<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="5163" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/5163?output=omeka-xml" accessDate="2026-03-08T22:55:31-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="4231">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/47/5163/SNBU2006_141.pdf</src>
      <authentication>80778618a7f6a062492b0a007b21ba47</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="56381">
                  <text>DIAGNÓSTICO DAS PESQUISAS VIRTUAIS DA COMUNIDADE CIENTÍFICA
DO LABOMAR

GURGEL, Nadsa Maria Cid. Universidade Federal do Ceará (BR), nadsa@ufc.br
MATOS, Diana Macedo. Universidade de Fortaleza (BR), dianamatos@unifor.br
RESUMO

A revolução tecnológica e o potencial da Internet como instrumento para disseminação e
acesso às informações, ao proporcionar compartilhamento e interação entre seus
usuários, colocaram a comunidade científica diante de novos métodos de trabalho no que
diz respeito às pesquisas bibliográficas. A biblioteca no desempenho de sua função de
dar suporte informacional às atividades educacionais, científicas, tecnológicas e culturais
da Universidade, deve conhecer as necessidades de informação de seus usuários e
viabilizar os meios de acesso. Investiga os vários serviços de informação prioritariamente
acessados como veículos eletrônicos de comunicação, no sentido de mapear os canais
eletrônicos formais e informais utilizados pelo corpo docente e discente do Instituto de
Ciências do Mar – LABOMAR da Universidade Federal do Ceará. Os dados foram
coletados a partir da aplicação de questionário e entrevistas. A grande maioria utiliza o
Portal CAPES e Google Acadêmico como principais canais eletrônicos de informação,
além de participarem de listas de discussões específicas por área. Conclui-se que além
dos artigos eletrônicos, a comunicação informal (colégios invisíveis) que sempre foi
comum entre os cientistas, ressurge como “colégios virtuais” ainda mais interativos e
democráticos, facilitando a avaliação da produção e o conseqüente reconhecimento
científico dos mesmos.
Palavras-chave: Pesquisa; Serviços de Informação; Comunidades virtuais; Comunicação
científica; Comunicação na tecnologia.

________________________________________
(1) Especialista em Tecnologias Aplicadas ao Gerenciamento da Informação,
Universidade Federal do Ceará, nadsa@ufc.br
(2) Mestre em Administração de Empresas, Universidade de Fortaleza,
dianamatos@unifor.br

�INTRODUÇÃO
Com a missão de “dar suporte informacional às atividades educacionais,
científicas, tecnológicas e culturais da Universidade Federal do Ceará”, o Sistema
de Bibliotecas é composto por 14 Bibliotecas Setoriais que atendem aos alunos
dos 54 cursos de graduação, 43 cursos de especialização, 44 mestrados, alunos
dos 18 cursos de doutorado, 1.603 professores, 3.409 técnico-administrativos,
além dos alunos das 06 Casas de Cultura Estrangeira estando todos esses
usuários potenciais, distribuídos em 03 campi, existindo ainda algumas unidades
fora dos campi.
A Biblioteca Rui Simões de Menezes localizada no Instituto de Ciências do
Mar – LABOMAR e comumente conhecida como Biblioteca do LABOMAR, atende
especificamente a comunidade - pesquisadores, professores e alunos do Curso
de Mestrado em Ciências Marinhas Tropicais - do referido Instituto, que logo em
sua implantação em 1960, a primeira diretoria teve como preocupação imediata, a
implantação da Biblioteca.
As tecnologias de comunicação associadas à especialização da área de
estudo vinculada a uma instituição de cunho acadêmico, mudaram profundamente
as relações dos referidos atores com a biblioteca. As visitas além de serem reais,
tornaram-se também virtuais, já que trata-se de uma biblioteca híbrida,
convivendo com cenários distintos.
A biblioteca do LABOMAR é especializada, atendendo a uma comunidade
própria e relativamente pequena. Em face das transformações nos meios de
comunicação observadas no âmbito acadêmico-científico e, por outro lado, tendo
uma percepção empírica de que os seus usuários estão usando a internet como
principal meio para realizar pesquisas bibliográficas, buscou-se com este trabalho,
fazer um diagnóstico mais preciso a fim de facilitar-lhes o acesso, aprimorando os
recursos virtuais disponíveis.
Assim, o objetivo do estudo foi o de mapear os canais eletrônicos utilizados
por essa comunidade, assim como conhecer os modos de interação com os pares
e de que forma se apresentam os novos colégios virtuais.

�INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
A comunicação, o registro e a disseminação do conhecimento sempre
foram ferramentas básicas para a convivência humana, tanto é que desde a préhistória, o homem “escreve” textos através de vários suportes. O homem e o ato
de comunicar-se têm evoluído juntos ao longo dos tempos. Da comunicação oral
para a comunicação escrita, que veio superar o problema de alcance e fidelidade
da informação, a escrita transformou-se e milhares de anos depois Gutenberg
inventou a imprensa causando uma profunda revolução.
A comunicação escrita e o modo de transmissão dos textos
sofreram profundas mudanças com a imprensa. A quantidade de
livros e cópias produzidos aumentou significativamente, e o leitor
passou a ter maior acesso a teorias e conhecimentos, antes
restritos aos mestres encarregados de interpretar os manuscritos e
repassar seu conteúdo aos discípulos. (DIAS, 1999 p. 156)

A revolução dos nossos dias se dá através do computador, que desde sua
invenção no início do século XX como equipamento utilizado para cálculos
científicos em usos militares, muda à forma de comunicação e disseminação da
informação. Hoje, dentre os avanços, não se concebe viver sem o correio
eletrônico, a transferência de arquivos, listas de distribuição, grupos de usuários e
a web com os serviços de busca, pois de acordo com LEVI (1993) o computador
é, antes de tudo, um operador de potencialização da informação.
As facilidades advindas das tecnologias de informação e comunicação
(TICs) proporcionam interatividade e conectividade, interferem ainda nas relações
sociais, democratizando o processo de produção de informação e conhecimento
que torna-se descentralizado. A comunicação científica eletrônica dá-se por
canais formais facilitando a divulgação do conhecimento produzido e, informais,
auxiliando a troca rápida de informações.
Os cientistas sempre discutiram e trocaram informações entre si
impulsionando o avanço das pesquisas científicas. A comunicação informal com
os recursos das TCIs favorecem esses contatos. Os antigos colégios invisíveis
com seus números reduzidos de participantes, transformaram-se em colégios

�virtuais que agregam inúmeras pessoas através das conferências eletrônicas,
listas de discussões, “bate-papos” e o uso do correio eletrônico.
Conforme proposto por Price (1973),
Adotar-se-á aqui o termo colégio virtual com o fim de preservar a
analogia com o colégio invisível e sua carga semântica, isto é,
tem-se como princípio que o número de cientistas trabalhando em
uma área específica é pequeno e que estes se conhecem entre si,
mesmo que não pessoalmente. Esta comunidade mantém-se a
par dos respectivos trabalhos e troca informações via correio
eletrônico ou listas de discussão, preferencialmente, embora
utiliza também outros meios. O colégio virtual atua como rede de
comunicação e intercâmbio, como fórum de educação e de
socialização de novos cientistas.

Por outro lado, o papel desempenhado pelas bibliotecas, como um veículo
de comunicação, precisa acompanhar essas transformações, tendo em vista as
exigências e necessidades de seus usuários, oferecendo melhores serviços,
facilitando o acesso e a troca de informações, de forma a otimizar os seus
recursos.

METODOLOGIAS E RESULTADOS

Os dados foram coletados através da aplicação de questionário composto
por

perguntas

abertas

e

fechadas. O

grupo

estudado

compôs-se

de

pesquisadores (técnicos de nível superior), professores e alunos do Curso de
Mestrado em Ciências Marinhas Tropicais do Instituto de Ciências do Mar –
LABOMAR.
As informações foram levantadas durante os meses de maio e junho de
2006, perfazendo um total de 95 participantes, sendo 33 pesquisadores, 20
professores e 42 estudantes de mestrado. Ressalte-se que as respostas
perfizeram 86% do universo pesquisado.
Os resultados obtidos são descritos a seguir, após listadas algumas
observações e sugestões coletadas.

�Em relação à freqüência com que utiliza a Internet para realizar pesquisas
científicas verificou-se que todos os entrevistados utilizam a internet, no entando
apenas 70% acessam diariamente, conforme detalhado na tabela seguinte.

Tabela 1 – Freqüência de acesso à internet
Diariamente

Semanalmente

71%
75%
75%

16%
25%
13%

Professor
Pesquisador
Mestrando

Mensalmente
14%
12%

Fonte: pesquisa própria

No que se refere aos sites acessados com maior freqüência, os
mestrandos são os que mais acessam o Portal Periódicos CAPES, sendo 77%
deles, os professores com 71% e os pesquisadores, 66%. O Google revela-se
como a segunda opção para as três categorias. Outras bases citadas estão
disponíveis no referido Portal, de acordo com a tabela abaixo.
Tabela 2 – Sites de acesso à internet
Professor
Pesquisador
Mestrando

CAPES
71%
66%
77%

Google
Outros
29%
FINEP
34%
FAO, Globfish, National Marine Fisheries
23%
Universidades diversas

Fonte: pesquisa própria

O modo prioritário de troca de informações com os pares foi latente a
preferência de comunicação por e-mail,

o telefone aparece como a segunda

opção e a lista de discussão utilizada apenas pelos pesquisadores, apresentadas
detalhadamente a seguir:
Tabela 3 – Modo prioritário de troca de informações com os pares
Professor
Pesquisador
Mestrando

E-mail
90%
66%
50%

telefone pessoalmente
10%
16%
16%
38%
12%

Listas de discussão
2%
-

Fonte: pesquisa própria

Os professores e pesquisadores comunicam-se diariamente com seus
pares, enquanto a maioria dos mestrandos buscam exporaticamente os mesmos
apenas quando motivados por algum interesse, de acordo com os dados abaixo:

�Tabela 4 – Frequencia de contato com os pares
Diariamente

Semanalmente

Mensalmente

exporaticamente

57%
42%
14%

28%
25%
20%

15%
25%
16%

8%
50%

Professor
Pesquisador
Mestrando
Fonte: pesquisa própria

A participação em grupos de estudo nacionais é apontado por 60% dos
professores e 55% dos pesquisadores, enquanto que 70% dos mestrandos não
participa, mas tem interesse. As três categorias têm participação em grupos
internacionais indicados na tabela a seguir.
Tabela 5 – Participação em grupos de estudo

Professor
Pesquisador
Mestrando

Grupos
Grupos
Nacionais Internacionais
60%
20%
55%
15%
20%

Não participa, mas tem
interesse
10%
20%
70%

Não
participa
10%
10%
10%

Fonte: pesquisa própria

Além desses dados, foram coletadas informações sobre as revistas mais
importantes para a área de estudo, tanto as de formato eletrônico como de
formato impresso. Constatou-se que dentre as citadas, muitas estão no portal
CAPES e outras já estão em formato eletrônico, inclusive com acesso gratuito.
Para completar o diagnóstico realizado, também foi indagado a respeito do
acervo prioritariamente consultado na biblioteca, a fim de que outras ações de
melhoria pudessem estar vinculadas com os outros dados pesquisados, obtendose a seguinte informação:
Tabela 6 – Material prioritariamente consultado na biblioteca

Professor
Pesquisador
Mestrando

Revistas

Livros

46%
33%
50%

38%
16%
37%

Teses e
Dissertações
10%
41%
12%

Monografias
6%
10%
1%

Fonte: pesquisa própria

Por fim, as observações e sugestões feitas, em sua maioria, dizem respeito
ao acervo e à página da biblioteca, sugerindo, inclusive, maiores investimentos na
aquisição de novos computadores, divulgação dos recursos eletrônicos,
principalmente através da reestruturação da home-page do LABOMAR.

�CONCLUSÃO
As conexões da biblioteca com as pesquisas científicas versus bibliográfica
alteraram-se com o emprego das novas tecnologias. A internet e suas milhões de
páginas transformaram-se “no céu e no inferno” dos pesquisadores.
Apesar das centenas de ferramentas de busca de informações, a seleção
de conteúdos com níveis de confiabilidade, associada à necessidade de uso dos
canais formais de comunicação, transformam a biblioteca universitária ainda mais,
na grande contribuidora para a qualidade do ensino e pesquisa na universidade.
Os pesquisadores de forma geral, sabem onde buscar informações
precisas e confiáveis, embora nem sempre percorram o caminho mais rápido. A
disponibilização dos inúmeros títulos de periódicos com texto completo no Portal
CAPES facilitou essa busca, embora ele ainda não seja utilizado em toda sua
capacidade.
Cabe a biblioteca, portanto, desvendar os acessos proporcionando
instrumental para aumentar a eficiência na procura de recursos informacionais,
efetuando treinamentos com os usuários no Portal Periódicos CAPES e suas
várias bases de dados, mapeando também outros sites relevantes à área.
Ademais, que seja uma facilitadora da formação e divulgação de colégios virtuais
e dos grupos de estudo, contribuindo para que haja um maior intercâmbio de
informações, acessadas muitas vez através de suas home-pages.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

�1.AMARAL, Angélica do Amaral. WEB SITES: uso de tecnologias no cumprimento
das funções da biblioteca. Informação e sociedade: estudos, João Pessoa, PB,
15, 2, 2005. Disponível em: http://www.informacaoesociedade.ufpb.br/index.htm.
Acesso em 19/05/2006.

2.DIAS, Cláudia Augusto. Hipertexto: evolução histórica e efeitos sociais. Ci.
Inf. [online]. set./dez. 1999, vol.28, no.3 [citado 10 Julho 2006], p.269-277.
Disponível na World Wide Web:
&lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S010019651999000300004&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&gt;. ISSN 0100-1965.

3.LÉVY, Pierre. O que é virtual. São Paulo: Ed. 34, 1996. 160 p.

4.MOREIRA, Walter. Os colégios virtuais e a nova configuração da comunicação
científica. Ciência da Informação, Brasília, DF, 34.1, 26 10 2005. Disponível em:
&lt;http://www.ibict.br/cienciadainformacao/viewarticle.php?id=699. Acesso em: 19
05 2006.

5.OLIVEIRA, Érica Beatriz Pinto Moreschi de; NORONHA, Daisy Pires. A
comunicação científica e o meio digital. Informação e sociedade: estudos, João
Pessoa, PB, 15, 2, 2005. Disponível em:
http://www.informacaoesociedade.ufpb.br/IS1510503.htm. Acesso em 19/05/2006.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARA - SISTEMA DE BIBLIOTECAS

�Biblioteca Rui Simões de Menezes do Instituto de Ciências do Mar LABOMAR
Prezados(as) Usuário(as),
A Biblioteca do LABOMAR, no desempenho de sua função, está buscando
conhecer os serviços de informação prioritariamente acessados como veículos de
comunicação, no sentido de mapeá-los e facilitar o acesso aos seus usuários.
Para tanto, solicitamos a sua colaboração respondendo as perguntas abaixo:
1. Classificação:
Professor
Pesquisador
Estudante
2. Com que frequência você utiliza a Internet
para realizar pesquisas científicas?
Não utilizo
Diariamente
Semanalmente
Quinzenalmente
Mensalmente
3. Enumere de 1 a 4 (por ordem de prioridade) o material que você consulta na
Biblioteca do LABOMAR.
Não consulto
Livros
Teses e Dissertações
Revistas
Monografias de Graduação
4. Marque os s/tes acessados com maior frequência. Os seus "Favoritos",
(múltipla escolha)
Portal CAPES
Google Académico
Sites das bibliotecas universitárias
Outro(s). Especifique:
5. Cite as Revistas mais importantes para a sua área de estudo.
Eletrônicas:
Versão impressa:
6. Enumere de 1 a 4 (por ordem de prioridade) o modo que você costuma trocar
informações com seus pares.
Através de e-mail
Através de fórum (lista de discussão) em grupos de estudo ou trabalho
Telefone
Pessoalmente

�7. Qual a frequência desse contato?
Diariamente
Semanalmente
Quinzenalmente
Mensalmente
Somente quando tenho algum interesse
8. Ainda em relação aos Grupos de Estudo, que você participa, especifique:
Nacional. Quantidade:
Internacional. Quantidade:
Não participo
Não participo, mas tenho interesse.
9. Observações e Sugestões:

�ABSTRACT

The technological revolution and the potential of the Internet as instrument for
dissemination and access to the information, when providing sharing and interaction
between its users, had ahead placed the scientific community of new methods of work in
what it says respect to the bibliographical research. The library in the performance of its
function to give informacional support to educational, scientific, technological and cultural
the activities of the University, must know the necessities of information of its users and
make possible the ways of access. It investigates the some services of information
prioritariamente had access as electronic vehicles of communication, in the direction of
mapear the formal and informal electronic canals used by the faculty and learning of the
Institute of Sciences of Sea - LABOMAR of the Federal University of the Ceará. The data
had been collected from the application of questionnaire and interviews. The great
majority uses Vestibule CAPES and Academic Google as main electronic canals of
information, beyond participating of lists of specific quarrels for area. It is concluded that
beyond electronic articles, the informal communication (invisible colleges) that it was
always common between the scientists, resurges as “interactive and still more democratic
virtual colleges”, facilitating to the evaluation of the production and the consequent
scientific recognition of the same ones.

Keywords: Research; Services of Information;
communication; Communication in the technology.

Virtual

communities;

Scientific

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="47">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51378">
                <text>SNBU - Edição: 14 - Ano: 2006 (UFBA - Salvador/BA)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51379">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="41">
            <name>Description</name>
            <description>An account of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51380">
                <text>Tema: Acesso livre à informação científica e bibliotecas universitárias.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51381">
                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51382">
                <text>UFBA</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51383">
                <text>2006</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51384">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51385">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51386">
                <text>Salvador (Bahia)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="56355">
              <text>Diagnóstico das pesquisas virtuais da comunidade científica do LABOMAR.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="56356">
              <text>Gurgel, Nadsa Maria Cid; Matos, Diana Macedo</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="56357">
              <text>Salvador (Bahia)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="56358">
              <text>UFBA</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="56359">
              <text>2006</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="56361">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="56362">
              <text>A revolução tecnológica e o potencial da Internet como instrumento para disseminação e acesso às informações, ao proporcionar compartilhamento e interação entre seus usuários, colocaram a comunidade científica diante de novos métodos de trabalho no que diz respeito às pesquisas bibliográficas. A biblioteca no desempenho de sua função de dar suporte informacional às atividades educacionais, científicas, tecnológicas e culturais da Universidade, deve conhecer as necessidades de informação de seus usuários e viabilizar os meios de acesso. Investiga os vários serviços de informação prioritariamente acessados como veículos eletrônicos de comunicação, no sentido de mapear os canais eletrônicos formais e informais utilizados pelo corpo docente e discente do Instituto de Ciências do Mar – LABOMAR da Universidade Federal do Ceará. Os dados foram coletados a partir da aplicação de questionário e entrevistas. A grande maioria utiliza o Portal CAPES e Google Acadêmico como principais canais eletrônicos de informação, além de participarem de listas de discussões específicas por área. Conclui-se que além dos artigos eletrônicos, a comunicação informal (colégios invisíveis) que sempre foi comum entre os cientistas, ressurge como “colégios virtuais” ainda mais interativos e democráticos, facilitando a avaliação da produção e o conseqüente reconhecimento científico dos mesmos.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="68667">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
</item>
