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                  <text>ESTADO DA ARTE DAS POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES
PARA RECURSOS ELETRÔNICOS EM BIBLIOTECAS AMERICANAS E
CANADENSES

Marynice de Medeiros Matos Autran∗
Francisca Arruda Ramalho∗∗
Eliane Bezerra Paiva∗∗∗

RESUMO
Tradicionalmente a política de desenvolvimento de coleções tem sido considerada
como um instrumento que orienta os bibliotecários nos processos de tomada de
decisão relativos às rotinas de seleção, aquisição, doação e permuta e no
estabelecimento de prioridades para as atividades de preservação, descarte e
avaliação das coleções. Entretanto, as novas tecnologias de informação e
comunicação trouxeram novos cenários introduzindo diferentes formatos para
serem agregados às coleções e, com isto, os profissionais bibliotecários,
habituados ao ambiente das bibliotecas tradicionais se vêem à frente de novas
terminologias – hardware, software, redes, web, formatos eletrônicos, digitais etc,
e com elas, a necessidade de conhecerem e utilizarem apropriadamente essa
variedade de formatos. A proposta deste trabalho é fazer uma revisão da literatura
sobre o estado da arte das políticas de desenvolvimento de coleções em
bibliotecas universitárias americanas e canadenses, disponíveis nos diretórios
AcqWeb´s Directory of Collection Development Policies on the Web e Electronic
Collections Development, com vistas a conhecer não apenas os recursos
eletrônicos disponíveis, mas, também, como são tratados e quais os meios legais
(direitos autorais) e critérios de seleção para sua inclusão nas políticas. Os
recursos eletrônicos estão disponíveis em formatos variados, incluindo, mas não
limitando a: CD-ROM, disquete, DVD, arquivos remotos ou acessíveis on-line,
sítios da web etc.
PALAVRAS-CHAVE: Bibliotecas Universitárias. Políticas de Desenvolvimento de
Coleções. Recursos Eletrônicos.

1 INTRODUÇÃO
A sociedade atual proporcionou à humanidade novas tecnologias baseadas
na informação. Essas tecnologias são responsáveis pelo acesso à informação
sem fronteiras e desempenham um papel relevante no âmbito das bibliotecas,
uma vez que proporcionam novas formas de acesso a informações armazenadas

�em suportes diversos o que leva a recuperação da informação em outros formatos
que não o impresso.
O Livro Verde, (TAKAHASHI, 2000, p3), em seu capítulo introdutório,” A
sociedade da informação,” coloca como nos adaptamos a essa sociedade e
passamos a viver “[...] uma nova era em que a informação flui a velocidade e em
quantidades há apenas poucos anos inimagináveis, assumindo valores sociais e
econômicos fundamentais.”
Coloca, ademais, que três fenômenos interrelacionados estão na origem da
transformação em curso:

a) A convergência da base tecnológica – que decorre do fato de se poder
representar e processar qualquer tipo de informação de uma única forma, a
digital. Pela digitalização e computação (a informática e suas aplicações)
as comunicações (transmissão e recepção de dados, voz imagens etc) e
os conteúdos (livros, filmes, pinturas, fotografias, música etc) aproximamse vertiginosamente. Essa convergência abre um extenso leque de
aplicações e capacidade de absorção do novo pelas pessoas.

b) A dinâmica da indústria – que tem proporcionado contínua queda dos
preços dos computadores permitindo a popularização crescente do uso
dessas máquinas.

c) O crescimento da Internet – que decorre dos dois primeiros fenômenos
citados, se configura como terceiro aspecto na base da revolução
tecnológica. A Internet atinge milhões de usuários, no mundo, e a rapidez
da disseminação dessa rede pode ser confirmada pela evolução da
conectividade internacional. No período de 1991 a 1998, a Internet se
disseminou

por,

praticamente,

quase

todo

mundo

proporcionando

conectividade a países até então fora de redes e substituindo tecnologias
mais antigas como Bitnet e Fidonet, entre outras.

�A Internet vem se firmando como um autêntico e expressivo meio de
comunicação. Cruz e Recuero ( 2004) consideram que:
É necessário que se compreenda que a Internet hoje, talvez seja o
maior conjunto de informações com livre acesso no
mundo.Qualquer pessoa pode acessar, encontrar, vender ou
comprar qualquer coisa sem sair de cadeira. Um conjunto tão
grande de informação e interação - o ciberespaço -, onde os
indivíduos não possuem o rosto, o nome ou a personalidade que
costumam ter habitualmente. Este espaço, onde a liberdade
individual reina absoluta, possui uma organização anárquica, em
outro português, na há fiscalização, leis ou autoridade. Para
muitos, é justamente neste ponto que reside a beleza da rede, na
possibilidade de se ter a liberdade que não se tem no mundo real,
argumentando que a rede organiza-se muito bem sozinha. Para
outros, tamanha liberdade assusta, e acham que é necessário que
se faça uma normalização a nível mundial.

Como parte desse contexto mais amplo – a Sociedade da informação – as
Bibliotecas

universitárias

devem

proporcionar

a

seus

usuários

formas

diversificadas de acesso a informação, disponível em formatos variados, incluindo
mas não limitando, CD-ROM, disquete, arquivos remotos ou acessíveis on-line,
web sites etc.
Sabe-se que qualquer tomada de decisão nesse sentido, passa pelo
processo de seleção e que sua efetivação deve se fundamentar em uma política
de formação e desenvolvimento de coleções. Nesse sentido é que, nesta
comunicação, se focaliza a temática política de desenvolvimento de recursos
eletrônicos, na Biblioteca universitária.

2 O PERCURSO DO DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES NO BRASIL

A temática desenvolvimento de coleções, no Brasil, tem sido tratada com a
profundidade que merece, salvo por alguns autores dentre os quais destacam-se
Vergueiro (1987;1989;1993;1997; 1997a) e Figueiredo (1979;1998;1999). Estes
autores abordam as fases do processo de desenvolvimento de coleções,
permeando todas as suas etapas, ou seja da seleção à avaliação. Há que se
fazer referência, também, a trabalhos isolados relatados na literatura nacional,
tais como os de Fiuza (1975); Lima (1987) Carvalho (1989); Andrade e Vergueiro

�(1996), e mais recentemente Carvalho (1999; 2001), alguns deles pontuando,
especificamente, o estabelecimento de políticas de desenvolvimento de coleções,
outros à seleção e aquisição e os demais à avaliação. Vergueiro corrobora com
esse pensamento e afirma que
[...] quando considerada a literatura especializada em
desenvolvimento de coleções publicada em língua portuguesa,
que a área ainda não se encontra sedimentada no país. A
inexistência de trabalhos introdutórios sobre o assunto que
possibilitem atingir o público estudantil e bibliotecários recémformados, de modo a modificar a visão existente, é quase total [...]
(VERGUEIRO, 1993, p.20)

O principal diagnóstico realizado sobre seleção e aquisição de material
bibliográfico nas bibliotecas universitárias brasileiras foi realizado, a pedido da
CAPES (Comissão de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior) por
Figueiredo (1998) e remonta aos idos de 1980. Neste diagnóstico, a autora relata
que foram enviados 573 questionários, sendo devolvidos apenas 151. A autora
conclui afirmando que
Podemos constatar que a atividade de seleção, apesar de ser
uma das funções mais intelectuais e a mais típica do profissional
bibliotecário, é executada de forma descuidada e secundária nas
nossas bibliotecas universitárias. (FIGUEIRÊDO, 1998, p.193).

Diante de tal conclusão, pergunta-se: o que realmente mudou 24 anos
depois?
Vergueiro, em texto clássico publicado em 1993, traça um panorama do
desenvolvimento de coleções no Brasil, abordando, inclusive, que só com a
reforma curricular ocorrida em 1982 “[...] é que se colocou no currículo mínimo
para os cursos de graduação em Biblioteconomia, entre as chamadas matérias
técnicas, a matéria Formação e Desenvolvimento de Coleções” (VERGUEIRO,
1993, p. 20, grifo do autor).
Comparando as afirmativas desses renomados autores brasileiros,
compreende-se que a pesquisa realizada por Figueiredo em 1989 antecedeu a
inclusão da disciplina Formação e Desenvolvimento de Coleções pelos cursos de

�graduação no país, portanto, não eram ainda conhecidos os princípios e as
diretrizes que norteiam esse processo.
Apesar dessa constatação, em 1993 Vergueiro fazia o seguinte
questionamento: “Estão as coleções sendo realmente desenvolvidas com critérios
neste país? Estão elas seguindo qualquer tipo de parâmetro para seu
desenvolvimento?” O próprio autor responde pontuando que
Pouco - ou quase nada – pode ser apresentado como um dado
realmente inquestionável , passível de ser transformado em regra
geral, de que as bibliotecas brasileiras têm sido objeto, digamos
assim, de um efetivo esforço em direção ao desenvolvimento de
suas coleções. (VERGUEIRO, 1993, p.19)

3 AS POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES

Em busca de subsídios para fundamentar a inclusão de recursos
eletrônicos nas políticas de desenvolvimento de coleções ministrada na disciplina
Formação e Desenvolvimento de Coleções, pesquisou-se vários sítios de
bibliotecas universitárias brasileiras encontrando-se apenas periódicos e CDROM. Não obstante, Vergueiro (1997) e Figueiredo (1999) façam uma revisão
sobre os impactos que as tecnologias de informação e comunicação estão
causando nas bibliotecas.
Em contrapartida, optou-se por visitar sítios de bibliotecas americanas e
canadenses, onde foi encontrado um número vasto de políticas lidando
exclusivamente com o tratamento dado aos recursos eletrônicos, aos direitos
autorais e aos critérios de seleção.
Durante a pesquisa na Internet encontrou-se dois diretórios denominados
AcqWeb´s Directory of Collection Development Policies on the Web (2004) e
Electronic Collections Development (2004). No primeiro, encontram-se listados
vários endereços por tipo de biblioteca. No tipo escolhido, bibliotecas
universitárias, estão disponíveis 21 políticas de desenvolvimento de coleções,
sendo que 16 são americanas, quatro canadenses e uma neozelandesa. No

�segundo, observa-se que não há uma divisão por tipologia de bibliotecas,
abrangendo assim os vários tipos quer sejam nacionais, escolares, universitárias,
especializadas etc. Dando prosseguimento à pesquisa, visitou-se os sítios das
bibliotecas com o objetivo de identificar aquelas que tratavam de recursos
eletrônicos. Em ambos os diretórios, algumas páginas não estavam disponíveis,
adotando-se esta razão como motivo de exclusão. A partir de então utilizou-se
como critério de seleção:
a) A

presença

de

um

maior

número

de

bibliotecas

americanas e canadenses e
b) inclusão daquelas que

tratavam,ostensivamente, de

recursos eletrônicos, direitos autorais e critérios de
seleção.

Do universo de 21 políticas constantes do diretório AcqWeb´s Directory of
Collection Development Policies on the Web (2004), trabalhou-se com uma
amostra de dez políticas relativas às seguintes universidades:

Cornell University Library

University of Evansville Libraries

Dalhousie University Libraries

University of Pennsylvania Library

Drexel University Hagerty Library

University of Texas at Austin General
Libraries

Florida Atlantic University Libraries
Indiana University-Purdue University

Western Carolina University Library

St. Mary's University

No diretório Electronic Collections Development (2004), existe um universo
47 políticas de bibliotecas universitárias, entretanto encontrou-se dificuldade de
acesso na grande maioria dos endereços fornecidos. Assim, trabalhou-se com
uma amostra de onze políticas, das seguintes Universidades:
Bowling Green State University
Brandeis
University
Louisiana State University

Libraries

California
State
University Pomona
Columbia University

Polytechnic

�Northern Illinois University

University of South Carolina

University of Maryland

University of Washington

University
Asheville

of

North

Carolina

at

University of Wyoming

4 RECURSOS ELETRÔNICOS – ASPECTOS CONCEITUAIS
Neste trabalho a terminologia recursos eletrônicos e recursos digitais será
tratada como sinônimos, pois, no mérito, ambos os recursos necessitam de
utilizar computador, Internet ou outro meio eletrônico qualquer, para acesso à
informação
Inúmeros são os conceitos encontrados na literatura, porém, os aqui
apresentados foram extraídos das políticas objeto de estudo.
a) Recurso eletrônico é qualquer informação eletrônica disponível,
acessível através das estações de trabalho na biblioteca. (WEST
Virginia Libraries)
b) Recurso eletrônico é um conjunto de informação codificada por
métodos que requerem o uso de uma máquina (especialmente
um computador) para processamento.(CALIFORNIA State
Polytechnic University, Pomona)
c) Formato eletrônico é a categoria de materiais acessíveis por
computador, seja micro ou de grande porte, Internet, World
Wide Web, como: CD- ROM, arquivos legíveis por computador e
páginas da Web. (NORTHERN Illinois University)
Publicação eletrônica é qualquer texto completo que:
•

é arquivado, armazenado e transferido, digitalmente, e tornado
acessível ou disponível para o usuário de forma análoga,
usualmente através de disco ou de rede computação;

•

é planejado para ser lido ou interpretado de maneira similar a um
trabalho impresso ou escrito;

•

ao contrário dos índices ou resumos eletrônicos, inclui o corpo
principal ou as palavras originais de um texto (em oposição à
paráfrase, descrição, condensação ou outra representação) e

•

pode ser comprado, selecionado ou adquirido como um trabalho
completo e não apenas parte de uma coleção maior ou de uma
base de dados. (UNIVERSITY of Maryland)

e) Recursos eletrônicos são definidos como recursos que exigem
acesso por computador. Os exemplos incluem, mas não limitam
a: índice de periódicos, base de dados referenciais, documentos
em PDF (Adobe Acrobat) e arquivos multimídia. Os dados

�devem ser acessados via Internet, particularmente WWW, os
serviços em linha, CD-ROM ou disquete. (UNIVERSITY of North
Carolina)

5 RECURSOS ELETRÔNICOS IDENTIFICADOS E CRITÉRIOS DE SELEÇÃO
ADOTADOS

Enquanto os princípios gerais de desenvolvimento de coleções se aplicam
a todos os suportes, independente do seu formato, os recursos eletrônicos
apresentam desafios novos e únicos para os responsáveis pela seleção e este
mérito merece considerações à parte. A maioria dos documentos eletrônicos são
publicações independentes, faltando, portanto, controle editorial. Diferentemente
de outros formatos que apresentam conteúdo familiar em nova mídia, a Internet
possibilita acesso a milhões de novos documentos criados e torna esses itens,
originalmente criados em outros formatos, novamente disponíveis para a coleção.
Ademais, a natureza fluidica da Internet é sem precedentes.
Há que se salientar, ainda, que os documentos eletrônicos podem ser
acessados de forma gratuita, através de “leasing”, acordo de licenciamento ou
adquiridos através de compra. Esses recursos são também denominados mídias
primárias e se classificam em três categorias:
a) magnético ⎨ fitas, disquetes, rolo de filmes
b) óptico

⎨ CD-ROM, DVD-ROM e

c) eletrônico ⎨ Internet e outros

Quanto aos critérios adotados, verificou-se que em todas as políticas
estudadas é consenso o estabelecimento de critérios gerais para os diversos tipos
de recursos eletrônicos, muito embora existam aqueles para recursos específicos.
Dentre os gerais, sem estabelecer uma ordem de prioridade, destacam-se:

a) autoridade dos colaboradores;

d)

audiência alvo;

b)

conveniência e precisão;

e)

cobertura;

c)

qualidade e singularidade da

f)

interface amigável contendo telas

informação;

introdutórias, tutoriais, “prompt” e

�menus, funções específicas de

m) independência de plataforma e

ajuda, facilidade de “download” e

disponibilidade em formatos

de impressão;

múltiplos (ASCI, PDF, HTM,

g)

preço;

h)

exigências tecnológicas;

i)

credibilidade do distribuidor;

j)

suporte ao cliente;

k) acessibilidade sob as condições
da lei de direitos autorais e dos
contratos de licença;

SGML etc);
n) uso do recurso por outras
bibliotecas;
o) busca por palavras-chave;
p) vantagem em relação ao material
impresso;
q) relevância para o currículo;

l) amplo acesso e maior flexibilidade
na busca;

Dentre a amostra estudada, poucas universidades apresentam uma política
exclusiva para os recursos eletrônicos. Em geral, as bibliotecas universitárias
adotam critérios específicos para esse tipo de recurso em itens registrados sob
várias denominações como: novos formatos, bases de dados on-line, sítios da
web, entre outros. Para os recursos específicos, como sítios da Web, periódicos e
base de dados, detalha-se abaixo aqueles encontrados:

�Recursos identificados Critérios de Seleção
Sítios da Web

•

Autoridade
do
sitio
–
compreende
credibilidade,
afiliação
institucional,
qualificação do autor ou do responsável pelo
sítio.
Preferência a sítios acadêmicos,
organizacionais e governamentais.

Bases de Dados

•

Compreende bases de dados textuais,
referenciais, numéricos, catálogos de
universidades;
Abrangência
Funcionalidade
Tipo de acesso
Qualidade da indexação
Mecanismos de busca
Preservação, armazenamento, estabilidade
do recurso baseado na Web
Autoridade
Atualidade

•
•
•
•
•
•
•
•

Periódicos

•

•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•

Conteúdo - preferência aos que contêm texto
integral em detrimento daqueles que
apresentam apenas o sumário, resumo,
propaganda etc;
Confiabilidade – inclui durabilidade, links,
manutenção da URL e datas explícitas de
atualização e revisão;
Apresentação - projeto da interface,
plataformas disponíveis;
Funcionalidade – inclusão de links para
outros catálogos on-line;
Técnico – facilidade de instalação e
manutenção
Custo;
Administração – disponibilidade de relatórios
de uso
Equivalência à versão impressa, incluindo
ilustrações;
Disponibilidade via sítio da WWW;
Mecanismo de busca disponível no sítio da
Web;
Texto completo, disponível diretamente da
Web;
Artigos disponíveis em HTML
Custo

Quadro 1 - Recursos eletrônicos e critérios de seleção

�A diversidade de materiais encontrada é considerável, porém, como não é
objeto deste trabalho examinar cada um detalhadamente, optou-se por considerar
aqueles mais comuns nas bibliotecas brasileiras sem, contudo, deixar de
mencionar os demais, conforme abaixo relacionado.

a) on line books;

f) listas telefônicas;

b) serviços de alerta;

g) listas de discussão;

c) materiais digitalizados;

h) documentos oficiais;

d) comutação bibliográfica;

i) DVD-Rom;

e) jornais;

j) material digitalizado.

Quanto aos métodos de avaliação utilizados para esses recursos, é
aconselhado ter em mente que :
a) informação obtida através da Internet pode ou não ser exata,
segura e confiável ou pode não ser originada de uma fonte segura;
b) os links podem não ser mais válidos e algumas páginas, muitas
vezes, podem não estar disponíveis e essa indisponibilidade
sempre é imprevisível;
c) algumas informações obtidas via Internet podem ser consideradas
controversas por alguns usuários da biblioteca (WEST Virginia
University Libraries)

Por isso, alguns procedimentos devem ser observados quando da tomada
de decisão visando a avaliação e/ou

manutenção ou retirada do recurso da

coleção. Dentre os procedimentos, destacam-se:

a) estatísticas de circulação e uso gerada a partir dos sistemas
automatizados da biblioteca ou outros métodos de coleta;
b) disponibilidade de um produto melhor, baseado nos métodos de
avaliação

e

nos

critérios

estabelecidos

Desenvolvimento de Coleções;
c) retirada de materiais que se tornam obsoletos;
d) comparação com produtos similares;
e) consulta aos pares;

6 DIREITOS AUTORAIS

na

Política

de

�Os direitos autorais dizem respeito à propriedade intelectual de produções
bibliográficas, artísticas, culturais, científicas etc. Estão ligados à questão da
proteção e remuneração dos autores.
O ambiente do ciberespaço, a Internet, levanta questões acerca dos
direitos autorais nesse ambiente, em razão de que a proteção aos direitos do
autor é, na atualidade, territorial. Sendo a desterritorialidade uma característica da
Internet, os direitos autorais nesse ambiente têm sido objeto de estudo da classe
bibliotecária, apresentando-se como uma questão ainda não resolvida (DIAS;
PIRES, 2003). Assim sendo, consideramos relevante examinar como os direitos
autorais estão inseridos nas políticas de desenvolvimento das coleções das
bibliotecas americanas e canadenses, objeto de nosso estudo.
As políticas de desenvolvimento de coleções das Florida Atlantic University
(FAU) Libraries, University of Evansville Libraries, Indiana, e Hunter Library of
Western Carolina University não fazem menção explícita, à questão dos direitos
autorais em recursos eletrônicos. Constam das políticas de desenvolvimento de
coleções dessas bibliotecas itens relativos à liberdade intelectual (Intellectual
Freedom), de forma ampla, liberdade de expressão, pensamento, censura etc,
incluindo-se aí os direitos autorais. No seu Manual de Desenvolvimento de
Coleções as bibliotecas da University of Evansville aderem à legislação dos
direitos autorais existentes nos Estados Unidos. Portanto, a inclusão de materiais
inéditos ou copiados às coleções segue a legislação dos direitos autorais
vigentes. A política de desenvolvimento de coleções da Hunter Library of Western
Carolina University não se refere especificamente à expressão “direitos autorais”;
em um tópico denominado “Intellectual Freedom”

a referida biblioteca se

compromete a acatar os Princípios de Liberdade Intelectual adotado pela
Association of College and Reserach Libraries. Na declaração da política de
desenvolvimento de coleções das Florida Atlantic University (FAU) Libraries, no
item denominado Liberdade Intelectual (Intellectual Freedom), as bibliotecas se
apoiam nas declarações de direitos da American Library Association (ALA): Bill of
Rights, Inellectual Freedom Statement e Feedom To Read Statement e, também,
através da

Freedom To View Statement, da American Film and Video

�Association. As bibliotecas se comprometem a adquirir material que representam
diferentes opiniões e sem censura a respeito de questões controversas.

6 CONSIDERAÇÕES FINAIS

As políticas de desenvolvimento de coleções constituem um instrumento
que

orienta

os

bibliotecários

nas

atividades

relativas

à

formação

e

desenvolvimento das coleções, onde se incluem processos como: seleção,
aquisição, avaliação e descarte. O novo cenário, marcado pelas Novas
Tecnologias da Informação e da Comunicação (NTICs), trouxe novos desafios
aos profissionais bibliotecários que atuam no desenvolvimento das coleções, em
virtude do surgimento de novos suportes da informação, os recursos eletrônicos.
O estudo realizado evidencia a preocupação das bibliotecas americanas e
canadenses com a inclusão dos recursos eletrônicos em suas políticas de
desenvolvimento de coleções. Percebeu-se a existência de diversos conceitos
para esses recursos, ficando claro que os mesmos estão disponíveis em formatos
variados, incluindo, mas não limitando a CD-ROM, disquete, DVD, arquivos
remotos ou acessíveis on line, sítios da web etc.
Outro ponto que merece destaque é que a grande maioria das bibliotecas
analisadas não possui uma política, especialmente voltada para os recursos
eletrônicos. Em geral, esse tipo de recurso está inserido nas políticas e submetido
aos mesmos critérios adotados para os recursos impressos, embora sejam
acrescidos alguns critérios específicos para os recursos eletrônicos.
Os direitos autorais ainda constituem uma questão indefinida nas políticas
das bibliotecas. A maior parte das políticas estudadas adere à legislação vigente
nos países e acatam a Declaração dos Direitos da Biblioteca, estabelecida pela
American Library Association (ALA).
Torna-se urgente a necessidade das Bibliotecas Universitárias se aliarem
às Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação (NTICs), estabelecendo
um compasso com a sociedade atual, daí a importância das bibliotecas brasileiras

�agregarem valor às suas coleções adotando esses novos formatos e incluindo em
suas políticas de desenvolvimento de coleções os critérios aqui sugeridos..

ABSTRACT
Traditionally the collection development policies has been considered as a guide
to help librarians make decisions on the process of selection, acquisition, gift and
interchange and to establish priorities on the activities of preservation, weeding
and collection evaluation.
The new technologies of information and
communication brought different scenaries introducing new resources to be
added to the collections. Librarians used to traditional libraries environment, faces
new terminologies – hardware, software, net, web, electronic and digital formats
etc requiring to know and to use adequately these variety of formats.This work
proposal is a literature review about collection development policies state-of-theart in american and canadian libraries available in the directories AcqWeb´s
Directory of Collection Development Policies on the Web and Electronic
Collections Development aiming to know not only the electronic resources as well
as they has been treated, the copyright law and the selection criterias adopted.
Electronic resources are availabre in many different formats such as: CD-ROM,
floppy disk, DVD, either remote or on line files, web sites etc.
KEYWORDS: University Libraries. Collection Development Policies. Electronic
Resources.

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VERGUEIRO, Valdomiro de Castro. Seleção de materiais de informação. 2ed.
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∗

Universidade Federal da Paraíba/Departamento de Bibloteconomia e Documentação – Campus I
– Cidade Universitária – João Pessoa/PB-Brasil e-mail: marynice@terra.com.br
dbd@ccsa.ufpb.br
∗∗
Universidade Federal da Paraíba/Departamento de Bibloteconomia e Documentação – Campus
I – Cidade Universitária – João Pessoa/PB-Brasil e-mail: arfrancisca@hotmail.com
dbd@ccsa.ufpb.br
∗∗∗
Universidade Federal da Paraíba/Departamento de Bibloteconomia e Documentação – Campus
I – Cidade Universitária – João Pessoa/PB-Brasil e-mail: paivaeb@hotmail.com
dbd@ccsa.ufpb.br

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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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              <text>Tradicionalmente a política de desenvolvimento de coleções tem sido considerada como um instrumento que orienta os bibliotecários nos processos de tomada de decisão relativos às rotinas de seleção, aquisição, doação e permuta e no estabelecimento de prioridades para as atividades de preservação, descarte e avaliação das coleções. Entretanto, as novas tecnologias de informação e comunicação trouxeram novos cenários introduzindo diferentes formatos para serem agregados às coleções e, com isto, os profissionais bibliotecários, habituados ao ambiente das bibliotecas tradicionais se vêem à frente de novas terminologias – hardware, software, redes, web, formatos eletrônicos, digitais etc, e com elas, a necessidade de conhecerem e utilizarem apropriadamente essa variedade de formatos. A proposta deste trabalho é fazer uma revisão da literatura sobre o estado da arte das políticas de desenvolvimento de coleções em bibliotecas universitárias americanas e canadenses, disponíveis nos diretórios AcqWeb ́s Directory of Collection Development Policies on the Web e Electronic Collections Development, com vistas a conhecer não apenas os recursos eletrônicos disponíveis, mas, também, como são tratados e quais os meios legais (direitos autorais) e critérios de seleção para sua inclusão nas políticas. Os recursos eletrônicos estão disponíveis em formatos variados, incluindo, mas não limitando a: CD-ROM, disquete, DVD, arquivos remotos ou acessíveis on-line, sítios da web etc. </text>
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