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                  <text>ACESSO A USUÁRIOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS EM
BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS: REVISÃO DE LITERATURA

Marcos Vinícius Mendonça Andrade∗
Ana Rosa dos Santos∗∗

RESUMO
Revisão de literatura sobre acesso e Inclusão digital de usuários/clientes
portadores de necessidades especiais em bibliotecas universitárias. Apresenta
fontes primárias, como documentos sobre os direitos dos portadores de
necessidades especiais; e fontes secundárias que tratam desse assunto em
bibliotecas universitárias. Apresenta-se como um estudo teórico para subsidiar
os trabalhos do Grupo de Trabalho “Biblioteca Inclusiva”, recém implantado
pelo Sistema de Bibliotecas e Arquivos da Universidade Federal Fluminense,
que tenciona proporcionar a esses usuários/clientes um ambiente adequado,
promovendo sua inclusão na chamada sociedade da informação.
PALAVRAS-CHAVE: Portadores necessidades especiais. Inclusão digital.
cesso á informação. Bibliotecas universitárias.

1 INTRODUÇÃO
Signatário do acordo entre países iberoamericanos, o Brasil o declarou o
ano de 2004 como Ano Iberoamericano das Pessoas com Deficiência, e
através da Declaração de Santa Cruz de la Sierra -Bolívia, 15 de novembro de
2003 apontou: "A Inclusão Social como mola propulsora do desenvolvimento da
Comunidade Ibero-americana". Seguindo essas idéias, apresentaremos uma
revisão de literatura sobre acesso e Inclusão digital de usuários/clientes
portadores

de

necessidades

especiais

em

bibliotecas

universitárias.

Apontaremos as principais fontes primárias, legislação sobre os direitos dos
portadores de necessidades especiais; bem como algumas fontes secundárias
que trataram desse assunto em bibliotecas universitárias. Este é um estudo
teórico que subsidia os nossos trabalhos no Grupo de Trabalho “Biblioteca
Inclusiva”, recém implantado pelo Sistema de Bibliotecas e Arquivos da
Universidade Federal Fluminense.

�O Sistema de Bibliotecas e Arquivos - NDC é um órgão suplementar que
desde a sua criação, em setembro de 1969, esteve vinculado diretamente ao
Gabinete do Reitor. Em dezembro de 1998, após uma reestruturação interna,
passou a estar subordinado à Pró-Reitoria de Assuntos Acadêmicos - PROAC.
É responsável pela coordenação técnica e administrativa do Sistema de
Bibliotecas, Arquivo e Laboratórios. E tem como função “proporcionar recursos
informacionais e assessoria técnica na área de documentação, por meio de
redes e sistemas, facilitando o acesso à informação em tempo hábil”. O NDC é
composto por vinte e quatro bibliotecas, um Arquivo Central; um Centro de
Memória Fluminense; um Laboratório de Reprografia e um Laboratório de
Conservação e Restauração de Documentos. Sua estrutura administrativa é
composta da Direção, Conselho Técnico, Divisão de Desenvolvimento, Divisão
de Bibliotecas e Divisão de Arquivos.
O nosso trabalho no grupo de trabalho Biblioteca Inclusiva tenciona
proporcionar a esses usuários/clientes um ambiente adequado, promovendo
sua inclusão na chamada sociedade da informação.
Apresentaremos a seguir a revisão proposta usando o suporte legislativo
oferecido pelo Sistema de Informação – SICORDE, da Coordenadoria Nacional
para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência - CORDE, o órgão
“responsável pela gestão de políticas voltadas para integração da pessoa
portadora de deficiência, tendo como eixo focal à defesa de direitos e a
promoção da cidadania”, subordinada a Assessoria da Secretaria Especial dos
Direitos Humanos da Presidência da República (CORDE, 2004).
destacados

também

alguns

trabalhos

sobre

bibliotecas

Serão

universitárias

relacionados com o tema em questão.

2 REVISANDO DOCUMENTOS PRIMÁRIOS
A garantia do acesso à informação e inclusão digital dos portadores de
necessidades especiais se esbarram nos obstáculos do cotidiano, a Lei nº
10.098, de 19 de dezembro de 2000, que “estabelece normas gerais e critérios
básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de

�deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências”, se cumprida
pode diminuir as barreiras urbanísticas, arquitetônicas, de transporte e de
comunicação que prejudicam os dos portadores de necessidades especiais. O
Ministério Público Federal, pela Procuradoria da República em acordo com a
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, disponibilizou a NBR 9050
– Acessibilidade a Edificações Mobiliário, Espaços e Equipamentos Urbanos;
bem como outras normas referentes aos direitos das pessoas com deficiência,
facilitando o acesso as informações necessárias para adaptação dos espaços
aos portadores de necessidades especiais.
Destacaremos itens da norma da ABNT NBR 9050, 2004, p. 88, que
versam sobre biblioteca: *
8.7 Bibliotecas e centros de leitura
8.7.1 Nas bibliotecas e centros de leitura, os locais de
pesquisa, fichários, salas para estudo e leitura, terminais de
consulta, balcões de atendimento e áreas de convivência
devem ser acessíveis, conforme 9.5 e figura 1571*.
8.7.2 Pelo menos 5%, com no mínimo uma das mesas devem
ser acessíveis, conforme 9.3. Recomenda-se, além disso, que
pelo menos outros 10% sejam adaptáveis para acessibilidade.
8.7.3 A distância entre estantes de livros deve ser de no
mínimo 0,90 m de largura, conforme figura 158*. Nos
corredores entre as estantes, a cada 15 m, deve haver um
espaço que permita a manobra da cadeira de rodas.
Recomenda-se a rotação de 180°, conforme 4.3*.
8.7.4 A altura dos fichários deve atender às faixas de alcance
manual e parâmetros visuais, conforme 4.6 e 4.7*.
8.7.5 Recomenda-se que as bibliotecas possuam publicações
em Braille, ou outros recursos audiovisuais.
8.7.6 Pelo menos 5% do total de terminais de consulta por meio
de computadores e acesso à internet devem ser acessíveis a
P.C.R. e P.M.R. Recomenda-se, além disso, que pelo menos
outros 10% sejam adaptáveis para acessibilidade.

A política nacional para integração da pessoa portadora de deficiência é
balizada pela Lei N° 7.853 de 24 de outubro de 1989, que

�dispõe sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiência, sua
integração social, sobre a Coordenadoria Nacional para
lntegração da Pessoa Portadora de Deficiência - Corde, institui
a tutela jurisdicional de interesses coletivos ou difusos dessas
pessoas, disciplina a atuação do Ministério Público, define
crimes, e dá outras providências,

e pelo Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999, que regulamenta a Lei no
7.853, segundo a CORDE. Artigo 53 desse Decreto diz que
as bibliotecas, os museus, os locais de reuniões, conferências,
aulas e outros ambientes de natureza similar disporão de
espaços reservados para pessoa que utilize cadeira de rodas e
de lugares específicos para pessoa portadora de deficiência
auditiva e visual, inclusive acompanhante, de acordo com as
normas técnicas da ABNT, de modo a facilitar-lhes as
condições de acesso, circulação e comunicação.
Na Portaria nº 1.679, de 2 dezembro de 1999, que
Dispõe sobre requisitos de acessibilidade de pessoas
portadoras de deficiências, para instruir os processos de
autorização e de reconhecimento de cursos, e de
credenciamento de instituições;

a biblioteca estava citada como um dos locais a serem avaliados,
devendo estar de acordo com a norma da ABNT 9050.

Esta portaria foi

renovada pela Portaria Ministerial MEC nº 3284 de 7/11/2003, que dispõe
sobre o mesmo tema.
A Lei nº 10753 de 30/10/2003, que “institui a Política Nacional do Livro”,
em seu artigo 1º, parágrafo I, “assegurar ao cidadão o pleno exercício do direito
de acesso e uso do livro”; considerando como livros, “livros em meio digital,
magnético e ótico, para uso exclusivo de pessoas com deficiência visual”;
“livros

impressos

no

Sistema

Braille”,

nos

parágrafos

VII

e

VIII,

respectivamente.
Pelo que vemos, as leis estão prontas, precisamos fazer cumprir. Cabe
a cada um de nós buscar esse cumprimento.

*

Os itens e figuras que não foram transcritos podem ser consultados no endereço:
http://www.mj.gov.br/sedh/ct/corde/dpdh/corde/ABNT/NBR9050-31052004.pdf.

�3 REVISANDO DOCUMENTOS SECUNDÁRIOS...
Destacaremos alguns trabalhos sobre o tema acesso e/ou acessibilidade
e inclusão digital de portadores de necessidades especiais em bibliotecas
universitárias.
Pupo e Vicentini (1998, p. 7) dizem que
a reflexão sobre o dever institucional de contribuir para a
acessibilidade dos usuários de bibliotecas universitárias,
portando necessidades especiais, ganha uma conotação
peculiar, apontando para a satisfação de suas necessidades de
informação que poderão ser alcançadas - com apoio de infraestrutura, como também de adaptações arquitetônicas. Se
temos a capacidade de alterar a história, devemos persistir nos
esforços de realizar mudanças: a satisfação das necessidades
de saúde e autonomia a um maior número possível de pessoas
– no caso as PPD – para quem as escolhas, em máxima
medida, são negadas.

Também em 1998, Pupo e Vicentini (p. 9) reforçam que
Cabe à biblioteca universitária brasileira contribuir para a
elevação de consciência da necessidade de incorporar os
grupos minoritários, como é o caso dos deficientes – aos
intelectuais, pesquisadores e cientistas, permitindo ao portador
repensar a sua própria condição e a sua capacidade de
superação das limitações impostas.
Silveira (2000, p. 3-4), afirma que
no Brasil, praticamente, inexiste biblioteca universitária que
incorpore ao seu planejamento garantias de acesso pleno a
deficientes físicos, prevalecendo barreiras arquitetônicas em
suas instalações. Seu conjunto de recursos informacionais,
representado através de itens componentes de seus acervos,
também é projetado visando ao atendimento daquela
comunidade de usuários julgada fisicamente "normal",
resultando daí a acessibilidade parcial e, na maioria das vezes,
inacessibilidade total à informação disponibilizada pela
biblioteca, devido aos suportes utilizados para seu registro ou
pela inexistência de tecnologias alternativas especialmente
desenvolvidas para propiciar utilização por usuários deficientes
visuais

Nesse mesmo artigo ela

�destaca iniciativas em prol do deficiente na UFRJ, USP e
UFMG. Aponta projetos implementados e em andamento nas
bibliotecas da UFMG. Conclui que, nesta Universidade,
portadores de necessidades especiais ainda não possuem
tratamento igualitário em relação aos demais membros da
comunidade acadêmica (SILVEIRA, 2000, p. 1).

Em Fernandes e Aguiar (2000, p. 14) são apresentadas algumas
propostas para o atendimento das necessidades informacionais dos portadores
de necessidades especiais:
fornecer material didático especializado ou adaptado;
prover a biblioteca de recursos físicos e materiais para o
acesso do aluno: sinais sonoros de trânsito, rampa, mobiliários,
equipamentos e materiais adaptados, piso antiderrapante, área
espaçosa que permita boa locomoção, dentre outros;
prestar apoio pedagógico especializado ao aluno deficiente
visual;
divulgar, implementar e orientar quanto ao uso de
equipamentos e materiais especiais;
prestar orientação aos profissionais envolvidos no atendimento
ao aluno portador de deficiência visual;
estabelecer parcerias com outros órgãos de prestação de
serviços para o desenvolvimento de ações conjuntas;
desenvolver pesquisas para melhor conhecer as necessidades
dos deficientes visuais;
capacitar e apoiar recursos humanos para o atendimento aos
portadores de deficiência visual.

Pupo e Santos (2001, p. 4) dizem que
em conformidade com a literatura internacional e a nossa
realidade, deve-se
- realizar um censo, no campus, para identificar pessoas
deficientes;
- incentivar que os alunos com necessidades especiais
organizem-se em grupos para buscar soluções a suas
necessidades de informação;
- facilitar para os bibliotecários interessados discutirem e
proporem ajuda; a interação dos bibliotecários com usuários é
facilitada por cursos específicos;
- implantação de uma base de dados local, dedicada aos
assuntos da deficiência, que reuna também os centros e
núcleos de pesquisa e atendimento existentes na Universidade,
para troca de informações.

Coutto (2001, p. 2-3)
A prestação de serviço e os aperfeiçoamentos empreendidos
ou em fase de desenvolvimento, através do Programa Disque
Braille/Catálogo Coletivo de Livros em Braille e Livros Falados,
confirmam o compromisso do Sistema Integrado de Bibliotecas

�da USP, no apoio às atividades universitárias de cultura e
extensão aos diferentes segmentos da comunidade e em
especial, aos portadores de deficiência visual.

Mazzoni, et al (2001, p. 6) recomendam que
Para um bom atendimento às pessoas portadoras de
deficiência no espaço físico da biblioteca, é necessário que
seja preparada uma sala com recursos de acessibilidade, tanto
em termos de mobiliário, como em software e hardware. O
objetivo é que nesta sala exista a infraestrutura necessária aos
estudos e pesquisas das pessoas portadoras de deficiência,
mas não é aconselhável que esta sala seja de uso exclusivo
delas.
Os sistemas de sinalização devem ser concebidos de forma a
observar as necessidades de usuários cegos, com baixa visão,
daltônicos, surdos e com outros problemas.
Todos os serviços disponibilizados na forma digital devem
poder ser acessados também via Internet, observando a
acessibilidade no espaço digital.
A comutação de material bibliográfico deve incluir também
versões digitais.
Deve-se aumentar o acervo com obras digitais e tornar a
versão digital parte indissociável dos trabalhos acadêmicos de
mestrado e doutorado recebidos pela biblioteca.
Alocar pessoas portadoras de deficiência para atuar na
biblioteca, assim as dificuldades enfrentadas por estes usuários
serão mais bem compreendidas e mais facilmente
solucionadas.

Pupo, Carvalho e Chaves (2003, p.1) apresentam o Laboratório de
Acessibilidade da UNICAMP:
Partindo da necessidade de adaptar-se às leis de
acessibilidade, a UNICAMP através da Pró-reitoria de
Graduação, do Centro de Estudos e Pesquisas em
Reabilitação Dr. Gabriel Porto, da Faculdade de Ciências
Médicas e da Biblioteca Central, criou um laboratório de Apoio
Didático. O laboratório apóia a comunidade da Unicamp, com
deficiência visual, elaborando materiais didáticos, impressões e
transcrições em braille e orienta na utilização dos
equipamentos de informática com softwares especiais,
possibilitando a inclusão dos mesmos. Os resultados têm sido
satisfatórios e é grande a expectativa de sua utilização por
parte dos usuários.

Souto (2003, p. 12. Grifos e supressões nossos) fala que
são vários os problemas enfrentados quando buscamos a
integração e inclusão de portadores de necessidades
especiais, no que se refere ao acesso à Internet. Dentre eles
podemos destacar: [...] Diante do analfabetismo digital, das
dificuldades de comunicação interpessoal e do custo e

�disponibilidade dos equipamentos e materiais é perceptível que
o oferecimento de serviços de acesso à informação para
portadores de necessidades especiais requer um considerável
grau de investimento em recursos físicos, materiais e humanos.

Apresentamos algumas experiências das poucas registradas em nossa
literatura, acreditamos que existam outras, mas não muitas.

Algumas

universidades estão começando a desenvolver o trabalho de inclusão
buscando obedecer a legislação. Mas se a inclusão dos ditos “normais” é
complicada, dos especiais então. As bibliotecas, muitas vezes, são esquecidas
nos projetos universitários, mas com o aporte que as leis nos proporciona
podemos argumentar e conseguir a inclusão de nossas unidades de
informação nos projetos, alcançando assim uma estrutura que possa incluir,
realmente, todos, apesar da falta de verbas, mas com vontade, podemos
conseguir.

4 CONCLUSÃO
A legislação já é presente, cabe a nós fazer cumpri. Nesse ano que foi
considerado o Ano Iberoamericano das Pessoas com Deficiência, a busca da
inclusão dessas pessoas deve ser uma de nossas metas. Algumas iniciativas
foram apresentadas, mas muito ainda falta, e como foi mostrado não é um a
caminho fácil, mas é preciso começar.
Como foi dito essa revisão objetiva subsidiar a nossa participação no
Grupo de Trabalho “Biblioteca Inclusiva” de nosso Sistema de Bibliotecas e
Arquivos – NDC; esperamos que esse trabalho possa apoiar outros grupos que
estejam iniciando um trabalho sobre esse assunto.
Na Avaliação das Condições de Ensino, realizada pelo ao Ministério da
Educação – MEC, através do o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC deverão ser cobradas os requisitos de
acessibilidade das pessoas portadoras de necessidades especiais, dispostos
na Portaria nº 3284 de 7/11/2003, desse mesmo Ministério. Estamos prontos

�para essa cobrança? As experiências das bibliotecas apresentadas podem nos
auxiliar nesse apronte.
A Coordenadoria Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de
Deficiência - CORDE que atua primeiro de forma normativa e reguladora das
ações desta área no âmbito federal e, e em o segundo como articuladora das
políticas públicas existentes, em nível federal, estadual e municipal; podendo
dar apoio a projetos através de convênio ou outros instrumentos congêneres.
O Sistema de Informações da CORDE, SICORDE nos oferece toda a
legislação pertinente ao tema em questão, facilitando o início dos trabalhos.
Enfim, precisamos dessa forma, começar o trabalho de inclusão dos portadores
de necessidades especiais nas bibliotecas universitárias, inserindo-os na
chamada sociedade da informação.
ABSTRACT

Revision on access and digital Inclusion of disablement in university libraries.
It presents documents on the rights of the disablement; emphasizing papers on
university libraries. It is presented as a theoretical study to subsidize the works
of the group Biblioteca Inclusiva, just implanted for the Sistema de Bibliotecas
e Arquivos da Universidade Federal Fluminense, that intends to provide to
these users an adjusted environment, promoting its inclusion in the call society
of the information.
KEYWORDS: Disablement. Inclusion digital. Access information. University
Libraries.

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Florianópolis, 2003. Disponível em:
http://www.ciberetica.org.br/trabalhos/anais/46-71-p1-71.pdf

∗

Biblioteca da Escola de Arquitetura e Urbanismo (BAU) - Núcleo de Documentação Universidade Federal Fluminense
Rua Passo da Pátria, 156 - Campus da Praia Vermelha/ Casarão – Ingá - iterói – Rio de
Janeiro – Brasil -marcosvinicius@vm.uff.br
∗∗
Biblioteca das Faculdades de Nutrição e Odontologia-Núcleo de Documentação Universidade Federal Fluminense
Rua São Paulo, 30, 5ºandar – Niterói – Rio de Janeiro – Brasil
ndcars@vm.uff.br

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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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              <text>Acesso a usuários portadores de necessidades especiais em bibliotecas universitárias: revisão de literatura.</text>
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              <text>Andrade, Marcos Vinícius Mendonça; Santos, Ana Rosa dos </text>
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              <text>Revisão de literatura sobre acesso e Inclusão digital de usuários/clientes portadores de necessidades especiais em bibliotecas universitárias. Apresenta fontes primárias, como documentos sobre os direitos dos portadores de necessidades especiais; e fontes secundárias que tratam desse assunto em bibliotecas universitárias. Apresenta-se como um estudo teórico para subsidiar os trabalhos do Grupo de Trabalho “Biblioteca Inclusiva”, recém implantado pelo Sistema de Bibliotecas e Arquivos da Universidade Federal Fluminense, que tenciona proporcionar a esses usuários/clientes um ambiente adequado, promovendo sua inclusão na chamada sociedade da informação.</text>
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