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                  <text>6.9

GERÊNCIA DA QUALIDADE NA BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA
Lidia Eugenia Cavalcante∗
Virgínia Bentes Pinto*

RESUMO
A qualidade total é uma meta que está sendo buscada para que se possa alcançar
o desenvolvimento sócio-político-econômico das nações, visando não apenas a
aumentar a competitividade de bens e serviços, mas, fundamentalmente, a melhoria
da qualidade de vida da população e o crescimento do ser humano como um todo.
A gestão da qualidade total não pode ser desvinculada da informação, posto que,
sem a aplicabilidade desta, torna-se difícil a implementação daquela. Este trabalho
discorre também sobre a viabilidade de se implantar programa de qualidade em
unidades de informação nas bibliotecas universitárias brasileiras.

1 INTRODUÇÃO

Com a chamada globalização, percebe-se que a informação é atualmente o
grande fator de diferenciação na busca da competitividade entre as empresas. As
novas tecnologias, aliadas ao poder da realidade virtual, da multimídia e das redes
de informação, atingem todos os espaços políticos, comerciais, científicos, culturais
e educacionais.
Dessa forma, entendemos que os efeitos causados pela tecnologia da
informação refletem principalmente nos centros de excelência profissional, que são
as universidades, devendo estas se tornarem mais competitivas e caminharem na
vanguarda desta nova sociedade, na qual a palavra de ordem é informação.

∗

Professoras do Curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Ceará - UFC

�6.9

Com a modernização das universidades, seus centros de informação
necessitam caminhar a passos largos na vanguarda dessas instituições; para que
isso ocorra, qualidade é indispensável.

2 QUALIDADE: ABORDAGEM HISTÓRICA E CONCEITUAL

De acordo com FERREIRA (1988), o vocábulo qualidade originou-se do latim
qualite e significa a “Propriedade, atributo ou condição das coisas ou das pessoas
capaz de distingui-las das outras e de lhes determinar a natureza, permite avaliar
e, consequentemente, aprovar, aceitar ou recusar qualquer coisa.”
Para a Organização Internacional de Normalização (ISO), a qualidade é
definida como o “conjunto das propriedades e características de um produto,
processo ou serviço que lhe fornecem a capacidade de satisfazer as necessidades
explícitas ou implícitas.” (FRATTI, 1992)
A nível de elaboração de produtos e execução de serviços, a qualidade está
tendo um destaque cada vez mais acentuado na sociedade atual, embora o termo
remonte aos primórdios da evolução da humanidade, quando os homens das
cavernas já utilizavam alguns parâmetros ou padrões no desenvolvimento de suas
atividades, destacando-se os instrumentos de caça e de pesca.
A revolução industrial marcou o início da substituição do uso da força do
homem pela força da máquina, gerando profundas transformações na sociedade. A
partir destas transformações, a evolução da qualidade dos produtos passou a ser
percebida, embora apenas em nível de inspeção.

�6.9

Na década de 30, o americano Walter Shewhart desenvolveu as técnicas de
Controle Estatístico de Qualidade (CEQ) nos processos industriais, além de criar o
famoso Ciclo PDCA

plan, do, check e action (planejar, fazer, checar e agir),

divulgado por Deming, atualmente conhecido como Ciclo de Deming. Deming foi
também responsável pela criação e aperfeiçoamento dos chamados “Quatorze
Pontos - Métodos Deming de Administração.”
A partir de seu trabalho, a qualidade passou a ser buscada no mundo inteiro,
não apenas como Controle de Qualidade mas, fundamentalmente, como filosofia
que visa o desenvolvimento do ser humano como um todo. Após Deming, surgiram
outros teóricos da qualidade, destacando-se Joseph M. Juran, Armand V.
Feigenbaun, Kaoru Ishikawa e Philip B. Crosby.
Juran defende a idéia de que a qualidade não ocorre por acaso e sim através
de um programa constituído de planejamento, controle e aperfeiçoamento,
mundialmente conhecido como “Trilogia da Qualidade”. Foi o responsável pela
transformação no alto e médio níveis de gerência japonesa e pelo envolvimento da
alta administração.
Feigenbaum estabeleceu o Controle Total da Qualidade (CTQ) ou Controle
da Qualidade por Toda Empresa (CQTE). O “CTQ é um sistema voltado para
propiciar satisfação ao consumidor, gerando os produtos ou serviços através de um
sistema organizado de forma econômica e de assistência ao cliente, estruturando-se
de modo que todos os

empregados

da

organização possam participar e

contribuir para o esforço de desenvolvimento, manutenção e melhoria da qualidade
de forma global.” (FEIGENBAUM, 1986). Além do CTQ, estabeleceu, ainda, os 40

�6.9

Princípios de Gerenciamento Total da Qualidade e definiu os custos de qualidade
como sendo a soma dos custos de avaliação, prevenção e falhas.
Kaoru Ishikawa desenvolveu uma estratégia de qualidade específica para o
Japão, a partir do modelo de Deming e Juran. Conseguiu combinar as teorias
comportamentais de Maslow e McGregor e também as de Deming, resultando os
Círculos de Controle de Qualidade (CCQ). Deu grande ênfase ao amplo
desenvolvimento de toda a organização, com a qualidade em todo o ciclo de vida do
produto, com o famoso Diagrama de Causa-e-Efeito, conhecido como “Espinha de
Peixe”. Foi ainda o grande incentivador da necessidade de ampliar a educação e o
treinamento para a qualidade.
Com relação ao Diagrama de Causa-e-Efeito, Ishikawa desenvolveu um
gráfico semelhante a uma espinha de peixe, no qual são apresentados as causas e
os efeitos geradores de um problema.
No Brasil, a busca da qualidade ganhou maior destaque a partir de novembro
de 1990, com o lançamento do Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade
(PBQP), bem como através da política industrial. Entretanto, pouquíssimos
programas foram efetivamente implantados, e os que o foram estão explicitamente
voltados para as empresas industriais, enquanto as de serviços e, principalmente,
as instituições públicas, ainda se encontram bem distantes de uma implementação
de qualidade.
Como podemos observar, existem muitas teorias voltadas para a questão da
qualidade. E, de acordo com elas, o propósito deste trabalho é oferecer alguma
contribuição que possa subsidiar a elaboração de propostas concernentes à
qualidade dos produtos e serviços dos nossos serviços de informação.

�6.9

3 GERENCIANDO A QUALIDADE NOS SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO

A qualidade

total é uma meta que se está buscando com o objetivo de

promover o desenvolvimento sócio-político, técnico e econômico das nações,
visando não apenas aumentar a competitividade das empresas, produtos e serviços,
como também, fundamentalmente, a melhoria da qualidade de vida da população.
Para se chegar a esse objetivo, torna-se necessário que sejam levadas em
consideração inúmeras variáveis, dentre as quais se destaca a informação no
sentido lato, embora esta, visando a qualidade total, não possa ser desvinculada da
sua qualidade em particular. Então, como proceder para que os Centros de
Informação ofereçam a seus usuários produtos e serviços informacionais de
qualidade? Essa não é tarefa muito fácil. Entretanto, tentaremos apresentar
algumas considerações que julgamos necessárias para um trabalho nesse sentido.
Antes de qualquer coisa, é importante compreender que as unidades de
informação são instituições e, como tais, são constituídas por um conjunto de
funções responsáveis, que vão desde a implantação até a recuperação da
informação e o benefício social em que esta poderá se constituir. A sua estrutura
organizacional está formada por pedaços denominados de departamentos, divisões,
seções, chefias e áreas que, em muitos casos, são batizados por nomes diferentes
destes. A cada pedaço do todo cabe a responsabilidade pelo desenvolvimento de
algum produto e pela execução de algum serviço, formando uma cadeia de clientes
e fornecedores internos.

�6.9

Neste processo, existe uma dependência muito grande entre as partes, sendo
que, se uma destas falhar, afetará o sistema como um todo, o que poderá
comprometer a qualidade dos produtos e serviços.
Consideramos ainda, neste processo, outros elementos indispensáveis à
elaboração de produtos e à execução de serviços de informação com qualidade,
que vão desde questões ambientais até instrumentos de medição e que podem ser
utilizados para formar o Diagrama de Causa e Efeito desenvolvido pelo engenheiro
japonês Kaoru Ishikawa na década de 60 e amplamente empregado em diversas
áreas do conhecimento.
Através do Diagrama de Causa e Efeito elaborado em parceria por todos os
funcionários, pode ser possível traçar estratégias para solucionar

problemas

vivenciados pelas bibliotecas e que atingem diretamente a sua clientela,
prejudicando os serviços prestados a esta. Sendo, pois, a busca da qualidade total
responsabilidade de todos os que desenvolvem algum tipo de atividade na
instituição, só é possível chegar a resultados se as causas do problema forem
detectadas em conjunto.

3.1 QUALIDADE É INDISPENSÁVEL

A adoção de um programa de qualidade que direcione os produtos e serviços
oferecidos pela biblioteca constitui etapa fundamental na diminuição da distância
entre os centros de informação, sua clientela e a sociedade. Com certeza, esse
processo exigirá nova forma de pensar e de agir por parte da gerência e de todos
que compõem o corpo funcional da instituição.

�6.9

Para direcionar a biblioteca à satisfação do cliente e garantir resultados
favoráveis à sociedade, alguns requisitos são necessários: participação, cooperação
e informação.
Compartilhar as responsabilidades, dividir as tarefas e facilitar a interação
entre os níveis hierárquicos facilitará a comunicação e voltará a equipe para um
objetivo

comum. E, para que o espírito cooperativo e participativo possa ser

fortalecido, a delegação de poder torna-se fundamental.
Em relação ao fluxo de informação interna, se todos estão bem informados
das decisões, projetos, encaminhamentos, processos e realidade da instituição, o
fluxo de operações, respostas e soluções certamente se tornará mais ágil e facilitará
o resultado final.
Um dos principais desafios para se atingir níveis satisfatórios de qualidade
nos centros de informação das universidades é uma política de recursos humanos
que priorize política salarial, política de treinamento e política de valorização
profissional, visto que a principal fonte de apoio de um programa de qualidade são
os recursos humanos e seu potencial de motivação e participação.

4 GERÊNCIA: O NOVO PAPEL DO BIBLIOTECÁRIO

Com a gestão da qualidade total nos serviços de informação, gerenciar
tornou-se o novo papel do bibliotecário. Novo, porque este encontra-se envolvido

�6.9

com um estilo gerencial que implica mobilização, negociação, debate, atualização,
delegação e criatividade, além de um papel inteiramente político.

Os quesitos acima citados podem tornar-se um grande desafio à figura do
atual profissional da informação que é responsável pela biblioteca. A gestão
gerencial moderna exige uma reviravolta na gestão gerencial tradicional.

Para o gerente da informação, atualizar-se significa adaptar-se às novas
necessidades do mercado através de uma postura comprometida com as mudanças
e os novos rumos tomados pela sociedade.
O profissional da informação, comprometido com o desafio de gerenciar uma
biblioteca de suporte, como é o caso da biblioteca universitária, deve voltar-se para
a busca da qualidade total como estratégia para alcançar a sua clientela. Aqui, além
de um serviço de informação competente, ágil, atualizado e inteligente, espera-se
que o sistema possa estar preparado para desenvolver novos mecanismos de apoio
informacional a seu usuário.
A mudança no pensamento estratégico do gerente da informação pode ser
medida através dos resultados obtidos com o novo processo de trabalho e com a
satisfação dos clientes internos e externos.
5 CONCLUSÃO

Entendemos, portanto, que para a manutenção e aperfeiçoamento dos
Centros de Informação devem ser traçadas políticas de trabalho e valorização
profissional, em que todos sejam contemplados para tornarem-se capazes de

�6.9

executar suas tarefas com o mínimo de erro possível, a fim de que a qualidade do
produto ou serviço seja tratada de modo fundamental, principalmente em se
tratando de satisfação do cliente. Por conseguinte, a proposta de qualidade deve
atingir a todos na instituição, desde a administração superior até os serviços gerais.
Para que isso realmente ocorra, torna-se essencial que o ciclo de comunicação
interna funcione perfeitamente entre clientes e fornecedores internos, o que
contribuirá para o atendimento às demandas dos clientes externos.
Através destes procedimentos, é possível que o trabalhador perceba o valor
de seu trabalho para o desenvolvimento do produto ou prestação de serviço, tanto
para a organização quanto para o cliente. Afinal, se ele for mal informado sobre a
sua participação neste processo, não terá capacidade de compreender que a sua
atividade faz parte de um todo e, não havendo esta compreensão, seu trabalho será
puramente mecânico.
Outro ponto fundamental no processo de busca da qualidade total é trabalhar
a informação com precisão e de forma personalizada, de modo que seja
apresentado ao cliente aquilo que realmente for solicitado, caso contrário, haverá
uma contribuição negativa no momento da busca e recuperação da informação.
É importante ter consciência de que para trabalhar a informação como
requisito chave para a qualidade total, é preciso, acima de tudo, compreender que
os recursos mais importantes neste processo são os recursos humanos. Assim, a
qualidade de produtos e serviços dependerá do investimento feito em treinamento e
capacitação de pessoal, bem como da satisfação destes. Deverá, entretanto, haver
o comprometimento da administração superior, de modo que haja uma sintonia
entre o que é solicitado e as condições para execução, pois “o apoio somente, não

�6.9

dá condições para superar as barreiras naturais e internas que surgirão frente às
mudanças necessárias” (ADRIANI, 1991).
A qualidade total é, pois, um desafio vivido atualmente pelas empresas
brasileiras, especialmente o setor de serviços, o que inclui os Centros de
Informação, seus produtos e serviços. A satisfação de seus clientes será, com
certeza, o instrumento de medição para se avaliar o grau de qualidade na prestação
de serviços e na atuação e valorização do profissional da informação, face às novas
mudanças ocorridas na nova ordem mundial e da globalização, onde a informação
constitui a matéria-prima essencial para o desenvolvimento das nações.

ABSTRACT

Total control is an aim people are striving for in the social, political and economic
development of nations, not only to increase the competitiveness of goods and
services, but essentially to improve the individual’s quality of life. Total quality control
cannot be separated from information, since it is difficult to put the former into
practice without access to the latter. This paper also looks at the feasibility of
implementing a quality programme in information units in Brazilian university
libraries.

�6.9

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1 ADRIANI, C.S. Como implantar um sistema de qualidade para a redução de
custos e o aumento das vendas. São Paulo : TAMA, 1991. 209 p.
2 CAMPOS, V.F. Gerência da qualidade total : estratégia para aumentar a
competitividade da empresa brasileira. Belo Horizonte : Fundação Christiano
Ottoni, 1989. 189 p.
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bibliotecário. Fortaleza : UFC, 1992.
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210 p.
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de vantagem competitiva. São Paulo : Makron, 1990. 22 p.
6 FEIGENBAUM, A. V. Total quality control. New York : McGraw-Hill, 1986.
386 p.
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não publicado)
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10 PINHEIRO, M. G. Extensão tecnológica; a experiência em uma indústria de
laticínios, com enfoque para a área energética. Belo Horizonte : UFMG,
1990. 220 p. Tese (Mestrado) - UFMG
11 PINTO, V. B. Informação: a chave para a qualidade total. Ci. Inf., Brasília, v.
22, p.133-137, mai./ago. 1993.

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              <text>A qualidade total é uma meta que está sendo buscada para que se possa alcançar o desenvolvimento sócio-político-econômico das nações, visando não apenas a aumentar a competitividade de bens e serviços, mas, fundamentalmente, a melhoria da qualidade de vida da população e o crescimento do ser humano como um todo. A gestão da qualidade total não pode ser desvinculada da informação, posto que, sem a aplicabilidade desta, torna-se difícil a implementação daquela. Este trabalho discorre também sobre a viabilidade de se implantar programa de qualidade em unidades de informação nas bibliotecas universitárias brasileiras.</text>
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          <description>A language of the resource</description>
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