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                  <text>ACESSO LIVRE À INFORMAÇÃO: USANDO LTSP NA BIBLIOTECA DO
INSTITUTO DE FÍSICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

Ana Maria de Andrade
Bibliotecária, Universidade Federal Fluminense,
anamaria@if.uff.br
Irani Nemézio Brantes
Bibliotecária, Universidade Federal Fluminense,
irabrantes@if.uff.br
José Antonio Pereira do Nascimento
Bibliotecário, Universidade Federal Fluminense,
zetorio@ig.com.br

Resumo
Este trabalho apresenta um relato da experiência da Biblioteca do Instituto
de Física da Universidade Federal Fluminense na otimização de recursos para
disponibilizar aos seus usuários e a toda a comunidade acadêmica o acesso livre
e gratuito à Internet, Bases de Dados, Telnet, OPAC. O sucesso da implantação
deste serviço se deu, também, por uma ótima integração entre os analistas de
informática e os bibliotecários. Assim, foi criada uma rede, utilizando software
livre, onde foi empregado o projeto LTSP ( Linux Terminal Server Project), no qual
um computador de melhor porte trabalha como servidor disponibilizando seus
recursos para outras máquinas com menor poder de processamento, em geral,
desprovidas de HD, CD – ROM e outros recursos.
Palavras-chave: Software livre;
informação

Redes de computadores;

Bibliotecas – Redes de

�1 Introdução

Quem não tem problemas hoje em dia em alinhar avanço tecnológico com
recursos financeiros cada vez mais restritos nas universidades brasileiras? Foi
pensando nessa situação que nos propusemos a relatar a experiência da
Biblioteca do Instituto de Física da Universidade Federal Fluminense no que tange
à criação de uma rede de computadores visando disponibilizar aos seus usuários
e a toda comunidade acadêmica o acesso livre e gratuito à Internet, Bases de
Dados, Telnet, OPAC, otimizando recursos escassos e modernizando a biblioteca
bem como mantendo a qualidade no atendimento.
Primeiramente

apresentaremos alguns breves

conceitos, sem

nos

alongarmos muito na discussão teórica a cerca de cada um deles, já que muitos
textos se encontram disponíveis on-line ou nas próprias bibliotecas. Em seguida
explicaremos o que é o projeto LTSP, o histórico da biblioteca do Instituto de
Física da UFF e finalmente como se realizou nossa bem sucedida experiência.

2 Acesso livre X acesso gratuito à Internet

Para iniciar este capítulo gostaríamos de estabelecer as diferenças entre
acesso livre, acesso gratuito à Internet e até mesmo o conceito de software livre.
Assim sendo, acesso livre pode ter várias acepções desde o acesso livre
às estantes de uma biblioteca, até o acesso livre a periódicos científicos brasileiro
que o projeto Scielo proporciona. Em se tratando de redes de computadores o
acesso livre a que nos referimos, é aquele em que o usuário pode através de uma
biblioteca acessar à Internet, bases de dados, seus e-mails etc. utilizando-se de
uma rede própria conectada à Grande Rede.

�Este acesso pode ser livre, mas não necessariamente gratuito, pois
algumas bibliotecas universitárias poderiam até mesmo cobrar pelo tempo de uso,
já que muitas bases de periódicos, por exemplo, também cobram pelo acesso às
mesmas. No caso de bibliotecas universitárias públicas este acesso é livre e
também gratuito.
A UFF tem uma proposta interessante pois além de oferecer acesso livre e
gratuito, incentiva cada vez mais o uso de software livre.
Software livre se refere à liberdade dos usuários (neste caso, usuário de
informática e não necessariamente os utentes de biblioteca) executarem,
copiarem, distribuírem, estudarem, modificarem e aperfeiçoarem o software. Mais
precisamente ele se refere a quatro tipos de liberdade para os usuários do
software: a liberdade de executar o programa para qualquer propósito, a liberdade
de estudar como o programa funciona e adaptá-lo para as suas necessidades, a
liberdade de redistribuir, a liberdade de aperfeiçoar o programa e liberar os seus
aperfeiçoamentos de modo que toda a comunidade se beneficie, isto quer dizer
que o código fonte do programa estará sempre disponível.
Um programa é considerado um software livre se os usuários tem todas
essas liberdades. Portanto, você deve ser livre para redistribuir cópias seja com
ou sem modificações, seja de graça ou cobrando uma taxa pela distribuição para
qualquer um em qualquer lugar. Ser livre para fazer essas coisas significa (entre
outras coisas) que você não tem que pedir ou pagar pela permissão.
Você deve também ter a liberdade de fazer modificações e usá-las
privativamente no seu trabalho ou lazer, sem nem mesmo mencionar que elas
existem. Se você publicar as modificações, você não deve ser obrigado a avisar a
ninguém em particular, ou de nenhum modo em especial.

3 Open Public Access Catalogue (OPAC)

�Open Public Access Catalogue ou simplesmente OPAC é o catálogo do
acervo de uma biblioteca, automatizado e em linha, de acesso público, ou seja, é
a parte livre de um sistema integrado de bibliotecas. Tanto o pessoal técnico
quanto o público têm acesso às informações, via Internet, através dos terminais
instalados não só na biblioteca mas em qualquer outro lugar.
Em meados dos anos 80 na maioria das bibliotecas universitárias e
nacionais, os catálogos tradicionais (de fichas) foram substituídos pelo OPAC. A
partir de meados dos anos 90, as interfaces tipo texto baseadas em OPAC e
restritas a determinadas instituições foram substituídas pelo formato Web, ou
seja, podem hoje ser acessadas via Internet.
Em resumo, OPAC nada mais é que os catálogos eletrônicos que
normalmente utilizamos no nosso dia-a-dia.
São exemplos de OPAC: o catálogo da Library of Congress, o catálogo da
Biblioteca Nacional, catálogos gerais das Bibliotecas de universidades, etc. todos
disponíveis via Internet.
Geralmente, para estabelecer um sistema OPAC, é necessário um
microcomputador servidor, ou seja, um micro de grande capacidade de
armazenamento e processamento e outros microcomputadores de menor
capacidade para serem utilizados como terminais de consultas. Uma vez a OPAC
sendo disponibilizada no formato Web, a mesma pode ser acessada de qualquer
computador conectada à grande rede internacional de computadores.

4 O que é o Linux Terminal Server Project (LTSP)

LTSP é a sigla para Linux Terminal Server Project, um projeto que foi
criado pelo norte-americano James McQuillan e hoje é utilizado e mantido por
vários desenvolvedores em todo o mundo. O que faz este projeto ser um sucesso
é a possibilidade de se reutilizar computadores antigos na criação de redes de

�computadores, barateando os custos e renovando-se recursos. Como os
equipamentos não precisam de disco rígido e todos os programas ficam
instalados em um servidor, torna-se muito mais fácil a manuntenção e a
atualização da rede.
Hoje, em nossa realidade de universidade pública este é um projeto muito
promissor e adequado uma vez que a idéia central do LTSP é reunir tudo que
existe de melhor em GNU/Linux em um servidor completo de terminais, com alto
nível de gerenciamento.
Ultimamente, na área de TI o conceito de terminais vem sendo muito
discutido e vários projetos surgiram, alguns proprietários, outros livres como o
caso do LTSP.
O LTSP permite a utilização de um único computador (ou até mesmo mais
de um) para centralizar o processamento de aplicativos usando máquinas bem
menores como console (teclado, mouse e monitor).
Em alguns casos, LTSP tem sido utilizado inclusive com estações mais
novas apenas para facilitar o gerenciamento da rede.
Em relação a bibliotecas podemos citar o caso da Biblioteca Central da
Unicamp que já utiliza o LTSP em sua rede e já consolidou resultados tanto no
que tange a economia de recursos quanto de investimentos.

5 A Biblioteca do Instituto de Física da Universidade Federal Fluminense

5. 1 Histórico

A Biblioteca do Instituto de Física da UFF (BIF) foi criada em 1982, ligada
ao Curso de Pós-Graduação em Física e como do Valonguinho que abrange às

�áreas básicas da química, biologia, física e matemática.
Em 1985 a BIF, como é conhecida, integrou-se ao Sistema de Bibliotecas e
Arquivos do Núcleo de Documentação da UFF. Até 1994 ela tinha a característica
de ser uma biblioteca de pós-graduação e atender aos alunos do ciclo profissional
do Curso de Física. Porém, com a mudança de todo Instituto de Física para outro
Campus e conseqüentemente a transferência dos livros de física básica que
estavam na Biblioteca Central do Valonguinho, passou a concentrar toda a
coleção de física da UFF e a atender a alunos dos cursos de graduação
(Engenharia,

Matemática,

Química,

Farmácia,

Informática)

aos

quais

Departamento de Física oferece disciplinas.
Interessante, se faz ressaltar que buscamos sempre o melhor para o nosso
público usuário, intensificando a busca pela qualidade de nossos serviços, o que
é percebido por alunos e professores e inclusive comentado por colegas de outras
bibliotecas da UFF.

5.2 Objetivos

Fornecer informações, acesso a esta e recursos bibliográficos às
atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas pela Universidade
Federal Fluminense e, especialmente, pelo Instituto de Física, bem como atender,
dentro do possível, a demanda por informações especializadas em Física da
comunidade em geral (estudantes de segundo e terceiro graus, pesquisadores de
outras instituições, outras bibliotecas etc.).

5.3 Acervo

�O acervo é composto de monografias (livros, dissertações e teses),
periódicos científicos e CD-ROMs especializados em Física, porém possuindo,
em menor número, obras tratando sobre

as seguintes áreas correlatas:

Matemática, Computação, Astronomia, Cosmologia, Historia da Ciência, entre
outras; possui também uma coleção de referência (dicionários e enciclopédias
gerais e especializados, tabelas, handbooks, bases de dados). Quantitativamente
são cerca: 7.700 livros e teses, e 19.000 fascículos de periódicos.

5. 4 Staff

A biblioteca conta com uma equipe de trabalho de três bibliotecários e três
auxiliares de biblioteca bem como, esporadicamente, a colaboração de dois ou
três estagiários.
A biblioteca é, ainda, auxiliada por uma comissão formada por um aluno e
um professor, além da chefia da biblioteca. A Comissão é uma instância
consultiva e deliberativa de caráter acadêmico e que tem a incumbência de
estabelecer

políticas

de

desenvolvimento

de

coleções,

diretrizes

de

funcionamento e serviços, bem como, programas e projetos objetivando o
aperfeiçoamento e a melhoria da qualidade da Biblioteca.
Quando, porém, surgiu a necessidade de se instalar uma rede de
computadores dentro da biblioteca para que a comunidade usuária pudesse
acessar o catálogo geral do Sistemas de bibliotecas da UFF, bem como os
catálogos de outras bibliotecas (OPAC), receber e enviar e-mails, pesquisar sites
na Web, foi necessário estabelecer uma aproximação maior e contar com a ajuda
dos responsáveis pela rede interna do Instituto de Física da UFF.

�6 O Projeto LTSP na BIF/UFF

Para atender a necessidade de disponibilizar aos seus usuários o acesso
às informações dos catálogos on-line da Biblioteca do Instituto de Física da UFF e
de todas as outras informações disponíveis na Internet (um dos nossos objetivos),
procuramos implementar uma solução viável que nos oferecesse segurança,
baixo custo de manutenção e o aproveitamento de microcomputadores com
pouca capacidade de processamento.
Para isso contamos com a ajuda de dois professores do Instituto de Física
da UFF, responsáveis pela manutenção de nossa rede interna, que nos
apresentaram a solução implantada.
Realizamos reuniões e discussões em conjunto para que ocorresse então
uma decisão institucional baseada em critérios tecnológicos e econômicos, sem
abrir mão, obviamente da qualidade dos serviços prestados que são marca da
Biblioteca, dentro da comunidade do Instituto bem como da Universidade como
um todo.
Decidimos, então, pela implantação do LTSP, realizamos pesquisas no
intuito de melhor conhecer o projeto, principalmente por parte dos bibliotecários
envolvidos, dirimindo dúvidas com os analistas conforme estas iam surgindo.
Uma vez que realizamos estes passos, o terceiro foi implantar o LTSP em
fase de testes (com apenas três micros), o que foi um sucesso, principalmente
porque, para os usuários, não houve diferença entre ter uma rede com
computadores novos ou com computadores obsoletos, pois a velocidade e o
acesso às informações, que é o primordial, foi alcançado.
Utilizamos como servidor um microcomputador com processador Sempron
3.000, memória RAM de 1Gb, HD de 80 Gb, utilizando o sistema operacional
Linux, no caso o UBUNTU (distribuição Linux baseada no Debian).

�Figura 1: Rede LTSP da BIF/UFF
01 Servidor com processador
Sempron 3.000, 1 Gb RAM, HD 80
Gb
Sistema Operacional Linux

01 Swicth

07 microcomputadores Pentium 100

Quando pensamos em oferecer aos nossos usuários acesso livre e público
à Internet através de uma rede, logo a questão dos recursos humanos também
veio à tona, afinal, teríamos microcomputadores sendo usados diariamente por
um número grande de usuários e o perigo de contaminação por vírus
disseminados através de diversos meios eletrônicos seria preocupante e, não
tínhamos pessoal especializado para executar a tarefa de fazer a manutenção
desta rede.
Fomos orientados a utilizar o Linux por este sistema nos oferecer total
segurança e proteção contra ataques de vírus e hackers. O que realmente se
constatou, haja visto que, desde que foi implantado, em janeiro de 2005, nunca
tivemos nenhum problema de funcionamento na rede.
Começamos com uma pequena rede de três microcomputadores e hoje,
utilizamos sete terminais conectados a um servidor (que também é utilizado para

�consultas).
Temos uma média diária de 15 usuários por máquina, cada um usando-as
por 45 minutos em média.
Instalamos em nosso servidor alguns softwares necessários para atender à
nossa proposta, um browser (Mozilla Firefox) e um editor de texto de pequeno
porte, pois não é nossa intenção que estes micros sejam usados para a digitação
de trabalhos acadêmicos.
Não há restrições quanto à utilização de e-mails, inclusive os alunos de
pós-graduação ainda utilizam muito o serviço de Telnet. Não estabelecemos limite
de tempo e nem reserva de horários. Este controle é feito pelos próprios usuários,
pois estes se auto-organizam e usam a rede de maneira democrática.
Obviamente que este autocontrole foi fruto de conscientização realizada
durante os treinamentos de usuários que ocorrem com as turmas ingressantes no
Instituto de Física a cada período.

7 Considerações finais

Esperamos com este relato oferecer subsídios para a expansão da
utilização de software livre em bibliotecas universitárias, uma vez que este
possibilita a redução dos custos de implantação, manutenção e atualização, além
de ser mais coerente com o caráter inovador e público das Instituições Federais
de Ensino superior.

�8 Bibliografia

CUNHA, Lelia Galvão Caldas da. Sistemas de bibliotecas e redes de informação
In: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO,
8., 1973, Brasília. Anais... [S.l. : s.n.], 1975
LANCASTER, F. W. Ameaça ou oportunidade? O futuro dos serviços
bibliotecários à luz das inovações tecnológicas. Rev. Bibl. UFMG, v.23, n.1, p. 727, jan./jul. 1994.
MEY, E. S. A. Bibliotecários e analistas de sistemas: a convivência necessária.
Rev. Bibl. Brasília, v.16, n. 1, p.75-81, jan./jul. 1988.
OPAC. Disponível em: &lt;http://en.wikipedia.org/wiki/OPAC&gt; Acesso em: 18 maio
2006.
PROPUS. LTSP: Linux Terminal Server Project. Disponível em:
&lt;http://www.propus.com.br/corp/solutions/ltsp&gt;. Acesso em: 18 maio 2006.
ROBREDO, Jaime; CUNHA, Murilo Bastos. Documentação de hoje e de amanhã:
uma abordagem automatizada da biblioteconomia e dos sistemas de informação.
2a. ed. Brasília: Ed. Graf. Amorim, 1986.
ROWLEY, Jennifer. Informática para bibliotecas. Brasília: Briquet de Lemos, 1994.
WI 2001, Maebashi City, Japan. Anais... Berlin: Springer, c2001.

Abstract
This work presents a report of the Physics Institute Library of the
Universidade Federal Fluminense (UFF) in making better facilities to the resources

�disposed to its users, free and public access to the Internet, Databases, Telnet,
OPAC to all the academic community. The successfull implantation of this service
gave, also, an excellent integration between Computer Specialist and the
Librarians. The network was created, using a free software, LTSP (Linux Terminal
Server Project), in which a computer with a better capacity works as a Main
Computer, sending its resources to the others with a minor one - in general unprovided of HD, CD-ROM and other.
Key-words: Free software; Computer networks; Library – Networks.

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
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              <text>Este trabalho apresenta um relato da experiência da Biblioteca do Instituto de Física da Universidade Federal Fluminense na otimização de recursos para disponibilizar aos seus usuários e a toda a comunidade acadêmica o acesso livre e gratuito à Internet, Bases de Dados, Telnet, OPAC. O sucesso da implantação deste serviço se deu, também, por uma ótima integração entre os analistas de informática e os bibliotecários. Assim, foi criada uma rede, utilizando software livre, onde foi empregado o projeto LTSP ( Linux Terminal Server Project), no qual um computador de melhor porte trabalha como servidor disponibilizando seus recursos para outras máquinas com menor poder de processamento, em geral, desprovidas de HD, CD – ROM e outros recursos.</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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