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BIBLIOTECA ACADÊMICA - UMA VISÃO SISTÊMICA DE AÇÃO CULTURAL: O
CASO DA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO

Conceição Lopes

*

Nanci Oliveira Toledo**
Betânia Ferreira***

RESUMO
Aborda a atividade de Ação Cultural e sua prática na Biblioteca Central da UFRPE.
Demonstra os benefícios da parceria Biblioteca-Comunicação Social-Professor na
elaboração da programação conjunta e mostra a imagem que o público tem da
biblioteca.

1 INTRODUÇÃO

As comunidades universitárias não podem estar alheias às transformações
que estão ocorrendo no panorama nacional e mundial, quer no âmbito político, quer
no econômico e social. Os conceitos já se estão alterando e, conforme preconiza
CAPRA (1982), “os novos conceitos de física provocaram uma profunda mudança
no mundo, passou-se da concepção mecanicista de Descartes e Newton para uma
visão holística e ecológica”. Também se pode afirmar que mudanças, no que se
refere às bibliotecas, estão sendo evidentes. Como conseqüência delas, o público

Bibliotecária, Especialista em Planejamento e Gestão Organizacional, Assessora da Direção da
Biblioteca Central da UFRPE.
**Bibliotecária, Especialista em Bibliotecas de Instituições de Ensino Superior, Diretora da Biblioteca
Central da UFRPE.
*** Professora, Assessora de Comunicação Social do Atual Reitorado da UFRPE

*

�8.20

freqüentador vem se tornando mais exigente e politizado, cobrando uma atuação
condizente com um pólo dinâmico da ação sóciocultural.
Sendo assim é, evidentemente, comum considerar que um dos setores mais
importantes para o incremento da cultura e da conscientização da população
universitária é a sua Biblioteca, que tem por funções, de uma parte, captar e
armazenar permanentemente a informação, seja ela obtida em livros ou em
qualquer outro produto cultural e, de outra parte, veicular e difundir a informação de
modo ativo e eficaz.
Acompanhar as mudanças que se operam em tantos setores e aperfeiçoar o
exercício de sua função específica com técnicas modernas é o desafio que mobiliza
os que fazem a Biblioteca da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).
Para isso, foi necessário, nos últimos anos, que a equipe da Biblioteca
redefinisse sua metodologia de trabalho e lutasse por ampliar sua credibilidade junto
à Administração Superior, até conseguir apoio para as providências básicas e
necessárias à sua transformação. Dentre elas, algumas modificações físicas e em
termos de instalações, de equipamentos, troca de ambientes e meios para
apresentação de uma nova imagem da Biblioteca. Do ponto de vista técnico, tem
sido necessária uma reciclagem permanente por parte de seus bibliotecários,
investigando sobre a utilização de procedimentos de marketing em bibliotecas,
novas técnicas de informação, de planejamento, além de contatos freqüentes com
as áreas de Comunicação/Educação e com o corpo docente da UFRPE, que
interage na parceria Biblioteca X Comunicação Social X Professor, tema desta
trabalho.

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De tudo isso, resultou um plano de trabalho cujo objetivo principal é a
transformação da Biblioteca não apenas em Centro Documental, onde haja espaço
para todos os produtos culturais mas, sobretudo, em um espaço que se constitua
verdadeiro campo de Ação Cultural, tornando-se, assim, instrumento indispensável
no processo ensino-aprendizagem e fator de politização.

2 SETOR DE AÇÃO CULTURAL

2.1 HISTÓRICO

O Setor de Ação Cultural foi criado em 1985, com o objetivo de modificar a
atitude passiva que se adotava na Biblioteca, onde se acompanhava o usuário
apenas quando procurado e sempre que o produto utilizado, como veículo de
informação, era apenas o material bibliográfico.
No Setor de Ação Cultural, a Biblioteca elabora uma programação ligada
diretamente aos interesses da comunidade (alunos de graduação, pós-graduação,
professores e servidores).
Nas atividades estão incluídos promoções, exibição de filmes, exposições,
painéis, cursos, concertos, feiras de livros novos e usados.
Para isto, a direção da Biblioteca Central vem mantendo contatos pessoais,
formais e informais com departamentos da Universidade, com outras bibliotecas e
parceria com diversos órgãos a nível estadual e municipal.

2.2 OBJETIVOS

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a) Atuar em parceria com a Assessoria de Comunicação Social e demais
usuários na elaboração da programação e desenvolvimento das atividades
a serem vivenciadas anualmente;
b) Atrair a comunidade ao Setor onde, além de usufruir de boa música,
assistir a bons vídeos, participar da programação em geral, terá
oportunidade de conhecer os demais serviços da Biblioteca Central e da
UFRPE como um todo;
c) Transformar a sala A do setor em auditório compatível com as exigências e
necessidades da comunidade;
d) Dotar o Setor de espaços para cursos de línguas estrangeiras em fitas
cassetes e em vídeo;
e) Interagir com as Pró-Reitorias de Graduação, Pós-graduação e Extensão
na promoção de eventos especiais.

2.3

REENGENHARIA DOS SERVIÇOS

Repensar o desempenho atual utilizando a interdisciplinaridade da Biblioteca
X Comunicação Social X Professor surge como uma exigência natural após a
avaliação dos objetivos do Setor que, em sua dinâmica, se propõe a atuar como

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núcleo de informação e convivência que só pode existir dentro de uma perspectiva
de constante transformação e mudança.
A reforma dos procedimentos deve-se aos resultados dos contatos com o
professor-parceiro da programação, que não representa ainda o universo total do
corpo docente da UFRPE, mas que representa um aliado atuante e constante,
concordando com DUMAZEDIER apud ALMEIDA (1987), quando diz: “Ensinar,
numa era de contestação, exige uma análise aprofundada do contexto e da cultura
social vividos pelo estudante, para que a aprendizagem se mostre estimulante e
significativa, deixando um campo aberto para a auto-afirmação”.
A adoção de nova metodologia vem exigir maior esforço conjunto
bibliotecário-professor face ao maior dinamismo a que se propõe, apesar do
permanente incentivo ao corpo docente para continuar explorando o vídeo como
recurso de apoio didático, porém alertando o professor no sentido de que esta
atividade deve ser aliada a outras ações. Assim, poderão ser ampliadas as
atividades a serem vivenciadas na Biblioteca, favorecendo a condução da
aprendizagem.
Essa nova metodologia permitirá o maior dinamismo do Setor e se constitui
em uma das metas do Plano de Trabalho/96 da Biblioteca Central. Através dele se
pretende reformular o Setor de Ação Cultural com a reestruturação das suas ações,
modernização do seu espaço físico e equipamentos. Isto refletirá uma nova
concepção

de “Ação Cultural” que transcende a forma atual, para se constituir

parceria com a Coordenadoria de Comunicação Social, visando proporcionar
atividades intelectuais, culturais, políticas e sócio-econômicas que estimulem o

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desenvolvimento da massa crítica e colaborem para o senso artístico-cultural da
comunidade.

3 INTEGRAÇÃO USUÁRIO X BIBLIOTECA

Buscando conhecer a opinião do usuário, foi aplicada uma entrevista junto ao
público alvo, a fim de expressar sua opinião sobre o desempenho e imagem que
tem do Setor.
Como diz MERCHAND LÓPEZ (1968), “a imagem se estrutura a partir da
soma de diferentes opiniões”; citamos algumas dessas opiniões para que se
parceba a imagem que elas passam:
a) “É um Setor com uma oportunidade bastante boa para atender às
necessidades dos nossos alunos, mas que apresenta, como um dos
fatores deficitários, a insuficiência de pessoal no horário noturno.
Considero as exposições de artes plásticas, que vêm ocorrendo
freqüentemente, como uma das atividade mais atraentes do Setor...”
opinião de R. Guedes (informação verbal);

b) segundo G. CASTRO, “a Biblioteca é um organismo ativo e agradável.
Poderia, em sua programação, no belo espaço do jardim interno, promover
atividades de relax, yoga, etc.” (informação verbal);
c) para E. SOBRAL “o Setor desenvolve ações compatíveis com os anseios
da Universidade e, como usuário assíduo, sinto a necessidade da criação
de novos espaços, pois existe conflitos de horário no momento em que

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vários professores querem usar a estrutura do Setor ao mesmo tempo.”
(informação verbal);
d) mediante a dificuldade que a Universidade tem para compor uma estrutura
para atender o apoio didático, de acordo com Asfora, “a biblioteca
funciona como laboratório de ensino, sobretudo por associar, no mesmo
espaço,

a

coleção

de

livros/periódicos

e

materiais

audiovisuais.”

(informação verbal);
e) “... bom e eficiente. Dependendo dos recursos, deverá ser ampliado com a
aquisição de fitas, televisor maior e vídeo mais modernos” é a opinião de
E. Souza. (informação verbal).
Podemos perceber, respaldados nas opiniões apresentadas, o processo de
relações públicas que o Setor proporciona para a Biblioteca.

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4 PANORAMA DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS EM 95

Na análise e interpretação das entrevistas aplicadas aos usuários do Setor,
tendo detectado suas necessidades fundamentais quanto à Biblioteca, 75%
solicitaram maior dinamismo e divulgação da Ação Cultural.
À medida em que o ano escolar foi transcorrendo, ficou evidenciada a adesão
cada vez maior do corpo docente ao Setor na utilização dos espaços para
complementar aulas, usando como apoio didático os recursos da videoteca e parte
do acervo da Biblioteca.

5 CRONOGRAMA DAS AÇÕES 96/97

a) Ampliação da equipe responsável pelo Setor, composta por um bibliotecário, um
comunicólogo e um administrador, através dos serviços de estagiários das áreas de
Comunicação Social e Visual;
b) reestruturação dos atuais ambientes onde estão sendo desenvolvidas as
programações;
c) aplicação, aos usuários, de questionários/entrevistas a cada semestre para
avaliar o grau de satisfação dos programas e recolher sugestões sobre os próximos;
d) ampliação da videoteca através da aquisição, via compra ou através de doação,
de novas fitas de vídeo sobre temas de interesse da comunidade;
desenvolvimento, em parceria com órgãos públicos e privados a nível municipal,
estadual e ONGs, de atividades artístico-culturais.

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6 CONSIDERAÇÕES FINAIS

O que neste relato aparece subentende o esforço, a dedicação e o
entusiasmo dos que fazem a equipe da Biblioteca Central. Porém, vale ressaltar que
todo esse ideal teria sido frustrado se não houvesse, por parte da Administração
Superior da Universidade Federal Rural de Pernambuco, o apoio necessário. Além
do mais, o trabalho que ora está em andamento está comprometido politicamente
com o Plano Geral de Ação concebido pela atual Reitoria.
De fato, como o Plano Geral de Ação visa a dinamização e o
aperfeiçoamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão, nossa equipe
desenvolverá sempre as atividades de apoio da Biblioteca de uma forma ativa e
também participante dentro do universo acadêmico.

ABSTRACT

This paper deals with Cultural Action and how it is put into practice by the Central
Library of the Rural Federal University of Pernambuco (UFRPE). It shows the
benefits of cooperation between the library, Social Communication, and teaching
staff in developing the programme , and describes the image which the public have
of the library.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1 ALMEIDA, M. C. S. de. A ação cultural do bibliotecário: grandeza de um papel e
limitações da prática. Revista Brasileira de Biblioteconomia e
Documentação, São Paulo, v. 20, n. 1/4, p. 31-38, jan./dez. 1987.
2 AMARAL, S. A. do. Do marketing à auditoria em serviços de informação. Revista
Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, São Paulo, v. 25, n. 3/4, p.
18-28, jul./dez. 1982.

�8.20

3 ASFORA, F. Universidade Federal Rural de Pernambuco. Departamento de
Letras e Ciências Humanas. Rua Dom Manoel de Medeiros, s/n, Dois Irmãos,
Recife-PE, 1996.
4 CAPRA, F. O ponto de mutação. São Paulo : Cultrix, 1982. 447 p.
5 CASTRO, G. Universidade Federal Rural de Pernambuco. Departamento de
Biologia. Rua Dom Manoel de Medeiros, s/n, Dois Irmãos, Recife-PE, 1996.
6 D’AZEVEDO, M. A. Relações Públicas para bibliotecas. Revista Brasileira de
Biblioteconomia &amp; Documentação, Porto Alegre, v. 5, p. 112-119, jan./dez.
1990.
7 ESPÍRITO SANTO, A. do. Programa de relações públicas em bibliotecas
universitárias. Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG, Belo
Horizonte, v. 2, n. 1, p. 73-85, mar. 1973.
8 GUEDES, R. Universidade Federal Rural de Pernambuco. Departamento de
Biologia. Rua Dom Manoel de Medeiros, s/n, Dois Irmãos, Recife-PE, 1996.
9

SOBRAL, E. Universidade Federal Rural de Pernambuco. Departamento de
Agronomia. Rua Dom Manoel de Medeiros, s/n, Dois Irmãos, Recife-PE,
1996.

10 SOUZA, E. Universidade Federal Rural de Pernambuco. Departamento de
Agronomia. Rua Dom Manoel de Medeiros, s/n, Dois Irmãos, Recife-PE,
1996.
11 SPERRY, S. A animação cultural em bibliotecas: quando? como? onde? Revista
Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, São Paulo, v. 20, n. 1/4, p.
13-30, jan./dez. 1987.

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