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                  <text>O SUCESSO DE UMA PARCERIA: dez anos de LIGDOC/ISTEC

Maria Isabel Santoro∗
Teresinha das Graças Coletta∗∗

RESUMO
Tradicionalmente habituadas a trabalhar com o Programa COMUT desde 1980, as
bibliotecas participantes do ISTEC (Ibero American Science &amp; Technology
Education Consortium) vêm, há dez anos, passando por outra experiência em
nível nacional e internacional, que muito beneficia o usuário final. São
apresentados dados estatísticos das bibliotecas participantes, que contemplam
informações cooperativas do serviço LIGDOC (Interligação para troca eletrônica
de documentos) com o Programa COMUT para comutação bibliográfica nacional e
com a solicitação de artigos para a British Library na área internacional. Destacase, na área nacional, uma grande movimentação de troca de documentos entre as
Bibliotecas da Rede racionalizando o uso dos recursos dos acervos. Na área
internacional as bibliotecas, durante esse período, se beneficiaram de acervos da
América Latina e da América do Norte, sem ônus para o usuário final. Assim o
ISTEC, através dessa iniciativa, vem cumprindo de forma relevante e significativa
para o País, a sua missão maior que é promover a cooperação entre as
instituições participantes facilitando o desenvolvimento das bibliotecas e a
acessibilidade aos documentos e às novas tecnologias da informação.
PALAVRAS CHAVE: LIGDOC. ISTEC. Comutação bibliográfica eletrônica.
Consórcios – bibliotecas universitárias.

1 INTRODUÇÃO
A primeira troca de documentos via eletrônica, no Brasil, deu-se em abril de
1994, com a experiência piloto do Projeto de Bibliotecas do ISTEC (IberoAmerican Science and Technology Education Consortium), mas a prática da
comutação bibliográfica remonta à década de 40, quando são projetados os
primeiros catálogos coletivos por iniciativa da Fundação Getúlio Vargas
(MIRANDA, 1985) e com a duplicação de documentos por meio de reprografia na
Universidade de São Paulo. Desse período até 1980, várias iniciativas marcaram

�as ações de profissionais e instituições no País, com destaque para a criação do
IBBD (hoje IBICT) em 1954 e, em especial, a incorporação do termo “comutação
bibliográfica” no vocabulário bibliotecário na segunda metade da década de 70,
originada no Serviço de Comutação da EMBRAPA (STURLINI et al., 1994).
Em 1980, foi criado o Programa COMUT através de Portaria do Ministério
da Educação e instituído junto à CAPES. Com rápida evolução, esse Programa
expandiu-se pelo Brasil e despertou o interesse internacional, mas não se
consolidou enquanto veículo de obtenção de documentos no exterior. Além disso,
em função das diferentes gestões pelas quais passou no âmbito do Governo
Federal e também pela falta de compreensão de muitos profissionais, deixou de
cumprir parte do objetivo a que se propunha, provocando demora no atendimento
dos pedidos e falta de confiança na qualidade do serviço, o que despertou nas
bibliotecas universitárias e especializadas a busca de novas formas de comutação
para complementar o Programa COMUT fora do país e dentro dele. Na verdade
buscou-se maior eficiência e eficácia do serviço, principalmente com o apoio das
tecnologias de informação e comunicação.
Destaca-se o trabalho pioneiro da BIREME que em 1988 implantou o
COMUT on-line no âmbito das Bibliotecas da Rede (ZAHER, 1993) e que não se
firmou como uma nova opção de trabalho no País, principalmente em função da
carência de recursos de tecnologia disponíveis à época e pela falta de visão de
muitos bibliotecários e gestores das instituições de ensino e pesquisa sobre a
importância dessa ação. Essa possibilidade só foi vislumbrada em nível nacional
em 1997, quando o IBICT lança o COMUT on-line, mas ainda somente para
efetuar os pedidos e não para a troca eletrônica de documentos. E, nesse sentido,
mais uma vez a BIREME propicia um meio mais ágil de controle do serviço com a
disseminação do SCAD – Serviço Cooperativo de Acesso ao Documento, testado
pela UNESP (VALÉRIO; SOUTO, 2002).
Nessa década de 90 quando foram introduzidas no Brasil as redes de
comunicação acadêmicas (Bitnet e Internet), novas perspectivas de trabalho

�cooperativo surgem e, dentre elas, destaca-se o trabalho da BAE – Biblioteca da
Área de Engenharia da Unicamp, utilizando-se dos benefícios do ISTEC – Ibero
American Science &amp; Technology Education Consortium, do qual a Unicamp já era
consorciada. A partir dessa possibilidade a BAE iniciou em 1994 um projeto piloto
junto ao “ISTEC Library Linkage Project”, uma das quatro iniciativas do Consórcio.
Esse projeto marcou o início do uso do software Ariel no Brasil (SANTORO et al,
1994), que a partir de 1996 expandiu-se para outras instituições.
Mais recentemente, já no novo milênio, o controle do fluxo de documentos
passa a ser totalmente automatizado através do uso do software CELSIUS,
desenvolvido no âmbito do ISTEC pela Universidad de La Plata (UNPL),
Argentina, e disseminado às instituições consorciadas. Este software, em sua
última versão, permite além do próprio controle de solicitações e atendimento de
pedidos, acesso a mais de 50 (cinqüenta) tipos de estatísticas. Também se criou
um site próprio, no qual o usuário tem acesso personalizado aos seus pedidos
para acompanhar todos as etapas das suas solicitações até o recebimento de
documentos. O CELSIUS foi aceito como padrão para controle deste serviço e já
se encontra instalado em mais de 15 (quinze) Bibliotecas do ISTEC, em diferentes
paises.

2 ISTEC
O Ibero-American Science and Technology Education Consortium – ISTEC
é uma organização, sem fins lucrativos, composta de instituições acadêmicas e de
pesquisa, de indústrias e de organizações multilaterais das Américas e da
Península Ibérica. Criado em 1990, conta com quatro grandes iniciativas em
andamento1:
•

Iniciativa de Laboratórios de Pesquisa e Desenvolvimento que fornece
acesso para educadores e pesquisadores a tecnologias de última geração

1

ISTEC e suas iniciativas. [Folder informativo do ISTEC, 2004].

�utilizadas no ensino de conceitos avançados e na experimentação com
novas técnicas;
•

Iniciativa de Educação Avançada que vem formando recursos humanos
competitivos e efetivos através de capacitação e conhecimento local,
educação a distância e programas não tradicionais de intercâmbio;

•

Iniciativa Los Libertadores que está desenvolvendo e implementando um
modelo de negócios e de Tecnologias de Informação e de Comunicação
comumente chamado de Portal. Trata-se de um programa ambicioso que
procura fornecer uma extensa conectividade em banda larga e outros
serviços através da região com o apoio dos membros que se encontram
distribuídos ao longo das Américas;

•

Iniciativa de Enlace de Bibliotecas Digitais (DLL) que desenvolve e
apóia projetos de Informação Digital, Administração do Conhecimento e
Bibliotecas Digitais.
Entre outras atividades o DLL tem um serviço básico de Entrega Rápida de

Documentos Eletrônicos, que atualmente trabalha com mais de 50 membros
participando de quatro redes regionais consolidadas de Bibliotecas Digitais:
LIGDOC – Brasil; PREBI – Argentina, REDIBIMEX – México, e Red de Bibliotecas
Digitais Colombianas – Colômbia.
Conforme citado, o Serviço LIGDOC – Brasil teve início em 1994,
quando a Unicamp integrou o LIBRARY LINKAGES PROJECT, que segundo
Santoro e Llull (1996) “a experiência entre a UNM e a UNICAMP foi a mais bem
sucedida e vem servindo de modelo para a implementação desse serviço em
outras bibliotecas integrantes do ISTEC”.

2.1 A FORMAÇÃO DA REDE LIGDOC NO BRASIL
Com a participação da Biblioteca da Área de Engenharia (BAE) da
UNICAMP, no Projeto Piloto de Bibliotecas do ISTEC e, com a divulgação feita

�pela UNICAMP, as Bibliotecas da área de engenharia passaram a acompanhar a
evolução desse Serviço e foram se interessando assim que perceberam as
vantagens advindas desse Consórcio.
Foi assim que a USP-EP, a USP-EESC e a PUC-RS em 1996 se
integraram ao referido Programa. Conforme as adesões de novas instituições ao
Consórcio se consolidavam, as bibliotecas eram convidadas a participarem desse
Serviço. O Quadro 1 especifica a seqüência de Bibliotecas que se integraram e
passaram a formar a Rede LIGDOC.

Quadro 1: Bibliotecas universitárias integrantes da Rede LIGDOC
INSTITUIÇÕES
UNICAMP - BAE
UFSC
USP - EP
USP - EESC
PUCRS
UNCAMP - FCM
CTA - ITA
UNESP - FEG
UNESP - FEIS
IME
UNISUL
UFPE
UFRJ
UFU - SM
UFU - UMUARAMA
INPE
PUC - RJ
UnB
UFES

ANO DE INÍCIO
1994
1996
1996
1996
1996
1998
1998
1998
1998
1999
1999
1999
1999
1999
2000
2000
2001
2001
2002

�3 DEZ ANOS DE LIGDOC: EVOLUÇÃO QUANTITATIVA
O trabalho feito pelas Bibliotecas no ISTEC tem registrado importante
evolução em toda a Ibero América. O caso do Brasil se destaca pelo pioneirismo
no uso do serviço, que foi totalmente absorvido pela comunidade de usuários, em
especial pelos alunos de pós-graduação e pelo fato de ter servido de modelo,
dentro do próprio Consórcio. E, ao completar dez anos, os números demonstram
não só a importância desse Serviço, como também as vantagens econômicas
usufruídas pelos usuários das instituições que aderiram ao Consórcio, uma vez
que essa comutação é oferecida gratuitamente para a comunidade acadêmica,
pelo compromisso da reciprocidade que rege os princípios do ISTEC.

3.1 LIGDOC x COMUT
A seguir são apresentados alguns dados sobre o desempenho do LIGDOC
no Brasil, melhor visualizados em quadros:

Quadro 2: Solicitação nacional

LIGDOC 1994 - 2003
LIGDOC

48.522

COMUT

43.506

Total

92.028

A análise comparativa dos dados entre a solicitação de documentos pelo
LIGDOC e pelo COMUT, demonstram que de um total de 92.028 pedidos, mais da
metade dessas solicitações (48.522) são resolvidas com o próprio acervo das
Bibliotecas do ISTEC. Isso significa que as coleções são de muito boa qualidade e
que faz grande sentido trabalhar com este Serviço.

�Quadro 3: Atendimento Nacional

LIGDOC 1994 - 2003
LIGDOC

50.406

COMUT

97.806

Total

148.212

Quanto aos atendimentos, 1/3 (um terço) deles são supridos pelo acervo
das Bibliotecas do ISTEC e os outros 2/3 (dois terços) são fornecidos para todas
as bibliotecas do COMUT (aproximadamente 1.200). Mais uma vez se comprova a
qualidade do acervo.
Deve-se também levar em consideração que no Serviço LIGDOC as
principais áreas de conhecimento são as engenharias, seguida das tecnológicas e
informática. Enquanto que o Programa COMUT trabalha com todas as áreas do
conhecimento.

3.2. LIGDOC X BRITISH
Da mesma forma, são apresentados os dados que comprovam o
desempenho do LIGDOC na área internacional. Cita-se como comparação o
serviço oferecido pela British Library.

Quadro 4: Solicitação internacional

LIGDOC 1994 - 2003
LIGDOC

14.978

-

78%

British

3.281

-

22%

Total

18.259 - 100%

�No âmbito internacional, do total de 18.259 solicitações necessárias para
atender os usuários, 78% são supridos pelas bibliotecas dos demais paises de
abrangência do ISTEC (com destaque para a qualidade da coleção das
Bibliotecas da University of New México – USA). Os 22% restantes são
complementados pela British Library.
Quanto ao atendimento, raramente as bibliotecas brasileiras o fazem a
British, mas no caso do ISTEC, ele é prestado normalmente, apesar de ser ainda
reduzido em relação às solicitações. Nestes dez anos as bibliotecas atenderam
3.803 pedidos do exterior, principalmente da Universidad de La Plata (Argentina) e
Universidad de Los Andes (Colombia).

Quadro 5: Atendimento internacional

LIGDOC 1994 - 2003
LIGDOC

3.803

British
Total

-

100%

----3.803

-

100%

3.3 IMPACTOS E BENEFÍCIOS DO SERVIÇO NO BRASIL
Com dez anos do Serviço LIGDOC é possível analisar quais foram os
principais impactos e benefícios que essa iniciativa do Consórcio causou:
1) o primeiro impacto foi o uso dessa nova tecnologia, que permitiu a
introdução do software Ariel no Brasil, com os seguintes benefícios:uso de
novo recurso no paísfacilidade para troca de documentos;disseminação do
uso deste recurso para bibliotecas.o segundo impacto foi a adoção desse
software para o serviço de comutação bibliográfica eletrônica, oferecendo
uma grande melhora no serviço de referência, com os seguintes benefícios:
•

rapidez no acesso ao documento;

�•

melhoria na qualidade da cópia fornecida;

•

confiabilidade no serviço.

2) o terceiro impacto do Serviço LIGDOC foi apresentar uma nova opção de
busca de documentos no exterior, considerando a abrangência do
Consórcio, ampliando assim, o acesso ao documento fora do Brasil. Foram
sentidos os seguintes benefícios:
•

disponibilidade de acesso a novos acervos fora do Brasil;

•

qualidade das coleções das bibliotecas consorciadas.

3) o quarto impacto foi a cooperação, através do uso compartilhado da
informação e dos documentos. Benefícios:
•

ampliação do uso das coleções do próprio país;

•

ampliação troca de documentos entre diferentes paises;

•

maior disseminação de serviços integrados, com estímulo para: a)
avaliação de coleções; b) implementação de aquisição planificada; c)
formação de novas parcerias, e d) criação de redes de informação.

4) o quinto impacto foi a economia para o usuário final, pois este serviço era
oferecido gratuitamente para a comunidade pertencente as instituiçõesmembro do Consórcio. Assim, foram obtidos os seguintes benefícios:
•

compromisso institucional no compartilhamento de coleções;

•

racionalização de recursos aplicados;lucro institucional frente ao custo
benefício do consórcio.

5) o sexto impacto foi o crescimento do Consórcio com a adesão de novas
instituições, motivadas pelo sucesso do Serviço LIGDOC. Assim o ISTEC
se beneficiou da:
•

geração de novos recursos para o consórcio

•

inclusão de outras coleções relevantes para o serviço

•

racionalização do uso das coleções dentro e fora do país.

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS

�Durante toda a implantação da Rede LIGDOC foi dada ênfase na qestão da
importância e do valor das ações cooperativas. A Iniciativa hoje denominada
LIBLINK, exerce um papel fundamental no ISTEC, pois além de atender a
adequação aos objetivos e à missão do Consórcio, a Rede de Bibliotecas veio
viabilizar a questão das ações cuja finalidade é exercer a reciprocidade entre os
membros. As Bibliotecas colocam em funcionamento o fluxo de “mão dupla”
quando solicitam documentos não existentes em suas coleções e quando
fornecem cópias de documentos que integram seu acervo. O papel ora de
solicitante, ora de fornecedor garante esse fluxo no qual se observa claramente
um

movimento

onde

nenhuma

instituição

pode

se

sentir

prejudicada

financeiramente. Mesmo quando esse fluxo de atendimento onera muito mais as
Bibliotecas com as melhores coleções, como por exemplo, as das universidades
estaduais paulistas. Neste caso essas instituições se valem de solicitações de
documentos não existentes no País, isto é, compra de artigos no exterior, cujo
preço médio é de U$ 17.00. Portanto, apesar destas Bibliotecas solicitarem
documentos em menor quantidade (em relação ao seu atendimento) eles são
muito caros e, essas Bibliotecas têm sido atendidas gratuitamente também.
A Direção destas Bibliotecas, ao longo destes anos, absorveu a
compreensão exata desse processo de reciprocidade e os benefícios institucionais
advindos da participação do Consórcio. Mas são os bibliotecários de referência
que têm a melhor percepção desse compartilhamento ao oferecerem o Serviço
LIGDOC como a primeira opção ao usuário final, de forma gratuita. Portanto, no
exercício de agente colaborador e participante ativo, como membro do Consórcio
ISTEC, o bibliotecário vem conquistando, perante a comunidade acadêmica, o
reconhecimento desse importante papel.
Assim, evidencia-se claramente o custo-benefício da efetiva participação
das Bibliotecas do ISTEC na Rede LIGDOC, tanto do ponto de vista da qualidade
do atendimento (rapidez e custo), quanto da melhoria da qualificação profissional
dos bibliotecários, ao desfrutarem das possibilidades oferecidas pelo uso das
tecnologias de informação e pelo exercício contínuo do aprendizado coletivo.

�KEYWORDS: LIGDOC. ISTEC. Eletronic interlibrary loan. University libraries –
consortium.

REFERÊNCIAS

MERCADANTE, L.M.Z. Universidade, biblioteca e prestação de serviços: a
realidade brasileira. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS
UNIVERSITÁRIAS, 6., Belém, 1989. Anais... Belém, 1989. p.58-73.
MIRANDA, A. Perspectivas do Programa de Comutação Bibliográfica – COMUT.
In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 4., Campinas,
1985. Anais... Campinas, Editora da Unicamp, 1985. p.57.
SANTORO, M.I, LLULL, H. O ISTEC e a Internet acelerando a cooperação na
Ibero-america. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS,
9., Curitiba, 1996. Anais...Curitiba, Biblioteca Central da PUC-Paraná, 1996.
SANTORO, M.I., MOURA, S.M., PEREIRA, J.D.S. Comutação bibliográfica
eletrônica: o custo-benefício do Serviço LIGDOC (ISTEC). In: SEMINÁRIO
NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., Fortaleza, 1998. Anais...
Fortaleza, Biblioteca Central da UFCe, 1998.
STURLINI, R.M.G. et al. Intercâmbio bibliográfico no Sistema Integrado de
Bibliotecas da USP: propostas de implementação. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE
BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 8., Campinas, 1984. Anais... Campinas,
Biblioteca Central da Unicamp, 1994. p.125-134.
VALÉRIO, D.S., SOUTO, M.C.M. Avaliação do serviço de comutação bibliográfica
através do software SCADUNESP. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS
UNIVERSITÁRIAS, 12. Recife, 2002. Anais... Recife, Biblioteca Central, 2002.
ZAHER, C.R. et al. O desenvolvimento da informação em saúde na América
Latina e Caribe e perspectivas futuras. Ciência da Informação, v.22, n.3, p.193200, 1993.

�∗

Universidade Cruzeiro do Sul. Biblioteca Central. Av. Ussiel Cirilo, 225. 08060.070 – São Paulo –
SP, Brasil. ISTEC-Brasil bel.santoro@terra.com.br, isabel.santoro@unicsul.br
∗∗
Universidade de São Paulo. Escola de Engenharia de São Carlos. Av. Trabalhador SãoCarlense, 400 13566.590 – São Carlos, SP coletta@sc.usp.br

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
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          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
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              <text>Santoro, Maria Isabel; Coletta, Teresinha das Graças</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Natal (Rio Grande do Norte)</text>
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          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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              <text>UFRN</text>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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              <text>2004</text>
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          <name>Type</name>
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          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
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              <text>Tradicionalmente habituadas a trabalhar com o Programa COMUT desde 1980, as bibliotecas participantes do ISTEC (Ibero American Science &amp; Technology Education Consortium) vêm, há dez anos, passando por outra experiência em nível nacional e internacional, que muito beneficia o usuário final. São apresentados dados estatísticos das bibliotecas participantes, que contemplam informações cooperativas do serviço LIGDOC (Interligação para troca eletrônica de documentos) com o Programa COMUT para comutação bibliográfica nacional e com a solicitação de artigos para a British Library na área internacional. Destaca-se, na área nacional, uma grande movimentação de troca de documentos entre as Bibliotecas da Rede racionalizando o uso dos recursos dos acervos. Na área internacional as bibliotecas, durante esse período, se beneficiaram de acervos da América Latina e da América do Norte, sem ônus para o usuário final. Assim o ISTEC, através dessa iniciativa, vem cumprindo de forma relevante e significativa para o País, a sua missão maior que é promover a cooperação entre as instituições participantes facilitando o desenvolvimento das bibliotecas e a acessibilidade aos documentos e às novas tecnologias da informação.</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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              <text>pt</text>
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