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��PRIMEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA

O perfeito bibliotecário
por
. Xavier" Placer

Recife
195^

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o

PERFEITO

BIBLIOTECiÍRIO

Tese apresentada pelo Biblioteçario
do Serviçç) de
Informação Agrícola
do Ministério da Agricultura, çj Pro
fessor de Bibliografia o Referencia
dos Cursos da Biblioteca
Nacional,
Xavier Placer, ao Primeiro Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, a
realizar-se em Recife, de l8
a
25
de Julho de 1954.

I - O BIBLlOTECiÍRIO ANTIGO
Ainda hoje podemos vov^ em ilus"^raçoes de Historias do Livro e das Bibliotecas, curioso
documentário do
eye era no
pasmado a Biblioteca.
Agrada, como flagrante caracteristico de uma epo
ca^ contem-^lsr esses desenhos artisticos, mas uma impressão neg^ti.
va deles se depreende quando olhados do ponto de vista biblioteca rio,
são ouase sempre, ou sempçe, ambientes escassamente iltiminados, de severas paredes, com arnarios avaramente trancados, exi bindo no interiçr grossos volumes gravemente encadernados,
No mesmo recinto, ou a parte, aparece o salão de leitura, onde se desta cara incomodas car-^eiras pri^a os raros leitores - carteiras rue se ^
figuram postas ali no proposito dc tornar o labor intelectual,
do
leitura ou pesouisa, um tornento físico,
Era então a Biblioteca,

sabemo-^lo, um mero deposito de li-

vros,
Sgndo então a Biblioteca um mero depósito de livros, nesse
amb:^ente tao p-uco acolh§dor, e nada confortável, cue era o bibliotecário?
Sabeipo-lo também,
Com exceção das Bibliotecas nacionais
dos grandes países, situadas nas c$;pitais, onde a^realidade se apr£
sentava um pouco di.fferente, a furgão do bibliotecário era a de
um
simples guarda e conservador do acervo, ^Exatamente este titiilo -con
servador - rue ora se reserva pa" a os técnicos dos
Museus, era-lhe
dado em muitos casos.
Falou-se em desenhos de antigas Bibliotecas.
Não e fácil
surpreender a fabulosa personalem nos referidos desenhos,
Mas se o
lápis muitas vezes a escueceu, apossou-se dela a ficção.
Explica, se este interesse da litçratura; o nosso personagem tinha 'basten1;es
aspectos pitorescçs e ate caii catos.
Quem não conhece o tipo clássico _,do bibliotecário do
passado?
Um homemzinho de surrada indu mentaria, fundas rugas e melenas caindo pelas orelhas, maniacamente
debruçado sobre in foi ins, e na sua obsessão, all'eio ao mundo ao seu
redor, estranho ao convívio^hmano,
Titularmcnte; conservador, Mas
enquanto ele se omitia, o mofo umedccia os
livros o os ratos se di^
liciavam na fairá
lenta mas certa de destruição,,,
A
^
E todavia^- justiça se faça
-^sob a aparência mesquinha,
ridícula e desdenhavel, era o bibliotecário do passado, senão
sempre, ao fiipnos
em termos geiais, um valor intelectual.
Possuia. comumente línguas, cultur^, humanistic^, e muitos d^les eram autodidatas de estudos bibliográficos, histéricos, filologicos, literários
e outros.
Aig-uns foram prosadores e poetas.
Figuras, pois,que dijg
nificavam a profissão»
Dir-se-a ci^e nao e^e realmente util^na fTmçao.
De acordos
no fundo a verdade e^essai ele eça bibliotecário apenas p&amp;ra si me^
mo.
Mas levemos ate o fim a analise,
E em homenagem a esse velho

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colega de profissão roconhoçanoe absçjlvidorrmcnte que nao lhe cabia
a reçponsabilidade dossa condição»
Elegera una peça, entre moitas,,
da maoui^a social de seu tempo,. Ora, nao havij, então essa
cnfase
que se da hoje aos serviços ditos sociais, serviços p^ra a coletivi
dade, e
do oual
a jßibliotcca constitui parte relevante.
Assim,
corno muitos outros,^ele era um valor
inaproveitado, sim, no que se
refere diretamente a sua profissão, ma? pessoalmente um valor,
II - O BIBLIOTECj&amp;IO MODERNO
Tu4o, na Biblioteca m.oderna, exi§tc em razao do leitor,.
Rgservou-se aS Bibliotecrs nacionais o cçrater de arquiyo do patrimônio cultural, coQ as restrições aue dai decorrem,
Todas as
outras Bibliotecas sao do finalidade exclusivamente corrente, imediata, viva,
Que contraste com. a Biblioteca do passado'.
Situada em lü
cal accessivel. horj^rios
favçraveis, salões de leitura amplos e i-luminadog, instalações mobiliários adequadas, estantes abertas e ixe
Ia um acervo atualizado,
^
Is"t;io quanto ao, aspecto material. Qyanto aos seçviços, horários favoraveis, ficharios cm forma de catalogo-dicionario, oriqn.
taçã9
consulta, aceitação de sugestões para aquisição de obras ,.
emprestlmo local e a domicilio com um mínimo de exigências, e-ifin ,
um completo serviço de referencia,
E ali onde ele, o leitor,
encontrava çntes uma figiono mia grave e solene, çncontra hoje acolhimento anavel e inte;;esse;j4a
^i adulador.
Sim, ha um verdadeiro trabalho sutil de atraçao,
ele
c o enfpnt PrtP da Biblioteca,
Nem ho que censurar,
A noTjreza do Qbjetivo justifica
9
tratai^ento.
Trata-se dç bem servir a intcligeijcia, § ean ultima a^ja
lise a societ^ade, através do indivíduo»
O fenomeno e geral^
Nao
vemos na família, a criangp transformada no centroA^e interesse? Na
Escola moderna, o sJjam? catalizando toda a importancia do
sistem§
educaçional?
A sociedade como oue t:-ria consciência de um considera
vel numero de valores desdenhados, e os coloca em.;seu centro natu ral.
Em matéria de cultura, isto
e lugar comum. vlvem9S na
idade do papel Impresso,
O homem, do século XX e do Ocideíjte é fundamentalmente livresco^
O Livro, esse registro da experiençia hüraa
na, assuaiu umaAimportancia absoluta em sya exis'^encia,
E e tal
o
volume deles, sobre "^odos os pernas, oue nao lhe e mais poss:^vel, Ijq
dividualmente, domina-los. . So uma oçganizaçao, completa ate ao detalhe, pode faze-lo,
O Livro necessário criou a Biblioteca,
E assim, comovo Livro criou a Biblioteca moderna criou
novo tipo de bibliotecário.

o

Colocado no centro do sistema de servj^ços, cm que çacio nalmente se estrutura a Bibligteca, o bibliotecário moderno e o tr^ ,
ço de 1^139 entre a instituição e o leitor». A Biblioteca çoderna e
•am laboratgrio, o livro ai o Instrumento, e
ao bibliotecário
cabe a posiça^ atuante e
viva de mentor,.
Para §e colocar a altura„de tão relevante missãç, esta ele preparado, ja agora, por for-maçao Erof4,ssional, . Através dç Cursos rcgula3"es, aue em alguns países sao ja de nível universi-^ario ,
recebe una especialiançao completa.
Aprende conheciçjentos técnicos
dg catalofaçao e çlassíficaçao,
bibliografia e referencia, organiza
çao e atoinistraçao de Bibliotecas, assim cono se ilustrra em Historia do Livro'e das Biblj,otrc^s, e, ainda, em cursos extracurriculares estuda especializaçocp varias dentr9
especialidade,"
E
completando este aprendizado, a muitos e dado ainda oportunidade de
estagio cm centros mais adiantados no assunto,■
_
A
y
Reconhecendo a inportancia da atividade bibliotecária
na
sociedade, os governos cíiaram em áeus quadros administrativos
as

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c9.rrclras oficiais de^bibliotccáçio, con honorrrios so mesçio nível
de outras profissoçs utcis,
Se o un feto ouc o bibliotcc?sio procurou elevar-se, ha pois cuo^rcconhecer nue sociedade e^Governo soji
"beran en tcnpo corresponder a justa valorizaçao da profissão.
Organizador e administrador de Bib:],iotccas
catalogador ^e
classificador de livros, orientador bibliográfico - e o bibliotecário moderno uri completo profissional,
A
E agora cue fo^ feita a devida justiça, assinalando-se as
excelencias do bibliotecário Qoderng, un pecueno r-paro.
Trata -se
no fundo- de
un p-rrlelo.
Nao sera odiçso? comparan-se categorias
sçEieO-hantes,
Niira palavra, a realidade e estas faltava ao bibliot£
cario antigo preparo profissional nas era gö?^.ncnt.e cul'^o; ten o bj.
bliotecario nodemo completo preparo profissional, nas e geralmente
menos culto.
ííão se trata dc tomar partido por uç} ou por outrô, Corrigiu-se um erro, caiu-se^^no extreno oposto.
Nao era o outro profissionalizado
tornou-se este -um purç profispi«nal.
Certo nao lhe cs.
be a responsabilidade; o fenomeno e gesT'l.
Ele apenas acompanha,
o
sentido dos ventos oue sopram- aur-ndo sç encerra entre as quatço p^a
redes dr sua ^especialidade-« a Caber-lhe-a responsabilidade, porem, ^e
grande, se não tomar consçiencia da situaçao
e nao reagir,
Se nao
dçixar de ser o bibliotecário moderno para ser o perfeito bibliotecário,
III - O PERFE'ITO

BIF&gt;LIOTECíCRIO..

Ocnpemo-nos deste personagem Ideal.
Nao me çrgmentem que
por ser ideal deve e§tar fora de cogitaçoes.
Ao contrario.
Exatamente por se::- ideal e que a sua imagem deve ser proposta como modelo,
A p3;;ofissão bibliotecária
como toda a profissão,
e uma
grave ameaça a personalidade daquele que a exerce,
Por este
fato
muito simples: e, como se viu, uma especialidadeo
^
Que Vem a ser una especialidade?
narjo: ordon de ash. udos ou trabalhos a mio
ticular culdpdo-

Abr§-se qualauer dicioguen se dcf^ica. con par

A definiçaç e de clareza neridiana^
A especia3Ídràe,
por
sua mesma natureza, e, primeiro, restrita^ - uma ordem de
estudos
ou de trabalhos - e, em segundo lugar, exige daquele ç^ie a exerce,
que nela se empenhe a fundo, que se lhe entregue inteiramente:
com
particular cuidado,
En síntese, e
falando cçm f-anqueza,
embora
un tanto içrevercQtemente:
ser especialista e usar antolhos,
para
ver numa so direção,
Mas neste ponto não há que escaçjdalizar-^e.
Tornaram -se
tao complexos, em nosso mundo moderno, ciência e técnica, aue
nao
havia çutra saída,, senão a especializaçao dos estudos 9 terefa§, Dß
pois, e pr.ecisjo :^ao esquecer que tal lim.itaçao tem. caratcr, ate ceir
to ponto, voiuhtario:Jia para^cada um relativa margem de liberdade
na escolha da profissão de acordo com as inclinações ou interesses,
E se não há çue escandalizar-se, tanbgm nao ha poroue alarnar-se.
Pelo contrario,. A tomada de consciência de una realid£.
de, em to^os os seus aspectos, mesmo negativos, so pode beneficiar.
Perigoso e ignorar,
Cmpre ao bibliotecário ser^um especialista e taníjo mais
competente auanto for possível, nas n^o alúientar ilusões sobre
a
relatividade do valor da especializaçao.
E esta a principal deformação do especialista.
Absorvido e
anii"iado pela sua tarefa especa
ficaj descobre nela encantos e profundidades otie se lhe afiguram cz
clusivos,
O resto do universo^e infino e desimportante ao seu es trabisno.
Substitui os meios a finalidade; perde-se nuna^yisão
dc
detalhe, parcial e esterilizador - em prejuizo de uma visão de con-

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�juntOj harmoniosa e vivificpdors.
Torna-se, no, reino do espirito,um
aleiõ-ao.
Apenas^ como ss realidades subjetivas sao menos
visíveis
que as físicas, ele passeia a sua deformidade moral dando a :^mpres sao de aue não a possui,
Isso ouando esta patologia se mantém ainda
denljro de u^ eouilibrio do deseouilibrio.
Por oue o final do proceja
so e uma tragica estupidez, oue leva a uma completa impossibilidade
de convívio humano ou a um ressentimento agressivo,
A atitude mental do bibliotecário deve ser uma permanent e
CTiriosidade por todas as manifestaçoes^da cultura.
Nem se diga
que
i§to seja impossi^velc
Antes de tudo, ele vive no m§io de livros; alem disso,
a pçopria profissão^obriga-o a lidar^diaria e diretamente conj eles.
Ha as tarefrs mecanicas de regigtra-los e cataloga-los,
Mps ha ainda as de classificação e_,a de referencia,, trabalhos puça mente intelectuais.
Por que nao ha de o bibliotecário tirar o máximo dessas atividades, trrnsformando-as em
algo proveitoso para a sua
inteligência?
E valorizar ^s suas horas de lazer com o contato interessado dessas manifes-^agoes.
Naturalmente, os temperamentos di^cidem cfe
natureza, das pred3,leções: uns hão de preferir g erudição estetica,oii
tros § contemplação da §rte, outrçs a di\nilgEçao cientifica,
outros
as idéias gèraisde caratçr filosofico.
Seja.o^que lhe aprázer, mas
qtie seja algo.
Bibliotecário inimigo do Livro e que
seria absurdoi

,

cm

1

Deverá^ser então um sábio?
Nao se exige tanto.
Basta que
seja uma intelóg encia ilustrada, '^em informacía, um erudito.
linpor^tardo apenas, neste particular, oue tenha exatg consciência do carater extensivo de seus conhecimentos,^em oposição aos que os possuem
em profunc^idade,
Para isto;
prra não se tornar um pedrnte. Evidentemente, e uma posição mental de humilde que se pede,
Mas^esta hu mildade nada tem de humilhante,
Primeiro, por^que ela sera conscien
te; • segundo, • porçtue^a caiis? final a aue^serve e a mais nobre possi vgl: o Saber,
Nao e isto mesmo oue este sintet:^zado. com latina eis
gançia, na frase inscrita no liVro aberto, oue e o símbolo do bibli^
tecario, chamando-os SERVUS SERVORUM SCIEETIAE?

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