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                  <text>6.1

INDICADORES DE AVALIAÇÃO PARA COLEÇÕES DE PERIÓDICOS DAS
BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS BRASILEIRAS: REFLEXÕES SOBRE O
ESTUDO DAS REVISTAS DO INSTITUTO DE FILOSOFIA E
CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH - UNICAMPErro! Indicador não definido.

Maria Alice Rebello Nascimento*

RESUMO
Apresentam-se, a partir de um projeto-piloto em desenvolvimento na UNICAMP,
indicadores de avaliação para as coleções de periódicos em bibliotecas universitárias
brasileiras, objetivando oferecer metodologia que estabeleça parâmetros
semelhantes, com vistas à racionalização de recursos e desenvolvimento da pesquisa
e da capacitação nacional.

1 INTRODUÇÃO

Os processos avaliatórios em Ciência e Tecnologia, no Brasil, não constituem
novidade. Embora avaliações existam desde a década de 70 e perpassem todos os
órgãos de fomento à pesquisa, como é o caso do CNPq, CAPES, FINEP, FAPESP
etc., o processo avaliatório é ainda incipiente. O País não dispõe de indicadores
comparáveis e sistêmicos que possam ajudar a repensar a política científica e
tecnológica nacional de maneira abrangente.
Os indicadores convencionais de avaliação, além de extremamente
diferenciados entre os vários órgãos de financiamento, dizem respeito à competência

*

Diretora Técnica da Biblioteca do Institutode Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual
de Campinas - IFCH/UNICAMP

�6.1

profissional de docentes e pesquisadores e à qualificação das instituições de
pesquisa.
Até agora os indicadores eleitos no processo avaliatório tratam da produção
científica e institucional. Porém, a avaliação dessa produção requer indicadores que
contemplem os meandros do processo de pesquisa, ou seja, as condições de
pesquisa e suas ferramentas de trabalho. Tais critérios, raramente pensados,
permitem completar o ciclo avaliatório do processo de pesquisa e são imprescindíveis
para subsidiar a política científica e tecnológica nacional.
No tocante à questão da análise das ferramentas de trabalho, com o objetivo
de dimensionar a produção científica, é possível pensar na necessidade de
estabelecimento de relações entre indicadores de C&amp;T versus coleções de bibliotecas
das universidades brasileiras, esforço conjunto de bibliotecários e pesquisadores,
estabelecimento de indicadores para países em desenvolvimento e, ainda, estudos
bibliométricos versus estudos qualitativos.
A revisão de literatura efetuada permite constatar que a abordagem de
estudo, do ponto de vista de ferramenta de trabalho, como indicador da produção
científica e tecnológica, não tem sido objeto de preocupação de pesquisadores.
Poucos são os estudos de especialistas envolvidos com indicadores de C&amp;T e que
acreditam na importância da avaliação da coleção como objeto de estudo. Quando o

�6.1

tema é abordado, as coleções das bibliotecas têm sido tratadas muito mais como uma
pesquisa eventual.
Ao abordar a questão do perfil de excelência da pós-graduação norteamericana, CASTRO registra que "cumpre mencionar a ausência, nos exercícios
realizados, de algumas variáveis perfeitamente quantificáveis. A experiência norteamericana revela, por exemplo, forte associação entre a reputação dos cursos e o
acervo das bibliotecas especializadas que os servem. Eventualmente, esta informação
poderia ser coletada para o caso brasileiro" (CASTRO, 1986).
VILLASMIL, ao tratar da questão da avaliação de programas de pósgraduação, afirma que é essencial "a disponibilidade de recursos de informação
através de bibliotecas, centros de informação e documentação." (VILLASMIL, 1995).
IRVING e MARTIN, pesquisadores da Science Policy Research Unit (SPRU)
da Universidade de Sussex, no capítulo abordado por CASTRO, preocupados com a
avaliação institucional, trabalham com indicadores parciais convergentes estruturados
e que são baseados na estratégia de utilizar um número grande de indicadores
parciais. Esse estudo apresenta características bastante diferenciadas dos demais
métodos já utilizados, tratando de "comparar apenas instituições rigorosamente da
mesma

área

e,

se

possível,

que

tenham

equipamentos

comparáveis."

(SCHWARTZMAN, 1986).
É claro que o relato retrata uma experiência na área tecnológica, com
equipamentos de grande porte bem definidos. Entretanto, a biblioteca, enquanto
laboratório de pesquisa e armazenadora de fontes de pesquisa nacionais, regionais e
de alcance internacional, se não for possuidora de fontes adequadas, provoca
diferenças e dificuldades na pesquisa.

�6.1

Por último, a Conferência das Nações Unidas, ao abordar a questão da
produção científica, detecta as dificuldades de pesquisa nos países periféricos. Relata
que "os serviços de publicações e o acesso às revistas recentes são mais limitados
nos países em desenvolvimento." (UNITED NATIONS, 1991).
Por outro lado, o esforço conjunto de bibliotecários e pesquisadores é
fundamental na busca de consolidação de indicadores de C&amp;T. O bibliotecário,
anualmente, é solicitado a contribuir no preenchimento de formulários dos órgãos de
fomento e na coleta de dados para fins institucionais. Porém, trata-se de dados
quantitativos que pouco contribuem para a análise da produção científica e
tecnológica do País e, mesmo, para repensar os rumos institucionais.
Todavia, se, por um lado, a literatura biblioteconômica é abundante em
estudos de bibliometria para as análises das coleções de bibliotecas, de centros de
informação e de documentação, esses estudos ocorrem à revelia da comunidade
acadêmica e científica. A interação não é buscada nem na apresentação dos
resultados e tampouco na discussão dos métodos empregados. Por outro lado, a
comunidade científica e acadêmica ignora os estudos feitos por bibliotecários, mas, ao
mesmo tempo, dispõe de uma literatura própria sobre o assunto. Ao percorrer a
literatura, na área de produção científica, e ao analisar as bibliografias referenciadas,
constata-se a inexistência de citações de trabalhos elaborados por bibliotecários.

�6.1

É fundamental que bibliotecários e pesquisadores intercambiem experiências
na área, a fim de que se possam compor indicadores nacionais que abordem a
produção científica, do ponto de vista quantitativo e qualitativo. Se indicadores de
pesquisa produzem resultados consistentes e fidedignos, a prática da avaliação das
ferramentas de trabalho subsidia os avanços e os retrocessos da pesquisa
propriamente dita. Há que se proclamar indicadores comuns que caminhem em
direção ao estabelecimento de uma real política científica e tecnológica.
Há evidências de que o processo avaliatório não é uma tarefa fácil. A margem
de erros e inconsistência é significativa e deve ser objeto de preocupação e cuidados.
De fato, pode ainda se constituir num instrumento de controle e poder.
NEAVE conclui que "não se trata, portanto, de um mero fantasma a idéia de
que a avaliação institucional possa constituir um instrumento poderoso de controle do
estado sobre as universidades e, sim, de distribuição de sua autonomia" (NEAVE,
1986-1988).
O estabelecimento de indicadores para países em desenvolvimento talvez
possa assegurar indicadores diferenciados em relação à produção científica dos
países centrais. Para tanto, é preciso pensar em institucionalizar múltiplos processos
de avaliação, em busca de indicadores úteis aos países periféricos e que propiciem
maior adequação para a política de composição da coleção e de formação de acervo
desses países, de acordo com os objetivos da pesquisa local.
ALBORNOZ salienta que "podemos observar um atraso relativo da América
Latina... no que se refere a disponibilidade de informação confiável como a adoção de
metodologias homogêneas e a elaboração de séries comparáveis"
p.1).

(ALBORNOZ,

�6.1

No Brasil, para traçar uma política em C&amp;T é recomendável a criação de
indicadores comparáveis. Porém, as atividades de C&amp;T são desenvolvidas em
universidades e centros de pesquisa atrelados aos diversos ministérios, sem que haja
integração entre eles. Para que haja um sistema de C&amp;T no País há necessidade de
um projeto de desenvolvimento, isto é, um Plano Nacional de Desenvolvimento em
C&amp;T que perpasse os vários ministérios e, assim, detalhe os critérios de avaliação e
seus possíveis indicadores.
WOLYNEC lembra que "há que se implantar um Sistema de Informações e
Controle para obtenção de indicadores. Neste caso, Controle significa que as
informações são cruzadas com outras para se verificar o grau de confiabilidade..." Diz
ainda "estando a avaliação das universidades públicas do país estabelecida, seria
importante a definição de um conjunto de indicadores que permitissem comparação
entre instituições. Essas comparações auxiliariam as próprias universidades a
identificar onde há necessidade de esforços para melhorar a eficiência e o
desempenho. A avaliação deve, em princípio, comparar custos e desempenho"
(WOLYNEC, 1989).
BRISOLLA também enfatiza a necessidade de criação de bases de dados de
publicações que contemplem os indicadores bibliométricos da atividade científica dos
países periféricos e que consigam resgatar não só a produção científica publicada em
línguas hegemônicas e dentro das regras internacionais, mas a de abrangência e com

�6.1

cobertura de toda a literatura cinzenta local. "Os indicadores do conhecimento
científico gerado são de fácil obtenção. O número e a qualidade das publicações onde
quase sempre são divulgados os resultados da atividade científica constituem os
indicadores bibliométricos, que são os melhores indicadores da área... Seria
necessário, portanto, desenvolver indicadores mais sensíveis à produção dos países
em desenvolvimento, que deveriam criar seu próprio sistema de estatísticas
bibliométricas. Para isso é necessário não só recursos financeiros e conhecimentos
específicos para o tratamento dos dados, como também para tratar questões
conceituais de como definir o que constitui uma publicação científica." (BRISOLLA,
p.11).
Observa-se, atualmente, que quanto mais ativo e produtivo for o ambiente
científico, mais freqüentes e rigorosas são as rotinas de avaliação vigentes. Nos
países centrais, que lideram o universo da ciência, cultiva-se um complexo sistema de
avaliação. A própria prática de financiamento transita por mecanismos onde a
avaliação tem considerável peso. O vínculo entre avaliação e financiamento é hoje
claramente constatado, à medida que os recursos ficam mais escassos e a
comunidade científica cresce exponencialmente.
Daí, discutir uma metodologia quantitativa, utilizando a bibliometria para fins
de avaliação da coleção de periódicos da universidade, embora insuficiente, como se
verifica no transcorrer do trabalho. Porém, é fundamental para dar início ao processo
de repensar outras variáveis qualitativas, relacionadas ao final do trabalho.

�6.1

2 Avaliação da Coleção de Periódicos Assinados pela UNICAMP-PROJETOPILOTO

Em 1993, o Sistema de Bibliotecas da UNICAMP, através de um projetopiloto, efetuou a avaliação da Coleção de Periódicos Assinados pela Universidade.

2.1 UNIVERSO DA PESQUISA

O estudo, com caráter de projeto-piloto, foi aplicado nas bibliotecas de
Ciências Tecnológicas, compostas pelas Biblioteca da Área de Engenharia (BAE), o
Centro de Tecnologia (CT) e Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA); de
Ciências Biomédicas, representadas pela Faculdade de Ciências Médicas (FCM) e
Instituto de Biologia (IB); de Ciências Exatas com o Instituto de Física (IF) e,
finalmente, de Ciências
Ciências Humanas (IFCH).

Humanas com a participação do Instituto de Filosofia e
Optou-se por trabalhar somente com os títulos

assinados pela Universidade - 3519 títulos, o que representou 50% da coleção
assinada. Não foram incluídos os títulos recebidos por intercâmbio e/ou doação,
mesmo em se tratando de títulos correntes.

�6.1

2.2 OBJETIVOS

Dentre os vários objetivos específicos de fundamental importância, ressaltase o objetivo geral do projeto - busca de consolidação de metodologia, através de um
elenco de critérios, para fins de análise das coleções de periódicos em bibliotecas
universitárias brasileiras.

2.3 METODOLOGIA

A literatura biblioteconômica nacional e internacional recuperou vários
estudos de análise de coleções de periódicos de bibliotecas. Porém, todos os
trabalhos optaram por um ou dois critérios, sem se ater à coleção em todos os seus
aspectos.
MULLER demonstra que "nenhum critério sozinho parece ser suficientemente
confiável" (MUELLER, 1991).
A metodologia empregada previu uma ampla gama de variáveis, permitindo
equalizar todos os critérios numa única ponderação, de maneira a ser possível a
comparação. Todos os critérios estão enquadrados numa escala de 0 a 100 pontos
para efeito de normalização. A coleta de dados ocorreu no período de maio a
novembro de 1993. Os critérios - uso da coleção e custo - tiveram tabelas próprias de
escalonamento em respeito às características próprias das áreas do conhecimento.
Por exemplo, a altíssima circulação de um periódico nas Ciências Humanas, isto é,
peso 100, significa que o título em questão circulou 10 vezes. Já nas Ciências
Biomédicas significa ter circulado 100 vezes.

�6.1

No uso da coleção chegou-se aos denominadores próprios de cada área,
após se ter

testado a circulação separadamente, de acordo com as unidades

participantes do projeto. Foram analisados os números de circulação e decidiu-se pela
distribuição em faixas. Para a análise de custo, o valor de cada assinatura foi
convertido da moeda original para o dólar americano, de acordo com a taxa de câmbio
oficial (para todas as moedas) e em dia determinado e adequado às variações de
custo nas diferentes áreas do conhecimento.

2.4 CRITÉRIOS

Os critérios para a avaliação dos periódicos ficaram definidos em três grandes
níveis: nível local (institucional), nível nacional e internacional.

2.4.1 Nível Local

a) uso da coleção;
b) consulta à comunidade docente;
c) prioridade pré-estabelecida pelas Comissões de Bibliotecas;
d) análise de custo.

�6.1

2.4.2 Nível Nacional

a) inserção do título na Lista Básica da CAPES;
b) status do título no CCN - Catálogo Coletivo Nacional.

2.4.3 Nível Internacional

a) inclusão do título em fonte de referência e/ou base de

dados.

3 ANÁLISE DA COLEÇÃO DO IFCH

O projeto piloto permitiu ao IFCH dar continuidade às análises da coleção de
periódicos.
O universo de pesquisa dos periódicos assinados pelo IFCH é composto de
403 títulos, distribuídos entre as áreas de Filosofia, Política, Sociologia, Antropologia,
História e História da Arte.
O resultado da avaliação da coleção de revistas do IFCH, tabulados através
do software SAS, classificou os periódicos, de maneira abrangente, por ordem de
interesse decrescente.
Partiu-se para a análise de cada critério, promovendo-se, em alguns
momentos, cruzamentos entre dois dos critérios para verificar a mobilidade de cada
título no ranking da coleção. A idéia é estabelecer a core collection das revistas e,
também, discutir possíveis cancelamentos, manutenções e incorporações de novos
títulos, com o elenco do ranking final.

�6.1

NÍVEL LOCAL
Esses critérios visavam respeitar a própria estrutura institucional. Aí estão
contemplados os critérios relativos ao volume de uso, às opiniões de docentes, à lista
de prioridades estabelecidas anteriormente pelas Comissões de Bibliotecas e,
também, às questões referentes ao custo e orçamento.

3.1 USO DA COLEÇÃO

Os dados de uso da coleção referiam-se à sua especificação quantitativa, a
partir da circulação interna e externa, durante um período pré-estabelecido. Os dados
eram de consulta, empréstimo local, comutação, xerox e empréstimo entre bibliotecas
dentro e fora da universidade.
Como já relatado, respeitaram-se as características próprias de cada área do
conhecimento, ou seja, os títulos foram enquadrados através do volume de circulação
de cada área. A partir do maior e do menor movimento de uso em todas as bibliotecas
envolvidas no projeto-piloto, estabeleceram-se a média e os demais parâmetros,
bastante diferenciados entre as diversas áreas do conhecimento, e foi feita sua
correspondência com a escala abaixo.

�6.1

USO DA COLEÇÃO
Conceito

Peso

altíssimo

100

alto

75

médio

50

baixo

25

nenhum

0

Inicialmente, dispunha-se de valores de uso absolutos no período, que foram
padronizados com base na divisão por quartis, significando que para o conjunto dos
valores ordenados em ordem de grandeza, o valor médio que divide o conjunto em
duas partes iguais é a mediana. Por extensão, os valores que dividem o conjunto em
quatro partes iguais são denominados quartis, sendo o segundo quartil igual à
mediana. O peso 25 corresponde, então, aos valores compreendidos até o primeiro
quartil; o peso 50 para os valores entre o primeiro quartil e a mediana; o peso 75 para
os valores entre a mediana e o terceiro quartil e o

peso 100 para os valores

superiores ao terceiro quartil. O peso 0, ou seja nenhum uso, por coerência
corresponde ao valor 0 dos dados originais.

�6.1

3.2 CONSULTA À COMUNIDADE DOCENTE

Para a coleta de dados empregada, diante do oneroso trabalho de se realizar
uma pesquisa censitária que contemplasse o universo docente como um todo, optouse pela análise através de um plano amostral. Sorteou-se (sem reposição) 20% do
total de professores de cada departamento constantes nas unidades contempladas.
Os docentes receberam a lista de periódicos para análise, acompanhada da escala
abaixo, para que se conceituasse o grau de importância de cada título. Solicitou-se,
ainda, a indicação, se fosse o caso, de título de interesse não constante da lista,
utilizando-se, para isso, a mesma tabela de conceituação. A última solicitação tinha
como objetivo detectar os títulos inexistentes na universidade, bem como apontar
títulos que talvez compusessem a lista de outra unidade da Universidade e que,
eventualmente, pudesse ter uma baixa pontuação em sua biblioteca de origem.

CONSULTA A COMUNIDADE DOCENTE
Conceito

Peso

Imprescindível

100

Importante

75

Recomendável

50

Dispensável

25

Não Familiarizado com o Título

0

Para que não se atribuísse erroneamente esses pesos, elaborou-se uma
fórmula para corrigir o número total de pontos obtidos por cada periódico, por uma

�6.1

ponderação que não permitisse que um título pudesse ter peso alto se o número de
docentes não familiarizados com o título também fosse alto. Da mesma forma, se
apenas poucos docentes estivessem familiarizados com o título e atribuissem pesos
máximos, este não poderia ter peso igual ou maior a um periódico com muitos
docentes familiarizados que atribuissem pesos baixos. A ponderação utilizada foi uma
razão entre o número de docentes familiarizados com o título e o número total de
docentes que responderam o questionário, ou seja:

TCP = TP

X

NA - NNF
NA

onde TC = total corrigido = TCP
TP = total de pontos
NA = número de docentes que avaliaram
NNF = número de docentes não familiarizados com o título. Assim, o número de
docentes familiarizados com o título = NA - NNF.
A partir daí, o total corrigido foi classificado entre os cinco conceitos.

�6.1

3.3 PRIORIDADE PRÉ-ESTABELECIDA PELAS COMISSÕES DE BIBLIOTECAS

Em 1990, as Comissões das Bibliotecas Seccionais elaboraram uma lista por
ordem de prioridade, para fins de aquisição, uma vez que a Reitoria da UNICAMP
libera, em parcelas, os recursos financeiros anuais.
A Biblioteca Central recebeu as listas, previamente selecionadas segundo os
critérios de cada biblioteca seccional, exigindo apenas o respeito ao percentual de
20% dos títulos em cada categoria.
As cinco categorias eram: Prioridade A, B, C, D e E.

PRIORIDADE PRÉ-ESTABELECIDA PELAS COMISSÕES DE BIBLIOTECA
Conceito

Peso

A

100

B

75

C

50

D

25

E

0

Este critério foi utilizado pelo IFCH diretamente. Novamente não foi
necessária qualquer adaptação nos dados.

�6.1

3.4 ANÁLISE DE CUSTO

A análise de custo passou por processo semelhante ao uso da coleção.
Foram analisados os títulos de periódicos (separadamente) de acordo com as
unidades participantes do projeto. Todos os títulos cotados foram convertidos para o
dólar americano. Em seguida, foram analisados os preços obtidos e decidiu-se pela
distribuição em faixas de até US$ 99.00 até mais de US$ 10.000.00. Dos totais por
faixa tirou-se a média ponderada, por unidade, utilizando-se a seguinte fórmula:

preço médio=

nº. periódicos/faixa x preço médio da faixa
nº. total de periódicos

Os títulos do IFCH com preço médio obtiveram conceito 50. Os títulos de
maior valor receberam zero e os de menor valor tiveram 100 pontos. Os demais, 75 e
25, foram calculados segundo a média dos intervalos.
ANÁLISE DE CUSTO
Conceito

Peso

Muito Baixo

100

Baixo

75

Médio

50

Alto

25

Altíssimo

0

A divisão do critério em cinco conceitos, já previamente balizados pelas
diferenças de custo das diferentes áreas, não exigiu qualquer modificação.

�6.1

NÍVEL NACIONAL
Ao contexto da instituição outros critérios se agregaram com o objetivo de
apresentar o panorama do que significa a assinatura de determinado título de
periódico para a pesquisa no País.

3.5 INSERÇÃO DO TÍTULO NA LISTA BÁSICA DA CAPES

A Lista Básica da CAPES foi estabelecida, a partir do desenvolvimento de
metodologia a pedido do PNBU (Programa Nacional de Bibliotecas Universitárias),
para avaliar as listas básicas de periódicos financiados pelo PAP (Programa de
Aquisição Planificada de Periódicos). Essa lista foi composta a partir da indicação de
especialistas em cada área. Participaram do programa 19 universidades espalhadas
em todo o território nacional, que ofereciam um total aproximado de 743 cursos,
classificados em 63 áres do conhecimento. O programa selecionou, ao todo, 2334
títulos, composto da Lista Básica (LB) e da Lista de Títulos Sugeridos (LTS). Elas
representaram um outro parâmetro metodológico, dada a sua representatividade junto
à comunidade científica do País.
Cada título de periódico foi confrontado com a LB e LTS das
áreas específicas e correlatas, conforme pesos da escala abaixo.

�6.1

INSERÇÃO DO TÍTULO NA LISTA BÁSICA DA CAPES
Conceito

Peso

Integra LB e LTS da área

100

Integra LB e LTS de áreas correlatas

50

Não integra LB e LTS

0

Como os títulos analisados não continham a determinação de área do
conhecimento, esse critério, inicialmente com três conceitos, desconsiderou - "integra
LB (Lista Básica) e/ou LTS (Lista de Títulos Sugeridos da Area)" -, reduzindo apenas
para:
integra LB e/ou LTS da área - 100
não integra LB e/ou LTS

- 0

3.6 STATUS DO TÍTULO NO CCN

O critério de análise da coleção de periódicos face ao CCN, indicado como
critério auxiliar, representou importante indicador na tomada de decisão. Porém,
somente no que se refere aos periódicos de menor interesse, detectados na análise
global, com o objetivo de evitar o corte de periódicos de difícil obtenção no Brasil.

�6.1

Na tabela abaixo, é demonstrada a escala para este critério.
STATUS DO TÍTULO NO CCN
Conceito

Peso

Único no País

100

Mais completo no País

75

Único na Região

50

Mais completo na Região

25

Semelhante às outras bibliotecas

0

A análise dos dados acima revelou que muitos dos títulos eram recémassinados pela UNICAMP e os sistemas de indexação como o CCN levam tempo
para absorver o novo registro.

NÍVEL INTERNACIONAL
Na era da globalização é essencial que as coleções de periódicos
depositadas nas bibliotecas brasileiras sejam, também, analisadas face a critérios
consagrados internacionalmente. Por outro lado, é fundamental que essa coleção
contemple as discussões locais e regionais.

�6.1

3.7 INCLUSÃO DO TÍTULO EM FONTE DE REFERÊNCIA E/OU BASE DE DADOS

Títulos listados em fontes de referência internacionais, do tipo index, abstracts
ou base de dados bibliográficas, denotam ser o título suficientemente importante para
a área.
No tocante à indexação, a coleta de dados foi feita a partir de dados extraídos
do último fascículo de cada título e, também, em outras obras de referência da própria
área e no ULRICH'S.
Os pontos de escala são:
INCLUSÃO DO TÍTULO EM FONTE DE REFERÊNCIA E/OU BASE DE DADOS
Conceito

Peso

Indexado

100

Não indexado

0

Este critério também não exigiu qualquer modificação.

4 REVISÃO CRÍTICA DOS ESTUDOS E DE CRITÉRIOS APLICADOS

Os problemas enfrentados durante o processo de coleta de dados e as
dificuldades operacionais vivenciadas na aplicação de alguns dos indicadores
permitem fazer inferências em relação a vários dos critérios utilizados. Para tanto,
sugere-se a aplicação dos indicadores abaixo, já reestruturados, tanto no que diz
respeito à coleta de dados, como em seus próprios objetivos.

4.1 UNIVERSO DA PESQUISA

�6.1

A primeira questão diz respeito ao universo da coleção de periódicos, sendo
recomendável a análise de todos os títulos correntes, sejam recebidos por assinatura,
doação ou intercâmbio. A avaliação da coleção de periódicos, a partir dos títulos
assinados pela UNICAMP, criou expectativas negativas quanto à possibilidade de
redução do número de assinaturas e de cortes de despesa. Assim, o processo
avaliatório, ao invés de contar com a participação da comunidade acadêmica, embora
muitos esforços tenham sido envidados na busca dessa parceria, não contou, no
princípio, com a motivação e a participação da comunidade acadêmica.

4.2 USO DA COLEÇÃO

No tocante ao uso da coleção, a falta de padrão para estabelecer
homogeneização na coleta de dados foi um dos grandes desafios.
Ademais, a relação número de fascículos depositados na biblioteca e número
de transações está diretamente vinculada ao número de transações de empréstimo.

�6.1

4.3 CONSULTA À COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA

O indicador de consulta à comunidade docente é superado pela consulta à
comunidade universitária. A inclusão de outros segmentos da comunidade, em
especial pesquisadores e alunos dos programas de pós-graduação, é imprescindível
para garantir a diversidade de opiniões dos diferentes grupos que compõem o cenário
da pesquisa e da produção científica. Também em áreas do conhecimento, onde a
diversidade temática é muito ampla e complexa, é importante realizar uma pesquisa
censitária.
Finalmente, as listas dos periódicos a serem enviadas à comunidade devem
estar acompanhadas da área de conhecimento de cada título.

4.4 AVALIAÇÃO SISTEMÁTICA DA COLEÇÃO

A prioridade pré-estabelecida pelas Comissões de Biblioteca nada mais é do
que uma avaliação anterior, porém, elaborada a partir de análises informais. A adoção
desse critério, agora estabelecido em bases metodológicas criteriosas, fornece
subsídios para futuros estudos e deve ser adicionado em avaliações posteriores. Do
ponto de vista prático, a atualização da lista disponível na Biblioteca Central para fins
de aquisição é fundamental porque garante a agilidade na aquisição de "títulos
chaves" para a pesquisa.

4.5 ANÁLISE DE CUSTO

�6.1

A atualização dos dados de custo de aquisição é recomendável. A literatura,
nos últimos anos, tem descrito aumentos anuais desses custos.
Em síntese, a análise de custo é um critério de desempate na tomada de
decisão e, portanto, é um critério auxiliar.

4.6 INSERÇÃO DO TÍTULO NA LISTA BÁSICA DA CAPES

A comunidade científica tem sérias responsabilidades com respeito à
composição de títulos de periódicos fundamentais e disponíveis no Brasil. Assim, duas
questões são fundamentais. A proposição de reaplicação pela CAPES, objetivando
sua atualização, uma vez que a pesquisa é dinâmica. Em segundo lugar, a Lista da
CAPES fornece subsídios para o projeto de aquisição planificada, em âmbito nacional,
e pode se transformar no embrião da criação de vocações e da valorização de centros
referenciais nas universidades brasileiras. Representa o núcleo de interesse da
comunidade científica nacional.

4.7 STATUS DO TÍTULO NO CCN

O levantamento, mesmo que parcial, do status de cada título no CCN
demonstrou que as coleções depositadas nas bibliotecas brasileiras têm excessiva
duplicação, as coleções são incompletas e têm, também, ausentes muitos títulos
importantes à pesquisa no Brasil.

�6.1

Propõe-se, também, a redução

para três conceitos: único no país, mais

completo no país e semelhantes às outras bibliotecas, evitando elitizar ainda mais a
região sudeste.

4.8 INCLUSÃO DO TÍTULO EM FONTE DE REFERÊNCIA E/OU BASE DE DADOS

Talvez valesse a pena ser mais criterioso na seleção das fontes de referência,
relacionando, previamente, apenas as mais importantes de cada área. De fato, a
divulgação das bases de dados contempladas necessitam acompanhar o resultado da
pesquisa. Para tanto, ULRICH's (diretório) e fontes menos significativas não seriam
computadas.
Por outro lado, a coleta não pode se restringir ao Science Citation Index
porque contempla muito mais os periódicos publicados em língua hegemônica.

4.9 FATOR DE IMPACTO (MEDIDA DE FREQÜÊNCIA) DO TÍTULO

O projeto inicial previa a utilização da medida de freqüência do título de cada
periódico citado no Science Citation Index e no Social Science Citation Index,
publicados no JOURNAL OF CITATION REPORTS, por um dado período, como outro
indicador para identificação da qualidade do título a nível internacional. Tem-se como

�6.1

resultado títulos classificados de acordo com o volume médio de citações obtidas por
seus artigos. A opção por essa obra de referência se deu, embora não favoreça os
países em desenvolvimento, por ser a única publicação existente a tratar da medida
de freqüência de citações de publicações periódicas.
Esse critério requer muita cautela. MUELLER elenca algumas dificuldades no
uso desse indicador e sugere amplas análises antes da adoção e da aplicação do
fator de impacto. Aponta, ainda, na área de humanidades, a irregularidade das
publicações periódicas e a falta de hábito dos editores em colaborarem com os
serviços de citação (MUELLER, 1991).
Finalmente, apesar dos problemas detectados quanto à sua aplicabilidade, é
recomendável que o fator de impacto seja acrescido nas avaliações de periódicos,
não só para ser testado, mas também para acompanhar o ranking das publicações
mais conceituadas na pesquisa internacional.

4.10 ORIGEM DE PUBLICAÇÃO DO TÍTULO DE PERIÓDICO

A inclusão do país de origem de cada publicação periódica permite levantar
dados para a discussão de globalização da pesquisa: países centrais versus países
periféricos; pesquisa internacional versus pesquisa regional; línguas hegemônicas e
outras variáveis.

�6.1

4.11 DATA

DE INÍCIO DE PUBLICAÇÃO DO TÍTULO E DE RECEBIMENTO

NA
BIBLIOTECA

A data de início de publicação do título e de recebimento na biblioteca, para
cada periódico, auxilia e aprimora a análise do critério de uso da coleção e interfere na
análise dos critérios: da lista básica da CAPES, no status do título no CCN, na
inclusão do título em fontes de referência e no fator de impacto, uma vez que existe
defasagem entre disponibilidade do título e a sua inclusão nos sistemas CAPES, CCN
e fontes de referência.

4.12 DEFINIÇÃO DA ÁREA DO TÍTULO E DE SUAS ÁREAS CORRELATAS

A exclusão de determinação da área do conhecimento de cada título e de
suas áreas correlatas incide diretamente nos critérios de consulta à comunidade e
inclusão da lista básica da CAPES, que trabalha com as áreas e áreas correlatas.

6 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Como vimos, a aplicação da bibliometria é insuficiente para responder às
questões pertinentes aos indicadores da produção científica, mas representa o ponto
de partida e, mesmo, o ingrediente indispensável no processo avaliatório de C&amp;T

�6.1

nacional. Na verdade, os escores quantitativos são o somatório de pequenos
julgamentos e apreciações, realizados sobre determinados aspectos. A análise de
cada indicador vai nos revelando as várias facetas de uma mesma questão, o que nos
leva a novos questionamentos e discussões.
CASTRO nos auxilia quando diz que há duas vertentes nos processos de
avaliação. "A avaliação por pares, fortemente ancorada na reputação adquirida pelo
avaliado. A segunda deriva-se de critérios mais quantitativos que desembocam na
bibliometria e na cientometria. Previsivelmente, as alternativas mais interessantes
parecem residir em combinações dos dois métodos" (CASTRO, 1985).
Examinando as idéias de CASTRO, verifica-se que a avaliação por pares, que
contém muitos julgamentos subjetivos e imediatos, torna imprescindível o método
quantitativo, o que significa, na verdade, manipular quantitativamente julgamentos
qualitativos. No fundo, é um processo de contagem de coisas que já foram
qualitativamente julgadas.
Em síntese, na avaliação da produção científica contempla-se, primeiramente,
os indicadores de avaliação pelos pares e, depois, emprega-se a bibliometria. A partir
da combinação dos dois métodos chega-se a análises mais complexas.
A avaliação inicial das coleções de periódicos demanda indicadores
bibliométricos para, posteriomente, chegar a avaliações mais subjetivas. A análise da
coleção existente à luz da bibliometria permite aprimorar as coleções depositadas
em bibliotecas brasileiras. Evitar os desperdícios, o desequilíbrio e as injustiças
próprias

�6.1

da falta de diretrizes consensuais e de estudos básicos é essencial para dar suporte
às atividades de pesquisa em escala sistêmica.
A bibliometria, enquanto técnica, preliminarmente, permite manipular vários
elementos quantitativos. Entretanto, não dá conta de continuar o processo de
avaliação dessas coleções do ponto de vista de cancelamento de títulos e de inserção
de novos títulos.
A idéia de desenvolver indicadores objetivados de avaliação é uma medida
que, na melhor das hipóteses, reflete a subjetividade da pesquisa. Em última
instância, explicita critérios de estabelecimento de valores e de interesses. Segundo
as palavras de SCHWARTZMAN "a questão da avaliação é, em última análise, uma
questão política, no sentido de que implica um processo constante de negociações,
compromissos e conflitos entre diversos tipos de interesse." (SCHWARTZMAN,1981).
A pesquisa não é algo que se define por si mesma, mas sempre em relação a
algo. Existem pelo menos três possibilidades para o fazer da pesquisa, que se
misturam: a neutralidade versus o engajamento; a pesquisa de caráter internacional
versus a pesquisa regional e local e, finalmente, a vocação de cada instituição de
pesquisa. E, em todos esses momentos, as coleções das bibliotecas universitárias
brasileiras refletem essa associação.

ABSTRACT
This paper, based on a pilot project being carried out at the University of Campinas
(UNICAMP), presents indicators(?) for evaluating journal collections in Brazilian
university libraries. The aim is to offer a methodology establishing similar parameters,
which will make it possible to rationalize resources and develop research and
knowledge.
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�6.1

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Documentação&#13;
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
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              <text>Indicadores de avaliação para coleções de periódicos das bibliotecas universitárias brasileiras: reflexões sobre o estudo das revistas do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas- IFCH-UNICAMP.</text>
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              <text>Apresentam-se, a partir de um projeto-piloto em desenvolvimento na UNICAMP, indicadores de avaliação para as coleções de periódicos em bibliotecas universitárias brasileiras, objetivando oferecer metodologia que estabeleça parâmetros semelhantes, com vistas à racionalização de recursos e desenvolvimento da pesquisa e da capacitação nacional.</text>
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