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                  <text>eíôJOTECono/niH

ÍMICIÍMIINTAÇÃO

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Maria Jose Theresa de
Amoriia

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processos técnicos
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��SEGI3ÍTD0 CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

Dinaffiizandô os processos técnicos; o registro.
por
Maria Jose Theresa de Araorim

o a:o6i,^Co?0

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Salvador
1959

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�Tema 2;

Processos técnicos.

dinamizando os processos TÉCNICOS:

O

REGISTRO

por

MARIA JOSÉ THERESA DE AMORIM.

Trabalho apresentado ao II Congresso Brasileiro de

BIBLIOTECONOMIA

Julho de 1959

Salvador - BAHIA

�SINÖPSE

X incompreensão dos leigos para cora os processos técnicos, não elevemos, os bibliotecários, acrescentar maiores raztJes, envolvendo-nos em burocracia. Urge dinamizar e uma das áreas que merecem exame a respeito é a do tombamento das publicações recebidas na biblioteca. Geralmente se adrta o livro ou fichário de tombo, processos esses anacrônicos e ineficientes, devido a inerente
falta de organização. A numeração apenas, sem tombamento das publicações, é indispensável quando o nilmero de chamada não individualiza totalmente as obras; é descrito o processo de numeração com carimbo automático, adotado na Biblioteca Pública do Paraná. Porém, quando o número de chamada preenche conpletamente a sua função, até
a

numeraçSo se faz dHsnecessária»

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�DINAMIZANDO OS PROCESSOS TÉCNICOS;
O REGISTRO„

Os leigos costumam encarar cora impaciência certas minúcias técnicas em que veem os bibliotecários ençjregar considerável porção do seu tempo.
Contraditoriamente, acham que nada há a fazer nas bibliotecas e que nós queremos
apenas dar valor com os tão falados processos técnicos, mas sabem nos acusar veementemente quando não apresentamos uma organizaçao perfeita das coleções» Não conhecendo as operações que vão por traz dos bastidores até que os materiais fiquem
prontos, impacientam-se com as demoras» Para eles o que conta sao os livros

que

saem do processamento técnico preparados e à disposição para o uso. E têm a razão,
Tonte, porque essa é a finalidade do processaiaciwt'^ -!-'onico e deve ser coli
mada o mais rápi^ar.snte e com o mínimo de ■impod'imentos possível. Ora, os bibliotjg
cários, com as costumeiras honrosii's czcQçces, se apegam ainda a algumas operações
■'»T'■iv,-,^^-.

de carater tradicional quo "'ncrarlam em ser dinamizadas ou talvez
para que se ganhe tempo afim de preparar os livros maÍ3

pront,:^..ioate. Sabemos

que toda operação numa empresa e assim também na bib"! ioteca, é passível de análi
se e sirtçilificaçãoo Se níSo temos técnicos e recursos para empregar em estudos

de

tenpo de movimento, análises de processos e da disposição das áreas de trabalho,
oxames dos métodos

e elaboração de mapas de operações e fluxo-organogramas,

ao

menos devemos analisar nossar atividades em relação as p.nlica^ões que devemos preparar, tornando-as o mais sinples e eficientes possível., afim de justificar o
nome de Biblioteconomia

dado à nossa profissão^ Ha o perigo da fraqueza muito -

humana de nos deixarmos envolver por papelório, agravada pela circuastãncia de que, no Brasil, o bibliotecário é geralmente, funcionário público, apresentando,
portanto, uma tendencia congênita para essa moléstia altamente incurável denominada burocracia. Daí o multiplicarem-se fichários, anotações, registros, de difí
cil manutenção e exigfcndo o trabalho de muitos bibliotecários que seriam melhor
e mais proveitosamente enpregados em outras atividades. Os próprios leigos também contribuem para isso, pelo vêzo dé fazer perguntas que, para serem respondidas, exigiriam a manutenção de estatísticas custosas e complicadas, em absolutamente nada aumentando a eficiência dos serviços. Devemos nos fortalecer com a

-

convicção de que nossa função não é responder a essas perguntas de especulação iirprodutl-Ba, mas sim procurar servir melhor por meio de uma organização racional

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�que responda ao que realmente importa perguntar,
Um dos pontos mais sensíveis a estrangulamentos burocráticos
destre as operações numa biblioteca é o relativo ás ativi^-ices de tombamento, re
gistro, ou tomada de posse das publicações recebidasc Trata-se, inicialmente, de
estançiar as marcas da biblioteca e, neste ponto, os bibliotecários já foram acusados de desfigurar os livros com carimbos e rabiscos, eles que devem ser seus ciosos zeladores. Essa

acusaçao pode passar sem defesa; na maior parte, talvez-

em 99t9^ dos casos, n'So estanremos lidando com obras raras e preciosas» E mais

-

tarde, talvez, as nossas marcas e rabiscos adquirirão valor, como no caso dos ca
rimbos postais que desfiguram os selos...
Para o tombamento ou registro os nossos bibliotecários ainda se apegam ao antiquado processo do livro de tombo, que consiste em anotar
■'1 ■""ij'Ccs àm medida que entram, cada uma numa linha de um livr»^
rando-as sucessivamente. Os dadc®

^

as

^
data de entra

da, numero, autõr, título, lugar, editora, data de edição., preço, forma de aquisiçao, língua, encadernação, número de chamada, Há espaço para dar baixa na publi
caçao e anotar as decisões respectivas, O número dé tombo á também escrito na pr£
pria publicação, em local convencionado,
Como variante desse tipo de tombamento.

isa-se também o lan-

çamento das obras em fichas, que serão ordenadas numerioa o'L- íuf-ibiticamente pelos nomes de autores ou entradas principais.
Os norte-americanos, que, já está 'iciciano dizer; têm sido os nossos paradigmas em matéria de organização biblioteconomicaj há algum

tenç)o

vem abandonando o tombamento em livros ou fichas. A permanência desses processos
em nossas bibliotecas 6 uma relíquia do tempo em que os livros ficavam em armárj;
os trancados e eram, ainda por cima, cuidadosamente encapados em papeisoc Mas há
uma grande relutancia em abandonar o tombamento, sob a alegação de que assim

se

i-i;ará sem uma anotação "preto no branco" sobre cada publicaçSo. Certas razões a
mais, aventadas, são compreensíveis mas não ponderosas e outras não são razões,
são argumentos emocionais ou sentimentais. Há anotações e fichários mais bem organizíídos que apresentam as mesmas informações que o livro de tombamento;

dever

-se-g errpregar o tempo em fazê-los, em vez de perdê-lo em processos anacrônicos.
O livro de tombamento apresenta dg modo mais fácil de obter apenas uma informação

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que as outras anotações não apresentam da mesma forma: a ordem cronológica da entrada das publicações na biblioteca. Grifamos, porque é apenas essa a dúbia vantagem que se lhe pode gabar. Se indispensável, a ordem cronológica pode

ser

obtida através de notas de cotrçiras, listas de doações ou o próprio topográfico
aonde estejam anotadas as datas de entradas de cada obra. Mas, neste ponto, con
cortáamos inteiramente com os autores de Techmocal Services in Libraries, que apresentam uma crítica breve, mas muito inteligente disse tipo de tombamento. Co
mentam eles: "Não parece haver senão uma razão sentimental para manter registro
cronológico do crescimento da biblioteca"!

Não nos lembra que autor espanhol -

ou hispano-americano gabava o livro de tombo como a edição princeps

da bibliot^

ca. Na época atual, de intensa racionalização de trabalho, quando os esforços de organização bibliográfica são desenvolvidos emi escala univeresl, parece que
toda biblioteca se deveria aclanhar de apresentar uma tal edição princeps em que
os dados estão soterrados sem uma organização útil ou digna desse nome»
Ainda, em último reduto, procura-ce defender o

3-r-

l:-...bo

como o meio de permitir a tabulação de dados sobre as publicações, bastando somar as colunas respectivas para obter a soma dispendida em compi-aSj, encadernações e os totais dé obras e volumes entrados. Mas isso será feito muito melhor
por meio de notas de compras e de despesas com encadernarão e pela manutenção de

anotações estatísticas mais racionalmente tabuladas» A questão de que esta-

'^^Rtic?s manter na biblioteca e para que fim é merecedora, _aliás, de sérios estudos, porque se pode chegar a um ponto em que é necessário até manter estatísticas das estatísticasi
Alguns defendem o registro feito em fichas ordenadas alfabé •
ticamente sob a alegação de que, quando as anotações de data de entrada, origem^,
preço etc., são incluidas no topográfico, é preciso consultar o catálogo para descobrir o número de chamada do livro e, por este, procurar a ficha topogrática. Ora, toda biblioteca deve possuir ura catálogo por autor ou entrada principal«
Se é absolutamoite necessário, incluam-se as anotaçíJes no verso das fichas respectivas, poupando o trabalho de duplicar inútilmente os ficharios. Mas essa njg
cessidade é discutível: esse tipo

de consulta não é tão intenso e freqüente

-

que Justifique o trabalho de anotar os dados na ficha principal e repeti-los no
topográfico, aonde são realmente necessários»
Abandonando-se o livro ou ficháfio de tombamento há, freqüentemente,

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�a necessidadjí de um elemento rrmanescente da operação de tombamento: a numeração#
A nvimeração contínua das obras passou a ser adotada na Biblioteca Publica do Paraná já em 1957»

O número é marcado no livro com carimbo nume

rador automático que poderá assinalar 999*999 volumes, itrçirimindo, simultaneamente, o nome da biblioteca» Na ficha topográfica figurava anteriormente apenas o nú
mero de cegistro; agora são transcritos os dados relativos à data de entrada, ori
gem da obra, preço, É o topográfico que é adotado como a relação patrimonial

das

obras preparadas.
Diversas colegas se interessaram pelo processo e solicitaram informaçcSes. Alguns alegaram ser custoso adquirir o cr^rimbb automático, Mas devemos lembrar que há economia de tenpo e número de funcionários na. adoção do proce^
so, economia de livros e folhas de tombamento ou de fichários,., Com a qu-r.nt'''^'"^,
de números que pode marcar, o carimbo servirá por muitos e muitos anos e em pouquíssimo tenço já se paga em serviços, Não há, todavia, absoluta necessidade

de

adotá-lo, A numeração pode ser feita mesmo à mão; secá preciso apenas anotar, cada dia, o último número que foi registrado e depois partir dali. For exenplo, nnma caderneta reservada para esse fim, anota-se? "20-6-1959» até o n® 1.238, inclu
sive," No dia 21, o encarregado do registro partirá do número Io 239 para numerar
novos livros.
Deve-se esclarecer, também, que o carimbo automát^:.

não e. -

por si só, uma perfeição absoluta. Quando não se tem prática no manejo, as
borra, sai meio apagado, enguiça, salta números. Mas, cora um pouco de treino e

-

observação, logo são dominadas as suas manhas. Alegou-se, ainda, que o número pode ser apagado nos livros; a tinta é, porém, indelevel; ademais, qualquer raspa—
gern em local suspeito no livro que se desconfia ser da biblioteca, será altamente
t
jreveladora.
Ao se pensar em adotar o r.gistro com carimbo automático,

na

Tauber, Maurice F. e outros, Technic-?.l services in libraries,
New York, Comumbia University Press, 1956, p, 237*
2
Cf, I,B.B.D« Boletim Informativo, v. 3i
3/^» maio/ago,
1957, p. 160.

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Biblioteca Publica do Paraná, discutiu-se exaustivamente as vantagens e desvant^
gens que poderiam resultar, sendo a conclusSo que a balança pendia inteiramente
para as vantagens. Procurou-se ver o problema sob diversos ângulos: dado o livro,
como saber o registre? Dado o autor, idem? No primeiro caso o registro estaria no
próprio livro, no segundo, seria necessário obter no catálogo o número de chamada
e em seguida obter no topográfico os dados restantes, O cômico da questão foi que
um colega, de outra instituição, nSo se conformou com o abandono do livro de tombo pelo :'qüe

julgava uma inovação destinada a criar problemas e se encarregou de

trazer freqüentemente casos e dificuldades para combater o processo de numeração,
sendo sempre respondido à altura. Ate que um dia conseguiu apresentar um problema com o qual julgou ter arrazado a numeração sem o livro de tombo: como saber a
que livro corresponde um determinado número? AÍ ele venceu. Se se tem apenas o número ^em a obra correspondente e nada sobro esta, não se pode mesmo saber ^

-

qual corresponde sem o paciente trabalho de percorrer livro por livro ou ficha por ficha do topográfico, Mas ntinca surgiu um caso assim e, se surgir, c fascinante sera obter a resposta a pergunta que nos ficou, desde entSo, roendo o ínti
mo; - O que poderia estar fazendo esse número perdido pelo mundo, sem \am livro que lhe correspondesse?

Pirandello certamente se sentiria inspirrdo para escre-

ver outra peça, esta intitulada: "Um número a procura de um livro"!
Além de poupar tenpo e trabalho, o carimbo numerador automático dispensou da trabalheira do registro um funcionário especializadr. Antes eram necessários dois funcionários s6 para o trabalho de tcmbí&gt;mento: um apunha os
-"^rimbos secos adotados, pesados e de manejo muito cansativo, mormente quando s-tratava de quantidades de livros. Outro, em letra caprichada e cuidadosa, escriturava o livro dc tombamento, o que lhe tomava todo o expediente; devia ainda fa
zer uma pesquisa preliminar da entrada de autor que em nada poupava o ulterior trabalho da pesquisa conpleta para a catalogação. Durante certo tempo houve

a

preocupação de anotar o número de chamada de cada volume na coluna conpetente do
tombamento, o que resultou no dever de voltar o livro depois de catalogado, para
mais essa operação; havia o eterno dilema: registrar antes ou depois de catalogar?
Neste último caso era preciso registrar antes de fazer a ficha de topográfico, aonde se anota o número de registro e o mesmo livro passava duas vezes pelas mãos
do catalogador e do funcionário encarregado do registro,,. Atualmente um contínuo

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�- 6 se encarrega da carinibagem, com wenos xäispendic de tempo e rendimento Inconparàvelmente aumentaio,
A numeração atende % necessidade de se ter um número que individualize cada exençílar de publicação entrado na biblioteca, Ma Biblioteca Pública
do Paraná è indispensável, pois o rníoioro de chamada das cbras não corresponde totalmente à sua definição, n'So individualizando diferentes exemplares da mesma obra, nem mesmo, em certos casos, obras diferentes, Mas, conforme ainc'a Techàical
3
Services in Libraries. existe a tendência de abandonar até mesmo a numeração. De
fato, se o número de chamada corresponder inteiramente à função que lhe é atribu
ida, estará individualizado o livro para todos os fins de inventário, levantamcn
to, identificação, comparação com os cPrt^oa de empréstimr. no caso de diversos exenplares e o mais, não havendo necessidade de numeração. Naturalmente, deve ser
estabelecido com todo o cuidado e em confronto contínuo com o topográfico, mas

-

isso é a obrigação rotineira do bibliotecária e não apresenta trabalho adicional.
De fato, elimina ate o trabalho de numerar cada livro e depois copiar o número no
topográfico, Com a operação de indicar o número de chamada já está liquidado o

-

assunto.
Algumas famosas bibliotecas norte-americanas estão voltando a
prática da localização fixa e a ordenação cronológica ou por tamanho, de suas eo
leções, no intuito de poupar espaço. Também no caso de discos, filmes e outros materiais n'So convencionais, não se adota a localização relativa e sim a numeração contínua» Mas isso não inplica em problemas, redunda antes em caso semelhante, pois o número de chamada tem maior re^onsabilidade ainda de identificar com
pletamente cada obra,
No registro, tombamento ou tomada de posse, como em outras áreas de trabalho, o bibliotecário deve estar alerta, esci*utinizando as operações
e indagando-se sempre: - Com que finalidade será feito isso? Essa finalidade sera.r
realmente, importante e indispensável? Caso afirmativo, qual o método mais eficiente e econômico de alcança-la?
So assim poderá ser alcançada a verdadeira economia da organiza
ção bibliotecária.
- 666

666 -

Zauber, Maurice F. e outro^, o£, cit,. loc. cit.

en.

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              <text>À incompreensão dos leigos para com os processos técnicos, não devemos, os bibliotecários, acrescentar maiores razões, envolvendo-nos em burocracia. Urge dinamizar e uma das áreas que merecem exame a respeito é a do tombamento das publicações recebidas na biblioteca. Geralmente se adota o livro ou fichário de tombo, processos esses anacrônicos e ineficientes, devido a inerente falta de organização. A numeração apenas, sem tombamento das publicações, é indispensável quando o númedo de chamada não individualiza totalmente as obras; é descrito o processo de numeração com carimbo automático, adotado na Biblioteca Pública do Paraná. Porém, quando o número de chamada preenche conpletamente a sua função, até a numeração se faz desnecessária.</text>
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