<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="4697" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/4697?output=omeka-xml" accessDate="2026-03-08T23:17:48-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="3765">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/46/4697/SNBU2004_009.pdf</src>
      <authentication>6e4b5e9b49541d5a4e259acd39170826</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="52183">
                  <text>UTILIZANDO RFID (IDENTIFICAÇÃO POR RÁDIO-FREQÜÊNCIA) NO DIA-ADIA DA BIBLIOTECA.

Isabel Nogueira∗
Gláucia Gomes∗∗

RESUMO
Ultimamente tem-se ouvido falar por demais na nova tecnologia chamada RFID
ou Identificação por Rádio-Freqüência. Toda uma complexa e vasta gama de
produtos novos é apresentada cotidianamente ao mercado por grandes empresas
transnacionais. Esta nova tecnologia é apresentada como um divisor de águas
para o Gerenciamento de Acervo Bibliográfico. Este trabalho propõe-se a não
apenas discutir teoricamente este potencial tecnológico, mas principalmente
apresentar o aspecto prático observado na implantação da RFID em algumas
Bibliotecas Pioneiras. Abordando os seguintes tópicos: o estado da arte desta
tecnologia; seus componentes básicos, suas vantagens e aplicações. Concluindo
com algumas observações práticas que possam colaborar para a tomada de
decisão de implantação desta tecnologia.

1 O ESTADO DA ARTE DA TECNOLOGIA RFID (RADIO-FREQUENCY
IDENTIFICATION OU IDENTIFICAÇÃO POR RÁDIO-FREQÜÊNCIA)
A tecnologia RFID (Radio-Frequency Identification ou Identificação por
Rádio-Freqüência) surgiu na Europa no inicio dos anos 80. Sua primeira aplicação
foi controle e identificação de porcos e bovinos. Operava com baixa freqüência de
132.4 KHz utilizando-se de transponders, volumosos precursores das etiquetas
inteligentes com baixa capacidade de armazenamento de informações.

Esta

tecnologia foi batizada de RFID de Baixa Freqüência e ainda hoje é utilizada para
controle de rebanhos, abastecimento de frotas e controle de acesso.
Posteriormente, com os grandes avanços da tecnologia de produção dos
micro

circuitos,

particularmente

dos

microprocessadores

e

memórias

miniaturizados foi possível produzir componentes cada vez menores e por custos
mais reduzidos. Criou-se então a tecnologia RFID de Alta Freqüência , que opera
com uma freqüência de 13,56MHz e possibilita um enorme capacidade de
operação com dados digitais, regulada por normas como a ISO 15693 que

�possibilitam aos novos usuários uma total interconectividade e confiabilidade de
suas operações.

2

COMPONENTES

BÁSICOS

DE

UM

SISTEMA

RFID:

ETIQUETAS

INTELIGENTES E LEITORES ESPECIAIS (ACOPLADORES)
Um sistema de RFID é composto basicamente de Etiquetas Inteligentes e
Leitores Especiais.
Etiquetas inteligentes são etiquetas planas, adesivas, com dimensões
comerciais variando de 45 mm x 45 mm até 76 mm x 45 mm . Estas etiquetas
apresentam em seu interior um chip tipicamente com espessura de 0,35 mm, com
número de identificação de 64 bits( isto significa trilhões de combinações
possíveis, ou seja, cada etiqueta apresenta um número de identificação unívoco),
2K de memória programável disposta em 64 blocos de 32 bits cada, ciclo de
armazenagem de dados maior que 10 anos, capaz de operar entre –25oC e + 70
o

C, dentre outras características relevantes . A alimentação para o chip provém

externamente da energia eletromagnética emitida pelos leitores especiais e é
captada por uma espécie de micro-antena, impressa na própria etiqueta e
circundante ao chip.
Os leitores especiais apresentam vários formatos, desde portais ou
pedestais a serem instalados verticalmente e presos ao solo, até mesmo leitores
manuais (hand-held) , com formato de bastões ou de pistolas e também leitores
com formato adequado para colocação em mesa, similar a uma base plana ou
pequena almofada(pad). São, na verdade, sensores e o fato de denomina-los
leitores é tecnicamente incorreto, apesar de amplamente utilizado. Alguns mais
corretamente utilizam-se do termo acoplador, pois na verdade estes leitores
especiais não só possibilitam ler a informação contida nas etiquetas como
também escrever nas mesmas. São capazes de ler/escrever simultaneamente até
50 etiquetas inteligentes/ segundo, mediante o emprego de protocolos de
comunicação específicos.

�Em suma, a tecnologia RFID atualmente apresenta alta segurança (64 bits
de

identificação),

leitura/escrita

de

dados

simultânea

de

dezenas

de

etiquetas/segundo e uma vida útil superior a uma década, etiquetas inteligentes
de tamanho reduzido e fácil aplicação e utilização em virtude da ampla variedade
de hardware&amp;software já disponível no mercado, interfaces amistosas tipo RS 232
e RS 485 e normalização ISO.

3 AS APLICAÇÕES DO SISTEMA RFID
Uma das tarefas mais demoradas, custosas, e muitas vezes imprecisa para
uma biblioteca é o “famoso” inventário. São várias as vantagens da realização de
inventários, tanto para os usuários quanto para os bibliotecários, tais como:
localização de material desaparecido e organização do acervo, afinal bem
sabemos que o acervo é o órgão vital de uma biblioteca, pois ele é a base
material sobre a qual são realizados quase todos os serviços.
Há séculos o inventário vem sendo feito da mesma forma, ou seja cada
livro é retirado da estante , para cruzamentos de dados específicos do livro com
os registros nos catálogos ou

bases de dados da biblioteca, bem como a

conferência da ordem dos livros nas estantes e do estado físico dos mesmos. Um
processo demorado, meticuloso e que consiste na movimentação de grande
quantidade de material bibliográfico e que por todas estas barreiras nunca é feito
com uma periodicidade ideal, impossibilitando um controle exato on-line do
acervo. Isto se traduz numa grande perda de eficiência e fonte de insegurança
permanente quanto ao acervo realmente disponível na biblioteca.
O advento do código de barras há algumas décadas atrás e o uso intensivo
de softwares de circulação reduziu sobremaneira a quantidade de papéis,
trazendo alguma agilidade ao processo, diminuindo

um pouco o trabalho

envolvido. Contudo, em essência, o processo continuava o mesmo.
Com o uso da RFID, o inventário pode ser feito agora de duas maneiras
inovadoras:

�1)

A leitura direta dos livros nas suas estantes de origem, sem

necessidade de remoção e posterior reposição, mediante o uso de um leitor
(ou acoplador) manual;
2)

Através de um acoplador instalado diretamente nas prateleiras das

estantes, este último de implantação mais dispendiosa, mas que permite um
inventário permanente, em tempo real, já que os livros ficam posicionados
sobre o próprio acoplador.
Independentemente do tipo de acoplador usado, um inventário de dezenas
de milhares de volumes que tipicamente tomava muitos dias de árduo trabalho de
uma equipe de profissionais, passa a ser feito quase que instantaneamente por
apenas um profissional.
Alguns críticos falam em substituição do homem pela máquina.
Particularmente achamos que toda tarefa improdutiva e pouco criativa deva ser
feita por máquinas. A nós profissionais de Biblioteconomia cabem tarefas mais
intelectuais e criativas, que nunca cessarão de existir numa Biblioteca, inclusive o
gerenciamento das informações obtidas com o emprego da RFID
A tecnologia RFID também pode se utilizada para localização de itens ou,
no jargão técnico, rastreamento. Aquela tarefa desagradável de procurar itens
desaparecidos, por exemplo, arquivados ou meramente escondidos em estantes
incorretas, pode ser feita rapidamente pelo uso da tecnologia RFID. Não só será
encontrado o item procurado como também poderão ser localizados por exemplo
todos os itens arquivados incorretamente em toda a biblioteca. Mediante a
utilização de um acoplador manual e portátil, que pode ser programado local ou
remotamente com o código referente ao item que se deseja localizar, bastará
deslocar-se com o mesmo ao longo das estantes e o acoplador alarmará quando
se aproximar do item desejado, indicando que o item encontra-se em local
incorreto.
Todos nós já vivenciamos o caos reinante numa biblioteca durante os picos
de atendimento em seu horário de operação. Horas e horas com baixa freqüência
de usuários e repentinamente surgem dezenas deles, em alguns casos centenas

�de usuários acorrendo e querendo realizar seus empréstimos e devoluções no
mais curto espaço de tempo possível. Por mais que treinemos nossa equipe ou
por mais membros que disponhamos (caso cada dia mais raro, visto a exigüidade
de pessoal alocado nas bibliotecas) é impossível em muitos casos proporcionar
um bom atendimento aos nossos usuários e também um bom ambiente de
trabalho aos nossos funcionários.
Assim, surgiram as máquinas de auto-atendimento, cujo custo de
implantação ainda limita sua aplicação. Contudo, especialistas concordam que a
tendência é de uma substancial redução deste custo.
Por ser uma tecnologia tridimensionalmente facetada, a RFID também
pode atuar em conjunto como o auto-atendimento e outros dispositivos de
automação de processos. A incorporação da RFID a estas máquinas traz
inúmeras vantagens com relação à velocidade de operação das mesmas que os
tradicionais códigos de barras ou tarjas magnéticas não propiciam, pois opera
com interfaces mais eficazes, dinâmicas e seguras com os usuários.
Muitas máquinas de auto-atendimento operam apenas com empréstimo,
pois existe ainda uma séria resistência mais cultural que técnica dos nossos
usuários e dos próprios profissionais de Biblioteconomia em operarem também
com devolução automatizada. Contudo, muitas experiências bem sucedidas de
operações totalmente automatizadas: empréstimo, devolução e também a
recolocação dos livros, estão começando a fazer-nos rever nossos conceitos. E a
RFID será peça essencial para o sucesso desta operação integrada.
São conseqüências de uma implantação bem sucedida da tecnologia RFID,
um controle eficaz de inventário, uma localização rápida de livros

e uma

automação de processos totalmente integrados que resultam numa redução
expressiva dos erros operacionais, uma vez que historicamente a maior parte
deles devem-se a operadores humanos. O adágio popular diz que errar é
humano, ou seja, é algo inerente a nós, contudo, melhor que suprimir erros é
poder detecta-los rapidamente e agir no sentido de corrigi-los. A RFID traz-nos a
capacidade de respondermos agilmente aos nossos próprios erros.

�4 CUIDADOS E DICAS: AQUILO QUE TODO MUNDO DEVE E TEM QUE
SABER ANTES DE OPTAR PELO RFID
Todo pioneirismo tem seu preço. Isto ocorreu com o rádio, a tv, os
computadores e também ocorre com a RFID. Assim, o pioneirismo de dezenas de
bibliotecas ao redor do mundo possibilitam-nos aprender com seus erros e
acertos, permitindo-nos estabelecer parâmetros de trabalho e delinear estratégias
corretas de implantação. Apresentaremos a seguir algumas experiências:
1)Sistemas de RFID que não obedecem às normas ISO
Muitos pioneiros foram vitimas disto.

O problema ocorria quando do

fornecimento da etiquetas inteligentes. Elas viam programadas com um código de
um dado fornecedor. O problema disto é que após implantado o sistema, o cliente
via-se obrigado a continuar comprando etiquetas inteligentes do mesmo
fornecedor.

Isto é danoso no aspecto financeiro e igualmente no aspecto da

interconectividade do sistema com outros sistemas de outras bibliotecas. É como
se você tivesse um filme em DVD que só funcionasse no seu aparelho de DVD
mas não nos de seus filhos e familiares.
2)Sistemas de RFID que burlam as normas ISO
Neste caso, o cliente adquire um sistema que atende as normas ISO, mas
o fornecedor programa na própria etiqueta campos de segurança com dados não
acessíveis ao cliente e assim a dependência continua.
Uma alternativa para evitar tal impasse é exigir do fornecedor
documentação que ateste que ele está adquirindo um sistema aberto e que
realmente atende às normas ISO, principalmente a ISO 15693.
3)Limitações tecnológicas

�A RFID não é um produto mágico. Ele existe num mundo real, e no caso
especifico da tecnologia de rádio-freqüência, a mesma sofre profundas restrições
de aplicabilidade devido ao meio-ambiente.
A presença de grandes interferências eletromagnéticas, fiação elétrica,
massas metálicas (por exemplo estantes metálicas), itens metalizados (como
DVDs e CDs), dentre inúmeras outras podem impedir total ou parcialmente a
aplicação da RFID em uma biblioteca.
O tamanho da etiqueta e sua relatividade visibilidade ao usuário são
também outros fatores que cerceiam o uso da RFID.
Assim, recomenda-se que antes de adquirir e implantar uma solução RFID
seja exigido um estudo de viabilidade técnica do fornecedor sobre possíveis
limitações técnicas do local e sugestões para eventual correção das mesmas.
4)Integração com os demais sistemas
Numa biblioteca moderna coexistem inúmeros sistemas que deverão ser
integrados ao RFID. Por exemplo, o software de circulação, o sistema anti-furtos e
sistemas de automação. A implantação da RFID só será bem sucedida se este
sistemas se integrarem plenamente a mesma.
A falta de diálogo entre todos estes fornecedores ou parceiros da biblioteca
pode impossibilitar o pleno uso do potencial da RFID.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A RFID apresenta um incrível potencial tecnológico capaz de impactar
decisivamente o dia a dia das bibliotecas em um relativamente curto período de
tempo. Os grandes benefícios inerentes ao uso da mesma acenam positivamente
no sentido de que a sua implantação poderá fazer com que o cotidiano das
bibliotecas e centros de documentação torne-se mais criativo e eficaz, libertandonos de tarefas improdutivas e repetitivas.

�Contudo, é preciso ficar claro que tudo tem um custo e no caso da RFID o
custo não é só do investimento, visto que hoje seu custo de implantação ainda é
elevado. O custo mais relevante é o da correta definição do que queremos , para
que queremos e como queremos. São muitas possibilidades e a opção por uma
estratégia incorreta de implantação poderá acarretar muito mais transtornos que
benefícios.
Existem inúmeros fornecedores, muitos sem nenhuma experiência com
bibliotecas e sua dinâmica particular de operação.
Todas as soluções bem sucedidas passarão necessariamente pelo
trabalho conjunto e cooperativo entre os profissionais de Biblioteconomia
envolvidos no dia a dia da biblioteca e fornecedores não só de RFID como
também do software de circulação e também dos demais sistemas utilizados na
biblioteca, inclusive segurança e automação se houverem.
Admirável Mundo Novo!

REFERÊNCIAS
GILLES, Frances. Radio frequency and electromagnetic technologies.
Quebec: ID Systems, 1999. 13p.
GUARDIAN, Gaylord. Loss prevention program. USA: Guardian, 1994. 115 p.
RFID BRASIL. Gerenciamento de acervo bibliográfico: Auto-Atendimento,
RFID e Sistema de Segurança Eletrônica para Acervos Nova Friburgo: RFID
Brasil, 2004. Catálogo da Empresa.
TEXAS INSTRUMENTS. Radio Frequency Identification Systems. São Paulo:
Texas Instruments, 2004. Catálogo da Empresa.
SHUMAN, Bruce A. Library security and safety handbook: prevention, policies,
and procedures. USA: American Library Association: 1999. 210 p.
∗

Bacharel em biblioteconomia pela UFMG. isabeln@rf.idbrasil.com.br
Especialista em Aplicações de RFID em Bibliotecas. glauciag@rf.idbrasil.com.br
Nome da Empresa: RF IDBRASIL Endereço: AV. PRES. COSTA E SILVA, 629.DUAS PEDRAS
NOVA FRIBURGO RJ. País: BRASIL

∗∗

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="46">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51369">
                <text>SNBU - Edição: 13 - Ano: 2004 (UFRN - Natal/RN)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51370">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="41">
            <name>Description</name>
            <description>An account of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51371">
                <text>Tema: Bibliotecas universitárias: (Re) Dimensão de bibliotecas universitárias: da gestão estratégica à inclusão social.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51372">
                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51373">
                <text>UFRN</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51374">
                <text>2004</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51375">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51376">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51377">
                <text>Natal (Rio Grande do Norte)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="52166">
              <text>Utilizando RFID (Identificação por rádio frequência) no dia-a-dia da biblioteca.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="52167">
              <text>Nogueira, Isabel; Gomes, Glaucia </text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="52168">
              <text>Natal (Rio Grande do Norte)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="52169">
              <text>UFRN</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="52170">
              <text>2004</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="52172">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="52173">
              <text>Ultimamente tem-se ouvido falar por demais na nova tecnologia chamada RFID ou Identificação por Rádio-Freqüência. Toda uma complexa e vasta gama de produtos novos é apresentada cotidianamente ao mercado por grandes empresas transnacionais. Esta nova tecnologia é apresentada como um divisor de águas para o Gerenciamento de Acervo Bibliográfico. Este trabalho propõe-se a não apenas discutir teoricamente este potencial tecnológico, mas principalmente apresentar o aspecto prático observado na implantação da RFID em algumas Bibliotecas Pioneiras. Abordando os seguintes tópicos: o estado da arte desta tecnologia; seus componentes básicos, suas vantagens e aplicações. Concluindo com algumas observações práticas que possam colaborar para a tomada de decisão de implantação desta tecnologia.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="68201">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
</item>
