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                  <text>6.14

ADMINISTRANDO A (DES)MOTIVAÇÃO NAS
BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS
*

Dario Crispim de Assis
**
Gláucia Maria Saia Cristianini
RESUMO

De acordo com as teorias de MASLOW, HERZBERG e McGREGOR, considera-se a
motivação como fator principal para o êxito de ações dentro das organizações. A
partir da análise dos agentes causadores da desmotivação, e utilizando as teorias
citadas, muito pode ser feito para melhorar de fato a motivação dentro das Bibliotecas Universitárias.

1 INTRODUÇÃO

Muitos estudos têm sido realizados sobre motivação nas organizações, sendo
enfocada, através da literatura, a sua importância como fator de melhoria da produção.
Os teóricos clássicos da Administração, representados por TAYLOR, Escola de
Administração Científica, FAYOL, Escola Anatomista ou Psicologista e WEBER, Teoria da Burocracia, estabeleceram princípios coerentes de flexibilidade, imparciais,
encarando o homem como apêndice da máquina.
Contrapondo-se estas teorias, surge ELTON MAYO, com a Teoria das Relações Humanas, que tem como ênfase o homem relacionado com o ambiente que o
cerca. Partindo dessa teoria, vários estudos foram realizados, tendo como pano de

*
**

Bibliotecário da Universidade Federal da Bahia - UFBA.
Bibliotecária da Universidade Federal de São Carlos - UFSCar

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fundo a motivação humana nas organizações, visando a melhoria da produção e
enfocando o bem-estar dos empregados relacionado com as condições de trabalho
e com a satisfação de suas necessidades.
Embora não seja a motivação o único fator determinante do comportamento e
do desempenho individual, é considerada um dos mais importantes fatores na Teoria das Relações Humanas, como fator de melhoria da produtividade das organizações. Outras variáveis, dentre elas esforço despendido, capacidade e experiência
anterior, são também influentes para o desempenho individual.
O presente trabalho tenta delinear as causas da (des)motivação na bibliotecas
universitárias, tomando como embasamento as teorias de MASLOW, HERZBERG
e McGREGOR, transferindo suas idéias para a realidade dessas bibliotecas.
2 TEORIA DAS RELAÇÕES HUMANAS

A motivação é um dos fatores que explica o comportamento das pessoas. A
administração científica de Taylor baseia-se exclusivamente na busca do dinheiro,
das recompensas salariais e materiais do trabalho: estes seriam os fatores que motivam as pessoas.
Mais tarde, depois de observar os resultados, surgem outras teorias de Administração que enfocaram a motivação de outro modo. Elton MAYO (CHIAVENATO,
1993) chamou a atenção para uma nova teoria: “o homem é motivado não por seus
estímulos econômicos e salariais, mas por recompensas sociais, simbólicas e não
materiais”.

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Para explicar como as pessoas se comportam, é necessário o estudo da motivação humana. Segundo CHIAVENATO (1993), na Teoria das Relações Humanas,
verifica-se que o homem é considerado um animal complexo, dotado de necessidades complexas e diferenciadas. Essas necessidades orientam e dinamizam o comportamento humano em direção a certos objetivos pessoais. Assim que uma necessidade é satisfeita, logo surge outra em seu lugar, em um processo contínuo, desde
o nascimento até a morte das pessoas.

2.1 TEORIA DE MASLOW

Segundo MASLOW, as pessoas são dominadas por motivos ou solicitações de
suas necessidades internas não-satisfeitas, que orientam e determinam o comportamento (CHIAVENATO, 1993).
Há uma escala de prioridades das necessidades humanas, desde as necessidades fisiológicas, de segurança, sociais e de estima até as de auto-realização.
No fundo, MASLOW contribui com uma psicologia da personalidade, dando
ênfase apenas às necessidades internas do homem, não considerando a situação
em que está colocado.
Podemos considerar que as necessidades humanas são colocadas em uma
hierarquia de importância. Ex.: uma pessoa com fome não sente vontade de estudar, amar etc. As necessidades de amor, de posição social, de afirmação, não se
manifestam, quando seu estômago está vazio. Quando as necessidades básicas
estão satisfeitas, outras de nível imediatamente superior passam a dominar o comportamento humano.

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Não tendo preocupações com o bem-estar físico as pessoas se tornam mais
propensas a procurar enquadrar-se, relacionar-se, serem benquistas pelos seus
companheiros, e assim as necessidades sociais tornam-se motivadoras de seu
comportamento.
Muitas pesquisas demonstram que para atingir objetivos organizacionais um
grupo de trabalho coeso terá muito mais eficiência que igual número de indivíduos
isolados.
Acima das necessidades sociais estão as necessidades do ego, muito significativas

para a administração e para o próprio indivíduo. Elas são relacionadas

com a auto-estima, independência, realização, competência, conhecimento e também com as necessidades de posição social, apreciação e respeito de seu próximo.
E os indivíduos procuram satisfazer estas necessidades, na medida em que se tornam importantes para eles, motivando-os a trabalharem melhor e mostrar do que
são capazes de fazer.

2.2 TEORIA DE HERZBERG

HERZBERG para explicar o comportamento dos indivíduos em situação de
trabalho, criou a Teoria dos Dois Fatores, que orientam o comportamento das pessoas. Esses fatores são denominados higiênicos ou extrínsecos e motivacionais ou
intrínsecos (CHIAVENATO, 1993).
Os fatores higiênicos ou extrínsecos são localizados no ambiente que rodeia
as pessoas e abrangem as condições em que elas desempenham seu trabalho, que
fogem do controle delas, por serem determinadas pelas organizações onde se situ-

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am: os salários, os benefícios sociais, o tipo de chefia ou supervisão, as condições
físicas e ambientais do trabalho, os regulamentos internos etc.
Os fatores motivacionais ou intrínsecos estão relacionados com o conteúdo do
cargo e a natureza das tarefas que o indivíduo realiza. Deste modo, estes fatores
estão sob o controle do indivíduo, por serem relacionados com as tarefas que ele
executa. Nestes fatores estão envolvidos os sentimentos de crescimento individual,
de reconhecimento profissional e a necessidade de auto-realização.
Dentre estes fatores, alguns são determinados pelas organizações, onde estão
embutidas as recompensas e as punições, que visam, contudo, atender os princípios de eficiência e de economia, ignorando, na maioria das vezes, aspectos de desafio e oportunidade para a criatividade individual. Quando estes fatores são ótimos,
provocam satisfação e, quando são precários, causam a insatisfação.

2.3 TEORIA DE DOUGLAS McGREGOR

McGREGOR (1973) admite a existência de um conflito básico entre as necessidades dos indivíduos e a organização. Nenhuma parte pode ser plenamente satisfeita, porém o administrador deve orientar seus esforços nesse sentido.
A Teoria X supõe que o homem é uma criatura indolente e que foge à responsabilidade, havendo a necessidade de o supervisor organizar todo o seu trabalho e
controlá-lo, como demonstra a Teoria Clássica.
A Teoria Y, considera o homem uma criatura que tem motivações e necessidades que precisa satisfazer, havendo a necessidade do conhecimento da motivação humana como meio de obtenção de eficiência no trabalho.

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A teoria de McGREGOR afirma que um estilo adequado nas diversas situações pode ajudar a gerar um clima de trabalho favorável que estimule por si mesmo
a alta produtividade, o auto-controle e a criatividade. Por esta teoria o homem renova suas próprias necessidades; esta teoria é normativa, baseia-se em uma filosofia
humanista e tenta integrar as necessidades individuais e organizacionais. Ela propõe uma administração mais participativa ou consultiva, na qual os indivíduos participam ou são consultados quanto às decisões que devem ser tomadas a seu respeito.
É necessário libertar o pessoal do estreito controle da organização convencional, oferecendo liberdade para que possa participar, dirigir suas próprias atividades,
assumir responsabilidade e satisfazer as necessidades de seu ego.

3 MOTIVAÇÃO NA BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA

A Biblioteca ou Centro de Informação, em sua definição moderna pelo princípio
de organização, segundo TARAPANOFF (1982), caracteriza a Biblioteca Universitária como uma organização sem autonomia própria, dependente da Universidade
como um todo e, particularmente, da unidade a qual está atrelada.
A Biblioteca Universitária, considerada como uma organização aberta ou sistema social, tem como objetivo básico servir aos estudantes, professores, especialistas, pesquisadores externos e internos e a todas as pessoas da comunidade
universitária (TARAPANOFF, 1982), executando as atividades de processos técnicos, serviços ao público e administrativos. Tem como função propiciar condições ao

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usuário para encontrar a informação de que necessita, cabendo a este usuário julgar
os serviços por ela prestados.
Geralmente o corpo de funcionários lotado nas bibliotecas universitárias é insuficiente para o atendimento de sua clientela, considerando a população de usuários
que comumente tais bibliotecas têm atendido.
A partir de observações, constatadas pessoalmente e pela literatura, no ambiente das bibliotecas universitárias, notamos a evidência da desmotivação de seus
funcionários.
Tomamos como embasamento a teoria de HERZBERG para compreender o
problema da desmotivação existente nestas bibliotecas, o que aliás é bem marcante, por serem negadas as condições embutidas nos dois fatores expostos a seguir:
Fatores higiênicos – Normalmente as bibliotecas possuem localização de difícil
acesso, instaladas em prédios adaptados, onde as condições ambientais causam
desconforto não só aos funcionários como aos usuários. Os salários e os benefícios
sociais deixam a desejar, contribuindo com estes problemas para criar um ambiente
desagradável.
Fatores motivacionais – Apesar de os serviços serem pertinentes aos cargos, o
acúmulo de tarefas se torna evidente, causando descontentamento e absenteísmo.
Outros fatores que implicam na desmotivação são: a falta de perspectiva de crescimento individual, a falta de reconhecimento profissional por parte dos dirigentes e a
política de promoções que depende da política da Instituição.
Normalmente, identificamos os fatores que causam a insatisfação quando deparamo-nos com eles. Porém, temos apenas uma vaga idéia das razões dessa insatisfação, quando ao nível pessoal. Todos os fatores de satisfação e insatisfação es-

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tão sempre presentes. Para motivar as pessoas, é mais fácil satisfazer as necessidades de níveis mais baixos e muito mais difícil atender às necessidades de níveis
mais elevados pois, nestes últimos, há uma grande dificuldade em reconhecê-las.
Mesmo que tentemos oferecer condições relativamente agradáveis ao indivíduo, dentro dos aspectos físicos e motivacionais, a insatisfação maior e mais difícil
de reconhecer está nas necessidades internas de cada um, conforme os fundamentos da Teoria de MASLOW.
Sendo a biblioteca um ambiente em que trabalhamos com pessoal de diferentes categorias, em diferentes setores, os serviços são interligados e, dessa forma,
as pessoas precisam saber trabalhar em conjunto. O que comumente ocorre é que
muita informação está nas mãos de poucos, porque estes têm medo de perder suas
tarefas ou tornar-se substituíveis. A maior parte dos funcionários não participa da
tomada de decisões, o que faz com que se tornem inseguros e sem iniciativa. Há,
ainda, as insatisfações que advêm do ambiente externo ao trabalho.
As pessoas acabam passando seus conflitos pessoais para o atendimento ao
usuário, na relação com os colegas, dificultando a formação de grupos de trabalho
estáveis, e prejudicando a imagem da biblioteca junto à comunidade.
GROGAN (1995) ilustra bem o reflexo do mau atendimento das bibliotecas universitárias, citando vários exemplos de atendimentos insatisfatórios, frente aos quais
o usuário, indignado e insatisfeito, afasta-se cada vez mais da biblioteca.
Nas teorias de MASLOW e HERZBERG nota-se a preocupação com a pessoa humana, considerando-a como indivíduo que pensa, sente e age, aproveitandose assim a sua força para um crescimento pessoal e da organização (SACCHI JÚNIOR, 1982).

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Para McGREGOR, cabe ao administrador reconhecer as necessidades dos indivíduos e integrá-los às necessidades da organização. Conforme citado por MAYRINK (1987), baseando-se na maioria da literatura sobre motivação, no ponto de
vista de McGREGOR os supervisores devem entender os empregados, suas necessidades e causas de satisfação no trabalho de tal forma que possam desenvolver
condições que irão encorajar o trabalho pelo qual os empregados estejam fortemente motivados.
A partir das idéias descritas, consideramos o ambiente influenciando na motivação, conforme de HERZBERG; a personalidade, as necessidades internas do indivíduo, conforme descrito por MASLOW e por fim a liderança, a capacidade do responsável pela biblioteca em administrar, conforme proposto na teoria de McGREGOR.
Analisar tão complexo comportamento de pessoal não é tarefa fácil ao administrador, mas, se considerarmos as teorias acima descritas, procurando aplicá-las
às atividades administrativas, procurando detectar as variáveis que levam a esse
comportamento e tentando, dessa maneira, dirigir e motivar o pessoal, certamente
estaremos com uma verdadeira equipe dentro de nossas bibliotecas, apta para administrar nossas realizações e conflitos.

4 CONCLUSÃO

As organizações se caracterizam por um comportamento voltado para uma
determinada meta ou objetivo, isto é, perseguem metas e objetivos que podem ser

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alcançados de modo mais eficaz e eficiente pela ação conjunta dos indivíduos
(GIBSON, 1981).
A motivação relaciona-se intimamente com a personalidade do ser humano e
com seu desenvolvimento mental, emocional, profissional e social. Ela leva as pessoas a se superarem e a persistirem para atingir o objetivo que visam.
As organizações criam ambientes nos quais a maioria de nós passa a vida e,
portanto, têm grande influência sobre o nosso comportamento. Muitas vezes, a motivação requer mudanças nas crenças, atitudes e valores das pessoas que trabalham em organizações, a fim de lhes propiciar oportunidades de adaptação ao ambiente sócio-cultural e aceitação de novas tecnologias. As conseqüências dessa situação criam conflitos nos indivíduos, exigindo o aperfeiçoamento do pessoal.
A motivação constitui o fator principal e decisivo no êxito da ação em qualquer
empreendimento coletivo. Portanto, o administrador deve examinar como o trabalho
é organizado, a forma pela qual a responsabilidade é atribuída, a maneira pela qual
os objetivos são estabelecidos e o planejamento realizado. O pessoal deverá se atualizar com os novos recursos tecnológicos, adquirir novas atitudes e hábitos. Promover esta motivação é muito importante em qualquer empreendimento humano e
coletivo.
Embora a literatura específica sobre a motivação em bibliotecas seja escassa,
podemos adaptar a Teoria Geral da Administração para qualquer organização e,
assim, concluir que no caso da Biblioteca Universitária fica evidente que a falta de
condições ambientais, o acúmulo de serviços, a falta de treinamento de pessoal e o
desinteresse do administrador no planejamento são fatores que causam a desmotivação de seus funcionários. A partir das teorias estudadas, muitas ações poderão

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ser desenvolvidas e o resultado do desempenho poderá atingir os objetivos desejados.
O poema abaixo, extraído da obra de KONDO (1994) ilustra e exemplifica em
nossa conclusão a importância da liderança no processo de motivação.

“Vamos nos livrar da gerência”
As pessoas não querem ser gerenciadas.
Elas querem ser lideradas.
Alguém já ouviu falar de gerente mundial?
Líder mundial, sim.
Líder educacional, líder político, líder religioso, líder escoteiro,
líder comunitário, líder dos trabalhadores, líder empresarial.
Eles lideram.
Eles não gerenciam.
A cenoura sempre vence o chicote.
Pergunte ao seu cavalo.
Você consegue liderar seu cavalo até a água, mas você não consegue
gerenciá-lo para que beba.
Se você quer gerenciar alguém, gerencie você mesmo.
Faça isso direito e você estará apto para parar de gerenciar.
E começar a liderar.”
ABSTRACT
According to the theories of Maslow, Herzberg and McGregor, motivation is the main
factor for success in organizations. On the basis of these theories and an analysis of
factors which cause motivation, much can be done to improve motivation in university libraries.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1 CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da administração. 4. ed. São

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Paulo : Makron Books, 1993.
2 FRANÇOIS, A. R. Manual de organização. Rio de Janeiro : Ao Livro Técnico,
1972.
3 GIBSON, J. L., IVANCEVICH, J. M., DONNELLY Jr., J. Organizações : comportamento, estrutura, processos. São Paulo : Atlas, 1981.
4 HOWELLS, G.W. Aspectos humanos da gerência. Rio de Janeiro : Vozes,
1972.
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Paulo : Ed. Gente, 1994.
6 LOPES, T.V.M. Motivação no trabalho. Rio de Janeiro : FGV, 1980.
7 MAURÍCIO, H. A motivação do funcionário público : a experiência norteamericana. Rio de Janeiro : IBCA/FGV, 1961. (Série de Administração
Comparada, v. 6).
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Brasília, v. 10, n. 1, p. 22-23, jan./mar., 1987.
9 MCGREGOR, D. Motivação e liderança. São Paulo : Brasiliense, 1973.
10 SACCHI JÚNIOR, N. Agentes que atuam como motivadores para os
funcionários das bibliotecas XZ/Pelotas : um levantamento baseado na
teoria de Herzberg. In: JORNADA SUL-RIOGRANDENSE DE
BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 7., 1982, Porto Alegre. Anais...
Porto Alegre : Associação Rio Grandense de Bibliotecários, 1982. p. 357376.
11 SHERMAN, H. A motivação do funcionário público: a experiência norteamericana. Rio de Janeiro : FGV, 1961.
12 TARAPANOFF, K. A biblioteca universitária vista como organização social. In:
ESTUDOS avançados em biblioteconomia e ciência da informação. Brasília : ABDF, 1982. v. 1.

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              <text>De acordo com as teorias de MASLOW, HERZBERG e McGREGOR, considera-se a motivação como fator principal para o êxito de ações dentro das organizações. A partir da análise dos agentes causadores da desmotivação, e utilizando as teorias citadas, muito pode ser feito para melhorar de fato a motivação dentro das Bibliotecas Universitárias.</text>
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