisamente o assunto do livro, (^^ovira Bertrán,l; Vat.374, 377)
A
7.2 - Os cabeçalhos de assunto devem ser dados em português, de ac&amp;rdo com
o uso da língua o a terminolo.^ia própria das diversas ciências e disciplinas.
36 adotar palavras ou expressões estrangeiras quando não houver equivalentes
em português, como no caso de 1IX-LIBRI3; HAB5A3-C0RPUS; 3TC. (Rovira Bertrán,
3; Vat.378a)
7.3 - Os cabeçalhos de assunto devem ser indicados por expressões atuais,
evitando-se as locuções arcáicas e grafias diferentes usadas pelos autores
conforme as épocas em que viveram (Rovira Bertrán,4; Vat.378b). Exceção é
feita para a denominaçao arcáica de uma ciência "representando uma fase determinada de seu desenvolvimento, com limites diferentes dos compreendidos
pelo vocábulo atual". Nestes casos usar ambos os termos, i.e., um ou outro,
de aoôrdo com a obra sendo catalogada, p.ex.: ;iLQUBIIA, para a ciência
química medieval ou obras s5bre a mesma e QUDíICA para a ciência atual.
(Rovira Bertrán,4; Vat,378c)
7.4 - Aplicar, nas bibliotecas gerais, os termos de uso corrente de preferência aos termos muito técnicos. Nas bibliotecas especializadas, porém, o processo deverá ser o inverso. (Rovira Bertrán,5; Vat.378d, 379b)
A .Pe.B»

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�7»5 - Sntre dois têrmos sinSniraos, preferir o do uso mais corrente na região e mais de aoôrdo com o tipo de leitor da biblioteca, (üovira Dertrán 6;
Vat.379a)
7.6 - Nos casos de vocábulos homônimos, explicar-se-á, entre parêntesis, o
assunto do livro. P.ex.; GS/iÇA (DIRSÍTO); G-ÍL.\ÇA (BSTSTICA); GRAÇA (TSOLOGIí\)
INDUÇÃO (3L3TRICIDADE); INDUÇÃO (?IL030PI.\)j RiüALXaMO (AHTE); REALISMO (LIT3:íV]:UR.\). (Rovira 3ertrán,7j Vat.380)
7.7 - Quajido se adotam eijqjrossoes de sentido bem semelhante^j^ mas nao idêntico, ê necessário explicar o gênero das obras h.s quais serão aplicados os
cabeçalhos. P.ex.:
ARTS - BRASIL
usado para obras sôbre a arte em geral, brasileira
ou estrangeira, no Brasil.
ARTH BR\3ILEIRA
usado para obras relativas à arte brasileira em geral e à sua influência ou presença no estrangeiro,
7.8 - Agrupar assuntos que são geralmente estudados em conjunto, quer se
trate de assuntos correlatos;
ENCICL0P2DIA3 S DIGI0N\RI03
S.\Bi]R jS ERUDIÇÃO
TilABALHO E TRA3\Lfi'ÜD0RE3
quer se trate de aspectos opostos de um mesmo assunto:
EMIGR.\ÇÃO E IMIGRAÇÃO
TOXINAS E ANTIT0XINA3
quer se trate de assuntos distintos tratados em relação a um outro
CRI3TLvNI3!/I0 E GUEu."tii
IGREJA E S3T.\D0
RELIGLÃO E CIENGLl
(Rovira Bcrtrán,9; Vat,379d,385,386,389)
7.9 - "Cada um dos diversos assuntos de lim livro deve ser registrado em separado. Se no mesmo livro são tratados dois ou mais temas definidos e diferentes, cada qual exige uma entrada de assunto." (Vat,374'b)
7.10 - As obras que não possuem assunto definido,não são atribuidos cabeçalhos de assunto. (Rovira 3ertrán,10; Vat.445)
7.11 - Xs obras que não possuem assunto especifico,mas se caracterizam pela
forma extrlnseca ou literária, são atribuidos cabeçalhos de forma (Rovira
Bertrán,ll; Vat,373,445,446,448a)
ABIINAQUES
;"ÜTOARI0S
CATEGIS^IOS
PERIÖDIC03
7.12 - As obras literárias s6 serão atribuidos cabeçalhos de forma nos seguintes casos:
a) para coleções de obras de um determinado gênero literário
b) para novelas e contos de tipos determinados, caso necessário
à Biblioteca
(Rovira Bertrán,12; Vat.373)
7.13 - "Têm por assunto o nome do país, estado, cidade etc., as obras sôbre
história geral, eclesiástica, religiosa, política, militar e naval, condições civis e sociais, civilização e vida intelectual, população, vida nacional, costumes (morais e religiosos),relações gerais, políticas e religiosas
com outros países, assim como as obras de caráter descritivo e as que encarajn o país, estado, cidade etc., sob o ponto de vista geográfico e topográfico,administrativo,econômico etc. (Rovira 3ertrán,13; Vat.417,418„419)
7.14 - Aos assuntos específicos serão atribuídas subdivisões geográficas
quando necessárias. Tebricamente todos os assuntos podem ser subdivididos
geograficamente,mas na prática, os assuntos relativos às ciências puras e
filosóficas em geral,nao exigem indicaçao de local. Já os assuntos tais
A.Pe.B.

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lí

�- 8 como axtes, tficnicas, ciências aplicJadas, ciências naturais, assuntos econômicos, jurídicos e culturais, admitem a subdivisão geográfica. (Hovira Dertrán,14; Vat,420)
AGaiCULTUIÍ:\ - Dil\3IL
AGIÍICUnCUHA - "PRANÇá
A11QUIT3TUIL\ - 3xiA3IL
CAUSALIDADE
33T3TICA
GEOLOGn - 3R:\3IL
MORAL
QUÍMICA
TULWISÃO - BR43IL'
7.15 - \s subdivisões geográficas podem ser diretas ou indiretas. A subdivisão indireta é usada, em geral, p-ara assuntos que interessam, antes de
tudo à vida cultural,econÄmica ou política de todo um país ou região,enqueinto
que a direta indica ser o assunto mais local do que nacional. A experiência,
o uso corrente,a natureza da biblioteca e o seu acervo, influem na escolha
do tipo de subdivisão a ser adotado. Numa biblioteca p.ex. onde a coleção
de livros sôbre arquitetura &amp; bastante extensa, ê preferível adotar a subdivisão direta;
AIIQUITETÜII:\ - PL0?t3NÇA
ARQUITÍTUR-^l - OURO PllíCO
ARQUITETURA - RÜCIPS
ARQUITSTUlíA - ROMA
ARQUITETURA - VÍIÍ3ZA
enquanto que numa biblioteca cuja coleção s5bre arquitetura 6 reduzida, a
preferência ê dada h. subdivisão indireta:
ARQUITETURA - 1X.U3IL - OURO PRETO
ARQUITETUiíii - 3Ra3IL - RXIFS
ARQUITETURA - ITALIA - FLORENÇA
ARQUirSTURi\ - ITALIi\ - ROMT^
ARQUITETURi\ - ITALL\ - VENEZA
Na subdivisão direta o nome do estado ou cidade aparece logo depois do assunto, enquanto que na indireta aparece, em primeiro lugar, o nome do pais
ou estadt^*
7.16 - .i subdivisão geográfica nem sempre é feita pela indicação do país,
estado, cidade etc. As vezes ê indicada "por meio do adjetivo étnico" acrescentado ao assunto específico. Aplica-se esta norma, em geral, Ks "manifestações do espírito e da inteligência nacionais, às artes ou ciências nacionais e seus produtos, às formas literárias, às biografias coletivas de artistas, homens de ciência etc, (Rovira Bertrán,15; Vat.424)
ARQUITETOS DR.\3IL3IR03
E3CULT0RE3 ITALI\N03
?IL030T?IA CHINESA
7.17 - "As obras sôbre povos nômades, tribos, raças e grupos^de povos que
não vivem, ou não tenham vivido em estados organizados, ou nao tenham restringido sua história à terras de limites fixos, têm como assunto principal
o nome comum dêstes povos, ou a sua denominaçao étnica, no plural", (Rovira
3ertrán,16; Vat,423)
CELT:\3
STRU3C03
PENICI03
VI3IGOD03
ZING;\R03
7.18 - "As obras sôbre grupos de indivíduos de uma naçao, que vivem fora do
seu país, ou estado, ou aquelas que tratam da vida e história de núcleos
estrangeiros num país, sao indicadas pelos nomes étnicos, no plural,seguidos
do nome do país, estado ou cidade em que vivem", (Rovira 3ertrán,17;Vat.424b)
ALEMÃES NO 3iiIiSIL
ITALL\NOS NO 3-U3IL
JAÍQNESES NO aiiSIL
A «Pe «B •

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7.19 - As biografias coletivas gerais que se limitam a indivíduos de uma
determinada unidadeI30osráfica, quer se trate de país, estado, cidade etc«,
trazem como cabeçalho de assunto a indicação do local, seguida da subdivisão BIOQ-iiii'Ii'vS. (Rovira i3ertrán,17j Vati406b)
DxL^aiL - 3I0GiiÁPnS
FxIvNÇA -i 3lOGx^vFL\3
7.20 - As coleções biográficas gerais sao indicadas sob o têrmo DIOGÜ^IPLVS
seguido do qualificativo da espécie. (Vat.4:06a)
3I0G-il\Pn3 CIÍI3TÃ3
3I0G-Ilí\PIA3 MILITAUas
3}21 - ";\s biografias coletivas de pessoas que exercem uma profissão, arte,
ofício, ciência etc., sao registradas sob o nome comum da atividade, no
plural, seguido do adjetivo étnico, se necessário". (Rovira Bertrán,18;
Vat.406o))
7.22 - "líegistram-se pelo nome pessoal", conforme a entrada na catalogaçao,
as biografias e as obras que tratem de assuntos relativos a uma determintida
pessoa, (Rovira Bertrán,19; Vat,393)
PR3r?J3, GILBERTO, 1900PRSURE, GILBERTO, 1900 intsrp.:o:t.\ção

- BIOGR\PL\
. CAS:\ GRiNDS &amp; 3ENZAIA - CRITICA 3

7.23 - Nas auto-biografias, o autor e o assunto se confundem, não sendo por• tanto necessária a ficha de assunto. (Vat.403)
7.24 - "As obras relativas à história e atividades das sociedades individualmente consideradas (institutos,sociedades,repartições etc.) registram-se
pelos seus títulos prfiprios, na forma determinada pelas regras de catalogação", (Rovira 3ertrán,20; Vat.308)
7.25 - "Os períodos históricos que compreendem acontecimentos particulares
bem definidos, ou movimentos espirituais, culturais e políticos determinados,
são freqüentemente registrados pelos seus nomes tradicionais. (Vat.426a)
cruzadas
RHN.i3CiriaTT0
REPOiíMA
7.26 - As grandes épocas históricas, como a ANTIGÜIDADE, IDADE MSDIA, IDi\DE
MODERNA etc,, são indicadas diretamente, quando tratadas era conjunto. Caso
contrário, aparecem como subdivisões cronológicas. (Vat,426b)
7.27 - ";\s grandes épocas geológicas são indicadas pelos seus nomes tradicionais, na língua portuguêsa". (Vat.426d)
7.28 - Subdivisões históricas:
19 - A localização cronolégica é indicada por meio de datas
determinadas, p.ex,: GUERRA MUNDIAL, 1939-1945
ou por meio de períodos históricos, p.ex.;
LITERATURA 7R'\NCE3'\ - IDADE M3DLA
22 - \ história de um país, estado, cidade etc, e os grandes
feitos históricos nacionais, são agrupados pelos nomes
dos países, estados, cidades etc,
BR\3IL - HISTORL\ - GUS"RRi\ DO P;\RAGUAI
BR \ SIL - INDEi^^ENDlINCn
PERNAMBUCO - HISTORIA - RE3TAURi\ÇÃ0
7.29 - Divisões literárias; "As literaturas nacionais, em geral e as formas
literárias, sao especificadas por meio do adjetivo étnico, seguido de subdivisões quando necessário", (Vat.436,437)
BAL\DÁ3 íü CANTOS 3R.\3ILi:iíí03
DR-UíA ALEMÃO
POESIA BR:\3IL3m - SEC. XVIII
POESn BiüSILEIR/i - 3EC. ZIX
A.Pe,B,

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:

�- 10 8 - N0HMA3 PARA A FOi^lh OOS GAJjSÇÁUIOó Dß iülJNTO
8.0 - Determinado o jassunto de uma publicação, ê necessário indicá-lo no
catálogo por meio do uma palavra, ou locução, de acôrdo com os princípios
gramaticais que regem a língua portuguesa e obedecendo a certas normas que
visam a uniformidade de entradas no catálogo.
8.1 - O substantivo ê a base do caboçalho de assvtnto, usando-se ora s6,ora
acompanhado por outro substantivo, ora modificado por ura adjetivo, ora ligado a outro substantivo poir uma preposição ou conjunção.
8.2 - Os cabeçalhos de assunto, de acordo cora a forma sob a qual se apresentam podem ser enquadrados era algum dos casos relacionados a seguir.
8.2.1 -&gt; Substantivo singular, ou plural
AÇUDIÜS
AMOR
CRIANÇAS
8.2.2 - Substantivo modificado por adjetivo
!?auní\ mmjm
PLORãlS ARTIí-IGIAIS"
8.2.3 - Dois substantivos, singular ou plural, unidos pela conjunção _e
IGR3JA E ESTADO
IGRsUAS 3 GATEDR.\I3
8.2.4 - Dois substantivos ligados por uma preposição, com ou sem artigo
GRL\NÇA3 NA ART3
SSTATICA DAS CONSTRUÇÕES
8«2«5 - Locuções ou frases feitas e convencionais, i.e., expressões que nao
podem ser dissociadas, ou frases com uma significação precisa
?::?0T3GI0NI3a0-.B LIVRE GÄM3I0
VIAGdM AO xíjíDOR DO MUNDO
8«2«6 - Prase usada numa forma invertida, quando o último tôrmo é mais espeolfioo, ou significativo, do que o primeiro
METAIS, ARTIGOS DE
VOLTA, PIIH;\ DE
8»3 - Tôdas as formas de cabeçalhos de assunto, em geral, podem ser subdivididas, aparecendo a subdivisão de assunto antecedida por um hifen. (Rovira
3ertrân,23)
3I3LI0GR\PIi\ - TEORL*^, METODOS ETC.
LIT3;i\TURA - HISTORIA E CRITIGA
8*3»1 - As subdivisões de assunto são enquadradas nos seguintes casos:
a) Subdivisões de forma, gerais, aplicáveis a todos os a3-__^
suntos. (Rovira 3ertrán,24r; Vat.446). As mais comuns são;
ANU;\RIOS; 3IBLI0GRi\PIA; COLEÇÕES; CONGRESSOS; DISCURSOS,
ENSAIOS, CONPERMGIAS; PSRIODICOS; 30CIED;\DE3 etc.
PIL030PL\ - CONGRESSOS
QUÍMICA - PERIODICOS
b) Subdivisões de forma, especiais, aplicáveis a classes determinadas (Rovira 3ertrán,24). As mais comuns são; CORRESPONDÊNCIA, M^íMOriliS ETC. (sob nomes de profissões, auto-biografias que incluajn correspondência etc.); VIDA SOCIAL E COSTUMES (sob nomes de países, estados, cidades etc.) e as subdivisões de forma literárias e lingüísticas,
BIBLIOTECÁRIOS - G0RRE3P0ND3NCIi\, MEflORMS ETC.
LINGUA INGL33A - GlíAMTICA ou INGLSs - GR/VMATICA

^,Pe,B.

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^kSysten

�- 11 c) Subdivisões aplicáves apenas a determinados assuntos,
(üovira Bertrân,24). As mais comuns são CIÍUCIPIXÃO;
iiM.iNCIR\ÇÃO; PÜIÍSÜGUIÇÕSS
Í!]3Gxl\V.iTü?d - iMANCIPAÇÃO
JJSUS CIIISTO - GRUCIi?IXÃO
JUD3U3 - PS.íâaGüiçõas
8,4 - 3in;3:ular _e plural

(ivovira 3ertr5n,26,27j Vat,382)

8.4.1 - Usar no sinr'.ular
a) nomes de coisas ou acontecimentos únicos e particulares
P13L0K)Ni:30, GUj:RIl.\ DO
b) idóias abstratas, exprimindo qualidades ou conceitos
vMOIÍ
BOND\DE
c) nomes de ciências, artes, teorias filosóficas etc.
^3CULTU?u\
M\T^Í\TICA
POSITIVISMO
d) produtos quimicos, agrícolas etc. que não se contam por
\midades, ou que podem ser divididos conservando sempre sua
natureza
;\:aoz
P0TA33A
ShL
T?.IG0
e) as dcsi^paações das partas do corpo humano, das moléstias etc.
COií/iÇÃO
3Aru\]\o?o
usar poróm no plural os cabeçalhos; i?UIMÕ-33; RIN3
8.4.2 - Usar no plural;
a) vocábulos referentes a -[grupos do sêroa vivos,objetos
reais, entidades etc., quando tratados coletivamente,
assim como, nas ciências naturais, os termos que desitmajn as classes, ordens e famílias
CÃ33
PLO-"lES
IN3ST03
Lm03
b) vocábulos referentes a ofícios e profissões
3I3LI0T30\IÍI03
"3NG:2NH3Ix-Í03
M^IC03
c) cabeçalhos de assuntos étnicos ou referentes à.s diversas
reli.f^iões
\ZTlC/\3
C\T0LIC03
C];iir\3
INC3\3
d) as desi.-rnações das formas extrínsecas ou literárias, i.e.,
as subdivisões de forma literárias
\NU\n03
iííCICL0?5DI\3 3 DICI0NA.1I03
.^3IiI0DIC03

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�- 12 8.4,3 - Cabõçalhos hl que podem ser usados ora no singular, ora no plural,
conforme a acepçao sob a qual estão sendo usados, P.ex.; IG-.íSJA (para o
"conjunto dos fiéis, lidados pela mesma fê e sujeitos aos mesmos chefes
espirituais") e IG-2Í3JA3 (para os templos, i.e., para os edifícios).
8.5 - Cabeçalhos invertidos;
8.5.1 - Usam-se, em português, os cabcçalhos invertidos, nos seguintes casos
a) quando a primeira palavra representa um conceito vago e
indeterminado e a seg\mda um assunto definido (Rovira
3crtrán,28a; Vat«384b)
CONHíSCEÍclNTO, T SOUZA DO
PROBíUILIDADiSa, CALCULO DA3
b) quando um nome próprio faz: parte do cabeçalho de assunto,
quer indicando uma teoria, um fenômeno, um monumento arqueológico, um instriimento, uma batalha, um tratado de paz,
uma guerra etc., deve aparecer, em primeiro lugar, separado
do têrmo genérico por uma vírgula. (llovira 3eri:rán,28b,28c,
28ch; Vat.387b,387d,429)
C3M ANOS,
D03, 1339-1453
lOSSTT.^, rEDli\ DE
c) para acidentes geográficos, nos quais a primeira palavra
indica apenas a espécie do acidente, sem fazer parte ingrante do nome. (llovira 3ertrân,28d; Vat«9l)
?T3;.-IM.\ND0 D3 NOUONHA, ILH:\ DE
MÜXICO, GOLTO DO
íxcetuam-se, porém, os casos de apelativos que fazem parte
integrante do nome. (líovira 3ertrdn,28d; Vat.91 b)
iUO D3 J.WEIRO
RIO G?^\NDS DO SUL
SSICIA NJGIiA
8.5.2 - A prépria estrutura da língua portuguesa não admite a inversão nos
casos de cabeçalhos de assunto compostos por substantivo seguido de adjetivo. As inversões permitidas são apenas aquelas especificadas era 8.5.1
(Rovira 3ertrán, 29)
8.6 - LücuQoes compostas
8.6.1 - As e:ç)ressoes compostas que indicam conceitos determinados conservam
sua forma. (Vat.383a)
3I3LiaXÄ3AS UNIVEüSITAiíLiS
DIR3IT0 CIVIL
FAUNA DE AGU/i DOCE
3I3TSKU líETRICO
8.6.2 - Nos cabeçalhos de assunto compostos, "quando o substantivo por si s6
nao tem sentido definido e determinado, mas representa um conceito muito amplo e genérico, ao passo que o adjetivo designa o prógrio e verdadeiro assun
to, devo ser preferida, quando possível, a sintetização da locução composta,
era um s5 vocábulo, i.e., o adjetivo é substantivado e o substantivo passa a
ser uma subdivisão de assimto". (Rovira 3ertrán,30; Vat.383c)
E3G0L\3 - EDIFÍCIOS
NâVIOS - CCN3TRUÇÕE3

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EDIFÍCIOS E3C0L:\RE3

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CONSTRUÇÕES NÁVM3

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.jour par Yvonne Oddon,

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9.2.3 - .'vMERICAN MiüDICAL ASSOCIATION.
Subject headings and crosso references; a guide to the Classification of medicai periodical literature. 2. ed.
Chicago, 1940.
431 p.
9.2.4 - BI3LI0, ed.
Liste de vedettes matière de Jiblio.
|paris| Hachette,
1954.
2-36 p.
9.2.5 - iSSXADOS UNIDOS. ARMSD FORGÜS MJHDICAL LIillvRY.
Subject heading
authürity list used by the Current List Division, Armed Forces
Medicai Library.
Washington, 1954.
267 p.
9.2.6 . DJlPiRTliIjlNT OF C0MI.í3xíC.j;. LIJRARY.
Subject headings for
technical libraries.
Washington, 1:)47.
167 p.
9.2.7 . LIjáRARY 0? CONGRáSS. CAT\L0G DIVISION,
Literature subject
headings with list for Shakespeare collections and Language
subject headings. 5. ed.
Washington, 1926.
147 p.
9.2.8 .
. SUBJECT CATaLOGING DIVISION.
Subject headings used in
the dictionary catalogs of the Library of Congress. 6. ed.,
edited by Marguerite V. Quattlebaum.
V/ashington,1957. 1357 p»
9.2.9 - FERRAZ, Wanda.
Relação de assuntos para cabeçalhos de fichas. 2,
ed, rev. e aum.
Sao Paulo, Saraiva, 1949.
270 p."
9,2,10 - KAPSNER, Oliver L.
Catholic subject headings; a list desi.^ned for
use with Library of Congress Subjeot headings or the Sears List
of subject headings for small libraries. 2. ed.
Collegeville,
Minn., St. John's Abbey Press, 1947.
256 p.

�- 16 9,2.11 - KIDDER, Jone M.
Sncabezamientos de matéria, castellano-inglês,
inglês-castellano, basados en Ia lista de los encabezamientos
de matéria utilizados en el catálogo de Ia Biblioteca National |!| Caracas, Venezuela, con el equivalente en inglês tomado de "Subject headings used in the dictionary catalogs of
the Library of Congress", ed. de 1943.
México, Biblioteca Benjamin Franklin, 1947.
387 p.
9,2*12 - MANRIQUS DS L\R/^, Juana.
G-ula de encabezEunientos de matéria para
los catálogos diccionarios.
'.Jíáxico, Secretaria de Educaciôn
Pública, 1934.
131 p,
9.2.13 - PETTEE, Julia, comp.
List of theological subject headings and
corporate church names. 2. ed. in which are incorporated the
Library of Congress Subject headings in theology,
Chicago,
i\merican Library Association, 1947.
653 p,
9.2.14 - PETTUS, Glyde 3.
Subject headings in education; a systematic
list for use in a dictionary catalog. New York, Y/ilson, 1938,
188 p,
9.2.15 - 3.3AR3, Minnie 3.
List of subject headings. 6. ed. by Margaret
Frick.
New York, Wilson, 1950.
558 p.
9.2.16 .
Lista de encabezamientos de matéria para bibliotecas menores. Trad. y ada.ptaci6n de Ia 5. ed. por Maria Luisa GálveK de
Niklison e Isabel Betbeder Avellaneda.
Buenos :\ires, Acme
Agency, 1949,
406 p,
9.2.17 - 3H3iíHI3, Heather &amp; JONES, Phyllis M.
Short list of subject headings.
Sydney, Angus ajid Robertson jlâ50l
167 p.
9.2.18 - SívIITH, Eiva 3.
Subject headings for children books in public libraries and in libraries in elementary and junior high schools.
Chicago, American Library Association, 1933.
235 p,
9.2.19 - SPECIi\L LIBRARIES ASSOCIATION.
Classification schemes and
subject heading lista; loan collection of the Association,
New York, 1945.
34 p.
9.2.20 - VSL\3QUEZ, Gonzalo.
Compilaciôn de encabezamientos de matéria
para .. catálogos-diccionarios.
Rio Piedras, Biblioteca de la
Universidad, 1948, 200) p.

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10 - GLOSäiVRIO
A33UNT0 - Matéria, ou matérias do livro (ou material bibliográfico),
quer indicadas no título ou nao. Note-se que os assuntos podem ser
de duas espécies; individuais. como M\CHÄE)0 DS ASSIS, FÖD30 II,
BRASIL etc. e gerais. como CIVILIZAÇÃO, G30GR.\Pn, ?IL030?L\ etc.
que podem ser expressos por substantivos concretos ou abstratos.
GABSÇALHD - Palavra, nome, ou frase, que encima uma entrada, indicando
algum aspecto particular do livro (ou material bibliográfico)
quais sejam, autor, assunto, série, titulo etc.
C\B3Ç.\LH0 Dlü ASSUNTO - Palavra, ou locução, que indica o assunto de um
livro (ou material bibliográfico), i.e., indica a matéria da obra.
CA3SÇALH0 DIJ l\3SUNT0 "SSPÍGIPICO - Indica um tépico particular e não vuna
classe geral que o inclui.
CATALOGO ALFABÉTICO DE ASSUNTO - "3 aquele^no qual os livros |ou material bibliográfico!, nos catálogos, estão arrumados alfabbticamente,
segundo cabeçalhos expressivos do conteúdo, ou dos conteúdos particulares" .
CATALOGO ;\LT?A33T0 CLASSIFICADO - Arrumação, em ordem alfabética, dos
cabeçalhos de assunto, gerais, subdivididos, por sua vez, alfabèticamente, pelos seus diversos tópicos.
CATALOGO CIASSIFICADO ver CATALOGO 3I3Í3M;\TIC0
CATALOGO DJS A33UNT0 ver CATALOGO :^LFA3i3TICO DS ASSUNTO
CATALOGO DICIONÁRIO - Reunião, numa s5 ordem alfabética, das fichas de
autor, assunto, título, editores, ilustradores, séries etc., assim
como das remissivas, referências e notas explicativas.
CATALOGO MjSTODICO ver CATALOGO SISTsMjATICO
CATALOGO SISTä^TICO - 3 aquêle no qual as indicações das obras aparecem
segundo as relações científicas o légicas de seus conteúdos. Indica
ao leitor o que se encontra na biblioteca, relativo às diversas
ciências e aos ramos particulares de cada uma delas, Para funcionar
eficientemente, entretanto, necessita de um bom índice, sendo aconselhável, também, a existência de um catálogo alfabético de autores.
3 conhecido também como Catálogo classificado, ou Catálogo
metódico.
3NTR;\DA - Indicação de um livro (ou material bibliográfico), numa ficha,
catálogo ou lista.
3NT1L\DA D3 ASSUNTO - Indicação de uma obra (ou material bibliográfico)
em catálogo, ou bibliografia, sob o cabeçalho que mostra o assunto,
determinando assim a palavra de ordem para alfabetação.
IJNT'^.ADA PRINCIPAL ver FICE\ PRINCIPAL
FICtt\ DE ASSUNTO ver ENTR;\DA DS ASSUNTO
PICHA PRINCIPAL - 3 aquela que contém as indicações necessárias h completa identificação de uma obraj^o catálogo.
FICHA ÚNICA - Ficha básica de catalogarão que, sendo a entrada principal, serve de guia para a organizaçao das fichas que se fizerem necessárias, i.e., "por ela são organizadas as fichas secundárias, de
assunto etc., pelo simples acréscimo de um novo cabeçalho, em tantas
fichas quantas exigir o livro".
NOTA EXPLICATIVA - Exposição sucinta que indica quando deve ser usado
um determinado cabeçalho de assunto.
PALAVRiA DS ALFABETAÇÃO ver PALAVRA DE OXDm
PALA"'/RA DE OI®EM - Têrmo que serve de guia para a arrumaçao alfabética
dos catálogos e bibliografias. 3m geral, é a primeira palavra do
cabeçalho.
P;\L;\VRíA DE ORDEM PRINCIPAL ver OABSÇXim
PISTA - Indicaçao, na ficha de catalogaçao, de t&amp;das as entradas adicionais.

Á330CIíiÇA0 PÍ.-ÍNAMBUCANA DE BIBLIOTECÁRIOS . Nov. 1960
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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