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                  <text>8.14

O CENTRO REFERENCIAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO:
PERSPECTIVAS PARA O FUTURO

*

Maria Luiza Andrade Di Giorgi
Mariza Russo*

RESUMO
O trabalho apresenta a trajetória do Centro Referencial da Universidade Federal
do Rio de Janeiro, focalizando sua situação atual e projetando sua situação
futura com vistas ao uso das novas tecnologias computacionais e de
comunicação.

1 INTRODUÇÃO

Atualmente se vive em uma sociedade da informação. A grande preocupação
das pessoas hoje em dia é:
a) como conseguir a informação?
b) como ser mais rápido do que os acontecimentos?
c) como estar em todos os lugares ao mesmo tempo?
A era da informação se define pela utilização dos meios de comunicação de
massa

*

especialmente o telefone, a televisão e os computadores. Estes meios,

Bibliotecárias da COPPEAD/UFRJ

�8.14

cujas características são a instantaneidade e a rapidez operacional, têm um enorme
poder de penetração na sociedade e são incorporados pelos serviços de
informação, que se tornam parte integrante dos sistemas de produção.
O enfoque da produção econômica passa a ser a informação; ocorrem então
transformações nos modos e na forma da produção, os meios se modificam e um
homem diferente do anterior é forjado dentro destas novas relações. Surgem uma
nova sociedade e novos recursos, que requerem novas estratégias de ação,
determinadas pelos novos meios e por um novo usuário, com necessidades de
informação mais diversificadas e mais profundas.
Para NAISBITT (1983), a informação será o grande negócio do próximo
século.
Já vislumbrando esta tendência, quando se delineou a proposta do modelo
do Sistema de Bibliotecas e Informação - SIBI da UFRJ e, em função do grande
número de bibliotecas e de sua localização em diferentes campi, sentiu-se a
necessidade de implementar na Universidade

um pólo concentrador das

informações residentes em todas essas bibliotecas, que serviria de irradiador
desses dados, não só para a comunidade interna como também para a comunidade
externa da Universidade. Este núcleo foi denominado de Centro Referencial - CR.
Este CR foi definido como “um órgão de orientação ao usuário pois indica a
fonte, isto é, instituição, especialista ou documento que possa atender à sua
questão” ( PINHEIRO, 1988)
Planejou-se que o CR da UFRJ arrolaria informações sobre as bibliotecas do
SIBI, para servir de guia sobre seu funcionamento, acervos, produtos, serviços etc.
Armazenaria, também, as informações sobre a produção técnico-científica, literária e

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artística da UFRJ, constituindo-se em um banco de dados que encaminharia os
usuários aos locais onde poderiam encontrar as respostas para as suas questões.
As próprias questões têm o poder de abrir novas perspectivas e provocar
reflexões. Atualmente, sentiu-se a necessidade de reformular todo o Centro,
tornando-o mais efetivo.

2

CONCEITUAÇÃO

Os sistemas dentro das bibliotecas e os modos de cooperação entre elas
mudaram, mas não mudaram as suas funções. Houve um tempo em que o
bibliotecário era a própria fonte de informação; mais recentemente, o serviço de
referência dependia do conhecimento e experiência acumulados pelo bibliotecário
quanto à disponibilidade e acesso a numerosas fontes locais e estrangeiras. A
cooperação entre bibliotecas, que era feita através de links informais, agora tomou a
forma de grupos e redes de recursos compartilhados e estruturados formalmente.
De modo geral, existe na profissão uma concordância sobre o significado de
referencial, mas não existe uma definição universalmente aceita de centros
referenciais. As descrições e definições encontradas na literatura tendem a
simplificar demais e ignorar algumas questões como: objetivos, processos de
operação e usuários.
A literatura sobre este tema não é muito grande, assim como não se
conhecem muitos exemplos de CR, em âmbito nacional ou internacional. Este fato
provoca alguns questionamentos, visto que este tipo de unidade informacional

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poderia, usando recursos escassos, satisfazer as necessidades de um grande
número de usuários.
De toda forma, da literatura foram selecionadas algumas definições de
Centro Referencial.
Segundo KOCHEN (1969), é dever do CR indicar a fonte para um
usuário/cliente resolver um problema, mais do que tentar resolvê-lo.
Esta seria a função básica de um Centro Referencial, que o distinguiria do
Serviço de Referência de uma biblioteca tradicional.
Abordando, também,

um conceito restrito, PAQUIN e HALANG (1976)

definem Centro Referencial como uma organização que não está engajada com o
armazenamento de informações e sim com o registro de fontes sobre informação
especializada para poder encaminhar os clientes a resolver seus problemas.
Enfocando um conceito mais amplo, um relatório da National Science
Foundation aponta o CR não só voltado para o encaminhamento dos clientes às
respostas, mas também interessado em prover esses clientes de algumas dessas
respostas (THE CONCEPTUAL..., 1977).
Outro ângulo é sugerido pela definição de GRAY (1976) na qual serviços
referenciais relacionam usuários a fontes de informação adequadas, de acordo com
guias especialmente preparados.
Ainda na literatura encontra-se que numa fase inicial o CR pode limitar-se
àquela função restrita, compilando em seus arquivos dados de serviços de
informação institucionalizados, como centros de documentação, bibliotecas, centro
de dados, arquivos, livrarias etc. Numa segunda fase, os arquivos podem ser

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ampliados com dados de outras fontes mais especializadas, como associações
culturais e profissionais, firmas de consultoria, museus etc. (GUIDELINES..., 1979).
Com uma visão mais ampla o CR deve ser visto ainda como um agente
promocional, em função da publicidade que faz sobre os diferentes tipos de serviços
de informação.

3

OBJETIVOS

Como filosofia, um Centro Referencial não possui acervo de livros,
periódicos, nem qualquer outro tipo de material bibliográfico que compõem os
acervos de qualquer unidade de informação. Um CR desenvolve seu trabalho
usando como base guias, catálogos, diretórios etc; ou seja, publicações quase
sempre organizadas pelo próprio Centro.
Por que a necessidade de um centro referencial e qual o seu objetivo?
Um centro referencial existe porque as pessoas

têm necessidade de

informação e as perguntas que elas fazem são a força motora que as leva a usar
um sistema de informações. O que

uma pessoa necessita conhecer é muito

extenso e inclui não somente informação estritamente técnica e profissional, nas
quais os sistemas formais de informação

se concentraram, mas também

informação que diga respeito a interesses pessoais e sociais. As necessidades de
informação são culturais e circunstanciais.
Devido à grande evolução da informação e ao número cada vez maior de
publicações técnicas

e científicas, acrescidas agora pelas bases de dados via

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Internet, fica muito difícil encontrar a informação, sem a ajuda de especialistas e
boas fontes de informação.
Os centros referenciais podem ser considerados, portanto, como um primeiro
passo essencial para a aquisição de informação, e um link necessário entre
usuários e fontes de informação.
Assim sendo, um centro referencial contribui para um custo efetivo de duas
maneiras: através do uso mais efetivo dos recursos de informação e, também,
acentuando a efetividade dos próprios usuários.

4

SITUAÇÃO ATUAL

O Sistema de Bibliotecas e Informação - SIBI, da UFRJ, embora
institucionalizado só em outubro de 1989, vem executando desde muito antes
atividade visando o estabelecimento de normas e metodologias para seleção,
aquisição, processamento, disseminação da informação e criação de serviços e
produtos bibliográficos para as suas bibliotecas.
Só depois de institucionalizado e reconhecido pela direção central da
Universidade é que o SIBI foi estruturado, tendo seu organograma oficialmente
modelado.
O SIBI, sob a coordenação da Biblioteca Central da UFRJ, teve definida
como uma de suas divisões o Centro Referencial, que nasceu da idéia plantada pelo
Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia - IBICT, que vem desde
1984 funcionando com essa função, sendo responsável pela elaboração e

�8.14

publicação de guias de fontes de informação em campos específicos do
conhecimento.
O CR atua como intermediário entre as fontes de informação e os usuários,
orientando-os a especialistas, documentos ou instituições que possam atender às
suas questões; identifica onde o usuário deve buscar a informação, principalmente
no âmbito da própria Universidade. Para isso, vem desenvolvendo vários produtos e
serviços.
O primeiro produto desenvolvido pelo CR foi o

“Guia de Bibliotecas e

Unidades de Informação da UFRJ”, que se encontra em sua terceira edição e arrola
informações sobre as 43

bibliotecas

da UFRJ, focalizando tópicos como sua

subordinação, endereço, nome do responsável, produtos e serviços desenvolvidos.
Em seguida, o CR, em parceria com a Comissão Nacional de Bibliotecas
Universitárias - CNBU, preparou o “Guia de Bibliotecas de Instituições Brasileiras de
Ensino Superior”, em dois tipos de suporte - papel e disquete. Este guia, que se
originou da Base BIBES, contém informações referenciais sobre 770 bibliotecas
universitárias brasileiras, servindo como um veículo de divulgação dessas unidades
de informação.
Outro produto desenvolvido pelo CR, recentemente, é o Catálogo de Obras
Raras da Universidade Federal do Rio de Janeiro, um dos resultados da
comemoração dos cinqüenta anos da Biblioteca Central da UFRJ e dos setenta e
cinco anos da UFRJ.
Este catálogo, editado em CD-ROM, constitui uma base de dados contendo a
descrição bibliográfica de cerca de 6.000 registros da coleção de obras raras da
Universidade, e, em alguns casos, uma imagem das mesmas.

�8.14

O CR está compilando as informações sobre o restante do seu acervo de
obras raras para editar outros catálogos.
Em relação a serviços, o CR possui infra-estrutura computacional para
acessar a base de dados de catalogação da UFRJ, podendo assim prestar
informações a qualquer usuário sobre este acervo. Pode, também, permitir o acesso
- através da rede Internet - aos acervos das maiores bibliotecas do mundo e
possibilitar visita aos sites que forem de interesse dos seus clientes.

5

SITUAÇÃO FUTURA

A literatura mostra que os princípios para estabelecimento de Centros
Referenciais tiveram um incremento a partir do momento em que se começou a
trabalhar com informações comunitárias.
Os avanços tecnológicos nos computadores e nas telecomunicações
trouxeram um efeito muito grande nas técnicas e nos serviços tradicionais das
bibliotecas.
A tecnologia computacional também provocou mudanças nas operações de
tratamento das informações nas bibliotecas, surgindo daí as redes de informações.
Uma rede de informações é um sistema de instituições integradas bibliotecas, centros de documentação, centros de análises etc. - sob uma única
coordenação,

para

disponibilizar

para

uma

comunidade

de

usuários

dados/informações relevantes, independentemente da sua origem, formato ou
localização física.

�8.14

Em se tratando do futuro do CR da UFRJ, a curto prazo será ampliada a
rede interna de computadores, para que as informações de interesse sejam
divulgadas e circulem o mais rápido possível entre os usuários do Centro. Esta rede
interna estará ligada à rede maior da Universidade e, conseqüentemente, à Internet.
Como um dos objetivos deste Centro será construir relações com
comunidades, profissionais e empresas,

fornecendo serviços de alta qualidade,

também será desenvolvida uma rede de fornecedores, através da inscrição de
empresas e profissionais.
A comunidade a ser trabalhada será constituída de empresas e indústrias,
profissionais de várias áreas, público em geral e bibliotecas.
Este objetivo só poderá ser alcançado se houver um bom relacionamento de
trabalho entre a comunidade e o Centro Referencial.
As informações estarão concentradas em uma grande base de dados
composta por:
a) informações fornecidas pelas empresas, constituídas em sua maior parte
por

solicitação de profissionais, de acordo com suas necessidades de

trabalho;
b) informações

fornecidas

pelos

profissionais,

como

currículo,

perfil

profissional, disponibilidade para trabalho;
c) informações fornecidas por estudantes para solicitação de estágio.
As solicitações de informação por parte da comunidade serão atendidas não
só através dos registros existentes na base de dados, mas também por consultas
pela rede a bibliotecas, a outras bases via on-line, em CD-ROM, etc.

�8.14

Além das informações que atendam necessidades técnicas e de pesquisa, o
Centro evoluirá para um trabalho mais amplo, fornecendo informações em estreito
relacionamento com empresas das quais receberá subvenções, talvez através de
patrocínios, visando, assim, solucionar o problema de recursos limitados e falta de
verbas. Deve-se considerar que as universidades atravessam um período difícil e
que torna-se necessário e urgente a procura por meios de subsistência próprios. O
Centro buscará seus recursos através do fornecimento de uma gama completa de
serviços.
Atividades em que o Centro Referencial deverá estar engajado:
a) desenvolvimento e atualização de arquivos sobre recursos comunitários;
b) disponibilização de informações sobre os recursos existentes nos arquivos,
por via local ou por telefone;
c) realização de follow-up com os clientes para verificar se os serviços foram
obtidos;
d) participação na educação comunitária;
e) preparação de materiais de publicidade;
f) preparação de relatórios estatísticos sobre os serviços oferecidos.
6

CONCLUSÕES

Este é um momento da história em que o conceito de trabalho está sendo
redefinido. A antiga era industrial está dando lugar à era do conhecimento, na qual
valores agregados significativos são encontrados na criação e comunicação
contínua de novas perspectivas. Esta transformação vai alterar a definição de

�8.14

trabalho, seu processo de execução e a necessária competência dos profissionais
da informação.
Diante deste cenário, várias serão as decorrências:
� o bibliotecário que atua junto à clientela do CR, atendendo a uma demanda de
informações de um grande número de usuários, provendo serviços personalizados,
passa a ser considerado um profissional indispensável, merecendo respeito e
confiabilidade;
� o nível de expectativa dos usuários em relação aos serviços do CR aumenta,
provocando a demanda por mais tipos de serviços, assim como por maior rapidez
nas respostas;
� os

recursos humanos envolvidos nos serviços precisam conhecer bem as

necessidades e as expectativas dos usuários e devem também ser treinados
regularmente para prestar bem estes serviços, para isso devendo ocorrer entrevistas
prévias, avaliação dos serviços prestados e relações públicas.
Estes impactos agirão em curto prazo, permitindo que os pesquisadores da
universidade atuem mais profundamente em suas áreas, acarretando uma
aceleração das pesquisas de boa qualidade, que, por sua vez, contribuirão para a
maior propagação do conhecimento.

ABSTRACT
This paper describes the development of the Reference section of the Federal
University of Rio de Janeiro, focussing on its current situation, and planning its future
situation with regard to the use of new computer and communication technology.

�8.14

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1 CERNE, Frank. Wausau, Wisconsin. Hospitals and Health Networks, n. 5, Oct.
1993.
2 THE CONCEPTUAL framework for a comprehensive and continuing STI resource
inventory. Relatório submetido à National Science Foundation, em setembro
de 1977.
3 FINER, R. Referral centres and services : a review. London : ASLIB,1979.
(ASLIB Occasional Publication, n. 22)
4 GUIDELINES on referral centres. Paris : United Nations Educational, Scientific
and Cultural Organizational, 1979.
5 KOCHEN, M. Referential consulting networks. [ S.l. : s.n.], 1969.
6 NAISBITT, John. Megatrends 2000 : dez novas tendências de transformação da
sociedade nos anos 90. São Paulo : Amana Key, 1990.
7 PAQUIN, R.J., HALANG, F.G. Information services for industry in industrialized
countries. In: INTERNATIONAL FEDERATION FOR DOCUMENTATION
SYMPOSIUM, Brussels, 30 Sept.-2 Oct. 1975. Information systems design
for socio-economic development. The Hague : FID, 1976. p. 116-129.
8 PINHEIRO, L. V. R. Centro referencial do Sistema de Bibliotecas e Informação
- SIBI - da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. Boletim CRB-7,
Rio de Janeiro, v. 1, n. 3, jul./set. 1988.

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
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