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                  <text>MEMÓRIA, CULTURA E PESQUISA EM REDE DIGITAL: A DIFUSÃO DO
ACERVO DA BIBLIOTECA DO CENTRO DE MEMÓRIA ATRAVÉS DA REVISTA
DIGITAL SARÁO

Rosaelena Scarpeline∗

RESUMO
A Biblioteca do Centro de Memória – Unicamp reforçando sua vocação de ser uma
ponte efetiva entre a UNICAMP e a cidade de Campinas e a região metropolitana,
lançou sua primeira revista digital ”Sarao: memória e vida cultural na cidade de
Campinas” Dedicada a memória e vida cultural da cidade e região, tem como
objetivo informar e divulgar trabalhos contemporâneos de caráter sócio, histórico e
cultural. Nasceu da necessidade de nossos pesquisadores compartilharem os
resultados de seus estudos, trabalhos e pesquisas, desenvolvidos com base em
nossos acervos, com público mais amplo e do interesse do Centro de Memória em
divulgar seus riscos e diversificados acervos. Abrindo espaço para a participação
das comunidades locais, científicas e artísticas, procurando expressar assim os
mais diversos olhares, a prioridade é trazer temas que trazem informações sobre a
vida e a convivência urbana. Ela também se empenha na divulgação regular dos
acervos que compõe o CMU, todos os temas tratados em suas seções são
acompanhados de e mais... com imagens, textos ou relação do material da
biblioteca., arquivo histórico e arquivo iconográfico, fazendo assim uma divulgação
efetiva dos acervos, enfocando a memória, a história, o patrimônio, a arquitetura e
a cultura, permitindo assim um diálogo permanente entre os diversos acervos e os
pesquisadores reis e em potenciais que se dedicam a estudar a nossa realidade
regional.
PALAVRAS-CHAVE: Revista Digital. Divulgação do acervo via Web. Acervos
Digitais.

INTRODUÇÃO
Saráo: memória e vida cultural de Campinas revista digital mensal do Centro
de Memória Unicamp, nasceu da necessidade dos pesquisadores compartilharem
os resultados de seus estudos, trabalhos e pesquisas referentes à cidade de
Campinas e região metropolitana com um público mais amplo, e do interesse do
Centro de Memória em divulgar seus ricos e diversificados acervos.
Também a efervescência das discussões sobre Campinas e sua vida
cultural, bem como as experiências ocorridas na região metropolitana estão

�presentes na Saráo que procura ser uma ponte efetiva entre a universidade e a
comunidade ampliada pela rede mundial de computadores (internet).
Com a idéia de se criar um órgão de divulgação que fosse ao mesmo tempo
moderno, barato e eficiente um grupo de pesquisadores juntamente com a equipe
da Biblioteca do CMU optou por um projeto de revista digital, por acreditar que no
meio eletrônico sua divulgação pudesse atingir um número muito maior de pessoas
não só dentro da universidade, em nossa cidade e em locais muito afastados,
como provou uma avaliação realizada após um ano de existência dessa revista
mensal.
Trata-se de uma produção multidisciplinar a cargo de um Conselho Editorial
reunindo membros internos e externos a Universidade, tendo a Biblioteca do
Centro de Memória sido escolhida para ser não só a catalisadora das informações
entre os usuários, pesquisadores e a comunidade geral, como também geradora do
produto final que é preparado para integrar a rede por um webdesing do próprio
Centro.
A proposta desta revista é dar prioridade a temas que trazem informações
sobre a memória, a vida atual e a convivência entre as várias culturas urbanas,
abrindo assim um espaço no mundo digital para tratar de nossa cidade e sua
região sob vários aspectos. Ela também se empenha na divulgação regular de
temas cujo interesse é partilhado por estudiosos, sejam eles amadores ou da
universidade enfocando assuntos ligados à memória, à história, ao patrimônio, à
arquitetura, a educação e à cultura construindo assim um diálogo permanente entre
os pesquisadores que se dedicam ao estudo da realidade local e regional e um
público muito mais amplo.
Sendo de suporte digital seu custo é baixo para a instituição, mesmo
demandando para sua elaboração um tempo grande no momento das pesquisas
ilustrativas ou complementares, do design gráfico, da formatação, entre outros.
A revista está fica hospedada dentro do portal da universidade, com
endereço próprio, ficando a disposição do internauta todos os números já
publicados(http://www.unicamp.br/sarao). Todos os textos de nossa revista podem
ser impressos no formato PDF, para tanto obtemos dos autores uma Cessão de

�Direitos Autorais.
Definiu-se como publico alvo:
•

Estudantes de 1° e 2° graus: em busca de conhecimentos gerais a respeito da

cidade e região;
•

Estudantes universitários: em busca de caminhos para nortear suas pesquisas;

•

Turismo: Agencias interessadas na cidade e região com relação ao seu

potencial turístico, cultural e de meio ambiente;
•

Organizações sociais mobilizadas que participem das discussões sobre temas

ligados à cidade e região;
•

Público em geral: interessado em memória, patrimônio e história sócio cultural

da cidade e da grande região metropolitana;
•

Campineiros e ex-moradores de Campinas vivendo no exterior e que desejam

manter contato rápido e atualizado com sua cidade de origem.

CARACTERÍSTICAS ESPECIFICAS

Editada com colaborações provindas de membros da universidade, e
pessoas da sociedade local e/ou regional, ela se vale do recurso do “e mais...”,
que existe para todas as seções da revista, através do qual divulgamos aspectos
dos nossos acervos bibliográficos, imagéticos, textuais e orais, que, de alguma
forma se relacionam com os artigos publicados nas várias seções da revista.
Seu conteúdo editorial ficou assim definido:
• Textos variados que não se relacionem entre si, tais como entrevistas, artigos de
opinião elaborados por especialistas, memórias ou outro tipo de relatos de
experiências de especial interesse, transcrição de inéditos ou raros;
• Temas específicos, escolhidos como pano de fundo, conforme a sua atualidade
ou cuja evocação histórica seja merecida;

�• Ou ainda apresentando ambas as estruturas em partes especificas;
• Aspectos da cultura local e regional no presente e no passado gestados nas
diferentes classes sociais e que mereçam maior conhecimento e divulgação;
• Divulgação de eventos culturais e científicos realizados na cidade e região.

COMPOSIÇÃO EDITORIAL

São seções da revista:
1. VITRINE - que sub-divide em:
Editorial - Onde apresentamos um breve relato do conteúdo da revista.
Quem somos - Apresentação da composição da revista: Conselho Consultivo,
Conselho Editorial e pessoal envolvido em sua produção.
Normas de publicação - Normas para envio de trabalhos para a publicação na
revista.
2. OLHARES – Ensaios elaborados sobre temas variados que se relacionem com a
cidade de Campinas e região (artigos reflexivos de caráter atemporal).
Em cada número da revista apresentamos três trabalhos, que podem vir
acompanhados de:
Mostra virtual - Exposições iconográficas ou fotográficas ligada ao(s) temas
desenvolvidos nos ensaios. As imagens podem vir do autor do texto e/ou serem
completadas com imagens fotográficas e iconográficas de nossos acervos.
Documentos textuais - Trabalhos publicados relacionados ao tema desenvolvido ou
que fazem referencia ao autor do trabalho ou ainda a personagem que esteja
sendo tratado no artigo, destacados dos acervos que compõe o CMU
...e mais - Leituras sugeridas referente ao tema desenvolvido, bibliografia
especializada preparadas pela Biblioteca do CMU.

�3. ESPAÇO MULTIMIDIA - Reservado a mostra de vídeo ou som, cartuns, poesias,
crônicas entrevistas podendo ou não estar relacionado aos temas tratados nos
artigos. Esta seção se subdivide em:
Exposição virtual - Exposição artística de telas, esculturas, fotografias ou
documentos iconográficos de artistas regionais ou relacionados a um tema ou data
comemorativa no mês.
Poemas/Crônicas - Espaço reservado a produção de literários regionais. Quando
há temas previamente definidos buscamos crônicas/poemas nos acervos da
Biblioteca do CMU, especialmente na coleção “Autores Campineiros”.
Música - Destinado ao estudo de músicas composta por músicos regionais onde é
feita uma pequena analise da música ou do compositor e disponibilizado um trecho
da mesma em Macromedia Flash versão 5.
Entrevista – Com um ou mais membros da sociedade sobre um tema previamente
definido ou que complete um assunto especifico. As entrevistas são realizadas pela
equipe do Laboratório de História Oral.
4. RESENHA - Apresentamos resenhas de livros recém lançados, resenhas
históricas de obras raras ou esgotadas e de Cds de autores regionais ou que
estejam de alguma forma relacionados à cidade ou a região metropolitana.
Preferencialmente de obras recém incorporadas aos diversos acervos de nosso
Centro.
5. GALERIA DE AUTORES CAMPINEIROS - Está seção da revista foi
desenvolvida com o objetivo de mostrar quem são nossos cronistas, historiadores,
literatos, músicos, etc. Está divida em:
Perfil - pequena biografia do autor
Mostra - Imagens iconográficas ou fotográfica do autor
Produção - Relação de obras, artigos, partituras, etc que fazem parte do acervo do
CMU
Crônica/poema - de autoria do homenageado

�6. SÉRIE – Espaço aberto para tratar de temas seqüenciais, assuntos correlatos
mais extensos, que é alterado quando se esgota um tema. Já publicamos a série
“Distritos de Campinas” que contou com um texto inicial, onde a proposta da série
foi explicada, uma planta dos Distritos da cidade e a cada número um pouco da
história de um deles.
Atualmente estamos com a série “Ruas de Campinas” onde a cada número
enfocamos uma rua da cidade, contando um pouco da história da nomenclatura da
rua, trazendo uma mostra visual antiga e/ou atual da mesma. Está série é
produzida pelo Arquivo Histórico do CMU, as pesquisas para sua composição são
realizadas em cima de arquivos pessoais de cronistas e historiados locais.
Uma nova série está sendo trabalhada Entrevista com Mulheres ligadas à arte e
cultura. Uma equipe do Laboratório de História Oral, juntamente com uma
conselheira da revista está coletando as histórias de vida de mulheres na terceira
idade de várias classes sociais, que tiveram influencia no desenvolvimento da arte
e cultura regionais. Será uma maneira de salientar o papel das lideranças
femininas nos processos culturais e registrar essas trajetórias ímpares.
7. PAINEL
Estudando a cidade - espaço aberto para resenhas de teses defendidas, trabalhos
em andamento, pesquisas cientificas, trabalhos acadêmicos desenvolvidos que
enfoquem a cidade e/ou região.
Circulando – (Agenda Cultural) – aberto à comunidade geral e destinado a informar
sobre a vida cultural da região (notícias factuais: eventos, exposições,
lançamentos, palestras, encontros, seminários, shows, exposições, cursos, etc.).
Espaço do internauta – reservado para o internauta se cadastrar ou dar sua opinião
sobre nossa revista
Links – Sugestões de links de Arquivos, Bibliotecas, Museus, Instituições
Memórias, Universidades, etc.
8. NÚMEROS ANTERIORES – Disponibilizamos todas as revistas até agora
publicadas, divididas em dois módulos, volume 1 (12 números) e volume 2 (10
números).

�AVALIAÇÃO NECESSÁRIA
Um balanço do primeiro ano de nossa revista mostrou, de maneira muito
clara, toda a abrangência que esse veículo pode apresentar ao mostrar como e por
quem a SARÁO vem sendo lida e quais de seus textos, além de lidos também tem
sido impressos.
Estão castradas em nosso main-list 580 pessoas; instituições, o acesso
mensal fica na media de 720 acessos, números especiais, encartes imagéticos,
edições comemorativas chegam próximo a 100 acessos.(dados relativos ao
primeiro ano de publicação)

R e la tó rio d e a c e s s o p o r re v is ta
140 0
120 0
100 0
80 0
60 0
40 0
20 0
0
N ú m e ro d e A c es s o s
Re v is t a 1

R e v is ta 2

Re v is t a 3

R e v is ta 4

R e v is ta 5

R e v is ta 6

Re v is t a 7

R e v is ta 8

Re v is t a 9

R e v is ta 1 0

R e v is ta 1 1

R e v is ta 1 2

Hoje, através de levantamentos automáticos que o servidor WEB da
Biblioteca nos fornece, podemos saber, por exemplo, que 76,26% dos acessos à
nossa revista eletrônica são feitos do Brasil, fato explicável, pois a língua
portuguesa, como sabem, constitui uma barreira significativa em contatos
internacionais.
Mas, também somos acessados por internautas vivendo no exterior, e para
nossa surpresa a Holanda é o país estrangeiro que mais tem lido nossa revista,
seguida por Suíça, Portugal, Espanha, França e Nova Zelândia.

�Na América Latina é o Paraguai que se destaca como o país mais
interessado (talvez porque lá se encontrem muitos brasiguaios saudosos), mas
também estão, entre os computados, acessos vindos da Colômbia, México e
Argentina.
Nos Estados Unidos é o público universitário que nos acessa mais (um
grande número de internautas da Universidade do Texas, que possui um curso de
português moderno e eficiente), mas também navegadores da Alemanha, HongKong, Canadá e Israel se fizeram presentes, acessando os conteúdos da SARÁO.
Esperávamos que os finais de semana ou as horas noturnas se mostrassem
como períodos com grande freqüência de acessos à nossa revista eletrônica, mas
parece que ela constitui uma pausa renovadora numa rotina de trabalho fatigante
ou um repositório de conteúdos que auxilia estudantes e jornalistas a conhecer
melhor a memória da cidade e região e sua vida cultural. Só assim podemos
explicar porque as quartas e quintas feiras são os dias com maior freqüência de
acessos e os horários do fim manhã e meio da tarde aparecem como os mais
procurados.

Relatório de acesso diário
25%
20%
15%
10%
5%
0%
Dom in go

Seg un da-feira

T erça-feira

Qu in ta-feira

Sexta-F eira

Sáb ado

Q u arta-feira

�Quanto ao público brasileiro que lê a Saráo, podemos perceber uma grande
concentração dele em espaços universitários, entre os quais o da nossa
universidade, é claro, se destaca muito, mas também somos acessados por
colegas da PUCCAMP, da UNESP e da PUC carioca.(Dados relativos a acessos
mensais. Como residencial e instituição foram considerados os acessos nacionais
e internacionais).

R e la tó r io d e a c e s s o s
45%
40%
35%
30%
25%
20%
15%
10%
5%
0%
R e s id e n cia l

U N IC A M P

O u tr a s I n s t it u iç õ e s

U NE S P

P U C -C a m p in a s

Avaliando a aceitação que a SARÁO recebeu, através dos conteúdos mais
acessados percebemos que ela possui um público bem eclético que se interessa
por arquitetura, religião, música, poesia, fotografia, arte, cinema e política.

D o c u m e n to s m a is a c e s s a d o s
O lh a r e s
25 0
20 0
15 0
10 0
50
0
N ú m e ro d e A c e s s o s
A C a m p in a s n a ép o ca d e R a m o s d e A z e v e d o
D e c e n tr a lid a d e à f ro n t e ira : a tra je tó ria d a e st a ç ã o G u a n a b a r a
C am p in a s e a h is tó ria d o p ro t es t a n t is m o n o B r a sil

�D o c u m e n to s m a is a c e s s a d o s
E s p a ç o m u ltim íd ia - e x p o s iç ã o
1 80
1 60
1 40
1 20
1 00
80
60
40
20
0
N úm e ro d e A c e s s o s
C e m it ér io d a S a u d a d e : u m m u s e u d e a rt e a c é u a b e rto
A lg u n s m o m e n t o s d a s tra n s f o rm a ç õ e s d o e s p aç o u r b a n o c a m p in e ir o
P am a L o io la : a fe t o e p e rc e p ç ã o
O tr a b a lh o d e c a d a d ia

Com a introdução de recursos sonoro e musical procuramos tornar a viagem
através da SARÁO ainda mais interessante.

D o c u m e n to s m a is a c e s s a d o s
E s p a ç o m u ltim íd ia - m ú s ic a
70
60
50
40
30
20
10
0
N ú m e ro d e A c e s s os
Q u ilo m b o : q u a d r ilh a b ra s ile ira s o b r e o m o t iv o d o s n e g ro s
Um c o n c e rt o p ó s - m o d er n o
T rê s v id r aç a s c o lo r id a s, O p . 1 6

Como agente de divulgação dos acervos não só da Biblioteca, mas do
Centro de Memória (Arquivo Histórico, Documentação Iconográfica, Laboratório de
História Oral) os resultados são os melhores possíveis, pois ampliamos nosso
atendimento em aproximadamente 30%, recebemos muitas consulta de jornalistas
(imprensa falada e escrita) para discorrermos sobre os temas tratados na Saráo,
várias exposições virtuais se tornaram reais, pesquisa em andamento são

�publicadas no “Estudando a cidade” foram completadas por contato direto dos
internautas com os autores.
A resposta da comunidade acadêmica e não acadêmica foi imediata, fomos
contatados por várias pessoas e instituições interessadas em enviar contribuições,
fazer doações, desenvolver projetos conjuntos, fazer visitas orientadas ao CMU ou
para agradecer a oportunidade de divulgação de seus trabalhos, de suas
memórias, história de sua família, etc. As escolas de 1º e 2º graus também
responderam

solicitando

apresentação

da

revista

e

seu

uso

para

a

complementação de aulas a seus professores e educadores.
A Revista SARÁO é, portanto um produto intelectual cuidado, divulgado de
forma rápido e eficientemente, acessível a qualquer internauta do Brasil ou do
exterior que, estando saudoso de sua cidade ou curioso para conhecer um pouco
mais sobre a memória ou a vida cultural da “Princesa D’Oeste” e da região
metropolitana a qual fazemos parte, nele encontrará matérias interessantes
baseadas em pesquisas relevantes ou em informações atualizadas além de
entretenimento de alto nível. E através desse serviço prestado de forma agradável
o CMU e a equipe de sua Biblioteca, divulga a riqueza de seus muitos acervos e
atrai tanto pesquisadores como curiosos em busca dos mais diversas fins de
pesquisa, lazer ou conhecimento.

REFERÊNCIA
BOSI, Ecléa. Memória e sociedade: lembrança de velhos. São Paulo, Edusp, 1987.
BRITO, Marilza E. Memória e cultura: Centro de Memória da Eletricidade no Brasil.
Rio de Janeiro, C.M.E.B., 1989.
GONZALEZ, DE GÓMEZ, Maria Nélida. Novas fronteiras tecnológicas das ações
de informação: questões e abordagens. Ciência da Informação, v.33, n. 1, 2004.
KING, Donald W. e TENOPIR, Carol. A publicação de revistas eletrônicas:
economia da produção, distribuição e uso. Ciência da Informação, 1998, vol.27,
no.2

�LAPA, José Roberto A. Os cantos e os antros. São Paulo, Edusp, 1996.
MACEDO-ROUET, Mônica. Legibilidade de revistas eletrônicas de divulgação
científica. Ciência da informação, v. 32, n. 3, 2003.
MORIGI, Valdir José; PAVAN, Cleusa. Tecnologias de informação e comunicação:
novas sociabilidades nas bibliotecas universitárias. Ciência da Informação, v.33, n.
1, 2004.
PINHEIRO, Lena Vânia Ribeiro. Comunidades científicas e infra-estrutura
tecnológica no Brasil para uso de recursos eletrônicos de comunicação e
informação na pesquisa. Ciência da informação, v.32, n. 3, 2003.
SIMSON, Olga R. M. von. Memória, cultura e poder na sociedade do
esquecimento: o exemplo do Centro de Memória da Unicamp. FARIA FILHO,
Luciano Mendes. Arquivos, fontes e novas tecnologias: questões para a história da
educação. Bragança Paulista, USF, 2000. p. 63-74.
SIMSON, Olga R. M.von. Imagem e memória. In: SAMAIN, Etienne. O fotográfico.
São Paulo, Hucitec, 1998. p. 21-34.

∗

Centro de Memória – Unicamp. rscarpel@unicamp.br

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
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              <text>Memória, cultura e pesquisa em rede digital: a difusão do acervo da Biblioteca do Centro de Memória através da revista digital Saráo.</text>
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          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
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              <text>Scarpeline, Rosaelena</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Natal (Rio Grande do Norte)</text>
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          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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              <text>2004</text>
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          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
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          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
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              <text>A Biblioteca do Centro de Memória – Unicamp reforçando sua vocação de ser uma ponte efetiva entre a UNICAMP e a cidade de Campinas e a região metropolitana, lançou sua primeira revista digital ”Sarao: memória e vida cultural na cidade de Campinas” Dedicada a memória e vida cultural da cidade e região, tem como objetivo informar e divulgar trabalhos contemporâneos de caráter sócio, histórico e cultural. Nasceu da necessidade de nossos pesquisadores compartilharem os resultados de seus estudos, trabalhos e pesquisas, desenvolvidos com base em nossos acervos, com público mais amplo e do interesse do Centro de Memória em divulgar seus riscos e diversificados acervos. Abrindo espaço para a participação das comunidades locais, científicas e artísticas, procurando expressar assim os mais diversos olhares, a prioridade é trazer temas que trazem informações sobre a vida e a convivência urbana. Ela também se empenha na divulgação regular dos acervos que  compõe o CMU, todos os temas tratados em suas seções são acompanhados de e mais... com imagens, textos ou relação do material da biblioteca., arquivo histórico e arquivo iconográfico, fazendo assim uma divulgação efetiva dos acervos, enfocando a memória, a história, o patrimônio, a arquitetura e a cultura, permitindo assim um diálogo permanente entre os diversos acervos e os pesquisadores reis e em potenciais que se dedicam a estudar a nossa realidade regional.</text>
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              <text>pt</text>
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