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                  <text>UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE - UFF
PRÓ-REITORIA DE ASSUNTOS ACADÊMICOS - PROAC
NÚCLEO DE DOCUMENTAÇÃO – NDC
DIVISÃO DE ARQUIVOS – DARQ
ARQUIVO CENTRAL - AC

ADAPTABILIDADE DO SISTEMA ARGONAUTA BIBLIOTECA PARA O SISTEMA
ARGONAUTA ARQUIVO

Rosale de Mattos Souza
Mestre em Ciência da Informação ( UFRJ/IBICT)
Chefe do Arquivo Central/DARQ/NDC
ac@ndc.uff.br

Solange Barbosa Bittencourt
Especialista em Planejamento, Organização, e
Direção de Arquivos (UFF)
Diretora da Divisão de Arquivos
solange@ndc.uff.br

RESUMO:

Relata uma experiência do Sistema de Informação do Núcleo de Documentação - NDC da UFF com
Bibliotecas e Arquivos, demonstrando como um Banco de Dados voltado para um ambiente
biblioteconômico

pode interagir com um ambiente arquivístico, disponibilizando ao máximo o potencial

informacional existente na universidade, favorecendo um melhor intercâmbio entre os órgãos de informação
universitários, contribuindo para a recuperação da informação e consequentemente para o desenvolvimento
de políticas públicas de informação. Partiu-se dos parâmetros do MARC e da Norma Internacional de
Descrição Arquivística ISAD(G) na compatibilização de um mecanismo automatizado adotado para um
Sistema de Bibliotecas denominado Biblioteca Argonauta para um outro Sistema de informação
denominado Argonauta Arquivo. Assim, promoveu-se a interação dos campos pré-existentes, trazendo para
o NDC novas áreas de informação.

�1 Considerações preliminares:

Hoje em dia nenhum profissional da informação razoavelmente atualizado não se
surpreende mais com os avanços e as mais diversas possibilidades das tecnologias da
informação, as interações que podem se dar entre aplicativos como uma Base de Dados,
a Internet, as câmeras de vídeo, o rádio, a televisão, a imprensa que já se utiliza dos
Blogs. Este mundo da comunicação, da informação precisa - do conhecimento virtual,
mundo de uma nova era do conhecimento , da competitividade empresarial, do
atendimento eficiente ao cidadão no seu direito ao acesso à informação gerada nos
órgãos públicos.
Pierre Levy no seu livro sobre as Tecnologias da Inteligência, analisou os diversos
momentos

em

que

a

humanidade

revolucionou

a

comunicação,

aumentando

potencialmente o conhecimento e a sua disseminação, portanto estabeleceu três
momentos principais: a Era da Escrita, a Era da Imprensa, e a Era do vitual ou das
Tecnologias da Informação, que hoje disseminam as informações em grande velocidade,
encurtando espaços geográficos e culturais. E é neste mundo novo que se encontram os
maiores desafios das agências de informação e/ou lugares (espaços) de memória, que
são as instituições que guardam e preservam os grandes acervos, ou seja, as Bibliotecas,
Arquivos, Centros de Documentação, Museus e etc. Estes grandes espaço físicos ou
virtuais de referencias informacionais estão desafiados pela produção geométrica de
dados e informações a serem identificadas, coletadas, selecionadas, classificadas e
disseminadas em grande escala. Para dar conta da administração de grandes volumes
de informação faz-se necessária a utilização de ferramentas ou sistemas administradores,
gerenciadores de informação como os Bancos de Dados e/ ou as Bases de Dados, e a
atualização constante dos profissionais da informação no entendimentos dessas
tecnologias da informação, a fim de organizar e disponibilizar o conhecimento.
Assinala-se como nas décadas de 1980 e 1990 o grande sistema de gerenciador
de informações em pauta era o ISIS, programa da UNESCO, que provocava grandes
discussões entre os profissionais da informação, em especial os Bibliotecários. Assim,
houve até a criação de um grupo de estudos que se encontrava no Centro de Pesquisas
Nucleares, em Botafogo, no Rio de Janeiro, a fim de discutir os recursos do CDS ISIS.

�No final da década de 1990 e início da década de 2000, houve um treinamento
dentro do Núcleo de Documentação da UFF com os Bibliotecários e Arquivistas na versão
do CDS- ISIS, em ambiente Windows, denominado WINISIS, que por sua vez trata-se de
um aplicativo capaz de possibilidades de interação e migração com outros sistemas.

Assim, a partir da gestão do Núcleo de Documentação da UFF, no período de 1998
a 2000 contratou-se os serviços da Cooperativa de Bibliotecários, Documentalistas e
Arquivistas - DATA COOP, a fim de criar e implementar um sistema de Informação que
viesse a satisfazer as necessidades do Sistema de Bibliotecas e Arquivos. A princípio,
ainda naquela gestão do NDC foi criado um Sistema Gerenciador de informações, o
BIBLIOTECA ARGONAUTA, que já conta com várias versões e adaptações.
Posteriormente, na Gestão atual do Núcleo de Documentação, vem sendo desenvolvido o
ARGONAUTA ARQUIVO, conforme um acordo firmado entre aquela empresa e a
Universidade Federal Fluminense, através do Núcleo de Documentação, Divisão de
Arquivos, e Arquivo Central. Este acordo de cooperação técnica visou a contribuição dos
Arquivistas da UFF na adaptação do BIBLIOTECA ARGONAUTA para o ARGONAUTA
ARQUIVO, compatibilizando campos, adequando outros, e acrescentando Áreas de
Informação que estão contidas na Norma Internacional de Descrição Arquivística – ISAD
(G). Futuramente, a médio prazo pretende-se fazer adequações às novas versões do
sistema com a Normas Nacionais de Descrição Arquivística.

2 Sobre a Cooperativa de Bibliotecários, Documentalistas, Analistas da Informação
e Arquivistas - DATA COOP

A Data Coop é uma Cooperativa de Bibliotecários, Documentalistas, Analistas da
Informação e Arquivistas que teve como iniciativa a criação de prestação de serviços
voltada para a organização da informação de um modo geral, com vários anos de
experiência, que soma atividades de consultoria e projetos com atividades de execução e
gerenciamento.

Linhas Biblioteca, Museu, Arquivo e Webnauta.

�2.1 Sobre os tipos de ARGONAUTAS

a) Biblioteca - gestão de CDIs, integrando acervos textuais, audiovisuais, tridimensionais
e de informações. Cadastra, recupera e dissemina informações, controla reserva,
empréstimo e devolução de acervo, publica na Intranet e na Web, exibe objetos digitais.
Atende aos padrões ISO, ABNT, AACR2, MARC21, ISBN, entre outros. Tesauros e
Controle de Autoridades integrado.

b) Arquivo - gestão de Arquivos Correntes, Intermediários e Permanentes. Controle de
temporalidade de documentos (TTD), descrição arquivística em todos os níveis do
ISAD(G), Plano de Assuntos do Cliente, circulação de documentos controlada.
Associação do registro a conteúdo digital. Compatibilidade com o Marc21, considerado
por (BARSOTTI, apud Arruda e Chagas, 2002) como catalogação legível por máquina, e
ainda Tesauros e Controle de Autoridades integrado.

c) Museu - gestão de Museus públicos e privados. Descrição e histórico de unidades ou
conjuntos. Registro de intervenções para preservação. Circulação de acervos na mesma
Instituição ou em outras. Tesauros e Controle de Autoridades integrado.
Webnauta-X – interface Linux ou Windows para consulta a banco de dados Argonauta,
desenvolvida em PHP. O cliente estará alinhando-se à tendência mundial que é oferecer
informações, de maneira rápida e fácil pela Web. Utiliza tecnologia de ponta para tornar o
trabalho de acesso ainda mais transparente.

Possui as seguintes buscas: Simples (Busca palavras contidas nos campos Titulo, Autor
e Assunto), Avançada (booleanas entre campos) e Técnica (para acervo teatral). Como
saida a interface fornece as seguintes visões: Simplificada, Detalhada e Marc, entre
outras.

�2.2 Principais funções dos software da Família Argonauta – Biblioteca, Museu, Arquivo e
Webnauta-X:

•

Cadastramento/Catalogação - Acervos bibliográficos, museológicos, arquivísticos e
de informação, de acordo com as normas do AACR-2 e ISAD-G.

•

Consulta/Pesquisa - Recuperação por palavra ou pedaço de palavras, números,
em campos indexados ou livres, com uso de operadores de comparação e
booleanos. Exportação do resultado da busca ou impressão em arquivo digital ou
texto.

•

Empréstimo/Circulação - Inventário e controle de circulação/movimentação com
utilização de leitores de código de barras e coletores. Reserva por título e por
exemplar. Permite políticas de circulação diferenciadas por unidade, de acordo
com o tipo de acervo e perfil do usuário.

•

Manutenção/Gerenciamento - Controle de configurações (etiquetas, parâmetros
dos usuários), ferramentas para auxiliar seleção de tabelas.

•

Relatórios/Disseminação da Informação - Disseminação Seletiva da Informação,
Boletins Informativos, Sumários On Line, Gráficos e Estatísticas para estudo da
coleção e do usuário, Relatórios de Gerenciamento, inclusive para órgãos
governamentais (MEC).

•

Aquisição - Controla pedidos de compra, por solicitante e por editor, efetua tomada
de preços, com controle em duas moedas e administra processo de decisão para
aquisição.

3 Sobre o Sistema Argonauta Biblioteca:

O Argonauta é um Banco de Dados, um sistema que foi idealizado primeiramente para
administrar Bibliotecas, Centros de Documentação e de Informação.

Este módulo

Biblioteca é capaz de tratar acervos em quaisquer suportes documentais, tais como livros,
vídeos, discos, filmes fotografias, e etc

Este sistema respeita os padrões do Código de

Catalogação Anglo-Americano – AACR2, e os formatos de exibição estão conforme o que
determina a Normas Internacionais - ISO e as Normas Técnicas Brasileiras - ABNT. Foi
criado a princípio com as seguintes características principais:

�–

Entrada de dados compacta e dentro dos padrões de catalogação universalmente
adotados;

–

Catalogação direta;

–

Interação numa única base de dados de informações dentro dos mais diversos
suportes físicos, tais como, imagens em movimento, sonoros, e multimeios;

–

Controle de Autoridades e construção de Thesaurus

–

Utilização de Tabelas, que evitam a digitação de termos ou assuntos reincidentes,
diminuindo a incidência de erros e promovendo a melhor entrada de dados;

–

Flexibilização para níveis profundos e simplificados;

–

Sistema interativo, podendo facilitar inclusive para a melhor comunicação com outros
sistemas utilizados pelos usuários.
O módulo Status é ativado neste aplicativo, com a denominação de Biblioteca

Argonauta e abre então uma janela de comunicação com o usuário para que ele coloque
a senha de acesso ao sistema, uma vez aceita liberará o gerenciador de rotinas,
aparecendo a Barra de Gerenciamento de Rotinas do Sistema com a Barra de Menu. Esta
última irá fornecer os comandos e opções pertinentes às tarefas desejadas, tais como:
Arquivo, Consulta, Manutenção, Relatório, Aquisição, que por sua vez ativarão outras
opções a partir dos respectivos botões de Acervo, Consulta, Empréstimo, Aquisição.
Existe um sistema de navegador, ferramenta capaz de navegar entre os registros de
todas as tabelas do sistema.
O Menu Arquivo tem as funções de inclusão, alteração, e exclusão de informações
da base de dados. Oferece as opções de Acervo (catalogação), Controle de Autoridades
(cadastramento e controle de nomes próprios e entidades),Thesaurus ( entrada de
descritores) e usuários ( cadastramento de usuários). Nas janelas do sistema as tabelas
poderão ser acionadas, evitando a redigitação de dados, pois trata-se de um recurso com
opções a serem selecionadas em cada campo.

Quanto ao controle de autoridade os nomes são pesquisáveis, e ainda aqueles que não
constarem nas tabelas poderão ser incluídos através do navegador de inclusão, e após
confirmada a operação. Existe a utilização do tipo remissiva usado para, indicando os
termos não autorizados do sistema, como por exemplo o emprego de pseudônimos ou

�abreviaturas.
No sistema de informação ainda existem as Janelas para Título, Imprenta,
Cadastro de Editores, Notas, Assuntos, Exemplares, In ( utilizada para descrever o todo
no qual uma parte está contida, ou seja, autor e título de por exemplo de um capítulo de
livro, artigo de periódico, etc.), consulta.
Caso seja necessário, se poderá pesquisar através da combinação de termos no sistema
booleano do sistema de informação Argonauta.
3 Sobre a Adaptabilidade do Sistema Argonauta Biblioteca para o Sistema
Argonauta Arquivo:

O Sistema de Informação ARGONAUTA ARQUIVO utilizou-se do Sistema
ARGONAUTA BIBLIOTECA naquilo que poderia ser oportunizado, como a Àrea de
Identificação, no qual percebe-se o Código de Referência, Idioma, Título, Datalimite(comparável à Imprenta), Dimensão e suporte. No módulo Arquivo o ARGONAUTA
a linguagem do sistema é controlada utilizando-se dos instrumentos: controle de
autoridades e controle de terminologia de indexação. O primeiro permite a normalização
de entrada de fundos, séries, sub-séries, grupos, sub-grupos, e dossiês. O segundo
permite o controle de terminologia da indexação através dos descritores, efetuando as
relações semânticas encontradas, diminuindo a incidência da polissemia e da sinonímia.
Foram realizadas algumas reuniões entre a Direção da DATA COOP , a Direção do
NDC, a Direção da Divisão de Arquivos, e o Arquivo Central para determinar os principais
campos a serem adequados à realidade Arquivística, tais como, os Campos relacionados
aos Quadros de Arranjo (sistema classificatório Arquivístico) e
seguintes Àreas de Informação provenientes da Norma ISAD(G):

–

Área de Contextualização:
Nome(s) do(s) produtor(es) pessoais;
Nome(s) do(s) produtor(es) entidades;
História administrativa/Biografia;
História Arquivística;
Procedência;

acrescentou-se as

�–

Área de Conteúdo e Estrutura:

Âmbito e conteúdo;
Sistema de Arranjo;
Descritores;
Identificadores entidades coletivas;
Identificadores geográficos;
Identificadores pessoais;

–

Área de Condições de Acesso e Uso:

Condições de acesso;
Condições de Reprodução;
Idioma;
Características Físicas e requisitos técnicos;
Instrumentos de Pesquisa;

–

Área de Fontes Relacionadas:

Existência e localização de originais;
Acesso e localização eletrônica;
Existência e localização de cópias;
Unidades de descrição relacionadas;
Notas sobre publicação;

–

Área de Gestão (acrescentada, como adaptação à Norma):

Tipologia documental;
Avaliação/Eliminação/Temporalidade

�–

Área de Controle da Descrição:

Nota do Arquivista;
Regras ou convenções;
Data(s) da(s) descrições.

4 Considerações Finais:

–

O ARGONAUTA ARQUIVO é um sistema de informação inovador, pois procura
oportunizar-se de alguns campos consagrados da Biblioteconomia como o
desenvolvimento conceitual das palavras e termos, promovendo o controle de
vocabulário, construção de Thesaurus, controle de autoridades – pessoas físicas ou
jurídicas etc;

–

A contribuição da Arquivística com campos relativos aos Quadros de Arranjo (modelo
classificatório da Arquivística para Arquivos Permanentes ou Históricos), inclusão de
campos para a Gestão de Documentos, e

das Áreas de Informação da Norma

Internacional de Descrição – ISAD (G);

–

Futura adequação da Norma sobre controle de autoridades, denominada ISAAR(CPF)

–

Os arquivistas hoje devem dialogar com os bibliotecários, documentaristas, informatas,
cientistas da informação e todos aqueles que possam manter uma dialética na
construção dos sistemas de informação;

�5 Referências Bibliográficas:

ARRUDA, Susana Margaret de e CHAGAS, Joseane. Glossário de Biblioteconomia e
Ciências afins. Florianópolis: Cidade Futura, 2002.

CONSELHO INTERNACIONAL DE ARQUIVOS. Comissão Ad Hoc de Normas de
Descrição. ISAAR (CPF) Norma internacional de registro arquivístico para entidades
coletivas, pessoas e famílias. Rio de Janeiro : Arquivo Nacional, 1998. 30p. (download)

CONSELHO INTERNACIONAL DE ARQUIVOS. Comissão Ad Hoc de Normas de
Descrição. ISAD(G) Norma geral internacional de descrição arquivística: segunda
edição. Rio de Janeiro : Arquivo Nacional, 2000. 119p. (download de 4 arquivos)
ias Bibliográficas:
COOPERATIVA DE BIBLIOTECÁRIOS, DOCUMENTALISTAS, E ARQUIVISTAS - DATA
COOP. Apostila do Sistema Argonauta: Módulos de cadastramento e consulta.
Niterói: UFF/NDC, 2002.
COOPERATIVA DE BIBLIOTECÁRIOS, DOCUMENTALISTAS, E ARQUIVISTAS - DATA
COOP. In: WWW.datacoop.br Rio de Janeiro: 29.07.006
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE.
www.ndc.uff.br, em 29.07.006

NÚCLEO DE DOCUMENTAÇÃO. In:

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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          <description>An account of the resource</description>
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              <text>Relata uma experiência do Sistema de Informação do Núcleo de Documentação - NDC da UFF com Bibliotecas e Arquivos, demonstrando como um Banco de Dados voltado para um ambiente biblioteconômico pode interagir com um ambiente arquivístico, disponibilizando ao máximo o potencial informacional existente na universidade, favorecendo um melhor intercâmbio entre os órgãos de informação universitários, contribuindo para a recuperação da informação e consequentemente para o desenvolvimento de políticas públicas de informação. Partiu-se dos parâmetros do MARC e da Norma Internacional de Descrição Arquivística ISAD(G) na compatibilização de um mecanismo automatizado adotado para um Sistema de Bibliotecas denominado Biblioteca Argonauta para um outro Sistema de informação denominado Argonauta Arquivo. Assim, promoveu-se a interação dos campos pré-existentes, trazendo para o NDC novas áreas de informação.</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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