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                  <text>BIBLIOTECONOMIA COMPARADA: O FUTURO DAS BIBLIOTECAS
UNIVERSITÁRIAS NO BRASIL, NA ESPANHA E NOS EUA

Gustavo Henrique do Nascimento Neto*
Geysa Flávia Câmara de Lima Nascimento**

RESUMO

Apresenta uma análise comparativa entre visões de futuro para Bibliotecas Universitárias. Os
artigos estudados foram Visions: the academic library in 2012, de James Marcum;
Construindo o futuro: a biblioteca universitária brasileira em 2010, de Murilo Bastos da
Cunha, e Possibles escenaris per a les biblioteques universitàries del futur, de Lluís Ma
Anglada i de Ferrer. Foram abordados os seguintes aspectos: a Universidade, a comunidade
acadêmica, tendências das bibliotecárias universitárias, funções das bibliotecas universitárias
e acervo. Conclui-se que embora o presente dos três autores seja diverso, suas visões de
futuro convergem para o mesmo tipo de Biblioteca Universitária, que será uma unidade de
informação pronta para fomentar o conhecimento em uma época de auto-aprendizado.

Palavras-Chave: Biblioteca Universitária. Auto-aprendizado. Modernidade.

1 INTRODUÇÃO

O presente trabalho faz uma abordagem comparativa, por meio dos artigos
“Construindo o futuro: a biblioteca universitária brasileira em 2010”, do pesquisador
brasileiro Murilo Cunha (2000), “Possibles Escenaris per a les Biblioteques Universitàries

___________________
*Especialista em Gestão em Unidades de Informação/UFPB, Bibliotecário da Procuradoria Regional do Trabalho 13ª
Região – Av. Desembargador Souto Maior, 244 – Centro – João Pessoa - Paraíba – Brasil – CEP:58013-190.
(gustavohenn@gmail.com)
** Especialista em Gestão em Unidades de Informação/UFPB, Bibliotecária do Centro de Ciências, Humanas, Letras e
Artes/UFPB - Campus I - Cidade Universitária - S/N - João Pessoa - Paraíba - Brasil - Cep: 58.059-900.
(geysaflavia@yahoo.com.br)

�del Futur”, do bibliotecário espanhol Lluís Mª Anglada i de Fer rer (1997), “Visions: The
Academic Library in 2012” (2002) do bibliotecário americano, da Fairleigh Dickinson
University, James W. Marcum.
Escritos em anos diferentes, apresentam algumas semelhanças na forma de observar
as transformações pela qual a Universidade e a Biblioteca Universitária deverão passar nos
próximos anos. Um fator que incentivou esta pesquisa é o fato de, apesar de tratarem do
mesmo tema, os autores não se citarem.
Por serem de países diferentes, localizados em continentes distintos (América do
Norte, América do Sul e Europa), pode-se ter uma panorâmica das Bibliotecas
Universitárias ocidentais, e, também, saber o que esperar delas no cenário futuro.

2 UNIVERSIDADE: criação e produção de conhecimento

O fator determinante das mudanças na Biblioteca Universitária será, sem dúvida, a
mudança da instituição Universidade. Os pesquisadores Cunha, (2000) e Anglada, (1997)
apontam a principal mudança: o foco não será mais no docente, será no estudante.
Consequentemente, o ensino dará lugar à aprendizagem. É aí que entra a Biblioteca
Universitária, como facilitadora da auto-aprendizagem e da aprendizagem em grupo.
Mas afinal o que é Universidade? A universidade deve ser concebida não apenas
como o locus onde se transmite o conhecimento estocado, mas, sobretudo como uma
instituição voltada para a dialética e a renovação do saber. Chamo de dialética a arte do
diálogo, da discussão ou argumentação.
Nesta perspectiva, em geral, a universidade tem sido concebida historicamente
segundo Silva (1994, p.31)
Como agência do saber voltada para o cumprimento da tarefa de proporcionar, em
nível superior, o ensino, a pesquisa e a extensão, com uma visão critica, de acordo
com os objetivos que pretende realizar no seio da sociedade da qual faz parte [...]
cabendo-lhe a missão de preparar os quadros qualificados para as carreiras de
caráter intelectual, científico, técnico e artístico, condizentes com as necessidades
da sociedade.

A universidade ocupa um papel preponderante, sem dúvida, na preparação de

�profissionais das mais diversas áreas, de maneira que possui uma importância peculiar
enquanto propiciadora de recursos humanos para o atendimento a sociedade. Isto porque,
dentre muitas de suas funções, encontra-se a social, entendida de acordo com Demo (1983,
p. 27), como “[...] o esforço planejado de reduções das desigualdades sociais [...]”.
Além de ocupar um papel fundamental na preparação de profissionais, a
universidade é uma agencia produtora de ciência e de tecnologia, assim como configura um
lugar de produção de imaginário coletivo capaz de articular, prática e simbolicamente, a
sociedade política e a sociedade civil.
Porém, para Anglada (1997, p. 21), alguns pontos devem ser considerados para se
imaginar o futuro da Universidade. "O primeiro é a democratização do ensino superior. A
universidade elitista dos fins dos anos 60 se massifica a partir de então e, sobretudo, amplia a
base social de seus estudantes". Esse fenômeno pode ser observado no cenário brasileiro,
com os debates em torno das políticas de cotas para universidades públicas, e bolsas para
estudantes carentes em universidades privadas (PROUNI). Continua Anglada (1997, p.31),

[...] em segundo lugar, as demandas da sociedade à universidade também
mudarão. Acabará a demanda para que as universidades formassem as elites
dirigentes [...] para se tornarem responsáveis pela educação continuada de seus
egressos bacharéis, mantendo assim um vínculo longo com esses profissionais.
Em terceiro lugar, o método docente da universidade tem variado pouco desde a
fundação: aulas magistrais, apontamentos, no melhor dos casos algum debate [...]
A universidade desde seu início tem sido, como é agora, presencial. Quer dizer,
ecigia a presença simultânea do ensinante e do ensinado. [...] Finalmente, a
universidade será forçada a transparecer e racionalizar os seus recursos. Isso irá
incentivar o uso das tecnologias, cada vez mais acessíveis, e a formação à
distância, a fim de economizar recursos físicos das instalações universitárias.

Cunha (2000) concorda em muitos desses aspectos, e ambos, assim, acabam
prevendo o mesmo futuro para a universidade. Mas também concordam no presente:

No atual paradigma, as faculdades e universidades estão centradas no
corpo docente. Os professores decidem o que lecionar, como, quando e
onde o aprendizado ocorrerá. Os estudantes precisam viajar até o campus
para aprender; precisam vencer os obstáculos burocráticos do vestibular,
das limitações nas ofertas de disciplinas e dos rígidos horários escolares.
Se cumprirem todos os requisitos, podem, finalmente, receber o certificado
de reconhecimento do aprendizado.

Logo, a evolução para uma educação centrada no aprendiz é irresistível e

�desafiadora. Como resultado, a educação superior poderia transformar-se em um sistema de
faculdades e universidades, que, de fato, poderiam organizar-se em uma verdadeira
“indústria” do conhecimento e aprendizado, pois a universidade se configura com uma
instituição indispensável para o desenvolvimento da própria sociedade.
Em suma, pode-se prever as universidades do futuro mais como formadoras do que
como educadoras. Será uma instituição democrática, preocupada com o desenvolvimento
contínuo do indivíduo, oferecendo formação à distância. O foco será o aprendizado, não
mais o ensino.

3 A COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA

A comunidade universitária foi uma grande preocupação de Cunha (2000) em seu
artigo. Ele coloca que, em 2010, a geração de universitários será bastante hábil em internet, e
em conseguir informações por meio dela, o que forçará uma biblioteca universitária melhor
preparada de pessoal e de acervo.
Anglada (1997) é mais direto, e coloca que

O futuro não será tão diferente do presente. A biblioteca é prescindível já hoje
para quem tem o dinheiro suficiente para substituí-la por meios próprios. O acesso
à informação no futuro continuará tendo as duas grandes barreiras que apresenta
na atualidade: a do custo econômico de adquiri-la ou usá-la e a do curso de tempo
para organizá-la, colecioná-la e processá-la.

Esse público futuro, da biblioteca universitária, de experts em busca por informações
na internet, por um lado, e de usuários com barreiras intransponíveis, por outro, irá
determinar o tipo de serviço que a biblioteca universitária deverá oferecer no futuro. Como
será visto a seguir.

4 TENDÊNCIAS DA BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA

Cunha (2000) prevê bibliotecas híbridas, em que os usuários terão uma enorme
quantidade de informação, em diversos suportes e diversas formas de acesso. O que, para

�ele, obrigará as bibliotecas a fundirem-se para alcançarem uma excelência em todos os
aspectos (algo que o Edson Nery já visiona quando pede por apenas uma Biblioteca Central
nas Universidades).
Essa centralização trará benefícios além da economia, pois também transformará a
biblioteca universitária como o principal ponto de encontro da universidade, responsável
pela socialização de alunos e mestres. Mas não só isso será também um local para interação
com estudantes e professores de outras universidades ao redor do globo.
Para Anglada (1997), a biblioteca universitária, por ser cada vez mais centralizada e
com melhores serviços e espaços, terá importante papel de socialização, reunindo in loco
seus intelectuais. O que também Marcum (2002) concorda, ao prever espaços para estudo e
trabalho adaptáveis na biblioteca universitária, facilmente montáveis, que irão favorecer
tanto conferências virtuais quanto apresentações reais. Marcum (2002) comenta ainda sobre
a (re) criação digital de personagens da história e da ficção, inclusive ficção científica, para
estarem presentes neste espaço, o que já acontece em alguns museus, entre outras novidades
que permitirão que a biblioteca universitária seja um local mais atraente do que as salas de
aula. Cunha (2000) corrobora com essa visão da utilização do espaço da biblioteca
universitária como alternativa às salas de aula, quando propõe: “[...] haverá uma mudança
radical: da sala de aula síncrona para assíncrona, baseada numa rede de aprendizados que irá
utilizar variada e complexa rede de tecnologias de informação”.
Anglada (1997) coloca uma série de contraposições passado/futuro que deverão nortear
as bibliotecas universitárias:
•

Acessibilidade x Propriedade: não é preciso ter o documento para acessar seu conteúdo.
Os consórcios de bibliotecas, as bibliotecas digitais, costumam adquirir uma única vez
determinado material, e permitir seu acesso on-line. Essa tendência de futuro já pode ser
encontrada nos EUA e na Europa.

•

Eletrônica x Papel: o formato digital dominando quase que totalmente. Por ser
facilmente disseminado, o formato digital prevalece. Porém, não há risco, para nem um
dos três autores, de que o papel perca sua importância.

•

Competência x Cooperação: melhoria da gestão das bibliotecas universitárias e reforço
na aplicação de métodos e técnicas empresariais nas bibliotecas.

•

Transgressão x Evolução: as mudanças serão rápidas, profundas e radicais.

�Anglada (1997) ainda coloca mais dois contrapontos, menos importantes a seu ver, mas
que podem influenciar as bibliotecas universitárias:
•

Livre x Pago: a tendência é que sejam favorecidos os que conseguirem informação
gratuitamente;

•

Progressista x Conservador: associando implicitamente o primeiro termo com o acesso
eletrônico, competitivo e rupturista e um certo ar reacionário em relação ao proprietário
de papel que coopera num mundo em evolução.

5 A TECNOLOGIA NO FUTURO DAS BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS

As bibliotecas universitárias compreendem hoje basicamente estas quatro funções:
•

a de facilitar o estudo;

•

a de adquirir, organizar e oferecer acesso a documentos atuais ao estudo e pesquisa;

•

a de recolher, conservar e oferecer acesso a documentos retrospectivos para as mesmas
funções, e

•

a de informar, orientar e formar no complexo mundo do material bibliográfico existente.
Essas funções não irão mudar nesse futuro próximo, mas terão que se adaptar à nova

realidade.
Marcum (2002) coloca que o que marcará essa adaptação é o rol de serviços
ofertados (tanto face a face quanto à distância), para guardar documentos eletrônicos e
recursos gerados primeiramente por bibliotecários no lugar de editores comerciais. A
disseminação seletiva da informação e sistemas de alerta ligados ao gerenciamento do curso
por conta do estudante e suportado por referência virtual irão engrandecer os serviços
bibliotecários no futuro. A biblioteca será ubíqua(onipresente) e o alcance de seus serviços
dramaticamente superará os serviços relativos à tradicional visão de biblioteca como `lugar´.
Segundo Marcum (2002), a biblioteca universitária deixará de ser um lugar na
universidade para ser uma função e a tecnologia estará antecipando mudanças nas funções
básicas das bibliotecas.
Os bibliotecários trabalharão mais próximos a outros profissionais da informação

�para atender às necessidades dos estudantes. O que obrigará as bibliotecas universitárias a
focarem a gestão da informação como um procedimento interdisciplinar.
Marcum (2002) ainda vai mais além quando coloca customização e personalização
como chave para agregar valor. Publicação de arquivos e depositórios de experiências são
resultados de uma habilitação para os estudantes entenderem culturalmente a distinguir
caminhos de conhecimento e criar informações bio-pessoal e bio-social e portfolios de
busca, ajudados por agentes inteligentes.
Isso também foi previsto por Cunha (2000, p.54):

No futuro “balcão” de referência eletrônica, existirá um programa de computador,
denominado “agente inteligente”, que, de acordo com Ronald J. Heckart (1998, p.
253), extrairá palavras-chave da expressão de busca elaborada pelo usuário
remoto, adicionará sinônimos, organizará o resultado em uma estrutura
hierárquica e enviará o resultado preliminar para o usuário. Este poderá fazer
alterações e adicionar novos parâmetros, por exemplo, o período coberto e o tipo
de documento desejado. Após isto, o “agente inteligente” realiza a busca e
apresenta os resultados com o grau de relevância para cada item recuperado. O
usuário, por sua vez, pode então assinalar o que deseja: referência bibliográfica,
resumo, sumário ou o texto completo. Finalmente, o pedido do usuário é
encaminhado para o seu computador ou sua caixa postal eletrônica.

Para Anglada (1997), o formato digital vai praticamente dominar as bibliotecas. O
que também previu, Cunha (2000, p. 8) , que fala em “empréstimos eletrônicos” de
documentos. Já Marcum (2002), diz que as coleções sofrerão transformações dramáticas.
Para ele, elas, as coleções, serão amplamente selecionadas, o que caracteriza recursos
multimídia e bases de dados, algumas providas colaborativamente através de consórcios
com outras bibliotecas e provedores de informação.
Pois uma vez com as bibliotecas fundidas fisicamente, ou em consórcios eficientes,
poderão ter acesso ao acervo umas das outras em tempo real.
Anglada (1997) destaca ainda a preocupação com a memória institucional
universitária (a produção docente, em especial), e coloca dois pontos cruciais para as
bibliotecas universitárias do futuro: em primeiro lugar, a conservação de coleções únicas.
Uma vez que a acessibilidade irá aumentar, conseqüência disso, o uso também vai aumentar,
e a conservação vai ganhar maior importância simbólica e estratégica. E em segundo lugar, a
preocupação com a conservação e preservação digital da produção universitária.
GUISA DE (IN) CONCLUSÕES

�Os três autores concordam com um futuro em que o ensino universitário estará
focado no estudante e no auto-aprendizado. Apesar das diferenças culturais, sociais e
econômicas entre EUA, Espanha e Brasil, o futuro das universidades aponta para o mesmo
caminho.
O futuro da Biblioteca Universitária está diretamente ligado ao futuro da
Universidade. Uma vez que esta será democratizada, com amplo acesso à sociedade, aquela
será a responsável por prover estes novos alunos de material de pesquisa.
Pode-se extrair ainda que as tecnologias da comunicação e da informação terão papel
fundamental, já começam a ter esse valor, pois através delas o acesso se tornará real e
conveniente para os estudantes.
Os bibliotecários, por seu turno, deverão estar em condições de prestar um serviço de
referência e assistência de alto nível a estes estudantes, e serão, fatalmente, recompensados
por isso.
Os próximos anos das Bibliotecas Universitárias prometem.

REFERÊNCIAS

�ANGLADA I DE FERRER, Lluís Ma. Possibles escenaris per a les biblioteques
universitàries del futur. Métodos de Información (MEI), v. 4, n. 20, p. 41-47, 1997.
CUNHA, Murilo Bastos da. Construindo o futuro: a biblioteca universitária brasileira em
2010. Ci. Inf., v.29, n.1, abr. 2000.
DEMO, Pedro. Função social da universidade. Educação brasileira, Brasília, v.5, n.11,
p.21-39, jul./dez., 1983.
MARCUM, James W. Visions: the academic library in 2012. D-Lib Magazine, v. 9, n. 5,
maio. 2002. Disponível em: &lt;http://www.dlib.org/dlib/may03/marcum/05marcum.html&gt;.
Acesso em: 25 maio 2006.
SILVA, Luiz Eduardo P. de Carvalho et al. Proposta para uma universidade no terceiro
milênio. Rio de Janeiro: Fundação Universitária José Bonifácio, 1994.

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          <description>An account of the resource</description>
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              <text>Apresenta uma análise comparativa entre visões de futuro para Bibliotecas Universitárias. Os artigos estudados foram Visions: the academic library in 2012, de James Marcum; Construindo o futuro: a biblioteca universitária brasileira em 2010, de Murilo Bastos da Cunha, e Possibles escenaris per a les biblioteques universitàries del futur, de Lluís Ma Anglada I de Ferrer. Foram abordados os seguintes aspectos: a Universidade, a comunidade acadêmica, tendências das bibliotecárias universitárias, funções das bibliotecas universitárias e acervo. Conclui-se que embora o presente dos três autores seja diverso, suas visões de futuro convergem para o mesmo tipo de Biblioteca Universitária, que será uma unidade de informação pronta para fomentar o conhecimento em uma época de auto-aprendizado.</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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