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AV AL I AÇ ÃO D E D E S E M P E N H O : U M A E X P E R I Ê N C I A D O
S I S T E M A D E B I B L I O T E C AS D A U N I V E R S I D A D E F E D E R AL D E
G O I ÁS ( U F G ) *
**

Cláudia Oliveira de Moura Bueno
Martha Izabel de Souza Duarte Rezende**
Sandra Moreira dos Santos**

RESUMO
Relata a experiência do Sistema de Bibliotecas com a
implantação do Processo de Análise de Desempenho, proposta
pelo Departamento de Desenvolvimento de Recursos Humanos da
Universidade Federal de Goiás para toda a instituição,
objetivando o aproveitamento da iniciativa para introdução de
melhorias na qualidade dos serviços prestados. A metodologia
utilizada baseia-se em diagnose, treinamento das equipes,
avaliações interna e externa e reavaliação. São analisados os
pontos facilitadores e dificultadores, concluindo-se que, apesar
das limitações, é válida a aplicação dos princípios da avaliação
de desempenho e da qualidade no Serviço Público.

1 INTRODUÇÃO

Neste trabalho relatamos a experiência do Sistema de Bibliotecas
da Universidade Federal de Goiás até o momento, com a introdução do
Processo de Análise de Desempenho de seu pessoal e com os objetivos
que ainda pretendemos alcançar.
A

avaliação

de

desempenho

possui

muitos

defensores

e

detratores. Não é nossa intenção discutir as diferentes linhas teóricas e
*

Trabalho baseado na Resolução - ECU n° 07/92 da UFG

�6.15

metodologias da avaliação de desempenho, mas apenas apresentar as
idéias que norteiam esta tentativa.
Podemos justificar a necessidade de avaliar desempenhos com as
seguintes constatações de MOLLER (1992, p.20):
− Pode haver uma grande dif erença entre aq uilo q ue uma pessoa é
capaz de fazer e aquilo que ela realmentef az.
− O desempenho de uma pessoa pode oscilar muito, emdiferentes
situações.
− Pessoas dif erentes têm desempenhos dif erentes, quando estão
f azendo o melhor possível.

Consideramos a avaliação de desempenho como um processo que
deve

ser

usado

unicamente

para

a

melhoria

dos

serviços,

especialmente nas áreas de atendimento. Neste sentido, deve servir
como motivação, reconhecendo os esforços para alcançar serviços de
qualidade.
Assim,

visualizamos

a

avaliação

de

desempenho

como

a

avaliação da qualidade pessoal dentro de um processo de qualidade
global da organização.
A proposta do Departamento de Desenvolvimento de Recursos
Humanos da Universidade Federal de Goiás, implantada em toda a
Universidade, baseia-se em serviços prestados e não na análise de
fatores comportamentais. O desempenho é verificado através de um
Plano de Trabalho definido pelas equipes e também conta com a
análise do usuário dos serviços.

Bibliotecárias lotadas na Biblioteca Central da Universidade Federal de
Goiás.
**

�6.15

Nossa intenção é aproveitar a iniciativa, introduzindo um processo
contínuo, que vise o desenvolvimento de uma consciência de prestação
de

serviços

de

qualidade,

através

do

planejamento

integrado

e

participativo, da melhoria nas relações de trabalho e da avaliação
permanente.

2 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E SERVIÇOS DE QUALIDADE

Como

Sistema

de

Bibliotecas

Universitárias

somos

um

subsistema, inserido em uma Organização de serviços públicos e,
sendo assim, temos que considerar a cultura onde nos inserimos e
alguns conceitos que norteiam este processo.
Estamos

vivendo

mudanças

nos

paradigmas

gerenciais.

Passamos de um modelo de avaliação de desempenho baseado na
produção (taylorista), para novos conceitos baseados na qualidade dos
serviços prestados, de natureza pessoal e interpessoal (DRUCKER). A
administração de serviços passa a ser centrada mais nas pessoas do
que nos produtos.
O produto de uma biblioteca é a informação e a contribuição que
esta dá à sociedade relaciona-se com o conhecimento. Não apresenta,
portanto, resultado final que possa ser medido materialmente. A
produção final de seus funcionários é intangível.
Segundo

ALBRECHT

(1992),

“um

serviço

é

profundamente

diferente de um produto físico. Um serviço é um resultado psicológico e

�6.15

fundamentalmente

pessoal,

ao

passo

que

um

produto

físico

é

geralmente “impessoal” quanto a seu impacto sobre o cliente”. O
sentimento que as pessoas têm em relação às suas tarefas e em
relação a si próprios afeta o resultado dos serviços que prestam.
Determinar o quanto um funcionário desempenha bem o seu
trabalho em serviços de informação, sem personalizar a avaliação, é
muito difícil. Como poderíamos medir o resultado da interação entre um
funcionário e um cliente de biblioteca na busca de algum recurso
informacional?
A eficácia ou não do serviço prestado, pelo ponto de vista do
cliente, não será resultado apenas do desempenho do funcionário da
linha de frente, mas dependerá do desempenho de toda a organização.
Muitas coisas precisam acontecer para que o serviço seja realmente
bom e o papel do funcionário é apenas um componente, embora
fundamental.
Na administração voltada para a qualidade dos serviços, o cliente
é que avalia o real desempenho da organização.
Em nossa formação não somos levados a pensar em nossos
usuários ou leitores como nossos clientes a serem servidos. Isto ocorre
também em outras profissões de serviço. Os médicos, por exemplo,
vêem seus clientes como pacientes e não como clientes.
O conceito de cliente é mais ativo do que o de usuário. Clientes
direcionam os caminhos das organizações, usuários apenas usufruem
de seus serviços.

�6.15

Dentro

desta

visão,

todos

temos

nosso

cliente

e

o

bom

desempenho está ligado à consciência de que estamos fazendo o
máximo possível por ele. Os clientes dos serviços internos ou serviçosmeio são os outros departamentos da instituição e os clientes do
administrador

serão

os

clientes

externos

e

também

os

seus

funcionários (clientes internos). Caberá, portanto, a ele apoiar e auxiliar
as pessoas que atendem o s c l i e n t e s f i n a i s .
O Programa de Avaliação de Desempenho tem que ser visto neste
sentido: como um instrumento para detectar setores e pessoas que
necessitam

de

apoio

e

interferência

do

administrador

para

desempenharem seus serviços com o máximo de qualidade possível.
Deve representar uma atitude positiva e não negadora.
Isto não se faz sem que as pessoas estejam envolvidas no
processo, compreendendo-o deste modo. “Fala-se muito em gestão de
qualidade, padrões, métodos, etc., esquecendo-se de que a qualidade
só se efetiva através das pessoas. Se você não toca as pessoas nada
acontece. Elas é que são qualidade” (CHAVES, 1995).
É necessário, portanto, que haja um clima favorável. Não dará
resultado

implantar

a

Avaliação

de

Desempenho

como

mais

um

instrumento burocrático. Teremos que colocar um significado e fazer
com que seja agradável.
Certos sentimentos têm que estar presentes num ambiente onde
se propõe avaliar desempenhos para melhorar qualidade: otimismo e
crença de que vale

a pena, trabalho em equipe, ambiente de

�6.15

cooperação. A disputa, que coloca as pessoas na defensiva, umas em
relação às outras, provoca clima de resistência, impedindo de alcançar
objetivos maiores e conjuntos.
Como podemos atrair pessoas para uma idéia? Como motivá-las?
CUNHA (1994) coloca que “os seres humanos são movidos a sonhos,
ideais, expectativas, ansiedades e temores”. Para ele “as pessoas
ouvem apenas aquilo que desejam ouvir e quanto mais próxima da
nossa vivência seja uma idéia, maior a aceitação que teremos dela”.
Isto significa que uma proposta de avaliação de desempenho só
fará sentido se vier ao encontro das necessidades e tiver a ver com a
realidade das pessoas envolvidas. É necessário trabalhar a motivação e
a sensibilidade e, para isto, precisamos conhecer bem as emoções e
frustrações do grupo.
A questão da cultura organizacional é muito importante para o
sucesso

ou não do processo. No serviço público lidamos com um

sentimento de que nada importa. Isto devido à influência de políticos e
da burocracia. Além disto, a conjuntura atual das Universidades
Públicas, especialmente as IFES, é bastante dificultadora.
Os servidores públicos encontram-se desmotivados e inseguros
com as medidas governamentais. Isto não significa, no entanto, que
não queiram fazer um bom trabalho. Os servidores, de modo geral,
desejam, como a maioria das pessoas, trabalhar em algo que seja bom,
que faça sentido e lhes dê orgulho e satisfação. Mas não se sentem
assim em relação ao seu trabalho.

�6.15

A atmosfera atual dentro do serviço público pode ser contrária a
iniciativas de melhoria de desempenho pois “quando as pessoas
sofrem, qualquer que seja o motivo, elas encontram dificuldades para
se entusiasmar por qualquer coisa, muito menos por algo tão abstrato e
tênue como serviço excelente” (ALBRECHT, 1992).
Apesar disto, parece haver uma consciência de que os servidores
precisam estar unidos na busca de melhorias, não só para si mas
também para os serviços que desenvolvem. Sabemos que a prestação
de serviços de qualidade, que sejam competitivos, pode assegurar a
sobrevivência de nosso trabalho.
Aos

administradores

destas

Instituições

cabe

conhecer

e

considerar estes fatores antes de implantar programas de melhoria de
serviços. Se pensam em alcançar serviços de qualidade, têm que
pensar em tecnologia, recursos e, principalmente, em pessoas.
Dentro desta visão tentamos aproveitar o Programa de Análise de
Desempenho da UFG. Paralelo ao processo, buscamos introduzir
medidas, no dia-a-dia, que favoreçam a qualidade das relações no
trabalho, apesar da crise.

3 HISTÓRICO

O Processo de Avaliação de Desempenho dos servidores técnicoadministrativos da Universidade Federal de Goiás, instituído pela Lei nº
7.596/87 e implantado nesta Universidade em novembro de 1989,

�6.15

propunha, como objetivo principal, deslocar o eixo de eficiência,
centrado no indivíduo, para a equipe, observando-se as condições e
relações de trabalho existentes na Universidade.
Visto como um processo pedagógico, educativo, houve espaço
para o seu aperfeiçoamento, através de críticas e sugestões contidas
nos relatórios das equipes, resultado do cumprimento de cinco etapas
de

avaliação

e

também

de

uma

pesquisa

que

envolveu

as

subcomissões de avaliação.
O Departamento de Desenvolvimento de Recursos Humanos e a
Comissão Permanente de Pessoal Docente chegaram à conclusão de
que, diante das falhas e dificuldades apontadas pelas críticas, era
imprescindível reavaliar o processo, o que se fez através de um
seminário que envolveu a comunidade universitária, nas discussões em
busca de alternativas para o aprimoramento do processo. O seminário
foi realizado no período de 30/06 a 02/07/92. Ao término, ficou
referendada a nova proposta de análise de desempenho da atividade
técnico-administrativa, regulamentada pela Resolução/ECU/Nº 07/92,
de 22/12/92. O novo processo é fundamentado essencialmente no
Plano

de

Ação

das

Unidades/Órgãos, no

Plano

de

Trabalho do

Servidor, no Plano de Trabalho em Equipe e nas observações do
usuários.
A reestruturação do processo é resultado de um conjunto de
ações que visam a melhoria da Avaliação de Desempenho do Pessoal
Técnico-administrativo na UFG, evoluindo para o entendimento de que

�6.15

se

estará

analisando

o

desempenho

da

atividade

técnica

e

adminstrativa da Universidade, passando a ser denominada “Análise do
Desempenho da Atividade Técnica e Administrativa da UFG”.

4 AV AL I AÇ Ã O D E D E S E MP E N H O ATR AV É S D O P L AN E J AM E N TO

Um

dos

avaliação

entraves

de

ao

desempenho

bom

andamento

é

o

do

problema

processo

de

prática

de

da

planejamento.
Neste quadro nos

deparamos com a dificuldade do ser

humano em planejar até mesmo as ações de sua vida.
Para

OLIVEIRA (1995), numa organização o homem é o

fator dominante e condutor dos diversos recursos, porque ele é
quem

gerencia

a

dinâmica

administrativa,

o

que

conseqüentemente aumenta a preocupação com a integração dos
indivíduos num sistema de planejamento que produza benefícios
relevantes à administração.
Autores

como

CARVALHO,

citado

por

OLIVEIRA

(1995),

consideram que muitos profissionais foram treinados nos últimos
anos apenas para o desempenho e que a falta de melhor base
téorica enfraquece a sua capacidade de adaptação
situações e novos problemas.

às novas

�6.15

Estamos atravessando um período de grandes mudanças
sociais, políticas, econômicas e administrativas, tanto por forças
internas quanto externas.
Devemos,
alterações,

portanto,

nos

demonstrando

satisfatórias,

procurando

planejamento

que

posicionar

atitudes

de

desenvolver

implique

na

frente

a

estas

planejamento
uma

capacidade

mais

mentalidade
de

de

identificar

e

analisar problemas e oportunidades, na habilidade de relatar
causa e efeito, e de predizer os prováveis resultados. As atuais
circunstâncias

políticas

e

econômicas

requerem

dos

administradores e executores uma visão mais estratégica, com
vistas a amenizar o impacto dos acontecimentos no ambiente
interno.
Ainda falta muito para as instituições públicas trabalharem
com métodos de planejamento estratégico. A maioria

delas lida

mais com decisões táticas e operacionais, em detrimento do
enfoque estratégico.
A

avaliação

de

desempenho

pressupõe

planejamentos

parciais e globais, onde a definição de objetivos, metas e tarefas
parciais deve estar articulada ao planejamento

global e fundada

em objetivos e políticas globais da instituição. Entretanto, a
nossa prática de avaliação de desempenho se vê, atualmente,
prejudicada pela falta de planejamento ou mesmo pela existência
de um planejamento desarticulado.

�6.15

Assim sendo,

avaliar desempenhos, no panorama atual,

não tem sido um processo fácil de ser executado, mesmo que
seja algo tão necessário.

5 A METODOLOGIA UTILIZADA

A metodologia baseia-se na diagnose, treinamento adequado
das equipes de avaliação, avaliação interna, avaliação externa e
reavaliação.
O processo se aplica a todos os servidores e docentes que
atuam

em

atividades

técnicas

e

administrativas.

Mesmo

as

pessoas que não integram o quadro de pessoal da UFG, mas que
estão envolvidas nestas atividades, deverão participar da Análise
de Desempenho. O período de ocorrência é anual, sempre no mês
de abril.
Para

ser

levada

a

efeito,

alguns

procedimentos

foram

necessários:
a)definição

da

subcomissão

para

a

Análise

de

Desempenho nas Unidades/Órgãos da UFG;
b)definição das equipes de trabalho;
c) elaboração

do

Plano

de

Ação

das

Administrativas;
d)atribuição de tarefas prioritárias;
e)preparação do instrumento de acompanhamento;

Atividades

�6.15

f) levantamento das observações dos usuários.
Cada Unidade/Órgão forma uma subcomissão de Análise de
Desempenho composta pelo diretor e por dois representantes
escolhidos entre os que exercem funções nas áreas técnica e
administrativa

do

setor.

A

Unidade/Órgão

é

analisada

pela

subcomissão e pelos chefes de equipes; a equipe é analisada por
seus

membros

e

pelo

dirigente

imediatamente

superior,

e

o

servidor é analisado pelo chefe da equipe, pela equipe e por ele
mesmo.
O

papel

relevante,

da

pois

Unidade/Órgão

é
e

subcomissão

é

um

ligação

o

elo

de

considerado

Departamento

de

de

natureza

permanente

Recursos

entre

Humanos

a
da

Universidade.
É elaborado um Plano de Ação contendo, sinteticamente, os
grandes objetivos a serem alcançados no período de abrangência
da Análise de Desempenho, bem como as diretrizes para

atingir

os mesmos. Cada Unidade/Órgão traça seu Plano de Ação em
reuniões das quais participam os membros da subcomissão e as
chefias das equipes.
O
servidor

instrumento
é

de

atribuição

utilizado

responsabilidades

e

para

objetivos

das

tarefas

registro
a

serem

de

prioritárias

ao

atribuições,

alcançados.

Se

necessário, podem constar neste instrumento os equipamentos
e/ou materiais a serem utilizados, bem como treinamentos ou

�6.15

cursos e outras informações necessárias à atuação esperada do
servidor.
Cada Unidade/Órgão/Equipe elabora um instrumento que contém
os trabalhos e as atividades a serem desenvolvidas por cada membro
da equipe, utilizando os formulários de Análise de Desempenho, os
quais são:
a) formulário para Análise de Desempenho da Unidade/Órgão
(Anexo 3);
b) formulário para Análise de Desempenho da Equipe

(Anexo 4);

c) formulário para Análise de Desempenho do Servidor

(Anexo

5).
A cada período de no máximo três meses as equipes avaliam
o seu Plano de Ação, registram os desempenhos corretos e os pontos
negativos.

Estas informações ficam registradas no Formulário de

Acompanhamento (Anexo 6).
Finalmente, fica a cargo das equipes colher as observações dos
usuários sobre seu trabalho, considerando como usuário o público
interno e externo da Universidade. No Sistema de Bibliotecas da UFG
as críticas e sugestões dos usuários são depositados em urnas
espalhadas em locais estratégicos do Sistema, coletadas pelo Setor de
Relações Públicas e publicadas no jornal denominado “OPINIÃO”.
O Conceito do Servidor (CS) é o resultado da média aritmética da
Análise de Desempenho da Equipe (ADE), mais a Análise Individual

�6.15

dentro da Equipe (AIE) e mais a Análise do Chefe da Equipe (ACE),
conforme formulários anexos.
A partir do segundo ano de experiência do processo, o Sistema de
Bibliotecas da UFG fez uma adaptação em sua sistemática, como forma
de melhorar o critério de avaliação do servidor dentro da equipe.
Optou-se por não fazer uma avaliação individual do servidor, mas
repetir o conceito do desempenho da equipe (ADE) para todos os
membros dela. Dessa forma, os membros de uma mesma equipe
tiveram o mesmo conceito.
A

experiência

foi

bem

sucedida,

visto

que

aumentou

o

comprometimento dos membros da equipe em relação à execução das
metas propostas, uma vez que o bom ou mau desempenho da equipe
refletirá no desempenho de cada um de seus membros.

6 ANÁLISE DOS PONTOS FACILITADORES E DIFICULTADORES

Segundo ODIORNE, citado por

PONTES (1986), a análise de

desempenho é o processo

de administração

através do qual o

supervisor e o subordinado,

operando sob uma definição clara das

metas e prioridades comuns da organização, estabelecida pela cúpula
da administração, identificam, em conjunto, as principais áreas de
responsabilidade do indivíduo, em termos dos resultados que se espera
dele, e usam essas medidas como guias para operar a unidade e
avaliar as contribuições de cada um de seus membros.

�6.15

Considerado

como

um

processo

educativo

e

participativo,

constituindo um instrumento de reflexão coletiva acerca da realidade na
qual está inserido, este processo procura estimular a elevação do nível
de consciência crítica, na medida em que proporciona oportunidades de
discutir questões relacionadas com os trabalhos desenvolvidos em cada
Unidade/Órgão/Equipe,
Serviços/Usuários/Seção

por
de

exemplo,

Biblioteca/Divisão

Referência/Setor

de

de

Comutação

Bibliográfica.

6 .1

PONTOS FACILITADORES NA APLICAÇÃO DO PROCESSO

Os seguintes pontos podem facilitar a aplicação do processo:
a) abolição do método tradicional;
b) estabelecimento de instrumentos técnicos confiáveis para a
coleta de informações;
c) entrosamento entre supervisor e subordinado;
d) estabelecimento de metas de desempenho e discussão da
melhor maneira para alcançá-las;
e) definição e quantificação de tarefas relativas a cada equipe;
f) estabelecimento de atividades para cada servidor;
g) levantamento das necessidades de treinamento;
h) fornecimento de subsídios para o planejamento global da
Biblioteca;
i) planejamento participativo;

�6.15

j) conhecimento dos pontos de estrangulamento na Biblioteca;
k) conscientização

dos

servidores

para

iniciar

um

processo

educativo na reformulação de conceitos e atividades referentes
às atividades desenvolvidas

no

Sistema de Bibliotecas da

UFG.

6.2 PONTOS DIFICULTADORES NA IMPLANTAÇÃO DO PROCESSO

Nas dificuldades à implantação do processo, podem ser citadas:
a) avaliação de desempenho vinculado à progressão por mérito;
b) resistência a mudanças;
c) falta de interesse e engajamento, num primeiro momento, dos
supervisores e subordinados;
d) complexidade do processo à primeira vista;
e) formulários confusos e de difícil aplicação;
f) dificuldade em reunir supervisores e subordinados;
g) dificuldade em fazer o acompanhamento das equipes;
h) quantificação

da

produtividade

e

não

da

qualidade

atividades;
i ) não-solução, pela Universidade, de problemas encontrados;
j) processo muito burocrático e oneroso;
k) desmotivação dos servidores para assumirem o processo.

das

�6.15

7 PERSPECTIVAS E CONCLUSÃO

Algumas dificuldades encontradas na aplicação do Processo de
Análise

de

Desempenho

decorrem

de

situações

próprias

da

administração pública. Objetivos e valores amplos esbarram em regras
administrativas rígidas e concretas que não podem ser violadas, mesmo
em função de objetivos maiores.
Há resistência a mudanças, e a coleta de informações para o
planejamento é vista como esforço inútil e carga adicional de trabalho.
O processo decisório é complexo e descontínuo e a rotatividade de
dirigentes afeta a constância de propósitos. Além disto, o poder
gerencial dos dirigentes é bastante limitado.
Apesar destas limitações, consideramos válida a experiência,
sendo

possível

a

adaptação

dos

princípios

de

avaliação

de

desempenho e qualidade total no serviço público, até porque existem
ameaças externas que exigem mudanças de postura.
Com relação à avaliação baseada em objetivos de um Plano de
Trabalho, parece funcionar melhor para os serviços internos, embora
ainda faltem padrões definidos de qualidade para medi-los. Quanto aos
serviços de atendimento, a complexidade, riqueza e diversidade que
envolvem implicam em outras formas de avaliação de qualidade, sendo
fundamental a coleta de opiniões dos clientes.
Sem deixar de reconhecer a importância de se ter papéis e
tarefas definidos dentro das Bibliotecas, alertamos para o cuidado com

�6.15

metodologias rígidas, que podem bloquear iniciativas criativas dos
funcionários.
No dia-a-dia das relações humanas no trabalho deve haver lugar
para que as pessoas se sintam estimuladas a pensar.
Conforme opinião de PETERS (1993), é importante dar uma
chance para as pessoas se automotivarem. Apenas as metas que nós
próprios descobrimos e que reafirmam o nosso ego nos animam a lutar.
Ele alerta: “não faça planos demais. O plano típico não tem significado,
as metas não têm vida - e tudo muda no processo”.
BOTELHO (1995) afirma que “A imagem que você faz de seu
futuro é que determina e estabelece as emoções que o motivam no
presente; portanto, incorpore o futuro em seu instrumento de trabalho”.
Afirma também que “criamos e implantamos processos de avaliações de
desempenhos mais eficazes. Isto porque eles passam a privilegiar
exatamente o futuro, que será feito a partir daquele momento em diante
para melhorar as situações tanto da empresa, quanto de todas as
pessoas que nela estão”.
Temos que buscar, mesmo que de improviso, alcançar indicadores
de desempenho. Os métodos muitas vezes não importam, o que vale é
o resultado. E o resultado esperado a médio prazo é a melhoria dos
serviços e a satisfação do cliente.
ABSTRACT
This paper describes the implementation in the Federal University of
Goiás library system of the Performance Analysis Process proposed by
the Staff Development Department for the whole institution, the aim

�6.15

being to improve the quality of services offered. The methodology was
based on diagnosis, staff training, internal and external evaluation, and
reevaluation. Facilitator and aggravator factors were analyzed, leading
us to conclude that, in spite of limitations, it is possible to apply the
principles of performance and quality evaluation in Public Service.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1 ALBRECHT, Karl. Revolução nos serviços : como as empresas
podem revolucionar a maneira de tratar os seus clientes. 2. Ed.
São Paulo : Pioneira, 1992. 254 p.
2 BOTELHO, Eduardo. Reengenharia cultural : o dirigente inteligente.
São Paulo: Atlas, 1995. 195 p.
3 CARNEIRO, Marília Vidigal. Avaliação de desempenho de pessoal em
bibliotecas : uma revisão de literatura. Ciência da Informação,
Brasília, v.14, n.1, p. 25-35, jan./jun. 1985.
4 CHAVES, Luiz. Pessoas fazendo qualidade em empresas que
aprendem. Belo Horizonte, 20 nov. 1995. (palestra proferida no
Seminário Gerência de Documentos e Sistema de Qualidade
Total).
5 CHIAVENATO, Idalberto. Administração de recursos humanos.
2.ed. São Paulo : Atlas, 1981. 341p.
6 CUNHA, Abdon de Morais. Técnicas de falar em público. Goiânia :
AB, 1994. 177 p.
7

MACHADO, Maria Amélia T. Di et al. Proposta para formulação
de planejamento estratégico do Sistema de bibliotecas da
Universidade Federal de Goiás. Goiânia, 1993. (Mimeo)

�6.15

8 MOLLER, Claus. O lado humano da qualidade : maximizando a
qualidade de produtos e serviços através do desenvolvimento
das pessoas. São Paulo : Pioneira, 1992. 179 p.
9 OLIVEIRA, S. M. M. Atitudes de planejamento em bibliotecários de
instituições universitárias brasileiras. Transiformação, v.7,
n.1/2/3/, p. 51-74, jan./dez. 1995.
10 PETERS, Tom. Rompendo as barreiras da administração : a
necessária desorganização para enfrentar a nova realidade.
São Paulo : Harbra, 1993. 868 p.
11 PONTES, B. R. Avaliação de desempenho uma abordagem
sistêmica. 2. ed. São Paulo: Ltr, 1986. 94 p.
12 RESENDE, Ênio J. É preciso mudar o discurso em recursos
humanos. 3.ed. São Paulo : Summus, 1986. 127 p.
13 UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS. Departamento de
Desenvolvimento de Recursos Humanos. Relatório de análise
de desempenho dos servidores técnico-administrativos,
1993/1994. Goiânia, 1994. 6p. (Mimeo).
14 UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS. Departamento de
Desenvolvimento de Recursos Humanos. Relatório da análise de
desempenho: o re-pensar da Instituição 1989-1995. Goiânia,
1995. 21 p. (mimeo).
15 _____. Resolução - ECU N º 07/92. Goiânia, 1992. (Mimeo).

�6.15

ANEXO 1
ANÁLISE DE DESEMPENHO DAS ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS DA
UFG
(PROCESSO DE PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO)
Cultura
Organizacional

Recursos
Existentes

Realidade

Padrões de
Resultados

Padrões de
Desempenho

Possibilidades

Padrões de
comportamento

Necessidades
dos Usuários

Resultado
Desejado

Resultado e
Comportamento
Esperados
Plano de Ação

Ação
Resultados e
Comportamento
Registros

Avaliação

Realimentação

ANEXO 2

�6.15

ANÁLISE DE DESEMPENHO - A.D.

Definição e
Objetivos

Elaboração do Plano
da Unidade / Órgão

Elaboração do Plano
da Equipe / Setor

Instrumento Atrib. de Tarefas

Execução das
Atividades

Acompanhamento
Controle Parcial

Avaliação
Controle Final
dos Resultados

�6.15

ANEXO 3 - FORMULÁRIO I - UNIDADE / ÓRGÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
PLANO DE AÇÃO DA UNIDADE / ÓRGÃO PARA O ANO DE 1996
NOME DA UNIDADE: Bibliot eca Ce ntr al
Moura Bueno
Nº

OBJETIVOS

DIRIGENTE: Cláudia Oliveira de
METAS

EQUIPES / SETOR ENVOLVIDO

�6.15

ANEXO 4 - FORMULÁRIO I I - EQUIPES DE T RABALHO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
PLANO DE AÇÃO DA UNIDADE / ÓRGÃO PARA O ANO DE 1996
NOME DA EQUIPE:
UNIDADE / ÓRGÃO:
OBJETIVO DA
UNIDADE / ÓRGÃO
Nº
OBJETIVOS DA
EQUIPE

RESPONSÁVEL:

METAS /
TAREFAS

PRAZO

OUTROS ÓRGÃOS
ENVOLVIDOS

RESPONSÁVEL (EIS)

�6.15

ANEXO 5 - FORMULÁRIO I II - INDIVI DUAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
I NST RUMENT O DE ATRIBUI ÇÃO DE T AREFAS PARA O ANO DE 1996
NOME DO SERVI DOR:
CARGO / FUNÇÃO:
LOTAÇÃO:
Nº

METAS / TAREFAS

MATRÍCULA:
EQUIPE / SETOR:
UNIDADE / ÓRGÃO:
Prioridade

PADRÃO
Quantidade

Prazo

RECURSOS / CAPACITAÇÃO E
MATERIAL E EQUIPAMENTO A
SEREM UTILIZADOS

OUTROS (AS)
ÓRGÃOS E
PESSOAS
ENVOLVIDA(S)

�6.15

ANEXO 6 - FORMULÁRIO I V - REGIST RO DAS AÇÕES T OMADAS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
AÇÕES TOMADAS PELA UNIDADE / ÓRGÃO E/OU EQUIPE DE TRABALHO
DATA

DOCUMENTO

ASSUNTO/PROVIDÊNCIA

ENCAMINHADO
PARA:

RESULTADO

�</text>
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        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                <text>SNBU - Edição: 09 - Ano: 1996 (UFPR &amp; PUCPR - Curitiba/PR)</text>
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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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                <text>Tema: A biblioteca universitária e a sociedade da informação.</text>
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                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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              <text>Avaliação de desempenho: uma experiência no Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal de Goiás (UFG). </text>
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              <text>Bueno, Cláudia Oliveira de Moura; Rezende, Martha Izabel de Souza Duarte; Santos, Sandra Moreira dos </text>
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              <text>Relata a experiência do Sistem a de Bibliotecas com a im plantaç ão do Proces so de Análise de Des em penho, proposta pelo Departamento de Desenvolvimento de Recurs os Humanos da Universidade Federal de Goiás para toda a instituição, objetivando o aproveitamento da iniciativa para introdução de melhorias na qualidade dos serviç os prestados. A metodologia utilizada baseia-se em diagnose, treinamento das equipes, avaliações interna e externa e reavaliação. São analisados os pontos facilitadores e dificultadores, concluindo-se que, apesar das limitações, é válida a aplicação dos princípios da avaliação de desempenho e da qualidade no Serviço Público.</text>
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