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                  <text>BIBLIOTECA DIGITAL MULTIMÍDIA : CAMINHOS E TRILHAS NO CENÁRIO
BRASILEIRO

Rosa Maria Vivona Bertolini Oliveira∗
Maria Célia de Toledo Dubois∗∗

RESUMO
Relatar iniciativas brasileiras e requisitos básicos para geração de biblioteca
digital multimídia, com ênfase em videoteca digital. Os objetos digitais
provenientes de programação de TV universitária trazem conteúdo de interesse
educacional e se constituem ferramentas eficazes de aprendizagem no ensino a
distância – EAD. A biblioteca universitária pode ser excelente parceiro da TV
universitária na busca de caminhos e trilhas para a construção de videotecas
digitais, visto que os saberes e competências dos profissionais envolvidos e
domínio da tecnologia serão compartilhados no processo de criação. Buscar
alternativas possíveis, no cenário nacional para captura de imagens,
representação dos dados (metadados), indexação, recuperação e transmissão de
imagens com qualidade, configurando ambiente para abrigar repositórios de
informação não textual como ferramenta de ensino-aprendizagem, caracteriza o
objetivo deste trabalho.
PALAVRAS - CHAVE: Videoteca digital. Biblioteca digital. TV Universitária.
Ensino a Distância.

1

INTRODUÇÃO

1.1 PORQUE BIBLIOTECA DIGITAL MULTIMÍDIA: VÍDEO DIGITAL
Acompanhando o crescente aumento de objetos digitais e principalmente a
evolução tecnológica para acesso a estes conteúdos, resolvemos trilhar o
caminho para uma videoteca digital, impulsionados por duas motivações. A
primeira, trata-se, na realidade, de um resgate histórico de projeto de pesquisa
iniciado na PUC-Campinas, em 1998/99 sobre Videoteca Digital, no escopo de
um programa de pesquisa da CAPES – PROIN, com o objetivo de integração
entre programas de pós-graduação e graduação em nossa Universidade.

�Esperava-se construir uma videoteca digital que viesse incrementar os recursos
didáticos-pedagógicos disponíveis

nos cursos de graduação, e nos de pós-

graduação oferecidos na modalidade a distância, mediado por computador.
Sendo que nesta modalidade, havia registros positivos na utilização de “clips”
rápidos, já inseridos em alguns cursos.
A proposta era criar videoteca digital utilizando a técnica de quadroschaves (vídeo key frame) em movimento para a apresentação primária do
conteúdo dos vídeos a partir de uma relação alfabética simples de títulos e chegar
a um link para imagem primária dos quadros-chaves que funcionariam como
resumos dos vídeos, conforme pesquisa de O’Connor (1985,1986a e 1986b). A
implementação previa ainda testar o “tempo ótimo” de cada exibição conforme
relato de Ding (1998) e ajustar o tempo de exibição conforme resultados.
Tratava-se de projeto inovador, porém por questões diversas, este não
pode ser concretizado.
Após alguns anos, sentimos que é chegado um novo momento onde a
execução do projeto de videoteca digital no âmbito da PUC-Campinas mostra-se
mais favorável, tendo em vista que os conteúdos digitais textuais já estão
contemplados na Biblioteca Digital da PUC-Campinas, em serviço cooperativo no
âmbito da RICESU – Rede de Instituições Católicas de Ensino Superior que por
meio da Comunidade Virtual de Aprendizagem, solicitou às Bibliotecas destas
Instituições a criação da Biblioteca Digital da CVA-RICESU, atualmente com dois
produtos: - Biblioteca Digital de Dissertações e Teses e Biblioteca Digital de
Artigos, sendo a primeira construída na metodologia TEDE, desenvolvido pelo
IBICT e outra na metodologia ARTE, desenvolvido pelo próprio Grupo de
Trabalho em Biblioteca Digitais da CVA-RICESU. Trabalhar então, com material
imagético-vídeo torna-se o próximo alvo.
A segunda motivação é a contribuição que o SBI – Sistema de Bibliotecas
e informação presta à organização e disponibilização dos programas gerados
pela TV PUC-Campinas à comunidade interna, na medida em que gera para
consulta, em banco de dados MS-Access o conteúdo referencial dessa
programação. O trabalho consiste na copiagem das fitas de vídeo em formato

�VHS, pelo Centro de Apoio Didático, Setor este sob gerenciamento do SBI, e as
cópias, propriamente ditas, ficam armazenadas no Centro de Multimídia da
Biblioteca Setorial do Campus I e podem ser utilizadas pelos discentes, como
reforço de aulas temáticas e pelos docentes, na elaboração dessas aulas ou
ainda para geração de novos conteúdos.
Porém, como a adoção de novas mídias de armazenamento

da

programação da TV PUC que passou a utilizar fitas em padrão digital, surge a
necessidade de novos processos de organização, tratamento e principalmente,
novas formas de disponibilização destes conteúdos.
Forma-se assim, um novo cenário para os vídeos e estreitamento da
parceria SBI e TV PUC-Campinas.
Torna-se pois imperativo, a atualização tecnológica, no que se refere a
hardware, software, no ambiente da Biblioteca, e o que é mais importante e
agregador, torna-se necessário a apreensão de novos saberes para criação de
nova competência demandada por este novo fazer, ou ainda ,
Consolidado está o uso de vídeos, em sala de aula e ambientes
educacionais, de treinamento, de lazer, etc. Trata-se apenas de
uma nova roupagem com grandes vantagens para os usuários. É
uma nova maneira de olhar e usar o velho (MOSTAFA &amp;
OLIVEIRA, 2000, p.9).

Todo e qualquer caminho a ser percorrido deverá ser consensual entre os
parceiros, divididas as responsabilidades e somadas as competências, tanto as já
existentes como as que virão com outros profissionais da área de TICs e das
Comunicações.
1.2 O VÍDEO NO CENÁRIO EDUCACIONAL BRASILEIRO
Neste ponto pergunta-se: Porque vídeo? Para responder esta questão nos
reportamos a importância desta mídia, no cenário educacional brasileiro.
O processo de ensino-aprendizagem vem se utilizando dos recursos da
tecnologia educacional

gerando resultados positivos, notoriamente desde a

década de 70, do século passado.

�A inserção de recursos de imagem neste processo, inicialmente pela
utilização de imagens fixas e posteriormente por imagens em movimento, como
os filmes, enriquecem conteúdos e facilitam a compreensão de conceitos e
consequentemente, podem reforçar o processo de aprendizagem.
Não se trata de um perfil histórico dos meios impressos de comunicação, o
corte é dado em comunicação pela imagem em movimento, mediada pelo vídeo,
na sua forma primeira e pelo vídeo digital.
Como abordado anteriormente, o vídeo em sua forma original , entenda-se
aqui, aquele gravado em formatos digitais e não digitais, tem ainda papel
educacional garantido, exemplos disto são a Fundação Padre Anchieta criada em
1967 e a Fundação Roberto Marinho, que com o apoio da Federação Nacional
das Indústrias criou o Telecurso 2000, projeto de educação voltado para jovens
trabalhadores de 15 a 30 anos e que também visa reciclagem de trabalhadores.
O Projeto TV Escola, do Ministério da Educação, com objetivo principal de
formar, capacitar e valorizar professores para obter melhoria da qualidade de
ensino nas escolas públicas de todo país. Por meio da iniciativa privada em
parceria com as Organizações Globo, surge a TV Futura, ou Canal Futura, com
público-alvo de crianças, alunos do Ensino Médio e Fundamental, professores e
trabalhadores, operando de forma gratuita (MONTEIRO, 2001).
1.3 O VÍDEO E A TV UNIVERSITÁRIA
Nascido no bojo das atividades acadêmicas, o vídeo passou a ser utilizado
no espaço da Universidade nos Anos 70, do século passado, porém com certa
resistência, contudo intensa e extensa foi a participação da comunidade científica
universitária, como co-produtores de vídeos científicos e educacionais na década
seguinte, conforme pesquisa de Bortoliero (2003), que analisou a produção de
vídeos educacionais e científicos nas universidades brasileiras com objetivo de
identificar as centrais de produção naqueles ambientes. Surgem naquela época
os fomatos BETAMAX (Sony) e VHS (JVC) e os formatos U_matic, VHS, SVHS e
Betacam, surgiram entre 1980/86. Nesta época algumas instituições tentaram
implementar políticas audiovisuais, porém sem êxito. Ainda segundo a autora,

�veio à tona a discussão do papel da TV na sala de aula, a divulgação científica e
ainda, a imagem foi institucionalizada como forma eficaz de ensino não-formal.
Na década de 90, do século passado, surge o sistema digital, que substitui
o analógico, revolucionando a produção de vídeos, porém no ambiente das TVs
universitárias este novo sistema foi sendo incorporado paulatinamente.
1.4 EAD E O VÍDEO
O desenvolvimento das tecnologias de informação e comunicações, vem
renovando o processo de ensino aprendizagem tanto nos cursos presenciais,
como no Ensino a Distância – EAD, onde o vídeo é um recurso substancial neste
universo virtual.
Entendendo que a linguagem visual favorece a percepção acima da
reflexão, e a sensação sobre o conceito, torna-se natural provocar respostas mais
emotivas podendo ou não comprometer o nível de consciência e a possibilidade
de reflexão crítica (FÉRRES, 1996).
Nos processos de ensino-aprendizagem utilizando-se informação textual no
processo

de

leitura,

os

símbolos

são

identificados

como

abstratos

e

convencionais e a interpretação desses símbolos se dá em contexto gramatical e
seus significados são memorizados, já a informação icônica ou imagética é
recebida e percebida sem mediações. Ao perceber uma imagem, descortina-se
para o receptor, algo novo diante daquele signo provocando uma consciência em
aberto e daí novas formas de pensar.
Certo está que os conteúdos audiovisuais caminhem lado a lado, no
processo ensino-aprendizagem, aos outros recursos didáticos-pedagógicos, não
se perdendo a interação aluno-professor, aluno-aluno, aluno-material instrucional
e principalmente, privilegiando o diálogo entre os atores no ensino a distância.
1.5 A TV UNIVERSITÁRIA
Existem várias definições para a Televisão Universitária, mas para a
Associação Brasileira de TV Universitária - ABTU, a que melhor define é

�TV Universitária é aquela produzida por Instituições de Ensino
Superior (IES) e transmitida por canais de televisão (abertos ou
pagos), e/ou por meios convergentes (circuitos internos de vídeo,
TV Web, etc.), voltados estritamente à promoção da educação,
cultura e cidadania”...”pode – e deve – ter uma programação
variada, heterogênea, mesclando informação, cultura, educação,
esporte e entretenimento. Todas as dimensões da vida acadêmica
devem ser mostradas ao público.

Segundo ainda a ABTU, os canais universitários no Brasil totalizam 51, em
todas tecnologias (TV a Cabo, TV Aberta, MMDS, Internet), operados ou ligados
a IES.
1.5 .1 TV PUC Campinas
Com abertura de concessão de TV para as Instituições de Nível Superior
(IES), a PUC Campinas começou delinear em 1998, a construção de uma TV
Universitária, alicerçando-se pelo senso profissional tanto no ponto de vista
técnico como na constituição da equipe, iniciando suas atividades em abril de
2000. Desde então mantém um canal diário e permanente de comunicação e
integração com a comunidade interna e com a sociedade local e regional.
Compromissada que é com a informação de qualidade, com a promoção da
educação, das artes, da cultura, a prestação de serviço e cidadania, referenda o
caráter de TV Pública .
Possui

uma

programação

diversificada

e

qualificada

que

inclui

documentários, entrevistas, “drops de informação”, mantendo sempre o cunho
educativo informacional, exibida em três horários diários, pelo Canal Universitário,
canal 10 da NET. Na definição de temas da sua programação conta com a
participação de toda a comunidade universitária : direção, professores,
estudantes, funcionários, promovendo uma permanente integração. Produz
semanalmente 6 a 7 programas inéditos e seu repositório constitui atualmente
1800 programas, representando mais de 700 horas em vídeo.
O compromisso permanente de integração com a comunidade na busca de
qualidade de vida valeu à TV PUC um importante prêmio jornalístico: o Prêmio
Yara de Jornalismo, versão 2000, na Categoria Projetos Especiais pela série
"Nossa água. Nossa Vida".

�2 CONSTRUINDO A VIDEOTECA DIGITAL

2.1 SITUAÇÃO ATUAL
A construção da videoteca digital no ambiente da PUC-Campinas deverá
remodelar procedimentos e produtos gerados anteriormente, onde soluções
pontuais foram estabelecidas muito mais pelos recursos disponíveis na época, do
que por excelência de padrões de serviços.
O acervo de vídeos, contendo a programação da TV-PUC, está organizado
em base de dados MS-Acess, com dados a partir do espelho da programação
dos 1800 programas. Nesta base constam os campos: data de exibição, título do
programa/matéria/entrevista, assunto, entrevistado e o número do programa. A
base apresenta interface amigável de consulta, porém sua ferramenta de busca é
limitada e os resultados das pesquisas nem sempre se mostram consistentes.
Outra limitação é a atualização da base de dados, pelo descompasso entre o
recebimento da fitas de vídeo em VHS, e o recebimento do espelho de
programação, de onde são retirados os dados, gerando um certo atraso na
alimentação da base. Além disso, as fitas de vídeos não constam do catálogo
online base LVMEN/VTLS do SBI/PUC – Campinas, obrigando o usuário a
realizar buscas em sistemas distintos.
Na busca de solução, alguns objetivos básicos foram estabelecidos:
-

unificar a busca de informações sobre vídeo num único ambiente de

busca de informação;
-

dar maior visibilidade aos conteúdos dos programas gerados pela

TV-PUC Campinas;
-

aumentar a capacidade de busca facilitando a recuperação de

informações ;
-

disponibilizar vídeos em formato digital para uso no ambiente de

ensino a distância e presencial ;

�oferecer recurso informacional para segmentos da sociedade com

-

acesso a web.
Para

tal,

faz-se

necessário

selecionar

as

matérias

de

caráter

informativo/educativo contidos nos 1800 programas, e nesse foco temos a opção
dos programas Ponto de Encontro, caracterizado como espaço aberto para
discussões dos mais variados temas, e o Ponto de Encontro Vida Saudável que
aborda temas de interesse público voltados a saúde como Terapia Ocupacional,
Osteoporose, Saúde da Mulher, entre outros. O conteúdo dessas matérias
representam aproximadamente 200 horas de gravação. Os demais programas
serão tratados em fase posterior.
Fase 1
A videoteca digital na fase 1 terá um modelo relativamente simples (Figura
1), pelo motivo de se utilizar no SBI/PUC-Campinas, software de automação de
biblioteca da empresa VTLS Inc. com diversos módulos (Catalogação, Consulta
(OPAC), Circulação, DSI, Sala de Reserva e outros. Além do ambiente web estar
contemplado e hardware e softwares já estarem disponíveis, caracterizam
condições técnicas favoráveis para a implementação.
A implementação do modelo envolve os processos de captura e
armazenamento da mídia, tratamento técnico e disponibilização. Três atores
agem

de forma

integrada:

TV PUC-Campinas, e dos setores do SBI,

Processamento Técnico e Núcleo de Apoio a Informática.
1. TV PUC: Captura imagens referentes aos programas selecionados,
edita e apesar de ter capacidade de gerar arquivos em qualquer formato
digital, nossa opção pelo formato MPEG-1 se dá por não necessitar de
download de codec (plugin). São gerados 4 arquivos, o de true streaming, o de
audio (MP3), e arquivos para download em 56 kbps e para banda larga que
poderão estar numa única mídia, CD-ROM (700MB).
2. Processamento Técnico: Recebe da TV-PUC os arquivos e
espelho de programação, prepara entrada de dados em planilha específica
para vídeo, catalogando em formato MARC21 (Figura 2), exceto o conteúdo

�da tag 856 (localização de acesso eletrônico) que é atribuído pelo Núcleo de
Apoio a Informática e posteriormente esses registros ficam liberados para
consulta nos OPACs.

�V ID E O T E C A D IG IT A L

A ssu nto

U suário Interno

C onsulta

V IR TU A iP O R TA L
Inte rfa ce de B usca
A u tor
N ° do P rogram a
S inop se

U suário E xterno

Títu lo

S eleção

UR
L

R esultado de B usca

Alimenta Base

R esultado da C onsulta

V irtua iP ortal - V ideos

TV - PUC

O pção S tream ing

A ssistir V ideo
D ow nloa d

Op

B and a La rga
56 K b ps
A udio M P 3

E nvia
V ideos

SBI

çã

oD
o

wn

lo a

S ervidor de S tream ing
d

C o nfirm a

P rocessos T écnicos

N ú cleo
de
Inform ática

Figura 1. Videoteca Digital

A lim enta B ase

S ervidor de D ow nload

Resultado da Consulta

C onsulta

�3. Núcleo de Apoio à Informática: Recebe o material do Processamento
Técnico e em seguida transfere os arquivos (download , som e streaming)
para os servidores de vídeo,

cria o arquivo .html (interface de opções),

preenche a tag 856, e libera os registros para consulta nos OPACs.

001 UP000175217
008 040712s2004 spb028 | vnpor d
082 0 VD1816
090 VD1816-TV-PUC
110 1 TV-PUC Campinas
245 10 Osteoporose / \h [video]
260 Campinas : \b TV PUC, \c 2004.
300 1 video (28min) : \b som.color.
440 1 (Ponto de Encontro Vida Saudável)
505 0 Programa exibido em 28/05/2004
520 Sinopse - Uma doença tipicamente feminina, a osteoporose atinge 200 milhões de
doentes no mundo, cerca de 10 milhões só aqui no Brasil. O Programa Ponto de
Encontro Vida Saudável conversa sobre esta doença que incide, principalmente, em
mulheres brancas, baixas e magras. Seu principal sintoma é a perda de massa óssea, o
que pode provocar fraturas graves durante um tombo rotineiro.
538 MPEG-1.
650 4 Osteoporose.
650 4 Ossos \x Doenças.
650 4 Video.
700 1 Zabeu, José Luís.
856 4 \u http://www.puc-campinas.edu.br \t vd-puc/1816/
997 UP

Figura 2. Entrada de dados - Vídeo

A interface com o usuário, se dá no ambiente de busca iPortal – Vídeos
(Figura 3), onde o usuário dispõe de duas opções de entrada no site do SBI,
portal da PUC-Campinas, selecionando “Videoteca Digital – TV PUC” e a outra,
pelo “Catálogo online”. Na “Videoteca Digital “ o usuário busca apenas no acervo
de vídeos da TV PUC, já no Catálogo online, a busca ocorrerá nos diversos tipos
de materiais catalogados. Ao efetuar
usuário

(interno e externo) receberá

a busca, em qualquer das situações, o
retorno

do número de documentos

recuperados e ao escolher um registro vídeo TV PUC, pode chegar até a
imagem selecionando campo de registro multimídia (URL). Ao selecionar, será
remetido para interface

de seleção

com diferentes opções: Assistir vídeo

(armazenamento no servidor de streaming, podendo assistir através do Windows
Media Player); Download, contendo opção por “Banda Larga”, “56 kbps” ou “Audio

�MP3” (armazenados no Servidor Download). O armazenamento em servidores
distintos é transparente para

os usuários, que ao realizar buscas

poderá

visualizar o vídeo ou efetuar download .

Virtua - iPortal

A ssistir Video

SBI
Alim entação
da
Base

Tratam ento
da
M ídia

Interface do U suário
Interno / Externo

D ow nload:
56 K bps
B anda Larga
Audio M P3
Processos
Técnicos

Consulta
U so / R eprodução
do Video
W indow s M edia Player

N úcleo
de
Inform ática

W EB

Alim entação e M anuntenção
através da Rede

Pu

de
as
R e m p in
a
c
cBanco de D ados
Virtua

Servidor
Virtua

Figura 3. Ambiente da Videoteca Digital

Servidor
Stream ing

Servidor
Download
(Som e Video)

�3 FUTURO DA VIDEOTECA DIGITAL – PUC-CAMPINAS

Para

futuro

próximo,

o

SBI/PUC-Campinas

pretende

desenvolver

repositório digital – vídeos, em parceria com a RICESU, num modelo de depósito
de mídia pelos próprios autores, com alimentação e busca distribuída entre as
bibliotecas partícipes, a exemplo da Biblioteca Digital de Artigos e para tal caberá
decisão conjunta de desenvolvimento de modelo, onde os registros bibliográficos
em formato MARC 21 podem ser convertidos para XML – metadados, ou adoção
de modelos já existentes como o da Biblioteca Digital Multimídia, desenvolvida
pelo GT de Aplicações Interativas de Alta Velocidade, da RNP – Rede Nacional
de Ensino e Pesquisa (www.rnp.br), porém com aproveitamento de dados da
Videoteca Digital aqui apresentada, porém, com soluções tecnológicas mais
atuais em questão de formato de arquivo de imagens (como MPEG-2,3...7) e
upgrade de servidores de mídia Outra opção seria buscar ambiente de biblioteca
digital multimídia que atuem como hospedeiros de conteúdos, a exemplo do
Portal do Conhecimento (www.bibliotecamultimidia.org.br), iniciativa do Instituto
Embratel 21 que mantinha uma videoteca digital, em parceria com universidades,
fundações e Ministérios do Governo Federal,

disponível para consulta,

visualização e download até maio deste ano.
Espera-se ainda, no futuro, evoluir para uma rede de vídeo digital dos
programas produzidos pelas Tvs universitárias ligadas à

RITU - Rede de

Intercâmbio de TV Universitária, ligada à ABTU (www.abtu.org.br), que por meio
da troca de programação poderá oferecer serviço de vídeo sob demanda com
acervo dessas 50 TVs Universitárias.

4 CONCLUSÃO
Este trabalho mostrou a importância do vídeo no contexto da informação,
no ensino a distância e o quanto ainda necessitamos caminhar para o
desenvolvimento e disponibilização dessa mídia em meio eletrônico, mesmo

�sabendo que na outra ponta possam existir aqueles que nem sempre possuem
equipamentos necessários para utilizar plena e adequadamente esse recurso.
Mesmo assim, não podemos frear aquilo que já temos condições de realizar, e
mais que simplesmente inovar é necessário coragem para fazer acontecer. Hoje,
pode ser que o universo que nos propomos a atingir com nosso trabalho não seja
grande, porém deixamos nossa contribuição em idéias e experiências para que
outros o façam ou mesmo evoluam no processo de integração e convergência de
mídias ao alcance não apenas de alguns privilegiados, mas que se possa atingir
camada maior de nossa sociedade .

MULTIMEDIA DIGITAL LIBRARY : WAYS AND TRACKS IN THE BRAZILIAN
SCENARIO
ABSTRACT
To relate brazilian initiatives and basic requirements for multimedia digital library
generation, with emphasis in digital video library. The digital objects proceeding
from university TV programming bring content of educational interest and they
constitute efficient tools of distance education. The university library can be
excellent partner of the university TV in the search of ways and tracks for the
construction of digital video libraries, since the knowledge and competencies of
the involved professionals and the control of the technology will be shared in the
creation process. Search possible alternatives, in the national scenario for pictures
capture, data representation (metadata), indexing, recovery and transmission of
pictures with quality, building environment to shelter nonprint information
repositories as teach-learning tool, characterizes the aim of this article.
KEYWORDS: Digital video library. Digital library, University TV.

Distance

education.
REFERÊNCIAS
BORTOLIERO, S. A produção de vídeos educacionais e científicos nas
Universidades brasileiras: a experiência do Centro de Comunicação da UNICAMP
(1974-1989). Comunicarte, Campinas, n.27, 2003, p.85-99.
DING, Wei. A study on video browsing strategies [online]. Disponível em
http://www.learn.umd.edu/wp/speedexp.html Acesso em 1998.

�MONTEIRO, Claudia Guerra. O papel eudcativo dos meios de comunicação.
Disponível em http://www.ipv.pt?forumedia/3/3_fi3.htm. Acesso em 27 maio 2004.
MOSTAFA, Solange; OLIVEIRA Rosa Maria Vivona Bertolini, Vídeo Digital: o
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publications. Serials Review,

_____________ Representation and the utility of moving image documents.
Proceding of 49th American Society of Information Science, v. 23, p.237243,1986L.

∗

Diretora do Sistema de Bibliotecas e Informação - Pontifícia Universidade Católica de Campinas.
Rua Marechal Deodoro, 1099 – Centro – 13020-904 – Campinas – SP - Brasil. vivona@puccampinas.edu.br
∗∗
Bibliotecária do Sistema de Bibliotecas e Informação - Biblioteca Digital – Pontifícia Universidade
Católica de Campinas, Rua Marechal Deodoro,1099 - Centro - 13020-904 - Campinas, SP, Brasil
bibliotecadigital@puc-campinas.edu.br

�</text>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
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              <text>Relatar iniciativas brasileiras e requisitos básicos para geração de biblioteca digital multimídia, com ênfase em videoteca digital. Os objetos digitais provenientes de programação de TV universitária trazem conteúdo de interesse educacional e se constituem ferramentas eficazes de aprendizagem no ensino a distância – EAD. A biblioteca universitária pode ser excelente parceiro da TV universitária na busca de caminhos e trilhas para a construção de videotecas digitais, visto que os saberes e competências dos profissionais envolvidos e domínio da tecnologia serão compartilhados no processo de criação. Buscar alternativas possíveis, no cenário nacional para captura de imagens, representação dos dados (metadados), indexação, recuperação e transmissão de imagens com qualidade, configurando ambiente para abrigar repositórios de informação não textual como ferramenta de ensino-aprendizagem, caracteriza o objetivo deste trabalho.</text>
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