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                  <text>AS COLEÇÕES DO CRUESP BIBLIOTECAS E A CONVERGÊNCIA
TECNOLÓGICA: GESTÃO E ACESSO
Adriana Cybele Ferrari
Sistema Integrado de Bibliotecas da USP
aferrari@usp.br

Luiz Atílio Vicentini
Sistema de Bibliotecas da UNICAMP
vicentin@unicamp.br
Margaret Alves Antunes
Coodenadoria Geral de Bibliotecas da UNESP
eti@reitoria.usp.br
Resumo
A política de desenvolvimento para as coleções do CRUESP Bibliotecas nos
formatos impresso e eletrônico e as influências da convergência tecnológica
são apresentadas no Portal de Serviços e Conteúdos Digitais. O Consórcio
CRUESP Bibliotecas, formado pelos três Sistemas de Bibliotecas das
Universidades Estaduais Paulistas, USP, UNESP e UNICAMP, têm procurado
oferecer serviços e produtos especializados para a comunidade acadêmica,
mediante construção, evolução e consolidação do produto de convergência, o
seu Portal de Serviços e Conteúdos Digital que universalizou o acesso à
informação, e garantiu o uso das coleções compartilhadas. Com a implantação
desse novo Portal o Consórcio consolida-se com iniciativas inovadoras,
políticas claras de gestão, parcerias estreitadas com constante troca de
conhecimento e, principalmente, atende aos ideais propostos por seus
membros: COOPERAÇÃO – COMPARTILHAMENTO – RACIONALIZAÇÃO
DE RECURSOS.
Palavras-chave: Convergência tecnológica; Portal de Serviços; Gestão de
consórcios; Conteúdo digital; Desenvolvimento de Coleções
1 Introdução
A

evolução

tecnológica

impactou

os

serviços

bibliotecários,

especialmente no ambiente das bibliotecas universitárias. Isso porque sempre
houve a preocupação de prestar serviços de alta qualidade, uma vez que a
biblioteca está inserida num contexto onde existem fortes investimentos na
pesquisa. Não raro grandes inventos são resultados de projetos desenvolvidos
nas universidades, com apoio de agências de fomento do Estado e/ou do
Governo

Federal.

Neste

contexto

as

bibliotecas

são

positivamente

pressionadas a acompanhar a evolução das tecnologias de informação.

�Nos anos 90 percebeu-se um grande investimento das bibliotecas na
seleção e identificação de produtos (softwares) que pudessem automatizar as
rotinas tradicionais, e com isso facilitar o acesso e localização de documentos.
Os catálogos públicos, OPAC, deveriam respeitar padrões internacionais de
forma a propiciar a cooperação e disseminação de informações entre as
bibliotecas.
Por outro lado temos as coleções do CRUESP que foram formadas a
partir da história de cada uma das Universidades, a USP com seus mais de 70
anos, a Unicamp que completa em 2006 40 anos e a UNESP que completa
também em 2006 seus 30 anos, e hoje se constitui num dos principais acervos
da América Latina.
Como base para o ensino e a pesquisa, o CRUESP tem investimento da
ordem de aproximadamente R$ 36 milhões anuais para aquisição de periódicos
e bases de dados nos formatos impresso e eletrônico, livros para as diversas
áreas.
Como forma de divulgar o acervo existente nas 3 Universidades e
estabelecer serviços e produtos compartilhados, em 1992 estabeleceu-se um
convênio do CRUESP com a preocupação na formação de um catálogo
coletivo das universidades estaduais paulistas. Desse modo foi realizada a
migração de dados dos catálogos bibliográficos e prensou-se um CD-ROM.
Esse produto recebeu o nome de Unibibli que possibilitou a pesquisa nos
acervos das Bibliotecas da USP, UNICAMP e UNESP.
O Unibibli em CD-ROM foi uma inovação, e sua primeira edição, contava
com os seguintes dados::
USP: 25.000 teses e 75% do acervo de livros
UNICAMP: 5.800 teses e 35% do acervo de livros
UNESP: 8.000 teses

�Hoje este trabalho é gerenciado através de um produto via WEB
denominado com a versão de 2006 de Portal de Serviços e Conteúdo Digital –
UnibibliWEB, com oferecimento de serviços a nossa comunidade e a busca
integrada em produtos on-line.
2 Sobre o Consórcio CRUESP/Bibliotecas
A filosofia do trabalho consorciado teve seu aparecimento em meados
dos anos 90 nos Estados Unidos, e em outras regiões do mundo menos
desenvolvidas, principalmente no segmento de bibliotecas universitárias e de
pesquisa como um contra-ponto na negociação com provedores de informação
científica e tecnológica, em resposta aos altos custos impostos por esses
provedores de informação. Giordano (2002)
A reunião das bibliotecas em consórcios traria uma força adicional para
que as mesmas pudessem intervir nas condições impostas por esses
provedores. Adicionado a este fator, a negociação conjunta traria vantagens
econômicas para as instituições participantes.
O consórcio também pressupõe atividades cooperativas entre bibliotecas
partícipes promovendo serviços e facilidades de interesse a comunidade
pertencente ao consórcio. Krzyzanowski (2006)
No Brasil, o primeiro consórcio de conteúdos eletrônicos, foi firmado em
1999, chamado PROBE – Programa Biblioteca Eletrônica, que reuniu 35
instituições do Estado de São Paulo para permitir acesso a periódicos em texto
integral. Esse consórcio finalizou suas atividades em 2001, com a implantação
do Portal de Periódicos da CAPES.
O Consórcio CRUESP/Bibliotecas foi instituído oficialmente em janeiro
de 2004, com a assinatura do “Termo de Instituição de Consórcio e
Cooperação Institucional para Acesso a Bases de Dados Referenciais e Textos
Completos”. Esse termo atualiza as funções estabelecidas na resolução

�CRUESP 149/99, que instituiu o CRUESP/Bibliotecas como um Grupo de
Trabalho para buscar soluções para serviços e produtos compartilhados.
O CRUESP/Bibliotecas reúne 92 bibliotecas, atendendo a cerca de
176.000 usuários (alunos, docentes e pesquisadores), contando com um
acervo de mais de 10 milhões de itens bibliográficos com uma freqüência de
usuários de 7 milhões ao ano nas bibliotecas.
Vários projetos são mantidos para o cumprimento dos objetivos do
consórcio, dentre eles podemos citar a aquisição planificada de coleções
digitais, preservação digital, capacitação das equipes, identificação de novos
produtos e serviços, com destaque para a consolidação do produto que reúne
as principais fontes de informação do Consórcio, disponíveis à comunidade
através do Portal CRUESP Bibliotecas.
3 Desenvolvimento de Coleções do CRUESP Bibliotecas
Um

consórcio

caracteriza-se

pelo

desenvolvimento

de

serviços

compartilhados, no qual cada participante aporta uma série de atividades que
podem ser utilizadas pelas outras instituições.

O consórcio de bibliotecas

pressupõe o impulso das atividades cooperativas entre as bibliotecas
partícipes, através da aquisição e administração de bases de dados e de
publicações

eletrônicas.

Deve

ainda

incrementar

o

desenvolvimento

cooperativo de coleções e o compartilhamento dessas coleções através de
recursos de transmissão eletrônica.
Vergueiro (1993), em seu artigo sobre desenvolvimento de coleções,
comenta:
as Bibliotecas Universitárias, devem atender aos objetivos
da

universidade,

isso

vai

exigir,

quase

que

necessariamente, uma coleção com forte tendência ao
crescimento, pois atividades de pesquisa exigem uma
variada gama de materiais de informação que possibilitem

�ao pesquisador ter acesso a todos os pontos de vista
importantes ou necessários para sua pesquisa.
Para que o desenvolvimento das coleções seja contínuo é necessário
estabelecer periodicamente a avaliação das coleções, em sintonia ao
desenvolvimento dos cursos de graduação e pós-graduação, principalmente
para as coleções de periódicos.
Uma característica constante do desenvolvimento das coleções é o alto
preço cobrado pelas editoras das coleções de periódicos, que independente do
formato impresso e/ou eletrônico, obrigam as bibliotecas a reverem seus
orçamentos e a estabelecerem políticas de seleção e aquisição que visem
manter os principais núcleos de suas coleções.
Desde 1994, a CAPES realizava um programa de aquisição de
periódicos científicos com o objetivo de apoiar os cursos de pós-graduação.
Com as restrições orçamentárias impostas aos órgãos públicos federais, em
1999 a CAPES realizou um profundo corte (cerca de 70%) nas verbas
destinadas à renovação dos títulos de periódicos.
O Programa de Aquisição de Periódicos da CAPES repassou às
Universidades Estaduais Paulistas uma verba de aproximadamente 25% do
total de recursos destinados para aquisição de periódicos, entre os anos de
1995 a 1999. Conforme a tabela abaixo, esta porcentagem significa que foram
realizadas 18.243 assinaturas de periódicos no valor de US$ 12.6222.178,82
através do Programa da CAPES. Observa-se ainda o crescimento do Programa
CAPES entre os anos de 1995 a 1998 e seu decréscimo acentuado no ano de
1999.

�Reitorias
Ano

N. Ass.

US$

CAPES
%

N. Ass.

Total Geral

US$

%

Total

US$

1995

16.540

8.984.696,53

80,27%

3.764

2.208.146,15

19,73%

20.304

11.192.842,68

1996

14.092

8.431.676,62

73,77%

4.484

2.997.420,71

26,23%

18.576

11.429.097,33

1997

14.788

9.707.348,93

76,39%

4.110

3.000.454,14

23,61%

18.898

12.707.803,07

1998

13.078

8.746.554,73

75,11%

4.031

2.898.128,57

24,89%

17.109

11.644.683,30

9.187.571,51

85,82%

1999
Total

11.104
69.602

45.057.848,32 78,12%

1.854
18.243

1.518.029,25
12.622.178,82

14,18%
21,88%

12.958
87.845

10.705.600,76
57.680.027,14

Figura 1: evolução das assinaturas de periódicos CRUESP

Por outro lado, é importante destacar que o Programa de Aquisição de
Periódicos pelas Universidades Estaduais Paulistas destinou uma média de
78% de seus orçamentos no período de 1995 a 1999. A diferença de repasses
das Universidades e da CAPES é visível no quadro acima e demonstra o
esforço e a importância auferidos ao Programa de Aquisição de Periódicos das
Universidades Estaduais Paulistas pelas Reitorias e Comunidade Científica. O
total de assinaturas desse período realizado pelas três Reitorias foi de 87.845,
incluindo-se a verba da CAPES. O gráfico a seguir ilustra através de dados
percentuais os investimentos realizados.

P e r c e n t a g e m r e c ur so di spe nd i d os p e l o C R U ES P e C A P ES pa r a
a ssi n a t u r a d e p e r i ódi c o s c i e n t í f i c o s no pe r í o do de 19 9 5 a 19 9 9

85,82%
80,27%
76, 39%
73, 77%

75,11%

26, 23%

24,89%

23,61%
19,73%

14,18%

1995

1996

1997

CRUESP

1998

1999

CAPES

Figura: evolução das assinaturas de periódicos CRUESP em %

A partir de 1999, quando não houve repasse de verbas do Programa de
Apoio a Aquisição de Periódicos da CAPES às universidades estaduais
paulistas, foi necessário que as três Universidades do CRUESP realizassem
um trabalho de recomposição orçamentária para assinatura das suas coleções

�de periódicos científicos. Essa recomposição permite hoje a USP, UNESP e
UNICAMP a continuidade de assinaturas de suas coleções impressas, a
assinatura de bases de dados eletrônicas referenciais e em texto completo de
forma consorciada, possibilitando realizar um trabalho de racionalização de
seus acervos evitando-se duplicidades de assinaturas, principalmente as
impressas, dos títulos que possuímos em formato eletrônico.
O aumento crescente dos custos de coleções impressas ou eletrônicas, em
muito tem preocupado as Universidades, não só as nacionais como as
internacionais. Em publicação recente, Soares (2004) apresenta em seu artigo
sobre o Portal de Periódicos da CAPES, dados de duas pesquisas sobre esse
assunto, reproduzidas a seguir:

-

uma pesquisa da Universidade de Iowa mostra que o custo
das revistas para as Universidades e outras instituições
acadêmicas aumentou 207% entre 1986 e 1998;

-

estudos da Association of Research Libraries (ARL) mostram
que houve um crescimento médio anual de 10% no preço das
publicações americanas e 13,5% no das européias.

A preocupação com o custo das coleções não é recente. No âmbito do
CRUESP, trabalhamos ano a ano com previsões de aumento em US$ entre 8 a
12% no custo total das coleções.
Desde a implantação do ProBE, e posteriormente o Portal de Periódicos da
CAPES, o CRUESP Bibliotecas manteve um nível de assinatura impressa
adequada à necessidade indicada pela comunidade acadêmica.
Outro aspecto preocupante que se observa no mercado de editores
científicos, principalmente nos comerciais, são as aquisições realizadas pelas
grandes editoras comerciais, adquirindo editoras de menor porte. Se esta
situação continuar ocorrendo teremos muito em breve um oligopólio de editoras

�científicas e talvez tenhamos que adquirir a nossa coleção somente de um ou
dois editores.
4 Sobre o Portal CRUESP/Bibliotecas
O Portal do CRUESP/Bibliotecas [www.cruesp.sp.gov.br/bibliotecas],
está disponível desde 2002, possibilitando o acesso da comunidade aos
seguintes produtos/serviços:
UnibibliWEB
Proporciona o acesso simultâneo via internet, com interface de
busca

unificada,

aos

bancos

de

dados

bibliográficos

DEDALUS/USP, ACERVUS/UNICAMP e ATHENA/UNESP, lista
unificada de títulos de periódicos eletrônicos e acesso a outros
recursos.
Bases de Dados Referenciais adquiridas pelo Consórcio
Acesso a 23 bases de dados referenciais, de várias áreas do
conhecimento, na WEB, a partir dos equipamentos conectados à
USP, UNICAMP e UNESP.
Biblioteca Eletrônica do CRUESP
Formada pelo arquivamento de conteúdos digitais provenientes
de parcerias com editores comerciais e institucionais.
Outro serviço compartilhado é o Empréstimo Entre Bibliotecas – EEB, o
usuário pode solicitar em sua própria biblioteca, sem nenhum custo, o
empréstimo de material bibliográfico para as unidades integrantes do
Consórcio.
Dentre os produtos e serviços oferecidos, o UNIBIBLIWeb é o que tem
demandado constantes implementações, visando sua melhoria, tanto na

�questão de acompanhamento da inovação tecnológica quanto no atendimento
às necessidades dos usuários.
A evolução tecnológica obrigou o CRUESP/Bibliotecas a reavaliar o
Unibibli CD-ROM, pois este suporte tem a desvantagem de não ser atualizado
como as bases de dados on-line disponíveis na internet, que são alimentadas
diariamente. Há sempre uma defasagem, ou seja, um “gap” fazendo com que o
usuário tenha que complementar a sua pesquisa nos sites específicos das
bibliotecas. Além disso, o Unibibli CD-ROM tinha a característica de ser
monousuário.
Dessa forma o modelo até então adotado pelo CRUESP/Bibliotecas
tornou-se obsoleto diante da evolução tecnológica. Por outro lado, continuava a
demanda, por parte de nossos usuários, de obter facilidades no acesso às
informações. Muitas vezes para obter a informação desejada é necessário
submeter a mesma estratégia de busca a várias bases/bancos de dados.
Essas transações demandam um tempo maior do pesquisador, tornando-se
premente o estudo de novo produto para agilizar a obtenção da informação e
posteriormente do documento.
Diante desta problemática e pesquisando soluções, identificou-se que os
catálogos bibliográficos instalados nos três sistemas de bibliotecas possuíam o
protocolo z39.50. Esse protocolo nunca havia sido explorado.
Iniciou-se um processo de estudo da potencialidade deste protocolo com
vistas ao desenvolvimento de uma interface única para busca simultânea aos
catálogos bibliográficos da USP – Dedalus, UNICAMP – Acervus e UNESP –
Athena, operado integralmente pela internet.
Diante dessa premissa os membros do CRUESP/Bibliotecas, efetuaram
uma prospecção no mercado para concretizar o projeto UNIBIBLIWeb (Projeto
inédito apresentado ao Conselho de Reitores das Universidades Estaduais
Paulistas, em 2002).

�Dentre as soluções encontradas, a que melhor atendia aos requisitos do
projeto foi a proposta apresentada pela Potiron Informática, empresa nacional,
produtora de software para gestão de bibliotecas (Ortodocs). Dessa forma,
projetou-se a versão 1.0 do UnibibliWeb, que após diversos testes foi lançada
em 2002, no XII Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias – SNBU
realizado em Recife, Brasil.
4.1 Unibibliweb versão 1.0 e 2.0
Na versão 1.0 o concretizou-se a possibilidade de pesquisa simultânea aos
catálogos bibliográficos da USP, UNICAMP e UNESP, em tempo real, sem a
necessidade de replicação ou migração de dados.

Procurou-se oferecer

diversos formatos de exibição dos resultados:
Lista resumida: inclui informações resumidas da busca realizada,
apresentando: tipo de material, autoria, título, ano de publicação,
indicação de existência de referência para objeto digital.
Descrição completa do registro: visualização detalhada dos campos do
registro, incluindo hiperlinks, tanto dos atributos como de objetos digitais
identificados.
Análise bibliográfica do resultado da busca: compilação dos registros
encontrados em cada uma das buscas, extraindo-se os seguintes
quadros organizados: resultados por host provedor, abrangência
temporal, abrangência terminológica, abrangência autoral, tipos de
materiais, nível bibliográfico dos materiais e objetos digitais associados.
Registro MARC: visualização detalhada dos campos do registro, no
modelo tag-atributo (MARC), como entregue pelo host provedor.

�Ainda apresentava a estatística temporal de acesso: quantidade de hits
atendidos pelo UnibibliWEB através do protocolo Z39.50 Gateway por: horas
do dia, dias do mês e dias da semana, bem como os domínios originadores de
acesso.
Para a versão 2.0, o formato foi projetado para propiciar a catalogação
cooperativa. Pode-se selecionar os registros MARC dos conteúdos catalogados
pela USP, UNICAMP e UNESP, e efetuar a cópia desses para bases locais das
bibliotecas. Esse serviço é gratuito, sem restrições da quantidade de cópias, o
que favorece em muito outras bibliotecas no processo de formação de seus
catálogos automatizados. A aceitação do produto foi grande, motivando os
gestores do Consórcio a implementar novas facilidades.
O Consórcio adquire bases de dados referenciais e têm acesso a outros
programas que contém informações relevantes para os usuários, como o caso
do Portal Periódicos CAPES. Assim, agregou-se aos catálogos bibliográficos as
seguintes facilidades:
Busca simultânea nas 23 bases de dados referenciais que abrangem as
seguintes áreas: ciências biológicas e saúde, ciências agrárias, ciências
exatas e da terra, engenharias, ciências sociais, lingüística, letras e
artes.
Lista A – Z (conjunto dos títulos de periódicos e bases de dados
disponíveis para a comunidade do CRUESP/Bibliotecas), totalizando
cerca de 18.000 fontes de acesso.
Possibilidade de visualização das teses/dissertações digitais da USP,
UNESP e UNICAMP a partir dos catálogos bibliográficos.
A incorporação das novas funcionalidades provocou mudanças no
gerenciamento do produto. A lista A-Z tem que ser atualizada na medida em
que novos recursos de informação são adquiridos. Outro aspecto que dificulta a

�manutenção da lista é garantir que os “links” dos periódicos ou recursos
eletrônicos estejam operantes.
É importante ressaltar que até essa versão o único protocolo de
comunicação utilizado era o Z.39.50 e percebeu-se restrições na adoção de um
único protocolo, já que várias bases de dados não o possuem em protocolo
nativo nas suas bases, prejudicando o recurso de busca unificada.
Decorridos 4 anos de existência do produto, houve a necessidade de novas
implementações para permitir a inclusão de outros protocolos de comunicação
que auxiliassem na busca e também na agregação de serviços.
5 UnibibliWEB hoje
O produto que anteriormente caracterizava-se como serviço oferecido
pelo consórcio, disponível no Portal CRUESP/Bibliotecas, transformou-se no
elemento agregador dos recursos eletrônicos. Dessa forma, estruturou-se nova
versão onde o unibibliWEB tomou nova dimensão, ou seja, ser um Portal de
Serviços e Conteúdo Digital e não somente um metabuscador.
A principal característica do portal é a inclusão do protocolo OpenURL
com o padrão ANSI z39.88. Assim, o Portal tem mais de um protocolo de
comunicação nativo, e a tendência é que outros protocolos, que venham a
surgir, sejam integrados. Podemos dizer que a filosofia do portal hoje é ser um
portal híbrido.

Assim, somaram-se outras funções às existentes na versão

anterior:
Resolvedor de Links
A partir de um resultado de busca realizado nas fontes de informação do
CRUESP, em cada registro o usuário poderá identificar um “botão” denominado
“Serviços”. Ao clicar sobre o botão será apresentada uma tela com links para
outras fontes de informação (open source) listadas,

sobre o parâmetro de

busca utilizado pelo pesquisador. Essa tecnologia é a do OpenURL, como um

�facilitador e agregador de informações, implementado com objetivo de oferecer
uma maior completeza da busca realizada.
Biblioteca Pessoal do Pesquisador
Repositório de uso exclusivo do pesquisador, onde pode-se armazenar de
forma padronizada, os resultados das buscas realizadas nas diversas fontes de
informação, com possibilidade de geração de bibliografia segundo normas
nacionais e internacionais utilizadas pelas universidades.
Exportação de Registro MARC (Save MARC)
A possibilidade de cópia dos registros MARC dos catálogos bibliográficos
das 3 instituições já existente desde a primeira versão do UnibibliWEB, foi
aprimorada nesta versão, com a inclusão de um “botão” para que o usuário
possa salvar em sua estação de trabalho o(s) registro(s) no formato MARC.
Esse registro pode ser exportado para outros sistemas de catalogação,
utilizados pelas bibliotecas.
Biblioteca Eletrônica em Texto Completo
Trata-se de conteúdos da Editora Elsevier Science, adquiridos no período
de 1995 a 2001, provenientes do Programa Biblioteca Eletrônica – ProBE. Em
continuidade a esta proposta de trabalho, o Consórcio CRUESP/Bibliotecas
adquiriu os conteúdos de 2002 a 2005 e está selecionando outros conteúdos
relevantes.

Essa

medida

visa

fortalecer

ainda

mais

a

política

de

desenvolvimento de coleções do consórcio, fazendo com que as bibliotecas do
consórcio possuam coleções impressas e eletrônicas, com a posse desses
conteúdos e não somente o acesso.

�6 Considerações finais
Segundo Maloff (1997), a informação é de importância crítica para
organizações de todos os portes. Aquelas que descobrirem formas de operar
com alta eficácia, que tirarem vantagens de abordagens novas e benéficas,
serão as vitoriosas. É importante, porém, que nos certifiquemos de
compreender os custos e também as vantagens esperadas de qualquer
solução, antes que comecemos sua implementação.
Cruz (2002), afirma que a Universidade existe para fazer avançar o
conhecimento humano através da formação de pessoal capaz de criar
conhecimento e inovação.
Uma nova política de Desenvolvimento de Coleções deve ser
estabelecida com produtos eletrônicos até então a grande preocupação das
bibliotecas era no desenvolvimento de seus acervos, enfatizando o espaço,
armazenamento, conservação, processamento, acessibilidade e custo. Hoje a
diretiva utilizada deve ser do arquivamento e posse, acesso multiusuário e
despesas duplicadas pela aquisição do impresso e do eletrônico. A partir de
uma política de aquisição de conteúdos eletrônicos, deve-se rever o montante
das aquisições impressas, estabelecendo a política necessária para preservar
a continuidade da coleção com garantias de posse e acesso 24hs.
O grande desafio já explicitado por Valdomiro Vergueiro citado por
Andrade (1994), “afinal estão as coleções sendo realmente desenvolvidas com
critérios neste país?”. A partir desse questionamento, novas políticas devem
ser estabelecidas, e, como forma de definição de uma política compartilhada o
Consórcio CRUESP/Bibliotecas tem trabalhado no estabelecimento de
diretrizes que possa levar-nos ao estabelecimento de políticas claras e
objetivas.
À medida que novas implementações são realizadas no Portal aumentase o desafio em continuar satisfazendo os usuários. Até o momento registra-se

�cerca de 2,7 milhões de acessos, oriundos da comunidade local, do Brasil e do
exterior. Isso demonstra a aceitação do Portal como um elemento facilitador no
processo de busca e recuperação da informação para a comunidade de
pesquisadores com a satisfação dos usuários.
Um consórcio se consolida, a partir da implantação de serviços
compartilhados oferecidos através de portais unificados que possibilite o
compartilhamento dos recursos informacionais de cada instituição, sem
prejudicar o uso da plataforma individual através de seus OPAC, mas
proporcionar uma plataforma de acesso único a todos os recursos,
potencializando o uso da informação armazenada em seus diversos formatos e
aumentando a visibilidade de suas instituições.
Outro aspecto de destaque na consolidação do modelo de Consórcio de
Bibliotecas é cooperação e compartilhamento de produtos e serviços, com
maior oferta acomunidade sem aumento acentuado dos custos individuais.
A consolidação do Consórcio CRUESP/Bibliotecas, torna-se elemento
estratégico no desenvolvimento da pesquisa e do ensino nas Universidades
(USP, UNESP e UNICAMP), a partir da disponibilização de seus acervos,
serviços e produtos existentes nos 3 Sistemas de Bibliotecas de forma
compartilhada, favorecendo o desenvolvimento e a difusão de novos
conhecimentos em benefício da sociedade.
Diante de todas as perspectivas de inovação freqüentes no ambiente
das Universidades do CRUESP, e através de todos os trabalhos já realizados e
dos

projetos

que

estão

sendo

desenvolvidos,

o

Consórcio

CRUESP/Bibliotecas, consolida-se com iniciativas inovadoras, políticas claras
de gestão, parcerias estreitadas com constante troca de conhecimento e,
principalmente atende os ideais propostos por seus membros os de:
COOPERAÇÃO - COMPARTILHAMENTO –
RECURSOS.

RACIONALIZAÇÃO DE

�Referências Bibliográficas:
ANDRADE, D. C. Desenvolvimento de coleções: a prática na FFLCH/USP. In: ANAIS
do Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias, 8, Unicamp, 7 a 11 de novembro
de 1994. Campinas: BC/UNICAMP, 1994.

BUCKLAND, M. Redesigning library services : a manifesto. Chicago:
American Library Association, 1992. Disponível em: &lt;http://
sunsite.berkeley.edu/Literature/Library/Redesigning/html.html&gt;.
Acesso em: 25 ago. 2000.
CHACÓN, G.R. Gestión de colecciones en entornos consorciados: modelos de
catálogos colectivos y organización de recursos electrônicos. El Profissional de
la información, v.14, n.3, p. 174-189, mayo-junio 2005.
CRUZ, C. H. B. Conhecimento, inovação e o papel da Universidade. Disponível
em:

htttp://www.icoletiva.com

be/seção.asp?tipo=entrevista.

Acesso

em:

25/11/2002.
DAVENPORT, T. H. Ecologia da Informação: por que só a tecnologia não
basta para o sucesso na era da informação. Tradução por Bernadette Siqueira
Abrão. São Paulo: Futura, 1998. 316p. Tradução de Information ecology.
FURRIE, B. Understanding MARC bibliographic: machine-readable cataloging.
5.ed.

Washington,

DC:

Library

of

Congress,

2000.

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              <text>A política de desenvolvimento para as coleções do CRUESP Bibliotecas nos formatos impresso e eletrônico e as influências da convergência tecnológica são apresentadas no Portal de Serviços e Conteúdos Digitais. O Consórcio CRUESP Bibliotecas, formado pelos três Sistemas de Bibliotecas das Universidades Estaduais Paulistas, USP, UNESP e UNICAMP, têm procurado oferecer serviços e produtos especializados para a comunidade acadêmica, mediante construção, evolução e consolidação do produto de convergência, o seu Portal de Serviços e Conteúdos Digital que universalizou o acesso à informação, e garantiu o uso das coleções compartilhadas. Com a implantação desse novo Portal o Consórcio consolida-se com iniciativas inovadoras, políticas claras de gestão, parcerias estreitadas com constante troca de conhecimento e, principalmente, atende aos ideais propostos por seus membros: COOPERAÇÃO – COMPARTILHAMENTO – RACIONALIZAÇÃO DE RECURSOS.</text>
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