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                  <text>PROGRAMA DE SEGURANÇA E ACESSO Á INFORMAÇÃO
Maria Constancia Martinhão Souto∗
Maria Ferraz Souto∗∗
Mariângela Spotti Lopes Fujita∗∗∗

RESUMO
As Bibliotecas e a Coordenadoria Geral de Bibliotecas da UNESP tiveram
aprovados pela FAPESP, nos Programas INFRA I a IV, período de 1995-1998,
Projetos que possibilitaram às Bibliotecas das Unidades Universitárias dispor de
equipamentos de última geração. Em 2002, sentiu-se a necessidade de ampliar e
atualizar os equipamentos, visando otimizar a manutenção, preservação e guarda
do acervo das Bibliotecas, e melhor atender às necessidades informacionais dos
usuários. Para tanto, a Coordenadoria Geral de Bibliotecas apresentou à Reitoria
da Universidade o Projeto “Programa de Segurança e Acesso à Informação em
Bibliotecas”, que foi dividido em duas partes: Segurança da Informação e Acesso
à Informação. Na primeira parte – Segurança da Informação, fez-se um
levantamento de quais Bibliotecas necessitavam do Portão Eletrônico, e na
segunda – Acesso à Informação, fez-se um diagnóstico sobre a existência de
impressoras, número de equipamentos adequados existentes, equipamentos
obsoletos (conforme laudo técnico expedido pelo Serviço Técnico de Informática
das Unidades locais), pontos de rede lógica – de uso exclusivo de usuários para
pesquisas em base de dados referenciais e textuais.Para se estabelecer o
número de equipamentos necessários por Biblioteca, adotou-se a fórmula
desenvolvida pelo MEC, ou seja, 1,7 usuários por cada posto de trabalho. Para os
portões eletrônicos e impressoras, propôs-se um para cada Biblioteca.Definido o
número de cada equipamento necessário, foi preciso estabelecer um cronograma
de desembolso de recursos, para um período de três anos, de 2003 a 2005, bem
como definir critérios para priorizar a ordem de recebimento dos equipamentos
pelas Bibliotecas.
PALAVRAS-CHAVE: Biblioteca: equipamentos. Informação: Acesso. Biblioteca:
segurança.

1 INTRODUÇÃO

A Rede de Bibliotecas e a Coordenadoria Geral de Bibliotecas da Unesp CGB desenvolveram Projetos para a FAPESP, nos Programas INFRAs I–IV,
período de 1995-1998, cujos recursos permitiram que as Bibliotecas das
Unidades fossem contempladas com equipamentos de ponta, de última geração,
equiparando-as com as Bibliotecas do primeiro mundo e fazendo com que se

�projetassem no cenário nacional. Dentre esses equipamentos, destacam-se os
portões eletrônicos e microcomputadores.
Salienta-se
equipamentos,

que

nem

desde

então,

substituição

1998,

dos

não

antigos,

houve

exigidas

ampliação
pela

de

demanda

da Universidade que ampliou o número de alunos - com o aumento de vagas,
implantação de novos cursos e criação de novas unidades; e também pela oferta
do mercado ao disponibilizar novas tecnologias , tanto de equipamentos, como de
meios de comunicação e fontes de informação em meio eletrônico, que a cada dia
cresce mais. Para se adequar e acompanhar as mudanças e atualizações
ocorridas em outros setores da Universidade, é preciso que as Bibliotecas se
modernizem por meio da substituição de equipamentos obsoletos e ampliação de
seu parque computacional.
Ressalta-se que algumas Bibliotecas não possuem número suficiente de
equipamentos, alguns estão obsoletos e/ou quebrados não justificando investir
em manutenção/consertos.
Para que não haja sucateamento dos equipamentos das Bibliotecas, é
necessário que a Universidade disponibilize recursos, a curto e médio prazos,
visando atualizar e adequar o parque computacional às novas tecnologias
informacionais, e garantir a guarda, segurança e preservação do rico e valioso
acervo existente em suas Bibliotecas, constituindo-se em um dos mais
importantes

do

significativamente

país.
em

Salienta-se
recursos

que

a

atual

informacionais

gestão
para

a

tem

investido

formação

e

desenvolvimento das coleções, havendo então necessidade de investir em
mecanismos que garantam a este acervo proteção e acesso.
Nesse sentido, a proposta do trabalho foi desenvolver uma metodologia de
análise dos dados de diagnóstico da situação das bibliotecas da UNESP com
relação a microcomputadores, impressoras e portões eletrônicos de segurança
para elaborar programa orçamentário de aquisição com o objetivo de atualizar e
adequar o parque computacional da Rede de Bibliotecas da Unesp às novas
tecnologias informacionais, e garantir a guarda, segurança e preservação do
acervo.

�2

SEGURANÇA

E

ACESSO

À

INFORMAÇÃO:

DIAGNÓSTICO

DAS

BIBLIOTECAS DA UNESP

A Coordenadoria Geral de Bibliotecas é o órgão responsável pelo
funcionamento sistêmico da Rede de Bibliotecas da Unesp, bem como pelo
aprimoramento e promoção da política informacional da Universidade.
A missão da Coordenadoria Geral de Bibliotecas é “Propiciar uma efetiva
interação entre a Rede de Bibliotecas, o meio acadêmico e Instituições
Congêneres Nacionais e Internacionais, através de ações conjuntas, facilitando a
comunicação

entre

os

vários

segmentos

da

Universidade,

visando

à

democratização da informação em benefício da Sociedade”.
A Rede de Bibliotecas é composta por 22 Bibliotecas especializadas nas
três áreas do conhecimento, atendendo a uma clientela de aproximadamente
25.000 alunos, regularmente matriculados nos seus 106 cursos de graduação.
Estão administrativamente subordinadas à Direção das Unidades e tecnicamente
à Coordenadoria Geral de Bibliotecas.
Considerando que o acervo bibliográfico da Rede de Bibliotecas da Unesp
constitui-se em uma das mais significativas e importantes coleções nacionais que
além de suprir às necessidades informacionais dos usuários da Unesp, atende
também à comunidade científica brasileira e estrangeira através da participação
dessas bibliotecas em programas de compartilhamento de recursos e informações
em nível nacional e internacional; e que esse patrimônio cultural e científico,
caracterizado pela alta qualidade e atualização constante, e também pela
importância histórica de obras consideradas raras e especiais, exige cuidados
peculiares em termos de segurança e preservação com vistas à proteção desse
rico patrimônio, constantemente exposto a perdas e roubos, é necessário dotar as
bibliotecas de um sistema de segurança de reconhecida eficácia e credibilidade já
consolidadas no mercado.
Tal sistema deve permitir o controle total da saída de material das
bibliotecas que em alguns casos funcionam até mais de doze horas diárias, que
contam com alto número de usuários, grandes acervos, e, muitas vezes se

�defrontam com a escassez de funcionários, não podendo assim prescindir de
equipamentos que as auxiliem na tarefa de monitoramento de acervos.
A esse respeito, ressalte-se que na avaliação da CAPES, no tópico
Biblioteca analisa-se o item sistema anti-furto previsto na NBR 9050/02 e segundo
dados internacionais o nível de perda anual, com a instalação de portões
eletrônicos, pode-se reduzir de 20% para uma média de 2% a 5% do acervo total.
Destaca-se que as perdas sofridas pelas bibliotecas não representam
apenas valor monetário, em alguns casos, de obras raras, por exemplo, é
impossível calcular o valor cultural da perda, diante da impossibilidade de
reposição da publicação.
Das 22 Bibliotecas, constatou-se que 16 necessitam de Sistema de
Segurança. Dessa forma, faz-se necessária a aquisição de portão eletrônico que
possibilite aprimorar os mecanismos de segurança e guarda dos acervos das 16
Bibliotecas da Rede Unesp, ação esta que vem ao encontro da política de
investimento em bibliotecas adotada pela atual gestão da Universidade.
Consideram-se indiscutíveis as transformações ocorridas na segunda
metade do século XX, nos meios de produção econômica e científica, causadas
pelas

inovações

tecnológicas

e

sua

inegável

importância

no

mundo

contemporâneo.
Neste contexto de mudanças, a Biblioteca Universitária foi um dos setores
que mais se modificou, com o advento das tecnologias informacionais. De
organismo estático, armazenador e preservador de informação, converte-se em
organização

viva

e

dinâmica,

responsável

pela

obtenção,

geração

e

compartilhamento de conhecimento.
As paredes das bibliotecas tradicionais são “derrubadas”, anulando-se o
conceito de tempo e espaço distintos. Surge a Biblioteca Virtual, onde o
pesquisador navega por estantes de bibliotecas do mundo todo, folheando livros,
revistas, dentre outros e acessando e obtendo textos completos, através do
recurso download. Tudo isso, possibilitado pela Internet que transformou o mundo
na famosa “aldeia global”, preconizada por McLuhan.

�É neste panorama que a Biblioteca Universitária assume a função de
laboratório didático, sendo usada para ensino e inserção do aluno no mundo das
pesquisas. É nela que os pesquisadores de todas as áreas do conhecimento
iniciam o embasamento teórico de seus trabalhos e experiências. É nela que o
aluno é inserido no mundo científico e vivencia suas primeiras experiências de
aprendizagem e pesquisa.
A Unesp tem se esforçado para se inserir neste contexto competitivo que
privilegia a informação. Prova disso são os altos investimentos que se tem feito
em coleções eletrônicas de periódicos científicos e softwares avançados que
facilitam localizar e obter a informação, simultaneamente, por número irrestrito de
usuários, ininterruptamente, de equipamentos alocados em suas diferentes
Bibliotecas.
O exemplo evidente desses esforços é a participação da Unesp no
Consórcio CAPES – Periódicos, e a Biblioteca disponibiliza, ainda, bibliotecários
exclusivos atuando em sistemas de plantão, oferecendo treinamento contínuo.
O material bibliográfico para o ensino e a pesquisa na área de
Humanidades, tem o mesmo valor que um laboratório experimental para a área
de Biomédicas; portanto a Biblioteca universitária é um efetivo e real laboratório
de ensino, estudo e pesquisa

que funciona fulltime, necessitando de

equipamentos exclusivos para acesso às bases de dados, tanto referenciais como
textuais, visando apoiar as atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Justifica-se, assim, que a Unesp destine recursos visando adquirir
equipamentos compatíveis com os demais mecanismos disponibilizados na
Universidade, mesmo porque o diferencial desta “Biblioteca – Laboratório” é o
acesso rápido e o retorno ágil das informações obtidos pela gestão do
conhecimento, devendo-se considerar que os equipamentos atuais da Rede de
Bibliotecas da Unesp, ainda são aqueles adquiridos através dos programas
INFRAs da FAPESP, no período de 1995 a 1998.

�3 METODOLOGIA

O Programa foi dividido em duas partes:
a) Segurança da Informação
b) Acesso à Informação
♦ Segurança da Informação
Para a primeira parte, houve três etapas:
a) Diagnóstico de quantas e quais bibliotecas necessitavam do Portão
Eletrônico;
b) Estabelecimento de critério para priorizar o cronograma de desembolso;
c) Priorização das Bibliotecas
O critério adotado para estabelecer a prioridade foi o número de
empréstimo anual apresentado por biblioteca em 2001, dado relevante nas rotinas
da biblioteca no que se refere ao fluxo do material. Assim, usou-se o numero de
Empréstimos

Livros/Periódicos,

para

priorizar

as

bibliotecas

a

serem

contempladas.
♦ Acesso à Informação
Na segunda parte do Programa, também, foram necessárias três fases:
a) Diagnóstico:
-

Existência ou não de impressora, para uso exclusivo dos usuários, e
quando não existente, interesse em disponibilizar para tal fim;

-

Número

de

equipamentos

adequados

existentes

nas

bibliotecas,

destinados aos usuários para uso exclusivo de pesquisa em bases de
dados;
-

Número de equipamentos obsoletos e/ou quebrados existentes nas
bibliotecas, destinados aos usuários para uso exclusivo de pesquisa em
bases de dados;

-

Número de pontos de rede lógica existentes na biblioteca para instalar
equipamentos de uso exclusivo para pesquisa em bases de dados;

-

Horário de funcionamento da biblioteca;

-

Número de alunos matriculados na Graduação por Unidade;

�-

Emissão pelo Serviço Técnico de Informática das Unidades, de laudo
técnico sobre as reais condições dos equipamentos.

b)

Adoção de critérios desenvolvidos pelo Ministério da Educação e

Cultura – MEC, para avaliação das Instituições de Ensino Superior – IES.
c)

Priorização das Bibliotecas.

4 RESULTADOS

Destaca-se que para atualizar e adequar os microcomputadores das
Bibliotecas destinados exclusivamente aos usuários para pesquisas em Bases de
Dados, é relevante considerar a velocidade do computador, pois para pesquisas
na Internet, visando o acesso à informação, não há necessidade de
armazenagem de dados, nem instalação de softwares sofisticados.
Para tanto, há necessidade urgente de se substituir os equipamentos
existentes por novos, que se adequem aos softwares e outras tecnologias já
adquiridos

pelas

Bibliotecas.

Isto

contribuirá

com

a

manutenção

e

o

aprimoramento da qualidade do ensino de graduação, uma das prioridades da
atual gestão.
Desta maneira, para otimizar e agilizar o Acesso à Informação estão sendo
solicitados:
-

13 impressoras

-

40 microcomputadores em aquisição/ampliação,

-

189 microcomputadores em substituição.

Assim, o Programa de Acesso à Informação em Bibliotecas, será subdividido em
três partes, a saber:
-

Impressoras

-

Microcomputadores: aquisição/ampliação

-

Microcomputadores: substituição.

Impressoras

�As 19 Bibliotecas componentes da Rede Unesp foram consultadas, por
telefone, para mapear quem possuía impressora dedicada aos alunos, visando a
impressão de levantamentos bibliográficos e/ou textos completos, pesquisados
nas Bases de Dados, e no caso de não possuir se havia interesse. Justifica-se
que a Unesp destine recursos visando adquirir equipamentos compatíveis com os
demais mecanismos disponibilizados na Universidade, mesmo porque o
diferencial desta Biblioteca – Laboratório é o acesso rápido e o retorno ágil das
informações, obtidos pela gestão do conhecimento, devendo-se considerar que os
equipamentos atuais da Rede de Bibliotecas da Unesp, ainda são aqueles
adquiridos através dos programas INFRAs da FAPESP, no período de 1995 a
1998. O procedimento adotado na priorização para contemplar as Unidades foi o
número de alunos matriculados na graduação.

Microcomputadores: aquisição/ampliação

Procurou-se estabelecer o número ideal de microcomputadores por
Biblioteca. Para isto, foram consideradas as seguintes variáveis:
-

número de alunos matriculados na graduação;

-

total de horas/diárias de funcionamento de cada biblioteca;

-

número de dias de funcionamento da biblioteca, de segunda à sexta = 5 dias;

-

pontos de rede lógica existentes;

-

o índice de 1,7; número de usuários indicado pelo MEC para cada posto de
trabalho, ou seja para cada microcomputador.
O procedimento adotado na priorização para contemplar as Unidades foi o

número de alunos matriculados na graduação, em ordem decrescente, lembrando
que apenas sete Bibliotecas necessitam de aquisição/ampliação. O procedimento
adotado na priorização para contemplar as Unidades foi o número de alunos
matriculados na graduação, em ordem decrescente, lembrando que sete
Bibliotecas necessitam de aquisição/ampliação. O percentual de aquisição e
instalação dos equipamentos será feito eqüitativamente entre as 19 Unidades, no
período de 3 anos: 2003-2005, contemplando com aproximadamente 33% do
total, por ano, para cada Unidade

�Microcomputadores: substituição

Foi solicitado, via e-mail e telefone, às 19 Bibliotecas da Rede Unesp, que
requeressem junto ao Serviço Técnico de Informática da Unidade, um laudo
técnico a respeito da situação dos microcomputadores alocados nas Bibliotecas e
destinados ao uso exclusivo dos usuários para pesquisas em Base de Dados.
Ao analisar-se os laudos, detectou-se:
-

que apenas 4,54% dos microcomputadores atendem às atuais necessidades
da Rede, isto é, de 198 microcomputadores, apenas 9 são adequados;

-

os requisitos mínimos de configuração não atendem às necessidades, de
acesso rápido, exigidas pela Rede de Bibliotecas;

-

pouca memória para conexões, via internet;

-

equipamentos obsoletos com tecnologia ultrapassada;

-

equipamentos apresentando defeitos, necessitando de consertos que em
algumas vezes, pelo preço em relação ao novo, não se justifica;

-

equipamentos tecnicamente defasados, não se recomendando o reparo;

-

monitores com imagem inadequada para utilização nas pesquisas;

-

máquinas não compatíveis com a velocidade da Rede.
Nesta modalidade, há um grande número de equipamentos a ser

substituído, devido à desatualização dos mesmos. O critério adotado de
priorização, também, foi por número de alunos em ordem decrescente,
contemplando-se eqüitativamente as 19 Unidade no período de 3 anos: 20032005, com aproximadamente 33% do total por ano, para cada Unidade.

Resumo da priorização e distribuição
A seguir, apresentam-se quadros resumidos, demonstrando o total de
equipamentos a serem adquiridos e distribuídos no período de 2003 – 2005.

�Quadro 1: Demonstrativo de equipamentos a serem adquiridos/ substituídos
- 2003-2005
ITEM

QUANTIDADE

Portões Eletrônicos

16

Impressoras

13

Microcomputadores:

40

Ampliação/Aquisição
Microcomputadores:

189

Substituição

Quadros 2-4: Demonstrativos de aquisição e distribuição dos equipamentos
no período de 2003-2005
Quadro 2: 2003
ITEM

QUANTIDADE

Portões Eletrônicos

06

Impressoras

05

Microcomputadores:

17

Aquisição/Ampliação
Microcomputadores:

69

Substituição

Quadro 3: 2004
ITEM

QUANTIDADE

Portões Eletrônicos

05

Impressoras

04

Microcomputadores:

13

Aquisição/Ampliação
Microcomputador: Substituição

65

Quadro 4: 2005
ITEM

QUANTIDADE

�Portões Eletrônicos
Impressoras
Microcomputadores:
Aquisição/Ampliação
Microcomputador:
Substituição

05
04
10
55

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Considerando que a Biblioteca é uma organização crescente, dinâmica,
altamente dependente das inovações tecnológicas que influem e determinam no
consumo e geração de conhecimento na Universidade, é de vital importância a
atualização dos recursos existentes, bem como a inserção de novos, tanto no que
se refere a equipamentos, como a informação. Isto constitui-se em condição sine
qua nom para que a Biblioteca cumpra a sua efetiva missão e aja em benefício da
comunidade a que serve.
Assim, hoje, a inovação se impõe como paradigma necessário para que a
instituição sobreviva e ocupe o seu efetivo lugar na comunidade que a mantém. A
inovação se impõe como pré-requisito para a pesquisa. Se a Universidade é o
"Templo do Saber" e a biblioteca o "Celeiro do Conhecimento", como sobreviver
num mundo de mudanças contínuas e rápidas se não atualiza e adequa a
Biblioteca à realidade das tecnologias?
Cabe, então, a Universidade propiciar condições para que a Biblioteca
cumpra o seu real papel, de fornecer subsídios - informação, para que a
Universidade cumpra o triplé: ensino, pesquisa e serviços de extensão; e possa
continuar a figurar entre as Instituições de excelência como vem ocorrendo até
agora, caso contrário poderá transformar-se em uma organização obsoleta,
sucateada e de baixa qualidade.

SECURITY PROGRAM AND INFORMATION ACCCESS IN LIBRARIES

ABSTRACT
In 1995-1998 Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo FAPESP, through the programs INFRA I-IV, approved projects from

�Coordenadoria Geral de Bibliotecas da Unesp - CGB and Unesp Libraries
Network that allowed them to acquire new equipaments. In 2002, CGB presented
to Unesp President the Project "Security Program and Access to Information" in
order to enlarge and update the equipaments taking into account the needs of
maintenance, preservation and security of libraries ' holdings. This project was
divided in two parts: Information security and Information Access. For the first part,
a survey was done to know what libraries nedeed eletronic gate, and for the
second part, a diagnosis to know the number of printers, appropriated, unsuitable
and out of use equipaments, logic network points of exclusive use by users to
search in referential and textual data basis. To set up the number of equipaments
by library it was adopted a formula developed by Ministério de Educação e Cultura
- MEC, that is, 1,7 users for each service station. It was recommended one
eletronic gate and one printer for each library too. Then a chronogram of budget
resources application was established for a three year period, from 2003 to 2005,
as well as the criteria for the receiving of equipaments by the libraries. These
criteria were based on the libraries' statistics data relating to 2002 as: number of
students, books, periodicals and loans.
KEY WORDS: Library: equipament. Information: Access. Library: security.

REFERÊNCIAS
COORDENADORIA GERAL DE BIBLIOTECAS. Universidade Estadual Paulista.
Disponível em: &lt;http://www.bibliotecas.unesp.br&gt;. Acesso em 19 de jul. de 2004.
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Disponível em: &lt;http://www.unesp.br&gt;.
Acesso em 19 de jul. de 2004.
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Coordenadoria Geral de Bibliotecas.
Relatório de atividades: 2001-2002. Marília: UNESP, 2003. 21 p.
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Assessoria de Planejamento e
Orçamento. Programa laboratórios didáticos de graduação. São Paulo:
UNESP, s.d. 47p.

∗

Universidade Estadual Paulista - UNESP - Coordenadoria Geral de Bibliotecas/Reitoria msouto@flash.tv.br
∗∗
Universidade Estadual Paulista - UNESP - Coordenadoria Geral de Bibliotecas/Reitoria mferraz@reitoria.unesp.br
∗∗∗
Universidade Estadual Paulista - UNESP - Faculdade de Ciências e Filosofia de Marilia –
Depto. de Ciências de
Informação e
Coordenadoria Geral de Bibliotecas/Reitoria cgb@reitoria.unesp.br
Universidade Estadual Paulista – UNESP Alameda Santos, 647 São Paulo - Brasil

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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                <text>Natal (Rio Grande do Norte)</text>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
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              <text>Programa de segurança e acesso à informação. (Pôster)</text>
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              <text>Maria Constancia Martinhão; Souto, Maria Ferraz; Fujita, Mariângela Spotti Lopes</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Natal (Rio Grande do Norte)</text>
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          <name>Publisher</name>
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          <name>Date</name>
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              <text>2004</text>
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          <name>Description</name>
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              <text>As Bibliotecas e a Coordenadoria Geral de Bibliotecas da UNESP tiveram aprovados pela FAPESP, nos Programas INFRA I a IV, período de 1995-1998, Projetos que possibilitaram às Bibliotecas das Unidades Universitárias dispor de equipamentos de última geração. Em 2002, sentiu-se a necessidade de ampliar e atualizar os equipamentos, visando otimizar a manutenção, preservação e guarda do acervo das Bibliotecas, e melhor atender às necessidades informacionais dos usuários. Para tanto, a Coordenadoria Geral de Bibliotecas apresentou à Reitoria da Universidade o Projeto “Programa de Segurança e Acesso à Informação em Bibliotecas”, que foi dividido em duas partes: Segurança da Informação e Acesso à Informação. Na primeira parte – Segurança da Informação, fez-se um levantamento de quais Bibliotecas necessitavam do Portão Eletrônico, e na segunda – Acesso à Informação, fez-se um diagnóstico sobre a existência de impressoras, número de equipamentos adequados existentes, equipamentos obsoletos (conforme laudo técnico expedido pelo Serviço Técnico de Informática das Unidades locais), pontos de rede lógica – de uso exclusivo de usuários para pesquisas em base de dados referenciais e textuais.Para se estabelecer o número de equipamentos necessários por Biblioteca, adotou-se a fórmula desenvolvida pelo MEC, ou seja, 1,7 usuários por cada posto de trabalho. Para os portões eletrônicos e impressoras, propôs-se um para cada Biblioteca.Definido o número de cada equipamento necessário, foi preciso estabelecer um cronograma de desembolso de recursos, para um período de três anos, de 2003 a 2005, bem como definir critérios para priorizar a ordem de recebimento dos equipamentos pelas Bibliotecas.</text>
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