<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="4860" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/4860?output=omeka-xml" accessDate="2026-04-15T14:01:24-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="3929">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/46/4860/SNBU2004_081.pdf</src>
      <authentication>c44e878462f161fd3bef62cf4c030bd3</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="53647">
                  <text>A INTELIGÊNCIA EMOCIONAL IMPULSIONA AS PESSOAS A MELHORAR
SUAS HABILIDADES E PROSPERAR NA VIDA E NO TRABALHO

Maria Aparecida Pardini∗

RESUMO
Em determinados momentos e por inúmeras vezes, ouvimos dizer que a
biblioteca é o coração da universidade. Cada vez mais trabalhamos e nos
equipamos com as novas tecnologias, mas, o ser humano é o maior patrimônio
existente. É ele que desenvolve e trabalha com esta tecnologia fazendo a
biblioteca prosperar. Para trabalharmos bem em conjunto, necessitamos da
Inteligência Emocional e isto nós podemos aprender e ensinar constantemente. A
emoção e a motivação são estritamente relacionadas e tudo gira em torno de
relacionamento. A comunicação é essencial, principalmente se for clara e franca e
nos permita tomar decisões com maturidade, confiabilidade e integridade. É
necessário escutarmos mais as opiniões alheias, aos instintos, a intuição e
sentirmos a sensação de que estamos no caminho certo.
PALAVRAS-CHAVE: Relacionamento em bibliotecas universitárias. Recursos
humanos - emoção e razão. Motivação no trabalho.

1 INTRODUÇÃO
Pretende-se passar um pouco daquilo que se pode, através da Inteligência
emocional. Conseguimos dar inteligência às nossas emoções, pois a inteligência
vem antes da emoção. Vamos escutar as nossas emoções com mais atenção e
nos importarmos mais, inclusive com a intuição. Para isso, não precisamos ter o
melhor Q.I, aliás, ele não tem nada a ver com a inteligência emocional. A
inteligência emocional pode ser melhorada constantemente, porque temos
capacidade de aprender e podemos estruturar o cérebro, pois o pensamento
também vem antes das emoções. Diante de determinadas situações precisamos
refletir: eu domino isso ou isso me domina? Temos centros emocionais da
memória e o cérebro guarda tudo. Aprendemos algo na infância e armazenamos,
assim como temos neurônios inibidos que só dizem não e muitas vezes morremos
sem conhecermos algumas de nossas habilidades. Em determinados momentos,

�saímos de nós por falta de controle ou deficiência de neurônio que inibe os
impulsos. Precisamos estar conscientes do que está acontecendo, embora nem
sempre sabemos o que sentimos. Mas sabemos que precisamos tomar decisões
sensatas, algo que não nos faça arrepender futuramente.
A intuição tem informações valiosas. Quando enfrentamos uma decisão, o
instinto se manifesta em nosso corpo, a emoção flui e até o intestino reage. Você
já sentiu isso? Emoções e instintos são sempre fortes em nossa vida. Às vezes
não consideramos esses importantes fatores. Será fácil conseguirmos ficar
zangados, com a pessoa certa, pelo motivo certo e na hora certa? Isso não é fácil,
mas podemos aprender. Para isso, precisamos ficar atentos aos nossos impulsos,
aprendendo lidar com as nossas emoções. Através do intelectual emocional,
podemos não nos deixar levar por algumas indagações ou provocações, que
começam num momento de tensão e nos faz perder o controle.
Nesse processo de transição onde o desenvolvimento humano cresce de
forma aritmética enquanto o tecnológico cresce de forma geométrica, onde
enfrentamos o novo constantemente, nos sentimos diante de situações polêmicas
que nos leva a sentirmos medo. Aí podemos ser dominados pela raiva, ira ou
tristeza. Mas se estamos dispostos a superar a tristeza e cumprir o novo papel
exigido pela sociedade, começamos buscar uma situação de ânimo e alegria, que
faz parte da aceitação das mudanças. Nós construímos a nossa estrada e todos
buscamos a felicidade. Evitar algumas situações faz parte da nossa capacidade
de lidar com as pessoas, da nossa vontade de estar num ambiente bom, de
agirmos com amadurecimento e responsabilidade. O medo, desde sempre existiu,
e não há quem não o sinta. Desde os primeiros livros da Bíblia, encontramos
citações sobre o medo.

Determinadas pessoas querem sempre mostrar que não têm
medo de nada e mesmo que alguma coisa os aflija, “engolem”
aquele mal com um “pouquinho” de tempero: dizem que podem
resolver tudo. Seu orgulho é tão grande que têm medo de dizer
que estão com “medo” de resolver sozinhos tal situação. [...] Saiba
que o medo existe como forma de defesa e instinto de
sobrevivência no mundo racional. (CAIRO, 1999, p.188)

�Se nos libertarmos do medo excessivo, que está enraizado em nossa
mente desde crianças, (é tanto medo, medo de errar, medo de ser julgado, medo
do não, medo do sim, medo da solidão, medo até de ter medo) encontraremos
soluções para os transtornos que nos deixam em conflito. Quem sabe começando
por uma faxina mental que nos ajudará a libertar-nos de coisas velhas, que
permanecem ocupando lugar em nossa vida, conseguiremos adquirir coragem
para encarar o novo. Quando fazemos uma faxina em nossa casa, tiramos tudo
do lugar, limpamos e vamos cuidadosamente arrumando de forma agradável,
descartando ou mantendo o que queremos. Assim é com os nossos sentimentos.
Se imaginarmos o nosso coração como um fichário cheio de lembranças, onde
algumas são boas, (nos lembram bons momentos, boas atitudes) e outras
lembranças são tristes, (nos levam a momentos desagradáveis do passado,
atitudes que não queremos mais repetir) fizermos uma seleção, descartarmos o
que não queremos mais e organizar o que nos faz bem, poderemos certamente
levar uma vida mais serena, tranqüila e próspera. Precisamos colocar ordem
nisso de forma a não permitir que os outros passem por cima dos nossos sonhos,
objetivos, ideais. Temos direito ao prazer, conforto, sucesso e, isso, cabe a cada
um de nós alcançarmos.
É preciso dimensionar os problemas antes de resolvê-los. Às vezes é
preciso nos desfazer daquilo que não queremos mais, nos esforçar para
mantermos o que temos (por ser importante para nós) e lutarmos para
alcançarmos o que queremos. Num momento de medo, devemos nos unir e nos
ajudarmos mutuamente até que passe aquela necessidade. É com o coração
aberto que conseguiremos compartilhar da tristeza do outro, cativando-o com
empatia e lealdade, na tentativa de ajudá-lo a descobrir o caminho da solução.
Com certeza, a melhoria alcançada beneficiará ambas as partes.
Que vocês sejam grandes empreendedores. Se empreenderem,
não tenham medo de falhar. Se falharem, não tenham medo de
chorar. Se chorarem, repensem as suas vidas, mas não desistam.
Dêem sempre uma nova chance a si mesmo. [...] Os perdedores
vêem os raios. Os vencedores vêem a chuva, e com ela a
oportunidade de cultivar. Os perdedores paralisam-se diante de
suas perdas e frustrações. Os vencedores vêem a oportunidade
de mudar tudo de novo. Nunca desista dos seus sonhos.
(CURY, 2003, p. 80)

�2 MÁGOA E PERDÃO

A mágoa nos limita e nos impede de alcançarmos a felicidade. É
importante

encontrarmos

maneiras

que

nos

conduzam

a

paz

interior,

proporcionando-nos a vontade de conhecermos coisas novas, oferecidas e
apresentadas no nosso cotidiano. Se tivermos um colega pessimista, ou com
idéias negativas, sempre enxergando maldade onde ela não existe e, muitas
vezes, com capacidade de fermentar o ambiente e tentarmos falar com ele sobre
otimismo e com otimismo, é bem provável que consigamos aos poucos, ajudá-lo a
substituir o negativismo pelo positivismo. Se ele confiar em nossa fala e conseguir
enxergar que temos boas intenções de melhoria para com o ambiente de trabalho
e na qualidade de vida das pessoas, já podemos nos sentir vitoriosos, porque é
muito mais fácil compartilhar das fofocas, do que mostrar o outro lado da moeda.
Acabamos não sendo entendidos muitas vezes, e isso nos magoa. Há
exercícios diários que nos ajudará a libertar-nos do orgulho e da mágoa se
agirmos

com cautela, amor e sabedoria. Assim, conseguiremos encontrar

soluções positivas e saudáveis. Lutando pelo nosso ideal, buscando motivação,
atuando com emoção, poderemos atingir os objetivos com mais facilidade e
menos sofrimento. O otimista chega mais facilmente ao sucesso. Para que o outro
perceba quando não gostamos de algo, é necessário que falemos e selecionemos
o que nos agrada ou não. Quem sabe já é chegada a hora de dividirmos as
responsabilidades, compartilharmos alguns problemas e libertar-nos de outros,
delegarmos responsabilidades, solicitarmos ajuda quando necessário, pedirmos
desculpas e não desistirmos de recomeçar. Às vezes é necessário irmos para a
casa, tomarmos um banho gostoso, contemplarmos a natureza, lermos algo
interessante, assistirmos a um bom filme, enfim, nos livrarmos de sentimentos de
posse, de desânimo e de tristeza que nos debilitam. Vamos aceitar ajuda e
opiniões alheias. Atuar de forma saudável é uma questão de inteligência.
Perdoar verdadeiramente também é questão de inteligência! Será que
conseguiremos ter a sensibilidade de descobrirmos o que a pessoa sente sem
que ela nos diga? A base disso tudo está na atenção e empatia. Sempre há
pessoas capazes de se solidarizarem com os outros, basta estarmos mais

�abertos e dispostos a querer ajudar ou receber ajuda! A arte do relacionamento
está na nutrição de bons momentos e não no veneno das intrigas e da maldade.

Felicidade é o fator que harmoniza razão e sentimentos. Emoções
descontroladas: ”o ódio que cega”; “o medo que inibe” e idéias
desordenadas, “a obsessividade”, “o preconceito”, “o fanatismo”,
comprometem o desenvolvimento da inteligência, na verdade,
emburrecem. Pensamentos e emoções negativas estreitam a
visão. A felicidade equilibra, dá sentido, direciona, abre
perspectivas e descortina á transcendência. Faz ver claro, facilita
a compreensão, ajuda a aprendizagem. A felicidade torna as
pessoas tolerantes e desenvolve a humildade de espírito,
indispensável á abertura para aprender. (MATOS, 1997, p. 121)

Se mantivermos raiva, mágoa e rancor, estaremos mantendo uma situação
do passado, que influencia o presente e compromete não só o futuro, mas as
relações de maneira geral. Quantas vezes você se machucou com suas próprias
atitudes? TVocê se perdoou, ou se culpa até hoje pelo que fez e pelo que não
fez? Perdoar, ou seja, aceitar o perdão, está diretamente ligado com a
capacidade que cada um tem de perdoar a si mesmo, pois requer enfrentar os
próprios medos, julgamentos, injustiças, limitações, olhar para a própria vida e
lembrar de quantas vezes já errou e desejou ser perdoado. Somos seres
humanos, estamos em constante processo de aprendizagem e evolução. E nesse
caminho muitos erros e acertos acontecem. O perdão, na visão da psicologia, é
dar a cada um o direito de ser como é, e também a nós o direito de sermos como
somos. Se tivermos uma visão diferente da vida, e se desejarmos transmitir esta
visão, é nobre de nossa parte, mas não podemos exigir que o outro a acate. À
medida que formos trabalhando a mágoa e os nossos valores diante disso, ela vai
perdendo o significado, vai desaparecendo. Seja gentil com você. Não permita
que ninguém torne a vida insuportável, nem para você, nem para os outros. Você
já percebeu que quando estamos de bom humor, ouvimos até desaforo e
dizemos: Sabe que você tem razão? A pessoa saudável não faz o mal
conscientemente a ninguém. Mas quando está de mal consigo mesmo, agride o
outro e acaba prejudicando não somente o outro, mas também a si mesmo. Se no
passado tivemos atitudes que nos levaram a um presente doloroso, podemos no
presente construir um futuro melhor. Pense nisso!

�3 EMOÇÃO E RAZÃO
A razão fecha todas as portas e janelas e se tranca em
pensamentos curtos para não dar “de cara” com o medo pelo
corredor. Peça a sua razão que abra as janelas e cumprimente as
emoções. Elas podem ser amigas, pois as emoções carinhosas
conhecem os caminhos que a razão jamais ousou pisar. (CAIRO,
1999, p.188)

As emoções são contagiosas e devemos usá-las para melhorar o nosso
ambiente. Só as pessoas de bom coração têm o poder de contagiar. Então envie
onda de bem estar. Descubra como fazer e faça a diferença! Não deixe que uma
pessoa que ainda não aprendeu a amar contamine aquele que se deixa levar.
Assim como na matemática o negativo mais negativo dá positivo, um fraco mais
um fraco, não são apenas dois fracos, mas sim, um forte. Quando perceber que
isso está crescendo, aja com inteligência emocional. Não somos grandes
conhecedores de tudo, mas temos sabedoria para melhorar algumas coisas
necessárias. Não tenha medo de se arriscar. Pelo menos tente!
Saber controlar as emoções e respeitar os sentimentos dos outros, melhora
as nossas habilidades intelectuais. Na verdade, podemos usar as emoções como
uma oportunidade para aprimorarmos os nossos desempenhos enquanto pessoa
e profissional. Você pode, ao acordar, acreditar que algo bom vai acontecer hoje,
permitindo a possibilidade de ver a luz ao fundo do túnel. O nosso sistema
imunológico tem muito a ver com a Inteligência Emocional. Estresse, doença
grave, risco de saúde, tem tudo a ver como reagimos aos acontecimentos.
Quando o nosso corpo está estressado, ele rouba as nossas energias. Aí é fugir
ou lutar! Então podemos reagir para melhorar, e o relaxamento, seja através da
respiração, de um momento de oração, de um contato carinhoso, ou seja, através
da Inteligência emocional, nos dá a oportunidade de melhorarmos. Dessa forma,
começamos encontrar os melhores caminhos. Caso contrário, nos enchemos de
raiva, de crítica e nos desabafamos de forma nada inteligente, emitindo e
recebendo o contra ataque, aumentando o desconforto que nos leva ao
desespero, ao desânimo e ao desgosto. As mensagens dolorosas aumentam o
nosso batimento cardíaco e nos leva ao estresse. Se houver uma comunicação

�clara e saudável, partes do sofrimento podem ser aliviadas. Podemos dizer o que
podemos sabemos fazer melhor, para trabalharmos bem em conjunto.
Precisamos da Inteligência Emocional que nada mais é do que desenvolver
habilidades que possam ser aprendidas constantemente. Há pessoas que não
dimensionam quando as suas atitudes são indelicadas, acham que é apenas um
desentendimento ou que o outro é melindroso. Reflita, tente colocar-se no lugar
do outro, porque uma emoção leva a outra. Então procure se relaxar, distrair, e
quando se sentir melhor retorne para conversar. Entre os indivíduos, há
convicções que devem ser canalizadas de forma inteligente para que
harmoniosamente atinjam os objetivos, não só da biblioteca, mas da universidade
como um todo. Podemos fazer com que a biblioteca onde atuamos, possa ser
exemplo. A Inteligência Emocional, consciência do dever e da obrigação não faz
de você exceção, mas exemplo. Uma pessoa emocionalmente inteligente procura
contornar as situações ou os limites de forma a encontrar soluções e não deixa
criar barreiras através de situações de tensões que nos levam a enxergar as
situações de forma exagerada.
A inteligência, somada às nossas emoções, pode melhorar a nossas
habilidades para prosperarmos no trabalho. Somos pessoas que se importam,
que têm gestos e atitudes especiais com a vida. Seja alguém, com quem as
pessoas se sintam bem! Talvez aí esteja o grande segredo. Isso é uma questão
de maturidade, que hoje podemos chamar de Inteligência Emocional. Que pena
que exploramos uma parte demasiadamente pequena da nossa capacidade.
Temos tanto talento guardado, vamos explorá-lo para o nosso bem e o bem
daqueles que nos rodeiam!
Depois das colocações propostas, acreditamos que diante de situações
difíceis, embora tenhamos reações fortes, reconheçamos que podemos melhorar.
Em determinados momentos, devemos deixar a poeira assentar,
percebermos se fizemos algo realmente inadequado, e não reagirmos no ímpeto.
Já sabemos que conseguimos controlar os nossos impulsos agindo de forma
inteligente. Escutando os nossos instintos, a nossa intuição, e, observando os
nossos impulsos para tomarmos decisões sensatas, teremos maior chance de

�não nos arrependermos depois. A emoção, quando saudável, nos move para
frente, nos impulsiona. A motivação é apenas emoção, e o otimismo é muito
importante porque é fator facilitador. Dizem que a maior diferença entre um
otimista e um pessimista está no que eles dizem a si mesmo em momentos
difíceis. É preciso ter habilidade, ter empatia para se entender com as pessoas.
Desde sempre nos solidarizamos com o outro, seja um bebê, uma criança, um
jovem, um adulto ou um idoso. Deve ser horrível não conseguirmos sentir a
aflição do outro, não percebermos a dificuldade ou a tristeza de alguém que
convive conosco horas, dias, meses e até vários anos. Precisamos saber lidar
com as emoções interagindo com dedicação, lealdade, nutrindo bons sentimentos
e tentando não destilar veneno.
Você já experimentou dizer bom dia ao motorista do ônibus que leva
centenas de pessoas todos os dias ao trabalho, inclusive você ou pessoas que
convivem com você? Com certeza ele sentirá sua cordialidade e enviará ondas de
bem estar a todos os demais que se utilizarem desse transporte durante seu turno
de trabalho. Nós podemos fazer as pessoas se sentirem melhores ou piores. Essa
interação faz bem também à nossa saúde. Saiba que as pessoas que sofrem de
mau humor, têm o dobro do risco em contrair doença grave do que as pessoas
alegres. Todos nós podemos fazer algo na tentativa de mudarmos para melhor a
nossa vida. Será que nos momentos difíceis conseguimos pensar que algo bom
pode acontecer? Será que conseguimos nos acalmar e buscar na memória um
positivismo que nos levará ao relaxamento? Se usarmos palavras positivas,
ouvirmos uma música suave, serena, ou desenvolvermos uma atividade que nos
acalme, conseguiremos lidar melhor com os problemas e preservaremos a saúde.
Quando alguém nos desagrada, devemos dizer o que sentimos no momento
ocorrido, para não guardarmos aquele sentimento, que acaba se tornando em
ressentimento. Se o alimentarmos, ele vai crescendo, até que atacamos o outro
que por sua vez, se defende ou contra ataca. Precisamos ser realistas, sem
ironias ou desrespeitos, para que nossas colocações não sejam dolorosas aos
olhos do outro. Se não agirmos de forma solidária, poderemos nos comparar a um
piloto que ao notar um problema no avião, estando ele em operação, avisa os
seus co-pilotos, que, se eles não o ajudaram em nada, o avião poderá cai

�causando uma tragédia. A comunicação deve ser clara e franca, tanto na família
quanto no trabalho, para que tenhamos bom êxito. Para trabalharmos bem em
conjunto, necessitamos de Inteligência Emocional e como já sabemos, ela pode
ser ensinada e aprendida sempre. Quando a razão e a emoção estão dominadas
pelo negativismo, a nossa inteligência acaba sendo bloqueada expondo-nos à
desesperança.
Em um ambiente integrado por valores que comprometem um acreditar,
sentir, refletir coletivamente, a alegria e o humor traduzem o estado de felicidade
grupal. Problema sempre haverá, mas se houver um compromisso solidário para
somar as potencialidades, abre-se aí a inteligência grupal. Não devemos
esquecer do bom dia, por favor, e obrigado. Devemos ter claro em nossa mente,
que o mesmo trabalho e esforço que temos para imaginar que podemos
conseguir algo, é igual ao que temos quando pensamos o contrário. O homem é
maior que o profissional, por que antes de ser qualquer coisa, ele é uma pessoa
que tem sonhos, crenças, carências, frustrações, talento, medo, limite, ousadia,
esforço, determinação, coragem, emoção e razão. É muito triste constatarmos o
quanto há de pessoas extremamente responsáveis pela infelicidade do outro. Se
agirmos inteligentemente, não desejaremos que o nosso próximo se dê mal
simplesmente porque queremos nos dar bem. Ele também poderá se tornar um
vencedor! Uma emoção leva a outra, um fato leva a outro, uma alegria nos
conduz a maiores alegrias. Pessoas alegres têm o poder de contagiar com sua
alegria e assim por diante. Precisamos fazer a diferença com nossos atos.
Podemos ajudar o outro a se acalmar para depois conversarmos. Há princípios
básicos que não nos permite perder o controle.
Devemos desencorajar a prática das fofocas e das rodinhas de
fermentações no ambiente de trabalho, porque isso não é bom nem para os
funcionários, nem para a Instituição. Se não dissermos para as pessoas aquilo
que é devido a ela, nem sempre ela saberá quando precisa ajustar o seu
comportamento. Ter senso de humor é muito bom, não precisamos ser
carrancudos simplesmente porque trabalhamos com seriedade! Tente descobrir o
que mais te irrita e procure buscar caminhos que o leve a viver melhor. Perceba
os sinais do seu corpo que mostra o que não está bem. Tente encontrar

�oportunidades melhores e não repita os mesmos erros. Cada pessoa é um ser
único e isso nos dá a oportunidade de não vivermos na mesmice, de
aprendermos a lidar com as diferenças e descobrirmos o que cada um tem a
oferecer. Somos parte do todo, temos uma razão para existir, devemos tornar os
nossos momentos mais agradáveis. Temos hábitos diferentes, experiências
diferentes, trajetórias diferentes e projetamos o futuro de maneira diferente.
Temos medo do que não conhecemos. Quando as mudanças ocorrem de forma
natural, muitas vezes nós nem as sentimos. Devemos trabalhar de forma
integrada, porque cada um inter-relaciona-se com o outro e ambos são a soma
daquele ambiente. Isso pode ser muito vantajoso, possibilitando a oportunidade
de atingirmos as metas de forma harmoniosa. Dessa forma, criamos vínculo com
o ambiente e os colegas do trabalho e acabamos vestindo a camisa da instituição.
É muito bom poder desempenhar as atividades com a sensação de liberdade. A
Inteligência Emocional nos permite atuarmos na busca da realização pessoal e
profissional com criatividade, descobrindo, encorajando e contribuindo na
realização das mais diversas áreas. Basta dar responsabilidades por iniciativa e
inovação, permissão para falhar porque aprendemos também com os erros,
estabelecer limites, pois a falta dele pode levar a situações delicadas.
É comprovado que todos nós temos necessidade de estima, de segurança
e proteção, e necessidades sociais. Todos merecemos e

queremos ser

respeitados. O funcionário é ao mesmo tempo humano e único além de
profissional. Todos nós quando saímos de casa, saímos completos, ninguém
deixa o coração em casa quando vai para o trabalho! Precisamos enfatizar a
importância de trabalhar em equipe, incentivar o compartilhamento, apoiar e
fortalecer a capacidade que as pessoas têm de interagir enquanto equipe.
Acompanhar a mudança é tão importante quanto a nossa adaptação com tudo o
que ocorre em nosso meio. Se observarmos os membros de uma família,
veremos que tanto quanto em uma equipe de trabalho, ambos discutem aspectos
positivos e negativos, concordam e discordam, dividem responsabilidades, se
respeitam, se estimam e se castigam quando necessário. A coragem para vencer
é fortalecida na amizade, no companheirismo, na cumplicidade e na
camaradagem, e o nosso ambiente de trabalho merece extensão de tudo isso.

�Os laços entre os funcionários de uma organização e até a própria
organização se fortalecem através de atividades que não seja apenas com o
trabalho. Cabe aqui um exemplo prático de integração em biblioteca universitária:
trabalho onde a interação flui de maneiras mais diversas possíveis. A iniciativa e
liberdade de ação acontecem de maneira às vezes surpreendente, não que não
haja problemas, pois todo local, onde existem pessoas reunidas, tal probabilidade
existe. Mas, em todas as oportunidades, surgem idéias de algo a fazer em
determinados períodos. Época de frio passa-se uma lista com os dizeres: - quem
quer tomar um caldo quente no dia tal? E os interessados colocam seus nomes
na lista, e o melhor ainda é que praticamente 100% participam. Esse funcionário
faz a compra dos ingredientes, e no dia combinado estamos lá, na cozinha da
biblioteca, tomando o caldo quente, num clima de descontração. Quanto custa
isso? Em termos financeiros, quase nada. Em satisfação pessoal, o valor é muito
grande, alguém se dedicou a fazer o melhor caldinho e todos compartilharam!
Digo até que o alimento aqueceu o corpo e a alma, atingindo inclusive o coração
porque tudo é preparado com muito carinho e dedicação. Nesse momento surgem
os elogios, as trocas de receitas e os bate-papos descontraídos. No período de
festa junina, outra lista é passada, onde constam os ingredientes típicos da época
a serem comprados e lá estão todos na cozinha, num envolvimento total para
cortar os temperos, cozinhar, enfim, preparar a melhor festa junina dos
funcionários desta Biblioteca. Sem falar da decoração: bandeirinhas e balões que
enfeitam desde a entrada da biblioteca até a cozinha onde se concretiza o fato.
Nesse período já se inicia o planejamento das festividades do fim do ano, ou seja,
como será a árvore de natal deste ano? Isso é maravilhoso! Só precisa de
dedicação, carinho e desejo de união. Em que momento tua inspiração te revela
informações valiosas? Talvez no momento de descanso, não é? Aí está a
importância de alternar trabalho e descanso.
Precisamos entender o que esperam de nós para que com a soma dos
esforços, conseguiremos superar as fraquezas, obter sucesso, corrigir erros,
estabelecer metas e cumpri-las. Mas é necessário que os objetivos sejam
colocados de maneira clara. É comprovado através de literatura que ruídos na
comunicação é um dos maiores problemas que enfrentamos atualmente.

Se

�conhecermos as diferentes etapas do trabalho desenvolvido pelos nossos
colegas, entenderemos melhor quão valioso e indispensável é cada passo e
saberemos nos posicionar melhor

diante de cada situação, ajudando-nos

mutuamente ao invés de criticarmos por não entendermos tal importância. Mas
precisamos expressar as nossas dificuldades, ouvir as colocações, solicitar idéias,
buscar soluções para respondermos através de nossas ações. Dê liberdade,
deixe os funcionários decorarem os seus espaços, pois se sentirão confortáveis
num ambiente que lhes ofereça bem-estar e com certeza, isso fará a diferença,
eles se tornarão mais produtivos e criativos. Pode parecer simples, mas com as
ferramentas necessárias e liberdade de ação, o desempenho pode passar de bom
para ótimo e excelente. Sempre que surgir conflito, não o camufle, tente
solucionar de forma que ele não venha se tornar um problema sério. Faça dele
uma ponte. Os traços da personalidade que cada um traz para o trabalho devem
ser respeitados, entendidos, mas trabalhados sempre que necessário. Às vezes é
necessário ajudarmos o outro a enxergar o que tem a oferecer. Ajustes existem
para serem feitos sempre que possível, entre o talento, o comportamento e as
ações. Alimente bons sentimentos, demonstre confiança no trabalho da pessoa,
elogie sempre que merecer recompensa e não tente mostrar só o incorreto, se
esforce para enxergar o correto e valorizá-lo por isso. A convivência nos ensina
muito e nos ajuda a melhorarmos. Se fizermos parte de um coral e nos
emprenhamos em conhecer a totalidade da apresentação, não nos limitando
somente a nossa parte, haverá maior sincronismo e o sucesso da apresentação
será motivo de orgulho para todos. Assim deve ser numa equipe, trabalhar de
forma integrada com objetivos comuns. O fato de nos comunicarmos com respeito
e compreensão no trabalho nos proporciona a possibilidade de nos ajudarmos
mutuamente. Dessa forma todos saem ganhando, porque a confiança e o
entusiasmo não ocorrem apenas com aqueles funcionários, mas atinge a melhoria
da qualidade também da empresa. Até para elogiar alguém você deve fazê-lo de
forma inteligente. Cuidado para não elogiar apenas uma pessoa, quando outras
mais estiverem envolvidas na tarefa. Isso pode desestimular aquela que não se
sentiu tão valorizada quanto à outra. Dizem que devemos comemorar as vitórias,
por menores que elas sejam.

�4 HEMISFÉRIOS CEREBRAIS

Precisamos trabalhar os dois lados do cérebro para melhorarmos a nossa
inteligência. Segundo Ribeiro (2002, p. 47):
No hemisfério esquerdo, tudo na vida delas é organizado,
detalhado, certinho. Tudo é tão organizado que a visão do mundo
dessas pessoas é extremamente limitada: elas vêem apenas a
árvore, mas não conseguem ver a floresta. No outro extremo,
estão as pessoas sonhadoras, cheias de preocupações sociais,
mas que nunca conseguem concretizar seus ideais. [...]
desenvolvendo apenas o lado direito do cérebro, você consegue
ver a floresta, mas não vê a árvore.

Dizem que todas as boas idéias vêm do lado direito do cérebro, mas para
que elas possam fluir, é necessário estarmos relaxados. Não dá para nos
aprofundarmos no assunto, neste momento. Mas, é importante que conheçamos
um pouco sobre as funções dos hemisférios e quanto de responsabilidade
podemos assumir quando temos consciência dos fatos.
O hemisfério direito é então responsável pelos seguintes
comportamentos: apreensão das idéias globais e principais dos
problemas, lidar intuitivamente com fatos e situações simultâneos,
aprender através da experiência e do contato direto com o
material, elaborar pensamentos através de imagens ou sonhar
acordado, responder positivamente a apelos emocionais, usar
analogias e metáforas, sumarizar o material estudado, lembrar
facilmente de rostos, interpretar linguagem corporal, usar de
humor, improvisar, desenhar as próprias idéias, sintetizar imagens
e outros processamentos da mesma natureza. (WECHSLER,
1998, p. 43)

Podemos perceber que segundo o autor, praticamente, o lado direito do
cérebro percebe os problemas e busca soluções, enquanto o lado esquerdo
analisa e avalia a solução encontrada e elabora a produção final. Se a partir
dessa consciência nos interessarmos para conhecer tais funções mais
profundamente, teremos a chance de nos aprimorarmos sempre mais.

�5 CONCLUSÃO
Que possamos, depois da leitura desse texto, demonstrar melhor
compreensão na posição ou necessidade dos outros ou da empresa, tanto quanto
esperamos que compreendam as nossas, e que consigamos utilizar a Inteligência
Emocional, para enfrentarmos os desafios que constantemente surgem em
nossas vidas. Que saibamos fazer afirmações positivas sobre as pessoas ou os
fatos. Que amadureçamos idéias com sensibilidade e tenhamos humor sobre nós
mesmos. Que ouçamos, reflitamos, apoiamos, concordamos, discordamos, mas
tentando sempre agir positivamente, porque quando trabalhamos utilizando a
Inteligência Emocional, respeitamos e contornamos mais os limites. Como diz o
nosso grande poeta Fernando Pessoa: “Fazer da interrupção um caminho novo;
da queda, um passo de dança; do medo, uma escada; do sonho, uma ponte; da
procura, um encontro”.

REFERÊNCIAS

CAIRO, C. Mal-estares em geral. In: ______. Linguagem do corpo: aprenda a
ouvi-lo para uma vida saudável. São Paulo: Mercuryo, 1999. p. 179-190.
CURY, A. Bons professores educam para uma profissão, professores fascinantes
educam para a vida. In: ______. Pais brilhantes, professores fascinantes. Rio
de Janeiro: Sextante, 2003. p. 79-81.
MATOS, F. G. de. Fator QF: quociente de felicidade. Ciclo de felicidade no
trabalho. São Paulo: Makron Books, 1997.
RIBEIRO, L. Funcionamento do cérebro. In: ______. Inteligência aplicada. São
Paulo: Arx, 2002. p. 41-54.
WESCSLER, S. M. O conceito da criatividade. In: ______. Criatividade:
descobrindo e encorajando. Campinas: Psy, 1998. p. 25-69.
∗

Bibliotecária CRB-8/4944. Seção Técnica de Referência Atendimento ao usuário e
Documentação. Instituto de Biociências/UNESP/Rio Claro/SP. Av. 24A, nº 1515, Bairro: Bela
Vista - CEP.: 13506-900 - Rio Claro - SP – Brasil mpardini@rc.unesp.br

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="46">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51369">
                <text>SNBU - Edição: 13 - Ano: 2004 (UFRN - Natal/RN)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51370">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="41">
            <name>Description</name>
            <description>An account of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51371">
                <text>Tema: Bibliotecas universitárias: (Re) Dimensão de bibliotecas universitárias: da gestão estratégica à inclusão social.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51372">
                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51373">
                <text>UFRN</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51374">
                <text>2004</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51375">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51376">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51377">
                <text>Natal (Rio Grande do Norte)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="53630">
              <text>A inteligência emocional impulsiona as pessoas a melhorar suas habilidades e prosperar na vida e no trabalho</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="53631">
              <text>Pardini, Maria Aparecida</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="53632">
              <text>Natal (Rio Grande do Norte)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="53633">
              <text>UFRN</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="53634">
              <text>2004</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="53636">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="53637">
              <text>Em determinados momentos e por inúmeras vezes, ouvimos dizer que a biblioteca é o coração da universidade. Cada vez mais trabalhamos e nos equipamos com as novas tecnologias, mas, o ser humano é o maior patrimônio existente. É ele que desenvolve e trabalha com esta tecnologia fazendo a biblioteca prosperar. Para trabalharmos bem em conjunto, necessitamos da Inteligência Emocional e isto nós podemos aprender e ensinar constantemente. A emoção e a motivação são estritamente relacionadas e tudo gira em torno de relacionamento. A comunicação é essencial, principalmente se for clara e franca e nos permita tomar decisões com maturidade, confiabilidade e integridade. É necessário escutarmos mais as opiniões alheias, aos instintos, a intuição e sentirmos a sensação de que estamos no caminho certo. </text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="68364">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
</item>
