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                  <text>A ENGENHARIA DO CONHECIMENTO E SUAS POSSÍVEIS CONTRIBUIÇÕES
PARA A ÁREA BIBLIOTECONÔMICA:
ALGUMAS REFLEXÕES

Angélica C. D. Miranda1 angelicam@egc.ufsc.br - FURG  Rio Grande/RS
3
Fernando Antonio Forcellini forcellini@deps.ufsc.br - UFSC  Florianópolis/SC
1
Lourdes de Costa Remor lu@saude.sc.gov.br  SEESC  Florianópolis/SC
2
Roberto Martins da Silveira rmhotmail.com  ÚNICA  Florianópolis/SC
3
Roberto Pacheco pacheco@eps.ufsc.br  UFSC - Florianópolis/SC

Resumo : O presente trabalho trata de uma reflexão sobre as bibliotecas no
contexto atual e sua passagem na história da humanidade. Aborda a relevância
da informação na sociedade, relacionando o campo de atuação da
Biblioteconomia e da Engenharia do Conhecimento. Destaca aspectos da
integração dos sistemas de informação e aponta a importância da gestão do
conhecimento nesse contexto.
Palavras Chave: Biblioteconomia, engenharia, tecnologia.
1  INTRODUÇÃO

Desde os tempos mais remotos o homem já manifestava preocupação em
reunir o conhecimento. É bom também lembrar que, durante muito tempo,
somente os abastados tinham acesso à cultura e aos livros. Os reis tinham suas
bibliotecas como propriedade exclusiva (não podiam ser tocadas). Na Idade
Média, eram consideradas como organismos sagrados (monásticas), e seus
guardiões eram religiosos, de modo que somente os da mesma ordem tinham
acesso.

Durante muitos séculos, as bibliotecas significaram fonte de poder, objeto
sagrado, depósito de livros, entre outros tantos significados, e somente há poucas

1

Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento da Universidade
Federal de Santa Catarina.
2
Professor na FAAG/CESUSC (FACULDADE ANITA GARIBALDI - Complexo de Ensino Superior de
Santa Catarina) e aluno especial no Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento
da Universidade Federal de Santa Catarina.
3
Professor no Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento da Universidade
Federal de Santa Catarina.

�décadas tornou-se um centro de informações compartilhado e acessível para
muitos.

O homem passou por todos esses períodos, adaptando-se a cada um
deles e retirando dos livros a sabedoria que lhe interessava. Décadas, séculos de
existência em que os registros do conhecimento passaram por poucos, em
comparação com a época atual.
2  O ACESSO À INFORMAÇÃO E O EXCESSO DE INFORMAÇÃO

O século passado se fez muito importante pelas mudanças que trouxe,
mudanças significativas no que diz respeito ao acesso à informação. Na
sociedade contemporânea, o sucesso do desempenho econômico tem sido
caracterizado pela busca das melhores práticas técnicas e dados específicos,
pelas linhas de comunicação com fontes de conhecimento especificamente
relevantes, pela manutenção das capacidades e práticas para avaliação de
informações. Nesse contexto Bush, citado por Silva (2006), identificou como
explosão informacional o irreprimível crescimento exponencial da informação e de
seus registros, particularmente em ciência e tecnologia. De um universo em que a
informação era restrita, passou-se a outro em que houve, na verdade, um boom
informacional. É nesse contexto que queremos chegar, para então, falar da
realidade do profissional bibliotecário hoje.

Inicialmente um mundo controlável, onde se tinha domínio do que havia
na biblioteca, a realidade do profissional era reunir, organizar e difundir. Assim ele
era formado, para atuar nesta relação: reunião, organização e difusão. Nas
primeiras décadas do século passado, pouco se falava em usuário, visto que a
preocupação era com o acervo. Pressupõe-se que até hoje existam casos em que
o bibliotecário tem na sua mente a localização exata de um livro, tamanha é a
dedicação para com eles. Reclamações à parte sobre os usuários, dos números
extensos e incompreensíveis (para localização das obras) ou bibliotecas onde
não se pode (não deveria) fazer qualquer barulho. E assim, chegou-se a uma
nova etapa, em que as tecnologias apontam para uma série de controles, entre

�eles: de entrada do usuários, de acervo, onde o sistema  por meio de leitores
eletrônicos  pode realizar o inventário direto. Mas, irremediavelmente, este
mesmo mundo que possibilitou tais facilidades apresenta agora outras questões,
diferentes daquelas do passado: a insustentável condição de controlar o fluxo
informacional. Isso alterou a realidade dessa e das demais áreas. Muitas
informações, provindas de livros, periódicos, folhetos, CD-ROM, bancos de
dados, pen-drive e, claro, a grande facilitadora, a WWW (World Wide Web),
comumente conhecida como web ou Internet e os serviços que ela proporciona
(e-mails, listas de discussão, sites e outros).

Desta forma, passamos gradativamente de uma realidade em que os livros
eram considerados sagrados e poucos tinham acesso, até a presente, em que o
excesso de publicações, quer em papel, em meio magnético ou virtual, prejudica
a ponto de as pessoas não encontrarem o que procuram, portanto as mudanças
devem ser bem compreendidas, a fim de se visualizar novos caminhos,
abordagens e soluções. O mundo está em constante mudança, em constante
evolução.

Assim, aqueles que se formaram para atuar em bibliotecas e se tornarem
os organizadores do conhecimento passaram para uma outra visão da realidade
profissional. A Biblioteconomia cresceu muito, tornou-se valorizada pelo uso das
Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) e passou a colocar em prática
o conjunto de conhecimentos que propõem a reunião, a seleção/organização e a
disseminação da produção intelectual em qualquer suporte (livros, periódicos,
CDs etc.). Contudo, bem se sabe que as TICs resolveram muitos problemas,
facilitando a organização/acesso das informações, e em contrapartida trouxeram
consigo a possibilidade de disponibilizar muito lixo informacional.

De acordo com Miranda (2003),

A evolução dos suportes das fontes de informação do acervo,
percebida na década de 1990, mostra que a biblioteca tornou-se
mais do que um simples depósito de livros, periódicos, fitas cassete
e vídeos. Na década de 1980, passou a incorporar a informação

�digital residente em disquetes, CD-ROM, microcomputadores,
informação em rede de computadores, bases de dados, periódicos
on-line e páginas da web. Estas mídias surgidas e incorporadas no
cotidiano provocaram mudanças na gestão da informação.

Conforme essa autora, o avanço proporcionou muitas mudanças na gestão
da informação, podendo ser consideradas sob diversos pontos de vista. No
aspecto positivo, a abertura para todos, a facilidade de procurar informações na
web, em bancos de dados etc., a quebra (ou queda) de barreiras que dificultavam
o acesso em séculos passados. De um ponto mais pessimista, o excesso, que
confunde, complica e nada explica, a infinidade de sites, blogs, homepages
(tantos nomes para explicitar informação na web), que são jogados na rede,
esquecidos e lá ficam, simplesmente poluindo.

Pode-se então dizer que estamos numa grande era de transição. Mas
como reorganizar, para reunir e socializar?
3  UMA NOVA VISÃO NA RELAÇÃO DA INFORMAÇÃO VERSUS
ENGENHARIA DO CONHECIMENTO

Ao entrarmos na ciência da Engenharia do Conhecimento, percebemos o
quanto ela permeia as demais ciências, as profissões e os sistemas.

Conforme Pacheco (2006), a expressão Engenharia do Conhecimento
surgiu para definir a área científica de construção de sistemas especialistas.
Posteriormente veio a mudar seu significado, diminuindo um gap no sentido de
fazer do engenheiro um elemento de integração entre a tecnologia e a gestão e
reconhecendo a relevância da modelagem do conhecimento e da visão sistêmica.

Nesse sentido, pode-se afirmar que a EC se preocupa com as formas de
codificar, recuperar e explicitar o conhecimento existente. O universo das
bibliotecas deixou de ser considerado um depósito, passando a ser visto como
algo mais dinâmico. A EC, ao longo das mudanças, exterioriza a preocupação
com o acesso ao que existe.

�De acordo com Pacheco (2006), O processo de aquisição, modelagem e
representação do conhecimento que leva a um sistema especialista foi
denominado Engenharia do Conhecimento ainda na década de 60.

Mas, será que uma união da EC e do mundo bibliotecário tem futuro?
Se as bibliotecas sobreviveram ao tempo, adaptaram-se às TICs e na
atualidade enfrentam o boom informacional tendo diversos obstáculos pela frente,
diz-se da EC que ela deixou de dar significado somente à Inteligência Artificial
(IA), tornando-se muito mais abrangente e oferecendo novos conceitos à era
informacional. Ambas enfrentam barreiras nesse mundo, cada vez mais virtual.

Assim, pode-se dizer que a organização do mundo biblioteconômico, com
suas normas, tabelas, regras etc. poderá tornar-se parceiro da EC, entre cujos
inúmeros objetivos está a explicitação de significados e também a representação
do conhecimento por meio de taxonomias.

Sistematizar
♣ Dado

Reunir Biblioteconomia
Disseminar

♣ Informação

Interoperabilidade
Engenharia do
Conhecimento

Modelar

♣ Conhecimento

Codificar

Figura 1  Objetivos da Biblioteconomia e da Engenharia do Conhecimento
Fonte: os autores

De acordo com a figura acima, pode-se dizer que a Biblioteconomia tem a
preocupação de reunir, sistematizar e tornar possível o acesso, enquanto a EC
trabalha com a modelagem, a codificação e a interoperabilidade. O objeto de
ambas são os dados, a informação e o conhecimento. Tuoni, citado por Silva
(2004), diz:
os dados são simples fatos que se tornam informação, se
forem combinados em uma estrutura compreensível; ao

�passo que a informação torna-se conhecimento, se for
colocada em um contexto, podendo ser usada para fazer
previsões.
Uma
informação
é
convertida
em
conhecimento quando um indivíduo consegue ligá-la a
outras informações, avaliando-a e entendendo seu
significado no interior de um contexto específico.

Dentro dessa visão, o autor deixa clara a necessidade de trabalhar em
cima dos elementos citados para que possam ter um significado. Eles podem
existir dentro de um contexto, mas o fato de estarem soltos não significa sua
importância. À medida que são estruturados, passam a expressar valor.

Assim, pode-se perguntar: Qual o objetivo maior das áreas em questão?
Colocar à disposição das pessoas, formas de acessar o que procuram, ou seja,
encontrar subsídios para si, para seu trabalho ou o que for. De que vale ter um
mundo de dados se estes não forem acessíveis ou decodificáveis? Ou uma
avalanche de informações, quando o que interessa não é encontrado?

Dentro dessa análise, a Biblioteconomia e a Engenharia, conforme seus
pressupostos, procuram formas de colocar à disposição meios para o indivíduo
sair da sua ignorância e adentrar o mundo dos saberes. E, por sua vez,
conforme ilustra a figura abaixo, a EC pretende dar suporte à criação e ao
compartilhamento de conhecimento, possibilitando o acesso e a cooperação.

A EC demonstra um aprofundamento muito maior que a Biblioteconomia,
propondo todo um ferramental para facilitar a Gestão Informacional e possibilitar
uma verdadeira Gestão do Conhecimento.

4



A

ENGENHARIA

DO

CONHECIMENTO

E

A

GESTÃO

DO

CONHECIMENTO

Os conhecimentos precisam ser sistematizados, estruturados, porque nem
sempre estão acessíveis. E para que a gestão do conhecimento disponha de
instrumentos, ferramentas, enfim, usufrua e mantenha o conhecimento, necessita

�do suporte tecnológico da Engenharia do Conhecimento para que ele possa ser
materializado. A gestão precisa, além de saber, saber aplicar o conhecimento.

Como a engenharia se tornou a maior técnica de integração de informação,
para Studer et al (2000), ela representa a possibilidade também de integração,
necessária na gestão em saúde.

Dessa perspectiva, observa-se a existência de uma visão reduzida da
informação e das tecnologias a ela associadas, na qual a gestão da informação é
entendida como processar os dados de sistemas de informação e a informática
fica restrita à atividade de cuidar dos computadores (VASCONCELLOS;
MORAES; CAVALCANTE, 2002, p. 221).

Conforme Antunes (2000, p. 32), A proliferação de centros de ensino,
reunindo

cientistas

provenientes

dos

diversos

ramos

do

conhecimento,

possibilitou o trabalho interdisciplinar, organizando e direcionando, cada vez mais,
o conhecimento e sua busca em torno de áreas de aplicação. Assim, passou o
conhecimento de um fim em si mesmo para um recurso de atingimento de
objetivos.

Engenharia do
Conhecimento

Suporte
tecnológico à
criação e ao
compartilhamento
de conhecimento

Figura 2  A Engenharia e a Gestão do Conhecimento
Fonte: Pacheco (2006)

Gestão do
Conhecimento

�4.1  A integração dos sistemas

Todas as áreas demandam processos eficientes de negócios, requerendo
cada vez mais a integração de diferentes sistemas de informação. A integração
de informação não é uma tarefa fácil, pois exige um conhecimento muito
específico para resolver diferenças semânticas de dados residentes em dois
sistemas de informação. Basicamente, o papel de ontologias no processo de
Engenharia do Conhecimento é facilitar a construção de um modelo dominante
(STUDER et al., 2000).

Os sistemas de gestão do conhecimento deixam à mostra uma exigência
em integrar

modelos de

conhecimentos

e

componentes baseados

em

conhecimentos de acordo com as necessidades dos usuários. Contudo, a
comunidade de Engenharia do Conhecimento terá que se esforçar mais em
cooperar com outras disciplinas para fazer seus métodos e ferramentas
amplamente conhecidos e acessíveis (STUDER et al., 2000).

Hoje, a Engenharia do Conhecimento é a chave tecnológica na sociedade
do

conhecimento.

Empresas

estão

reconhecendo

a

necessidade

do

conhecimento em seus modos de produção, os quais precisam ser explorados e
protegidos numa época em que as mudanças são rápidas e em uma economia
que é global e competitiva. Essa situação facilitou a aplicação das técnicas da
Engenharia do Conhecimento em Engenharia de Gestão. A demanda por
eficientes processos de negócios requer a interconexão e a interoperação de
diferentes sistemas de informação (STUDER et al., 2000).

5  CONSIDERAÇÕES FINAIS

A cada dia que passa, mais nos tornamos cidadãos globalizados, vivendo
nossa realidade local e tendo acesso ao que acontece globalmente. Somente não
se informam aqueles que não querem. O mundo teoriza a multidisciplinaridade, a
rede proporciona condições para tal, mas a academia segue essa teoria, ou será
que ainda forma (deforma) cidadãos com uma visão micro, aquela que somente

�resolve problemas? Estamos preparados para uma ação pró-ativa no sentido de
investir na interdisciplinaridade e aprendermos com a socialização da informação,
via Internet?

Como resposta aos argumentos acima, pensemos que para as tecnologias
mostrarem sua utilidade faz-se necessário que sejam bem- explicadas e permitam
a promoção de estratégias para uma organização eficaz neste infinito mundo
informacional que é a Internet. A soma dos conhecimentos e experiências talvez
seja uma das formas de realizar esse aproveitamento.

REFERÊNCIAS
ANTUNES, Maria Thereza Pompa. Capital intelectual. São Paulo: Atlas, 2000.
BRANCO, Maria Alice Fernandes. Informação em saúde como elemento
estratégico para a gestão. . In: Ministério da Saúde. (Org.). Gestão Municipal em
Saúde - Textos Básicos. 1 ed. Rio de Janeiro - RJ: Ministério da Saúde, 2001, v. ,
p. 163-170.
ECO, Humberto. From Internet to Gutenberg. Disponível em:
&lt;http://www.inf.ufsc.br/~jbosco/InternetPort.html&gt; Acesso em: 10 dez. 2005.
MARTINS, Wilson. A palavra escrita: história do livro, da imprensa e da
biblioteca. 3. ed. São Paulo: Ática, 2002.
MIRANDA, Angélica Conceição Dias. Proposta metodológica para inovação de
produtos em unidades de informação/bibliotecas disponíveis na Internet,
focada no cliente: uma aplicação na Fundação Universidade Federal do Rio
Grande.2003. Dissertação [Mestrado em Engenharia de Produção) Progrma de
Pós Graduação em Engenharia de Produção, Universidade Federal de Santa
Catarina, Florianópolis, UFSC, 2003.
MORAES, Ilara Hammerli Sozzi de; VASCONCELLOS, Miguel Murat. Política
Nacional de Informação, informática e Comunicação em Saúde: um pacto a ser
construído. Saúde em Debate, Rio de Janeiro, v. 29, n. 69, p. 86-98, jan./abr.
2005.
PACHECO, R. Introdução à Engenharia e Gestão do Conhecimento. (Aula 4),
2006. Florianópolis, Ufsc.

�SILVA, Gerlandy Leão da. O papel do profissional da informação em meio às
transformações
na
identidade
cultural.
Disponível
em:
&lt;http://www.decigi.ufpr.br/anais_enebd/documentos/oral/identidade.doc&gt;. Acesso
em: 02 maio 2006.
SILVA, Sergio Luis da. Gestão do conhecimento: uma revisão crítica orientada
pela abordagem da criação do conhecimento. Ciência da Informação, v. 33, n. 2
, p. 143-151, maio-ago. 2004.
STUDER, Rudi et al. Situation and perspective of Knowledge Engineering. In: J.
Cuena, et al. (eds.), Knowledge Engineering and Agent Technology. Amsterdam:
IOS Press 2000, this volume.
VASCONCELLOS, Miguel Murat.; MORAES, Ilara Hammerli Sozzi de;
CAVALCANTE, Maria Tereza Leal. Política de saúde e potencialidades de uso
das tecnologias de informação. Saúde em Debate, Rio de Janeiro, v. 26, n. 61, p.
219-235, maio-ago. 2002.

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              <text>O presente trabalho trata de uma reflexão sobre as bibliotecas no contexto atual e sua passagem na história da humanidade. Aborda a relevância da informação na sociedade, relacionando o campo de atuação da Biblioteconomia e da Engenharia do Conhecimento. Destaca aspectos da integração dos sistemas de informação e aponta a importância da gestão do conhecimento nesse contexto.</text>
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