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                  <text>DESENVOLVIMENTO DO PORTAL DE CAPACITAÇÃO DE EQUIPES DO
SISTEMA INTEGRADO DE BIBLIOTECAS DA UNIVERSIDADE DE SÃO
PAULO
Márcia Elísa Garcia de Grandi∗
Mariza Leal de Meirelles Do Coutto
Ângela Maria Belloni Cuenca
Aparecida Angélica Z. Paulovic Sabadini
Hellen Cristina Damaso
Juliana Akie Takahashi
Luzia Marilda Zoppei Murgia e Moraes

RESUMO
A partir da formalização de uma política de capacitação contínua das equipes do
Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade de São Paulo (SIBi/USP) e do
Planejamento Estratégico para o ano de 2003, definiu-se um projeto para
desenvolvimento e implementação do Portal de Capacitação de Equipes do
SIBi/USP. Partiu-se do pressuposto que a construção do Portal propicia a adoção
de novas práticas facilitadoras na formação de competências e habilidades, a
promoção de uma cultura de aprendizagem, o desenvolvimento de talentos
alinhados com a missão e objetivos da instituição e estímulo ao aprimoramento
individual e organizacional. O escopo do projeto compreendeu: identificação e
definição dos conteúdos para o Portal; estabelecimento da estrutura da
informação; elaboração do projeto gráfico e de navegação; definição de
plataformas, ferramentas e bases de dados para implementação e manutenção. O
Portal foi inaugurado em dezembro de 2003, em caráter experimental, estando
prevista a inserção de ajustes, a partir das sugestões dos usuários, a atualização
dos conteúdos, além da elaboração de manuais e fluxos para operacionalização
das rotinas de manutenção.

1 INTRODUÇÃO

Iniciativas de capacitação das equipes bibliotecárias estiveram sempre
presentes na trajetória do Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade de
São Paulo (SIBi/USP), desde a sua criação. As equipes bibliotecárias do
SIBi/USP se encontram distribuídas pelas 39 bibliotecas situadas nas Unidades
de ensino e pesquisa, Centros, Hospitais e Museus da Universidade, além de seu

�próprio

Departamento

Técnico.

Totalizam

757

funcionários,

sendo

303

bibliotecários, 271 técnicos e 183 auxiliares de documentação e informação.
Nos Planejamentos Estratégicos dos anos de 2002 e 2003, a capacitação
contínua das equipes foi estabelecida como estratégia sistêmica. Para
implementação da estratégia, em 2002, foi desenvolvido o projeto CRESCER –
“Institucionalizar procedimentos para capacitação contínua de equipes”, que
resultou na elaboração do documento “Diretrizes para Capacitação de Equipes do
SIBi/USP” e no delineamento do “Plano para Capacitação de Equipes do
SIBi/USP

–

2002”,

conforme

descrito

no

relatório

final

do

Projeto

(UNIVERSIDADE, 2003).
Em paralelo à formalização da política e do programa piloto de capacitação
- 2002, foi definido, como subprojeto, o desenvolvimento e implementação do
Portal de Capacitação do SIBi/USP, tendo em vista as novas metodologias de
educação e atualização continuadas. Um primeiro esboço do conteúdo do Portal
foi delineado, ficando para a segunda etapa a implementação do Portal
propriamente dito. Esta segunda etapa foi recomendada como projeto a ser
desenvolvido pelo SIBi/USP em 2003.
Confirmando as recomendações do Grupo do Projeto Crescer, em 2002, o
Planejamento Estratégico para 2003 definiu como estratégia: “Incrementar o
Processo de Capacitação”, estabelecendo como um dos projetos para esse fim a
criação do Portal de Capacitação para as Equipes do SIBi/USP.

2 REVISÃO DA LITERATURA

Segundo Brandão, Borges e Rodriguez y Rodriguez (2001), com o
crescente aumento dos concorrentes aliado a um processo de automação cada
vez mais acelerado, o homem assume um papel de maior relevância nas
organizações, necessitando de uma atuação voltada para o planejamento, a
criação e a permanente inovação. Assim, a educação que antes era tida apenas
como uma das etapas da vida, passa a ser entendida como um processo
permanente.

�Para os autores, um novo conceito introduzido na gestão do conhecimento
é o de Universidade Corporativa, "onde as empresas buscam se organizar no
sentido de acelerar ainda mais o processo de acúmulo e transmissão dos
conhecimentos fundamentais às suas estratégias empresariais." (p. 136).
Segundo

Eboli

(2001),

o

comprometimento

das

organizações

contemporâneas com a educação e desenvolvimento das pessoas vem
adquirindo uma relevância cada vez maior no cenário internacional, a ponto de se
apresentar como uma vantagem competitiva sustentável, culminando com o
surgimento

das

universidades

corporativas

como

instrumentos

para

“o

alinhamento e o desenvolvimento dos talentos humanos em relação às
estratégias empresariais.” (p. 103). As universidades corporativas, segundo a
autora, podem ser vistas como um “sistema de desenvolvimento de indivíduos
pautado pela gestão de pessoas por competências.” (p. 104).

2.1 PORTAIS: CONCEITOS E CARACTERÍSTICAS

Segundo Dias (2001), o portal web passou por rápidas evoluções, pois "há
três ou quatro anos, o que hoje é chamado de portal era conhecido como
máquina de busca, cujo objetivo era facilitar o acesso às informações contidas em
documentos espalhados pela Internet.” (p. 53).
Descreve que os portais podem ser classificados de acordo com o contexto
de sua utilização (público ou corporativo) ou de acordo com suas funções (suporte
à decisão e/ou processamento corporativo). Dentre os diferentes tipos de portais
classificados pela autora, destacamos: 1) portal público: também denominado
portal Internet, portal web ou portal de consumidores; 2) portal corporativo: tem o
propósito de expor e fornecer informações específicas, dentro de determinado
contexto; 3) portal de informações ou de conteúdo: organiza grandes acervos de
conteúdo a partir dos temas ou assuntos neles contidos; 4) portal de negócios:
dispõe para os usuários corporativos, informações necessárias para a tomada de
decisões de negócios da instituição; 5) portal de especialistas: relaciona e une
pessoas com base em suas habilidades e experiência, por meio de comunicação
em tempo real, educação a distância e manutenção de cadastro automático de
especialistas; 6) portal do conhecimento: é um ponto de convergência dos portais

�de informações, cooperativos e de especialistas, sendo capaz de implementar
tudo que os outros tipos de portais implementam e de fornecer conteúdo
personalizado de acordo com a atividade de cada usuário; 7) portal de
informações empresariais - EIP: utiliza metadados e a linguagem XML (Extensible
Markup Language) para integrar os dados não estruturados aos dados
estruturados das bases de dados do data warehouse.
De acordo com Tavares (2002), todos os portais requerem "...
características avançadas de personalização, permitindo que o portal disponibilize
informações relevantes para cada usuário, aumentando sua eficiência e
produtividade." (p. xv). Para o autor, o portal corporativo permite que os recursos
ativos de uma corporação trabalhem em conjunto "aumentando a produtividade,
promovendo colaboração e facilitando a canalização dos conhecimentos tácitos e
explícitos de uma organização ..." (p. xvi).
Para Dias, a terminologia relacionada com os portais corporativos ainda
não se estabilizou. Os termos "portal corporativo", "portal de informações
corporativas", "portal de negócios" e "portal de informações empresarias" são
utilizados na literatura, algumas vezes, como sinônimos (2001, p. 51).
Para Terra e Gordon (2002), os portais corporativos devem ser
implementados com "um foco em Gestão do Conhecimento", podendo assim
causar mudanças no funcionamento das empresas. Os autores ressaltam que
atualmente a implementação dos portais corporativos é executada basicamente
para atender às necessidades dos funcionários, das comunidades, e até mesmo
da extensa rede que vai além das paredes das organizações. Esses portais, em
muitos aspectos, afirmam Terra e Gordon (2002, p. xvii) “representam uma das
primeiras grandes ondas de TI [Tecnologia de Informação] a ter como base a
necessidade de uma ampla base de usuários.”

2.2 CONSIDERAÇÕES RELEVANTES NA CONSTRUÇÃO DE UM SITE

De acordo com o texto “Portais Corporativos” (2003), é muito difícil criar um
portal que execute todas as tarefas em sua plenitude, pois a construção de um
portal requer várias camadas de tecnologia, o que o torna um tanto complexo.
“Não se trata apenas de uma página Web com um punhado de links para sites

�interessantes. É uma página que dá aos usuários dados de fontes estruturadas,
(...) assim como dados não estruturados de documentos, e-mail e páginas Web.”
Um portal corporativo deve incluir também, “ferramenta de pesquisa e muitas
listagens de páginas de informações baseadas em intranet, divididas em
categorias e classificadas de maneira inteligente.
Moretti et al. (2002, p. 33-34) fazem algumas considerações básicas sobre
a concepção de páginas Web, baseadas no trabalho de Bax (1997). São elas: 1)
utilizar a linguagem e o vocabulário dos usuários; 2) evitar que os visitantes
fiquem confusos e frustrados, limitando o tamanho das páginas; 3) limitar cada
página a um único conceito ou idéia; 4) balancear estética e funcionalidade; 5)
enfatizar a qualidade da informação e limitar o uso de imagens; 6) não basear a
concepção da aparência das páginas num determinado navegador em particular;
7) limitar o uso das marcas HTML mais recentes; 8) manter um padrão de cores e
formas consistente para que o site adquira identidade própria, incluindo: datas e
responsáveis pela manutenção, e-mail para contato, URL; 9) facilitar a
navegação, utilizando marcas de orientação nas páginas; 10) incluir ligações para
os programas na Internet que os visitantes necessitarão para navegação no site.

2.3 EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA (EAD)

A educação a distância, segundo Alves, Santos e Zambalde (s.d.), pode
ser definida como uma atividade de ensino e aprendizado sem que haja
proximidade física entre tutor (professor no novo ambiente) e aprendizes (alunos
no novo ambiente), cuja comunicação bidirecional entre os vários sujeitos desse
processo (professor, alunos, monitores, administração) seja realizada por meio de
algum recurso tecnológico intermediário tais como: cartas, textos impressos,
televisão, radiodifusão ou ambientes computacionais.
O Decreto Federal no. 2.494 que regulamenta a LDB, diz que "a educação
a distância é uma forma de ensino que possibilita a auto-aprendizagem, com a
mediação de recursos didáticos sistematicamente organizados, apresentados em
diferentes suportes de informação, utilizados isoladamente ou combinados, e
veiculados pelos diversos meios de comunicação." (BRASIL, 2003).

�Para Moran (2003) a educação a distância “é um processo de ensinoaprendizagem, mediado por tecnologias, no qual professores e alunos estão
separados espacial e/ou temporalmente.” O autor acrescenta que apesar de não
estarem juntos (professores e alunos), de maneira presencial, “eles podem estar
conectados, interligados por tecnologias, principalmente as telemáticas, como a
Internet (...)”, podendo utilizar também outros recursos, como o “correio, o rádio, a
televisão, o vídeo, o CD-ROM, o telefone, o fax e tecnologias semelhantes.
Com a aplicação de novas tecnologias na Educação a Distância,
especialmente aquelas ligadas a Internet, a EAD vem crescendo e causando
grandes mudanças na sociedade atual. De acordo com Azevedo (2003),
atualmente podemos falar de uma “EAD antes e depois da Internet”. Segundo o
autor, antes da Internet tínhamos uma Educação a Distância que “utilizava
apenas tecnologias de comunicação de um-para-muitos (rádio, TV) ou de umpara-um (ensino via correspondência). Com a criação da Internet, foi possível a
interação das três possibilidades de comunicação na mídia: “um-para-muitos, umpara-um e, sobretudo, muitos-para-muitos” afirma o autor.
A “informática”, afirmam os autores, tem papel fundamental na educação
moderna e a Internet impõe características importantes na educação a distância:
1) necessidade de alta velocidade; 2) independência de tempo; 3) independência
de espaço; 4) comunicação síncrona; 5) comunicação assíncrona; 6) aprendizado
linear; 7) aprendizado não-linear.
No entanto, os autores enfatizam que não é recomendável um total
afastamento da relação professor-aluno, pois o princípio fundamental na
educação é continuar a ser o vínculo entre aluno e professor. A Internet pode
fornecer condições para suprir essa ausência de contato real do ensino
presencial. Os autores incentivam a "criação de grupos de discussão entre os
participantes" e orientam que "todas as páginas dos cursos devem ter um link
para o e-mail do instrutor."
Naves (1998) ressalta a importância que a EAD passou a ter nos últimos
anos, provocando "a adesão de universidades, instituições de ensino em geral,
instituições governamentais, instituições de pesquisa, fundações, empresas de
iniciativa privada e até mesmo de profissionais educadores”.

�Kischinevsky (2003), por outro lado, destaca que todas as grandes
empresas estão "investindo pesado no ensino a distância através de suas
intranets, com a esperança de diminuir os custos diretos e indiretos de
treinamento."
Azevedo (2003) menciona que as mais caras universidades do mundo
começam a "montar seus campi virtuais e a oferecer Educação a Distância via
Internet."
Na mesma linha, Litto (2003b) aponta que "as mais importantes
universidades do mundo, com as quais a Universidade de São Paulo tem
convênios para ensino e pesquisa já fazem amplo uso de EAD". É o caso das
universidades da "Califórnia, MIT, Cornell, Harvard, Michigan, Indiana, Stanford,
Oxford, Cambridge e muitas outras."
No Brasil, dentro do ambiente acadêmico, Litto (1993a) cita como exemplo
de educação a distância as iniciativas da Universidade Federal Fluminense (UFF)
e da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Fora do ambiente
acadêmico, o autor cita como exemplos de educação a distância aplicada ao
treinamento corporativo as iniciativas da Petrobrás, Caixa Econômica e Embratel.
Na área da ciência da informação, algumas bibliotecas de universidades de
países em desenvolvimento, como as da Yale University Library, Syracuse
University, University of Florida, Cornell University e University of Califórnia –
Berkeley, oferecem cursos presenciais e à distância, em programas de
orientação, eventos e workshops da universidade, em treinamentos específicos
para níveis diferenciados, leitura de textos no próprio site, além de outras
possibilidades.

3 OBJETIVO GERAL
• Propor e desenvolver o Portal de Capacitação das equipes do SIBi/USP.

3.1 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Definir o conteúdo do Portal de Capacitação;
• Definir a estrutura de informação para o Portal de Capacitação;

�• Definir e desenvolver conteúdos para módulos de Ensino a Distância (EAD)
para capacitação contínua das equipes;
• Definir plataforma e ferramentas para implementação do Portal;
• Implementar, no mínimo, um módulo de EAD;
• Estabelecer fluxos para operacionalização e atualização do Portal de
Capacitação.

4 ESTRATÉGIAS
• Análise da literatura especializada;
• Levantamento e análise de portais de capacitação nacionais e estrangeiros;
• Consulta a especialistas;
• Reuniões

periódicas

presenciais

da

equipe

do

projeto

e

troca

de

informações/tarefas, via rede.

5 ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO DO PROJETO
• Identificação e definição do conteúdo;
• Estabelecimento da estrutura do Portal;
• Desenvolvimento do projeto gráfico do Portal;
• Elaboração de conteúdos para o Portal;
• Definição e modelagem de bases de dados para manutenção do Portal;
• Estabelecimento de padrões e procedimentos para descrição das informações
nas bases de dados;
• Definição de plataformas e ferramentas para implementação do Portal;
• Desenvolvimento do protótipo do Portal;
• Inclusão do Portal de Capacitação na Rede de Serviço do SIBi/USP (SIBiNet);
• Inauguração e divulgação do Portal;
• Elaboração de fluxos de operacionalidade e rotinas de manutenção do Portal.

6 IMPLEMENTAÇÃO DO PORTAL DE CAPACITAÇÃO DE EQUIPES DO
SIBI/USP
O Portal de Capacitação foi implementado pelo Departamento Técnico do
SIBi/USP, a partir do delineamento de estrutura de informação, desenvolvido pela
equipe responsável pelo Projeto.

�O Projeto gráfico do Portal, realizado pela equipe de informática do
SIBi/USP, priorizou em sua concepção facilidades de navegação, adequação de
linguagem, ênfase para informação sem ilustrações, identidade visual com base
na adoção de formas, cores, tipos gráficos de modo a contrabalançar estética e
funcionalidade.
O layout do Portal se compõe de quatro áreas (frames), algumas mantidas
de forma dinâmica, através de banco de dados: superior – logotipo; esquerda –
notícias; inferior – links relevantes, mapa do site, fale conosco e créditos; central –
informações que variam de acordo com a navegação. A área central conta com
barra de menu, com opções e sub-opções, que permitem a navegação por todo o
website. No topo da área central, o usuário dispõe de orientação, localizando-o
quanto à navegação para atingir aquela informação disponível.
Na escolha das ferramentas para desenvolver o Portal foram consideradas
opções para Servidores WEB, funcionais em plataforma MS Windows e
plataforma UNIX (ou LINUX). Para tanto escolheu-se a linguagem de
programação dinâmica PHP com banco de dados MySQL. Já no lado do cliente,
considerou-se a utilização de MS Internet Explorer versão 5.5 (ou superior) ou
Netscape versão 6 (ou superior). Esta definição do usuário alvo direcionou a
escolha das ferramentas a serem adotadas no apoio ao HTML básico. Foram
usados comandos Javascript para desenvolvimento do menu de navegação e
rolagem na área de notícias.
As bases de dados inicialmente previstas para as áreas de Currículos,
Eventos Experiências bem sucedidas adotam padrão Dublin Core para o formato
de dados. As rotinas de manutenção do Portal devem definir outras áreas a serem
estruturadas na forma de banco de dados para incremento das páginas
dinâmicas.
O Portal de Capacitação foi inaugurado em Dezembro de 2003, em caráter
experimental, apresentando a seguinte estrutura:

•

Conheça o Portal
-

Histórico - Linha do Tempo das iniciativas de capacitação do SIBi/USP

-

Proposta - Premissas e Objetivos do Portal

�•

Oportunidades de Treinamento
-

Cursos / Manuais / Tutoriais

-

Programa de Integração
- Por dentro da Biblioteca
- Por dentro do SIBi/USP
- Por dentro da USP

•

Sala de Leitura
-

Publicações Eletrônicas

-

Conhecimento Gerado no Sistema

-

Textos de Interesse

-

Sites de Interesse

•

•

•

-

Instituições

-

Cursos em biblioteconomia e ciência da informação

-

Bibliotecas virtuais e Portais

Curiosidades

Eventos
-

Eventos da Área

-

Eventos USP

Competências
-

Banco de Currículos

-

Experiências bem Sucedidas

Carreiras
-

Funções em bibliotecas

-

Plano de desenvolvimento

•

Notícias

•

Novidades no site

7 CONCLUSÕES

A institucionalização de procedimentos para capacitação contínua das
equipes bibliotecárias do SIBi/USP prevê, entre outras vertentes de atuação, um
Portal de Capacitação como forma de otimizar o uso do recursos de moderna

�tecnologia para práticas inovadoras no desenvolvimento de competências e
talentos, alinhados com os interesses institucionais.
O Portal promove um ambiente de oportunidades de aprendizagem
permanente para o funcionário, evidenciando o comprometimento da instituição e
de suas equipes com a cultura de aperfeiçoamento contínuo.
A partir do desenvolvimento de projeto específico, o Portal de Capacitação
do SIBi/USP adota facilidades de navegação, estrutura de informação para
atender às necessidades de aprimoramento pessoal e profissional do usuário,
bem como conferir maior agilidade à disseminação de práticas e conhecimento
gerados na instituição.
Apresenta características de um portal de informações ou de conteúdos,
com tendências para uma universidade corporativa, quando da implementação
plena dos recursos de EAD, bancos de dados para manutenção permanente de
páginas dinâmicas, previstos no escopo inicial. O projeto gráfico prioriza
facilidades de navegação, dividido em áreas, sendo desenvolvido em ambiente
cliente/servidor e com recursos de moderna tecnologia.
Ao final da etapa experimental, prevista ainda para 2004, serão feitos os
ajustes sugeridos pelos usuários e estabelecidos os fluxos de operacionalidade e
procedimentos de manutenção.
A metodologia de projeto, usada para implementação do Portal, propicia a
participação de vários profissionais, proporcionando a construção coletiva e maior
precisão no cumprimento das etapas.
O Portal de Capacitação das equipes do SIBi/USP é o espaço virtual de
aperfeiçoamento de seus profissionais cujos resultados se refletem no
fortalecimento do Sistema. Para um aprimoramento contínuo, é necessário
manter-se em sintonia com o ambiente local e global, em constante movimento,
como uma organização em permanente processo de aprendizagem, sensível ao
seu contexto.

�REFERÊNCIAS

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Disponível em: &lt;http://www.timaster.com.br/revista/artigos/main&gt;. Acesso em: 26
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LITTO, F. M. EAD em pauta. Revista TI. 2003a. Disponível em:
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�∗

Serviço de Biblioteca e Documentação da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas /
USP. Av. Prof. Lineu Prestes, trav. 12, 350 – 05508-900 – São Paulo, SP – Brasil –
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�</text>
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                <text>SNBU - Edição: 13 - Ano: 2004 (UFRN - Natal/RN)</text>
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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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                <text>Tema: Bibliotecas universitárias: (Re) Dimensão de bibliotecas universitárias: da gestão estratégica à inclusão social.</text>
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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              <text>A partir da formalização de uma política de capacitação contínua das equipes do Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade de São Paulo (SIBi/USP) e do planejamento Estratégico para o ano de 2003, definiu-se um projeto para desenvolvimento e implementação do Portal de Capacitação de Equipes do SIBi/USP. Partiu-se do pressuposto que a construção do Portal propicia a adoção de novas práticas facilitadoras na formação de competências e habilidades, a promoção de uma cultura de aprendizagem, o desenvolvimento de talentos alinhados com a missão e objetivos da instituição e estímulo ao aprimoramento individual e organizacional. O escopo do projeto compreendeu: identificação e definição dos conteúdos para o Portal; estabelecimento da estrutura da informação; elaboração do projeto gráfico e de navegação; definição de plataformas, ferramentas e bases de dados para implementação e manutenção. O Portal foi inaugurado em dezembro de 2003, em caráter experimental, estando prevista a inserção de ajustes, a partir das sugestões dos usuários, a atualização dos conteúdos, além da elaboração de manuais e fluxos para operacionalização das rotinas de manutenção.</text>
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