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                  <text>A IMPORTÂNCIA DA AUTONOMIA NA BUSCA DA CAPACITAÇÃO
PROFISSIONAL
Kátia M. de Andrade Ferraz ∗
Thais Cristiane Campos de Moraes∗∗
Sandra H.M.G. Ribeiro dos Santos∗∗∗

RESUMO
O Programa de Educação que está em implantação na Divisão de Bibliotecas e
Documentação - ESALQ/USP que tem como objetivo valorizar o ser humano,
estimular o desenvolvimento pessoal e profissional de seus funcionários e norteia
os seus colaboradores no “Conceito DIBD” referente à autonomia que cada
individuo pode ter na busca de sua capacitação e qualificação. Com uma
metodologia própria para a transferência desse conceito, cuja essência parte do
interior de cada um, apresenta uma dinâmica de grupo diferenciada com a
participação de todos os funcionários, de modo que a idéia seja disseminada de
forma agradável e ao mesmo tempo consistente. A elaboração de um gibi
ilustrado, denominado “Motorista de seu próprio destino”, cuja história tem como
cenário a biblioteca universitária, é a etapa inicial para a conscientização da
importância da autonomia na vida profissional. O tema requer a utilização de
recursos que estimulem a auto-reflexão em relação à postura profissional, aos
paradigmas existentes e às novas concepções que atualmente se impõem aos
profissionais da informação. A idéia de assumir iniciativas, ir além das suas
atribuições, gerenciar situações atípicas no trabalho, ser responsável pelo seu
desenvolvimento e capacitação, é condição essencial na busca da qualificação
dos funcionários da DIBD.
PALAVRAS-CHAVE: Programa de educação – Profissional da informação.
Motivação. Autonomia. Metodologia.

1 INTRODUÇÃO
O Programa de Educação que está em implantação na Divisão de Bibliotecas e
Documentação - ESALQ/USP que tem como objetivo valorizar o ser humano,
estimular o desenvolvimento pessoal e profissional de seus funcionários e norteia
∗

Bibliotecária chefe da Seção de Circulação e Empréstimo, Divisão de Biblioteca e Documentação - ESALQ/USP, Caixa
Postal 9, Piracicaba, SP, Brasil - kmaferra@esalq.usp.br
∗∗
Analista de Sistema – Técnica de Documentação e Informação, Divisão de Biblioteca e Documentação - ESALQ/USP,
Caixa Postal 9, Piracicaba, SP, Brasil - tcmoraes@esalq.usp.br
∗∗∗
Diretora Técnica de Serviço, Divisão de Biblioteca e Documentação - ESALQ/USP, Caixa Postal 9, Piracicaba, SP, Brasil
- shmgrsan@esalq.usp.br

1

�os seus colaboradores no “Conceito DIBD” referente à autonomia que cada
indivíduo pode ter na busca de sua capacitação e qualificação.
A autonomia profissional permite ao indivíduo tomar as melhores decisões frente
às dificuldades, gerenciar as suas atividades e assumir as responsabilidades pelos
resultados de suas atitudes e por sua atuação no processo de trabalho.
A capacitação e a qualificação no mercado de trabalho atual são indispensáveis à
gestão de recursos humanos no processo de aprendizagem organizacional,
considerando o aumento da qualidade e produtividade das atividades, sendo,
inclusive, um fator de satisfação do empregado (GONÇALVES, 2006).
A qualificação, juntamente com o treinamento, permite que o indivíduo se
conscientize cada vez mais da importância de seu papel dentro das organizações.
Assim, o investimento e o estímulo à capacitação, através de um ambiente para a
expressão individual dos funcionários, indubitavelmente, irão refletir positivamente
na instituição.
As organizações são dependentes das inovações e melhorias em seus sistemas e
produtos, e estas dependem da criatividade das pessoas (ANDRIANI, 2004).
Dentre os módulos abordados nos treinamentos da DIBD, destacou-se o
“Motorista do Destino”, que atendeu perfeitamente à idéia de estimular a equipe de
trabalho na busca do desenvolvimento de habilidades, na atualização dos
conhecimentos, na qualificação e conseqüentemente no crescimento pessoal e
profissional que determina o melhor desempenho e a competência do indivíduo.
De acordo com Andriani (2004), para ser “Motorista do Destino” o indivíduo
necessita assumir a direção de sua vida, e não delegá-la para a empresa, visando
seu desenvolvimento e ampliando a sua empregabilidade. Com isso, ele incorpora
ao seu patrimônio profissional o máximo de aprendizado, aliando a teoria à prática
(ANDRIANI, 2000).

2

�O indivíduo deve ser conscientizado de que a sua capacitação é condição
essencial para a construção de seu futuro, possibilitando maiores oportunidades,
valorização, reconhecimento profissional e, conseqüentemente, o sucesso.

2 TREINAMENTO
O treinamento teve caráter educativo, visto que englobou atividades de
aprendizado e educação.
A idéia foi proporcionar aos participantes maior consciência quanto ao uso de suas
vontades, à importância de estabelecer projetos de vida, à utilização de seu
potencial e de sua criatividade na vida pessoal e profissional.
Como afirma Machado (2006), “o segredo do sucesso é a constância ao objetivo,
ao projeto, ao plano que foi traçado para ser transformado em resultados”.

2.1 Metodologia
A metodologia foi definida tendo como parâmetro a motivação, pois, conforme
descreve Carvalho (2001), a assimilação de um determinado assunto é mais
eficiente e interessante quando os participantes sentem-se motivados em seu
aprendizado.
A reflexão desempenha um papel fundamental de provocar mudanças nas ações
individuais. De acordo com Ribeiro (2004), as reflexões contribuem para rupturas
de valores do ambiente organizacional, das pessoas, das atividades e do uso de
técnicas que se interagem, resultando em um processo contínuo de aprendizagem
do ser humano.

3

�O tema exigiu uma metodologia direcionada para a auto-reflexão, cuja mudança
individual e institucional de paradigmas é condição essencial para que os
participantes assumam uma postura de autonomia em relação ao seu
desenvolvimento.
O conteúdo do tema, por ser de âmbito comportamental, enfatizou as relações e a
postura do indivíduo no processo de aprendizagem. Dentre elas: a criatividade, a
autonomia, a ação reflexiva e crítica, a espontaneidade e a flexibilidade, de modo
que fizessem parte da reflexão sugerida na dinâmica do treinamento. Nos
objetivos instrucionais, foi importante destacar as atitudes a serem revistas e
modificadas.
As organizações que antes proporcionavam treinamentos aos seus funcionários,
considerando o homem um ser passivo, mais tarde, o homem como um recurso,
atualmente mudaram a sua concepção, enxergando o homem como uma pessoa
(Gonçalves, 2006).
Para a definição da metodologia, algumas questões sugeridas por Macian1 (1987)
apud Gonçalves (2006) foram consideradas. Dentre elas:
a) Por que treinar?
O mundo atual é caracterizado por mudanças, o que intensificou a velocidade e a
busca de conhecimentos na competitividade das organizações. Para tanto, a
aprendizagem tem um papel fundamental para o crescimento das instituições.
b) Em que treinar?
As organizações devem investir em treinamentos e na conscientização de seus
funcionários, enfatizar a importância do aprendizado para o mundo atual e
ressaltar que para aprender, o indivíduo deve estar interessado em aprender.
Estimular o aprendizado, propiciando um ambiente capaz de aumentar a
1

MACIAN, L.M. Treinamento e desenvolvimento de recursos humanos. São Paulo: EPU,
1987

4

�criatividade e a vontade na busca da capacitação, foi considerado de extrema
importância para a DIBD.
c) A quem treinar?
Toda a equipe da DIBD participou efetivamente.

2.2 Dinâmica
De acordo com Carvalho (2001), “o método de trabalho em grupo constitui uma
série de atividades envolvendo um determinado número de aprendizes, as quais,
sob determinadas condições, produzem resultados em resposta aos problemas
que lhe são encaminhados pelo processo de treinamento”.
Considerando esta afirmação, a participação de toda a equipe da DIBD seria
fundamental para o sucesso do treinamento. Desta forma, convites (Figura 1)
foram elaborados para estimular a presença dos colegas.

Figura 1 - Convite para o treinamento

No início do treinamento, marcadores de livros e mensagens referentes ao tema
(Figura 2 e 3) foram distribuídos aos participantes de modo a enfatizar a idéia
proposta. As mensagens foram sinalizadas com cores diversas, utilizadas

5

�posteriormente para a formação dos grupos de trabalhos, facilitando, assim, a
integração das equipes, independente da área de atuação.

Figura 2 - Marcador de livro

Figura 3 - Mensagem

Para motivação e envolvimento dos participantes na dinâmica do treinamento, foi
utilizada a técnica de “Brainstorming”, que significa “tempestade de idéias”,
definida por Carvalho (2001) como uma técnica criativa de treinamento em grupo,
visando selecionar questões ligadas ao processo de formação profissional. Esta
técnica possibilitou, ao instrutor, apreender o conhecimento ou idéia que cada
participante imaginava sobre o termo “Motorista de seu próprio destino”, que foi
lançado como tema para a discussão. O termo foi escrito na lousa e os grupos
tiveram alguns minutos para refletirem sobre o assunto, registrando através de
uma frase a idéia final da equipe, o que tornou possível agregar ao envolvimento
de todos a ênfase ao conceito da autonomia na busca da capacitação.
Para a transferência do conceito, no treinamento dos grupos, foi adotado um gibi
(Figura 4) elaborado pela equipe do Programa de Educação da DIBD, que teve
como referencial o material didático da Empresa de Consultoria Diagrama, no que
se refere ao formato e conteúdo, porém com adaptações pertinentes ao ambiente
de uma biblioteca universitária.

6

�Figura 4 - Gibi – Seja motorista de seu próprio destino

O material didático foi aplicado durante a dinâmica do treinamento e contou com o
apoio de alguns participantes. Os personagens do gibi possuíam características
opostas. Enquanto um enfatizava a postura autônoma e pró-ativa, o outro
demonstrava apatia e desânimo. A representação do gibi por alguns integrantes
do treinamento foi intercalada por um narrador que fazia a leitura do conceito do
“Motorista do próprio destino”.
Um banner (Figura 5) foi elaborado visando a assimilação dos paradigmas através
do estímulo visual, atraindo a atenção dos participantes e comunicando-lhe
imediatamente a idéia desejada. A sua apresentação foi realizada por um dos
integrantes do treinamento, o que valorizou ainda mais a dinâmica.

7

�Figura 5 - Banner

Para estímulo à auto-reflexão, uma planilha denominada “Projeto pessoal” foi
utilizada como exercício individual (Figura 6). Nesta planilha, os participantes
fizeram uma projeção de suas vidas. Após o exercício, estas planilhas foram
recolhidas pelo instrutor e guardadas, para serem entregues após doze meses, de
modo que os participantes pudessem avaliar os seus projetos e as suas
realizações no campo pessoal.

Figura 6 - Planilha pessoal

Posteriormente, esta planilha foi substituída por outra, denominada “Projeto
profissional” (Figura 7), que foi facilmente assimilada, devido ao exercício anterior.

8

�Este novo modelo serve de estímulo aos projetos profissionais de cada pessoa,
podendo ser aplicada no ambiente de trabalho, a exemplo de alguns setores da
biblioteca. Os participantes poderiam programar suas decisões a curto e médio
prazo, baseadas em sua experiência pessoal e em seus valores. Esta ferramenta
oferece oportunidades para planejamentos e perspectivas profissionais na área de
atuação, definidas pela própria pessoa que gerencia a rotina do trabalho, com o
apoio de sua chefia.

Figura 7 - Planilha – Projeto profissional

Após os exercícios, mensagens foram divulgadas através do datashow,
proporcionando um momento para reflexão e entendimento, com uma breve
revisão sobre o conteúdo do treinamento.

2.3 Instrutor
Para o treinamento dos funcionários, alguns itens foram cuidadosamente
considerados pelo instrutor:
• Exposição das vantagens efetivas do Programa de Educação, que tem como
meta a capacitação dos funcionários. Dentre elas: novos conhecimentos, novas

9

�habilidades, possibilidade de valorização e reconhecimento profissional,
aumento da qualidade do trabalho desenvolvido e oportunidade na carreira;
• Explanação clara sobre o objetivo do treinamento;
• Recursos audiovisuais, por serem excelentes auxiliares da exposição verbal;
• Material didático adequado à dinâmica do treinamento.
O instrutor seguiu o seguinte roteiro:
• Entrega de mensagens (para reflexão) com lacres coloridos (utilizados para a
formação dos grupos por cores)
• Apresentação do material didático: “Programa de Educação: seja motorista de
seu próprio destino”;
• Explanação ao grupo sobre a dinâmica do treinamento;
• Desenvolvimento de atividade em grupo: “brainstorming”, extraindo conceitos
referentes ao tema proposto: “Motorista do destino X Autonomia”, com anotação
das idéias no quadro;
• Apresentação de banner;
• Participação ativa de alguns colaboradores durante o evento;
• Representação da história contada no material didático;
• Desenvolvimento de atividade individual, para reflexão e planejamento pessoal,
como exercício para o planejamento profissional;
• Breve explanação sobre o Programa de Educação, com a exposição de alguns
slides intercalados à palestra;
• Exposição do modelo proposto no Programa de Educação como estímulo a
autonomia: “Motorista do Destino - Projeto Profissional”;
• Distribuição do questionário de avaliação do treinamento;
• Distribuição da Folha de verificação (comprovante de participação).

10

�2.4 Avaliação
A avaliação evidenciou os resultados referentes ao conteúdo, à exposição do
treinamento, ao comportamento dos participantes e ao aprendizado propriamente
dito.
Através da aplicação de um questionário (Figura 8) distribuído no final do
treinamento, foi possível verificar a receptividade dos participantes quanto ao
desenvolvimento da atividade, em relação ao conteúdo, à explanação do tema, à
postura do instrutor, ao tempo e aos recursos utilizados na metodologia.

Figura 8 - Questionário de avaliação do treinamento

A utilização da técnica de Brainstorming possibilitou a avaliação da aprendizagem
no decorrer do treinamento.
A avaliação do comportamento dos participantes, que normalmente ocorre através
de depoimentos, aconteceu naturalmente, na forma de elogios e de palavras de
estímulo recebidos pela equipe do “Programa de educação”. Considerações
descritas no item “comentários” do questionário de avaliação do treinamento,
reforçaram esta afirmação.

11

�3 RESULTADOS E DISCUSSÃO
As atividades do treinamento visaram a transferência do conhecimento e das
informações para a consciência profissional, através de um ambiente criativo para
a motivação dos participantes e para a assimilação do conceito, e esse objetivo foi
alcançado com sucesso.
A

participação

dos

funcionários

durante

a

dinâmica

possibilitou

maior

envolvimento e interação do grupo e uma aprendizagem ativa. A sua eficácia foi
garantida pelo número de participantes e pelo dinamismo do treinamento,
considerando que situações estáticas não atenderiam às expectativas do tema.
A dinâmica proporcionou maior integração da equipe, independente das afinidades
pessoais, um envolvimento considerável e a satisfação dos participantes, cujo
momento vivenciado de maneira adequada evidenciou harmonia nas relações
interpessoais, que contribui para o desempenho das atividades compartilhadas no
ambiente de trabalho.
A comunicação entre instrutor e participantes foi facilitada e a mensagem foi
transmitida com sucesso, devido à diversidade de recursos utilizados na dinâmica
do treinamento, independente da heterogeneidade da equipe.
Os instrutores tiveram como responsabilidade conscientizar os participantes da
importância do assunto: a autonomia na busca da capacitação. A postura
adequada e positiva do instrutor foi condição essencial para que este objetivo
fosse alcançado.
Os resultados evidenciaram os efeitos do treinamento para os participantes e para
a organização, através de indicadores pontuais, como descrito no item anterior.
A assimilação do conceito pode ser comprovada através da participação dos
funcionários em cursos e treinamentos registrados no sistema de informação da
DIBD.

12

�4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A expectativa da DIBD, com a implantação deste Programa, é que cada
colaborador busque o seu desenvolvimento, tenha acesso aos novos conceitos e
paradigmas e reestruture o ambiente de trabalho, tornando-o mais humanizado,
menos paternalista.
Um dos desafios deste treinamento foi reforçar comportamentos positivos que
favoreçam o crescimento profissional e reestruturar conceitos já aprendidos e que
se tornaram maus hábitos dentro do ambiente da organização.
A DIBD vem trabalhando sistematicamente no desenvolvimento de sua equipe, na
valorização do ser humano e na disseminação do conceito de aprendizagem
contínua do indivíduo, uma vez que esta é a via pela qual se beneficia para
alcançar seus objetivos e metas, formuladas nas suas estratégias, na missão e na
visão.

ABSTRACT
Education Program at the present in implementation at the Division of Library and
Documentation - ESALQ/USP has the objective to valorize the human being,
stimulate the personal and professional development of collaborators and to
provide knowledge of the DIBD concept, looking forward the independence of each
collaborator concerning to the qualification and capability to realize their work. The
program has a particular methodology of teaching the DIBD concept based on
capture of each collaborator background and further application of a particular
group dynamic with the participation of every one in a group, in order to
disseminate the idea in a pleasant way and at the same time work properly.
Elaboration of an illustrated magazine called “Driver of his own destiny”, which
story has as scenery an university library, is a initial step to the awareness of the
importance of the independence in a professional life. This subject requires the use
of resources which stimulate a self reflection related to professional posture, to the
actual paradigms and learn new concepts that nowadays are imposed to the
information professionals. Idea of assuming initiative, going beyond attributions,
managing atypical situations at work, be responsible for the own development and
capability is the main condition to the qualification objective of the DIBD
collaborators.

13

�Keywords: Education Program – Professional of Information. Motivation.
Autonomy. Methodology

REFERÊNCIAS
ANDRIANI, C.S. Programa de educação e desenvolvimento pessoal. São
Paulo: COMMIT Comunicação e Marketing, 2000. 128p.
ANDRIANI, C.S. Gestão sistêmica com base nos valores humanos.
Campinas: Dialivros, 2004. 175p.
CARVALHO, A.V. Treinamento: princípios, métodos e técnicas. São Paulo:
Pioneira, 2001. 128p.
GONÇALVES, P.M. O psicólogo nas organizações de treinamento. Disponível
em: &lt;http://www.psicologia.com.pt&gt;. Acesso em: 15 jul. 2006
MACHADO, L. E o seu projeto de vida? Disponível em:
&lt;http://www.cidadedocerebro.com.br&gt;. Acesso em 05 jul. 2006
RIBEIRO, R.M.R. Motivação dos recursos humanos em bibliotecas universitárias.
Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, v. 2, n. 1, p. 7179, jul./dez.2004.

14

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              <text>O Programa de Educação que está em implantação na Divisão de Bibliotecas e Documentação - ESALQ/USP que tem como objetivo valorizar o ser humano, estimular o desenvolvimento pessoal e profissional de seus funcionários e norteia os seus colaboradores no “Conceito DIBD” referente à autonomia que cada individuo pode ter na busca de sua capacitação e qualificação. Com uma metodologia própria para a transferência desse conceito, cuja essência parte do interior de cada um, apresenta uma dinâmica de grupo diferenciada com a participação de todos os funcionários, de modo que a idéia seja disseminada de forma agradável e ao mesmo tempo consistente. A elaboração de um gibi ilustrado, denominado “Motorista de seu próprio destino”, cuja história tem como cenário a biblioteca universitária, é a etapa inicial para a conscientização da importância da autonomia na vida profissional. O tema requer a utilização de recursos que estimulem a auto-reflexão em relação à postura profissional, aos paradigmas existentes e às novas concepções que atualmente se impõem aos profissionais da informação. A idéia de assumir iniciativas, ir além das suas atribuições, gerenciar situações atípicas no trabalho, ser responsável pelo seu desenvolvimento e capacitação, é condição essencial na busca da qualificação dos funcionários da DIBD.</text>
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