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                  <text>EDITORAÇÃO DE PERIÓDICO CIENTÍFICO DIGITAL NA ÁREA DE
BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO: UM RELATO DA
REVISTA DIGITAL DO SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UNICAMP
Danielle Thiago Ferreira∗
Gildenir Carolino Santos∗∗
Leonardo Fernandes Souto∗∗∗

RESUMO

Relata a experiência da formação e estruturação da Revista Digital de
Biblioteconomia e Ciência da Informação, periódico científico das áreas da
Biblioteconomia, Ciência da Informação e áreas afins, gerenciado pelo Sistema de
Bibliotecas da Universidade Estadual de Campinas (SBU). A iniciativa deve-se ao
compartilhamento de uma macrovisão em relação aos princípios de
disseminação, o que motivou a apresentação deste projeto de editoração da
revista digital como uma publicação oficial do SBU. Parte do pressuposto de que
não há fundamentação no simples desenvolvimento de pesquisas/estudos se
estes não forem divulgados/disseminados. Desta forma, a revista tornou-se um
canal para a publicação de relatos de pesquisas e experiências, institucionais e
de profissionais da área e afins. Justifica-se a escolha do formato digital graças à
diminuição dos custos de produção/editoração, e ainda, à facilidade de acesso.
Descrevem-se as etapas do projeto de editoração e metodologia utilizada pelos
editores da revista em todos os processos, que vão desde as escolhas dos
artigos, normalizações, até sua disponibilização.
PALAVRAS-CHAVE: Publicação digital em Biblioteconomia. Publicação digital
em Ciência da Informação. Editoração eletrônica. Periódico eletrônico. Periódico
científico digital.

1 INTRODUÇÃO

O fato de compartilharmos uma macrovisão em relação aos princípios de
disseminação da informação é que nos motiva a apresentar a editoração de um
periódico científico digital. Consideramos que a divulgação científica, de forma
mais ampla, evidentemente, é um mecanismo de disseminação da informação.
Tal consideração baseia-se no fato de que não há fundamentação no
simples

desenvolvimento

de

pesquisas/estudos

se

estes

não

forem

�divulgados/disseminados. Assim, sentimo-nos à vontade para apresentar nossa
experiência com a Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação.

2 A PUBLICAÇÃO CIENTÍFICA ELETRÔNICA
A possibilidade de, com um simples clicar, podermos passar de uma
citação bibliográfica para um abstract ou um texto completo de um artigo, e até
tirar dúvidas ou discutir o texto diretamente com o autor, está promovendo uma
mudança considerável na forma de utilização da informação científica de
publicações seriadas.
A eletrônica está abalando as fundações do sistema de publicação
periódica tradicional. Cada vez mais, está parecendo ser insustentável manter,
como um meio básico de comunicação científica impressa, uma infinidade de
títulos de revistas científicas de alto preço, às vezes de baixa circulação.
Um requisito fundamental para o avanço da pesquisa científica em nossos
dias é a propagação rápida da informação revisada por pares, que é ainda o
indicador de qualidade aceitável no tradicional meio científico. Da mesma forma, o
avanço nas carreiras acadêmicas e na captação de recursos para a pesquisa está
associado à publicação em tempo recorde. Porém, algumas condições tornam
progressivamente difícil publicar em tempo hábil nas revistas convencionais em
papel. Nas revistas mais solicitadas, existem problemas de limitação de espaço.
Nas revistas menos conhecidas, tempo de espera para fechamento de uma
edição, escassez de recursos para manter uma periodicidade menor e constante.
Altos custos de publicação e altos preços de assinatura, inerentes às
publicações em papel, tornam inacessível sua aquisição por laboratórios ou
bibliotecas com limitados recursos financeiros. Revistas de menor circulação não
são facilmente encontradas em bibliotecas, ou nos índices de citação
bibliográfica. Em conseqüência, fica difícil, às vezes, garantir o caráter inédito de
um resultado e, à medida que novas descobertas são publicadas, falha-se
eventualmente em dar o devido crédito a um trabalho prévio de outros
pesquisadores.

�A demora na publicação do artigo, altos custos de aquisição e manutenção
de coleções, a rigidez do formato impresso em papel, a dificuldade na localização
de assuntos pertinentes ao pesquisador, e a dificuldade de acesso, são
apontados por Mueller (2000) como problemas crônicos da publicação científica.
Definitivamente o desenvolvimento da tecnologia da informação possibilitou
aos cientistas novas formas de comunicação. O compartilhamento de informações
ocorre praticamente de forma simultânea, utilizando-se os recursos das
telecomunicações e da Internet. (RUSSEL, 2000).
Em 1995, o número de revistas na Internet era de 306, ao todo, incluindo
todas as áreas. Em 1997, apenas algumas revistas científicas publicavam textos
completos, com ilustrações, nas páginas da Internet. Uma grande mudança
verificou-se, a partir de então, com a entrada na Internet dos grandes editores
científicos tradicionais. Até o início de 1999, a Reed-Elsevier já tinha mais de
1200 revistas on-line; a Springer tinha 360 e a Academic Press, 174. Hoje, é raro
encontrar-se uma boa revista sem sua versão para a Internet, o que representaria
até um risco para ela. (BUTTER, 1999, p.195-200).
A revolução digital inclui universidades em todas as partes do mundo e não
é só a forma acadêmica de publicar que está em mudança. A própria existência
das bibliotecas de pesquisa, como as conhecemos hoje, está em questão, com a
erosão de seus papéis tradicionais. Algumas editoras e seus novos serviços
eletrônicos estão entregando informação sofisticada diretamente aos usuários,
sem a mediação das bibliotecas, que passam a executar outras funções.
Como estão reagindo, a respeito das publicações eletrônicas, os
indexadores internacionais da literatura seriada científica? Tomemos o poderoso
Institute for Scientific Information (ISI), cujos serviços se irradiam a partir de sedes
situadas em países de quatro continentes - EUA, Japão, Singapura e Reino Unido
- com a proposição de fazer uma cobertura abrangente da mais importante e
influente pesquisa realizada em todo o mundo. O banco de dados do ISI cobre
cerca de 16 mil publicações internacionais nas áreas de ciências, ciências sociais,
artes e humanidades. O ISI disponibiliza para a comunidade científica as
conhecidas bases de dados de referências Current Contents e Web of Science.

�Para o ISI, são imprescindíveis nas revistas eletrônicas as mesmas
qualidades esperadas nos periódicos tradicionais em papel: conteúdo editorial de
valor, alta categoria dos autores e do corpo editorial, amparo financeiro, revisão
por pares e caráter internacional. Em suas duas formas básicas – a forma
tradicional de "edições" contendo uma coleção de artigos, ou a forma mais ágil de
publicação de um artigo por vez – um periódico eletrônico deve apresentar
também constância de periodicidade, embora os padrões para a avaliação dessa
característica nos períodos eletrônicos ainda estejam em desenvolvimento.
Segundo o ISI, um bom indicador da "saúde" de uma revista eletrônica é a
regularidade com que os artigos são enviados. Embora esse indicador dependa
da área de pesquisa, é de se esperar que pelo menos em seis meses alguma
atividade seja manifestada.
Uma vez que, através da publicação eletrônica, as informações têm meios
de serem repassadas do editor para o pesquisador mais rapidamente que suas
versões impressas, os periódicos eletrônicos contam com a preferência do ISI, em
sua avaliação para cobertura, desde que apresentem os requisitos mencionados.
Paralela a essa política de indexação a Revista Digital de Biblioteconomia e
Ciência da Informação, já tem duas fontes de indexação de seus artigos:
Edubase – produzida pela Faculdade de Educação da UNICAMP; e uma base de
dados latino-americana: Latindex – produzida pelo Centro de Documentação
Latino Americana do México. Os editores da ISTA (Information Science and
Technology Abstracts) manifestaram interesse em também indexar a revista e
fizeram algumas sugestões de melhorias quanto à sua estrutura, sendo que as
mesmas já foram realizadas.

3 CARACTERÍSTICAS E VANTAGENS DA PUBLICAÇÃO ELETRÔNICA

A publicação eletrônica na Internet permite a disseminação em grande
escala da informação científica tradicional - ou seja, de trabalhos revisados por
pares de pesquisadores - em curto prazo, sem limitação de espaço e a um custo
baixo, além de abrir possibilidade para apresentações multimídia, incluindo

�sistemas de coordenadas tridimensionais para modelos, filmes, arquivos sonoros
ou ilustrações a cores sem custo extra. A possibilidade de comunicação eletrônica
entre pesquisadores e outros usuários da informação veiculada via Internet, seja
por correio eletrônico ou em fórum de discussão, tende a impulsionar a
comunicação global na ciência. O uso do e-mail, facilitando a transmissão de
trabalhos científicos a serem submetidos ao corpo editorial das revistas, para
avaliação e revisão, assim como para solicitação e envio de separatas, elimina,
não só os custos convencionais correspondentes da publicação impressa, como
também agiliza consideravelmente a comunicação.
A obtenção direta, no próprio ambiente da revista, de links para diferentes
partes do trabalho, ou para outros trabalhos, ou de links para fontes de consulta,
como bancos de dados sobre um determinado assunto, ou banco de dados de
referências bibliográficas, que já estão disponibilizados na Internet por grandes
sistemas gerenciadores de informação, públicos e privados, é uma vantagem
incomparável oferecida pelo ambiente de hipertexto.
A publicação de artigos de forma contínua, à medida que vão sendo
enviados e liberados pelo corpo editorial da revista, a facilidade de revisão on-line
e a possibilidade imediata da correção de possíveis erros nos trabalhos
publicados são outras vantagens das versões eletrônicas das revistas científicas.
Um dado fundamental que garante a confiabilidade do periódico digital é a
permanência/estabilidade do seu endereço na Internet.
Da mesma forma, devido à facilidade de alteração de textos ou outros
itens, facilidade que é inerente à publicação eletrônica, o periódico deve sempre
informar a data em que revisões ou erratas dos trabalhos publicados foram feitas
ou disponibilizadas na rede. Desse modo, as citações de artigos podem ser feitas
e acompanhadas de forma conveniente. As citações bibliográficas de revistas ou
de artigos on-line devem, portanto, incluir como seus elementos, além dos
elementos essenciais convencionais, o endereço da página da Internet onde se
encontra, a data em que os artigos foram disponibilizados - se possível - e a data
em que foram acessados para consulta, esta última sendo uma condição
praticamente indispensável.

�4 REVISTA DIGITAL DE BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO
DA UNICAMP : METODOLOGIA
4.1 ÁREA

Como área científica de abrangência, a revista é voltada para os campos
interdisciplinares de Biblioteconomia, Ciência da Informação e áreas afins. A
justificativa está no fato de a UNICAMP ser considerada como referência nacional
na área de Biblioteconomia, em virtude do alto grau de serviços desenvolvidos e
de sua complexidade. Assim, a revista seria um canal para a publicação de
relatos de pesquisas e experiências institucionais, bem como instrumento para a
divulgação de pesquisas e experiências de profissionais da área.

4.2 SUPORTE
O Periódico possui formato digital. Tal escolha está no fato do mesmo
diminuir os custos de produção/editoração, e ainda, facilitar o acesso, pois, depois
de editada, a revista poderá ser consultada de qualquer local que disponha de um
terminal de computador e acesso à Internet. Outro fator que nos levou a escolher
este formato é que tivemos como referência uma outra publicação digital da
UNICAMP - a revista ETD - Educação Temática Digital, editada desde outubro de
1999 e que segue padrões normativos de publicação científica (SANTOS;
PASSOS, 2002) – gerenciada pela Biblioteca Prof. Joel Martins da Faculdade de
Educação e cuja estrutura inicial serviu de base para a Revista Digital de
Biblioteconomia e Ciência da Informação.

4.3 PERIODICIDADE
A circulação da revista possui periodicidade semestral, uma vez que é uma
forma mais adequada para que os profissionais possam enviar os seus trabalhos,

�e possamos gerenciá-la de forma mais segura. Além disso, também possui
número de cadastramento no IBICT1 do ISSN2.

4.4 RECURSOS HUMANOS

4.4.1 Editores
A gestão da revista possui como editores, bibliotecários do próprio Sistema
de

Bibliotecas

da

UNICAMP,

tendo

como

editores

responsáveis,

dois

bibliotecários da Biblioteca Central e um bibliotecário da Faculdade de Educação.

4.4.2 Conselho Editorial

O Conselho Editorial é composto por profissionais da UNICAMP e de
outras universidades, como: Universidade de Brasília, Pontifícia Universidade
Católica de Campinas, Universidade do Vale do Itajaí.
Neste processo de consolidação da revista, estamos convidando outros
profissionais de universidades e instituições estrangeiras para fazerem parte do
nosso Conselho Editorial.

4.4.3 Consultoria de normalização técnica

A revista ainda possui, outros profissionais da informação, que prestam
consultoria na fase de normalização bibliográfica dos artigos recebidos, contando
com profissionais da Faculdade de Educação Física, Colégio Técnico de
Campinas, Biblioteca Central (Processamento Técnico e Serviço ao Público).
Neste contexto, destacamos que a normalização bibliográfica é baseada de
acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e
1
2

Instituto Brasileiro de Informação Científica e Tecnológica
ISSN – Número Internacional Padronizado de Publicações Seriadas.

�da Associação Brasileira de Editores Científicos (ABEC) para a publicação dos
artigos.

4.4.4 Diagramação e editoração eletrônica
Quanto à diagramação e editoração eletrônica, estas são executadas pelos
próprios editores, com a assessoria de um webdesigner da Biblioteca Central, no
que diz respeito à linguagem de programação (PHP).

4.4.5 Revisão dos abstracts
A revisão dos abstracts é feita por uma profissional da informação, que já
tem conhecimento em traduções de textos e resumos, e que atua junto à
Biblioteca Central da UNICAMP (BC/UNICAMP).

5 RECURSOS

5.1 FÍSICOS E MATERIAIS
Os recursos físicos e materiais são fornecidos pelo próprio Sistema de
Bibliotecas da UNICAMP.
5.2 LÓGICOS
Para disponibilização on-line dos artigos, utilizamos a linguagem PHP3, o
editor de texto Word, o software PDF4 e o banco de dados MySQL5, alocado no
servidor da BC/UNICAMP.
Por tratar-se de uma revista científica, em formato eletrônico, a mesma
ficará hospedada no servidor e site do SBU, onde o endereço de acesso ao seu

3

Software livre disponível na Internet
PDF – Portable Document File – Software proprietário produzido pela empresa Adobe.
5
Software livre disponível na Internet
4

�conteúdo

passou

a

ser:

HThttp://server01.bc.unicamp.br/revbib/index.php,

tornando-se a revista oficial do Sistema.
A Revista já consta com dois números, sendo que o terceiro fascículo será
lançado no segundo semestre de 2004. Podemos observar, a seguir, a página
inicial da revista como forma de ilustração:

Figura 1 – Página principal da Revista Digital de Biblioteconomia e
Ciência da Informação

6 POLÍTICA DE SELEÇÃO DE ARTIGOS

A política de seleção dos artigos é definida, pelos membros do Conselho
Editorial e Editores.
Neste processo, os colaboradores submetem seus artigos que desejam
publicar ao Conselho Editorial da revista, onde são analisados e selecionados
para publicarem, desde que sigam as normas editoriais disponíveis no site da
revista.
Uma vez selecionados, os artigos são encaminhados aos consultores da
normalização técnica, e depois de verificados e normalizados, à revisora dos
abstracts para conferência.

�Estando prontos, os artigos seguem para os editores que dão a forma
técnica que compõe a estruturação lógica da revista digital. E por último o
webdesigner processa os artigos na linguagem PHP e deixa disponível para
acesso no site da revista.

7 CRONOGRAMA DA REVISTA
Desde o primeiro cronograma de execução do projeto inicial da revista, que
foi apresentado na Reunião dos Diretores do SBU, no dia 29 de outubro de 2002,
a revista desenvolveu uma estratégia de produção dos seus fascículos, onde o
lançamento oficial aconteceu em 13 de setembro de 2003, durante o III Ciclo de
Palestras, organizado pela FEBAB e realizado no auditório da BC/UNICAMP.
Historicamente falando, as fases da constituição da revista desde o seu
início até o momento seguiram e seguem as seguintes fases:
apresentação formal, do projeto, aos Diretores das Bibliotecas do SBU;
escolha do nome da publicação;
convite a pesquisadores da área para publicarem artigos no número
inicial;
recebimento dos artigos;
formatação e diagramação dos textos;
solicitação do Registro de ISSN;
divulgação e marketing;
lançamento oficial no III Ciclo de Palestras da FEBAB;
continuidade até o momento de novos fascículos.

Atualmente, por ser uma publicação semestral, a equipe da revista se
reúne para receber os artigos e verificar as providências que devem ser tomadas
para a devida estruturação da publicação, seguindo rigorosamente um calendário
pré-estabelecido pelos editores.

�8 CONSIDERAÇÕES FINAIS

O projeto da construção da revista digital foi consolidado. Acreditamos que,
hoje, o SBU disponibiliza, para a comunidade interna e externa, um instrumento
de veiculação científica que possibilita o crescimento pessoal de profissionais que
atuam em diferentes segmentos ligados à informação e, sobretudo, contribui para
o desenvolvimento da Ciência da Informação e suas áreas afins.

REFERÊNCIAS
BETTER, D. Briefing eletronic journals. Nature, v. 397, 1999. p.195-200.
MULLER, S. P. M. O periódico científico. In: CAMPELLO, B. S.; CENDON, B. V.;
KREMER, B. M. (Org.). Fontes de informação para pesquisadores e
profissionais. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2000. p. 73-95.
RUSSEL, J. M. Tecnologias eletrônicas de comunicação: bônus ou ônus para os
cientistas dos países em desenvolvimento? In: MUELLER, S. P. M.; PASSOS, E.
J. L. (Org.) Comunicação científica. Brasília: Depto. Ciência da Informação
Universidade de Brasília, 2000. p.123-138.
SANTOS, G.C. ; PASSOS, R. Gerenciamento e estruturação de periódicos
eletrônicos: a experiência do periódico ETD – Educação Temática Digital da
Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas. In: SEMINÁRIO
NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 12., 2002. Recife. Anais
eletrônicos... Recife: UFPE, 2002. (1 MINI CD-ROM).

∗

Doutoranda em Ciências da Comunicação pela ECA/USP; Mestre em Biblioteconomia e Ciência
da Informação pela PUC-Campinas, Bibliotecária do Depto. de Tecnologia da Informação do
Sistema de Bibliotecas da/ UNICAMP - danif@unicamp.br
∗∗
Mestre em Educação pela Faculdade de Educação/UNICAMP; Diretor da Biblioteca da
Faculdade de Educação/UNICAMP - gilbfe@unicamp.br
∗∗∗
Doutorando em Ciências da Comunicação pela ECA/USP; Mestre em Biblioteconomia e
Ciência da Informação pela PUC-Campinas; Bibliotecário do Depto. de Serviços ao Público do
Sistema de Bibliotecas da/ UNICAMP - lfsouto@unicamp.br Universidade Estadual de
Campinas - Sistema de Bibliotecas. Av. Sérgio Buarque de Holanda, s/nº - Cidade Universitária.
13083-970 Campinas – SP – Brasil

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
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              <text>Natal (Rio Grande do Norte)</text>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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              <text>2004</text>
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              <text>Relata a experiência da formação e estruturação da Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, periódico científico das áreas da Biblioteconomia, Ciência da Informação e áreas afins, gerenciado pelo Sistema de Bibliotecas da Universidade Estadual de Campinas (SBU). A iniciativa deve-se ao compartilhamento de uma macrovisão em relação aos princípios de disseminação, o que motivou a apresentação deste projeto de editoração da revista digital como uma publicação oficial do SBU. Parte do pressuposto de que não há fundamentação no simples desenvolvimento de pesquisas/estudos se estes não forem divulgados/disseminados. Desta forma, a revista tornou-se um canal para a publicação de relatos de pesquisas e experiências, institucionais e de profissionais da área e afins. Justifica-se a escolha do formato digital graças à diminuição dos custos de produção/editoração, e ainda, à facilidade de acesso. Descrevem-se as etapas do projeto de editoração e metodologia utilizada pelos editores da revista em todos os processos, que vão desde as escolhas dos artigos, normalizações, até sua disponibilização.</text>
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