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20

��PRIMEIRO CONGRESSO BRhSILEIRÜ DB BIBLIOTECONOMIA

Organização e administração de bibliotecas agrícolas
por
Ernesto Manuel 2ink:

0 2.:
c&gt;»í?
í. ?t

Recife
195^

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�r.Ä

ORGANIZAÇÃO. E

AEMINISTRAÇXO

DE

BIBLIOTECAS

AGRÍCOLAS

por aíNBSro MANUEL ZINK
O BIBUOTBSÂRIO - O nosso país e tido como ©ssencialmonto agrícola#
Os institutos de^pesquisaí. agrícola e zootocnica orientam a econcania do nosso
Brasil» Dentro desses institutos a biblioteca pode ser considerada o cerebro
e centro de informações, onde os técnicos buscam o que necessitam para orientar os seus estudos e seus trabalhos, visando melhorar a economia do país.Ne^
ta biblioteca esta o bibliotecário quo o o responsável polo bem funcionamontq
pela perfeita catalogação o classificação das obras, dos poriodicos, dos folhetos o outras fontes bibliográficas, quo formara o acervo cuja administração
lhe e confiada.
O bibliotecário agrícola ocupa uma posição do grande rosponsabilidado»
poderá colaborar indirotamento no progresso do sou país, auxiliando os tocnicos, facilitando-lhes o matorial bibliográfico do quo nocossitamga
ra chogar o mais rapidamente possível a resultados concretos, que se transfc£
marao bom om brovo om valores, que boneficial'äo a sua patria.
Roconhocondo a posição destacada que ocupa, cabo-nos considorar as
qualidades, que tomarão o bibliotecário apto para exorcor as suas funçõos.
Dovo Slo, antes de mais nada, tor consciência plena do sua importas
to missão, dovo demonstrar interesso polo assunto de sua especialidade, ou se
ja, pola agricultura e os problemas a ola ligados. A curiosidado montai
do
que fala Çhoros om sua^"Basic Reforonco books, ao onumorar 27 roquisitos
do
bibliotecário do roforoncia porfoito, deve ser uma das qualidades do bibliot^
cario agrícola# Davo elo dar provas dessa curiosidade, procurando intoirar-so
dos problemas agrícolas o pecuários do sou país o do mundo,^lendo nos joniais
diaidos, tudo o quo se roforo a tais assuntos# ^ambom os proprios tocnicos d^
vem sontir e perceber que o sou bibliotecário demonstra interesso pelos seus
trabalhos o seus problemas. Os tocnicos não considerarõo^uma introraissão,quag
do olo os visitar om seus laboratorios e os procurar duranto os seus
trabalhos do campo, podindo-lhos explicações# Sentir-so-ão também muito satisfeitos, quando olo assistir as suas palestras e trocar idéias com oles sobro pro
blomas do sua ospocialidado# Através deüsas visitas, o, tcanando interesso po^
soai polos estudos, o que o bibliotecário ficará habilitado a ajudá-los
om
suas buscas# Gonhocendo os assuntos, poderá ele preparar bibliografias,e qua^^
do receber catalogos, ou ^uando^visitar livrarias, fazer escolha acertada do
livros o obras quo sorão utuis a sua instituição.
Os tocnicos ficarão muito agradecidos quando o bibliotecário
lhes
levar em mãos artigos que oncòntrar nas fontes bibliográficas do quo dispõon
e que se relacionam com os sous assuntos.
gosto muito bom acolhido será oste quando o bibliotecário so pr^
puzor a por em ordeim a bibLxografia do tocnrlco, dando-lho orientações quanto
a^sua^organização» Muito grato fica quando olo instrui o datilografo da socçao técnica na confecção do um catalogo o na redação do fichas analxticas#
Assim será um bibliotocário cujo intorS|se está intogralmonto volta
do para o sorviço de sua instituição, o que ficara orgálhoso o sentira entusiasmo com os resultados dos trabalhos nela roalizados# Êsto
bibliotocário
nao sôra nenhum elomonto estranho^ uns sora um porsonagcan indisponsaveiro pro
curado polos tocnicos. Não o possxvol que o bibliotecário seja enciclopédico,
mas olo devora procurar conhocor as fontes, o matorial bibliográfico que esta em sua biblioteca para coloca-lo intoiramento a disposição dos sous consulentos.
Tfci bibliotocário que assim proceder, torá om cada técnico um
sincero, o um advogado que sempre ü reconhecera o sou valor.

cm

1

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st em

amigo

�Depois do tormos considerado o bibliotocário o termos falado do como
podorá elo auxilior os tocnicos, vejamos como deve organizar e administrar
a
sua biblioteca.
tódas as secções do vma biblioteca devam füncionar plenamente, quor
sejam as secçõos de referencia, de obras, do poriodicos, do folhotos ou outro
material bibliográfico que por vontura oádsta, tudo deve funcionar boan o as
falhas que existirem devem ser sanadas.
O bibliotecário devo ser um organizador perfeito. ílo terá
quase
sempre a sua disposição um corpo de auxiliai'os aos quais podo distribuir os d^
versos sojrviços do maneira racional.
3a muitos casos acontoce também que ele terá que fazer todos os serviços so, então deve distribuir o seu tempo do maneira tal quo possa atender a
todos o rosolvor os problemas da melhor maneira possível.
l^iitas vozes, quando o bibliotecário inicia o sou trabalho em uma^b^
blioteca, encontra esta om desorganizaçao o nao tom me^o inicialmonto o apoio
de que nocossita para 05 seus trabalhosi Nao lhe dao maquinas, nao possui moveis necessários o tambom os auxiliaros que podo lho sao negadoö«
Sendö o bibliotecário um entusiasta poderá pola sua atuaçao
guir tudo com o tampo e impor-so o ser respeitado.

conso-

Devo olo procurar transfoimar o amontoado do livros om grandes classes do assunto, e na medida do possível fazer as subdivisões e ordenar os livros de maneira tal que possa responder aos tec3iicos, quais os diversos assi®
tos em sua coleção«
Sompre temos notado que, quando um^leitor vai a biblioteca e acha o
que procura, se toma um propagandista e sera um advogado o defensor quo o bibliotocário tem a seu favor, quando fizer os seus podidos para ampliação e melhoramento da sua repartição. Do contrario m consulente mal sorvido pelo bibliotecário, saira aborrecido e nunca falara bem da biblioteca o desaconselhara mesmo a todos, que gorventtura encontrar tomando a direção da sala do loitura, dizendo-lhes que nao percam o seu tampo.
O Ipibliotocário, sondo entusiasta, omponhando-se a fundo e procurando dar vida a sua biblioteca, poderá transformar inteiramente o conceito
quo
se faz da biblioteca do sua instituição. Poderá aos çoucos conseguir que o diretor lho proporcione máquinas o funcionários necessários o vera bom em brovo
quo a sua biblioteca organizada o viva, sera mostrada aos visitantes como
um
modelo de organização, sendo que o proprio diretor, fara questão de salientar
as vantagens que ola apresenta o mostrara sem duvida, tambom as novas aquisições om obras, moveis, estantes, arquivos que autorizou.
Como professor do escola de biblioteconomia temos tido muitas oportu
nidades de aconselhar aos novos bibliotecários que se formam, o gue iniciam o
sou trabalho om uma biblioteca do um colégio ou do uma instituiçao^ciontífica.
Quantas vezes os novos bibliotecarios^nos contam quo não se lhes dão ^atenção,
que os consideram supérfluos o como tom dificuldade de consegiair as mxnimas u^tulidados para o seu trabalho. Sempre lhes dizemos: "Vocôsptem que lutar inicialmente e conquistar a simpatia para a biblioteca, pondo-a em ordem, conseguir novidades, escrevendo cartas, fazendo pedidos, organizai» campanhas do livro o despertar interesse pelo seu trabalho".
S como e agradável para nós, quando após alguns meses do luta, o novo colega vem nos contar com aquele entusiasmo peculiar ao homem, que^esta v^
vendo. - "Sabe, o diretor ja me mandou uma mesa, com uma maquina e ja
encomendou estantes novas o ja autorizou a compra de uns livros que solicitei e os
estudantes ou os técnicos ja procuram o catálogo que estou organizando o
outras coisas agradáveis". Quando o bibliotecário chegar nosso ponto ja
tora
conquistado uma grande vitoria o poderá estar certo de que esta marchando res£
lutamento para fironto. .

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�Mesmo quo a biblioteca inicialraonto nao disponha do verba necessaria
para aqxaisição do livros o outro natorial bibliográfico, o bibliotecário
teta
tantas possibilidades do consegui-lo por pormuta ou por doaçao, basta que escreva cartas as muitas ontidados nacionais e internacionais que so prontificarão a enviar do que dispõem para fomocinento gratuito»
Assim poderá elo conseguir periódicos, livros, folhetos, mapas, gravuras, etc. otc.
COMO O BIBLIOTECÁRIO ORIMTA AS SUAS COMPRAS
primeiro lu^ar dovo naturalmente, auscultar os técnicos o os dire
toros, mas êle dovo tambean ter uma corta autonomia nosta questão.
Conhocondo
os assuntos e problemas de sua instituição poderá perfoitamente orientar,de im
noira bom lógica, as suas compras.
Devo êle manter as divei'sas classes do ^assunto mais ou monos equilibradas» De acordo com os assuntos em foco, poderá fazer estas ou aquelas aquisições» Exsraplificandot - vamos supor quo osta muito em evidencia um ostu d o
sobre óleos vogotais» O bibliotecário, notando que sua coleção do obras, por^
ódicos o folhetos noste assunto, osta ura tanto desfalcada, devora, nas livra
fias localÍ25ar livros sobro o assunto - que os livreiros onviarao prontamente
a sua biblioteca para exame. - Devora consultar bibliografias o procurar conse
guir folhetos, microfilmes, otc.^ para reforçar a classe do plantas oleaginosas e a socção do química tocaiológica reforonte a oleos vogotais»
Os técnicos prazeirosamonto examinarão os livros o o outro material,
dando a decisão final para a compra e aquisição definitiva.
Para essa atuação do bibliotecário e indispensável aquele contato de
que falamos mais acima»
Na organização da Secção de referencia, dovo o bibliotecário ter autonomia complota» Dovo manter om dia a coloção do enciclopodias, dicionários^,
bibliografias, etc. (é lógico que a questão verba deve merocor uma atençao toda especial o que o bibliotecário deva sabor distribuir, de maneira oquitativa
o dinheiro que teia a sua disposição ao fazer novas aquisições). O bibliotecari
o do uma biblioteca especializada não dove deixar de adquirir as obras de refe
rência do tipo "Who's who", "American men of scienco", ^'Minerva", otc.,que sao
indispensáveis aos técnicos para poderem fazer o intercâmbio do publicações o
troca do idéias com os sous colegas em todos os países do mundo.
Falando om aquisições, meroce ser frisado que não deve o bibliotecário se esquivar de escrever e rospondor^cartas. Por meio do podidos
escritos
(1 preferível que a primeira correspondência so^a feita om forma de uma carta
e nao do cartões impressos), podora o bibliotecário conseguir bibliogi'afia va#liosíssima sobre os mais variados assuntos em todos os países do mundo.
A maneira mais fácil é ainda a pormuta. Cremos que a maior parte dos
Institutes de posqtdsas agrícolas possuem as suas publicações periódicas ou fo
lhotos» Esto material forma um valor inestimável na mão do bib^otocario
que
souber aprovoitá-lo» A Biblioteca do Instituto Agronômico mantém com a sua revista "Bragantia" cerca de 600 porrautas com outras institi^çõos do mundo (o^nji
moro aumenta de mos para mSs) e consegue obtor assim poriodicos o publicações
que lhe vem da China, índia, Rússia, Bstados Unidos, otc., otc» Basta^escrovor
cartas e solicitar ou propor pormuta que as respostas, concozxiando, não tarda
rão e novos poriodicos o publicações chegam, enriquecendo o acervo da biblioto
ca»
^
Mas, cremos que mesmo os bibliotecários que não possuam nada para oferecer em troca, poderão, escrevendo cartas, conseguir grande volume de mafeerial impresso util para os técnicos do sua instituição» Os m^isterios o as se
cretarias de agricultura, sempre atendem aos pedidos com a maxima boa vontade»

�o bibliotooário dovo auraontar o intorosso pela sua biblioteca^ dar
jaotíoias aos seus consulentes do natorial novo chegado« Isto podera^fazor^o^
ganizando listas bibliográficas mensais que enviara as diversas secções técnicas, e através das quais estas tomarão conhecimento do material bibliograí^
CO novo, incorporado ao acervo de sua biblioteca. Tais listas funcionam bom
e preencherão melhor a sua finalidade quando forem classificadas.
Os pejríLÓdicos quo chegam diariamente à Biblioteca, devem ficar e3&amp;.
postos na sala do leitura em um lugar bem visível. ÊLes devem obedecer na ej
tante do exposição a uma corta ordem; osta podera^sor alfabética, por
proce
dSncia ou ainda por assuntos? esta ultima e çor nos adotada^ pois a consideramos mais interessante. Assim todos os poriodicos do estatxstica, química^,
biologia, botanica, etc., ficarão reunidos. Os técnicos especializados torão
assim facilidade de encontrar tudo o •■que a biblioteca receber sobre sua especialização. Devam os periódicos ficar expostos, durante un determin^o tempo
(talvez tan mes), e depois devem circular através dos departamentos técnicos •
Bsta circulação deve ser bem oriijntada, ou seja, os periodicos especializados
em determinados assuntos, devam ir primeiramente a secção que trabalha e est^
da no assunto. Assim sendo, os periodicos especializados era genetica deverão
antes de transitar pelas demais dependencias circular polo departamento de gg
netica.
Depois que os volumes de periódicos estiverem completos, devom ser
encadernados e entrar para a coleção definitiva da biblioteca.Recomendamos se
ja a colocação das coleções encademíjdas nas estantes tambcan çor assunto.
amos para tal o nosso numero do chamada que será para um periodico de estati^
tica - 310.5 - mais o numero de ordem de colocação na estante. Assim as col^
ções de estatística terão o número 310.5/1 - 310.5/2 - 310.5/3 - 310.5/4 -eta
So tivermos 15 coleções do periódicos especializados em estatística
a ultima coleção tora o número de chamada 310.5/15. Tfaa nova coleção
sora
310.5/16 e^assim^or diante. Dontro das coleções não havora ordem alfabética,
mas isto não tera importancia. Para conseguir ordem alfabética as cole^õesde
poriodicos teriam que sor deslocadas, todas as vozes que uma nova coleção tivesse ^ue ser inserida. Seria isso um trabalho penoso e desaconcelhavel e de^
necessário#
Usando esse número do chamada, o técnico (a biblioteca especializada do instituições devo seç do livro acesso) - tóra todas^as coleções de peid
odicos reunidos; os de botanica serão encontrados ccm o numero
580.5/1 580.5/2 - 580.5/3 etc., os de agricultura com o número 630.3/1 » 630.5/2
630.5/3 - 630.5/4 - etc. Desta forma o bibliotecário poderá dizer de momento
quantas coleções de estatística, do quíniica, de genetica, de botanica,otc.poj
sui e onde se encontram.
Nesta altura devemos falar também na catalogação analítica de poriß
dicos. Pode esta ser feita depois que os volumes estiverem encadernados para
não interferir na circulação ou mesmo quando os periódicos ainda se
acharam
em brochura.
Somos de opinião que ura bibliotecário que tem poucos periódicos
e
coleção pequena deve fazer o ficbamonto analítico das revistas que recebe. No
Instituto Agrononico, conseguimos através da circulação das revistas
pelas
secções, que os prupiios técnicos fichem ou mandem os seus dactilógráfos fichar anoTiti oniT&gt;erite os artigos que acham interessantes para os seus trabalhos.
^
^0 bibliotecário poderá instruir os dactilógrafos das diversas
sec
ções técnicas de maneira que a confecção do fichas analíticas seja feita segundo as regras do catalogação. Sstas fichas dirão aos técnicos quais os trabalhos de que poderão dispor para os seus estudos e que realmente existem na
biblioteca.
Os folhetos tais como boletins técnicos, boletins, circulares, sopa
ratas, artigos reimpressos, etc., devem merecer a máxima atenção por parte do
bibliotecário. Trata-se de um tipo de bibliografia de^divulgação do
grande
procura por parte dos técnicos,pois dão informações sobre trabalhos em anda-

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�Honto-HOS instituiçõos de pesquisas e ostudos quo os públicom. Devo o bibliotecário catologar o classificar dovidanonte.
Cada bibliotoca adota o sou sistoma, nas sompro aonvoin frizar que e
necessário incorpora-los ao acervo o dar conhecimento da sua ^chegada aos técnicos por meio do listas bibliográficas. A catalogação devora ser. foita pelos
autores individuais e tambom pela entidade publicadora, porque o comum pedirem tais publicações pela Iftiivorsidade, Instituto, Ropartiçao goveraamental ,
etc. que as publicou.
Recortes de joraais: - tambán Sste tipo de notícias diárias intere^
sa aos técnicos o cabo ao bibliotecário ordena-los e facilitar a sua consulta
Pode reunir tais recortes on pastas, por assunto ou tambom om ordem cronolog^L
ca ou observar outra arrumação qualquer» Mais adiante explicaremos a maneira
como fazamos a catalogação de tais recortes. Ê verdade que eles perderão^
o
seu valor apos corto tempo, não servindo para efeito do citação bibliográfica»
Podem tais recortes ser então eliminados, mas não obstante o bibliotecário d^
vo trata-los com o interesso que meroccsaii. Tais notícias de jornais mantém os
técnicos a par de críticas, do problemas do momento, notícias de congressos ,
reuniões, calamidades, tais como: goadas, moléstias, otc., quo devastem
as
culturas, etc.
Bn vista do grando número do tais recortes o recomendável que o bibliotecário faga algum registro ou mesmo um catálogo que facilite a sua procu
ra o localizaçao. As fichas poderão ser de papel ou outro material barato.Como tudo na biblioteca, assim tambom a secção de recortes dove apresentar ordem.
Bibliotecas departamentais: - o muito importante que o bibliotocári
o também dS atenção a estas bibliotecas que facilitam o trabalho de pesquisas
dos técnicos. O bibliotocário deve, pois, facilitar a instalação de tais bibliotecas, não se opondo quo os olivros especializados nos diversos assvintos
permaneçam permanontos nossas bibliotecas, junto aos laboratorios. Se a verba
o permitir poderá ele comprar certos livros om duplicata, para que um, fique
na bibliotoca central o outro na departamental. Ê logico que^o controlo dosses livros compete ao bibliotecário, quo sabora através do numero de chamada
na ficha (call nunbor) om que departamento se oncontra o livro. O emprostino
por pessoas alheias ao doçartamento, poderá sor foito dirotomonte na bibliot^
ca dopartanental ou atravos da contrai.
As bibliotecas dopartamenttj^fogem ao controlo osta"£ístico da bibl4
otoca central, mas isto não tem importancia, pois que o nosso lema deve
ser
sempre,^procurar servir da melhor maneira possível aos nossos leitores. Assim
sendo não devemos nunca procurar embaraçar o serviço, mas sim torna-lo o mais
simples 2 J^acll possível.
Fotocópias o microfilmes: - também através dos serviços de fotocépi
as o microfilmes, que se oferecem em diversas entidades, tais como o
Ifaitod
States Department of Agriculture, S.I.C. do Instituto de CiSncias Agrícolas (te
!I\irrialba, que o bibliotocário devo aproveitar o mais possível, tem ôle possi
bilidades de conseguir trabalhos, folhetos, etc., para os técnicos de sua in^
tituição que lhe serão sempre muito gratos. O lema do bibliotecário, sendo sovir ao leitor, deve procurar e explorar todos os meios a seu alcance para teas.
formar a bibliotoca em uma organização viva quo gronda a todos e responda com
a maxlma procisão a todas as perguntas que lhe sao dirigidas»
Será uma satisfação para o bibliotocário ver que os técnicos se dirigem a ele na confiança de conseguir uma solução para os seus problemas múltiplos o do obter,quando mão una resposta,ao menos öma indicação de como e oij
de oncontra-Ia.P^a tal, necessário se torna que o bibliotocário conheça
os
problemas através de conversações o loitura.
Apos tormos foito essas considerações do carator geral, passemos a
tratar da catalogação propriamente dita, tomando por exemplo a biblioteca do
Instituto Agronômico do fetado de São Paulo, em Campinas.

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I 2ca H
st er

�TfcNICAS UNIFORMES DE CATALOGAÇÃO, CLASSIFICAÇÃO, ETC. PARA BIBLIOTECAS AGRÍCOLAS.
Na qualidado do bibliotocário do Instituto Agronomico do Campinas ,
Estado do Soo Paulo,Brasil, quo ó, som favor^algun, a maior e mais importante
bibliotoca espQcializada om agricultura o ciências afins do nosso^paxs tomos
podido obtor, duranto a nossa pratica de corca de 18 anos, oxperioncias
que
nos pormitom dizer algo sobre o quo aqui fizemos, relativomonte a catalogaçac^
classificação, organização do bibliografias o organização do bibliotecas
em
geral.
Quando fomos dosignados para oriontar osta biblioteca nada
havia
que se pudesso comparar a organização do uma bibliotoca modoma. Havia, isto
om 1935j^ cerca do 25 mil volumes que aprosontavom corta organização. A catal^
gação nao obedecia as rogras modernas. Usavam-se fichas de 5* x 8' çara os ay
tores. Estas fichas funcionavam cono utoa ospocio de fichas bibliográficas,pd1s
que oram encabeçadas polo nomo do autor o, em soguida, enumeravam-se os trab^
lhos do mesmo existentes na bibliotoca. Nao se observavam contudo, quaisquer
rogras do fichanonto.
Vimo-nos então, diante da tarofa do roorganizar a biblioteca,seguiß
do motodos modernos, atuaixionte om uso om todas as grandos bibliotecas do muji
do.
A tarefa quo so nos apresentava ora classificar o catalogar os diversos tipos de improssosi quo oxistom como so passa, assim am todas as bibl^
otecas agrícolas, a saber:
1)
'2)
3)
4)
5)

livros (obras)
poriodicos
boletins, soparatas, folhotos
rocortos de jornais
rolatorios anuais, yonrbooks, otc.

Após o ostudo do divorsos sistemas de classificação,rosolvomos ad^
tar a classificação decimal do Dewey que, na parte do agricultura tambon aprg
senta divisões satisfatórias.
Unhamos que escolher, quanto a forma de catálogo, entro o catálogo
dicionário e o catálogo sistemático. Inicialmonte estávamos propensos a usar
o catalogo dicionário^ mas posteriormente resolvemos, por convenioncia, aplicar o catalogo sistemático.
Como deve sor do conhocimonto gorai, o catálogo dicionário, tom por
característica reunir dentro do mosmo alfabeto as fichas do autores individuais do autores corporativos, do colaboradores, do assunto o de título.
Assim procuraremos o autor ANDRADE na lotra A, os assuntos agricultura. arados, abolhas. astronomia, o autor corporativo Arkansas. Agricultura!
Bcporiment Station^ o título _||Aprovoitomos o tompo" na lotra ^ Ao passo que
Fumo. Fei.lao. ■'^amacia. estarão na lotra f, etc.
O catálogo dicionário, se recomenda mais para bibliotecas^gerais,se
bem que, incontostavelmonto, soja de uso mais fácil para o grande publico^pci^
que se assemelha a um dicionário ou a uma enciclopédia, que qualquer
pessoa
sabo manusoar o consultar, visto quo dentro do alfabeto, quo vai da lotra ^ a
^ encontramos todos os conhocimontos humanos, dispostos on rigorosa ordem £lU
fabetica, sondo o consulonte remetido, por moio do romissivas vido o
vide
também para os assuntos coniolatos.
Roquor a confecção do um catálogo dicionário conhocimontos profundos,a oséolha do cabeçalhos devo sor foita com critério rigoroso e as remissj.
vas dovem romotor o interessado para os assuntos correlates, mostrando assim
o que a biblioteca possui sobro os mais variados assuntos o sobre as mais variadas ontradas (cabeçalhos). '

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�Alam disso o catálogo dicionário disponsa os assuntos, fazondo
can
quo o consulonto abra as divorsas gavotas, afim do consoguir as informações do
quo nocossita.
Para oxmplificar; um consulonto intorossado no ostudo anatômico das
plantas oncontrara na lotra R o quo oxisto sobro as raizosj na lotra C sobro o
caulo; na lotra F o quo a bibliotoca gossui sobro frutos, floros, folhas, Doyg
ra, pois, "catar" os dados o informaçoos portoncontos ao mesmo assunto, No ca^
so do uma bibliotoca muito movimentada a consulta so toma, as vozos, bom diíl
cil, tondo cm vista o grando publico, oxistonto junto ao catalogo,
Não quorcsmos com isso diminuir o nórito do catálogo dicionário
quo
roputanos do idoal p^ara uma bibliotoca ^do assunto gorai, om quo so visa sorvir
ao grando publico, E o catálogo dicionário, som dúvida alguma, a forma única
a sor usada om tais bibliotocas do tipo públicas, municipais o outras,
Convom frisar, quo tambom nos, ostanos usando o catálogo dicionário
om nossas bibliotocas rurais quo so dostinajn a consulta das populações do zonas rurais, Gomproondomos porfoitanonto a grando facilldado quo a sua consulta
oforoco ao publico, quo não nocossita do çonhocimonto algum do tocnica do cata
logo para obtor nolo o quo dosoja, Como
afirmamos acima, qualquer
pessoa,
quo conheça o alfaboto, sora capaz do encontrar dontro das 26 lotras, marcadas
nas guias o caboçalho que roprosonta aquilo quo procura, E as ramlssivas,do ca
talogo bom organizado, complotarão as suas pesquisas remetendo o loltor
para
os assuntos corrolatos que elo talvez nem imaginaria consultar ou oxistlran na
bibliotoca, O catalogo dicionário desperta nosno através das suas romissivas
o Interesso do leitor para a loitura de assuntos quo doutra ^lortna não teria a^notado para ampliação dos seus conhocinontos.
^
Rosumlndo podamos pois afirmar, som rocolo do errar que o catálogo
dicionário o ideal o o único recomendável para as bibliotocas do assunto geral
ou soja para as bibliotocas destinadas ao grande publico,
Para as bibliotecas especializadas, quo usan catálogo dicionário, a
dificuldado maior tom sido sompre a não oxistõncia de listae do caboçalhos do
assuntos que satisfaçam a todas as oxigoncias o quo sirvam ospocialmonto
no
nosso caso particular para as bibliotecas do assuntos agirícolas, Existam ótimas listas do caboçalhos do assunto para bibliotocas do assunto geral,tais como: Subjoct hoadlngs da Ilbrary of Congross o do Soarc om inglês o castolhano,
tomos aqui no Brasil a lista do caboçalhos do assuntos do Wanda Ferraz o tambom o Ministério da Agricultura publicou una lista minoografada do caboçalhos
destinada as bibliotecas agrícolas,
^ A organizaçao do catalogo dicionário requer conhocimontos profundos
do sua técnica o listas do caboçalhos de assuntos, quo sejam roalmonto reprosontatlvoe para todos os assuntos, quo ocorreu, o, que são tambom no nosso cam
po do trabalho complexos o ostroltamonte rolacionados a outros campos do ciência, tais como estatística, economia, legislação, matomátlca, química, física,
geologia, biologia, botanica, zoologia, todos os campos das cisncias aplicadas,
etc.
Doçois do temos foi to tais considerações, ^roconhecondo plenamente o
valor do catalogo dicionário, coubo-nos estudar tariben o catalogo slstomatlco
quo o, como o do conhecimento do todos, quantos colaboram om bibliotocas especializadas, a forma do catalogo mais indicada para osso tipo do bibliotecas.
Sabemos, que o catálogo sistomático tom por característica separar
autores (individuais o corporativos) o ass'jntos, oxigindo pois, om grandes bibliotecas dois moveis distintos, A sua organização obodoco a um slstama
de
classificação, Podo-se aplicar o sistona do classificação que mais convier a
biblioteca,
O catálogo sistemático, quo se rocomondn mais para bibliotocas espo
ciallzadas, tom a grando vantagom do rounir os assuntos dentro do una dotormi-

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nada^classe» Assim, aproveitando o mesmo exemplo, actoa menclonaéo, do estudo
anatomico vegetal, reuniremos dentro da classe de botânica o que a biblioteca
possui sobre o estudo de raízes, caule, folhas, flores, flnztos, etc», das pla^
tas*
Não haverá mais necessidade, conforme sucede no catálogo dicionário, de abrir e fechar diversas gavetas. Dentro da gaveta da classe 580 ( usando
Dewey) reuniremos tudo o que possuimos sobre o assunto de botanica, quer sob o
ponto de vista da fisiologia vegetal^ da anatomia, da morfologia ou ainda
da
sistematica» Assim sendo, as Suforbiaceas, Rubiáceas, Amarilidáceas,
estarão
dentro da mesma classe S80, onde encontraremos também os diversos fungos,os 24
chens, etc», enfim tudo que cabe dentro da mesma classe, da mesma gaveta»
Os
autores individuais^e corporativos e os títulos serão encontrados em ordem qTfabetica em outro movei, ou nas grandes bibliotecas, am uma sala adjacente»
Durante os muitos anos de prática, o bibliotecário se
familiariza
com a maneira com que lhe são dirigidas as perguntas pelo público, e, no caso
de nossas bibliotecas especializadas em agricultura, pelos técnicos aos quais
servimos» A pergunta em 90^ dos casos sera: "O que existe na Biblioteca sobre
tais e tais assuntos"? A resposta e fácil, quando podemos mostrar no movei a
gaveta, ondo esta reunido, sob o mesmo símbolo do classificação tudo que existo sobro o assunto, e, tudo que se relaciona com o mesmo, sem que seja necessá
rio saltar de ma gaveta para outra, obedocendo as remissivas "vide" e
"vido
também". ^Tambom para atender aos contínuos podidos do bibliografias, o catál^
go sistemático tom sido para nos do grande utilidade, pois, tambom nosse caso
basta consultar uma determinada classe para responder ao podido formulado
om
carta, ou a solicitação verbal»
A pratica demonstrou que o catálogo sistemático é realmente o mais
indicado para as bibliotecas especializadas pois, quando o consulonte
oxigir
uma bibliografia por autorás, também a resposta será rápida .om vista da ordem
alfabética em que os mesmos se encontram dispostos em nosso catálogo»
Ifcia parte essencial do catalogo sistcMaatico é, como no proprio Dovcy
o^Rolatorio Ijjdex, um índice alfabético muito bem elaborado, que respondo
á
todas as possibilidades de perguntas, que use termos sinomimos o que também i|i
clua TO^ssivas» O índice sendo bem feito,^resolverá todas as questõos^ tomag
do possível a consulta do catalogo, mosmo^as possoas de cultura relativamente
parca, pois, basta conhocer a ordem alfabética e saber ler o numero e procurar
na respectiva gaveta,^ou no respectivo móvel o assunto indicado pelos algarismos» No índice o possível introduzir sempre novas formas, novas possibilidades
do procura, que o bibliotecário atonto vai auscultando junto aos frequentadoros
de sua biblioteca,
^ Apos termos^feito tais considerações, o apos termos posto na balan
ça os pros o contras, o que rosolvomos organizar as obras existentes na bibli^
teca, que conta hoje com corca do 48.000 volumes o que funciona a contento.Quan
do aparocem falhas, estas não são de grande vulto o podem ser sanadas. Rdomo^
soo.
íi.i..{^u2í!y '.constatar que o funcionamento é satisfatório, provando assim
que a forma de catalogo, que escolhamos, preencha as suas finalidades.
A gatalogaçXd
Seguimos a risca as normas de catalogação da A.L.A, Bn casos de dúvida temos gara consulta o "A.L.A. Catalog Rules", que tem correspondido
às
nossas exigências. Para nomes brasileiros usamos as "Normas para catalogaçãocb
impx'essos da Biblioteca de Vaticano" e "Normas brasileiras, um problema na catalogaçao" de autoria de Maria lüiza Monteiro da Cunha. Tfeimbém o "Doscriptive
Cataloging" da Library- of Congross, tem sido para nés muito útil o tem nos aju
dado a rosolver os casos camplicados.
"
^
Usamos fichas 3^ x 5' tanto para autores como assunto» As rogras de
redação de fichas tambom são observadas a rigor.
Fazemos a ficha matriz (main card), que,com a sua "pista"(tracing).

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�indica o desdobramento a sor feito,
guns exemplos dessas fichas»

Para ilustrar daremos mais adiante

al-

O nosso número de chamada (call number) é formado pelo numero
classificação de Dewey e a marca de Cutter (author marc).

do

A colocação, que usamos para os nossos livros, ó a relativa» Pòrto^
to, nas estantes as obras tSm a colocação determinada polo assunto, e não pelo formato, pelo tamanho ou pela encadernação» Deste modo a consulta da prqp^
a estante se toma facilitada» Convém sempre levar em conta que os
técnicos
apreciam muito esta forma do colocação, que lhes proporciona a possibilidade
do roverem reunidos os assuntes, e que toma fácil a solução de questões rápj^
das no proprio deposito do livros, som que haja necessidade de leva-los consigo para as suas secções ou fazer a leitura no ealão, a isto destinado»
Levamos também em consideração, durante a organização da biblioteca
a necessidade imperiosa da existônoia de bibliotecas departamentais, onde ficam as obras bem especializadas, cuja consulta interessa do perto apenas a um
grupo mais ou menos restrito» Conservamos pois, na Biblioteca Central, as obras de carater mais ou menos geral, deixando que as obras especializadas fiquem nas pequenas bibliotecas departamentais do carater estritamente ospecializado» O numero de chamada ^call number) incluirá uma informação convencional, indicativa da localizaçao da obra em determinada secção» O controlo
da
consulta^ de t^s obras, fogo naturalmente a contagem do consultas, o, assim
sendo, nao será possível elaborar estatísticas, que traduzem realmente o mov^
monto integral da biblioteca» Mas, considerando, que visamos possuir uma biblioteca viva, que sirva a todos os interesses^ e que esteja no máximo possível ao alcance dos consulentos, ou so^Ja, aos técnicos aos qüais temos por incumbência servir em suas pesquisas, nao ligando muitas vezes para cortas normas, que çarecom do importancia, quando postas em confronto ccsm a utilidade i
modiata, e que somos de opinião que as obras especializadas devem permanecer
nas bibliotecas departamentais, cuja organização sora idêntica a da biblioteca contrai.
^
Os responsáveis pelas bibliotecas departamentais assinam uma requisição permanente para as obras sob sua guarda.
A consulta das obras especializadas, permanentes, poderá ser feita
diretamente nos departamentos, ou então elas poderão ser solicitadas através
da biblioteca central e consultadas na sala do leitura dosta»
Convém osclarecor ainda, que os senhoros técnicos tom o direito de
conservar os livros, para consulta, em suas secções ou mosmo em casa durante
o prazo de 15 dias, que poderá sor prolongado, na medida do necessário»
Falemos agora na Catalogação propriamente dita.
ÜLssemos acima que observamos em nossa biblioteca as regras do cat^
logaçap atualmente aplicadas nas bibliotecas modernas, roferimo-nos especialmente as bibliotecas norte-americanas.
»
Visto que o tema, que escolhemos se refere à técnica informes do c^
talogação, classificação, etc., do bibliotecas agrícolas, vamos proceder
em
nossas explanações, semelhantemente como o fazoros na qualidade do professor
da Escola de Bibllotgconomia, dando todas as explicações cabíveis e, sem duvl
da, também úteis aqueles que se oncontrtam diante do problema de catalogar os
livros de sua biblioteca agrícola, som possuir, contudo, os conhecimentos técnicos, ministrados nas escolas do bibUotoconomiao
Ja explicamos acima, que usamos e, generalizando, que se usam
nas
bibliotecas fichas 5* x 5* com uma chanfradura quo sorve para fixá-las nas ga
vetas por moio de uma vareta»
^
O catalogador observa nestas fichas margens, entrelinhas e
de maquina»

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espaços

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�A favor da uniformidade dolxam-so em todas^as fichas, no lado 3 entrelinhas vasias. Bstas 3 ontrolinhas wsias existirão, pois, tanto nas fichas
de autor, como nas de assunto e do título«
No lado esquerdo da ficha, em sentido vertical teremos uma
margem
branca que servira para a colocação do número de chamada (call number).
Distinguiremos a Ia» margem, com 8 espaços do máquinas vasios (começar-se pos a escrever no 92 espaço), a Za, margem com 11 espaços, começando- se
no 12C espaço e a 3a» margem com 14 espaços, começando-se no 15fi espaço.
Ea Ia. margam começam sempre as fichas de autor principal, enquanto
que colaboradores, cabeçalhos do assunto, títulos, entram em 2a, margem»
A 3a» margem ó usada ossencialmante para as remissivas, e a
para os tomos vide e vido tainbom.

saber ,

Vamos a seguir proceder- a catalogação do algumas obras, fazendo
as
fichas para catálogo dicionário e também as corrospondentos para uma biblioteca que uso catalogo sistomatico como no caso da nossa aqui no Instituto Agronô
mico do Campinas.
FICHAS E FICHAIIENTO
A confecção de fichas, por qualquer livro, obodocorá sempre a
ordem, a sabor:

mesma

1) Ficha do nomo certo quo registrará em Ia. margem o nome certo encontrado nas fontos de posquisas» Na(s) linha(è) seguinto(s) registra(o) - se
a(s) romissiva^s) quando houvor necessidado do faze-la(s)j isto sucedo no caso
de sobrenomos duplos, pseudônimos, otc»
Três ontrolinhas abaixo registramos as fontos posquisadasiEx»-! o Ia.
Conformo já vlmoSj faz-se a posquisa do nomo certo uma so voz, sondo
a ficha acima descrita, guaí^ada no catalogo auxiliar do nomos cortos, do üso
do bibliotocario, evitando-se assim a repetição do um trabalho moroso, o,
às
vozes bem difícil.
2) A ficha de Casa jPiibljLcadora em que se registra a forma de nome da
Casa Publicadora, a ser usada em todas as entradas da mesma» Ex» - II.
3) A ficha ^ tombo quo ^substitue o livro do tombo» Ê uma ficha que
seirvo çara a olaboraçao do inventario da bibliotoca, contendo todos os
dados
necessários para osso fim, tais comc: data do entrada, nC de tombo (númoro de
ordem de entrada do livro nc. bibliotoca), data de compra, proço, nome do doador o constituição física do livro, quando eomprado (brochura, encadernado).No
verso dessa ficha vai o nö do chamada e o nome da livraria (ou do doador)» Ex.
-III.
4) A ficlm matadz que dosdobrada dá origom as fichas dostinadas
catálogo do público. Ex.- ÍV.

no

5) A £ic^ dg autor (principal, secundário, individual ou corporativo)» Ex»- V - VI - VII - VIII.
6) A ficha do assuntoe Ex»- IX e X.
7) A ficha do sóriq» Er»- XI.
CABEÇALHOS DE ASSUNTO
A oscolha do cabeçalhos do assunto, para o Catálogo Dicionário, con^
tituo um problema bastante difxcil poi'a a catalogação, pois, que o
cabeçalho

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�tora quo roprosontar da manoira mais sucinta possívol o assunto da obra catalo
gada, servindo ao mosmo tampo para alfabetação das fichas no catálogo.Para auxiliar o bibliotecário nesta difícil tarefa existem as listas do cabeçalhos do
assuntos impressos (subjoót heading), ja mencionadas anteriomento.
FICHAS ANALÍTICAS
são fichas que, como já diz o sou nome, analisam os assuntos contidos om uma obra, variando o sou numero por conseguinte, com o numero de trabalhos ou assuntos contidos nela,
FICHAS DE SÊME
ftíla ficha de série o leitor poderá saber quantos o quais volumes de
uma serio, por cuja leitura se interessou, existem na biblioteca. Assim
por
exemplot tendo lido a obra "Saneamento urbano e rural", pertencente à
série
"Biblioteca científica brasileira", poderá pela ficha de série, ser levado
a
ler outros Uvros de assunto idêntico, São duas as possibilidades do se fazer
fichas de série (vide exemplos XI e XII), Na ficha do tigo XI outras obras, existentes na biblioteca, pertencentes a nosma série, serão registrados, observando» se sempre uma entrelinha entro uma e outra,
CATAIiOGAÇlO DE LIVROS
"Saneamento urbano o rural" de autoria do V, M. íhlers o E,W, Stoelj
traduzido por Marcelo Teixeira Brandão, Pertence o livro à séide "Biblioteca
entífica brasileira", série B-III,
A página do rosto traz, acima do título a nota de sério, razão
que o título vai precedido por reticências,

por-

Fizemos as fichas abaixo, pela ordem I e Ia. - Pesquisas de ncmio ce£
toj - II - Nome certo da Casa Publicadoraj III - Tombo; - IV - Matriz? V - Autor (ccm a pista no verso); VI - Colaborador; VII - Autor corporativo; VIII Autor corporativo; IX - Assunto; X - Assunto; XI - Sério (una possibilidade) ;
XII - série (outra possibilidade),
^ Fichas Ia, - II - III - IV - vão para os catálogos auxiliares ao bibliotecário,
^
Fichas V - VI - VII - VIII . IX - X^- XI - XII - vão para o catálogo
do publico, sondo que, no caso de usamos catálogo sistemático, V - VI - VII VIII - U - XIII - vão para o catálogo de autores e IX e X para o catálogo de
assunto,
OBSERVAÇÃO - (^ando uma obra tiver mais de um autor, escrevo-se apés o título
por (ou by, ou von, conformo o idioma on quo o livro estiver escrito) o cita-se a seguir os autores na ordem que aparecem na pagina de rosto,
Se houver mais de 5 autores, citam-se os 5 primeiros somente, escrevendo-se os
tre colchetes [e outros|.
O número de chamada será em vermelho nas fichas destinadas ao catálo
go do público,
""
Es. I

Silers, Victor Marcus, 1884C.B.I.

1938-42

Sigenheiro sanitário
norte-americano)

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�Municip.il and rur.-.l
snnit.-tion

ix. xa.

I
Steél, Sruo-st William, 1893C.B.I.

1938-42

(profosòor de onger)h.?j?ir.
nnanic ipai nortü—araericano.

Ex. Ir.» - vorso

Munioipal and rur-.l
smitction

iiz:. II

Baprensr. n::cional

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(Rio de J^,neiro)

�13

Ex. III
Dat - &gt;. de
Tombo

Dat:; de
entrada

n^' dc: toja
"bo

•í^-21-8-1950
Ehlors, Victor Marcus^ 1364SanoiiEiento urb-.ino c riare-l, por Victor
M. Ehlsrs G Ernest U. Stucl; tr-.dugao de i-inrcelo Tcixcirc. Br .ndr.o.,..
Rio de Janüiro&gt; Inprensr,. ncicional, 1948.
xviii, 459p. ilus.
•.nt::is, 24 er,. (Biblioteca científica brasiloirc., s'rie B-III)
17-8-1950
dportugucs
brochura

Ex. Iii - vorso

628
Eh56s
Instituto nc-cioniil do livro

Fiche, matriz par--, c.-.tálcgo sistonático o seu
desdobramento.
Ex. I\'

628

Ehlers, Victor Marcus, 1S84... S.'ui;-'.riúnto urbrino t luralj por Victor
M. Ehlers o Ern. st Ii. Steclj tradugao de
Marcolo Tuixaira 3r:.ndao,.. Rio do Janeiro,
Inprensa n cional, 1948.
xviii, 459p. i'lus. pl..intuSj, 24cni. (Biblioteca ciontífic-, br.-.siluir
eórie B-iil)

6882
Notas de rodapo.
Kotas bibliogr:'iic:.is do rodapo.
Biblios;r.-.fia nD fi::; dos cppituloc
(vido vorso)
£iX. VJ - vorso

628
628.7
Stool, Ernust Uilli u-i, 1393-^
,colab,
Brasil, Ministü^rio d.;: aducaçao c saiide
Rio de Janeiro, Instituto nacional do
livro.

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�»?nr

T»"

628
Ehlers, Victor Marcus, 1S84-;
2ii56^
• • * Saneamento urbaiio e rural, por Victor
M. Ehlers o Ernest w. Steel; tradução de
Hcircelo Teixeira Brandao... Rio de Janeiro,
Im renea nacional, 194.8.
xviii, 4-59 p. ilu3. plcintas, 24- cir.., (Bibliotecii ciontxiica brasileii-a, série B-III)
Notj.s de rodapé.
Ilot.-.ü bibliográfica de rodi;.p8.
Bibiiogr..v.:.ia no fim dos capítulos.

!
I

Ex. V - verso

6832
628
6r:.'7
Steel,
'p.ll.iyjjij, 1893-^
,colr?,b.
Branil. iiinisteixo ... .-rc j.caçüü ,•
.-íãe.
íilo de Janeiro. Instituto nacional do j.x~
vro.

Ex. VI

'''• &gt;3
628

Steel, Ernest yilliam, 1893, colab.
Ehlers, Victor ilarcus, 1884... Saneamento urbrino e rural, por Viotor li. Ehlers e Ernest V/.__3teel; traduçao
de Harcelo i'eix-3ira Brandão... Fão de Janeiro, Imprensa nacional, 1948.
Notas de rodapé,
Not;,, bibliogr."; icaí; de rodapé.
Bibliogrtifia no fi;.i dos capítulos.

Sx. VII

620
Sh56
®

Bro,sil. i-iiniütério d;,, educayao e saúde
Ehlers, Victor 1 Marcus, 1684-... SanecJnento nv^^ario e rural, por Victor !L Elilors e Ernest V/.^Steelj traduçao
de Marcelo Teixeira Brandao... Rio de Janeiro, Imj-rens.:! nacional, 1948.
x\''iii, 459p. ilus. plantas, 24.cm (3iblio-oeca científica brasileira, série B-III)

/
Notas de rodapé.
Notas bibliográficas de roOujvé.
Bibliografia no fim dos capítulos.

5

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llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|ll
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�4.?

Ex.
I

VIII
,

f
628
Sh56^

Rio de Janeiro. Instituto nacional do livro
Shlors, Victor Hí. rcus, 1384... Saneamento urbano a rural, ■ or Victor
M. Ehlers e .^rnest 'í, ütoelj traduçao de
Ilai'celo Teixeira 3r;:.ndao... Pdo de Janeiro,
lar rent::! r-acional, 19AS.
xviii, 4-59p. ilu3. plantas, 2Á.Ciã, (Biblioteca científico, brasileira, série B-III)

'
j
i
j
;

Notac3 üe rodapé.
Kotfis bibliográfic-it' de rodapé.
BiblicgTtJia no fim doa capítulos.

Ex. IX

628
Eh56^

628
Ehlers, Victor i-iarcus, ICS-Í.... Sansamento ui-bano e rural, por Vi,.tor
M. Ehlers e Ernest Vi. Steslj õraduçao de
Marcelo Teixeira
.. Rio de Janeiro^
Iraprenaa nacional, 194ò.
xviiij A59p. ilus. plantas, 24cm. (Biblioteca .científica brasileira, série B-IIl)
Notas dfe rodapé»
Not;:£; bi&gt;:lio^;;Taficas de rodapé.
Biblicífrafia no fiai dos capítulos.

i

Ex. X

62S
Eh56^

628.7
Ehlers, Victor ikirc-ues, 1884-... ianoúüiento urgano e raral, por Victor
K. Ehlers e Ernest V/. Steel; traduçao do
Marcelo Teixeira Brandao».. Rio de Janeiro,
Imprensa nr.cional, 1948.
x\''iii;; 459p. ilus. plantasj 24gsí. (Biblioteca oiei^tífica braeilaira^ série B-III)
;íot::s de ro^-?apé.
Notas bib?iográficas de rodapé.
Bibliografia no fim dos capítiilos.

Ex,. XI

623
Eh56

Biblioteca científica br.:.siieira
Saneamento urbano e rural, por Victor M,
Ehlers e Ernest
Steel

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Sx.

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XII

Cientifica bi^.. sileiva
Ehlers, Victor r^rcus, lôô4.... Sansunento uro.'r;o e rural,. ■ or Victox*
i'i« ii/iilers Ö Srnest &gt;.'♦ bteoj.: tradução ds
i'iarcelo Tei:.:äir . 2ran'...ao.,, íiio de Janeiro«
Imprensa n.-.cioriíilj, 1948.
xviii;, 459p. iliis. pL-ntaS; ?4.gk, (Biblioteca científica br -sileira,, seri.í B-IIl)
Kotaü de ro ape.
Notas bibliográficas de rodapé,
Bibliogr-íia no fia dos ca^'iVjloii,

sultante

^icionurio com

fioha. de assunto rä-

do oaxilcsfäwüo'j!'"'

idéntioas
Ficha

628
Eh56

matris

Ehlers, Victor Marcus, 1ÖS4.• •• oaneo.mento urbano e rural^ poi'' Victor
M» iiihlers 3 üirnest
Steslj tradução do
Ka. oelo Te.LXsira Brancicio,,, .Rio de Jaxieiro,
lüíprensa Nacional, 19
xviii, 4-:;9p» iluü. planta a, i-í-cni, (Biblioteca científica brasilsira, scíi-ie 3-III)

6882
Nota;.; de rodapé.
Notao bibliogrc'ficas do rodapé,
no fim dos capítulos.
(vide verso)

Verso

Engenhariõ. sanitária
Steel, Eraest William, lö93-_
Br.':tSil. Ministério da Gducí.çao e saúdõ
Rio de Janeiro. Instituto nacional do livro

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Ficha de assunto

628
Eh56

Engenharia sanitária (ea vermelho)
Ehlers, Victor iiarcua, 1ÖS4.... Sanaaiaento ■ai'bdno 3 r^oralj } or Victor
M. Ehlers a Srneüt y. Steel; tradução de
Marcelo Teixeira Br.. nd;:.o... Rio de Janeii'o,
Imprensa nacionalj 194Ö.
xviii, 4-59p. ilus. plantas, 24.cin. (Biblioteca científic-, br&lt;;-.sileira, ssrie B-III)
Notas de rod.:Lpé.
NotiS bibliográficu:^ de rodapé.
Bibliografia no fiir. dos capítulos.

Fichaniento de Separata
Ficha I (ficha matriz)

22798

Babcoclc, i'rnest Brovn, 1Q77Gonetic evolubionory processes in Grepis,
by E. B. oabcockí G.L, Steobins Jr. and J. A,
J anlíina.
p.337-363&gt; 2ícm,
Separe-ta de The iiraarican natui'alistp v.76;
July-.iug-ust^ 194 í.
Bibliografia p.3ó'^-3ó3.
583.552
Stebbins, George Ledyord (jr.), 1906j
co-lab.
Jankin'.';^ Jíanes a
í
í colab,

Fich.;. II (a-ator)

22798

Babcock, ^nast Brown^, 1877Genetic evolutionary processes in Jre; is,
by E. B. Babcock, G. L. otebbins Jr. and J.
A. Jenkins.
p.337-363, 24ca.
3e7arcj.ta de The .-jíerican rür.turalist, v,7d&gt;
July-iii.iâ-ust, 1942.
Bibliografia p.36-2-363.

Ficha II - verso

22798
583.552
Stebbins, C-eorge Ledyard (jr.), 1906colab.
Jenkins, Jants A
, 1904, colab.

cm

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�IS

Ficha III (assunto;

22798

563.552
Babcook, iHrnsst, Brovn, lö77Genetic evolvi.tionary prooe^ses in Crecis,
fcy E. 3. Babcock, G. L. Stebbins Jr. indj.
A. Jenicins,
P • 337-3Ó3 j 24-cn:. \
Sep^r.-.ta de The iimerican naturellst. v,7ó,
July--.ra^Tistj 1942,
Bibliogr&gt;.fia po6^2-3d3.

?iiJh:V IV (colabori.dor)

22798

Stebbins, George Ledyard (jr,), 1906Golab.
Bubcocjc, üJrnetst Brown, 1877Genetic evolutionary procetiaes in Crepis,
by E. B. Saocock, G. L.'Stebbins Jr, ::nd J,
A. Jenkins,
p.537-303, 24.cin,
Separc-.ta de The j^ej:icr.n natux'. list, v.765
July-August, 1942.
Biblio.;,;rcti ia p, 36. •;-363.

Fichti V (colabori.dor)

22798

Jen]:ins, James
, 1904., colVo.
Babcock, f)rnEõt Brov/n,- 1811Genetic evolutionary processes in Grep.:.s,
by E. B. Babcock, G. L. i-tebbins Jr. and'j.
A. Jenkins.
p »337-363, ZU cri.
Separat..^ de i'he -f^merisan naturalis*, v.7ò
July-.iugust, 1942.
'
Bibliografia p.362-363

NOTa;

■a3&gt;:-.r catálogo dicionário o número 533-582 eerá subst-xtaido pelo cabc-çalhos Grepis-Genética.

CATÁLGGaÇIO DS FERldDI..03
Os p©rx(5dicoã ocupam m lui^ar de dsbõaque ea nossa Eibliotecu, assi
.m

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i&lt;

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�como an todas as bibUotocas agrícolas» Todas olas rocoban por assinatura
ou pormuta um grondo número dôles» Os periódicos são o tipo de publicação
bibliográfica proferida pelos técnicos, pois, elos os mantém a par
das
novas descobertas,das pesquisas em andamento e dos últimos resultados obtidos. são também um importante veículo do intercâmbio entre os cientistas
do todos os países do mundo» ißdas as bibliotecas, quer especializadas ,
quer de assunto geral, recebem tais publicações em maior ou menor escala.
A nossa biblioteca recebe cerca de 600 periódicos de tSdas
as
partos do mundo» São elos redigidos nos mais variados idiomas e versam igualmonto sobre os mais variados assuntos.
Bn vista do lugar do destaque, que ocupam em nossas biblioteca^
merecem eles também um tratamento todo especial, desde o momento om
quo
chogam»
Como e sabido, ossos periódicos tom osta denominação polo fato
de sorem publicados com regularidade, podendo ser menscds, bimensais. semestrais, anuais, semanais, etc.Chegom om brochura, na forma do fascictüo^
e devem ser registrados provisòriamonto em uma ficha que, com os dizeros
imçressos, poderia ser generalizada» Juntamos por osta razão um exemplar
a este nosso trabalho» O registro o feito a tinta, para apressar o sorvi
ço.Os números rocem-chegados devem ficar expostos de preferencia durante
um mes om uma sala especial na biblioteca» Ficam numa estante adequada,em
lugar bem visível afim do quo todos os técnicos possam tomar^conhocimento
dos novos numeres chegados» Durante o período do exposição não circularãc^
o não poderão ser emprestados.
^
Depois^dôste mes de exposição, deve-se cuidar da circulação dos
periodicos através de todas as secçõos técnicas» Devo-se observar, contado, uma certa ordem na circulação, que poderia sot a seguintoi as revistas ospecializadas^dovom ir, em pidmoiro lugar, às socçoes que tenham
a
mesma especialização do assunto do periódico» Assim, um poriodico do goi^
tica devora em primeiro lugar, transitar pela Secção de Genética, permanecendo aí por um período estipulado, doamos um mos, para em seguida circu
lar pelas demais secçõos da instituição, sem contudo, obedecer posteriormento e^uma determinada ordem» Ifcia revista especializada om fitopatologia
dpvo, logicamente, primeirononte ser remetida à Socção de Fitopatologia,e,
somente posteriormonte, aos demais dopartamontos.
^
A circulação dos periódicos podo ser, alem disso, orientada pelo proprio bibliotecário^ que, modiante uma lista de todos os periódicos,
recebidos pola instituição, registra as preferencias dos senhores técniocs
pelos diversos assuntos neles contidos.
I
Depois de terminada a circulaçao, devem os periodicos ser reco
lliidos em^deteimnadas caixetas ate que o volume esteja completo, tratando-se então de encadomá-lo, em seguida o que, figurará na ostanto junto
a respectiva coleção»
Os volmies encadernados figurarão em outra ficha, especialmente
confeccionada para tal, de maneira que a qualquer momento o bibliotecário
esta habilitado a informar o consulonta sobre quais os volumes completos
que possui da coleção e quais os números em brochura, em forma de fascícu
los.
Depois de encadernados, deve o bibliotecário tratar do fichamon
to dos artigos contidos no volume, Ê este um trabalho que requer muitotm
po, mas e, sem duvida uma das tarefas mais importantes»
Terá ole que fazer fichas analíticas çara todos os assuntos,que
terão que ser classificados para figurar no catalogo» Faz-se fichas de au
ter, colaborador e de assunto, não havendo pois, necessidade de ficha matriz (main card)»
Daremos a seguir um exemplo de uma ficha analítica.

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em
14

15

16

17

lí

�20

63Ú.5/57
56S4.53
1938

íiusomus, .i5
R
Quality studias in tho whoat-brc-;eding
progr-jun: at tho Hinnesot.-^ agriculturd exporinontul st.-.tiorj, by E. R. aus .ânus,
C. x-iarkley, C, H. Bniloy jo outros j
(In JoMT. .igric. Roa. 56s4.53-4ó4-A930)

I - vorso

633.11
M:irkloyj M
Bailey, C

oolt^ O 9
jcolaci

H

.•-1n colaborador

Markloy, M
G
,
, colab,
Áusonus, E
R
C^ality studiös in the whea,t-breeding
prograa dt the Minnesota agricultur&lt;»l oxperiffiont Station, by 3, R. Ausonus, M, C.
Markley, C. II. Bailey je outros j
(in Jour, Agric. Res. 56;4-53-464., 1938)

630,5/57
Í6;A53
1938

III - Ficha do colaborador

630,5/57
56,453
1938

Bailey, G *
H
.
, colab.
Ausonus, E
R
Quality studiüs in tho whoat—breoding■
progran at tho kinnosotc. i'..~ricultural oxporii:ient Station, hj E. R, Ausenus, M. C.
Mar t:ley, G. H. oailey je outros j
(In Jour, Agric. .ies. 5ó:.453-464, 1938)

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em
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lí

19

20

�IV - Ficha do assunto

630.5/57

633.11
Ausomus, E
R
Quality studies in tho whoat-broodirií
program at the Ninnosota agricultural
oxporimant stution, by E. R. Ausomus,
M, C. Markloy, G, H. Bailoy jo outros|
(In Jour. Agric. Ees. 56i453-464,
1938)

NOTA: No caso do catálogo dicionário o númoro 633,11 sorá substituído polo caboçalho: TW.go - Melhoramento (om vormolho)
Sste mesmo tratamento dove ser dispensado a todos os trabalhos pu
blicados om periodicos.Bem om breve ficaremos plenamento compensados pelo
nosso trabalho,verificando com que satisfação os técnicos se servirão dostas fichas analíticas,que serão colocadas no catálogo geral,
^ Não o necessário acentuar como são úteis^estas fichas analíticas
do periodicos para a confecção do bibliografias sobro os mais variados assuntos.
Sosm dúvida alguma, valo a pena o bibliotecário fazer este traba lhe que dara maior importancia o maior valor a sua biblioteca o à sua orga
nização,
NtiMíJRO DE CHAMADA PARA PERIÓDICOS
Vamos explicar o númoro do chamada que colocamos ao lado da ficha
analítica e que em nosso caso é:
630.5/57
56:453
1938
^
Podemos afirmar^com satisfação,que o mosmo o de nossa autoria
que ale^vem funcionando as mil maravilhas,tendo dado uma solução plena,
colocaçao dos periodicos nas estantes,reunindo-os por assunto,

o
a

Ê sabido que a colocação das coleções de periódicos representa um
problema nas bibliotecas,Alguns costumam colocá-las por odaa alfabótica,ou
tros por idioma, ordem de entrada, etc.
""
Os sistemas ato aqui aplicados, dispersam os assuntos,O ideal om
nossas bibliotecas e reunir os periodicos do modo quo todos os periódicos
de quxnica figuram juntos, os de física igualmente,os de biologia,os de i!\e
dicina^ de engenharia, de agricultura, tombam devem ficar reunidos. Assim
sendo o Bibliotecario,pode a qualquer momento conduzir o interessado às e^
tantos e mostrar-lhe onde se encontram todas as coleções sobro um determinado assunto,
^
RôsolveUí-se esto problema com o nosso número de chamada,que serve
alem disso,para dentro de poucos segundos,localizar qualquer trabalho dentro de qualquer periódico,
^
^ Procedemos da maneira seguinte:A divisão do forma Dewey para per^
odicos o ô5,Assiii um periodico de agricultura o 630.5,Sorvimo-nos
para
classifLcortados ospotlodlcosospocializados no assunto agricultura,
e

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-gentilmente por:

I Sc a H
st em
14

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17

lí

�damos a cada coloção ainda os números 1, 2, 3, 4, 5, otc., soparados do número Dewoy por um trago transversal,.
Vamos dar a numeração do algumas de nossas coleções do agricultura:
Agricultura cololiale
Agricultural Journal - Barbados
Agricultural Journal - British Gayana
O Campo
O Fazendeiro
La Hacienda

630.5/1
650.5/2
630,5/3
630.5/34
630.5/48
630.5/52

a a coloção de Journal of Agricultuz'al Research tom o número de
630.5/57.

chamadax

A nossa última coleção do agricultura é o periódico "Mundo Agrícola"
quo leva o número: 630.5/207.
Dosta forma todas as 207 coleções de periódicos sobre agricultura Q
cam reunidos, encontrando-se em nossa biblioteca uma aô lado da outra»
^
Ifin novo periódico sobre agricultura quo entrar na biblioteca terá
numero de chamada. 630.5/208, otc.

o

O mesmo processo usamos para todos os outros assuntos. Os periódicos
do física levam o número do chamada 530.5/1, /2, /3, etc., od de química
540.5/1, /2, /3, etc. Ê fácil imaginar a organização de nossa socção de revi^
tas. Podemos, a qualquer momento responder quantas coleções de cada
assunto
possuímos.
Modianto o número do chamada, quo está no exemplo da ficha acima
o
sorvento da biblioteca ou o próprio interessado vai à coloção 630.5/57,
que
o o "Journal of ^Agricultural Research", retira o volume
o o abro à página
453 o encontrara o trabalho dosejade, dentro do prazo do poucos segundos.
^ Quem estiver consultaMso catalogo nao tera necessidade do copiar o
nome, as vozes extenso do periódico, mas basta anotar os números do
chamada
fazendo uma lista dos mesmos, o procurar os diversos volumes das coleções
e
abri-las nas páginas exatas, onde se encontram os trabalhos en que estiver ijn
toressado. Juntamos ainda no número do chamada o ano correspondente ao volume
para os casos om que no dorso do volume encadernado somente so oncontre esto,
faltando, pois, o numero do volume ou tomo.
O funcionamento do número de chriiada (call numbor) ó perfeito, do ma
neira que podemos rccomondá»lo, se bom quo soja "lia verdadeiro ovo de
Colc^
bo".
A seguir falaremos da catalogação dos boletins, circulares, separatas, etc., que também forma uma parto importantíssima om nossa biblioteca.Catalogamos qualquer folheto, mesmo qiio tojiha aponas uma ou duas paginas,fazendo fichas para o autor^ para os colaboradores, para as entidados responsáveis
o ainda para o(s) assunto(e).
Tomos já em nossa bibHoteca 27.000 boletins, otc., catalogados o ri
gorosamente classificados no cat-a],ogo. A sua colocação na estante ó fixa, seguindo a ordcOT. cronológica ou soja do 1 ao infinito. Para maios? facilidade oe
locamos entro os boletins, etc., quo recebo, todos uma capa uniforme de cart^
lina, guias na ordem do 100 m 100. A procura ó assim facilitada, tornando-se
asslix rapidíssima.
Adotamos este sistema, porque foi a molhor solução, pois sondo
boletins geralmonto muito finos, nãc porariam om pé ao lado dos livros do
gual assunto.

os
i-

A técnica de se rounir os bolotins, etc., em caixetas ou oncadomá-

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^Scan

�los Gm volumos do assun'to^ dovo sor dosprozada^ pois^ quo assim não podon sof
consultados individuateonte»
Nesta altura, convém mencioncir, que fazemos mensa3jniOTite iiw« bibliografia classificada (mimeografada) que registra^as^novas publicações cataloga
das na biblioteca* Ssta bibliograjKLa e enviada a todas atí secções
técnicas
que ficam assim inforaiadas sobre tudo e que a biblioteca acaba de receber.Sor vem tais listas ainda aos senhores técnicos para a confecção das bibliografir
as sobre os assuntos do sua especialidade» Para melhor orientação estamos jtuj
tando uma dessas listas em aproço.
Para catalogaçao do boletins, otc*, veja-se os modelos abaixos
Catalogação da Circular 650 da IMiversity of Illinois: Ladine clover
in Illinois, por R» F» Puelleman.
^^Fizemos primeiramente a matriz (1) - dispensando todas as outras quo
todos ja conhecem. - pesquisa de nome certo foi negativa. Não se conseguiu oísi
pletar o ncano do autor. Deixamos, pois, 6 espaços de m^uina entre o R e
o
F para completar o nome logo que seja possívol.
"
Convém esclarecer que para nomes estrangeiros se deixam 6 espaços va^
sios e para os nomes nacionais e pojrtuguoses 8.
Pela pista sabemos ^ue teremos do desdobrar a matriz (1), fazendo
4
fichas para o catalogo do publico, a sabor: a de autor (II) - a do assuntoClEO
a de autor corporativo: Illinois. Ifalvorsity, Coli-oge of agriculture (IV) - a
de autor corporativo: Illinois. Bctension service in agriculture and
home
oconojnlcs (V).
A ficha I se destina ao catálogo de matrizes (auxiliar do bibliotecário) o as fichas II - III - IV - V ao catálogo do público.
Ficha I (matriz)

22799

Puelleman, R
F
Ladino clover In Illinois.
Urbana?
IMlvorsity of Illinois, 1949.
|l2|p. ilus. 25c,.
(Circular, 650)
635.11
Illinois. Uhiversity. College of agriculture.
Illinois. Sctension service in agricul
ture and homo economics

Ficha II (autor)

22799

Puelleman, R
F
Ladino clover In Illinois.
Urbana,
Univorsity of Illinois, 1949.
|l2|p. ilus. 25cm.
(Circular, 650)

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�íloha II - vorso

22799
633.S1
Illinois. Univorsity, Collogo of agricultura.
Illinois» Bctonsion sorvico in agricultu^
ro and homo acononics
Ficha III

22799

(assunto)

633.31
FuoUoman, R
F
Ladino clovor in Illinois.
Urbana,
Univorsity of Illinois, 1949.
|l2|p, ilus. 23cm.
(Circular, 650)

Ficha IV (autor corporativo)

22799

Illinois. Univorsity. Collogo of a-^'
griculturo
Fuellonan, R
F
Laxiino clovor in Illinois.
Urbana,
Univorsity of Illinois, 1949.
Il2lp. ilus. 23cn.
(Circular, 650)

Ficha V (autor corporativo)

22799

Illinois. Sctension sorvice in agriculturo and homo oconomics
Fuollonan
Ladino clovor in Illinois.
Urbana,
Univorsity of Illinois, 1949.
|l2|p. ilus. 23cn.
(Circular, 650)

NOTA: No catálogo dicionário o numoro 633.31 sorá substituído pelo
cabeçalho Trovo (om vennolho)
^
Taremos agora do tratar do serviço do recortos de jornais, que tanw
bom roprosenta uma bibliografia que deve sor colecionada om pastas do cartoüi
na# Colocamos os recortes sobro folhas de papol, quo são colecionadas e numeradas do 1 a quantos couberem em uma pasta. As pastas tambám recebam numoragao como se fossem volumes, assim temos pasta 1, 2, 3, etc.
O ni^ero de chamada, que também nao falha, sorá fonnado pelo numero
da pasta e numero da pagina om que so encontra o trabalho. Assim p. ex.l3:10£i
significa, que o recorte em questão se ecnontra na página 105 da pasta 13. As
fichas de recorto formm um catálogo a parte, não sondo incluídas no catálogo geral dô livros, boletins, poriodicos. As pastas são colocadas em
im«
estante distinta. Como o sabido os artigos publicados om jornal não são registrados em bibliogr^ias, mas são, contudo, procurados por cartas polomicas
ou para^orientar os técnicos relativamente à realização do congressos ciont^
ficos, a roclamaçoos, problomas agrícolas do país, etc.

cm

1

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l.
!

�23:105

Café . Sombroamonto
O sombroamento dos cafozais a opinião da
Comissão do £afQ da Secretaria da Agricultura de são Paulo.
Recorto do O Estado de S.Paulo, 4/5/1949,

66:9

Banana
No Instituto agronomico de Campinas: a in-'
portancia que so da as frutas tropicais:
coqueiro, banana, bauMlha^ craveiro da
índia o outras especiarias: o estudo da
banana em particular, dados interessantes.
Recorto do A Gazeta, São Paulo, Il/l2/l949.

A
NOTA: Este recorte ainda comporta fichas encabeçadas polos caboca
lhos: Coco da Bahia. Baunilha o Cravo da índia»
^Yeecbooks, anuarios, annual repor'os, nos os reunimos nas estantes u
sando o numoro do chamada para agricultura 630.58/1; 630.58/2, etc., como os
periódicos, separando-os, portanto daquelos. O mesmo número tambom o usado pa
ra formar o numoro do chamada na ficha, assimj 630.58/15
~
...
,
1938:680 significa que o tra».
balho ^ apreço se encontra na pagina 680 ao yearbook do U.S. Doportment
of
Agriculture, correspondente ao ano do 1938, cujo número de coleção o 15.
Dowey

ainda um assunto quo diz respeito à classificação

de

A CLASSIFICAÇSo 2M BIBLIOTECAS ESPECIALIZADAS
As bibliotecas ospociaHzadas-servom a consulentes que possuom um elevado grau do cultura. Vem elos a biblioteca com um propósito bom definido,com
um programa detalhado bom elaborado, necessitando em vista do sou tampo escos
so, do informaçoos rapidas do possibilidades de consultas fáceis.
ê, pois,
o mais perfeito
cioso^ descendo
los toraicos ao

necessário quo o sorviço do catalogaçao e classificação soja
possível. O índice do catalogo sistonático deve ser bom minuaos mínimos dotalhos, de maneira quo responda a perguntas pebibliotocario, ou soja a um catálogo e uma instituição agronô

+ Pergunta
sera
bem espocifica,
biblioteca
sobro o
mosaico
da cana do
fé? - sobro os^cramosomJ.os do citrus?
sobro a adubaçao verde do mamoeiro? -

talvez
sentido:
que possui
ã
açúcar?noste
- sobro
o bicho"Omineiro
do ca- sobro a composição quínica do cacau?etc.

O técnico necessita dessas^informações para os seus trabalhos em anda^
mento, ou para a citaçao bibliográfica ou ainda para dar iri'ormaçõa3 a consulen os formulados em cartas ou para a realização do roímiÕGs técnicas.
^ Não lhe interessa, pois, sohor o que a biblioteca possui sobre
mamoGiro, citrus, cafo, algodao, otc., em geral, mas procura
um detalhe todo especial rolativamonto a ossas plantas cultivadas*
O bibliotocario devo fazer ossas subdivisões om sou

Digitalizado
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^Scan

catálogo.

nann
ele
Mos-

�no nas estantes os livros devem estar colocados de m^eira a reunir em gru
pos as obras de cada assunto especial« Assim no catalogo, na parte rafe rente a café, p» ex«, deva ser possível ao consulente localizar ime^cAan^
te o material bibliográfico existente sobre: análise química do cafa, botg
nica do cafeeiro, adubação do cafeeiro, moléstias a pragas do cafoeiro,prâ
paro do cafe, ate«
Bicaminhando-se o técnico as estantes, que córtamente serão da
casso livre, deve ver reunidas nalas as obras que varsam^sobre c§da qual»
daff^'subdivisões acima« Assim todas as obras que versam sobro botânica
do
cafa, ficarão reunidas, igualmonta as qua vorsaram sobra as molostias, pr^
gas, preparo,análise quími ca, ate«
Estas subdivisões não as encontráramos na classificaçao
decimal
da Daway, que é, som dúvida alguma, a mais usada entra nos nas bibliotecas
agirícolas e de outros assuntos técnicos.
Caba, agora ao bibliotocário responsável pelo ban funcionamento da
biblioteca procurar uma solução. Devo ela descobrir uma maneira de subdi^^dlr 08 assuntos no seu catalogo a também nas estantes«
Ba nossa biblioteca tambom sa nos deparou a necessidade de oonsa&gt;
guir subdivisões« Rroblema este qua surge para todos os colegas que traba^
lham am bibliotecas especializadas«
A seleção não a difícil, .tomando-se mesmo simples,füncionando a.»
letn disso plenamente«
Fomos obrigados a fazer uma extensão no sistema de^Dowey que po^
rá ser aplicada a todas as culturas, tomando-sa assim mnamonica«
Vajamos o qua fizamos e aproveitaremos para axamplificar a ^cultura do cafe que representa para o Brasil a mais importante a responsável pg
Io nosso bom estar oconcanico.

nifica:

O número qua Doway escolheu para cafe a 655.75 que, analizado si£
GOO
Ciências puras
650
Agricultura
655
Culturas especiais
655,7
Plantas alcalóides
655.75
Café

Êsta niínero 655«75 teria que ser o número para um livro quo trato
oxcluslvamante da historia do café çara outro que descreva sua cultura
o
tratos culturí3ls, outro qua vorsa sobre a tecnologia química, outro
cujo
assunto especial o molastia.s, outro que falo de pragas, etc«
Usando apenas osta número não taramos, separados nem no catálogo,
noa tão pouco nas prateleiras o assunto cafa pelas subdivisões acima menci
onadas«
Para consoguir äste intento elaboramos a extensão abaixo:
ESTíJíSCBS APUCÁVETS X todas as CULTüRAS b grifadas para
DÜJíItüiíCli-IiAS DO Nt^SRO DE DEWET
A extensão é a seguinte:
1 Br&gt;tn^^

2 Gonotlca

5 Cultura

1
2
5
4
5
6

1
2
5
4
5 Citologla
6

1 Solo

Sementes
Raiz
Caule
Folha
Flor
Fruto

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^ Ijvardo
S Adubação-&gt;2iorganica
^ 3)qujüiiica
5 Semeação a plantio
4 Irrigação

�5
6
7
8
9

7 Fisiologia
8 Sistomática
9

7
8
9

4 Analiso química

Astronomia

1
2
3
4
5
6
7
8
9

lüstatística
CoEiorcio
Importação
iüxportação
História
Geografia
Legislação

Raiz
Gaulo
Folha
Flor
Fruto
Fibras

8 Tocnologia
Golhoita
Amazonanonto
Beneficianonto^
Industriali zação
Glassificação
Maquinas

Raiz
Gaulo
Folha
Flor
Fruta
no Amazon

Cmbato a orosao
Rotação do cultura
Poda
íhxQrtia
Sombreanonto
Moléstias
Raiz
Gaulo
Folha
Flor
Fruto
no Armazém

9 Rolatórios
1 do viagoEi
2 Anuais
3 Gongrossos e Gon«
4
(foroncias
5
6
7
8
9

Para oxomplificar o sou funcionamento damos o uso dos números para ai
gimas culturas»
«
'
Sompro grifamos a nossa extensão para nao ontror om conflito ccju o njí
noro de Dewey.
Gafg e 633«73 ^
Botanica do Gafe - será
Gana do Açúcar - sendo^
Botanica da Gana de Açúcar
Botgnica do Algodooiro o
Botanica do Trigo ó
A Fisiologia do Gafeeiro será
A Adubação do Gacau e
^
A Adubação das Laranjeiras o
A Adubação do Arroz

653,731
633,61 - teronos
633.611
633,511
633.111
633.7318
633.72^
634.31^
633,18^^S •" etc.

oxeE&gt;&gt;
Mediante o uso dessa Qossa extensão, consoguinos reunir, por
pio, na^estante, onde se encontram os livros sobro cafe, todos que versan sobre Botanica do Gafe, todos quo versam sobre Gultura do Gafo, todos quo dizem
respeito ao Preparo do Gafe, etc., etc.

Outra solução será encontrada subdividindoésso o assunto no catalogo
por neio de guias, subdivisões essas que também se apligam a todas as culturas
e que são as seguintes: Adubação, Análise, Quomica, Botanica, Comício, Gultuf
ra, ífconomia. Genética, Moléstias, Pragas, Tecnologia, Diversos. Todas
essas_
subdivisões podem ser'noyamente subdivididas como p» ox, - na Adubaçaot-Aduba^
ção Vorde - Adubação Organica - Adubação Química - Botanica - Anatoiaia - Fisiologia - otc. As guias podem apresentar cores várias de maneira quo sera fácil
distinguir classes, sub-classes e subdivisões, vcsnos ilustrar o que foi
dito
acima usando a cultura do cafe como exemplo (anexo 1).

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�cm

1

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I
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��</text>
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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