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                  <text>6.7

BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS: E AGORA?

*

Rejane Raffo Klaes
Eloisa Futuro Pfitscher*
RESUMO
O trabalho propõe a retomada de ações que viabilizem a integração das bibliotecas
universitárias, através de esforços coletivos, como forma de consolidar o Sistema
Nacional de Bibliotecas Universitárias, a partir das diretrizes definidas no 1º e 2º
PNBUs.

1 INTRODUÇÃO

Desde 1991, por ocasião do 7º Seminário Nacional de Bibliotecas
Universitárias, há o consenso da necessidade de prosseguimento do Programa
Nacional de Bibliotecas Universitárias - PNBU, visto que o Programa teria
encaminhado importantes questões para as bibliotecas, funcionando como uma
espécie de ligação direta através da qual suas demandas encontravam algum tipo
de resposta, e fortalecendo as bibliotecas junto às administrações das Instituições
de Ensino Superior - IES (GARCIA, 1991).
Não estamos propondo um novo PNBU. Mas, a partir do momento em que a
comunidade, reconhecendo a importância do Programa, sugeriu sua continuidade,
pensamos que, se a situação sócio-político-econômica não dá espaço à
institucionalização de um programa desta natureza, neste momento, devemos nos
articular institucionalmente, em nível local, e empreender ações de interesse

�6.7

comum. Assim, estaremos preparados

para a implementação de um programa

institucional, quando oportuno, baseados na experiência consolidada, que
funcionará como garantia da execução e excelência em caso de retomada de um
novo plano em nível nacional.
A idéia básica é a de que não devemos esperar pela institucionalização de
um programa para agir, mas sim agir para que as coisas aconteçam. Somos
responsáveis pelo nosso amanhã.
Segundo CHASTINET (1992) devemos concentrar nossa competência,
vontade e determinação para criar novas linhas de ação para o desenvolvimento
das bibliotecas universitárias, e para linhas de ação que assegurem também o
comprometimento das pessoas, pois são elas que conduzem os processo que
podem levar às mudanças.
Ainda parafraseando CHASTINET (1992), não devemos correr o risco de
repetir velhas fórmulas superadas, ineficazes e ineficientes. Não podemos nos
preocupar apenas com resultados. Temos que ser inteligentes o bastante para nos
lembrarmos das pessoas, pois embora o tempo seja outro e o discurso diferente, a
mensagem precisa ser renovada.
Os princípios básicos da reengenharia afirmam que é preciso reexaminar o
trabalho necessário para criar produtos e serviços que satisfaçam plenamente os
usuários, agregando valor aos serviços prestados (HAMMER; CHAMPY, 1994).
Assim, partimos de algumas propostas do 1º e do 2º PNBU para sugerir
ações que possibilitem a retomada de um desenvolvimento de interesse comum às
bibliotecas universitárias. Deste modo, propomos que as bibliotecas se engajem
num esforço único, verdadeiramente cooperativo, para alcançar seus objetivos.
*

Bibliotecárias da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS

�6.7

O quadro abaixo mostra as áreas e os aspectos que foram considerados
nesta proposta de ação coletiva.

QUADRO 1 - DESENVOLVIMENTO DAS BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS
ÁREA
1 Administração

ASPECTOS
Informação gerencial

2 Recursos Humanos

Capacitação de pessoal técnico
Educação continuada

3 Recursos Financeiros

Captação de recursos

4 Recursos Físicos

Estrutura física das bibliotecas

5 Gerenciamento de acervos

Formação e política de desenvolvimento de coleções
Aquisição cooperativa e planificada
Controle da produção científica
Preservação do acervo

6 Tecnologia da Informação

Uso de recursos tecnológicos
Fortalecimento da automação

7 Usuários e Serviços

Estudo de usuários
Educação do usuário
Acesso à informação e ao documento
Promoção da biblioteca como recurso didático

A seguir, são comentadas as ações mínimas que devem ser empreendidas,
indicando alternativas de como elas podem ser executadas.

�6.7

2 ADMINISTRAÇÃO

2.1 INFORMAÇÃO GERENCIAL

As bibliotecas universitárias precisam uniformizar os tipos de dados que
possam ser úteis para o planejamento, a administração e a elaboração de
diagnósticos e projetos.
Este conjunto de dados deve incluir informações institucionais estatísticas,
sobre acervo, usuários, serviços, avaliações, dados sobre recursos financeiros e
humanos, e deve estar organizado de forma sistemática para que possam ser
utilizados no momento preciso.

3 RECURSOS HUMANOS

3.1 CAPACITAÇÃO DE PESSOAL TÉCNICO

Considerando que a qualidade da prestação de serviços depende da
excelência da equipe da biblioteca, deve-se promover a capacitação dos recursos
humanos, de acordo com suas atividades específicas, dentro de cada categoria
funcional,

oportunizando

sua

participação

em

cursos/atividades

dirigidas,

objetivando que cada um seja “o melhor” na tarefa que desempenha.
Estes cursos podem incluir as áreas de desenvolvimento pessoal, relações
humanas,

desenvolvimento

técnico-gerencial,

informática,

idiomas

e,

mais

especificamente, técnicas de arquivo, gerenciamento de convênios e conservação e

�6.7

restauração de documentos. Sempre que possível, deve ser incentivada a
participação em congressos e seminários e

em programas oferecidos pelas

próprias universidades, através de seus departamentos de Recursos Humanos.
Esta capacitação deverá abranger também os bibliotecários com relação ao
uso das fontes de informação, através de treinamento em serviço e atualização
contínua acerca dos recursos informacionais que estão surgindo.

3.2 EDUCAÇÃO CONTINUADA

A educação continuada é requisito fundamental para a evolução profissional
em qualquer atividade. Portanto, também é imprescindível para a área da
informação.
A participação dos bibliotecários em cursos de Pós-graduação deve ser vista
como fundamental para acompanhar os avanços e dominar as novas técnicas que
vão surgindo, afastando o fantasma de se perder espaço para profissionais de
outras áreas.
Assim, os bibliotecários devem freqüentar cursos de extensão e atualização,
especialização, mestrado e doutorado, não apenas dentro da área da ciência da
informação mas também no âmbito da cultura geral, tendo em vista sua atualização
contínua para acompanhar as mudanças que ocorrem em grande velocidade.
Cursos como o de Especialização para Bibliotecários de Instituições de
Ensino

Superior

(CEBIES)

e

outros,

cujos

conteúdos

são

direcionados

especificamente para a atuação dos bibliotecários nas IES, como os oferecidos pela
PUCCAMP, UFSC, UFRJ, UFRGS, devem continuar sendo promovidos.

�6.7

4 RECURSOS FINANCEIROS

4.1 CAPTAÇÃO DE RECURSOS

A captação de recursos não deve ficar restrita apenas aos órgãos
financiadores governamentais, mas ser ampliada a partir da consciência de que a
biblioteca pode e deve prestar serviços para a comunidade externa e cobrar
adequadamente por eles.
Serviços como levantamentos em bases de dados especializadas e
fornecimento de cópias de documentos

podem ser ofertados a empresas e

profissionais liberais, a receita advinda pode ser revertida

em benefício da

biblioteca.
Em bibliotecas especializadas, empresas poderiam utilizar-se de espaços
para propaganda de seus produtos/serviços, mediante pagamento que poderia ser
em material bibliográfico, equipamentos etc, estabelecendo, deste modo, parcerias
com o setor privado.
Cada biblioteca deve refletir a respeito e descobrir formas para captar
recursos e implementar parcerias de acordo com sua área de atuação.
Evidentemente, as bibliotecas devem e precisam continuar a apresentar
projetos às agências financiadoras oficiais e procurar recursos junto aos projetos
dos cursos de Pós-graduação.
5 RECURSOS FÍSICOS

�6.7

5.1 ESTRUTURA FÍSICA DAS BIBLIOTECAS

A estrutura física nem sempre reflete as instalações ideais para uma
biblioteca universitária. Não se pode esperar pelas condições ideais. Se não é viável
construir um prédio novo, totalmente de acordo com as necessidades, é preciso
adequar o espaço disponível.
Assim, sendo possível decidir antecipadamente o projeto arquitetônico da
biblioteca, trabalhando em equipe, o resultado será o melhor aproveitamento do
espaço disponível para atender as necessidades de conforto e bem-estar

da

comunidade usuária da biblioteca e do pessoal técnico-administrativo.
Outro item que não deve ser esquecido é a segurança do acervo e as
facilidades de circulação, decorrentes de um layout adequado.
Enquanto não houver condições ideais deve-se adequar o espaço disponível
através de medidas eficazes, como uma melhor distribuição de mesas,
equipamentos, climatização, adaptação de áreas de circulação e serviços.

�6.7

6 GERENCIAMENTO DE ACERVOS

6.1 FORMAÇÃO E POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES

A biblioteca universitária deve ter uma política de desenvolvimento de
coleções consoante com os princípios de ensino, pesquisa e extensão da
universidade. Esta deve ser flexível, com critérios elaborados conjuntamente por
bibliotecários e docentes, de modo a fornecer indicadores que facilitem o processo
de seleção e aquisição de material bibliográfico, incluindo o descarte.
Devem ser incluídos critérios simples de avaliação de coleções como forma
de respaldar e subsidiar a atividade de desenvolvimento de coleções. As avaliações
devem ser realizadas através de estudos de uso, cujos resultados precisam ser
confrontados com os programas acadêmicos e suas bibliografias, servindo como
fontes indicadoras da adequação do acervo, para embasar projetos e programas de
aquisição de material bibliográfico. Uma análise conjunta com o corpo docente,
além de subsidiar decisões a serem tomadas, servirá também como meio de
integração entre a biblioteca e a universidade.

6.2 AQUISIÇÃO COOPERATIVA E PLANIFICADA

A cooperação, em termos de aquisição, não é fácil de ser implantada, devido
às características peculiares a cada biblioteca universitária e à falta de tradição em
atividades cooperativas.

�6.7

Devido à escassez de recursos financeiros, é quase impossível pensar-se em
aquisição cooperativa e planificada em nível nacional, principalmente em se tratando
de

monografias.

Considerando

também

a

pouca

prática

do

empréstimo

interbibliotecas, deve-se tentar implantá-la pelo menos em nível local, institucional,
maximizando os recursos disponíveis.
Por outro lado, se os recursos tecnológicos hoje disponíveis forem utilizados
adequadamente e as bibliotecas se dispuserem a trabalhar de modo cooperativo,
podemos pensar em uma aquisição cooperativa e planificada mais ampla, em nível
regional e mesmo nacional.

6.3 CONTROLE DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA

Muito se tem falado acerca da responsabilidade do controle da produção
científica da universidade. Indubitavelmente cabe à biblioteca universitária este
controle.
As facilidades tecnológicas da automação tornaram simples e eficaz o
controle da produção bibliográfica institucional. Deve-se, portanto, constituir bases
de dados sobre a informação científica e tecnológica gerada pela universidade, não
só para controle bibliográfico local mas fazendo disso também um elemento de
integração entre os pesquisadores e a biblioteca.
Cabe à biblioteca apontar as vantagens para o pesquisador em fazer o
depósito sistemático de sua produção científica, bem como assegurar, via acordos
com outras instâncias da universidade, mecanismos que obriguem o pesquisador a
entregar um exemplar de cada trabalho produzido para registro na biblioteca.

�6.7

Na medida em que cada biblioteca conseguir ter a produção bibliográfica de
sua unidade/instituição sistematizada e organizada, será possível compor uma base
de dados da produção científica brasileira. Isto poderá viabilizar a elaboração de
bibliografias brasileiras especializadas, a exemplo do que ocorre nas áreas de
Medicina

e

Odontologia,

tendo

como

pólos

geradores

as

universidades

consideradas centros de excelência em cada especialidade do conhecimento.

6.4 Preservação do acervo

Assim como cabe aos bibliotecários organizar o acervo, de forma a facilitar
sua utilização, cabe a todos, incluindo os usuários, preservá-lo. Esta preservação
comporta o manuseio adequado da coleção e uma ação educativa para
conscientizar da importância da biblioteca, reprimindo atos de vandalismo e roubo.
Como forma de veicular campanhas educativas, pode-se utilizar os diretórios
acadêmicos, palestras para as turmas de calouros, conversa “ao pé do ouvido” junto
aos professores e alunos, para discutir os problemas enfrentados com relação à
mutilação e perda de material bibliográfico.

Isto faz com que, dependendo da

ênfase que seja dada, tenhamos verdadeiros “fiscais do acervo”.

7 TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

7.1 USO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS

�6.7

É necessário ter uma ampla visão das tecnologias da informação e, ao
mesmo tempo, um conhecimento específico sobre cada uma delas, de modo a
decidir quais os recursos mais adequados para a prestação de serviços, visto que a
oferta e diversidade destes, aplicáveis à área da informação, é muito grande. Por
exemplo:

correio eletrônico, fax, scanners, entre outros, facilitam e agilizam a

transmissão de dados e o fornecimento de cópias de documentos. Da mesma
forma, as redes também devem ser usadas para divulgação de informações e de
acervos, através de serviços adequados, de home pages, e para disponibilizar bases
de dados locais.

7.2 FORTALECIMENTO DA AUTOMAÇÃO

O processo de automação é abrangente, com aplicação em praticamente
todos os setores da biblioteca, não se restringindo apenas ao registro e ao controle
de acervos.
Cabe às bibliotecas identificar rotinas e conjuntos de dados a serem
automatizados, contemplando as áreas de formação e desenvolvimento de
coleções, controle bibliográfico, serviços aos usuários e gerência administrativa,
dentro de um sistema integrado. Deve-se considerar as vantagens advindas da
automação, para implementar atividades de cooperação e intercâmbio, além do
aumento do controle, velocidade e melhoria na qualidade da prestação de serviços.
Especificamente

com

relação

às

IES

que

possuem

seus

acervos

automatizados, estes devem ser disponibilizados através de redes de informação,

�6.7

como

a

Rede

Antares,

como

forma

de

compartilhamento

de

recursos

documentários, fortalecendo os esforços cooperativos.

8 USUÁRIOS E SERVIÇOS

8.1 ESTUDO DE USUÁRIOS

Os estudos de usuários precisam ser realizados de forma simples e objetiva,
de modo a informar quem é o usuário, o que ele busca e o que ele pensa, bem
como seu grau de satisfação com relação aos serviços prestados pela biblioteca.
Estes estudos devem ter objetivos bem definidos e seus resultados devem
ser utilizados para fins de administração e planejamento.

8.2 EDUCAÇÃO DO USUÁRIO

A educação do usuário abrange não só o treinamento de usuários para uso
das fontes de informação disponíveis mas, também, sua conscientização com
relação ao comportamento que deve ter frente aos colegas, com quem compartilha
os recursos bibliográficos.
Um programa de educação de usuários deve incluir, além do treinamento no
uso de fontes especializadas e do acervo geral, hábitos comportamentais dentro do
recinto da biblioteca, com ênfase na conservção e preservação do acervo.

8.3 ACESSO À INFORMAÇÃO E AO DOCUMENTO

�6.7

As novas tecnologias facilitam e ampliam o acesso à informação. O
bibliotecário, através de treinamento e de educação continuada, deve estar a par da
diversidade de tecnologias e de suportes de informação para atender uma demanda
crescente de seviços que exige, cada vez mais, maior qualidade e precisão.
Entretanto, é preciso atentar para a diferença entre acesso à informação e
acesso ao documento. A qualidade da prestação dos serviços de informação só
será plena quando o acesso à informação se fizer acompanhar pelo acesso ao
documento. Isto pode ser atrelado a uma participação efetiva em programas
cooperativos, como catálogos coletivos e comutação bibliográfica, que agilizam a
troca de informações e acesso ao documento.
Falta consolidar uma atividade ainda incipiente, que é o empréstimo
interbibliotecas, hoje realizado informalmente, que precisa ser sistematizado com
urgência.

�6.7

8.4 PROMOÇÃO DA BIBLIOTECA COMO RECURSO DIDÁTICO

Cabe ao bibliotecário mostrar ao professor que a biblioteca, pela
diversificação dos recursos informacionais que possui, constitui um excelente
suporte ao seu trabalho. Agindo em conjunto com o corpo docente, o bibliotecário
não só estará colaborando para o processo de ensino/aprendizagem, como também
estará facilitando a integração biblioteca/universidade, com benefícios mútuos.
Os bibliotecários devem propor aos professores sua colaboração, através de
palestras sobre bibliografias especializadas ou de treinamento no uso de fontes de
informação, incentivando a utilização do acervo.

9 CONCLUSÃO

Não se pode fazer uma leitura fragmentada das ações propostas acima:
deve-se entendê-las como elos integrados de uma grande cadeia, considerando a
inter-relação que existe entre os aspectos mencionados.
As organizações e as pessoas devem trabalhar de forma integrada, num
esforço coletivo, pensando globalmente e agindo localmente.
Com a visão sistêmica da biblioteca universitária, considerando sua interação
com a universidade, seus usuários e a ambiência que a cerca, o bibliotecário, a
partir de ações conseqüentes, estará conquistando autoridade e competência para
desempenhar atividades de coordenação em nível institucional, assumindo seu
papel dentro da universidade.

�6.7

Se as bibliotecas universitárias, individualmente, se empenharem em
executar cada uma das ações propostas, seguramente estarão a caminho da
consolidação de um Sistema Nacional de Bibliotecas Universitárias realmente
articulado.
Para que estas ações sejam realmente coletivas, é necessário que as
bibliotecas disponham de um canal de comunicação entre si. Aproveitando as
facilidades que as tecnologias da informação oferecem, sugerimos uma lista de
discussão, via Internet, através da qual as bibliotecas se comuniqem, trocando
idéias e experiências na busca de soluções para seus problemas.
A proposta, apresentada de forma simples, sem pretender ser exaustiva,
busca motivar a reconquista do espaço da biblioteca universitária no contexto
educacional.

ABSTRACT
This paper proposes the resumption of activities to facilitate the integration of
university libraries through collective efforts, as a way of consolidating the national
system of university libraries, based on guidelines in the first and second National
Plans for University Libraries.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICAS

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Humanidades. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 7., 1991, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro : SIBI/UFRJ, 1992.
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2 CHASTINET, Y. Padrões. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 7., 1991, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: SIBI/UFRJ,
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tecnologias. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 8., 1994, Campinas. Anais... Campinas : Biblioteca Central/
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UNIVERSITÁRIAS, 8., 1994, Campinas. Anais... Campinas : Biblioteca
Central/UNICAMP, 1994. p. 289-300
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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
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              <text>Bibliotecas universitárias: e agora? </text>
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          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
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              <text>Klaes, Rejane Raffo; Pfitscher, Eloisa Futuro</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Curitiba (Paraná)</text>
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          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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              <text>PUCPR</text>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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              <text>1996</text>
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          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
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              <text>Evento</text>
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          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
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              <text>O trabalho propõe a retomada de ações que viabilizem a integração das bibliotecas universitárias, através de esforços coletivos, como forma de consolidar o Sistema Nacional de Bibliotecas Universitárias, a partir das diretrizes definidas no 1º e 2º PNBUs.</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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              <text>pt</text>
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