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                  <text>A SOCIALIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO ATRAVÉS DA
INTEGRAÇÃO E INTEROPERABILIDADE DE ACERVOS
Anna Elizabeth Galvão Coutinho Correia∗
Gelci Rostirolla∗∗

RESUMO
Este artigo tem como objetivo discutir os aspectos relacionados à utilização das
tecnologias da informação e comunicação quanto ao acesso à informação.
Apresenta a evolução tecnológica da biblioteca e os aspectos relacionados à
comunicação científica na construção de novos conhecimentos. Focaliza a
Biblioteca Digital Brasileira como parâmetro para atingir a interoperabilidade no
acesso a fontes de informação eletrônica, como forma de minimizar barreiras na
comunicação e socialização do conhecimento produzido.
PALAVRAS-CHAVE: Sociedade da informação. Tecnologia da informação.
Biblioteca digital. Interoperabilidade. Comunicação científica. Acesso à
informação.

1 INTRODUÇÃO
A informação é um insumo fundamental para o desenvolvimento da ciência.
As técnicas e as tecnologias por sua vez, têm um papel fundamental, ou seja, são
o pilar do desenvolvimento de uma sociedade, contribuindo e agilizando o acesso
a informação.
A utilização de tecnologias de informação e comunicação inovadoras pelas
bibliotecas, transforma o ambiente de acesso, disseminação, cooperação e
promoção do conhecimento em escala global.
Novos recursos informacionais, disponibilizados aos pesquisadores,
superam o entendimento tradicional de informação bibliográfica, baseada em
documentos impressos como livros, artigos de periódicos, teses, anais, entre
outros.
Entretanto, de acordo com Marcondes e Sayão (2001) surgem novos
suportes informacionais que subsidiam a pesquisa, como: multimídia, lista de

�discussão, fóruns eletrônicos, teleconferências, imagens diversas, modelos
animados, bancos de preprints eletrônicos, e-prints, e demais suportes.
Os recursos informacionais utilizados, dinamizam e aperfeiçoam a forma de
disponibilizar e acessar a informação, através da operacionalidade dos recursos
existentes, aproximando os pares, propiciando uma relação interdisciplinar,
principalmente nos grandes centros, onde há maior facilidade no acesso às
tecnologias, devido à concentração de institutos de pesquisa e de pesquisadores,
eliminando barreiras e quebrando paradigmas, que estão sedimentados em
bibliotecas tradicionais.
Neste sentido, Targino (2000) afirma que a
comunicação científica eletrônica é em sua essência, a
transmissão de informações científicas através de meios
eletrônicos. (...) Tais canais favorecem a manutenção dos laços
informacionais em substituição ao contato face a face, e
incentivam a interdisciplinaridade, ao criarem oportunidades de
acompanhamento de áreas afins, rompendo a tradicional
segmentação das disciplinas acadêmicas.

A transformação e o aprimoramento do fluxo da informação tem repercutido
na pesquisa e na dinâmica dos pesquisadores, aproximando os pares de forma
imediata e eficiente, independente da área geográfica onde os mesmos se
encontrem.
Para Pinheiro (2002, p. 68),
O aumento do número de cientistas e de produção de pesquisas,
além do desenvolvimento de tecnologia, e o conseqüente
crescimento do volume desses registros, nas mais diversificadas
formas, foram alguns dos motores de propulsão da Ciência da
Informação.

Neste sentido, concorda-se que a Ciência da Informação, aliada aos
recursos

tecnológicos,

compartilhamento

de

possibilitam

a

conhecimento.

socialização
Espaço

para

da

informação
a

e

o

socialização

e

compartilhamento necessitam ser repensados na era digital, entre os quais estão
as bibliotecas digitais.

�Este artigo tem como objetivo discutir aspectos relacionados à utilização de
tecnologias de informação quanto ao acesso à informação.

2 BIBLIOTECA DIGITAL

A evolução tecnológica da biblioteca divide-se, segundo Cunha (2000), em
quatro fases: a primeira fase é a da biblioteca tradicional que vai desde Aristóteles
até a automação das bibliotecas; a segunda fase, diz respeito à biblioteca
automatizada em que se utilizavam dos computadores apenas para disponibilizar
seus catálogos, trabalhando acervos de forma isolada e quando muito
participavam de serviços cooperativos, como é o caso da catalogação
cooperativa; a terceira, é a fase da biblioteca eletrônica, que permite a
recuperação da informação, através de meios eletrônicos; a quarta e ultima fase,
é a da biblioteca digital, que disponibiliza seu acervo de forma eletrônica, só que
em tempo real (on-line), ou seja, é a denominada biblioteca virtual, a qual pode
ser acessada de qualquer parte do mundo.
Como se pode observar, a biblioteca tem sofrido mudanças ao longo do
tempo. Antes, era apenas uma guardiã de acervos compostos por livros e
periódicos. Após sucessivas mudanças, hoje as bibliotecas têm a finalidade de
ser uma organização intermediadora da informação:
[...] uma intermediária entre os recursos eletrônicos globais [...]. A
organização e a disseminação crescente da informação e do
conhecimento em redes de computadores tornam-se elementos
essenciais seja nos aspectos econômicos, nos sociais, nos
políticos, nos culturais e nos educacionais da sociedade.
(BLATTMANN, 2001, p.89).

Ou seja, as bibliotecas virtuais apresentam certas vantagens em relação às
tradicionais, tendo em vista a utilização dos meios eletrônicos, e também os
meios hipertextuais, facilitando a navegação entre as mais diversas bibliotecas,
independente da localização física.
A biblioteca mudou o seu papel passando a ser intermediadora da
informação, independentemente do suporte em que esta se encontre, pois ela tem
a responsabilidade do tratamento, guarda e disponibilização da informação, pois

�“(...) quer com o suporte papel, quer com o magnético, as bibliotecas sempre
trouxeram consigo a memória humana registrada, sendo-lhes acoplada a
responsabilidade de prover acesso às informações.”. (CARVALHO; KANISKI,
2000, p.37). Pode-se então afirmar que a biblioteca virtual é um espaço no qual
as pessoas comunicam, compartilham, e produzem novos conhecimentos e
produtos.
A discussão da criação de uma única biblioteca virtual mundial é remota,
mas não impossível, por envolver aspectos complexos relacionados com políticas
governamentais, entre outros, que no momento não são objeto deste trabalho.
Entretanto, arriscamos afirmar que existe a possibilidade da formação de muitas
bibliotecas digitais, com coleções especializadas, utilizando redes conjuntas.
Atualmente, esta é a realidade da Biblioteca Digital Brasileira - DBD, mantida pelo
Instituto Brasileiro de informação em Ciência e Tecnologia - IBICT, e que pretende
integrar em um único portal os mais importantes repositórios de informação digital
do país, de forma a permitir consultas simultâneas e unificadas aos conteúdos
informacionais destes acervos. O acervo da DBD é composto de documentos
digitais como texto completo, imagem, som, etc., armazenados em dois grandes
grupos : Biblioteca de Ciência e Tecnologia e Biblioteca Histórico-Cultural

2.1 TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

A dinâmica nos serviços prestados nas bibliotecas vem passando por
mudanças ocasionadas pelo uso das tecnologias. Inicialmente as bibliotecas
disponibilizavam apenas seus catálogos como fonte de consulta e referência.
Esse recurso, passou a integrar catálogos coletivos on-line, promovendo a
catalogação cooperativa e indexação, facilitando o processo, ocasionando maior
rapidez na disponibilização do documento para o usuário. Rowley (2002, p.302)
lembra que "A digitalização de documentos permite hoje um atendimento muito
mais rápido e eficaz, embora o serviço de correios e o fax permaneçam como
opções". Entretanto, parafraseando Rowley a importância dos meios tradicionais
de fornecimento de documentos, leva a crer que enquanto o mercado editorial
manter a publicação em formato tradicional (impresso), os sistemas de correios e

�de fax continuarão a existir, facilitando a entrega de documentos no país e
exterior.
Os suportes digitais e o acesso em rede, ou seja virtual, aproxima os
interlocutores promovendo uma interação entre o autor e o leitor. As tecnologias
digitais, além de facilitar a disponibilização da informação em seus diferentes
suportes, otimizam a dinâmica ao acesso, através da interatividade desses
acervos, permitindo que o pesquisador não só acesse a informação, mas também
disponibilize suas publicações, de forma que haja uma avaliação imediata do que
foi publicado, independentemente do lugar onde este se encontre. Conforme
Marcondes e Sayão (2001, p.25) "Estudos recentes confirmam que as
publicações eletrônicas são muito mais citadas que as publicações em papel". O
que vem confirmar a facilidade no acesso, quebrando fronteiras e aproximando os
pesquisadores das múltiplas fontes disponibilizadas no meio digital.
Conforme afirma Dizard (1998), as tecnologias de informação vêm abrindo
várias possibilidades para os produtores e consumidores de fontes diversas,
democratizando a acessibilidade à informação, por uma sociedade que valoriza a
escolha e a variedade, garantindo o compartilhamento para criação de
conhecimento, ao contrário do que ocorria nas bibliotecas tradicionais que
tendiam ao isolamento. Neste sentido, Terra (2002, p.22) lembra que "O impacto
da Internet na capacidade humana de se comunicar tem grande reflexo: a
comunicação de um-para-muitos e muitos-para-muitos alcançou níveis jamais
atingidos ou previstos anteriormente". Esse compartilhamento, vem promover a
participação do indivíduo na sociedade do conhecimento.

2.2 A INTEROPERABILIDADE NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO

Muitas são as discussões sobre o acesso à informação na chamada
"sociedade do conhecimento”. Porém, o processo de geração do conhecimento
não pode ser herdado ou concedido, mas sim, criado e/ou absorvido pelo próprio
indivíduo, o qual poderá ou não, ser compartilhado.

�O

compartilhamento

da

informação

leva

à

produção

de

novos

conhecimentos, os quais podem ser absorvidos pelos indivíduos, que podem criar
novos conhecimentos, que podem ser disponibilizados, formando assim um ciclo
do conhecimento. Para que ocorra esse ciclo, Ziman (1979, p.135) afirma que
Os conceitos têm de ser absorvidos como um todo, de uma só
vez, e não aos pedaços. [...] Os diferentes fragmentos da
informação contidos nos diferentes trabalhos primários precisam
ser reunidos e fundidos numa só peça, compondo uma coerente
máquina intelectual que poderá ser utilizada em seu todo, seja em
proveito material dos pesquisadores, seja como subsídio para
futuras explorações científicas.

Os saberes e fazeres se transformam em conhecimento científico na
medida que novos conhecimentos são absorvidos e aprimorados pelo indivíduo.
De acordo com Ziman (1996, p.13), o
(...) conhecimento científico é o produto de um empreendimento
humano coletivo ao qual os cientistas fazem contribuições
individuais purificadas e ampliadas pela crítica mútua e pela
cooperação intelectual. (...) a meta da ciência é um consenso de
opinião racional sobre o campo mais amplo possível.

Através da integração e da interoperabilidade entre acervos, torna-se
possível o acesso a recursos informacionais eletrônicos, que possibilitará a
criação e recriação de novos conceitos. A biblioteca digital, proporcionará uma
interoperabilidade entre os diversos tipos de recursos informacionais na Internet,
possuindo várias outras dimensões entre comunidades internacionais e
interlingüística. Implicando em acesso às informações dispersas nos diversos
acervos e instituições, não importando onde a informação se encontre, será
localizada e disponibilizada ao usuário.

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

As tecnologias de informação e comunicação aliadas aos programas e
projetos

políticos,

educacionais,

sociais

e

econômicos

possibilitam

a

democratização da informação. Entretanto, a utilização inadequada das
tecnologias repercute em prejuízo para a sociedade, ampliando a exclusão digital.

�Percebe-se a importância de saber contextualizar, em saber usar a
informação ou conhecimento registrado.
A acessibilidade e a socialização da informação é possível desde que
ocorra a integração de acervos e a promoção do compartilhamento do
conhecimento. Isso depende do desenvolvimento de programas de capacitação
do usuário da informação, possibilitando sua autonomia na busca e acesso. Esta
autonomia

não

elimina

o

intermediário.

O

reconhecimento

do

papel

desempenhado pelo "mediador" no processo de transferência de informação,
desfaz a utopia de que a informação está acessível instantaneamente, por
qualquer um, a qualquer momento, em qualquer lugar.
Na previsão de Cunha (2000, p.75)
Até 2010, com a implantação em todo Brasil das redes de alta
velocidade, os usuários das bibliotecas terão acesso a grandes
arquivos de dados, utilizarão aplicações multimídia e outros tipos
de produtos/serviços que demandam alta confiabilidade e
velocidade de transmissão.

Esta previsão de Cunha já é uma realidade em várias bibliotecas
universitárias brasileiras. Lamenta-se porém, a falta de ações e de políticas
públicas que dinamizem este processo, garantindo a democratização do acesso à
informação.

REFERÊNCIAS

BIBLIOTECA DIGITAL BRASILEIRA. http://www.ibict.br/secao.php?cat=BDB
BLATTMANN, U. Modelo de gestão da informação digital online em
bibliotecas acadêmicas na educação à distância: biblioteca virtual.
Florianópolis, 2001.Tese (Doutorado em Engenharia da Produção) Programa de
Pós-Graduação em Engenharia de Produção. Centro Tecnológico da UFSC,
Florianópolis,
CARVALHO, Isabel Cristina Louzada; KANISKI, Ana Lúcia. A sociedade do
conhecimento e o acesso à informação: para que e para quem? Ci. Inf., Brasília,
v. 29, n. 3, p. 33-39, set./dez. 2000.

�CUNHA, M.B. da. Construindo o futuro: a biblioteca universitária brasileira em
2010. Ci. Inf., Brasília, v.29, n.1, p. 71-89, jan./abr. 2000.
DIZARD, W.P. A nova mídia: a comunicação de massa na era da informação.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998.
MARCONDES, C.H.; SAYÃO, L.F. Integração e interoperabilidade no acesso a
recursos informacionais eletrônicos em C&amp;T: a proposta da Biblioteca Digital
Brasileira. Ci. Inf., Brasília, v. 30, n.3, p.24-33, set./dez. 2001.
MEADOWS, A.J. A comunicação Científica. Brasília: Briquet de Lemos / Livros,
1999.
PINHEIRO, L.V.R. Gênese da ciência da informação: os sinais enunciadores da
nova mídia. In: AQUINO, Mirian de Albuquerque (Org). O Campo da ciência da
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2002.
ROWLEY, J. A biblioteca eletrônica. 2. ed. Brasília : Briquet de Lemos / Livros,
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TARAPANOFF, K. ; ARAÚJO JR, R. H. de; CORMIER, P. M. J. Sociedade da
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ZIMAN, J. Conhecimento confiável: uma exploração dos fundamentos para a
crença na ciência. Campinas, SP: Papirus, 1996.

�ZIMAN, J. Conhecimento público. São Paulo: Itatiaia, 1979.

∗

Mestranda em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Santa Catarina e Professora
do Departamento de Ciência da Informação da Universidade Federal de Pernambuco e-mail:
galvao@ufpe.br
∗∗
Mestranda em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Santa Catarina e
Bibliotecária da Fundação da Universidade Regional de Blumenau
e-mail: gel@furb.br

�</text>
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              <text>Este artigo tem como objetivo discutir os aspectos relacionados à utilização das tecnologias da informação e comunicação quanto ao acesso à informação. Apresenta a evolução tecnológica da biblioteca e os aspectos relacionados à comunicação científica na construção de novos conhecimentos. Focaliza a Biblioteca Digital Brasileira como parâmetro para atingir a interoperabilidade no acesso a fontes de informação eletrônica, como forma de minimizar barreiras na comunicação e socialização do conhecimento produzido.</text>
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